Luiz Sergio Marques Leitão.
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sábado, 27 de fevereiro de 2016
Genial consideração sobre os tempos atuais:
É uma situação em que eu diria: ME DEIXE SALTAR DESTE PLANETA!! Desisto de continuar aqui na Terra!!! Tal, todavia, não é possível, e nem conveniente e muito menos coerente. Existe, sim, um COMANDO que não posso determinar onde está, qual a tendência que queira impingir a todos os terráqueos… Pois não fiquem na ilusão que isto é para acontecer aqui, alli ou acolá, NUNCA ONDE ESTEJAMOS. Querem, estão armando a rede, o cerco, para açambarcar todos e tudo. O que estudamos, há 50/60 anos atrás de que havia Povos em que o Estado eliminava as crianças que nascessem defeituosas, que a educação, doutrinando para o tipo de regime imposto era dado pelo estado, que filhos podiam denunciar os pais e por ai indo, constituindo uma verdadeira barbárie e condenado por todos os autores de livros sobre história, professores, e a mesma conclusão nós, alunos chegávamos, está para ressurgir, com TODA FORÇA, com todo o aparato de consentimento NOSSO pelas novidades dos procedimentos POLITICAMENTE CORRETOS. Tudo, senhoras e senhores, para nos fazer máquinas de produção de bens para um comando, terrivelmente DEMONÍACO, pois não têm os autores dessa desorganização social a proteção e Bênçãos Divinas. Fiquemos atentos, não é necessário ser fanático, se dedicar o dia inteiro, mas reservemos diariamente de 30 a 60 minutos para orar. É muito? Então nos comprometamos em orar 15 minutos, e podendo chegar aos 30. Frequentemos às Missas, comunguemos. Só assim, poderemos salvar este NOSSO MUNDO.
Luiz Sergio Marques Leitão.
Luiz Sergio Marques Leitão.
Beata Anna Maria Taigi:
Comemoração Litúrgica: 09 de junho. Também nesta data: Bem-Aventurado José de Anchieta; santos: Ricardo e Diana
Talvez não houve em toda Roma, durante o século dezenove, uma mulher mais notável que Ana Maria Taigi, a abnegada e trabalhadora esposa de um criado e mãe exemplar de muitos filhos, que foi honrada com a particular estima de três sucessivos Pontífices e cuja pobre casa foi o centro de reunião para muitos altos personagens da Igreja e do Estado que buscavam sua intercessão, seu conselho e sua opinião, nas coisas de Deus.
Ana Maria Antonia Gesualda, nasceu em 29 de maio de 1769, em Siena, onde seu pai era boticário. A família perdeu seus bens e reduzida à pobreza, emigrou a Roma, onde os pais de Ana trabalharam no serviço doméstico nas casas particulares, enquanto que a jovem se internava em uma instituição que se encarregava de educar as crianças sem recursos. À idade de treze anos, Ana começou a ganhar o pão de seu trabalho. Durante algum tempo esteve empregada em uma fábrica de tecidos de seda e depois entrou ao serviço de uma nobre dama em seu palácio.
Ao converter-se em mulher, experimentou uma forte inclinação por vestidos ostentosos e o desejo de ser admirada, o que em ocasiões a pôs na orla do mal e se não caiu nos abismos do pecado, foi por seus bons princípios. Além disso, em 1790, quando tinha vinte e um anos, salvou-se das tentações ao casar-se com Domenico Taigi, um servidor do palácio Chigi. Ainda então continuavam atraindo-lhe as coisas do mundo, porém, pouco a pouco, a graça ia apossando-se de seu coração e sentiu remorsos de consciência que a impulsionaram a fazer uma confissão geral.
Seu primeiro intento de abrir o coração diante de um sacerdote, chocou-se com uma aridez negativa; porém, pela segunda tentativa, teve êxito. Encontrou o guia espiritual que necessitava em um frade servita, o padre Ângelo, que haveria de ser seu confessor durante muitos anos. O sacerdote se deu conta desde o início que estava tratando com uma alma eleita e ela, por sua parte, sempre considerou o momento em que conheceu o padre Ângelo como a hora da sua conversão. Desde aquele dia renunciou a todas as vaidades do mundo e contentou-se em vestir as roupas mais simples. Não voltou a tomar parte em diversões mundanas, a menos que seu esposo especialmente pedisse. Seu maior consolo e alegria encontrou na oração, e seu generoso desejo de submeter-se a mortificações externas, teve que ser moderado por seu confessor que adaptou-a aos limites em que não se afetasse os deveres de sua vida diária como ama da casa. Seu marido era um bom homem, porém de escassas luzes e muito impertinente; se bem que apreciasse as evidentes qualidades da esposa, nunca pode compreender os heróicos esforços de Ana por adquirir a santidade nem seus dons especiais. Ela sempre cumpria seus deveres cotidianos da casa com extraordinária entrega.
