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quarta-feira, 28 de agosto de 2019
Arcanjo Miguel Urgente:
18 DE AGOSTO DE 2019
MENSAGEM DE SÃO MIGUEL ARCANJO À LUZ DE MARIA
Povo de Deus:
AS BÊNÇÃOS E O AUXÍLIO DO CÉU NÃO SE FAZEM ESPERAR PARA AQUELES QUE SOLICITAM COM HUMILDADE O AUXÍLIO DA CASA PATERNA E DA NOSSA RAINHA E MÃE DOS CÉUS E DA TERRA (Salmo 120), QUANDO OS INIMIGOS DA ALMA SE MOVEM EM TOTAL LIBERDADE POR TODA A TERRA, BUSCANDO A PERDIÇÃO DAS ALMAS.
Povo de Deus, os demônios movem-se com tal rapidez que conseguem roubar a paz nas almas e confundi-las em segundos, através do amor-próprio na criatura humana, para afastá-las do nosso Rei e Senhor Jesus Cristo e dos seus irmãos.
Convido-vos a serdes fortes, a lutar internamente para que não sejais uma presa fácil do mal. Como criaturas de Deus tendes conhecimento das batalhas espirituais diárias, ao mesmo tempo, sois testemunhas do Amor Divino que não vos desampara, mas constantemente vos auxilia para que percebais a Companhia Divina.
SOIS FILHOS DE DEUS, UNO E TRINO, SOIS FILHOS DA NOSSA RAINHA E MÃE DOS CÉUS E DA TERRA E, COMO FILHOS DE DEUS, FORMAIS O SEU POVO, QUE É CHAMADO CONSTANTEMENTE PARA QUE NÃO SE EXTRAVIE.
Mantendes-vos num trecho do Caminho em que sois postos à prova, abalados, passados pelo crisol com o propósito de vos aperfeiçoar (Cf. Eclo 2, 1-5) para que se desprendam essas partículas egoístas e egocêntricas que adoecem o Espírito, contaminam a Alma e acabam por derrubar o corpo físico, com sentimentos e emoções que adoecem a criatura humana, impedindo-a de raciocinar e pensar à semelhança do Nosso Rei e Senhor Jesus Cristo.
DEVO ANUNCIAR-VOS PARA QUE NÃO O ESQUEÇAIS:
Povo de Deus, os tempos da fome aproximam-se. É importante que vos abasteçais com alimentos não perecíveis, dado o avanço inclemente do clima que atacará as colheitas.
Não vos esqueçais dos remédios que o Céu vos mencionou para as doenças desses momentos.
Deveis possuir roupas para o calor e para o frio extremos, o clima vai variar de um extremo ao outro, em graus impensáveis.
As pragas se espalharão pela Terra, os insetos vão invadir tudo à sua passagem. As portas e janelas das habitações deverão ser protegidas e vós não devereis sair de onde estejais até que a dita praga termine; caso contrário, sofrereis graves lesões.
O homem já não se encontra seguro devido à reação dos elementos, estes variam em momentos.
NÃO DESPREZEIS AS MINHAS PALAVRAS PARA QUE NÃO PADEÇAIS SEM NECESSIDADE.
Quando ouvirdes falar de uma doença respiratória fortemente contagiosa, não vos exponhais em multidões nem em lugares que, durante várias horas, tendes de partilhar com irmãos, por exemplo, em aviões e meios coletivos de transporte. Esperai pacientemente que a dita doença perca força.
Povo de Deus, sede obedientes e pacientes, para que, com o devido discernimento e diante dos Meus Chamados, sejais cautelosos ao promover viagens sem prioridade. A Terra está em ebulição e isso causará, em alguns lugares, o fechamento de aeroportos e vias de comunicação por várias semanas devido a erupções vulcânicas, terremotos ou fortes tempestades.
A criatura humana foi modificada nas suas obras e ações e, ao fazer parte desse processo quotidiano, viveu-o como algo normal, condicionando-se às modificações em sua conduta, moralidade e nas regras sociais. A HUMANIDADE FOI PROGRESSIVAMENTE CONDICIONADA A ACEITAR E APOIAR CONDUTAS CONTRÁRIAS À LEI NATURAL DO HOMEM. Podeis ver claramente como a humanidade tomou o caminho vertiginoso rumo ao encontro com uma série de fatos que irão purificá-la.
•Filhos do nosso Rei e Senhor Jesus Cristo, rezai pelo México. Esta nação da nossa Rainha e Mãe será fortemente purificada. Diante do pecado que sobreabunda nesta nação, o vulcão Popocatépetl começará esta purificação sem parar o movimento do solo em vários lugares desta nação.
•Filhos do nosso Rei e Senhor Jesus Cristo, rezai pela Colômbia que, colocada à prova com muito rigor face à sua desobediência aos Chamados Divinos e da nossa Rainha e Mãe, verá o vulcão Galeras arder, assim como o seu solo será estremecido.
•Filhos do nosso Rei e Senhor Jesus Cristo, rezai pelo Equador e por El Salvador, serão afetados pela natureza.
•Filhos do nosso Rei e Senhor Jesus Cristo, rezai pelos Estados Unidos, estremecem com força. O homem continua a lançar os seus ataques imprevistos contra os seus irmãos.
•Itália, quanto padecimento, quanto pecado, quanto lamento!
•Amado Povo de Deus, sede constantes, rezai e recebei o nosso Rei e Senhor Jesus Cristo devidamente preparados, sem esquecer que o Espírito Divino reside em cada um.
•Rezai pela chegada do Anjo da Paz.
•Rezai pelo devido arrependimento e emenda dos pecados cometidos e sede benevolentes com os vossos irmãos.
Com fé firme por e para Deus.
QUEM COMO DEUS?
São Miguel Arcanjo
AVE MARIA PURÍSSIMA, CONCEBIDA SEM PECADO
AVE MARIA PURÍSSIMA, CONCEBIDA SEM PECADO
AVE MARIA PURÍSSIMA, CONCEBIDA SEM PECADO
Fonte: https://www.revelacionesmarianas.com/portugueis.htm
segunda-feira, 26 de agosto de 2019
Honra a teu Pai(Parnassá):
Honre o seu pai
Deus valoriza valoriza tanto o honrar aos pais que incluiu este princípio nos 10 mandamentos (Êxodo 20:12) e novamente no Novo Testamento.
FONTE: GUIAME
ATUALIZADO: SÁBADO, 9 AGOSTO DE 2014 AS 1:34
“Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa, para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra (Efésios 6:1-3).
Deus valoriza valoriza tanto o honrar aos pais que incluiu este princípio nos 10 mandamentos (Êxodo 20:12) e novamente no Novo Testamento.
Deuteronômio 5:16
“Honra a teu pai e a tua mãe, como o SENHOR teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias [promessa 1] e para que te vá bem na terra que te dá o Senhor teu Deus [promessa 2].”
Honrar
O verbo, honrar, aqui vem da palavra hebraica “hadar”, que também significa glorificar. Este verbo é usado para descrever as relações humanas, pois, honrar e glorificar implicam em obediência, respeito, estima e afeição. O termo glorifica, no hebraico “kabed” tem em sua etimologia o significado de reconhecer o "peso" (importância) de uma pessoa e sua autoridade. A palavra honra também pode ser traduzida por “sustentar”, “pagar a conta”.
Honrar seus pais envolve elevada estima, reverência, respeito apoio e valorização. Isto significa que você estará lá para eles, quando houver a necessidade e que você cuida deles com seu serviço, apoio, dinheiro, visitas e etc. Naquela época em que não havia aposentadoria, os pais envelheciam e precisavam ser sustentados pelos filhos.
Esta geração é marcada pela rebelião aos pais e autoridade e este é um mandamento muito “esquecido” por isso vemos tantas pessoas se dando mal na vida.
Uma das característica daqueles com que têm suas mentes "corrompidas" e daqueles que não agradam a Deus nos últimos dias é a desobediência aos pais (Romanos 1:30; 2 Timóteo 3:2).
Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, (2º Tm 3:2).
Concluímos até aqui que honrar os pais traz bênção para a vida de quem o faz.
Deus transmite a sua benção de Pai para filho. Esta é a ordem no céu: De pai para filho. Este é o processo do agir de Deus.
Como a bênção era passada de pai para filho:
O Filho honrava o pai e este o abençoava, transmitindo a sua benção ou a sua capa, que era todo o crédito que ele havia conquistado diante de Deus.
Era costume os pais pedirem um presente antes de abençoar os filhos.
Antes de abençoar seu filho primogênito, Isaque pediu um guizado.
"E faze-me um guisado saboroso, como eu gosto, e traze-mo, para que eu coma; para que minha alma te abençoe, antes que morra" (Gn 27:4).
O Patriarca iria transferir a “benção” que vinha de Abraão e, de geração em geração era passada de pai para filho.
Isto é, porque o pai, para abençoar os filhos, precisava estar de barriga cheia, alma alegre e espirito cheio da unção.
O filho trazia um presente (Honra) e recebia a unção que estava sobre o pai. Desta forma o pai passava a sua herança espiritual.
Os patriarcas desde de Abraão haviam recebido a “Parnassá” que é a unção de prosperidade e favor de Deus em todos os sentidos.
Para recebe-la, o filho precisava honrar o pai e por isso Isaque pediu um guisado ao filho. Neste caso Jacó se antecipou e recebeu a benção que era para seu irmão Isaú ( 26:9, 10).
Para se ter uma ideia de como a benção faz a diferença na vida de alguém observe que Esaú e sua descendência pereceram, mas Jacó recebeu a benção e sua descendência tornou-se a nação de Israel.
Daí você pode perceber a importância daquele presente (Honra).
A honra é demonstrada com presentes, dádivas, bens e o próprio Deus, como nosso pai pede presentes aos seus filhos como demonstração de honra e glória.
Deus é pai e deseja ser honrado por seus filhos
O filho honra o pai, e o servo o seu senhor; se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o meu temor? diz o Senhor dos Exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós dizeis: Em que nós temos desprezado o teu nome? (Ml 1:6).
Aqui nesta passagem Deus reclama das ofertas que eram oferecidas à Ele.
Deus Pai reclama que seus filhos não lhe honravam com os melhores presentes ou ofertas. Eles ofereciam animais cegos, coxos ou aleijados. Deus Pai quer receber presentes de seus filhos como demonstração de honra, afeto, respeito e glória.
Aqueles que honravam a Deus Pai eram abençoados.
Honrar a Deus e líderes espirituais
No aramaico, o verbo “hadar” é honrar, e sempre significa honrar e glorificar a Deus. “Hadar” honra, como substantivo é aplicado ao um rei e a sua majestade real, honrar ao próprio Deus.
A honra ou presente que o povo trazia para Deus era entregue na mão esquerda do sacerdote e o ofertante apresentava sua oferta (Honra ) e fazia o seu pedido. O sacerdote com a mão direita levantada abençoava-o e Deus realizava o desejo do seu coração.
A honra e a unção:
Saul quando procurou o profeta Samuel levou uma oferta (Honra) por que era costume da é poça. Ninguém podia se aproximar de um profeta sem um presente.
E o moço tornou a responder a Saul, e disse: Eis que ainda se acha na minha mão um quarto de um siclo de prata, o qual darei ao homem de Deus, para que nos mostre o caminho (1 Sm 9:8).
Logo depois que Saul honrou o profeta, este o convidou para sentar a mesa e comer com ele. Depois o unge rei de Israel. Ele cumpriu o mandamento de honrar o pai espiritual e foi promovido de caçador de mulas para rei da nação. Este é um exemplo de como Deus abençoa os que praticam o mandamento de Honrar seu “pais”.
