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domingo, 25 de outubro de 2015

Pedagogia do Oprimido (resenha):

Pedagogia do oprimido: uma resenha devastadora do mais famoso livro de Paulo Freire
Por: Rodrigo Constantino  29/03/2015 às 18:57
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Lendo Paulo Freire
Know thy enemy!, diz a máxima da Arte da Guerra de Sun Tzu.
Paulo Freire é o “patrono” de nossa educação. Isso, por si só, já deveria ser motivo suficiente para não levá-lo tão a sério. Afinal, o que há para louvar em nosso sistema de ensino, que só produz “vítimas sociais” e nenhum resultado decente nos rankings internacionais?
Não importa: como o homem recebeu vários títulos mundo afora, e porque levou o marxismo para dentro da sala de aula, é exaltado como um gênio, um santo, um ídolo, por todos aqueles que acham desejável transformar o professor num militante ideológico.
A desculpa esfarrapada deles: todos têm suas ideologias, e é impossível deixar a sala de aula livre delas. Se você quer ensinar conhecimento objetivo, matemática, línguas, literatura clássica, então você já seria um doutrinador também, só que do lado da “elite opressora”. Um “burguês alienado” que pretende apenas preservar o status quo, nada mais.
E com esse embuste os doutrinadores disfarçados de professores seguem sua missão “pedagógica”, que tem sido responsável em boa parte pela miséria intelectual de nosso país, uma fábrica de jovens socialistas. Reverter esse quadro é uma das tarefas mais importantes e árduas de todos aqueles que desejam um país mais livre e próspero.
Para tanto, é preciso conhecer melhor o lado de lá, o “inimigo”. Aliás, eis mais uma grande diferença entre a esquerda e a direita: nós, liberais e conservadores, normalmente lemos os principais expoentes da esquerda, enquanto o contrário raramente é verdadeiro.
Com isso em mente, apresento aos meus leitores uma ótima resenha escrita por Marcelo Centenaro do livro mais famoso de Freire, aquele que é carregado em clichês marxistas e que tanta gente influenciou, especialmente nos países menos desenvolvidos (por que será?):
Pedagogia do oprimido