A família que Ana devia cuidar estava formada por seus sete filhos, dois dos quais morreram quando eram pequenos, seu marido e seus pais, que viviam com ela. Cada manhã, os reunia a todos para rezar; aos que podiam. Os levava para ouvir a missa e pela noite voltavam a reunir-se todos para escutar leituras espirituais e fazer as orações. Ana se preocupava, sobretudo, de vigiar a conduta das crianças.
Se diria que um trabalho doméstico tão excessivo tivesse monopolizado as energias de qualquer mulher; sem embargo, as obrigações familiares não a privavam de entregar-se a experiências místicas de grande altura. Para se ter uma idéia sobre isto, recorremos às memórias sobre a beata, escritas depois de sua morte pelo cardeal Pedicino, a quem conheceu por intermédio de seu confessor e com quem compartilhou, durante trinta anos a direção espiritual daquela alma eleita. Mui possivelmente, através do cardeal se deram a conhecer as excelsas virtudes e dons sobrenaturais da beata. Desde o momento de sua conversão, Deus a gratificou com maravilhosas intuições sobre seus desígnios com respeito aos perigos que ameaçavam a Igreja, sobre acontecimentos futuros e sobre os mistérios da fé. Estas coisas se revelaram a Ana em um "sol místico" que reverberava diante de seus olhos e em que viu também as iniquidades que os homens cometiam continuamente contra Deus. Naquelas ocasiões sentia que era seu dever dar satisfações ao Senhor por aqueles agravos e oferecer-se como vítima. Por isso sofria Ana verdadeiramente agonias físicas e mentais quando se entregava à oração pela conversão de algum pecador endurecido. Com freqüência lia os pensamentos e adivinhava os motivos entre as pessoas que a visitavam e em conseqüência, podia ajudá-las de uma maneira que parecia sobrenatural. Entre as personalidades que estiveram relacionadas com ela, devem mencionar-se a São Vicente Strambi, a quem ela prognosticou a data exata de sua morte.
Nos primeiros anos depois de sua conversão, Ana Maria teve abundantes consolos espirituais e arroubamentos, porém, mais tarde, especialmente durante os últimos anos de sua vida, sofreu extensamente pelos ataques de Satanás. Estas provas, todavia, aos quebrantos de sua saúde e às murmurações e calúnias, lhe deram ocasião para mostrar resignação e suportou-as alegremente. Em 9 de junho de 1837 morreu, ao cabo de nove meses de agudos sofrimentos com a idade de sessenta anos.
Foi beatificada em 1920 e seu sepulcro se encontra em Roma, na Igreja de São Crisógono, dos padres Trinitários, em cuja ordem a beata era terceira. Seu corpo jaz em ataúde de cristal para que se possa contemplar seu corpo incorrupto.
ORAÇÃO
(Ditada pela Virgem durante um êxtase)
Prostrada a vossos pés, grande Rainha do céu, eu os venero com o mais profundo respeito e confesso que sois Filha de Deus Pai, Mãe do Verbo Divino, Esposa do Espírito Santo. Sois a tesoureira e a distribuidora das divinas misericórdias. Por isso os chamamos de Mãe da Divina Piedade. Eu me encontro em aflição e angústia. Dignai-vos mostrar-me que me amais de verdade. Os peço igualmente que rogueis com fervor à Santíssima Trindade para que nos conceda a graça de vencer sempre ao demônio, ao mundo e as más paixões; graça eficaz que santifica aos justos, converte aos pecadores, destruí as heresias, ilumina aos infiéis e conduz os judeus à verdadeira fé. Obtenha-nos que o mundo inteiro forme um só povo e uma só Igreja. Amém!