A forma e Deus "passar" a bênção ou unção é de pai para filho e o canal por onde jorra o óleo é a honra.
A história de Elias e Eliseu também nos mostram claramente este principio da honra. Eliseu serviu (Honrou) Elias toda sua vida e quando o profeta vai subir é a hora dele receber a “benção”.
Sucedeu que, havendo eles passado, Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que te faça, antes que seja tomado de ti. E disse Eliseu: Peço-te que haja porção dobrada de teu espírito sobre mim (2 RS 2:9).
Enquanto Eliseu era abençoado tinha 50 discipulos observando. Talvez você pergunte porque aqueles 50 não se aproximaram para receber também a unção de Elias?
Resposta: Porque eles sabiam que sómente Eliseu tinha méritos, pois deixou tudo o que tinha e serviu o Profeta enquanto este esteve na terra.
Quando você honra seus pais você adquirir méritos para receber a benção ou a unção que está sobre ele.
Depois de saber destas verdades, você está pronto à honrar seus pais?
Então aproveite o dia dos pais e prepare um ‘guisado” ou churrasco e sirva seu pai. Depois que ele tiver satisfeito e contente com você peça para ele te abençoar.
Feliz dia dos pais.
Por Joel Engel
Deus valoriza valoriza tanto o honrar aos pais que incluiu este princípio nos 10 mandamentos (Êxodo 20:12) e novamente no Novo Testamento.
FONTE: GUIAME
ATUALIZADO: SÁBADO, 9 AGOSTO DE 2014 AS 1:34
“Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa, para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra (Efésios 6:1-3).
Deus valoriza valoriza tanto o honrar aos pais que incluiu este princípio nos 10 mandamentos (Êxodo 20:12) e novamente no Novo Testamento.
Deuteronômio 5:16
“Honra a teu pai e a tua mãe, como o SENHOR teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias [promessa 1] e para que te vá bem na terra que te dá o Senhor teu Deus [promessa 2].”
Honrar
O verbo, honrar, aqui vem da palavra hebraica “hadar”, que também significa glorificar. Este verbo é usado para descrever as relações humanas, pois, honrar e glorificar implicam em obediência, respeito, estima e afeição. O termo glorifica, no hebraico “kabed” tem em sua etimologia o significado de reconhecer o "peso" (importância) de uma pessoa e sua autoridade. A palavra honra também pode ser traduzida por “sustentar”, “pagar a conta”.
Honrar seus pais envolve elevada estima, reverência, respeito apoio e valorização. Isto significa que você estará lá para eles, quando houver a necessidade e que você cuida deles com seu serviço, apoio, dinheiro, visitas e etc. Naquela época em que não havia aposentadoria, os pais envelheciam e precisavam ser sustentados pelos filhos.
Esta geração é marcada pela rebelião aos pais e autoridade e este é um mandamento muito “esquecido” por isso vemos tantas pessoas se dando mal na vida.
Uma das característica daqueles com que têm suas mentes "corrompidas" e daqueles que não agradam a Deus nos últimos dias é a desobediência aos pais (Romanos 1:30; 2 Timóteo 3:2).
Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, (2º Tm 3:2).
Concluímos até aqui que honrar os pais traz bênção para a vida de quem o faz.
Deus transmite a sua benção de Pai para filho. Esta é a ordem no céu: De pai para filho. Este é o processo do agir de Deus.
Como a bênção era passada de pai para filho:
O Filho honrava o pai e este o abençoava, transmitindo a sua benção ou a sua capa, que era todo o crédito que ele havia conquistado diante de Deus.
Era costume os pais pedirem um presente antes de abençoar os filhos.
Antes de abençoar seu filho primogênito, Isaque pediu um guizado.
"E faze-me um guisado saboroso, como eu gosto, e traze-mo, para que eu coma; para que minha alma te abençoe, antes que morra" (Gn 27:4).
O Patriarca iria transferir a “benção” que vinha de Abraão e, de geração em geração era passada de pai para filho.
Isto é, porque o pai, para abençoar os filhos, precisava estar de barriga cheia, alma alegre e espirito cheio da unção.
O filho trazia um presente (Honra) e recebia a unção que estava sobre o pai. Desta forma o pai passava a sua herança espiritual.
Os patriarcas desde de Abraão haviam recebido a “Parnassá” que é a unção de prosperidade e favor de Deus em todos os sentidos.
Para recebe-la, o filho precisava honrar o pai e por isso Isaque pediu um guisado ao filho. Neste caso Jacó se antecipou e recebeu a benção que era para seu irmão Isaú ( 26:9, 10).
Para se ter uma ideia de como a benção faz a diferença na vida de alguém observe que Esaú e sua descendência pereceram, mas Jacó recebeu a benção e sua descendência tornou-se a nação de Israel.
Daí você pode perceber a importância daquele presente (Honra).
A honra é demonstrada com presentes, dádivas, bens e o próprio Deus, como nosso pai pede presentes aos seus filhos como demonstração de honra e glória.
Deus é pai e deseja ser honrado por seus filhos
O filho honra o pai, e o servo o seu senhor; se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o meu temor? diz o Senhor dos Exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós dizeis: Em que nós temos desprezado o teu nome? (Ml 1:6).
Aqui nesta passagem Deus reclama das ofertas que eram oferecidas à Ele.
Deus Pai reclama que seus filhos não lhe honravam com os melhores presentes ou ofertas. Eles ofereciam animais cegos, coxos ou aleijados. Deus Pai quer receber presentes de seus filhos como demonstração de honra, afeto, respeito e glória.
Aqueles que honravam a Deus Pai eram abençoados.
Honrar a Deus e líderes espirituais
No aramaico, o verbo “hadar” é honrar, e sempre significa honrar e glorificar a Deus. “Hadar” honra, como substantivo é aplicado ao um rei e a sua majestade real, honrar ao próprio Deus.
A honra ou presente que o povo trazia para Deus era entregue na mão esquerda do sacerdote e o ofertante apresentava sua oferta (Honra ) e fazia o seu pedido. O sacerdote com a mão direita levantada abençoava-o e Deus realizava o desejo do seu coração.
A honra e a unção:
Saul quando procurou o profeta Samuel levou uma oferta (Honra) por que era costume da é poça. Ninguém podia se aproximar de um profeta sem um presente.
E o moço tornou a responder a Saul, e disse: Eis que ainda se acha na minha mão um quarto de um siclo de prata, o qual darei ao homem de Deus, para que nos mostre o caminho (1 Sm 9:8).
Logo depois que Saul honrou o profeta, este o convidou para sentar a mesa e comer com ele. Depois o unge rei de Israel. Ele cumpriu o mandamento de honrar o pai espiritual e foi promovido de caçador de mulas para rei da nação. Este é um exemplo de como Deus abençoa os que praticam o mandamento de Honrar seu “pais”.
A forma e Deus "passar" a bênção ou unção é de pai para filho e o canal por onde jorra o óleo é a honra.
A história de Elias e Eliseu também nos mostram claramente este principio da honra. Eliseu serviu (Honrou) Elias toda sua vida e quando o profeta vai subir é a hora dele receber a “benção”.
Sucedeu que, havendo eles passado, Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que te faça, antes que seja tomado de ti. E disse Eliseu: Peço-te que haja porção dobrada de teu espírito sobre mim (2 RS 2:9).
Enquanto Eliseu era abençoado tinha 50 discipulos observando. Talvez você pergunte porque aqueles 50 não se aproximaram para receber também a unção de Elias?
Resposta: Porque eles sabiam que sómente Eliseu tinha méritos, pois deixou tudo o que tinha e serviu o Profeta enquanto este esteve na terra.
Quando você honra seus pais você adquirir méritos para receber a benção ou a unção que está sobre ele.
Depois de saber destas verdades, você está pronto à honrar seus pais?
Então aproveite o dia dos pais e prepare um ‘guisado” ou churrasco e sirva seu pai. Depois que ele tiver satisfeito e contente com você peça para ele te abençoar.
Feliz dia dos pais.
Por Joel Engel
domingo, 25 de agosto de 2019
O Suicídio Assistido da Igreja e da Sociedade Atual:
O "suicídio assistido" da Igreja e da sociedade
Publicado no dia 24 Agosto 2019
Por Roberto de Mattei
Toda a atenção destes dias na Itália está concentrada na crise política. Mas há outra crise, mais grave e mais extensa, que constitui o âmago profundo da crise política: é a crise religiosa e moral do Ocidente. A crise política é visível, entra através de nossa mídia em nossas casas, e até mesmo um olho ou ouvido distraído a percebe. A crise religiosa e moral só a percebem aqueles que têm uma sensibilidade espiritual desenvolvida. Quem está imerso no materialismo da vida contemporânea possui uma capacidade refinada para captar o prazer dos sentidos, mas fica espiritualmente obnubilado, se não completamente cego. A crise religiosa e moral é uma crise que ocorre quando o homem perde de vista seu objetivo final e os critérios que devem orientar suas ações. A sociedade mergulha no agnosticismo, se dissolve e morre.
Na Itália, por exemplo, a crise do governo nos faz esquecer um compromisso importante. Está prevista para 24 de setembro uma audiência do Tribunal Constitucional a fim de julgar a legitimidade do artigo 580 do Código Penal, que pune o crime de instigar ou ajudar o suicídio. O supremo corpo jurídico do Estado italiano convidou o Parlamento a promulgar uma nova lei até essa data, caso contrário será o próprio Tribunal que definirá o roteiro. Mas a Corte já declarou que em alguns casos o suicídio pode ser admitido (e, portanto, “assistido” no nível médico e administrativo), porque “a proibição absoluta da ajuda ao suicídio acaba limitando a liberdade de autodeterminação do paciente na escolha de terapias, incluindo as destinadas a libertá-lo do sofrimento” (Portaria nº 207, de 16 de novembro de 2018). A autodeterminação do indivíduo é a regra suprema de uma sociedade que ignora a existência de uma lei moral inscrita no coração de cada homem, à qual os homens e as sociedades devem obedecer se quiserem evitar a autodestruição.
A crise política em curso parece excluir a possibilidade de que o Parlamento possa enfrentar a questão do suicídio até setembro e, portanto, é provável que o Tribunal Constitucional inflija um novo e sério golpe ao direito à vida, rumo a uma completa liberalização da eutanásia. Após o testamento biológico, um novo passo adiante será dado no caminho da cultura da morte que caracteriza a sociedade contemporânea.
O suicídio assistido é a ajuda médica, psicológica e burocrática aos que decidiram morrer. É um crime moral como a eutanásia. A lei natural e divina proíbe o suicídio porque o homem não é o dono de sua vida, como não o é da vida dos outros. O suicídio é um ato supremo de rebelião contra Deus porque, como ensina a filosofia tradicional, não pode haver ato de maior domínio do que querer destruir algo que não nos pertence (Victor Cathrein SJ, Philosophiamoralis, Roma, Herder 1959, p. 344). No suicídio parece realizar-se o destino do homem moderno, incapaz de se elevar além do horizonte terrestre de sua própria existência, prisioneiro de sua própria imanência. O homem destrói a si mesmo quando rejeita o peso da própria existência, que todos são chamados a suportar.
O suicídio é praticado não só pelos homens, mas também pelas nações, pelas civilizações, e intentado até mesmo pela Igreja, considerada na humanidade dos homens que a compõem. A Igreja vive há mais de 50 anos um processo suicida que Paulo VI definiu como “autodemolição” (discurso no Seminário Lombardo de Roma em 7 de dezembro de 1968). Essa autodemolição hoje poderia ser chamada de verdadeiro “suicídio assistido” da Igreja. Assistido porque induzido e favorecido por aqueles fortes poderes que sempre combateram a Igreja.