No final de 2014, conversei sobre Paulo Freire com uma pessoa de quem gosto muito e que tem opiniões opostas às minhas. Ela perguntou se eu tinha lido algum dos livros dele. Só A Importância do Ato de Ler, mas há tanto tempo que não me lembro de quase nada, respondi. Nunca li Pedagogia do Oprimido, confessei. Você não pode criticar o que não conhece, acusou ela. Prometi que leria Pedagogia do Oprimido e escreveria uma resenha. Aqui está.
Não é uma leitura fácil. Embora o livro não seja extenso, com pouco mais de 100 páginas, levei dois meses para terminar. Achei a linguagem confusa, com termos inventados ou palavras às quais o autor atribui um sentido peculiar, sem contudo definir claramente esse sentido. Muitas vezes, não há um encadeamento lógico entre um parágrafo e o seguinte, entre uma frase e a próxima, entre uma idéia e outra. Nesse aspecto, lembra muito o estilo do Alcorão. Paulo Freire tem um cacoete de separar os prefixos dos radicais das palavras (co-laboração, ad-mirar, re-criar), como se isso significasse alguma coisa. Há muitas passagens com sentido obscuro (vejam algumas abaixo), muitas repetições, citações de supostas autoridades em educação (como Mao, Lênin, Che, Fidel e Frantz Fanon) e menções freqüentes a que se vai voltar ao assunto depois ou a que já se tratou dele antes.
Logo na introdução, somos brindados com esta afirmação: “Se a sectarização, como afirmamos, é o próprio do reacionário, a radicalização é o próprio do revolucionário. Dai que a pedagogia do oprimido, que implica numa tarefa radical cujas linhas introdutórias pretendemos apresentar neste ensaio e a própria leitura deste texto não possam ser realizadas por sectários.” Minha leitura deste trecho é: “Só quem já concorda comigo pode ler o que escrevo.”
Vou apresentar a seguir o que entendi do livro, procurando ao máximo omitir minhas opiniões, que guardarei para o final da resenha.
Paulo Freire descreve dois tipos de educação, uma característica de uma sociedade opressora, outra característica de uma sociedade livre, ou que luta para se libertar. A educação da sociedade opressora é chamada de “bancária”, sempre entre aspas, porque ela deposita conhecimentos nos alunos. Ou seja, ela reduz o aluno a um objeto passivo do processo educacional, no qual são jogadas informações sobre Português, Matemática, História, Geografia, Inglês, Física, Química, Biologia, Filosofia. Já a educação libertadora é chamada de dialógica, porque se baseia no diálogo entre professores e alunos (educadores e educandos, na linguagem do livro). É um processo do qual todos são sujeitos ativos e cuja finalidade é ampliar a consciência social de todos, especialmente dos alunos, para que se viabilize a revolução que acabará com a opressão. O livro não detalha o que a educação libertadora fará depois dessa libertação. Imaginamos que mantenha os educandos conscientes e imunes a movimentos reacionários e contra-revolucionários.
A educação dialógica se baseia no diálogo e o diálogo começa com a busca do conteúdo programático. Na parte do livro em que há mais orientações práticas, Paulo Freire recomenda que seja formado um grupo de educadores pesquisadores que observará os educandos e conversará com eles, em situações diversas, para conhecer sua realidade e identificar o que ele chama de temas geradores, que possibilitarão a tomada de consciência dos indivíduos. Haverá reuniões com a comunidade, identificação de voluntários, conversas e visitas para compreender a realidade, observações e anotações. Os investigadores farão um diagnóstico da situação. Então discutirão esse diagnóstico com membros da comunidade para avaliar o grau de consciência deles. Constatando que esse nível é baixo, vão apresentar as situações identificadas aos alunos, para discussão e reflexão, com o objetivo de despertar sua consciência para sua situação de opressão. Se o pensamento do povo é mágico (religioso) ou ingênuo (acredita nos valores de direita), isso será superado pelo processo, conforme o povo pensar sobre a maneira que pensa, e conforme agir para mudar sua situação de opressão.