Talvez não houve em toda Roma, durante o século dezenove, uma mulher mais notável que Ana Maria Taigi, a abnegada e trabalhadora esposa de um criado e mãe exemplar de muitos filhos, que foi honrada com a particular estima de três sucessivos Pontífices e cuja pobre casa foi o centro de reunião para muitos altos personagens da Igreja e do Estado que buscavam sua intercessão, seu conselho e sua opinião, nas coisas de Deus.
Ana Maria Antonia Gesualda, nasceu em 29 de maio de 1769, em Siena, onde seu pai era boticário. A família perdeu seus bens e reduzida à pobreza, emigrou a Roma, onde os pais de Ana trabalharam no serviço doméstico nas casas particulares, enquanto que a jovem se internava em uma instituição que se encarregava de educar as crianças sem recursos. À idade de treze anos, Ana começou a ganhar o pão de seu trabalho. Durante algum tempo esteve empregada em uma fábrica de tecidos de seda e depois entrou ao serviço de uma nobre dama em seu palácio.
Ao converter-se em mulher, experimentou uma forte inclinação por vestidos ostentosos e o desejo de ser admirada, o que em ocasiões a pôs na orla do mal e se não caiu nos abismos do pecado, foi por seus bons princípios. Além disso, em 1790, quando tinha vinte e um anos, salvou-se das tentações ao casar-se com Domenico Taigi, um servidor do palácio Chigi. Ainda então continuavam atraindo-lhe as coisas do mundo, porém, pouco a pouco, a graça ia apossando-se de seu coração e sentiu remorsos de consciência que a impulsionaram a fazer uma confissão geral.
Seu primeiro intento de abrir o coração diante de um sacerdote, chocou-se com uma aridez negativa; porém, pela segunda tentativa, teve êxito. Encontrou o guia espiritual que necessitava em um frade servita, o padre Ângelo, que haveria de ser seu confessor durante muitos anos. O sacerdote se deu conta desde o início que estava tratando com uma alma eleita e ela, por sua parte, sempre considerou o momento em que conheceu o padre Ângelo como a hora da sua conversão. Desde aquele dia renunciou a todas as vaidades do mundo e contentou-se em vestir as roupas mais simples. Não voltou a tomar parte em diversões mundanas, a menos que seu esposo especialmente pedisse. Seu maior consolo e alegria encontrou na oração, e seu generoso desejo de submeter-se a mortificações externas, teve que ser moderado por seu confessor que adaptou-a aos limites em que não se afetasse os deveres de sua vida diária como ama da casa. Seu marido era um bom homem, porém de escassas luzes e muito impertinente; se bem que apreciasse as evidentes qualidades da esposa, nunca pode compreender os heróicos esforços de Ana por adquirir a santidade nem seus dons especiais. Ela sempre cumpria seus deveres cotidianos da casa com extraordinária entrega.
A família que Ana devia cuidar estava formada por seus sete filhos, dois dos quais morreram quando eram pequenos, seu marido e seus pais, que viviam com ela. Cada manhã, os reunia a todos para rezar; aos que podiam. Os levava para ouvir a missa e pela noite voltavam a reunir-se todos para escutar leituras espirituais e fazer as orações. Ana se preocupava, sobretudo, de vigiar a conduta das crianças.
Se diria que um trabalho doméstico tão excessivo tivesse monopolizado as energias de qualquer mulher; sem embargo, as obrigações familiares não a privavam de entregar-se a experiências místicas de grande altura. Para se ter uma idéia sobre isto, recorremos às memórias sobre a beata, escritas depois de sua morte pelo cardeal Pedicino, a quem conheceu por intermédio de seu confessor e com quem compartilhou, durante trinta anos a direção espiritual daquela alma eleita. Mui possivelmente, através do cardeal se deram a conhecer as excelsas virtudes e dons sobrenaturais da beata. Desde o momento de sua conversão, Deus a gratificou com maravilhosas intuições sobre seus desígnios com respeito aos perigos que ameaçavam a Igreja, sobre acontecimentos futuros e sobre os mistérios da fé. Estas coisas se revelaram a Ana em um "sol místico" que reverberava diante de seus olhos e em que viu também as iniquidades que os homens cometiam continuamente contra Deus. Naquelas ocasiões sentia que era seu dever dar satisfações ao Senhor por aqueles agravos e oferecer-se como vítima. Por isso sofria Ana verdadeiramente agonias físicas e mentais quando se entregava à oração pela conversão de algum pecador endurecido. Com freqüência lia os pensamentos e adivinhava os motivos entre as pessoas que a visitavam e em conseqüência, podia ajudá-las de uma maneira que parecia sobrenatural. Entre as personalidades que estiveram relacionadas com ela, devem mencionar-se a São Vicente Strambi, a quem ela prognosticou a data exata de sua morte.