O documento preparatório do Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia, com o culto da Natureza substituindo o da Santíssima Trindade, a abolição do celibato eclesiástico e a negação do caráter sacramental e hierárquico do Corpo Místico de Cristo, é o último exemplo desse suicídio assistido causado pelos líderes da Igreja e encorajado por seus inimigos. O Instrumentum laboris sobre a Amazônia, disse o cardeal Walter Brandmüller, “acusa o sínodo dos bispos e, em última análise, o Papa de uma grave violação do ‘depositum fidei’, o que significa, como consequência, a autodestruição da Igreja”.
Os católicos minimalistas propõem como alternativa ao suicídio assistido a sedação profunda, através da qual a morte do paciente é alcançada indiretamente, mas de modo também inexorável. Nós não pertencemos a este grupo. Não somos capazes, por conta própria, de salvar os doentes, porque só há um médico que pode fazê-lo em qualquer momento: Aquele que fundou a Igreja, que A dirige e prometeu que Ela não perecerá. Este doutor de almas e corpos é Jesus Cristo (Mateus 8, 5-11). A Igreja e a sociedade Lhe pertencem e nenhum renascimento é possível fora do retorno à Sua lei.
Fonte: “Corrispondenza romana”, 21-8-2019.
Matéria traduzida do original italiano por Hélio Dias Viana.
Publicado no dia 24 Agosto 2019
Por Roberto de Mattei
Toda a atenção destes dias na Itália está concentrada na crise política. Mas há outra crise, mais grave e mais extensa, que constitui o âmago profundo da crise política: é a crise religiosa e moral do Ocidente. A crise política é visível, entra através de nossa mídia em nossas casas, e até mesmo um olho ou ouvido distraído a percebe. A crise religiosa e moral só a percebem aqueles que têm uma sensibilidade espiritual desenvolvida. Quem está imerso no materialismo da vida contemporânea possui uma capacidade refinada para captar o prazer dos sentidos, mas fica espiritualmente obnubilado, se não completamente cego. A crise religiosa e moral é uma crise que ocorre quando o homem perde de vista seu objetivo final e os critérios que devem orientar suas ações. A sociedade mergulha no agnosticismo, se dissolve e morre.
Na Itália, por exemplo, a crise do governo nos faz esquecer um compromisso importante. Está prevista para 24 de setembro uma audiência do Tribunal Constitucional a fim de julgar a legitimidade do artigo 580 do Código Penal, que pune o crime de instigar ou ajudar o suicídio. O supremo corpo jurídico do Estado italiano convidou o Parlamento a promulgar uma nova lei até essa data, caso contrário será o próprio Tribunal que definirá o roteiro. Mas a Corte já declarou que em alguns casos o suicídio pode ser admitido (e, portanto, “assistido” no nível médico e administrativo), porque “a proibição absoluta da ajuda ao suicídio acaba limitando a liberdade de autodeterminação do paciente na escolha de terapias, incluindo as destinadas a libertá-lo do sofrimento” (Portaria nº 207, de 16 de novembro de 2018). A autodeterminação do indivíduo é a regra suprema de uma sociedade que ignora a existência de uma lei moral inscrita no coração de cada homem, à qual os homens e as sociedades devem obedecer se quiserem evitar a autodestruição.
A crise política em curso parece excluir a possibilidade de que o Parlamento possa enfrentar a questão do suicídio até setembro e, portanto, é provável que o Tribunal Constitucional inflija um novo e sério golpe ao direito à vida, rumo a uma completa liberalização da eutanásia. Após o testamento biológico, um novo passo adiante será dado no caminho da cultura da morte que caracteriza a sociedade contemporânea.
O suicídio assistido é a ajuda médica, psicológica e burocrática aos que decidiram morrer. É um crime moral como a eutanásia. A lei natural e divina proíbe o suicídio porque o homem não é o dono de sua vida, como não o é da vida dos outros. O suicídio é um ato supremo de rebelião contra Deus porque, como ensina a filosofia tradicional, não pode haver ato de maior domínio do que querer destruir algo que não nos pertence (Victor Cathrein SJ, Philosophiamoralis, Roma, Herder 1959, p. 344). No suicídio parece realizar-se o destino do homem moderno, incapaz de se elevar além do horizonte terrestre de sua própria existência, prisioneiro de sua própria imanência. O homem destrói a si mesmo quando rejeita o peso da própria existência, que todos são chamados a suportar.
O suicídio é praticado não só pelos homens, mas também pelas nações, pelas civilizações, e intentado até mesmo pela Igreja, considerada na humanidade dos homens que a compõem. A Igreja vive há mais de 50 anos um processo suicida que Paulo VI definiu como “autodemolição” (discurso no Seminário Lombardo de Roma em 7 de dezembro de 1968). Essa autodemolição hoje poderia ser chamada de verdadeiro “suicídio assistido” da Igreja. Assistido porque induzido e favorecido por aqueles fortes poderes que sempre combateram a Igreja.
O documento preparatório do Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia, com o culto da Natureza substituindo o da Santíssima Trindade, a abolição do celibato eclesiástico e a negação do caráter sacramental e hierárquico do Corpo Místico de Cristo, é o último exemplo desse suicídio assistido causado pelos líderes da Igreja e encorajado por seus inimigos. O Instrumentum laboris sobre a Amazônia, disse o cardeal Walter Brandmüller, “acusa o sínodo dos bispos e, em última análise, o Papa de uma grave violação do ‘depositum fidei’, o que significa, como consequência, a autodestruição da Igreja”.
Os católicos minimalistas propõem como alternativa ao suicídio assistido a sedação profunda, através da qual a morte do paciente é alcançada indiretamente, mas de modo também inexorável. Nós não pertencemos a este grupo. Não somos capazes, por conta própria, de salvar os doentes, porque só há um médico que pode fazê-lo em qualquer momento: Aquele que fundou a Igreja, que A dirige e prometeu que Ela não perecerá. Este doutor de almas e corpos é Jesus Cristo (Mateus 8, 5-11). A Igreja e a sociedade Lhe pertencem e nenhum renascimento é possível fora do retorno à Sua lei.
Fonte: “Corrispondenza romana”, 21-8-2019.
Matéria traduzida do original italiano por Hélio Dias Viana.
Não Use o Anel de Tucum :
O papel secreto da máfia do "anel de tucum": O próximo Sínodo será "amazônico ou maçônico"?
Publicado no dia 21 Agosto 2019
21.08.2019 -
O papel secreto da máfia do “anel de tucum” na preparação do encontro de outubro.
Por José Antonio Ureta, Instituto Plinio Correa de Oliveira – Stilum Curae, 6 de agosto de 2019 | Tradução: FratresInunum.com
Depois que, na biografia sobre seu compatriota cardeal Godfried Daneels, os jornalistas belgas Jürgen Mettepenningen e Karim Schelkens revelaram a existência de uma “máfia de S. Gallen”, que teria contribuído de modo determinante na eleição do Papa Bergoglio, o católico médio tomou consciência da força dos grupos de pressão dentro da Igreja.
Mas historiadores e especialistas conhecem há muito tempo o peso que os lobbies tiveram sobre a vida eclesial. Imediatamente após o encerramento do Concílio Vaticano II, por exemplo, soube-se do papel desempenhado pela rede midiática IDO-C (Centro Internacional de Informação e Documentação sobre a Igreja Conciliar) para criar o “conselho de jornalistas”, o “conselho dos meios de comunicação”, que era praticamente um concílio à parte”.
Não muito tempo atrás, tornou-se conhecido o papel desempenhado por um grupo de padres conciliares, reunidos sob a denominação de “Igreja dos Pobres”, que firmou um secreto “Pacto das Catacumbas”, que parece estar atingindo sua plena realização em âmbito universal com o pontificado do Papa Bergoglio.
O antigo núncio em Washington, EUA, Dom Carlo Maria Viganò, causou comoção denunciando a existência de uma rede homossexual, cujos membros se ajudam mutuamente e que garantem o progresso na carreira eclesiástica (e a cobertura em caso de envolvimento em escândalos).
Para serem eficazes, esses grupos de pressão com interesses pessoais ou ideológicos devem agir de maneira coordenada, mas sempre nas sombras, imitando o trabalho da Maçonaria, com seus misteriosos sinais de reconhecimento mútuo entre irmãos que não pertencem à mesma loja.
É famosa a passagem em que Marcel Proust traça um paralelo entre a ação dos “irmãos” e a dos homossexuais de seu tempo, da qual ele falou por conhecimento direto: “[Eles] formam [um] uma maçonaria muito mais extensa e eficaz, e menos suspeita do que a das lojas, uma vez que responde a uma identidade de gostos, necessidades, hábitos, riscos, aprendizado, conhecimento, tráfego, glossário, e em que os membros que desejam não ser reconhecidos imediatamente o fazem através de sinais naturais ou convencionais”.
Seguramente, no futuro, conheceremos o impacto na próxima Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Panamazônica do grupo de bispos e missionários engajados na Teologia Indígena, versão mais atualizada da Teologia da Libertação, que já adotou o chamado “anel de tucum” como sinal convencional de reconhecimento.
Tucumã é o nome de uma árvore amazônica de cuja madeira se origina um anel preto, supostamente usado pelos escravos na época do Império, na falta de recursos para portar o anel de ouro dos senhores. Teria servido como um símbolo de matrimônio, amizade ou resistência. “Era um símbolo clandestino cujo significado só os escravos conheciam”, afirma o blogue da Pastoral da Juventude da Diocese de Piracicaba.
Nos anos 70, dois órgãos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e a Comissão Pastoral da Terra (CPT) adotaram o anel de tucum como símbolo de compromisso na luta de classes e nas chamadas “lutas sociais”.
Parece ter sido Dom Pedro Casaldáliga – religioso claretiano catalão nomeado bispo de São Félix do Araguaia pelo papa Paulo VI e promotor do CIMI e do CPT – a popularizar o símbolo. Assim relata outro representante da Teologia da Libertação, Dom Tomás Balduino, bispo emérito de Goiás Velho e por muitos anos presidente do CIMI:
“Pedro foi consagrado bispo em 1971, na cidade de São Félix, cercado pelos pobres daquela região. Ele recebeu símbolos litúrgicos adaptados às culturas dos povos indígenas e camponeses. A mitra era um chapéu de palha, o cajado um remo de tapirapé e o anel de tucum, que em seus dedos e nos de muitos agentes pastorais tornou-se um sinal do compromisso da caminhada rumo à libertação”.
Dom Pedro Casaldáliga
Com inegáveis dotes poéticos, o prelado resumiu assim o significado desta “caminhada” no seguinte poema: “Com um calo por anel, / monsenhor corta o arroz / Monsenhor” foice e martelo “? / Eles vão me chamar de subversivo. / E eu direi a eles: Eu sou / Pelo meu povo em luta, eu vivo. / Com o meu pessoal em movimento, eu vou. Eu tenho fé de guerrilheiro / e amor à revolução”.
O anel de Tucum identificou tanto a personalidade e a agenda revolucionária do bispo de São Félix do Araguaia, e uma das teses escritas sobre ele, defendida por Agnaldo Divino Gonzaga no Departamento de Teologia da Universidade Católica de Goiás, intitula-se, precisamente, “Anel de tucum: a missão evangelizadora de Pedro Casaldáliga”.