Paulo Freire enfatiza que o revolucionário não pode manipular os educandos. Todo o processo tem de ser construído baseado no diálogo e no respeito entre os líderes e o povo. Porém, os líderes devem ter a prudência de não confiar no povo, porque as pessoas oprimidas têm a opressão inculcada no seu ser. Como exemplo de um líder que jamais permitiu que seu povo fosse manipulado, Paulo Freire apresenta Fidel Castro.
A palavra é o resultado da soma de ação e reflexão. Se nos baseamos apenas na reflexão, temos um “verbalismo” estéril. Se nos baseamos apenas na ação, temos um “ativismo” inepto. Os líderes revolucionários e os educadores devem compreender que a ação e a reflexão caminham juntas de maneira indissociável, ou não se atingem os objetivos da educação e da revolução.
As características da opressão são a conquista dos mais fracos, a criação de divisões artificiais entre os oprimidos para enfraquecê-los, a manipulação das massas e a invasão cultural. Os opressores se impõem em primeiro lugar pela força. Depois, jogam os oprimidos uns contra os outros, para mantê-los subjugados. As pessoas são manipuladas para acreditarem em falsos valores que lhes são prejudiciais, embora elas não percebam isso. Sua cultura de raiz é esquecida e trocada por símbolos vazios importados de fora, num processo que esmaga a identidade do povo.
As características da libertação são a colaboração (que Paulo Freire grafa co-laboração), a união, a organização e a síntese cultural. A colaboração está contida em tudo o que foi dito sobre educação dialógica, que é feita em conjunto pelos educadores e educandos. A união entre os oprimidos é fundamental para que tenham força para resistir contra o opressor. No trecho em que explica a organização, é citado o médico Dr. Orlando Aguirre, diretor da Faculdade de Medicina de uma universidade cubana, que afirmou que a revolução implica em três P: palavra, povo e pólvora. Disse o Dr. Aguirre: “A explosão da pólvora aclara a visualização que tem o povo de sua situação concreta, em busca, na ação, de sua libertação.” E Paulo Freire complementa: “O fato de não ter a liderança o direito de impor arbitrariamente sua palavra não significa dever assumir uma posição liberalista, que levaria as massas à licenciosidade.” Ele afirma que não existe liberdade sem autoridade. Sobre a síntese cultural, diz que a visão de mundo do povo precisa ser valorizada.
Agora, o que penso sobre o texto. O próprio Paulo Freire deixa claro em vários momentos, que seu livro não é sobre educação. Ensinar, transmitir conhecimentos, é uma preocupação da educação “bancária” opressora. Não é essa a função de um educador libertador. Não, sua função é criar os meios para uma revolução libertadora, como foram libertadoras as revoluções promovidas pelos educadores citados: Mao, Lênin, Fidel. Ou seja, a única preocupação do livro é com os meios para viabilizar uma revolução marxista. Se você, meu leitor, é professor e acha que essa é a sua função, talvez encontre conhecimentos úteis no livro. Caso contrário, não há mais nada nele.
Fiz uma coletânea de palavras utilizadas por Paulo Freire que poderiam ter saído de um discurso de Odorico Paraguaçu: “involucra”, em lugar de envolve, “implicitados”, em lugar de implícitos, “gregarizadas”, deve ser um derivado de gregário, “unidade epocal”, em lugar de unidade de tempo, “fatalistamente”, por fatalisticamente, “insertado”, por inserido. Dois erros divertidos: chamar Régis Debray de Régis Debret e achar que o nome do padre Marie-Dominique Chenu OP (onde OP significa Ordo Praedicatorum, Ordem dos Pregadores, sigla que designa a Ordem dos Dominicanos) é O. P. Chenu. É sintomático que alguém com tantas dificuldades com a Língua Portuguesa seja o Patrono da Educação Brasileira, considerado nossa maior autoridade em alfabetização.

