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domingo, 30 de julho de 2017

Israel, Relógio de Deus:

LEIA COM ATENÇÃO ESTA DESCRIÇÃO == O Livro de Daniel, o Apocalipse, Israel e o Fim dos Tempos. == Você verá agora um importante documentário sobre as profecias do Apocalipse e o Livro de Daniel, e a história de Israel desde a sua criação, e o destino final desta nação no final dos tempos e a volta de Jesus. Jesus está voltando, e o relógio de Deus chama-se Israel. A história da humanidade, a História de todos os impérios e reinos que já governaram o mundo, em alguma época com as suas guerras e atrocidades, o desenrolar de todos estes milhares de anos que já se passaram pelo mundo. Tudo, absolutamente tudo, o que acontece aqui na terra está diretamente ligado à história do povo judeu. A árvore da figueira da qual falou Jesus no evangelho de Mateus, é Israel. Os sinais proféticos dos quais falou Jesus que aconteceria no mundo todo, está diretamente relacionado e fortemente ligado com a nação de Israel. O povo judeu embora tenham renegado a Jesus como o seu salvador, ainda é o povo amado e escolhido por Deus como o seu primogênito. ( Leia em GÊNESIS Cap.17 e versículos 16 até 22.) Jerusalém, capital de Israel, é a cidade amada e querida por Deus. É nela que Jesus fará a sua morada com os anjos e as pessoas que serão salvas. É a partir de Jerusalém que Jesus irá governar este mundo com muito amor e justiça. Portanto amigos a história e o desenrolar dos acontecimentos em Israel são muito importantes para o cristão que espera ansioso a volta de Jesus. A árvore da figueira da qual Jesus falou começou a renovar os seus ramos a partir de 1948, quando Israel tornou se uma nação independente novamente. Em 2018 o povo judeu comemora 70 anos, como a nação mais amada e odiada ao mesmo tempo por todos, desde o dia da promulgação da lei da criação do estado judeu pela ONU ( Organização das Nações Unidas ) em 14 de Maio de 1948. Jesus no livro de Mateus disse assim: "Em verdade vos digo que não passará esta geração, sem que tudo isto aconteça" (Mateus 24:34) Uma geração bíblica são 70 anos (SALMOS 90:10) Ora amigos, é só fazer a conta!!! 1948 + 70 = 2018. Em 2018 Israel comemora uma geração bíblica completa de 70 anos. É só aguardar e ver o que acontece. PORQUE ALGUMA COISA ESTÁ PARA ACONTECER no futuro bem próximo, eu diria em questão de poucos, mas pouquíssimos anos mesmo, a contar a partir deste ano de 2017. Os ramos da figueira começaram a brotar a muito tempo. Estamos agora muito perto do dia da colheita final. --- by Tibino Um ----- Se inscreva em nosso canal: (Tibino O Pensador ) https://www.youtube.com/channel/UCYtD...

Fonte: Tibino o Pensador

sexta-feira, 21 de julho de 2017

O Poder do Rosário:

Os assombrosos diálogos entre o diabo e um exorcista do Vaticano, o padre Gabriele Amorth

 
Publicado no dia 20 Julho 2017

Seus confrontos com Satanás foram o tema de muitas entrevistas concedidas por ele ao longo da vida. Eis alguns trechos.

Durante 36 anos, o padre Gabriele Amorth foi o principal exorcista do Vaticano e da diocese de Roma. Até falecer em setembro de 2016, aos 91 anos, ele enfrentou ao longo do seu ministério incontáveis “encontros” com Satanás, que foram tema de muitas entrevistas concedidas pelo padre a meios de comunicação do mundo inteiro.

A nossa época tem graves dificuldades para aceitar tal hipótese. Por trás da dimensão obscura e perturbadora das histórias reveladas pelo padre Amorth, porém, resta a lição de que o mal pode ser combatido – e derrotado.


Eis alguns trechos de entrevistas com o exorcista mais famoso do mundo:

Ao site italiano Libero, em 3 de fevereiro de 2012, o padre Amorth relatou lembranças do seu primeiro encontro com o diabo durante um exorcismo:

“De repente, eu tive a nítida sensação de uma presença demoníaca na minha frente. Senti o demônio me olhando, me examinando, se movimentando ao meu redor. O ar ficou frio. Um amigo exorcista já tinha me falado dessas mudanças bruscas de temperatura. Mas é uma coisa é ouvir falar e outro é viver a experiência. Eu tentei me concentrar. Fechei os olhos e continuei a minha oração, de coração: ‘Sai, rebelde. Sai, sedutor, cheio de armadilhas e mentiras, inimigo da virtude, perseguidor dos inocentes. Deixa este lugar para Cristo, em quem não há nenhuma das tuas obras’”.

O site Luce di Maria, em maio de 2015, também publicou interessantes informações sobre o padre Amorth e sobre o seu ministério. Por exemplo: os exorcistas interrogam o diabo, mesmo sabendo que ele é mentiroso; mas por que falar com ele se já se sabe que a resposta provavelmente será mais uma mentira? O padre Amorth esclareceu:

“Temos que filtrar as respostas do diabo. O Senhor às vezes impõe que ele diga a verdade, para mostrar que Satanás foi derrotado por Cristo e que ele é obrigado a obedecer aos discípulos que agem em nome do Senhor”.

De fato, acrescentou o padre Amorth, o diabo às vezes declara que é forçado a falar e que faz de tudo para evitá-lo. Ser forçado a revelar seu nome, por exemplo, é para ele uma grande humilhação, um sinal de derrota. Ele procura vingança nesses casos e a conversa tende assim a se tornar ainda mais perigosa. O exorcista precisa limitar-se às questões autorizadas pelo Rito e não se deixar conduzir pelo diabo.

Em outra entrevista, concedida à Urlo Magazine em 2009, o padre Amorth contou:

“Certa vez, me aconteceu de perguntar a um demônio por que, apesar da sua inteligência superior, ele preferiu descer ao inferno. Ele respondeu: ‘Eu me rebelei contra Deus e mostrei que sou mais forte do que Ele’. Para eles, a rebelião é um sinal de vitória e de superioridade”.

O Poder do Rosário

Em seu livro “Eu, o último exorcista”, o padre Amorth relata um diálogo que testemunha a força da Virgem Maria:

Pe. Amorth: “Quais são as virtudes de Nossa Senhora que mais te enraivecem?”

Satanás: “Ela me enfurece porque é a mais humilde de todas as criaturas e porque eu sou o mais orgulhoso. Porque ela é a mais pura de todas as criaturas e eu não sou. Porque ela é a mais obediente a Deus e eu sou o rebelde!”

Pe. Amorth: “Por que temes mais quando eu digo o nome de Maria do que quando digo o nome de Jesus Cristo?”

Satanás: “Porque me humilha mais ser derrotado por uma mera criatura do que por Ele”

Pe. Amorth: “Existe uma quarta qualidade de Maria que te enfurece?”

Satanás: “Ela sempre me frustra porque nunca foi tocada por mancha alguma de pecado!”

O sacerdote recordou também:

“Durante um exorcismo, Satanás me disse por meio da pessoa possuída: ‘Cada Ave-Maria do rosário é para mim um golpe na cara. Se os cristãos conhecessem o poder do rosário, seria o meu fim”. Fonte: Aleteia

terça-feira, 18 de julho de 2017

Geração Perdida:

A triste geração que virou escrava da própria carreira. Só não via que os dias estavam passando

16.07.2017 -



Era uma vez uma geração que se achava muito livre.

Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa.

Tinha pena dos pais, que tiveram que camelar em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguel, a escola e as viagens em família para pousadas no interior.

Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente.

Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue. Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim.

Frequentou as melhores escolas.

Entrou nas melhores faculdades.

Passou no processo seletivo dos melhores estágios.

Foram efetivados. Ficaram orgulhosos, com razão.

E veio pós, especialização, mestrado, MBA. Os diplomas foram subindo pelas paredes.