Nos primeiros anos depois de sua conversão, Ana Maria teve abundantes consolos espirituais e arroubamentos, porém, mais tarde, especialmente durante os últimos anos de sua vida, sofreu extensamente pelos ataques de Satanás. Estas provas, todavia, aos quebrantos de sua saúde e às murmurações e calúnias, lhe deram ocasião para mostrar resignação e suportou-as alegremente. Em 9 de junho de 1837 morreu, ao cabo de nove meses de agudos sofrimentos com a idade de sessenta anos.
Foi beatificada em 1920 e seu sepulcro se encontra em Roma, na Igreja de São Crisógono, dos padres Trinitários, em cuja ordem a beata era terceira. Seu corpo jaz em ataúde de cristal para que se possa contemplar seu corpo incorrupto.
ORAÇÃO
(Ditada pela Virgem durante um êxtase)
Prostrada a vossos pés, grande Rainha do céu, eu os venero com o mais profundo respeito e confesso que sois Filha de Deus Pai, Mãe do Verbo Divino, Esposa do Espírito Santo. Sois a tesoureira e a distribuidora das divinas misericórdias. Por isso os chamamos de Mãe da Divina Piedade. Eu me encontro em aflição e angústia. Dignai-vos mostrar-me que me amais de verdade. Os peço igualmente que rogueis com fervor à Santíssima Trindade para que nos conceda a graça de vencer sempre ao demônio, ao mundo e as más paixões; graça eficaz que santifica aos justos, converte aos pecadores, destruí as heresias, ilumina aos infiéis e conduz os judeus à verdadeira fé. Obtenha-nos que o mundo inteiro forme um só povo e uma só Igreja. Amém!
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Campanha da Fraternidade 2016:
Uma Campanha da Fraternidade fiel à "tradição".
Por Bruno Braga.
A Campanha da Fraternidade propõe mais um tema escabroso: "Casa comum, nossa responsabilidade" .
Neste ano, em pleno tempo de conversão da Quaresma, a CNBB se preocupa - não com o caminho de salvação - mas com saneamento básico, ecologia, com lixo na rua - e recebeu até uma mensagem de apoio do Papa Francisco.
É "ecumênica". A Campanha da Conferência dos Bispos fez uma parceria com o CONIC (Conselhor Nacional de igrejas cristãs), um conselho de seitas que tem a Teologia da Libertação como referência de "catolicidade" - um simulacro de teologia criado para perverter e enganar os fiéis, instrumentalizar a Igreja para promover o projeto de poder comunista. Recentemente, o CONIC inclusive publicou uma nota em defesa da Presidente petista Dilma Rousseff.
E mais. Sabe quem é autor do hino da Campanha da Fraternidade 2016? José Antônio de Oliveira. O "padre" - o "apóstolo" da Teologia da Libertação - que contesta o "Pelo Sinal da Santa Cruz", a "Salve Rainha" e a oração que Nossa Senhora ensinou aos pastorinhos em Fátima, oração que foi inserida no Santo Terço:"Ó meu Bom Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu, e socorrei os que mais precisarem". Em Barbacena, depois de aprontar um bocado, José Antônio voltou à cidade mineira para ofender Maria: em plena celebração da Senhora das Dores, ele questionou a devoção à Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e, sobre o altar, teve o displante de afirmar que a sexualidade da Santíssima Virgem não a diferencia das mulheres em geral [4].
Eis mais uma Campanha da Fraternidade da CNBB - fiel à "tradição", à tradição de desmoralizar e enfraquecer a Igreja Católica.
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Para completar o artigo acima, vou lembrar também o seguinte artigo.
Do site http://fratresinunum.com
O “catolicismo adulto” de um herege atrevido de Mariana, MG.
Divulgamos a seguir o inacreditável artigo divulgado pela página oficial da Arquidiocese de Mariana, MG. O que esse infeliz sacerdote faz na Igreja Católica, senão trabalhar por sua destruição? Vade Retro, Satanás!