Prova ainda mais eloqüente da importância que a Teologia Indígena confere ao anel de tucum é a história que o jornal Alvorada, órgão de conscientização da Prelazia de São Félix, fez sobre a cerimônia em que Dom Pedro Casaldáliga transmitiu o governo diocesano ao seu sucessor, Dom Leonardo Steiner:
“Pedro, ao entregar o anel de tucum a Leonardo, lembrou que as causas que defendemos definem quem somos e que as causas desta Igreja são conhecidas de todos: opção pelos pobres, defesa dos povos indígenas, compromisso com os trabalhadores e sem terra, formação de comunidades inculturadas e participativas, experiência efetiva de solidariedade”.
Em uma página do Facebook das Comunidades de Base do Brasil, lemos este verso de um poema em homenagem ao anel de tucum: “Dos povos excluídos / sois sinal da nova aliança”.
Em 1994 foi lançado o filme “O anel do tucum”, uma novela em que um grupo de fazendeiros infiltra um jornalista nas Comunidades Eclesiais de Base em uma tentativa de provar seu caráter comunista e subversivo, mas acaba se convertendo à causa da CEB. Na cena culminante, na qual ocorre a conversão, o jornalista-pesquisador tem este diálogo com Dom Casaldáliga (que interpreta a parte de si mesmo no filme):
“- Uma curiosidade, dom Pedro: O que o anel preto significa?
– É o anel de tucum, uma palmeira do Amazonas, com espinhos um tanto duros. Sinal da aliança com a causa dos indígenas, com as causas populares. Quem quer que use normalmente quer expressar que faz suas essas causas e suas conseqüências. Você pode trazer o anel? Você pode fazer isso?
– Eu posso fazer isso.
– Olha, é exigente, hein? Queima. Muitos, muitos por essa causa, por esse compromisso, chegaram ao ponto da morte. Nós mesmos aqui, na igreja de São Félix do Araguaia, temos os santuários dos mártires do caminho”.
A mesma pergunta sobre o significado desse anel foi formulada em 2012 pelo jornalista Edoardo Salles de Lima ao já citado Dom Tomás Balduino, na véspera do seu nonagésimo aniversário. Ele respondeu:
“Representa o casamento com a causa indígena. Este objeto foi feito pelos índios Tapirapé e se pode facilmente ver como é bonito, até brilha. Adotamos como um elo com a causa indígena, mas não só com ela, mas com toda causa de mudança, de transformação, na busca pelo Brasil que queremos”.
A função “identificadora” do anel foi destacada ao público, mas sobretudo para aqueles que se comprometeram com a Teologia da Libertação, do missionário comboniano italiano Padre Giampietro Baresi, já falecido, na revista Brasil de Fato:
“- O que esse anel em sua mão significa? – É a opção pelos pobres. (…) É lealdade por essa opção. Por que eu uso isso? Para tornar conhecido o que eles são. O anel de tucum é a solidariedade para com os pobres. (…) Quando vejo o anel em alguém, reconheço uma visão similar, um compromisso similar”.
A nocividade do uso do anel de tucum pelos militantes da Teologia da Libertação foi denunciada há muitos anos por Dom. Amaury Castanho, bispo emérito de Jundiaí, nas páginas do jornal Testemunho da Fé, órgão oficial da arquidiocese do Rio de Janeiro.
Em seu artigo, o prelado começou enfatizando que “sempre houve e sempre haverá tensões mais ou menos graves dentro da Igreja”. Depois do Concílio Vaticano II, “uma terrível tempestade atingiu a barca de Pedro”, e a “Teologia da Libertação, de estilo marxista, radicalizou suas posições extremistas e contestatórias, ideológicas e partidárias”.
Em seguida, ele atacou o sinal do reconhecimento mútuo de seus promotores: “O curioso anel de tucum, feito do centro de uma palmeira do Nordeste, é hoje um sinal de contestação na Igreja. Um dos sinais, talvez o mais sério. Ele é encontrado nas mãos de um bom número de sacerdotes e seminaristas, religiosos e leigos. Se é verdade que alguém, inadvertidamente, usa-o – mesmo na Igreja sempre haverá “inocentes úteis” – é igualmente verdade que a maioria o toma como uma afirmação provocativa de uma clara opção por uma eclesiologia que certamente não é a da Lumem Gentium ‘, do Concílio Vaticano II.
“O anel de tucum traz consigo, implícita e explicitamente, opções heterodoxas em favor de uma Igreja considerada uma Igreja popular, em oposição à Igreja hierárquica, a única estabelecida por Cristo. Exprime uma discutível e já condenada opção ‘excludente e exclusiva’ pelos pobres, marginalizando quem não o é, como se fosse um opressor. A partir dessa análise marxista e parcial da realidade, aqueles que usam o anel de tucum não hesitam em propor soluções revolucionárias, lutas de classes, guerrilhas, violência e terrorismo, que nada têm de evangélico e cristão. (…)
“É a divisão dentro da Igreja de Cristo, que a enfraquece, que distancia as ovelhas dos pastores, que opõem os bispos ao Papa, os bispos entre si, os sacerdotes e os leigos aos bispos (…)
“Enquanto isso, os inimigos da Igreja se divertem, aplaudem, cumprimentam-se. O que eles querem está acontecendo: uma Igreja que não é uma comunidade de amor, que une os fiéis a Cristo entre si e seus pastores”.
Em um artigo seguinte, Dom. Amaury Castanho voltou a atacar com acusações de sectarismo:
“O artigo sobre o anel de tucum, que escrevi há alguns dias, causou comoção. De fato, provocou uma controvérsia. Muitos gostaram e acreditam que chegou a hora de alguém ir ao fundo do problema, revelando o sentido mais exato e total do uso daquele anel. Outros se chatearam, porque o usavam apenas como sinal de opção pelos pobres. Retiraram-lhe de seus dedos! Eles queriam viver em plena comunhão com os pastores da Igreja, que é, por vontade de Cristo, hierárquica. Eles me parabenizaram, culparam-me, interrogaram-me várias vezes no anel de tucum.
“Falando com um certo presbítero que usava o anel de tucum, dei-lhe mais informações para esclarecer suas idéias. Entre outras coisas, eu disse a ele que não é apenas a minha interpretação. Anos atrás, li um livro de um bispo zeloso e inteligente do Maranhão. Em um capítulo inteiro, ele chegou às mesmas conclusões: o anel de tucum é um traço visível de união entre aqueles que, além da “opção pelos pobres”, também defendem a Igreja ‘popular’”.
Pode-se então afirmar que, enquanto trato de união visível de uma corrente revolucionária que desempenha o papel de quinta coluna na Igreja, o anel de tucum tem um valor análogo aos sinais identificadores da Maçonaria.
Cabe a nós observar quantos participantes do próximo Sínodo vão usá-lo… Então saberemos se a assembleia foi amazônica ou maçônica!
Visto em: fratresinunum.com
Publicado no dia 21 Agosto 2019
21.08.2019 -
O papel secreto da máfia do “anel de tucum” na preparação do encontro de outubro.
Por José Antonio Ureta, Instituto Plinio Correa de Oliveira – Stilum Curae, 6 de agosto de 2019 | Tradução: FratresInunum.com
Depois que, na biografia sobre seu compatriota cardeal Godfried Daneels, os jornalistas belgas Jürgen Mettepenningen e Karim Schelkens revelaram a existência de uma “máfia de S. Gallen”, que teria contribuído de modo determinante na eleição do Papa Bergoglio, o católico médio tomou consciência da força dos grupos de pressão dentro da Igreja.
Mas historiadores e especialistas conhecem há muito tempo o peso que os lobbies tiveram sobre a vida eclesial. Imediatamente após o encerramento do Concílio Vaticano II, por exemplo, soube-se do papel desempenhado pela rede midiática IDO-C (Centro Internacional de Informação e Documentação sobre a Igreja Conciliar) para criar o “conselho de jornalistas”, o “conselho dos meios de comunicação”, que era praticamente um concílio à parte”.
Não muito tempo atrás, tornou-se conhecido o papel desempenhado por um grupo de padres conciliares, reunidos sob a denominação de “Igreja dos Pobres”, que firmou um secreto “Pacto das Catacumbas”, que parece estar atingindo sua plena realização em âmbito universal com o pontificado do Papa Bergoglio.
O antigo núncio em Washington, EUA, Dom Carlo Maria Viganò, causou comoção denunciando a existência de uma rede homossexual, cujos membros se ajudam mutuamente e que garantem o progresso na carreira eclesiástica (e a cobertura em caso de envolvimento em escândalos).
Para serem eficazes, esses grupos de pressão com interesses pessoais ou ideológicos devem agir de maneira coordenada, mas sempre nas sombras, imitando o trabalho da Maçonaria, com seus misteriosos sinais de reconhecimento mútuo entre irmãos que não pertencem à mesma loja.
É famosa a passagem em que Marcel Proust traça um paralelo entre a ação dos “irmãos” e a dos homossexuais de seu tempo, da qual ele falou por conhecimento direto: “[Eles] formam [um] uma maçonaria muito mais extensa e eficaz, e menos suspeita do que a das lojas, uma vez que responde a uma identidade de gostos, necessidades, hábitos, riscos, aprendizado, conhecimento, tráfego, glossário, e em que os membros que desejam não ser reconhecidos imediatamente o fazem através de sinais naturais ou convencionais”.
Seguramente, no futuro, conheceremos o impacto na próxima Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Panamazônica do grupo de bispos e missionários engajados na Teologia Indígena, versão mais atualizada da Teologia da Libertação, que já adotou o chamado “anel de tucum” como sinal convencional de reconhecimento.
Tucumã é o nome de uma árvore amazônica de cuja madeira se origina um anel preto, supostamente usado pelos escravos na época do Império, na falta de recursos para portar o anel de ouro dos senhores. Teria servido como um símbolo de matrimônio, amizade ou resistência. “Era um símbolo clandestino cujo significado só os escravos conheciam”, afirma o blogue da Pastoral da Juventude da Diocese de Piracicaba.
Nos anos 70, dois órgãos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e a Comissão Pastoral da Terra (CPT) adotaram o anel de tucum como símbolo de compromisso na luta de classes e nas chamadas “lutas sociais”.
Parece ter sido Dom Pedro Casaldáliga – religioso claretiano catalão nomeado bispo de São Félix do Araguaia pelo papa Paulo VI e promotor do CIMI e do CPT – a popularizar o símbolo. Assim relata outro representante da Teologia da Libertação, Dom Tomás Balduino, bispo emérito de Goiás Velho e por muitos anos presidente do CIMI:
“Pedro foi consagrado bispo em 1971, na cidade de São Félix, cercado pelos pobres daquela região. Ele recebeu símbolos litúrgicos adaptados às culturas dos povos indígenas e camponeses. A mitra era um chapéu de palha, o cajado um remo de tapirapé e o anel de tucum, que em seus dedos e nos de muitos agentes pastorais tornou-se um sinal do compromisso da caminhada rumo à libertação”.
Dom Pedro Casaldáliga
Com inegáveis dotes poéticos, o prelado resumiu assim o significado desta “caminhada” no seguinte poema: “Com um calo por anel, / monsenhor corta o arroz / Monsenhor” foice e martelo “? / Eles vão me chamar de subversivo. / E eu direi a eles: Eu sou / Pelo meu povo em luta, eu vivo. / Com o meu pessoal em movimento, eu vou. Eu tenho fé de guerrilheiro / e amor à revolução”.
O anel de Tucum identificou tanto a personalidade e a agenda revolucionária do bispo de São Félix do Araguaia, e uma das teses escritas sobre ele, defendida por Agnaldo Divino Gonzaga no Departamento de Teologia da Universidade Católica de Goiás, intitula-se, precisamente, “Anel de tucum: a missão evangelizadora de Pedro Casaldáliga”.