Era uma vez uma geração que aos 20 ganhava o que não precisava. Aos 25 ganhava o que os pais ganharam aos 45. Aos 30 ganhava o que os pais ganharam na vida toda. Aos 35 ganhava o que os pais nunca sonharam ganhar.

Ninguém podia os deter. A experiência crescia diariamente, a carreira era meteórica, a conta bancária estava cada dia mais bonita.

O problema era que o auge estava cada vez mais longe. A meta estava cada vez mais distante. Algo como o burro que persegue a cenoura ou o cão que corre atrás do próprio rabo.

O problema era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que necessário e o que era vício.

O dinheiro que estava na conta dava para muitas viagens. Dava para visitar aquele amigo querido que estava em Barcelona. Dava para realizar o sonho de conhecer a Tailândia. Dava para voar bem alto.

Mas, sabe como é, né? Prioridades. Acabavam sempre ficando ao invés de sempre ir.

Essa geração tentava se convencer de que podia comprar saúde em caixinhas. Chegava a acreditar que uma hora de corrida podia mesmo compensar todo o dano que fazia diariamente ao próprio corpo.

Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent.

Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir.

Oscilavam entre o sim e o não. Você dá conta? Sim. Cumpre o prazo? Sim. Chega mais cedo? Sim. Sai mais tarde? Sim. Quer se destacar na equipe? Sim.

Mas para a vida, costumava ser não:

Aos 20 eles não conseguiram estudar para as provas da faculdade porque o estágio demandava muito.

Aos 25 eles não foram morar fora porque havia uma perspectiva muito boa de promoção na empresa.

Aos 30 eles não foram no aniversário de um velho amigo porque ficaram até as 2 da manhã no escritório.

Aos 35 eles não viram o filho andar pela primeira vez. Quando chegavam, ele já tinha dormido, quando saíam ele não tinha acordado.

Às vezes, choravam no carro e, descuidadamente começavam a se perguntar se a vida dos pais e dos avós tinha sido mesmo tão ruim como parecia.

Por um instante, chegavam a pensar que talvez uma casinha pequena, um carro popular dividido entre o casal e férias em um hotel fazenda pudessem fazer algum sentido.

Mas não dava mais tempo. Já eram escravos do câmbio automático, do vinho francês, dos resorts, das imagens, das expectativas da empresa, dos olhares curiosos dos “amigos”.

Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Afinal tinha conhecimento, tinha poder, tinha os melhores cargos, tinha dinheiro.

Só não tinha controle do próprio tempo.

Só não via que os dias estavam passando.

Só não percebia que a juventude estava escoando entre os dedos e que os bônus do final do ano não comprariam os anos de volta.

Por Ruth Manus -  www.revistapazes.com

Nossa Senhora e o Comunismo:



DOMINGO, 24 DE MAIO DE 2015
O mal do comunismo que se espalhou pelo mundo e a perseguição aos cristãos católicos


Por Cristina Froes

A idéia de fazer este artigo consiste em mostrar o horror do Comunismo - alertado por Nossa Senhora, em Fátima, Portugal, através de trechos do livro "A Ascensão e Queda da Revolução Comunista" de Warren H. Carroll que, por sua vez, baseia-se na célebre obra de Alexander Solzhenitsyn chamada "O Arquipélago de Gulag".
Após estes breves relatos de Carroll, pretendo mostrar, em próximo artigo, como alguns países tomados pela Rússia conseguiram se livrar deste regime demoníaco; mas, sobretudo, mostrar que nada se consegue sem uma ação popular firme e corajosa, tendo como armas a Oração e a Penitência.

Apenas alguns poucos exemplos:

Um exemplo primário aconteceu na Rússia em 1923. Naquela altura, Moscovo tentou chantagear o Vaticano para que concedesse reconhecimento diplomático ao seu regime. Moscovo emitiu ordens de detenção do clérigo Monsenhor Cieplak (administrador apostólico da diocese de Mohilev), o seu vigário geral Monsenhor Budkiewicz, e outros treze padres. Estes clérigos declararam que não iriam observar a lei de 1922 da União Soviética que proibia o ensino da fé católica às crianças. (Warren H. Carroll, A Ascensão e Queda da Revolução Comunista, pág. 310)

Em 1946 as autoridades soviéticas removeram todos os bispos lituanos de suas dioceses excepto um (…) De 1946 a 1948, 357 padres, — um terço dos padres na Lituânia — foram deportados para campos de trabalho na Rússia e Sibéria. A um deles, que foi sentenciado a 25 anos (ou seja, à morte, uma vez que praticamente ninguém sobrevivia mais de 10 anos nos campos), foi oferecida a liberdade, uma das maiores igrejas em Vilinius, e cem mil rublos se ele aceitasse liderar uma igreja Católica lituana cismática. Ele negou-se, e desapareceu. (Warren H. Carroll, A Ascensão e Queda da Revolução Comunista, pp. 364-365)

Quase todo de uma vez começou o holocausto da Espanha [em 1936]. O principal alvo dos revolucionários era… a Igreja Católica. Durante os três meses seguintes, os padres, religiosos e leigos católicos que foram apanhados na parte da Espanha onde a República exercia o  controlo, foram vítimas da mais sangrenta perseguição pela qual a Igreja alguma vez passou desde aquela operada pelo imperador romano Diocleciano no século IV. Ao todo, 6.549 padres e 283 freiras foram martirizados, a muitos, na clássica circunstância do martírio, foi oferecida a vida se renunciassem a fé e a morte se a mantivessem. (Warren H. Carroll, A Ascensão e Queda da Revolução Comunista, pág. 285)

Em Cervera, contas de rosários foram forçadas para dentro dos ouvidos dos monges até que os seus tímpanos fossem perfurados… Certas pessoas foram queimadas, e outras enterradas vivas — e isto após serem obrigadas a cavar as suas próprias covas. Em Alcazar de San Juan, a um jovem homem, distinto pela sua piedade, foram arrancados os olhos. Naquela província, Ciudad Real, os crimes foram de facto atrozes. Um crucifixo foi enfiado à força pela boca a dentro da mãe de dois jesuítas. Oitocentas pessoas foram atiradas para dentro de um poço de mina. (citado por Carroll, A Ascensão e Queda da Revolução Comunista, pág. 286)

[...]até alguns “agressores carregavam bandeiras vermelhas com o machado e a foice. (Carroll, pág. 288)

Sob a batuta de Vladimir Lenin, o autor da revolução Comunista, genocida, e líder da Rússia comunista de 1917 a 1924


Em 1917, Lenin ordenou o encerramento de todas as igrejas católicas em Petrogrado. (Warren H. Carroll,  A Ascensão e Queda da Revolução Comunista,  pág. 169).

Em 1918, Lenin ordenou a proibição de todos os jornais em Moscovo excepto aqueles publicados pelos comunistas. Isto estendeu-se pouco depois a qualquer publicação impressa, inclusive jornais periódicos, etc.  (Warren H. Carroll,  A Ascensão e Queda da Revolução Comunista,  pág. 116).