Vale recordar que o Arcebispo da Primaz de Minas Gerais, Dom Geraldo Lyrio Rocha, foi, há poucos anos, Presidente da CNBB.
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(é realmente inacreditável que um padre possa dizer o que vão ler abaixo!!)
Pequenas mudanças, sentido profundo.
Por Padre José Antonio de Oliveira
“Escreva sua história pelas suas próprias mãos”, diz o compositor e cantor Zé Geraldo. E o papa Francisco, em sua exortação sobre a alegria do Evangelho, nos convida a ser mais ousados e criativos, abandonando a posição cômoda de dizer: “foi sempre assim” (EG, 33).
Embora Francisco se refira à evangelização, penso que o recado vale para a vida em geral.
Por isso, quero aproveitar o início de ano novo, tempo de recomeço e de mudanças, para oferecer algumas dicas, de modo especial aos irmãos e irmãs católicos. É que, no campo da fé, há sempre a tentação de se parar na tradição, no que sempre existiu; acomodar-se no que já está pronto.
Falo de algumas experiências que tenho feito, que podem servir de exemplo, embora não tenha a pretensão de ser modelo e referência pra ninguém.
Muitos católicos ainda fazem cada dia, sobretudo no início das orações, o “pelo sinal”. Traçam a cruz com o dedo polegar na testa, na boca e no peito, dizendo: “Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos, Deus, nosso Senhor, dos nossos inimigos”.Particularmente, não vejo sentido algum nessa oração. Não sei se é pretensão, mas acho que não tenho inimigos. E se tiver, isso faz parte da vida. Eles nos ajudam a rever nossas atitudes e exercitar o perdão. Por isso, ao começar o dia ou uma prece, costumo traçar uma cruz na testa dizendo: Senhor, ilumina a minha mente, pra que eu tenha bons pensamentos! Faço a cruz no peito dizendo: ilumina o meu coração, pra que eu tenha bons sentimentos! E na boca: abençoa a minha boca, pra que eu possa dizer sempre palavras boas!
Pode-se também usar a sugestão do Ofício Divino: “Estes lábios meus vem abrir, Senhor! Cante esta minha boca sempre o teu louvor”.
Me perdoem os devotos, mas também não gosto muito de rezar a “Salve Rainha”. Aprendi isso com papai. Acho uma oração muito pessimista: “A vós bradamos os degregados filhos de Eva. A vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas”. Não me considero um “degredado filho de Eva”, mas um filho muito querido, muito amado de Deus. Nem vivo gemendo e chorando num vale de lágrimas. Vivo feliz e lutando, num mundo lindo, cheio de gente boa, que Deus me ofereceu como presente. Claro que não posso ser insensível a tanta gente que sofre, mas penso que importante é a solidariedade, e não a lamentação.
Ao rezar o terço, normalmente as pessoas usam aquela jaculatória: “Ó meu Jesus, perdoai-nos; livrai-nos do fogo do inferno…”. Não gosto! Ficar pensando em fogo é muito esquisito. Inferno é ausência de Deus, ausência do amor, não encontrar sentido para a vida. E Jesus já deu a vida pra nos livrar do mal. Fez a parte dele e ainda nos acompanha com sua bênção, sua Palavra, sua graça. O resto é com a gente. Sugiro então que se troque essa jaculatória por outra bem mais evangélica e positiva: “Jesus, manso e humilde de coração, fazei meu coração semelhante ao vosso!”
Quando o padre, ou diácono, proclama o Evangelho na celebração, o Missal Romano propõe que, no final, se diga: “pelas palavras do Santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados”. Nunca disse isso. No meu modo de entender, o Evangelho é a Boa Notícia de Pai, anúncio da alegria da Salvação, a proposta do Reino, a revelação de Deus, convocação para a vida nova. Ora, reduzir toda essa riqueza à função de perdoar pecados é muita pobreza. Não faz sentido! Ainda mais que o pedido de perdão é feito no Ato Penitencial. Não precisa repetir.