Prova ainda mais eloqüente da importância que a Teologia Indígena confere ao anel de tucum é a história que o jornal Alvorada, órgão de conscientização da Prelazia de São Félix, fez sobre a cerimônia em que Dom Pedro Casaldáliga transmitiu o governo diocesano ao seu sucessor, Dom Leonardo Steiner:
“Pedro, ao entregar o anel de tucum a Leonardo, lembrou que as causas que defendemos definem quem somos e que as causas desta Igreja são conhecidas de todos: opção pelos pobres, defesa dos povos indígenas, compromisso com os trabalhadores e sem terra, formação de comunidades inculturadas e participativas, experiência efetiva de solidariedade”.
Em uma página do Facebook das Comunidades de Base do Brasil, lemos este verso de um poema em homenagem ao anel de tucum: “Dos povos excluídos / sois sinal da nova aliança”.
Em 1994 foi lançado o filme “O anel do tucum”, uma novela em que um grupo de fazendeiros infiltra um jornalista nas Comunidades Eclesiais de Base em uma tentativa de provar seu caráter comunista e subversivo, mas acaba se convertendo à causa da CEB. Na cena culminante, na qual ocorre a conversão, o jornalista-pesquisador tem este diálogo com Dom Casaldáliga (que interpreta a parte de si mesmo no filme):
“- Uma curiosidade, dom Pedro: O que o anel preto significa?
– É o anel de tucum, uma palmeira do Amazonas, com espinhos um tanto duros. Sinal da aliança com a causa dos indígenas, com as causas populares. Quem quer que use normalmente quer expressar que faz suas essas causas e suas conseqüências. Você pode trazer o anel? Você pode fazer isso?
– Eu posso fazer isso.
– Olha, é exigente, hein? Queima. Muitos, muitos por essa causa, por esse compromisso, chegaram ao ponto da morte. Nós mesmos aqui, na igreja de São Félix do Araguaia, temos os santuários dos mártires do caminho”.
A mesma pergunta sobre o significado desse anel foi formulada em 2012 pelo jornalista Edoardo Salles de Lima ao já citado Dom Tomás Balduino, na véspera do seu nonagésimo aniversário. Ele respondeu:
“Representa o casamento com a causa indígena. Este objeto foi feito pelos índios Tapirapé e se pode facilmente ver como é bonito, até brilha. Adotamos como um elo com a causa indígena, mas não só com ela, mas com toda causa de mudança, de transformação, na busca pelo Brasil que queremos”.
A função “identificadora” do anel foi destacada ao público, mas sobretudo para aqueles que se comprometeram com a Teologia da Libertação, do missionário comboniano italiano Padre Giampietro Baresi, já falecido, na revista Brasil de Fato:
“- O que esse anel em sua mão significa? – É a opção pelos pobres. (…) É lealdade por essa opção. Por que eu uso isso? Para tornar conhecido o que eles são. O anel de tucum é a solidariedade para com os pobres. (…) Quando vejo o anel em alguém, reconheço uma visão similar, um compromisso similar”.
A nocividade do uso do anel de tucum pelos militantes da Teologia da Libertação foi denunciada há muitos anos por Dom. Amaury Castanho, bispo emérito de Jundiaí, nas páginas do jornal Testemunho da Fé, órgão oficial da arquidiocese do Rio de Janeiro.
Em seu artigo, o prelado começou enfatizando que “sempre houve e sempre haverá tensões mais ou menos graves dentro da Igreja”. Depois do Concílio Vaticano II, “uma terrível tempestade atingiu a barca de Pedro”, e a “Teologia da Libertação, de estilo marxista, radicalizou suas posições extremistas e contestatórias, ideológicas e partidárias”.
Em seguida, ele atacou o sinal do reconhecimento mútuo de seus promotores: “O curioso anel de tucum, feito do centro de uma palmeira do Nordeste, é hoje um sinal de contestação na Igreja. Um dos sinais, talvez o mais sério. Ele é encontrado nas mãos de um bom número de sacerdotes e seminaristas, religiosos e leigos. Se é verdade que alguém, inadvertidamente, usa-o – mesmo na Igreja sempre haverá “inocentes úteis” – é igualmente verdade que a maioria o toma como uma afirmação provocativa de uma clara opção por uma eclesiologia que certamente não é a da Lumem Gentium ‘, do Concílio Vaticano II.
“O anel de tucum traz consigo, implícita e explicitamente, opções heterodoxas em favor de uma Igreja considerada uma Igreja popular, em oposição à Igreja hierárquica, a única estabelecida por Cristo. Exprime uma discutível e já condenada opção ‘excludente e exclusiva’ pelos pobres, marginalizando quem não o é, como se fosse um opressor. A partir dessa análise marxista e parcial da realidade, aqueles que usam o anel de tucum não hesitam em propor soluções revolucionárias, lutas de classes, guerrilhas, violência e terrorismo, que nada têm de evangélico e cristão. (…)
“É a divisão dentro da Igreja de Cristo, que a enfraquece, que distancia as ovelhas dos pastores, que opõem os bispos ao Papa, os bispos entre si, os sacerdotes e os leigos aos bispos (…)
“Enquanto isso, os inimigos da Igreja se divertem, aplaudem, cumprimentam-se. O que eles querem está acontecendo: uma Igreja que não é uma comunidade de amor, que une os fiéis a Cristo entre si e seus pastores”.
Em um artigo seguinte, Dom. Amaury Castanho voltou a atacar com acusações de sectarismo:
“O artigo sobre o anel de tucum, que escrevi há alguns dias, causou comoção. De fato, provocou uma controvérsia. Muitos gostaram e acreditam que chegou a hora de alguém ir ao fundo do problema, revelando o sentido mais exato e total do uso daquele anel. Outros se chatearam, porque o usavam apenas como sinal de opção pelos pobres. Retiraram-lhe de seus dedos! Eles queriam viver em plena comunhão com os pastores da Igreja, que é, por vontade de Cristo, hierárquica. Eles me parabenizaram, culparam-me, interrogaram-me várias vezes no anel de tucum.
“Falando com um certo presbítero que usava o anel de tucum, dei-lhe mais informações para esclarecer suas idéias. Entre outras coisas, eu disse a ele que não é apenas a minha interpretação. Anos atrás, li um livro de um bispo zeloso e inteligente do Maranhão. Em um capítulo inteiro, ele chegou às mesmas conclusões: o anel de tucum é um traço visível de união entre aqueles que, além da “opção pelos pobres”, também defendem a Igreja ‘popular’”.
Pode-se então afirmar que, enquanto trato de união visível de uma corrente revolucionária que desempenha o papel de quinta coluna na Igreja, o anel de tucum tem um valor análogo aos sinais identificadores da Maçonaria.
Cabe a nós observar quantos participantes do próximo Sínodo vão usá-lo… Então saberemos se a assembleia foi amazônica ou maçônica!
Visto em: fratresinunum.com
Trate Bem ao Próximo:
Lembrando ela compra pão e café para um mendigo. Mas quando ela leu o bilhete que ele deixou, foi algo que tocou seu coração profundamente
Publicado no dia 20 Agosto 2019
19.08.2019 - Nota de www.rainhamaria.com.br
Apesar de considerarmos que o mundo está cada vez mais evoluído, existem milhões de pessoas sem-abrigo por todo o planeta. Estamos sempre a investir em novas tecnologias para tornar os nossos dias mais confortáveis, mas muitos desabrigados sonham apenas com um teto e comida.
Quando Casey Fischer acordou para ir para a faculdade, ela encontrou um desses homens que vivia nas ruas. O que aconteceu entre a jovem e o sem-abrigo, cujo nome era Chris, tocou a alma de Casey profundamente.
Logo que chegou em casa, a garota resolveu compartilhar no Facebook o que se tinha passado naquela manhã. O texto está comovendo as pessoas por toda a Internet… Não consegui conter as lágrimas!
“Hoje, eu estava a caminho da faculdade quando vi um desabrigado cantando na calçada, contando moedas. Eu o observei enquanto ele entrava numa lanchonete da Dunkin’ Donuts. Ele estava contando as moedas para comprar algo. Não sei porquê, mas eu comecei a importuná-lo, falando com ele sem parar, mesmo percebendo que ele não estava querendo muita conversa.
Como ele só tinha 1 dólar no bolso, eu lhe comprei um café, um sanduíche, e pedi que ele se sentasse a meu lado.
Nesse momento, ele começou a me contar como normalmente as pessoas o tratavam mal por ser mendigo. Ele me disse que as drogas o tinham transformado em alguém que ele não queria ser. Falou também que a sua mãe morreu de câncer, e que ele nunca tinha conhecido seu pai. Seu desejo era se tornar alguém que sua mãe se orgulhasse. (Ele também contou muitas outras coisas que valeriam horas de conversa).
Este homem adorável se chamava Chris, e ele é uma das pessoas mais honestas e sinceras que já conheci até hoje. Depois de perceber que estava atrasada para a aula, e avisá-lo de que eu iria seguir meu caminho, Chris pediu que esperasse mais um minuto.
Ele queria me escrever algo. Quando terminou, o homem me entregou um pedacinho de papel, pedindo desculpas pela letra feia. Então, ele sorriu e foi embora.
Quando eu abri a pequena nota, encontrei estas palavras:
"Eu tinha planejado me suicidar hoje. Porém, por causa de você, eu mudei de ideia. Obrigada, pessoa bonita".
Graças a atitude de Casey, o sem-teto ganhou ânimo e vontade de viver. Infelizmente, ele é apenas um entre milhões de pessoas que lutam diariamente para sobreviver. Este é um exemplo de como uma conversa ou uma palavra amiga pode fazer a diferença. E você, já fez alguém feliz hoje? Fonte: Aleteia
=============================
Nota de www.rainhamaria.com.br
Lembrando...
Santa Teresa de Calcutá: Aprenderemos a servir
"Seja o que for que fizeres, nem que seja ajudar alguém a atravessar a rua, é a Jesus que o fazes. Dás um copo de água, e é a Jesus que o dás (Mt 25, 35) – pequeno preceito de nada, mas crucial, sempre mais esclarecedor. Não devemos temer o amor de Cristo, amar como Ele amou. Pouco importa que o nosso trabalho seja modesto, humilde; façamo-lo com o amor do próprio Cristo".
Pois Cristo disse: «Tive fome e destes-Me de comer» (Mt 25, 35). Teve fome não só de pão, mas também da estima acolhedora que nos permite sentirmo-nos amados, reconhecidos, sermos alguém aos olhos de outrem. Foi desprovido não só da Sua roupa, mas também da dignidade e do respeito humano pela grande injustiça cometida para com o pobre, que é precisamente o ser-se desprezado por ser pobre. Foi privado não só de um teto, mas também sofreu as privações por que passam os encarcerados, os rejeitados e os escorraçados, aqueles que vagueiam pelo mundo sem ter ninguém que se importe deles.
Ao desceres a rua, sem outro propósito senão esse, talvez atentes naquele homem, ali na esquina, e vás ao seu encontro. Talvez ele fique de pé atrás, mas tu permaneces lá, diante dele, na sua frente. Tens de irradiar a presença que trazes dentro de ti com o amor e a atenção para com o homem a quem te diriges. E porquê? Porque, para ti, se trata de Jesus. Sim, é Jesus, mas não pode receber-te em Sua casa — eis porque tens de ser tu a dirigir-te a Ele. Ele está escondido ali, naquela pessoa. Jesus, oculto no mais pequenino dos irmãos (Mt 25, 40), não só cheio de fome por um bocado de pão, mas também por amor, por reconhecimento, por ser tido como alguém com valor". Santa Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade.