Em Abril de 1919, seguindo as recomendações de Dzerzhinsky e com a aprovação de Lenin, o governo soviético ordenou o estabelecimento de uma rede de campos de concentração, pelo menos um por província, o primeiro do tipo na história, que serviu como modelo e inspiração a Hitler e os seus nazis, cujos campos de concentração posteriormente vieram a tornar-se infames como os do GULAG. Em 1923, o número desses campos de concentração chegou a 315. (Warren H. Carroll, A Ascensão e Queda da Revolução Comunista, pág. 142)

A fome levou a morte aos lares, ou para tão longe desses quanto um moribundo conseguisse andar. Os campos de trabalho levaram a morte para longe… Parece até presunçoso que alguém escreva sobre o Gulag depois de Alexander Solzhenitsyn. Ele esteve lá; ele transformou o tema Gulag em seu próprio; ele mudou o mundo e a história através daquilo que escreveu sobre este… O máximo que podemos fazer é selecionar, aqui e ali, do que Solzhenitsyn escreveu, e elaborar notas de rodapé — para proporcionar um pouco do sentido, do sabor, do som do vento infernal que soprava pelos campos de extermínio espalhados pelos vastos ermos. (Warren H. Carroll, A Ascensão e Queda da Revolução Comunista, pág. 243)

Descrição do campo de trabalho de Orotukan:

“Podemos começar por Orotukan. A meio do segundo volume de O Arquipélago de Gulag, Solzhenitsyn conclui com uma breve descrição de Orotukan (o qual ele depois situa somente por referência ao rio Kolyma no extremo-norte da Sibéria) — cujos horrores soam-nos ser tão maus quanto, mas não piores que aqueles de muitos outros campos que ele descreveu — com esta singular e dura sentença: ‘Todos os que sobreviveram a Orotukan dizem que prefeririam a câmara de gás.’ Todos os que estiveram lá e sobreviveram, e falaram sobre isso, dizem que prefeririam a morte à sobrevivência… No extremo da cordilheira Chersky de Yakutsk, o rio Kolyma desaguava no Oceano Ártico. Este desaguava, isto é, durante o verão. No inverno era uma faixa de gelo, de cima a baixo; pois as redondezas da cordilheira Chersky são o ponto mais frio da Terra sem contar com o centro da Antártica… No Kolyma, a temperatura média de inverno é sessenta graus abaixo de zero. Setenta e cinco abaixo de zero é comum…

“Até Novembro, eles só tinham abrigos feitos de ramos para viver, e não lhes era dada nenhuma roupa para além da que tinham quando chegaram. Depois eram-lhes fornecidos casebres de madeira feitos de tábua única sem isolamento. Havia lareiras para o aquecimento, mas os trabalhadores tinham de cortar a sua própria lenha — sob trinta, quarenta e ou cinquenta graus negativos — após terem terminado o trabalho do dia. Estes, ainda em Magadan, eram os sortudos. Os menos afortunados eram enviados para iniciar a construção da estrada para Kolyma — a meio do inverno… Não havia casebres aí, apenas tendas e cabanas de ramos. Cães de patrulha impediam que escapassem. Alguns dos campos no caminho para Kolyma foram dizimados até ao último homem e cão — não apenas morreram todos os escravos trabalhadores, mas também todos os guardas…

“Assim que o gelo derreteu no Golfo de Okhotsk, mais barcos chegaram com mais ‘kulaks,’ sabotadores, demolidores, e outros tipos de gente indesejável ao país… Quando o gelo derreteu no fim da primavera de 1934, o Dhzurma finalmente chegou à foz do Kolyma. Todos os 12.000 prisioneiros a bordo estavam mortos. Praticamente toda tripulação sobreviveu. Mas no retorno para Vladivostok, metade deles tiveram de ser tratados por ‘desordem mental.’ O que será que eles viram?

“Orotukan foi construido como um campo de punição para aqueles trabalhadores em Kolyma que sobreviveram e provaram ser particularmente intratáveis. As condições em Orotukan, portanto, deveriam ser propositadamente piores do que as de qualquer outro campo da região. Solzhenitsyn diz-nos que cada cabana em Orotukan estava cercada em três lados por pilhas de corpos congelados. O grande total de mortos em Kolyma foi aproximadamente três milhões. A cada ano, morria um terço dos prisioneiros nos seus campos; quase nenhum lá sobrevivia mais de quatro anos seguidos. Pelo menos um homem morreu por cada quilograma de ouro extraído das minas de Kolyma…” (Warren H. Carroll, A Ascensão e Queda da Revolução Comunista, pp. 243-245)


Descrição dos campos de trabalho do Canal de Belomor:

“A mão-de-obra no Canal de Belomor chegou a cerca de 300.000 no seu pico, sem contar com o quase igualável número daqueles que morreram por excesso de trabalho, mal tratamento, subnutrição, ou doenças do campo, e que iam sendo substituídos à medida que caíam. A taxa de mortalidade era de setecentos por dia; porém, novos prisioneiros chegavam aos campos do Canal de Belomor numa média de mil e quinhentos por dia. O tempo médio de sobrevivência era de dois anos… D.P. Vitkovsky, ele próprio prisioneiro de Solovetsky e supervisor de trabalho no canal, descreve com calma e notável precisão as condições de trabalho e os seus resultados, até para aqueles que não eram internos do campo de trabalho:

‘No fim do dia de trabalho jaziam corpos abandonados no local de trabalho. O gelo tinha pulverizado as suas faces. Um deles encontrava-se curvado debaixo de um carrinho-de-mão virado ao contrário; ele tinha posto as suas mãos para dentro das mangas e morreu congelado nessa posição. Um deles congelou com a cabeça fletida entre os joelhos. Dois congelaram apoiando-se mutuamente de costas voltadas um para o outro. Eram jovens camponeses e os melhores trabalhadores que alguém poderia conceber. Eles eram enviados para o canal às dezenas de milhares, e as autoridades tentaram fazer as coisas de forma a que ninguém calhasse no mesmo sub-campo que o próprio pai; eles tentaram dividir famílias. E logo que chegavam eram-lhes dadas as normas sobre telhas e pedregulhos que não conseguiriam cumprir nem no verão. Ninguém os podia ensinar ou avisar coisa alguma; e na sua simplicidade de camponeses, eles despendiam toda a força no seu trabalho e enfraqueciam rapidamente morrendo congelados, aos pares. À noite, vinham os trenós e os recolhiam. E um som seco e forte ouvia-se à medida que os condutores atiravam os corpos para dentro dos trenós.



E no Verão, sobravam ossos de corpos que não foram removidos a tempo, e que, juntamente com as telhas, iam para dentro do misturador de concreto. (Warren H. Carroll, A Ascensão e Queda da Revolução Comunista, pp. 248-249)

Deportações massivas já tinham começado na Polónia soviética. Em Fevereiro de 1940 mais de duzentas mil pessoas, predominantemente famílias, foram transferidas para o norte da Rússia europeia, onde foram largadas em pequenas vilas ou aldeias pouco habitadas onde tinham de subsistir por si mesmas; em Abril, um número ainda elevado, cerca de 320 mil mulheres e crianças, cujos maridos e pais já tinham sido executados ou consignados aos campos de concentração, foram enviadas para os degredos do Cazaquistão onde a maioria das crianças morreram; em Junho, mais um quarto de milhão foi enviado para a Sibéria. (Warren H. Carroll, A Ascensão e Queda da Revolução Comunista, pág. 318)


Sob a batuta de Joseph Stalin, possivelmente o maior genocida da história, líder da Rússia comunista de 1924 a 1953


Em Maio de 1929, o Conselho do Comissariado do Povo definiu formalmente ‘kulak’ como qualquer lavrador que lucrasse qualquer tipo de dinheiro com  qualquer tipo de actividade que não a venda da produção agrícola dos seus próprios terrenos. Qualquer rendimento exterior, qualquer processamento de bens feito na fazenda (tal como o de um moinho manual) era suficiente para que o indivíduo fosse considerado um ‘kulak’. Quando a campanha de extermínio foi lançada em 1930, entre dez a quinze por cento dos pequenos lavradores em cada região foram arbitrariamente taxados de kulaks e liquidados. Se não houvesse o suficiente destes com um perfil que enquadrasse na definição de 1929, outros tinham de ser adicionados para completar a quota. Podiam ser escolhidos pelos níveis de rendimento, actual ou aparente; por liderança nas vilas locais… por oposição à colectivização forçada (uma razão particularmente comum para designar alguém como um kulak); ou simplesmente por serem cristãos devotos… Este foi o primeiro acto de um holocausto camponês de 1930 a 1934 que tirou a vida à dez milhões segundo as estimativas do próprio Stalin fornecidas ao presidente dos Estados Unidos Franklin Roosevelt em Yalta, e uma estimativa de 14,5 milhões quando todas as vítimas, incluindo aquelas que foram enviadas para campos de trabalho e que morreram posteriormente, são tomadas em conta. (Warren H. Carroll, A Ascensão e Queda da Revolução Comunista, pp. 224-225)