Na introdução ao Prefácio, o presidente tem um diálogo com a assembleia, onde ele convida o povo a dar graças a Deus, e o povo responde: “É nosso dever e nossa salvação”. E o presidente continua: “Na verdade, é nosso dever dar-vos graças…”. Embora a expressão “dever” aqui tenha um sentido mais ameno, parece não ser muito feliz. Prefiro dizer: é nosso PRAZER dar-vos graças. De fato, é um prazer poder cantar as glórias de Deus e bendizê-lo por todas as graças e bênçãos que nos proporciona. A Oração Eucarística V, composta para o Brasil, mais precisamente para o IX Congresso Eucarístico de Manaus, usa uma expressão bem mais bonita: “É justo e nos faz todos ser mais santos/ louvar a vós, ó Pai, no mundo inteiro”.
Esses são apenas alguns exemplos de como precisamos prestar mais atenção naquilo que fazemos e falamos, evitando a mesmice, a simples repetição, e procurando dar mais sentido à nossa oração. Que a prece não venha simplesmente da cabeça, mas sobretudo do coração. Pequenas alterações podem expressar mudanças bem mais profundas.
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Nota final de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
A CNBB, com sua Campanha da Fraternidade (mundana), que quer salvar o planeta, ao invés de salvar as almas, vai no mesmo caminho da "Nova Igreja Revolucionária e Ecumência de Francisco, rolando precipicio abaixo, rumo ao abismo infernal.
Sobre a Campanha da Fraternidade se importar somente com as coisas mundanas, com o "corpo" e não mais com a salvação da "alma", disse o Arcebispo Marcel Lefebvre: "Eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Eles não defendem mais a fé católica. E não somente eles não ensinam mais a fé católica e não defendem mais a fé católica, mas eles ensinam outra coisa, eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja católica. Esta não é mais a Igreja católica. Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário".
Disse Dom Lourenço Fleichman: "Parece claro que Nosso Senhor quis levar a sua Esposa, a Santa Igreja, a sofrer algo semelhante ao que Ele mesmo sofreu em sua Paixão. Como Jesus Cristo, a Igreja está sendo desfigurada há mais de 50 anos. Apresenta-se de tal forma flagelada em todo o seu Corpo, que mais parece uma Esposa das Dores, sem beleza, irreconhecível. Como dissemos, há 50 anos que a Igreja é flagelada, desfigurada, cuspida, pregada a uma dura Cruz, que foi apagando dela toda beleza, ou seja, toda manifestação da sua seiva divina, da sua santidade, do seu sacerdócio, dos seus Sacramentos. Tudo isso foi demolido, vilipendiado, rebaixado e dessacralizado. A Paixão da Igreja nos mostra a Esposa de Cristo nua como Cristo na Cruz. Seus sacramentos já não são integralmente católicos, a pregação dos padres já não converte ninguém, a vida sacerdotal e religiosa está muito longe da santidade, e tudo se resume num amálgama rasteiro e sem vida sobrenatural.
Ora, me parece que a obra do papa Francisco consiste em tirar do resto de vida que ainda restava na Igreja, seu sopro natural. Levantou-se este estranho papa contra tudo o que é natural, as únicas coisas que ainda restavam na pregação dos seus predecessores.
Sobre o aborto, ele afirmou que não devemos mais tratar desse assunto;(Francisco pediu que os sacerdotes perdoem o aborto, então, agora os assassinatos de inocentes podem ser perdoados sem restrições, mesmo Francisco declarando que o aborto é um crime. Um crime perdoável)
Sobre o adultério, ele afirmou que não se deve mais imputar o pecado, podendo comungar os divorciados que vivem em novo casamento.
Sobre a família, ele afirmou, ao aplaudir o discurso do Cardeal Kasper, que é preciso aceitar essa nova família do mundo moderno, regida pelo divórcio.
Sobre os graves pecados contra a natureza, ele induziu a sua prática ao afirmarque um padre não pode julgar o pecado de homossexualidade.
O que restava de vida natural na Igreja está desaparecendo. E não restará mais nada".
Para completar...
Francisco ainda ofereceu um cálice de presente aos protestantes sugerindo que eles não precisam mais se converter a Ùnica e Verdadeira Igreja de Cristo passada a São Pedro.
Ou seja podem continuar com sua celebração rebelde em nome de Lutero
Sacerdotisa Luterana celebrando a ceia protestante de Lutero
Francisco ainda recebeu em audiência no Vaticano, cerca de 100 pastores pentecostais e recebeu deles a benção com a imposição de mãos, algo impensável no tempo de outros papas.