Os brasileiros começam a ficar cansados da doutrinação marxista disfarçada de “educação”
Desafio os bravos leitores a encontrar o sentido dos trechos a seguir. A melhor interpretação ganhará um pão com mortadela. Os grifos são de Paulo Freire.
1) «Na verdade, não há eu que se constitua sem um não-eu. Por sua vez, o não-eu constituinte do eu se constitui na constituição do eu constituído. Desta forma, o mundo constituinte da consciência se torna mundo da consciência, um percebido objetivo seu, ao qual se intenciona. Daí, a afirmação de Sartre, anteriormente citada: “consciência e mundo se dão ao mesmo tempo”.»
2) «O ponto de partida deste movimento está nos homens mesmos. Mas, como não há homens sem mundo, sem realidade, o movimento parte das relações homens-mundo. Dai que este ponto de partida esteja sempre nos homens no seu aqui e no seu agora que constituem a situação em que se encontram ora imersos, ora emersos, ora insertados.»
3) «Sem ele [o diálogo], não há comunicação e sem esta não há verdadeira educação. A que, operando a superação da contradição educador-educandos, se instaura como situação gnosiológica, em que os sujeitos incidem seu ato cognoscente sobre o objeto cognoscível que os mediatiza.»
4) «Esta é a razão pela qual o animal não animaliza seu contorno para animalizar-se, nem tampouco se desanimaliza.»
5) «Somente na medida em que os produtos que resultam da atividade do ser “não pertençam a seus corpos físicos”, ainda que recebam o seu selo, darão surgimento à dimensão significativa do contexto que, assim, se faz mundo.»
6) «Porque, ao contrário do animal, os homens podem tridimensionalizar o tempo (passado-presente-futuro) que, contudo, não são departamentos estanques.» Alguém pode me dizer como é possível tridimensionalizar o tempo?
7) «Uma unidade epocal se caracteriza pelo conjunto de idéias, de concepções, esperanças, dúvidas, valores, desafios, em interação dialética com seus contrários, buscando plenitude. A representação concreta de muitas destas idéias, destes valores, destas concepções e esperanças, como também os obstáculos ao ser mais dos homens, constituem os temas da época.»
Outra característica curiosa são as citações em idiomas diversos. Há citações de Hegel e Karl Jaspers em inglês, de Marx e Erich Fromm em espanhol e de Lukács em francês. Todos esses autores escreveram em alemão. Frantz Fanon, que escreveu em francês, é citado em espanhol. Albert Memmi, que também escreveu em francês, é citado em inglês, e se menciona que há uma edição brasileira de seu livro. Mao é citado em francês. Porque todas essas citações não foram simplesmente traduzidas para o português? E por que Paulo Freire gosta tanto de ditadores, torturadores e assassinos?
Ele afirma que vender seu trabalho é sempre o mesmo que escravizar-se. Porém, desejar não ser mais empregado e tornar-se patrão é escravizar a um outro, tornar-se opressor. Qualquer tipo de contratação de um indivíduo por outro é maligna, é opressão, é escravidão. Só teremos liberdade quando a nenhum indivíduo for permitido contratar ou ser contratado por outro indivíduo. Faz sentido para vocês?
Paulo Freire afirma que os oprimidos devem ser reconhecidos como Pedro, Antônio, Josefa, mas os chama o tempo todo de “massas”. Diz que valoriza a visão de mundo do povo, enquanto não perde uma oportunidade de desdenhar das crenças religiosas desse mesmo povo, chamando-as de mágicas, sincréticas ou mistificações. E ele se dizia católico.
Como a opressão é uma violência, qualquer violência cometida pelos oprimidos contra os opressores é sempre uma reação justificada. É um raciocínio assustador. Nas palavras dele: “Quem inaugura a tirania não são os tiranizados, mas os tiranos. Quem inaugura o ódio não são os odiados, mas os que primeiro odiaram. Quem inaugura a negação dos homens não são os que tiveram a sua humanidade negada, mas as que a negaram, negando também a sua.” Paulo Freire considera justificados a tirania como resposta a uma tirania anterior e o ódio como resposta a um ódio anterior. E nega a humanidade de quem ele resolver chamar de opressores.
Mais um trecho escabroso: «Mas, o que ocorre, ainda quando a superação da contradição se faça em termos autênticos, com a instalação de uma nova situação concreta, de uma nova realidade inaugurada pelos oprimidos que se libertam, é que os opressores de ontem não se reconheçam em libertação. Pelo contrário, vão sentir-se como se realmente estivessem sendo oprimidos. É que, para eles, “formados” na experiência de opressores, tudo o que não seja o seu direito antigo de oprimir, significa opressão a eles. Vão sentir-se, agora, na nova situação, como oprimidos porque, se antes podiam comer, vestir, calçar, educar-se, passear, ouvir Beethoven, enquanto milhões não comiam, não calçavam, não vestiam, não estudavam nem tampouco passeavam, quanto mais podiam ouvir Beethoven, qualquer restrição a tudo isto, em nome do direito de todos, lhes parece uma profunda violência a seu direito de pessoa. Direito de pessoa que, na situação anterior, não respeitavam nos milhões de pessoas que sofriam e morriam de fome, de dor, de tristeza, de desesperança.»
O fato é que ninguém pode proibir ninguém de comer, vestir, calçar, educar-se, passear ou ouvir Beethoven. E ninguém pode exigir comer, vestir, calçar, educar-se, passear ou ouvir Beethoven às custas dos outros.
Uma última citação abjeta: “Mesmo que haja – e explicavelmente – por parte dos oprimidos, que sempre estiveram submetidos a um regime de expoliação, na luta revolucionária, uma dimensão revanchista, isto não significa que a revolução deva esgotar-se nela.” A revolução não deve se esgotar no revanchismo, mas o revanchismo é parte natural dela. Como alguém que escreveu essas monstruosidades nunca foi processado por incitação à violência e apologia do crime? Como alguém com um pensamento tão anti-social pode ser sequer ouvido, quanto mais cultuado como Patrono da Educação Brasileira?
Chega de doutrinação marxista! Fora Paulo Freire!