Um vento frio soprou neve nos desafortunados que não estavam vestidos adequadamente, pois não lhes fora permitido levar roupa quente com eles. Nós queríamos ajudar de alguma forma, e uma vez que podíamos assumir que seriam banidos para a Sibéria, nós tínhamos de conseguir para eles alguma roupa que fosse bem quente… Sob atenta supervisão dos soldados, uma grande quantidade de trenó foram movidos para o pátio. Tinham o propósito de tirar os camponeses detidos das suas vilas. O carregamento de seis a oito pessoas por vagão começou imediatamente, controlado através da utilização de uma lista… esposos foram separados de suas esposas e crianças de seus pais… Assim que um trenó moveu-se para unir-se a uma coluna, um jovem  surgiu e correu em direcção a outro trenó no qual estavam a sua impotente esposa em lágrimas e as crianças. O pai obviamente queria estar com a sua família, mas não os alcançou. O camarada Pashchenko, presidente do soviete da vila que estava a supervisionar toda a acção, sacou o seu revólver e atirou calmamente. O jovem pai caiu morto na neve, e o trenó que transportava a sua viúva e órfãos continuou. (Warren H. Carroll, A Ascensão e Queda da Revolução Comunista, pp. 227-228)

Há relatos de ‘kulaks’ em comboios para o Cazaquistão ou Sibéria, trancados em carruagens que transportavam cinquenta cada uma, com um pedaço de pão e um balde de chá ou uma sopa pouco consistente para cada dez pessoas (e isso nos dias em que eram entregues), a rastejar com vermes, privados de agasalho no inverno, a sufocar no calor de verão, a atirar os bebés moribundos pela janela para pôr fim aos seus sofrimentos. (Warren H. Carroll, A Ascensão e Queda da Revolução Comunista, pág. 228)

“A fria e dura realidade da situação era esta: os lavradores ucranianos iam morrer; e os operativos comunistas temiam a morte, ser erradicados, ou os campos de trabalho se eles nãos os deixassem morrer. Eles sabiam que não havia cereal. Toda gente sabia. Mas ninguém se atrevia a dizê-lo… Entretanto, as pessoas comiam ratazanas, ratos, pardais, caracóis, formigas e minhocas, couro e solas de sapato, peles velhas e pelugens, ossos do chão, cascas de acácia e urtigas. Em Março, em muitas áreas, até a maioria dessas coisas tinha acabado, e não havia mesmo nada restante para comer. Um terrível silêncio invadiu as aldeias; não havia animais para fazer qualquer barulho e as pessoas ainda vivas raramente falavam. Victor Kravchenko, na altura um ativista do Partido enviado à Ucrânia, que posteriormente repudiou o comunismo e que conseguiu a sua liberdade escapando, relembrou o que vira:


‘Aqui vi pessoas a morrer na solidão vagarosamente, de formas horríveis, sem a desculpa do sacrifício por uma causa. Eles foram presos e abandonados à fome, cada um em sua própria casa, por uma decisão política tomada numa longínqua capital à volta de mesas de conferência e de banquete. Não havia sequer a consolação do inevitável para aliviar o horror. As vistas mais terrificantes eram as de crianças com os seus membros, que mais pareciam ser de esqueletos, como que pendessem de seus abdómenes semelhantes a balões. A fome retirou qualquer traço de juventude das suas faces, transformando-as em gárgulas torturadas; nos olhos somente ainda se mantinha qualquer rastro de infância. Por todo o lado encontravam-se mulheres e homens estendidos de bruços, as suas faces e barrigas inchadas, os seus olhos completamente sem expressão… Cerca de cinco milhões de ucranianos morreram nesta fome deliberada e genocida.’” (Warren H. Carroll, A Ascensão e Queda da Revolução Comunista, pág. 240-241)


Creio que com isso dá para se ter uma idéia do que foi o genocídio comunista e sua perseguição aos católicos. Apenas alguns exemplos. Em outro artigo pretendo mostrar como estes e outros países massacrados se libertaram deste regime.

domingo, 16 de julho de 2017

Ascetismo Beneditino:

Quando viu a decadência moral e espiritual de seu tempo, o jovem Bento decidiu subir para as montanhas e tornar-se eremita.


Publicado no dia 11 Julho 2017

Qualquer semelhança com a nossa época não é mera coincidência

SÃO BENTO ROGAI POR NÓS

Por Padre. Dwight Longenecker | Tradução: Equipe CNP

Pelo final do século V, o Império Romano estava em ruínas. Enfraquecida desde dentro pela corrupção, pela opulência, pela luxúria e pelo comodismo, a cidade de Roma foi, durante boa parte do século, violentamente invadida por povos estrangeiros.

O Império foi à bancarrota, tanto moral quanto financeiramente, e, por volta do ano 500, Bento — um jovem nobre da cidade de Núrsia — decidiu que a melhor coisa que poderia fazer era subir para as montanhas e tornar-se eremita. Primeiro, ele foi a Subiaco e viveu em uma caverna, onde foi orientado por um monge mais velho. Finalmente, mudou-se para o sul, em Monte Cassino, onde estabeleceu pequenas comunidades de homens e mulheres que pudessem seguir uma vida simples e digna de trabalho, estudo e oração.

G. K. Chesterton diz que cada século é salvo pelo santo que lhe é mais contrário. A simplicidade monástica de São Bento era justamente a resposta de que a corrupção e a opulência do decadente Império Romano precisavam. Ele respondeu à luxúria com a pureza, à avareza com a simplicidade, à ignorância com a sabedoria, à decadência com a indústria e ao cinismo com a fé. Suas comunidades nas montanhas se tornaram faróis em uma época de trevas e um refúgio para as tempestades que estavam prestes a cair.

Vale a pena lembrar o exemplo de Bento hoje, quando muitos vêem aproximar-se as mesmas tempestades do que parece ser a derrocada da civilização ocidental. Quando consideramos o fim que levou a Roma pagã, os paralelos são sensivelmente similares.

Também a nossa cultura está enfraquecida desde dentro por incríveis opulência, luxúria e sensualidade. Como os antigos romanos, a nossa sociedade mata os seus filhos que ainda não nasceram em um nível alarmante e também investe grandes montantes em máquinas militares para dominar o mundo. Nossos ricos “patrícios” reinam de seus templos de poder sem nenhuma preocupação com o povo, enquanto os “plebeus” comuns rangem os dentes com descontentamento cada vez maior. Também nós nos sentimos ameaçados por bárbaros desconhecidos que vêm do outro lado do mundo e também nós nos preocupamos em defender-nos das hordas que cruzam as nossas fronteiras.

Por que Bento escolheu simplesmente retirar-se? Acredito que ele o fez porque percebeu que a civilização romana não tinha salvação, ela já tinha chegado ao fim de sua vida útil. O primeiro capítulo da Epístola de São Paulo aos Romanos explica como Deus entrega as pessoas aos seus desejos pecaminosos e, por isso, as suas mentes ficam obscurecidas. Elas se tornam viciadas e cegas pelo pecado e são incapazes de pensar retamente. Bento subiu para as montanhas porque percebeu que com os romanos não havia diálogo. Não havia argumento possível porque os seus corações e mentes estavam obscurecidos. Eles tinham perdido a capacidade de raciocinar e a habilidade de escutar e amar a verdade.

Essa é cada vez mais a situação do mundo de hoje. Já há muito tempo que a nossa civilização virou as costas para a verdade, para a beleza e a para a bondade da fé cristã; que temos nos sujeitado ao comodismo, entregando-nos a grandes pecados de luxúria, crueldade e assassinato. Como sociedade, nós destruímos o matrimônio, abusamos de nossas crianças, matamo-nos uns aos outros, travamos guerras e roubamos dos mais pobres. Nossos corações e mentes estão agora obscurecidos. Atingidos pelo câncer intelectual do relativismo, não somos capazes nem de ouvir a razão nem de produzir argumentos. Fomos abandonados ao turbilhão de nossas emoções, agitados pela raiva, pelo ódio irracional e pela frustração demoníaca.