Disse a Irmã Dulce, o "anjo bom" da Bahia: "Se o pobre representa a imagem de Deus, então nunca é demais o que fazemos pelos pobres. O importante é fazer caridade, não falar de caridade. Se Deus viesse à nossa porta, como seria recebido? Aquele que bate à nossa porta, em busca de conforto para a sua dor, para o seu sofrimento, é um outro Cristo que nos procura".
Disse São João Crisóstomo: "Que proveito resulta de a mesa de Cristo estar coberta de taças de ouro, se Ele morre de fome na pessoa dos pobres? Sacia primeiro o faminto, e depois adornarás o Seu altar com o que sobrar. Fazes um cálice de ouro e não dás um copo de água fresca. Honras a Deus no templo com vestes de seda, enquanto O abandonas lá fora ao frio e à nudez?"
Publicado no dia 20 Agosto 2019
19.08.2019 - Nota de www.rainhamaria.com.br
Apesar de considerarmos que o mundo está cada vez mais evoluído, existem milhões de pessoas sem-abrigo por todo o planeta. Estamos sempre a investir em novas tecnologias para tornar os nossos dias mais confortáveis, mas muitos desabrigados sonham apenas com um teto e comida.
Quando Casey Fischer acordou para ir para a faculdade, ela encontrou um desses homens que vivia nas ruas. O que aconteceu entre a jovem e o sem-abrigo, cujo nome era Chris, tocou a alma de Casey profundamente.
Logo que chegou em casa, a garota resolveu compartilhar no Facebook o que se tinha passado naquela manhã. O texto está comovendo as pessoas por toda a Internet… Não consegui conter as lágrimas!
“Hoje, eu estava a caminho da faculdade quando vi um desabrigado cantando na calçada, contando moedas. Eu o observei enquanto ele entrava numa lanchonete da Dunkin’ Donuts. Ele estava contando as moedas para comprar algo. Não sei porquê, mas eu comecei a importuná-lo, falando com ele sem parar, mesmo percebendo que ele não estava querendo muita conversa.
Como ele só tinha 1 dólar no bolso, eu lhe comprei um café, um sanduíche, e pedi que ele se sentasse a meu lado.
Nesse momento, ele começou a me contar como normalmente as pessoas o tratavam mal por ser mendigo. Ele me disse que as drogas o tinham transformado em alguém que ele não queria ser. Falou também que a sua mãe morreu de câncer, e que ele nunca tinha conhecido seu pai. Seu desejo era se tornar alguém que sua mãe se orgulhasse. (Ele também contou muitas outras coisas que valeriam horas de conversa).
Este homem adorável se chamava Chris, e ele é uma das pessoas mais honestas e sinceras que já conheci até hoje. Depois de perceber que estava atrasada para a aula, e avisá-lo de que eu iria seguir meu caminho, Chris pediu que esperasse mais um minuto.
Ele queria me escrever algo. Quando terminou, o homem me entregou um pedacinho de papel, pedindo desculpas pela letra feia. Então, ele sorriu e foi embora.
Quando eu abri a pequena nota, encontrei estas palavras:
"Eu tinha planejado me suicidar hoje. Porém, por causa de você, eu mudei de ideia. Obrigada, pessoa bonita".
Graças a atitude de Casey, o sem-teto ganhou ânimo e vontade de viver. Infelizmente, ele é apenas um entre milhões de pessoas que lutam diariamente para sobreviver. Este é um exemplo de como uma conversa ou uma palavra amiga pode fazer a diferença. E você, já fez alguém feliz hoje? Fonte: Aleteia
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Lembrando...
Santa Teresa de Calcutá: Aprenderemos a servir
"Seja o que for que fizeres, nem que seja ajudar alguém a atravessar a rua, é a Jesus que o fazes. Dás um copo de água, e é a Jesus que o dás (Mt 25, 35) – pequeno preceito de nada, mas crucial, sempre mais esclarecedor. Não devemos temer o amor de Cristo, amar como Ele amou. Pouco importa que o nosso trabalho seja modesto, humilde; façamo-lo com o amor do próprio Cristo".
Pois Cristo disse: «Tive fome e destes-Me de comer» (Mt 25, 35). Teve fome não só de pão, mas também da estima acolhedora que nos permite sentirmo-nos amados, reconhecidos, sermos alguém aos olhos de outrem. Foi desprovido não só da Sua roupa, mas também da dignidade e do respeito humano pela grande injustiça cometida para com o pobre, que é precisamente o ser-se desprezado por ser pobre. Foi privado não só de um teto, mas também sofreu as privações por que passam os encarcerados, os rejeitados e os escorraçados, aqueles que vagueiam pelo mundo sem ter ninguém que se importe deles.
Ao desceres a rua, sem outro propósito senão esse, talvez atentes naquele homem, ali na esquina, e vás ao seu encontro. Talvez ele fique de pé atrás, mas tu permaneces lá, diante dele, na sua frente. Tens de irradiar a presença que trazes dentro de ti com o amor e a atenção para com o homem a quem te diriges. E porquê? Porque, para ti, se trata de Jesus. Sim, é Jesus, mas não pode receber-te em Sua casa — eis porque tens de ser tu a dirigir-te a Ele. Ele está escondido ali, naquela pessoa. Jesus, oculto no mais pequenino dos irmãos (Mt 25, 40), não só cheio de fome por um bocado de pão, mas também por amor, por reconhecimento, por ser tido como alguém com valor". Santa Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade.
Disse a Irmã Dulce, o "anjo bom" da Bahia: "Se o pobre representa a imagem de Deus, então nunca é demais o que fazemos pelos pobres. O importante é fazer caridade, não falar de caridade. Se Deus viesse à nossa porta, como seria recebido? Aquele que bate à nossa porta, em busca de conforto para a sua dor, para o seu sofrimento, é um outro Cristo que nos procura".
Disse São João Crisóstomo: "Que proveito resulta de a mesa de Cristo estar coberta de taças de ouro, se Ele morre de fome na pessoa dos pobres? Sacia primeiro o faminto, e depois adornarás o Seu altar com o que sobrar. Fazes um cálice de ouro e não dás um copo de água fresca. Honras a Deus no templo com vestes de seda, enquanto O abandonas lá fora ao frio e à nudez?"
sexta-feira, 16 de agosto de 2019
Alerta:Já, já Virá o Grande Aviso:
Maria Santificadora: Preparai-vos para o Aviso, que vossa passagem pela eternidade vos encontre em graça Divina para que vossa alma não sofra quando lhe for mostrada toda a miséria e pecado com o qual haveis ofendido a Deus e a vossos irmãos
Chamado de Maria Santificadora ao povo de Deus.
Filhinhos de meu Coração, a Paz de meu Senhor esteja convosco.
Pequeninos, vos chamo novamente para que estejais prontos e preparados para a chegada do Aviso de Deus. Despertai de uma vez, humanidade pecadora; não continueis adormecida para que este transcendental acontecimento não vos encontre em pecado! A maldade está aumentando, meu adversário anda solto fazendo as almas se perderem, em sua maioria pelos pecados da carne; se o Céu não vos enviar rápido o Aviso muitas almas continuarão se perdendo, porque não têm desejado atender aos chamados do Céu.
Filhinhos, antes da aparição e último reinado de meu adversário, o Céu vos enviará o Aviso, isto já está para acontecer. O pecado desta geração destes últimos tempos tem feito com que todos os acontecimentos descritos na Santa Palavra de Deus estejam se realizando mais rapidamente.
Preparai-vos, rebanho de meu Senhor, para a chegada do Aviso, que vossa passagem pela eternidade vos encontre na graça Divina para que vossa alma não sofra quando lhe for mostrada toda a miséria e pecado com o qual haveis ofendido a Deus e a vossos irmãos.
Chamo-vos, minhas crianças, para que confesseis e repareis por todos os vossos pecados, de modo que quando chegardes à eternidade não conheçais nem sintais o fogo do terceiro purgatório, onde as almas são purificadas lentamente com fogo ardente; onde vossos pecados não confessados nem reparados vos atormentarão sem descanso. Este lugar é o mais duro do purgatório, ali estão todas as almas que a morte as surpreendeu em pecado mortal ou afastadas de Deus. Ali estão as almas que não se condenaram devido à Misericórdia de meu Senhor, que lhes concedeu, a umas, a graça de, no último instante, pedirem perdão, a outras, de se salvarem pela oração do Rosário da Misericórdia e de meu Santo Rosário, quando se pede pelas almas que em maior perigo estejam de se condenarem. Outras tantas não se condenaram pelas obras de misericórdia que fizeram neste mundo, ou pelo Santo Escapulário que estavam usando no momento de sua partida.
Minhas crianças, no terceiro purgatório também estão muitas almas que foram tíbias, almas que, pelos apegos e vaidades deste mundo, se afastaram de Deus e só o buscavam quando tinham problemas e necessidades. Ditosos aqueles a quem o Aviso os encontre na graça de Deus e com as lâmpadas acesas com a oração, porque sua passagem pela eternidade será seu maior gozo. Ao contrário daqueles a quem o Aviso os encontrar em pecado mortal, ou em tibieza espiritual, porque sua passagem pela eternidade vai ser seu pior pesadelo.
Filhinhos, a estas pobres almas lhes aguarda, a umas, o terceiro purgatório e, a outras, o fogo do inferno. Muitas almas por sua condição pecadora não irão resistir à passagem pela eternidade e irão se perder, seu espírito não regressará mais a este mundo.
Milhões de almas, por sua maldade, pecado e afastamento de Deus, não voltarão mais; a outras lhes será dada uma oportunidade apesar de seu pecado, por não ser este tão grave. O Céu espera que com o Aviso todos os tíbios de coração despertem, porque se não o fizerem se perderão no tempo da Grande Tribulação. Tudo se acelerou pela maldade e pecado existentes neste mundo de hoje. Se as nações ímpias não despertarem de sua maldade, depois do Aviso o que lhes virá será fogo do céu. Todos aqueles que depois do Aviso e do Milagre continuarem em pecado e praticando o mal serão apartados do Rebanho de Meu Filho. Ao findar o tempo do Milagre, só restarão o Povo de Deus e os filhos da escuridão; começará então o último reinado de meu adversário e, a seguir, o Grande Armagedon, que será a batalha final por vossa libertação.
Que a Paz de meu Senhor permaneça convosco, minhas amadas crianças.
Ama-vos vossa Mãe, Maria Santificadora.
Dai a conhecer minhas mensagens e minha advocação em todos os confins da Terra.
Extraído da Obra ‘Mensagens de Jesus, o Bom Pastor, ao confidente ENOCH – Colômbia
Fonte: http://www.mensajesdelbuenpastorenoc.org/mensajesrecientes.html
Chamado de Maria Santificadora ao povo de Deus.
Filhinhos de meu Coração, a Paz de meu Senhor esteja convosco.
Pequeninos, vos chamo novamente para que estejais prontos e preparados para a chegada do Aviso de Deus. Despertai de uma vez, humanidade pecadora; não continueis adormecida para que este transcendental acontecimento não vos encontre em pecado! A maldade está aumentando, meu adversário anda solto fazendo as almas se perderem, em sua maioria pelos pecados da carne; se o Céu não vos enviar rápido o Aviso muitas almas continuarão se perdendo, porque não têm desejado atender aos chamados do Céu.
Filhinhos, antes da aparição e último reinado de meu adversário, o Céu vos enviará o Aviso, isto já está para acontecer. O pecado desta geração destes últimos tempos tem feito com que todos os acontecimentos descritos na Santa Palavra de Deus estejam se realizando mais rapidamente.