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Paul Mccartney:

Nasceu em Liverpool,Inglaterra,em 1942.Fez parte dos beatles e wings.É o melhor compositor de
música pop de todos os tempos.Simpático e jovial sempre,nosso maca é demais!que Deus te abençoe
.Paul.
*Sgt. Pepper´s Lonely Hearts Club Band(1967);
*Band on the Run(1974);
*Wings Over America(1976);
*Tug of War(1982);
*Flaming Pie(1997);
*Chaos,Creations in the Backyard(2006);
*New(2013).

*10 melhores músicas:
-Yesterday;
-Eleanor Rigby;
-Helter Skelter;
-Let it be;
-Another Day;
-Live and Let Die;
-My Love;
-Band on the Run;
-Mull of Kintyre;
-No More Lonely Nights.



quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Versos condenando o homossexualismo são retirados do missal.

Tiraram os Versos Romanos 1, 26-32 da Leitura Católica. Versos condenando o homossexualismo

 
20.10.2015 - O teólogo Taylor Marshall observou que os versos de Romanos 1:26-32 foram tirados das leituras diárias nas Igrejas Católicas. Passa-se de Romanos 1:16-25, para Romanos 2:1-11.


Aconteceu o mesmo no Brasil, vejam o site da CNBB para as leituras do dia 13 de outubro, depois vejam para o dia 14 de outubro.

Mas o que dizem esses versos Romanos 1:26-32?

Vejamos:

"Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza.

Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario.

Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Deus entregou-os aos sentimentos depravados, e daí o seu procedimento indigno.

São repletos de toda espécie de malícia, perversidade, cobiça, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade.

São difamadores, caluniadores, inimigos de Deus, insolentes, soberbos, altivos, inventores de maldades, rebeldes contra os pais.

São insensatos, desleais, sem coração, sem misericórdia.

Apesar de conhecerem o justo decreto de Deus que considera dignos de morte aqueles que fazem tais coisas, não somente as praticam, como também aplaudem os que as cometem".


Os versos condenam o homossexualismo!!

Um padre chamado Lawrence, comentando no site de Taylor Marshall, disse que Romanos 1:26-32 não faz parte das leituras desde os anos 70 e que um padre não pode adicionar leituras ao texto. Mas que o padre pode sim comentar os versos Romanos 1:26-32 em sua homilia quando comentando Romanos até o versículo 25. O padre também diz que as leituras deveriam ser revistas e incluir os versos contra o homossexualismo.

Desde os anos 70? Depois se deseja que os católicos saibam o que a Igreja pensa sobre homossexualismo!! A Igreja não odeia os homossexuais, os ama, como ama todos os pecadores, e quer atraí-los para a Igreja, mas considera extremamente depravado e pecaminoso o ato homossexual, um pecado gravíssimo. Simples assim.

Depois querem que católicos valorizem a família e encham a Praça de São Pedro para ver a santificação dos pais de Santa Teresinha de Lisieux.

Meu Deus, a Igreja já está rasgando a Bíblia. E destruindo o pensamento do mais importante teólogo da Igreja de todos os tempos, o formador do pensamento católico e cristão, São Paulo

Por Pedro Erik - http://thyselfolord.blogspot.com.br


Nota de www.rainhamaria.com.br

Por Dilson Kutscher

Francamente já não me supreendo com mais nada, visto que recentemente o papa Francisco nomeou um padre defensor da ordenação de mulheres, e celebrante de missas também para gays, como seu consultor do Pontifício Conselho de Justiça e Paz.

Que mais esperar? Só falta celebrarem uma missa gay dentro do próprio Vaticano.

Aliás, na foto abaixo temos estes dois "lobos em pele de cordeiro", nomeados por Francisco, para sua Nova Igreja Revolucionária, que abre as portas para o gravíssimo pecado do homossexualismo.

Abaixo, o Cardeal Nichols, que celebra missas para católicos gays (como se existisse verdadeiramente um católico gay) e Padre Timothy, nomeado por Francisco como seu consultor do Pontifício Conselho de Justiça e Paz, um padreardoroso defensor da ordenação de mulheres, senão para o sacerdócio, pelo menos para o diaconato. No entanto, ele se tornou mais famoso por suas frequentes declarações públicas a favor de uma maior aceitação da homossexualidade, e por ter se tornado um celebrante frequente das infames "Missas gays". Seu apoio para "uniões civis do mesmo sexo" e o seu louvor pelo amor homossexual são matéria de conhecimento público. Francisco mesmo sabendo de tudo isto os admira e exalta.


A Sagrada Escritura é muito clara...

"Não te deitarás com um homem, como se fosse mulher: isso é uma abominação".(Levítico, 18, 22) e vice-versa.

"Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos", (I Coríntios 6, 9)


"Procurai o que é agradável ao Senhor, e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente. Porque as coisas que tais homens fazem ocultamente é vergonhoso até falar delas. Mas tudo isto, ao ser reprovado, torna-se manifesto pela luz". (Efésios 5, 10-13)

"Por minha vida - oráculo do Senhor Javé , não me comprazo com a morte do pecador, mas antes com a sua conversão, de modo que tenha a vida. Convertei-vos! Afastai-vos do mau caminho que seguis; por que haveis de perecer, ó casa de Israel". (Ezequiel 33, 11)

Só resta ainda lembrar...