O que podemos fazer? Como católicos, nós viveremos cada vez mais a “opção beneditina”. Há quem pense que terminaremos nos escondendo em nossos próprios enclaves, como sobreviventes de um holocausto nuclear, mais ou menos como uma volta às catacumbas. Eu não seria tão pessimista. Acredito que a “opção beneditina” pode ser simplesmente uma percepção de que precisamos retornar à essência da nossa fé e vivê-la em nossas já existentes comunidades paroquiais. Nossas paróquias podem tornar-se refúgios de paz, centros de cultura, educação e razão. Elas podem tornar-se lugares onde a oração, o trabalho e o estudo são valorizados.

Sem formar novas comunidades monásticas, nossas famílias e paróquias podem transformar-se em “mosteiros domésticos”, onde nós viveremos com simplicidade e cultivaremos com consciência a nossa fé, refugiando-nos do dilúvio que devasta a nossa sociedade.

Para tanto, nós precisaremos reavaliar a nossa relação com a cultura que nos rodeia. Precisaremos simplificar as nossas vidas. Será que realmente precisamos de todas essas coisas materiais que nos puxam para baixo e nos atolam nas dívidas e no estresse? Será que realmente precisamos correr tão freneticamente, com tanta pressa, o tempo todo? Temos realmente que nos conformar com a sociedade agitada, vaidosa e avarenta em que vivemos? Realmente precisamos de todo esse entretenimento e distração que nos leva à destruição? Acho que não.

Contra tudo isso, a “opção beneditina” colocará o nosso foco nos votos que estão no coração da Regra de São Bento: estabilidade, obediência e conversão de vida. A estabilidade nos ajudará a desenvolver raízes profundas em nossa fé, em nossas famílias e em nossa Igreja. Encontraremos aí a nossa segurança, e não em nosso trabalho, em nosso dinheiro ou em nossas realizações. A obediência significa que procuraremos submeter-nos constantemente às Sagradas Escrituras, aos ensinamentos da Igreja, a Deus e uns aos outros. A conversão de vida significa que tudo o que fizermos e dissermos, e toda decisão que tomarmos, será determinada por nosso desejo de sermos completamente transformados na imagem de Cristo. Ou, como São Bento põe em sua regra, “Christo nihil praeponere — nada antepor a Cristo”.

As simples e humildes comunidades beneditinas se tornaram a fundação da maior civilização que o mundo já viu. Por um milênio, a Europa cristã esteve enraízada na singela intuição de São Bento de Núrsia. Se os católicos fizerem essa opção, ainda podemos forjar uma fundação forte e vigorosa para o futuro da nossa sociedade.

Fonte: National Catholic Register | Tradução e adaptação: Equipe Christo Nihil Praeponere

Via: www.sensusfidei.com.br  e   www.sinaisdoreino.com.br

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Por Dilson Kutscher

Conforme já disse...

Em tempos extraordinários como estes, quando o próprio "Papa", que deveria zelar pelas tradições da Santa Igreja, contudo fala com a voz de um estranho... "Depois de conduzir todas as suas ovelhas para fora, vai adiante delas; e as ovelhas seguem-no, pois lhe conhecem a voz. Mas não seguem o estranho; antes fogem dele, porque não conhecem a voz dos estranhos!" (João 10, 5) ...o nosso primeiro dever é  defender a fé. Dom Prosper Guéranger escreveu: “Quando o pastor se transforma em lobo, o primeiro dever do rebanho é de se defender ".

Para se manter no Caminho de Deus, firmes na fé e verdade, durante a crise atual da Igreja, nós simplesmente precisamos seguir o ensinamento de São Paulo mantendo a tradição, sempre ensinada e defendida pelos Santos, Doutores e Papas.

"E pelo anúncio do nosso Evangelho vos chamou para tomardes parte na glória de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, pois, irmãos, ficai firmes e conservai os ensinamentos que de nós aprendestes, seja por palavras, seja por carta nossa". (II Tessalonicenses 2, 14-15)

Nas Revelações de Jesus a Beata Anna Maria Taigi, foi dito e anunciado:

"Oh Roma, Roma, habitantes iníquos, que desconheceis o bem que Eu vos fiz. Vou tomando nota de vossa incorrespondência. Mas, quando Meu Pai der a ordem, tudo acabará!... Sabei que agora as almas chovem como neve no inferno. Chorem e chorem todos amargamente, porque Roma não pode mais ser chamada de santa.  O respeito humano leva ao inferno muitos confessores com todos os seus penitentes. Para não dar um remédio amargo ou o mais mínimo desgosto, morrem tantas almas e vão para a casa do diabo. (...) de quem é a culpa? (...) Sabes de quem é? (...) Quando esses estarão diante de meu Tribunal, o que será deles? (...) Por esta razão, chove almas no inferno como a neve. (...) Vedes quantas ruínas há no mundo? Esta é a causa' (Vol. VII, 433 - 437).

A Soeur de la Nativité ou Irmã da Natividade ou Jeanne Le Royer (1731-1798), religiosa Urbanista de Fougères, Jesus disse: "Aqueles que deveriam guardar a civilização dormiram: os sacerdotes".


Disse Soeur de la Nativité: "Deus me fez ver a malícia de Lucifer e a intenção diabólica e perversa de seus agentes contra a Santa Igreja de Jesus Cristo. Às ordens de seu chefe, estes malvados percorreram a terra furiosos, com os desígnios de preparar os caminhos e trilhas ao anticristo".

A visionária fala dos falsos pastores, os modernistas ou progressistas. entre aqueles que deveriam sustentá-la, se encontraram covardes, indignos, falsos pastores, lobos vestidos com pele de cordeiro, que entraram no rebanho para seduzir as almas simples, degolar o aprisco Jesus Cristo, e deixar a propriedade do Senhor a depredação dos ladrões, dos templos e dos santos altares à profanação.

Disse Nossa Senhora do Bom Sucesso, no ano de 1594, ao tratar da propagação das heresias no Fim dos Tempos: “Tempos funestos sobrevirão, nos quais aqueles que deveriam defender em justiça os direitos da Igreja, sem temor servil nem respeito humano, darão as mãos aos inimigos da Igreja para fazer o que estes quiserem” (II, 98).

Lembrando...

Apariçöes de Nossa Senhora: Japäo- A Advertência de Akita.

A aparição foi considerada autêntica, como foram Lourdes, La Salette, Fátima...

Parte da mensagem recebida pela monja Agnes Katsuko Sasagawa:

A PROFECIA DE NOSSA SENHORA SE CUMPRE, ELA DISSE

"O Diabo se infiltrará até mesmo na Igreja de tal um modo que haverá cardeais contra cardeais, e bispos contra bispos. Serão desprezados os padres que me veneram e terão opositores em todos os lugares. Haverá vandalismo nas Igrejas e altares. A Igreja estará cercada de asseclas do demônio que conduzirá muitos padres a lhe consagrar a alma e abandonar o serviço do Senhor".

Não é isto que infelizmente temos visto hoje dentro da Igreja?

Lembrando...

Em 1846 Nossa Senhora apareceu, em La Salette, a duas crianças: Maximino e Melânia.

     Posteriormente essa aparição teve aprovação da Igreja.

     É bem famoso aquela parte destas revelações chamada de "O Segredo de La Salette".

No contexto de La Salette há uma mensagem que deixou perplexos os católicos, na qual Nossa Senhora disse: "Roma perderá a fé, e converter-se-á na sede do anticristo".