Preparai-vos, rebanho de meu Senhor, para a chegada do Aviso, que vossa passagem pela eternidade vos encontre na graça Divina para que vossa alma não sofra quando lhe for mostrada toda a miséria e pecado com o qual haveis ofendido a Deus e a vossos irmãos.
Chamo-vos, minhas crianças, para que confesseis e repareis por todos os vossos pecados, de modo que quando chegardes à eternidade não conheçais nem sintais o fogo do terceiro purgatório, onde as almas são purificadas lentamente com fogo ardente; onde vossos pecados não confessados nem reparados vos atormentarão sem descanso. Este lugar é o mais duro do purgatório, ali estão todas as almas que a morte as surpreendeu em pecado mortal ou afastadas de Deus. Ali estão as almas que não se condenaram devido à Misericórdia de meu Senhor, que lhes concedeu, a umas, a graça de, no último instante, pedirem perdão, a outras, de se salvarem pela oração do Rosário da Misericórdia e de meu Santo Rosário, quando se pede pelas almas que em maior perigo estejam de se condenarem. Outras tantas não se condenaram pelas obras de misericórdia que fizeram neste mundo, ou pelo Santo Escapulário que estavam usando no momento de sua partida.
Minhas crianças, no terceiro purgatório também estão muitas almas que foram tíbias, almas que, pelos apegos e vaidades deste mundo, se afastaram de Deus e só o buscavam quando tinham problemas e necessidades. Ditosos aqueles a quem o Aviso os encontre na graça de Deus e com as lâmpadas acesas com a oração, porque sua passagem pela eternidade será seu maior gozo. Ao contrário daqueles a quem o Aviso os encontrar em pecado mortal, ou em tibieza espiritual, porque sua passagem pela eternidade vai ser seu pior pesadelo.
Filhinhos, a estas pobres almas lhes aguarda, a umas, o terceiro purgatório e, a outras, o fogo do inferno. Muitas almas por sua condição pecadora não irão resistir à passagem pela eternidade e irão se perder, seu espírito não regressará mais a este mundo.
Milhões de almas, por sua maldade, pecado e afastamento de Deus, não voltarão mais; a outras lhes será dada uma oportunidade apesar de seu pecado, por não ser este tão grave. O Céu espera que com o Aviso todos os tíbios de coração despertem, porque se não o fizerem se perderão no tempo da Grande Tribulação. Tudo se acelerou pela maldade e pecado existentes neste mundo de hoje. Se as nações ímpias não despertarem de sua maldade, depois do Aviso o que lhes virá será fogo do céu. Todos aqueles que depois do Aviso e do Milagre continuarem em pecado e praticando o mal serão apartados do Rebanho de Meu Filho. Ao findar o tempo do Milagre, só restarão o Povo de Deus e os filhos da escuridão; começará então o último reinado de meu adversário e, a seguir, o Grande Armagedon, que será a batalha final por vossa libertação.
Que a Paz de meu Senhor permaneça convosco, minhas amadas crianças.
Ama-vos vossa Mãe, Maria Santificadora.
Dai a conhecer minhas mensagens e minha advocação em todos os confins da Terra.
Extraído da Obra ‘Mensagens de Jesus, o Bom Pastor, ao confidente ENOCH – Colômbia
Fonte: http://www.mensajesdelbuenpastorenoc.org/mensajesrecientes.html
terça-feira, 13 de agosto de 2019
Pensamentos de São Francisco de Sales:
Pensamentos consoladores de São Francisco de Sales: Digamos pois muitas vezes, tudo passa, e após poucos dias desta vida mortal que nos restam
Publicado no dia 10 Agosto 2019
Virá a infinita Eternidade. Possais vós possuir este bem admirável da Santa Eternidade
Os anos temporais passam. Os seus meses reduzem-se em semanas. As semanas em dias, os dias a horas. As horas a momentos, que são os únicos que possuímos, mas que não gozamos senão à medida que acabam e tornam a nossa natureza mortal, a qual no entanto deve para nos ser amável. E visto esta vida estar cheia de miséria, não poderíamos ter consolação mais sólida do que a de estarmos certos de que aquela se vai dissipando para dar lugar à santa eternidade, que nos está preparada na abundância da misericórdia de Deus, e à qual a nossa alma aspira incessantemente por contínuos pensamentos que sua própria natureza lhe sugere, embora não possa esperar senão por outro pensamento mais elevado que o autor da natureza sobre ela derrama.
Eu não estou atento à eternidade senão com muita suavidade, porque, digo eu, como é que a minha alma poderá estender o seu pensamento a este infinito se não tivesse alguma proporção com ele? Porém, quando conheço que o meu desejo corre com o meu pensamento para esta mesma eternidade, a minha alegria cresce sobremaneira. Porque sei que desejamos com um verdadeiro desejo senão coisas possíveis. O meu desejo de certificar-me pois de que posso ter a eternidade. Que me resta pois senão esperar possuí-la? E isto concede-se-me pela infinita bondade daquele que não criaria uma alma capaz de pensar e tender para a eternidade se não quisesse dar-lhe os meios de a conseguir.
Digamos pois muitas vezes: tudo passa, e após poucos dias desta vida mortal que nos restam, virá a infinita eternidade.
Pouco nos importa que tenhamos aqui comodidades ou não, contanto que sejamos felizes por toda a eternidade. Seja esta eternidade santa que nos espera, a nossa consolação, e o sermos cristãos, membros de Jesus Cristo, regenerados com o seu sangue, porque só consiste a nossa glória neste divino Salvador ter morrido por nós.
Uma alma grande eleva os seus melhores pensamentos, afetos e desejos ao infinito da eternidade, e visto que é eterna, reputa em pouco o que não é. Tem por pequeno o que não é infinito, e elevando-se acima de todas as delícias, ou antes vis joguetes que esta vida nos apresenta, tem os olhos fixos na imensidade dos bens e anos eternos.
Ó, quanto é desejável a eternidade comparada com estas miseráveis e perecíveis vicissitudes! Deixemo-nos correr o tempo, com o qual corremos a pouco e pouco para sermos transformados na glória dos filhos de Deus. Ah! Quando penso como empreguei o tempo de Deus, aflige-me o pensar que ele não me queira dar a sua eternidade, pois que só a dará aos que empregaram bem o tempo.
Ó, Deus! Os anos correm imperceptivelmente uns após outros, e terminando a sua duração, terminam a nossa vida mortal, e acabando, acabam a nossa vida. Ó, como é incomparavelmente mais amável a eternidade! [...] Possais vós possuir este bem admirável da santa eternidade em tão alto grau quanto eu vos desejo! Que felicidade para a minha alma se Deus concedendo-lhe misericórdia, lhe patenteasse esta doçura.
Publicado por Padre Huguet
Extraído da obra "Pensamentos consoladores de São Francisco de Sales".
Fonte: http://rainhaddosmartires.blogspot.com.br
Publicado no dia 10 Agosto 2019
Virá a infinita Eternidade. Possais vós possuir este bem admirável da Santa Eternidade
Os anos temporais passam. Os seus meses reduzem-se em semanas. As semanas em dias, os dias a horas. As horas a momentos, que são os únicos que possuímos, mas que não gozamos senão à medida que acabam e tornam a nossa natureza mortal, a qual no entanto deve para nos ser amável. E visto esta vida estar cheia de miséria, não poderíamos ter consolação mais sólida do que a de estarmos certos de que aquela se vai dissipando para dar lugar à santa eternidade, que nos está preparada na abundância da misericórdia de Deus, e à qual a nossa alma aspira incessantemente por contínuos pensamentos que sua própria natureza lhe sugere, embora não possa esperar senão por outro pensamento mais elevado que o autor da natureza sobre ela derrama.
Eu não estou atento à eternidade senão com muita suavidade, porque, digo eu, como é que a minha alma poderá estender o seu pensamento a este infinito se não tivesse alguma proporção com ele? Porém, quando conheço que o meu desejo corre com o meu pensamento para esta mesma eternidade, a minha alegria cresce sobremaneira. Porque sei que desejamos com um verdadeiro desejo senão coisas possíveis. O meu desejo de certificar-me pois de que posso ter a eternidade. Que me resta pois senão esperar possuí-la? E isto concede-se-me pela infinita bondade daquele que não criaria uma alma capaz de pensar e tender para a eternidade se não quisesse dar-lhe os meios de a conseguir.
Digamos pois muitas vezes: tudo passa, e após poucos dias desta vida mortal que nos restam, virá a infinita eternidade.
Pouco nos importa que tenhamos aqui comodidades ou não, contanto que sejamos felizes por toda a eternidade. Seja esta eternidade santa que nos espera, a nossa consolação, e o sermos cristãos, membros de Jesus Cristo, regenerados com o seu sangue, porque só consiste a nossa glória neste divino Salvador ter morrido por nós.
Uma alma grande eleva os seus melhores pensamentos, afetos e desejos ao infinito da eternidade, e visto que é eterna, reputa em pouco o que não é. Tem por pequeno o que não é infinito, e elevando-se acima de todas as delícias, ou antes vis joguetes que esta vida nos apresenta, tem os olhos fixos na imensidade dos bens e anos eternos.
Ó, quanto é desejável a eternidade comparada com estas miseráveis e perecíveis vicissitudes! Deixemo-nos correr o tempo, com o qual corremos a pouco e pouco para sermos transformados na glória dos filhos de Deus. Ah! Quando penso como empreguei o tempo de Deus, aflige-me o pensar que ele não me queira dar a sua eternidade, pois que só a dará aos que empregaram bem o tempo.
Ó, Deus! Os anos correm imperceptivelmente uns após outros, e terminando a sua duração, terminam a nossa vida mortal, e acabando, acabam a nossa vida. Ó, como é incomparavelmente mais amável a eternidade! [...] Possais vós possuir este bem admirável da santa eternidade em tão alto grau quanto eu vos desejo! Que felicidade para a minha alma se Deus concedendo-lhe misericórdia, lhe patenteasse esta doçura.
Publicado por Padre Huguet
Extraído da obra "Pensamentos consoladores de São Francisco de Sales".
Fonte: http://rainhaddosmartires.blogspot.com.br
quinta-feira, 1 de agosto de 2019
O Céu Nos Alerta:
São Miguel Arcanjo: Mantenhais as lâmpadas acesas, não sigais falsas doutrinas nem ideologias inovadoras que alteram a Palavra Divina, sejais astutos (28-07-2019)
Amados de Deus:
COMO FILHOS DE DEUS QUE DESEJAM SALVAR-SE E CONSTRUIR A ESPIRITUALIDADE PESSOAL SOBRE A BASE FIRME DO EVANGELHO PARA DOAREM-SE A SEUS IRMÃOS, SENDO CUMPRIDORES DO PRIMEIRO MANDAMENTO (Mt 22, 37), É QUE VOS CHAMO A PERMANECERDES ATENTOS.
Entristeço-me diante da indiferença de grande quantidade de criaturas humanas que passa sua vida sem tomar consciência de tudo quanto está vivendo a humanidade, por vezes devido a que os lares não conhecem a Deus, ou O retiraram de suas vidas, e os pais de família dão completa liberdade aos filhos para que estes tomem decisões para as quais não estão preparados. É PARTE DA GRANDE BATALHA ENTRE O BEM E O MAL, QUE ENTROU NOS LARES COM A TELEVISÃO E SE EXPANDIU POR TODA A PARTE ATRAVÉS DOS MEIOS TECNOLÓGICOS PROJETADOS PARA CONSEGUIR TRANSFORMAR O HOMEM EM SEU AGIR E TRABALHAR. O trabalho tem sido lento, mas neste momento os frutos se mostram perante a maior parte da humanidade sem ouvidos, sem olhos, sem coração, sem mente, sem pensamento, capturada pela libertinagem que a levou a ser governada pelo ego humano totalmente contaminado pelo pecaminoso e imoral.