Disse São João Crisóstomo:

“Nunca Deus é tão ofendido como e quando os que O ultrajam estão revestidos da dignidade sacerdotal!”

domingo, 18 de outubro de 2015

Ninguém deveria se orgulhar de trabalhar muito.

Ninguém deveria se orgulhar de trabalhar muito
MdeMulher  |  De Ludmila Vilar
Publicado: 14/10/2015 12:36 BRST Atualizado: 15/10/2015 17:46 BRST



| mdemulher.com.br
um senhor estagiário

Uma semana antes: "Vamos almoçar na quinta?", escrevo. "Claro!", ela responde. Um dia antes: "Amiga...", diz a mensagem. Os três pontos revelam tudo. Ela vai cancelar... E assim seguimos, até que um mês e meio depois, espremendo a agenda de uma dali, puxando a da outra daqui, conseguimos nos sentar as duas juntas numa mesma mesa para comer e bater papo. E se alguém aí está pensando que quem quer mesmo se ver faz um esforcinho, desculpe, mas sabemos que nem sempre é assim.

O assunto não é novidade e centenas de reportagens já falaram que estamos trabalhando demais e aproveitando de menos. Também já sabemos que mesmo a tecnologia, que muito ajuda no trabalho (jornalistas que o digam), às vezes muito atrapalha.

Um exemplo do revés do desenvolvimento do mundo digital é o aparecimento de uma síndrome chamada FOMO, que em inglês significa "Fear of Missing Out". Em bom português seria algo como "medo de perder alguma coisa". A FOMO nada mais é do que uma reação ao ritmo incessante com que as informações chegam até nós pela internet. Com tanta coisa para saber, ler, assistir, ouvir, como não ter medo de perder alguma coisa?

A tecnologia, o trânsito de algumas metrópoles, a pressão de uma economia global, o ritmo insano dos escritórios, tudo isso nos faz mais cansados. Então, por que não trabalhar menos para render melhor? Parece contraditório mas é nisso que a Suécia está apostando. Argumentos não faltam. Em agosto, a revista científica Lancet, uma das mais importantes do mundo em seu segmento, divulgou um estudo que acompanhou cerca de 600 mil pessoas por cerca de sete anos.

Entre os que trabalhavam 55 horas por semana ou mais, a ocorrência de derrame cerebral foi 33% maior do que entre os que tiveram jornada de 35 a 40 horas por semana. A incidência de doenças cardiovasculares nessas pessoas também foi 13% mais alta. Outro estudo revelou um dado dramático para as mulheres: as que trabalham cerca de 49 horas semanais estão mais propensas a transtornos mentais.
Com isso em perspectiva, algumas empresas suecas já começaram a adotar a jornada de seis horas diárias - 30 hs semanais - de trabalho. É o caso da Filumundus, desenvolvedora de aplicativos baseada em Estocolmo, onde os funcionários hoje trabalham duas horas diárias a menos do que no ano passado.
"Ao mesmo tempo, temos dificuldades em gerir a nossa vida privada fora do trabalho ", disse o CEO da empresa, Linus Feldt, ao site Fast Company.

Para compensar o corte de horas, foi pedido aos funcionários da Filumundus que não entrassem nas redes sociais durante o expediente e que evitassem outras distrações. As reuniões também foram reduzidas ao mínimo. Feldt garante que não só a produtividade permaneceu igual, como os pequenos conflitos do dia a dia diminuíram e as pessoas estão mais motivadas. "Na verdade elas estão mais felizes e descansadas."
Outro exemplo sueco de menos horas trabalhadas vem dos centros de serviços da Toyota na cidade de Gothenburg, onde a jornada de seis horas foi adotada há trezes anos. Desde então, a troca de funcionários diminuiu e o lucro cresceu em 25%.

A verdade é que começamos a "trabalhar" demais desde muito cedo, já quando se inicia a vida escolar. Devido aos horários insanos nos quais as crianças entram na escola, recentemente o professor Paul Kelley, do Instituto do Sono e Neurociência de Oxford, na Inglaterra, declarou ao jornal The Guardian que estamos em meio a uma real crise de privação do sono.