Diz ainda na Sagrada Escritura:

"À boca a trombeta! O inimigo precipita-se como uma águia sobre a casa do Senhor, porque violaram minha aliança e transgrediram minha lei". (Oséias 8, 1)

"É que o zelo de vossa casa me consumiu, e os insultos dos que vos ultrajam caíram sobre mim. Minha oração, porém, sobe até vós, Senhor, na hora de vossa misericórdia, ó Deus. Na vossa imensa bondade, escutai-me, segundo a fidelidade de vosso socorro. Ouvi-me, Senhor, pois que vossa bondade é compassiva; em nome de vossa misericórdia, voltai-vos para mim". (Salmos 68)

domingo, 9 de julho de 2017

Perseguição aos Bons Padres:

Eclesiásticos do Fim dos Tempos: Na Itália, arcebispo tira os deveres pastorais de padre que sustenta o autêntico ensino da Igreja

 
Publicado no dia 08 Julho 2017

Defendendo a santidade do matrimônio


Um sacerdote católico na Sicília foi removido de sua paróquia e suspenso de suas funções, porque defendeu a santidade do casamento, dizem os paroquianos.

O Arcebispo de Palermo, Corrado Lorefice, proibiu o Dom Alessandro Maria Minutella, da paróquia de São João Bosco, de celebrar a missa, administrar os sacramentos ou pregar, informou o jornalista italiano Marco Tosatti.

De acordo com alguns paroquianos, uma das razões oficiais para as medidas foi "não contrariar ao ensinamento deste pontificado atual". O problema, eles acreditam, é duelar as interpretações de Amoris Laetitia. O sacerdote não acredita que a Exortação pós-sinodal permite a distribuição da Sagrada Comunhão "com as pessoas separadas (no casamento) que vivem numa condição objetiva do pecado". Em vez disso, ele reafirmou os ensinamentos de João Paulo II, dizendo, que faltava clareza da parte de Francisco às perguntas feitas pelos quatro cardeais, e manteve a antiga negação de comunhão àqueles com relações adúlteras.

Os paroquianos estão tristes de que Dom Minutella nem sequer tenha permissão para celebrar a última Missa com seus "fiéis queridos".

Em defesa do pastor, o Conselho Paroquial escreveu ao Arcebispo Lorefice uma carta, ressaltando que suspender um sacerdote que defende a "doutrina da Igreja" tem ramificações internacionais. "Toda a Itália está acompanhando de perto a questão", escreveram. "Na verdade, não é simplesmente o futuro de Dom Alessandro ou da paróquia que está em jogo, mas a de toda a Igreja Católica".

A diocese não respondeu a um pedido de comentário da LifeSiteNews.

A carta, traduzida pela LifeSiteNews, é a seguinte:

A Sua Excelência Corrado Lorefice, Arcebispo Metropolitano de Palermo:

Em nome de todos os paroquianos, expressamos a nossa proximidade, o nosso carinho e a solidariedade com o pároco que durante muitos anos nos amou intensamente, educando-se na fé, guiando-nos espiritualmente e passando toda a sua vida, minuto por minuto, pelo bem das almas desta paróquia.

O decreto de demissão do cargo de pároco que nos foi divulgado hoje nos deixou mais do que nunca perdidos, chocados e francamente confundidos. Para ver nosso amado pastor Dom Alessandro Minutella removido com força é um momento de grande sofrimento para nós como paroquianos. Sem este sacerdote como guia para nossas almas, nos sentimos verdadeiramente perdidos e abandonados pelo nosso bispo. Nós somos como ovelhas sem um pastor!

Você, Excelência, não se dignou a aceitar nosso convite para chegar à nossa paróquia. Pedimos, portanto, se você tem problemas conosco, os paroquianos, que procuram viver com fé, esperança e caridade em Cristo sob a orientação desse humilde e zeloso e incansável pastor das almas, padre Alessandro.

Este decreto de demissão da paróquia parece ser infundado, já que não encontramos nada confuso ou errôneo nos ensinamentos ou ministério sacerdotal de Dom Alessandro. Portanto, este decreto nos impõe, corretamente, acreditar que existem outros motivos e exigimos que você, Excelência, venha nos explicar pessoalmente.

Em um espírito de respeito e obediência à sua pessoa, como bispo de Palermo, sentimos uma necessidade urgente de falar diretamente com você, convidando-o mais uma vez a comparecer pessoalmente para nos falar como paroquianos e explicar a razão pela qual você está removendo nosso Pároco. Caso contrário, consideraremos essa remoção como resultado de um problema pessoal com Dom Minutella, motivado mesmo por uma aversão pessoal ou calúnias distribuídas por alguns irmãos sacerdotes que são invejosos e incomodados pelo ministério frutífero, sólido e fiel do nosso mais amado pároco Dom Alessandro.

Encontramos o nosso sacerdote como um tesouro, corajoso e disposto a lutar, defender, promover e propagar a verdadeira doutrina da Igreja católica neste momento de confusão e confusão entre os fiéis.

Excelência, nós avisamos, de forma inconfundível, de que não aceitaremos voluntariamente nenhum outro pastor, a menos que você venha nos explicar. Este pedido, o convite para chegar à nossa paróquia, decorre do desejo unânime dos paroquianos que se sentem totalmente desconcertados e abandonados. Caso contrário, como dito acima, não permitiremos voluntariamente que outro sacerdote venha tomar posse da paróquia. Nós, como comunidade cristã, assumimos a responsabilidade pela nossa decisão, desobedecendo Dom Alessandro Minutella, que nos pediu para manter a calma. O que está em jogo é o bem de nossas almas! Não é respeitoso para as nossas pobres almas ver nosso sacerdote, que se deu a si mesmo para servir a nossa comunidade, humilhado, maltratado e infligido com um castigo severo. Pedimos-lhe, Excelência, que nos mostre uma infinidade de respeito e carinho, aceitando nosso convite e digno de visitar nossa paróquia.

Sem conhecer os possíveis motivos [para a demissão], os paroquianos continuarão a considerar Dom Alessandro, nosso pastor. Este sacerdote é um homem de Deus e sempre deu tudo por nós. Não permitiremos o estabelecimento de um novo pastor porque o nosso é legítimo e fiel ao Magistério de 2000 anos da Igreja católica romana apostólica. Somente ao aceitar o que pedimos, você irá provar seu respeito e atenção à nossa paróquia.

Ficamos estupefatos com a sua decisão. Perguntamos imediatamente o erro grave que nosso pastor fez para ser removido da paróquia. Foi-nos dito que o bispo escreveu no decreto que o padre Alessandro fez sérias acusações contra o Romano Pontífice com uma recusa substancial do ensino e magistério proposto por ele.

Além disso, se o problema diz respeito à interpretação de Amoris Laetitia, antes que o problema seja de Don Alessandro, somos nossos fiéis, mais do que nunca confundidos e perdidos por causa deste novo magistério da igreja universal. E mesmo a grande parte da Igreja que foi rotulada de fariseus de coração duro e hipócritas católicos fundamentalistas tem direito a respostas, não a condenação.

A confusão causada pela Exortação pós-sinodal "Amoris Laetitia" foi mencionada por diferentes autoridades eclesiásticas em todo o mundo, incluindo ilustres cardeais da Igreja Católica, e pode ser vista por todos. Talvez o erro do nosso amado pároco seja ser um Cristo pobre que diga a verdade sem os vergonhosos compromissos de grande parte da hierarquia.

Por que, então, apontar para este sacerdote simples e humilde que simplesmente tenta guiar suas ovelhas no caminho da verdade e da doutrina do eterno Magistério da Igreja? Seu decreto de demissão, além de aumentar nossa dor, realmente nos deixa completamente perdidos e humilhados. E isso não é uma questão de preocupação pessoal em relação à moralidade ou doutrina, nem mesmo à fiel gestão pastoral da paróquia pelo Padre Alessandro. Isso é demonstrado pelo impacto imediato da mídia no assunto. Toda a Itália está agora a acompanhar de perto a questão. Na verdade, não é simplesmente o futuro de Dom Alessandro ou da paróquia em jogo, mas de toda a Igreja Católica.

Se você realmente tem no coração o bem de nossas almas, você irá comprometer-se a aceitar nosso convite. Por agora vamos manter aqui nosso pároco, Dom Alessandro Minutella, que continua a nos guiar, nos ensinar e santificar-nos como sempre. Ele tornou-se claramente um símbolo profético, na medida em que defende hoje os ensinamentos do Evangelho sobre a família.

Avançamos com Maria e Jesus.