OS CONSAGRADOS A NOSSO E VOSSO REI E SENHOR JESUS CRISTO DEVEM ALÇAR VOZ E ALERTAR O POVO DE DEUS SOBRE TUDO O QUANTO ACONTECE, EM MOMENTOS EM QUE A SANTIDADE É NECESSÁRIA A CADA UM, MESMO QUE VIVAIS EM MEIO A ZOMBARIAS E PERSEGUIÇÕES DAQUELES QUE NÃO MANTÊM O FERVOR E O ZELO PELA VERDADE.
Encontrai-vos no centro de grandes provas, no meio de diversidade de opiniões, tibiezas, tentações; o homem se escureceu ao endurecer seu coração, tendo perdido a caridade e vivendo no meio de muitas opiniões que saltam do mesmo seio da Igreja que representa Nosso Rei e Senhor Jesus Cristo.
O CISMA NÃO SE FAZ ESPERAR, AS DIFERENÇAS ENTRE O CLERO SÃO DIVULGADAS E O POVO DE DEUS ACOLHE O QUE LHE PERMITE MAIOR LIBERTINAGEM, SENDO POUCOS OS QUE NÃO DESEJAM REFORMAS QUE DISTORÇAM A VERDADEIRA DOUTRINA. Diante do que, os escândalos serão cada vez maiores e frequentes. Os filhos de Deus se extraviam acolhendo com grande insensatez a imoralidade e a falsidade que lhes permite agir e trabalhar em desacato à Lei de Deus, invalidando os Mandamentos, o jejum e mesmo a oração, para que o mal se mova com maior liberdade dentro dos filhos de Deus. O mal vos dirá: 'Sois enganados, fostes enganados! Nada existiu, nem a Escritura, nem os Mandamentos, nem os Sacramentos, tudo foi para manipular a humanidade.'
Filhos de Deus, amados de vosso Rei e Senhor Jesus Cristo, vigieis a todo momento, mantenhais a fé inamovível por maiores que sejam as provas que enfrenteis, não tomeis o caminho largo do pecado, da facilidade, não escuteis aqueles que vos digam que o Evangelho é tolice. O anticristo movimenta as cordas de tudo quanto necessita manter preparado através de seus esbirros, para aplainar seu caminho.
MANTENHAIS AS LÂMPADAS ACESAS, NÃO SIGAIS FALSAS DOUTRINAS NEM IDEOLOGIAS INOVADORAS QUE ALTERAM A PALAVRA DIVINA, SEJAIS ASTUTOS, O DEMÔNIO NÃO VAI SE APRESENTAR A VÓS COMO O MAL, AO CONTRÁRIO, VOS ENGANARÁ.
Permaneçais em alerta frente àquilo que vos mandem cumprir e que não seja parte da Verdadeira Doutrina, não vos esqueçais que o Demônio entrou na Igreja de nosso Rei e Senhor Jesus Cristo, pelo que ‘A MULHER VESTIDA DE SOL COM A LUA DEBAIXO DOS SEUS PÉS’ (Apocalipse 12, 19) CHEGARÁ A ESMAGAR O ANTICRISTO E, UNIDO A ELA, O ANJO DA PAZ.
Não permitais que o temor vos inunde, ao contrário, conheçais a Verdadeira Doutrina, conheçais a Sagrada Escritura, alimentai-vos do Corpo e do Sangue de Cristo devidamente preparados e, constantemente, façais firme propósito de não pecar.
A Terra tem padecido pelo homem que a tem destroçado, invadiram a Criação para proveito humano sem misericórdia e sem pensar no futuro. Neste instante, a água foi contaminada, a própria Terra foi envenenada, o ar o contaminam, a Criação geme, não porque o homem não a adore, mas porque o homem tem destruído o que Deus doou ao homem para sua subsistência. Tenhais presente que o único que deveis adorar é a Deus Uno e Trino (Lc 4, 8), a Criação se lança contra o homem porque o homem não corresponde a Deus como criatura de Deus.
O astro Sol se comporta de forma inusitada e, consequentemente, prejudica a Terra.
Orai, filhos de Deus, orai pelo Japão, o grande terremoto o divide.
Orai, filhos de Deus, orai pelos Estados Unidos, esta grande nação sofre sua lição mais forte.
Orai, filhos de Deus, orai pela Igreja Católica, ofereçais e jejueis.
Amados filhos de Deus, esta geração sofre e o sofrimento aumentará, mas os filhos de Deus têm em todo momento o auxílio Divino, não temais, não temais, sejais fiéis.
Com as legiões Celestiais vos protejo, em nome da Trindade Sacrossanta e de nossa Rainha e Mãe Maria Santíssima.
SEU É O PODER, A HONRA E A GLÓRIA PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS. AMÉM. (Rom 11, 36)
QUEM COMO DEUS?
São Miguel Arcanjo.
Mensagem de São Miguel Arcanjo para Luz de Maria, em 28 de julho de 2019.
Fonte: www.revelacionesmarianas.com
Nada Mais é Sagrado:
Por que nada mais é sagrado hoje em dia? (Por Pe. Paulo Ricardo)
Não há mais nada sagrado, porque as coisas sagradas exigem respeito. E este é um sacrifício que muitas pessoas, hoje em dia, não estão dispostas a fazer. Para elas, as comodidades de ser comum são de longe preferíveis à nobreza do heroísmo.
Há cerca de dois anos, a palavra ‘sagrado’ fez presença na mídia norte-americana, depois que o então Chefe de Gabinete da Casa Branca, John Kelly, lamentou o fato de nada mais ser sagrado hoje em dia, sobretudo à luz do ‘escândalo’ provocado por uma ligação do presidente Trump à viúva de um soldado morto em combate.
‘Quando eu era criança’, disse Kelly, ‘muitas coisas eram sagradas no nosso país. As mulheres eram sagradas e vistas com muito respeito. As coisas, obviamente, já não são mais assim, como se vê em casos recentes. A vida, a dignidade da vida, era sagrada. A religião também parece ter ido embora.’
O cinismo com que a mídia reagiu às palavras do general sobre a sacralidade da morte de um soldado simplesmente confirmaram a verdade que Kelly estava dizendo. De fato, nada mais é sagrado no ambiente político atual. Não há nada que não possa ser objeto de discussão para a agenda liberal.
As razões por que nada mais é sagrado
Existem muitas razões por que nada mais é sagrado hoje em dia. Uma delas é que o sagrado discrimina, exclui.
O sagrado teve sempre uma nota de ‘exclusividade’. Em seu sentido mais próprio, é sagrado tudo o que foi separado para o serviço ou o culto a Deus. Num sentido mais amplo, a palavra pode aplicar-se a tudo o que é digno de reverência e respeito. O sagrado evoca um sentido de mistério e admiração, na medida em que aponta para algo superior e acima da nossa compreensão.
Está implícita na rejeição do sagrado a ideia de que não deve haver restrições de nenhum tipo, de que é injusto haver algo além do alcance dos outros, de que é errado reconhecer alguém como superior a outra pessoa.
Assim, numa sociedade que perdeu a noção do sagrado, ninguém se destaca, ninguém é premiado, as paixões desordenadas não devem nunca manter-se sob controle. Todos têm de ser iguais, custe o que custar. Não pode haver santuário para privilégio algum. Nada pode ser negado aos outros; ao contrário, tudo deve estar à disposição de todos.
Despojando as coisas de seu mistério
Nada mais é sagrado, porque as coisas foram despojadas de seu mistério. Para os que odeiam o sagrado, a simples existência do mistério afirma a existência de uma verdade superior e inefável, que não é reconhecida pela ciência moderna.
Eis porque a modernidade teve sempre um problema com o sagrado. O Iluminismo introduziu a ideia de que o sagrado, com a sua aura de mistério, deveria ser substituído pela razão humana e pela observação empírica.
No século XIX, Karl Marx notou os efeitos dessa mentalidade iluminista, ao escrever sobre a tendência do capitalismo a destruir o sagrado. ‘Tudo o que é sagrado’, disse, ‘há-de ser profanado’. Num mundo em que nada é sagrado, Marx acreditava que a vida seria e deveria ser ‘dessantificada’. Fiel ao seu ateísmo militante, Marx não via isso como um fenômeno negativo, mas antes como algo que facilitaria a condição de igualdade entre os homens.
A supressão do sagrado deriva, pois, de uma negação de valores espirituais, de uma negação de ideias que elevam a humanidade e ensinam que há coisas mais valiosas do que a própria vida. Só este fato torna essas coisas sagradas.
O desejo de ser ‘normal’
Não há mais nada sagrado, porque as coisas sagradas exigem respeito. Espera-se que as pessoas vejam o sagrado como algo especial. As pessoas deveriam admirar, honrar e cuidar de tudo o que é sagrado.
Trata-se de um sacrifício que muitos, hoje em dia, não estão dispostos a fazer. Pelo contrário, o que querem é ser ‘normais’, e querem cercar-se de coisas ‘normais’. Para eles, as comodidades de ser comum são de longe preferíveis à nobreza do heroísmo. Um dever sagrado não ressoa positivamente no coração dos que optaram pela busca desenfreada de felicidade material. Prevalece hoje a mentalidade do ‘não quero ser um herói’.
Ironicamente, os que rejeitam o sagrado nenhum problema têm na hora de elevar sua própria ‘normalidade’ à condição de algo sagrado. Estão todos ansiosos para transformar em direitos sagrados os prazeres mais profanos. Desta forma, o esporte, o entretenimento, as escolhas e o consumo passam a considerar-se algo sagrado. E, tragicamente, também alguns pecados se tornam ‘sagrados’ e intocáveis.
No entanto, à medida que a sociedade se degrada, até mesmo as coisas normais que se tornaram sagradas começam a ser atacadas. Até mesmo a exclusividade relativa que proporcionam esses prazeres ordinários revela-se intolerável para os que odeiam o sagrado.
Negação do reinado de Cristo
É óbvio que a razão mais fundamental por que nada mais é sagrado é que a cultura atual não reconhece que deve haver, sim, coisas dedicadas ou separadas para o serviço ou o culto a Deus.
Essa negação tácita do reinado de Cristo sobre a humanidade conduz, logicamente, à supressão do sagrado na vida diária. Como disse o Papa Pio XI em sua Encíclica ‘Ubi arcano Dei consilio’, de 1922, as coisas tornarão a ser sagradas outra vez quando Jesus Cristo ‘reassumir o seu lugar por direito como Rei de todos os homens, de todos os Estados e de todas as nações’.
Até lá, porém, a queixa do general Kelly irá expressar os sentimentos daqueles que sofrem pela nação. Quando Deus não é amado e adorado, não é de admirar que nada mais seja sagrado; quando Deus e sua beatíssima Mãe são ofendidos com blasfêmias, como o são hoje em dia, não nos deveria espantar que as pessoas se tratem mal umas às outras; quando Deus e sua Lei são ridicularizados e desprezados, é completamente natural que a moralidade também seja escorraçada da esfera pública e que a sociedade se precipite em profundezas inimagináveis.
Nada estará a salvo; nada será estável; nada mais será sagrado.
Fonte: https://padrepauloricardo.org/blog/por-que-nada-mais-e-sagrado-hoje-em-dia
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