"A privação do sono é um grande problema da atualidade, mas afeta especialmente o grupo entre 14-25 anos. Dormir pouco é uma grave ameaça ao humor, à capacidade de render e à saúde mental", diz o professor. Segundo ele, apenas crianças entre 8 e 10 anos e adultos após os 55 se encaixam bem nessa vida em que os expedientes começam às 9h e terminam às 17h. O professor defende que pessoas entre 10 e 16 anos comecem seus dias às 10h e as que tem 18 ou mais, a partir das 11h. Para cada fase da vida, o corpo tem um ritmo.

A verdade é que tudo isso faz muito sentido nesse texto, mas sabemos que dificilmente a maioria das empresas concordariam em postergar o horário de entrada dos funcionários ou diminuir a carga horária de trabalho. As escolas das crianças não abririam mão do horário das 7h às 12h. Também sabemos o quanto se sofre - e se perde -com isso.

Como dizia o pai de uma querida amiga, "quem trabalha muito não tem tempo de ganhar dinheiro". Seu Edson foi um grande comerciante. E os alemães estão aí para provar a teoria dele na prática. Eles construíram um dos países mais ricos do mundo com uma jornada semanal de trabalho bem menor do que a nossa: 35 horas lá contra quase 41 aqui. Já a diferença entre a rica Alemanha e a combalida Grécia em horas trabalhadas por ano é gritante: 671 a mais para os hoje pobres gregos. Ou seja, o segredo está na produtividade e não no tanto de horas que você rala. Lembre-se disso quando ouvir alguém dizer, orgulhoso, que é um workaholic.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

A Espada de Dâmocles:

Há,graças ao bom Deus,um pequeno grupo anônimo no mundo ateu de hoje.Eles rezam o terço,o ro
sário,vão à missa,comungam e fazem confissão.Praticam jejum e abstinência e estão,voluntáriamen
te,fora do mundo moderno atual.São por muitos ridicularisados,ofendidos e mortos e mesmo assim
não são tristes nem vingativos.O grupo que os ofende vive uma falsa paz e uma falsa alegria (toda
alegria sem Deus é na verdade uma grande tristesa);eles não percebem,por pura teimosia,que a mão
de Deus,tal como uma espada de Dâmocles,está prestes a punir o mundo severamente.Até mesmo
a própria I.C.A e Romana está hoje contra nós.A igreja agora somos nós,em nossas próprias casas!

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Projeto Lúcifer:

Eis o nome do projeto dos Jesuítas.Há um supertelescópico nos Estados Unidos mais potente que o
Huble,com lentes infravermelhas para monitorar o Nibirú e os ets(demônios)no espaço profundo.Este
equipamento tem o nome de Lúcifer e percence aos Jesuítas cujo plano foi agora concebido:colocar
um papa no Vaticano.Eles na verdade estudam eteologia e não mais teologia,são eteólogos (luciféri
cos)de carteirinha.Brevemente o insandecido Papa Francisco anunciará ao mundo um salvador aliení
gena.Eles dizem que a virgem Maria fora abduzida e que Jesus Cristo é na verdade um híbrido(meio
homem-meio et).Os chemitrails estão preparando a atmosfera da terra para falsificar a segunda e definitiva volta de Jesus atravéz do projeto Bluebien.Apos isto os ets farão o resto.Então o AntiCristo
surgirá trazendo falsa paz e seduzirá a muitos,pois o homem afastou-se de Deus e perdeu com isso
Sua proteção.Ái daqueles que agora se divertem-serão pegos de surpresa!sábio é todo aquele que está
percebendo os sinais e se convertendo.O ano próximo de 2016 será um divisor de tempo no cronômetro da humanidade.A contagem regressiva para o Armagedon terá início agora em outubro
de 2015.Que Deus tenha piedade de nós.Amém.Forte abraço.
PS:o maior desejo dos Jesuítas é destruir completamente a igreja de Cristo,como se isso fosse possível.Jesus disse:o inferno não prevalescerá sobre minha igreja.A vitória divina já aparece nos
sombrios horizontes de nossa triste época.