O Conselho Paroquial, em nome dos paroquianos

Palermo, 26 de junho de 2017

Fonte: www.lifesitenews.com  (artigo traduzido)

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Magistério da Igreja, ao ser ouvido e compreendido, ensina aos demais a doutrina infalível. Sua altíssima missão é: proteger a seu Povo dos desvios e dos relaxamentos, e garantir-lhe a possibilidade objetiva de professar sem erro a fé autêntica. O Magistério é um instrumento que nos garante estar de acordo com a doutrina dos Apóstolos, ensinada a eles pelo próprio Divino Mestre Jesus. Portanto, a obrigação do Magistério está em cuidar que o povo de Deus permaneça na VERDADE e não no erro. Sem o Magistério o grande e belo edifício da doutrina verdadeira estaria sujeito a infiltração da heterodoxia, aquilo que não está de acordo com a doutrina e, assim, poderia mesclar-se com o erro, um antro de confusão, caos e horror.

Sempre e novamente lembrando...

Declarou Dom Marcel Lefebvre, que foi Arcebispo Emérito de Tulle, na França.

"Quando eu era criança, a Igreja tinha por toda parte, a mesma fé, os mesmos sacramentos, o mesmo sacrifício da missa. Se me houvessem dito então que isto mudaria, eu não teria podido acreditar. Em toda a extensão da cristiandade se rezava a Deus da mesma maneira. A nova religião liberal e modernista semeou a divisão.

Duas religiões (católicas) se afrontam (os conservadores X modernistas); nós nos encontramos numa situação dramática, não é possível deixar de fazer uma escolha, mas esta escolha não é entre a obediência e a desobediência. O que se nos propõe, aquilo a que se nos convida expressamente, porquê nos perseguem, é escolher um simulacro de obediência. O Santo Padre, com efeito, não nos pode pedir que abandonemos nossa fé.

Nós escolhemos então conservá-la e não podemos enganar-nos atendo-nos àquilo que a Igreja ensinou durante dois mil anos. A crise é profunda, sabiamente organizada e dirigida, por sinal que se pode verdadeiramente crer que o chefe do empreendimento não é um homem, mas o próprio Satã. Ora é um golpe magistral de Satã ter chegado a fazer os católicos desobedecerem a toda a tradição em nome da obediência.

A autoridade, mesmo legítima, não pode ordenar um ato repreensível, mau. Ninguém pode obrigar qualquer pessoa a transformar seus votos monásticos em simples promessas. Igualmente ninguém pode fazer que nos tornemos protestantes ou modernistas.

Pois bem, eu não sou desta religião. Não aceito esta nova religião. É uma religião liberal, modernista, que tem seu culto, seus sacerdotes, sua fé, seus catecismos, sua Bíblia ecumênica traduzida em comum por católicos, protestantes, anglicanos (enfim seitas) jogando com pau de dois bicos, dando satisfação a todo o mundo, sacrificando muito freqüentemente a interpretação do magistério. Nós não aceitamos esta Bíblia ecumênica. Há a Bíblia de Deus, é Sua Palavra a qual não temos o direito de misturar com a palavra dos homens. (com as modas e novidades do mundo, para agradar aos homens e não a DEUS)

Logo é uma inversão total da Tradição e do ensino da Igreja que está se operando, depois do Concílio e pelo Concílio. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário".

Diz na Sagrada Escritura:

"Pedro e os apóstolos replicaram: Importa obedecer antes a Deus do que aos homens". (Atos dos Apóstolos 5, 29)

Orgia e Cocaína no Vaticano:

Eclesiásticos do Fim dos Tempos: Monsenhor preso (acredite se quiser) por orgia gay com drogas no Vaticano, teve nome divulgado

 
Publicado no dia 08 Julho 2017

Na foto abaixo, de 2011, Capozzi aparece na extrema esquerda, com o Cardeal Coccopalmetio na outra ponta.


Nota de www.rainhamaria.com.br

Noticia do Blog thyselfolord.blogspot.com.br e confirmada pelo site - www.lifesitenews.com

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Artigo por Pedro Erik

Eu noticiei o acontecido recentemente aqui no blog, de que a polícia do Vaticano tinha prendido um Monsenhor em flagrante durante uma orgia gay dentro do Vaticano, e que as suspeitas era que de que esse Monsenhor era ligado ao Cardeal Coccopalmerio. Suspeitas confirmadas.

Hoje vejo que foi divulgado o nome do Monsenhor em questão. Trata-se do Monsenhor Luigi Capozzi. Esse Monsenhor, assim como o Cardeal Coccopalmerio, são "ardentes apoiadores de Francisco".

Nota: Monsenhor Luigi Capozzi (à esquerda) é secretário do Cardeal Francesco Coccopalmerio (centro) que é um colaborador próximo de Francisco.

Capozzi se autodenomina em seu linkedin, como um "especialista em lei canônica e teologia dogmática". Parece que ele faltou a leituras da Bíblia sobre o homossexualismo e as aulas de catecismo sobre gays e drogas.

O texto do Life Site News diz que Capozzi costumava usar um carro luxuoso com placa da Santa Sé e assim pode transportar cocaína para o Vaticano sem ser parado pela polícia. Ele só foi pego porque as pessoas reclamaram da quantidade de pessoas que entravam no prédio e do barulho.


No momento da prisão, Capozzi estavam tão drogado que teve de internado em clínica de desintoxicação. O site diz que ele agora está em um convento para "recuperação espiritual".


Life Site News disse que Capozzi estava na iminência de ser apontado bispo pelo Papa, com a recomendação de Coccopalmerio.

Coccopalmerio recentemente publicou um livro pelo Vaticano, defendendo as posições do Papa Francisco na encíclica Amoris Laetitia. Como se sabe, essa encíclica tem um viés de liberação da Eucaristia que contradiz os dogmas da Igreja e até o próprio Cristo.

Bom, pelo menos por enquanto, a Igreja escapou de ter um bispo gay viciado em cocaína. Será que há outros?

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Por Dilson Kutscher

Em La Salette - França, 1846, Aparição também reconhecida pela Santa Sé, disse a Mãe de DEUS: “Os sacerdotes, ministros de Meu Filho, por sua má vida, por suas irreverências e por sua impiedade em celebrar os santos Mistérios, por seu amor ao dinheiro, às honras e aos prazeres, se converteram em cloacas de impurezas” (isso em 1846, imaginem agora) Que com suas infidelidades e sua má vida crucificam de novo ao Meu Filho!”

Disse JESUS à Sua serva Catalina de Jesús Herrera (1795), conhecida pelas revelações sobrenaturais que teve e por sua vida de santidade. Ó meu Jesus, começastes a me dar a entender quão decepcionado estavas com os religiosos. E me dizias: "Os eclesiásticos são causa da perdição das pessoas seculares. E como por seus maus costumes deixaram que se lhes perdesse totalmente o respeito, já o mundo não faz nenhum caso deles, razão pela qual não é de nenhum proveito o que pregam. Se eles vivessem como devem, meu Espírito infundiria por seus lábios fervor nas pessoas do mundo. E daí se seguiria a moderação nos costumes. Mas como as pessoas do mundo veem que eles fazem as mesmas coisas que os outros, foi-se introduzindo o hábito de desprezá-los, e fica sem efeito a sua Doutrina".

Em uma entrevista de 1992 com o Padre Malachi Martin, consultor teológico do Cardeal Augustin Bea, disse o seguinte: “Não há dez bispos que concordem com alguma coisa. Não há duzentos padres que concordem com alguma coisa. Não há coesão sobre a presença real do Santíssimo Sacramento, sobre a devoção a Nossa Senhora, sobre o valor do celibato, sobre o valor da pureza, sobre o valor do matrimônio, ou sobre o valor da vida humana. Estamos divididos pela dissensão. A maioria dos católicos romanos aceitam a contracepção. A maioria aceita o aborto como opção. Um elevado percentual aceita o homossexualismo. O que é isso? Temos o homossexualismo nos seminários, dirigidos pelos bispos. Temos hereges ensinando nos seminários, dirigidos pelos bispos. A Igreja como a conhecíamos não existe mais! E Roma não pode fazer nada a respeito. Eles (eclesiásticos) sabem disso tudo, mas eles não podem fazer nada a respeito. Então, descobrimos que há um anel de sacerdotes na Arquidiocese de Chicago, que tem praticado pedofilia satânica entre si.  Por quanto tempo isso tem ocorrido? E ninguém tem feito nada a respeito! A Igreja não existe como antes".

Novamente lembrarei do que disse o Santo Dom Bosco: "O padre (padre, bispo, cardeal e qualquer religioso) não vai sozinho para o Céu. Nem para o inferno. Se agir bem, irá para o Céu com as pessoas que ajudou com seu bom exemplo. Se for infiel, se perderá com as pessoas condenadas por seu escândalo".

O Santo Padre Pio resume numa frase: "O Sacerdote, ou é um Santo, ou é um demônio." Ou santifica, ou arruína.

Disse São João Crisóstomo: “Nunca Deus é tão ofendido como e quando os que O ultrajam estão revestidos da dignidade sacerdotal".

Diz na Sagrada Escritura:

"É a ruína que está chegando. Procurar-se-á salvação, sem que se possa encontrá-la. Sobrevirão desastres sobre desastres, má nova sobre má nova. Pedir-se-ão oráculos ao profeta, faltará a lei para o sacerdote, e o conselho para os anciãos. O rei há de pôr luto, ficará o príncipe cheio de consternação, tremerão as mãos dos homens do povo. Tratá-los-ei de conformidade com o proceder que levaram, julgá-los-ei conforme houverem merecido. Então saberão que sou o Senhor". (Ezequiel 7, 25-27)

"Porque o desejo da carne é hostil a Deus, pois a carne não se submete à lei de Deus, e nem o pode. Os que vivem segundo a carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não viveis segundo a carne, mas segundo o Espírito, se realmente o espírito de Deus habita em vós. Se alguém não possui o Espírito de Cristo, este não é dele". (Romanos 8, 7-9)

"Mando-te hoje que ames o Senhor, teu Deus, que andes em seus caminhos, observes seus mandamentos, suas leis e seus preceitos, para que vivas e te multipliques, e que o Senhor, teu Deus, te abençoe na terra em que vais entrar para possuí-la. Tomo hoje por testemunhas o céu e a terra contra vós: ponho diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição. Escolhe, pois, a vida, para que vivas com a tua posteridade, amando o Senhor, teu Deus, obedecendo à sua voz e permanecendo unido a ele. Porque é esta a tua vida e a longevidade dos teus dias na terra que o Senhor jurou dar a Abraão, Isaac e Jacó, teus pais". (Deuteronômio 30, 16 e 19-20)

sábado, 1 de julho de 2017

Deixem o Pequenino Charlie Viver:

Padre Silvio Roberto: A Nova Ordem Mundial toma as crianças dos pais, para matá-las

 
Publicado no dia 30 Junho 2017



No dia 27/06/17 um bebê de 10 meses, Charlie Gard, foi condenado à morte. O fato em si já deveria ser chocante, mas há outras nuances do processo que o tornam ainda mais amedrontador. Charlie Gard é um bebê que sofre de uma rara doença genética, que causa danos ao seu cérebro e vem sendo tratado no Hospital Great Ormond Street em Londres. Segundo o Hospital, o bebê não tem mais condições de recuperação e, por isso, seus aparelhos devem ser desligados, ou seja, o Hospital decidiu mata-lo por eutanásia.

Os pais do bebê, Charlie, Connie e Chirs, conseguiram arrecadar 1,4 milhão de libras, para que ele possa ser transferido para os Estados Unidos, para continuar o tratamento.


Daí veio o segundo golpe: o Hospital não quer permitir a liberação da criança, insistindo em matá-la! Os pais recorreram à lei e, após passar por todas as instâncias possíveis, chegaram na Corte Europeia de Direitos Humanos, que negou o pedido dos pais. Não há mais onde recorrer. O pequeno Charlie será morto a qualquer momento.

O que estamos assistindo é terrível: o assassinato de crianças, agravado pela negação do poder familiar. O Estado totalitário, à semelhança do Reich nazista, está dizendo que os filhos não estão sob a autoridade e responsabilidade dos pais, mas sim dele, o Estado. Tudo feito sob a alegação dos direitos humanos, no caso, o “direito a uma morte digna”. No cenário da Nova Ordem Mundial que está se formando, os direitos humanos são na verdade uma forma de impor a vontade de alguns sobre Nações inteiras e suas famílias. Por Nova Ordem Mundial entendemos o processo de perseguição aos valores judaico/cristãos de nossa sociedade (vida, família, liberdade), na busca de erigir uma sociedade pagã, ateia e servil ao Estado que, por sua vez, é controlado por um pequeno grupo.

Esta medida da Corte Europeia se tornará uma jurisprudência, permitindo que milhares de outras crianças sejam assassinadas, mesmo contra a vontade de seus pais. A eutanásia de crianças, que já vinha acontecendo na Bélgica agora é uma realidade para todo o continente Europeu, com o agravante de não depender do consentimento dos pais. As palavras de um dos pais do iluminismo europeu tornam-se realidade: “As crianças, dizia Danton, pertencem à República antes de pertencerem a seus pais”

Se uma vida pode ser tirada desta forma, não é difícil prever que só irá aumentar outras formas de despojamento das crianças por parte o Estado Totalitário: obrigatoriedade de educação sexual segundo o Estado e não segundo os valores morais dos pais, negação da educação religiosa às crianças, etc…

Que os pais brasileiros acordem enquanto é tempo, exigindo seus direitos naturais sobre seus filhos, pois esta ditadura europeia está chegando por aqui…

Padre Silvio Roberto, MIC

Assine esta petição pela vida do bebê Charlie:

http://www.citizengo.org/pt-pt/lf/71811-peticao-para-salvar-charlie-gard-o-bebe-10-meses-condenado-morte?mkt_tok=eyJpIjoiTTJOall6QXhZVGszWkdKbCIsInQiOiJYUW5pQjB1M2xGTXN3dWpjOHdqWG5wRUdiSUYrek9pZUVncCtlYll4cmN5d2N0KzJuMHR6Y08yRTUyZ3hhUEppVldZOHNya1c2NWlpcWJLZVdFR2k1YzJqYnlhaWFvaWZnak9ickRUem9cLzlGalVPQThWdW5iS1MxWGxcL21SQjBRIn0%3D

Para saber mais sobre a Nova Ordem Mundial:

http://acordaterradesantacruz.com.br/?p=12

Enviado pelo Padre Silvio Roberto, da casaprovidami.com.br

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Padre Inácio José do Vale

SEMPRE UMA ELITE DOMINOU A MAIOR PARTE DA HUMANIDADE.

PROJETA E EXECUTA A ESCRAVIDÃO, ALIENAÇÃO, MANIPULAÇÃO E O CONDICIONAMENTO PARA HUMANIDADE.

TUDO É USADO: RELIGIÃO, MEDO, LEIS, ECONOMIA E A PSEUDOCIÊNCIA.

TAMBÉM SEMPRE EXISTIU UM GRUPO, PEQUENAS COMUNIDADES...

PROFETAS QUE SÃO A RESISTÊNCIA A ELITE DOMINANTE.

DAÍ: PERSEGUIÇÃO, CALÚNIA E MORTE AOS TAIS QUE NÃO SE DEIXAM ESCRAVIZAR.

ACREDITO PIAMENTE QUE OS RESISTENTES SÃO  ILUMINADOS PELO ESPÍRITO DA VERDADE ETERNA!

DEUS O TODO-PODEROSO. O SUPREMO LIBERTADOR. TUDO EM DEUS É LIBERDADE, FRATERNIDADE, AMOR E VERDADE!

Pe. Inácio José do Vale
Professor de História da Igreja
Especialista em Ciência Social da Religião
E-mail: pe.inaciojose.osbm@hotmail.com