E os que se dizem "bons católicos", acham tudo isto perfeitamente normal e aceitável!!
Credo de Santo Atanásio (séc. IV), oficial da Igreja Católica: "Todo aquele queira se salvar, antes de tudo é preciso que mantenha a fé católica; e aquele que não a guardar íntegra e inviolada, sem dúvida perecerá para sempre (...) está é a fé católica e aquele que não crer fiel e firmemente, não poderá se salvar".
CONFORME JÁ FOI DITO...
Nesses últimos 50 anos, a derrocada foi lenta e gradual, "eles", os Lobos em pele de cordeiro, foram minando e implodindo gradativamente os alicerces da autêntica fé católica, sem deixar muitos vestígios, graças ás grandes doses de hipocrisia que têm se utilizado:
- acabaram com a verdadeira Santa Missa, a missa Tridentina, que elevou aos altares centenas de sacerdotes; e quantos por sua atuação pós-conciliar foram no mínimo beatificados até agora?
- suprimiram as batinas e os hábitos santos;
- banalizaram a sagrada Eucaristia com a comunhão na mão e em pé;
- profanaram esse Santíssimo Sacramento com a instituição de “ministros extraordinários da Eucaristia” que se tornaram ordinários;
- aboliram o uso da patena, fazendo com que os fragmentos da sagrada eucaristia (Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor) caíssem ao chão e fossem pisoteados por seus filhos;
- eliminaram os presbitérios, abarrotando de leigos e leigas os altares;
- fizeram os sacerdotes darem as costas para o Salvador e Redentor da humanidade;
- arrancaram o Trono (Sacrários) com o REI do centro (posição principal) da Sua Casa (igrejas);
- ignoram lúcifer e os demônios, afirmando que eles nunca existiram...(com essa atitude invalidam as santas palavras de JESUS no Evangelho, que afirma claramente a existência deles; também a grande maioria dos bispos, em todo o mundo, não nomeia mais sacerdotes exorcistas em suas dioceses, como seria seu dever; e por quê? Não acreditam!)
- muitos “fecharam” o inferno, dizendo que ele não existe;
- perseguiram as imagens de Nossa Senhora e dos Santos para agradar os adversários da Santa Igreja;
- desaconselharam a oração do Santo Rosário e do terço para não contrariar os cismáticos protestantes e evangélicos;
- inventaram um falso ecumenismo, misturando o sagrado com o demoníaco, mais as modas e novidades do mundo.
- reúnem-se para “orar” com crenças que acreditam ser o mesmo "deus" (Buda, Maomé, etc).
Após todas essas ações apóstatas, profanadoras e hereges, eles de maneira orgulhosa e hipócrita vêm a público afirmar que os católicos conservadores que defendem a tradição da Igreja estão errados!? (e que sáo os cismáticos)
Oremos e vigiemos para não cairmos no canto das sereias dominadas por satanás,que buscam sepultar o autêntico catolicismo, com sua doutrina, dogmas e tradição herdados dos Apóstolos, Mártires, Santos Doutores e Santos Papas da Igreja de CRISTO.
"Sei que depois da minha partida se introduzirão entre vós lobos cruéis, que não pouparão o rebanho". (Atos dos Apóstolos 20, 29)
Por Bruno Braga.
A Campanha da Fraternidade propõe mais um tema escabroso: "Casa comum, nossa responsabilidade" .
Neste ano, em pleno tempo de conversão da Quaresma, a CNBB se preocupa - não com o caminho de salvação - mas com saneamento básico, ecologia, com lixo na rua - e recebeu até uma mensagem de apoio do Papa Francisco.
É "ecumênica". A Campanha da Conferência dos Bispos fez uma parceria com o CONIC (Conselhor Nacional de igrejas cristãs), um conselho de seitas que tem a Teologia da Libertação como referência de "catolicidade" - um simulacro de teologia criado para perverter e enganar os fiéis, instrumentalizar a Igreja para promover o projeto de poder comunista. Recentemente, o CONIC inclusive publicou uma nota em defesa da Presidente petista Dilma Rousseff.
E mais. Sabe quem é autor do hino da Campanha da Fraternidade 2016? José Antônio de Oliveira. O "padre" - o "apóstolo" da Teologia da Libertação - que contesta o "Pelo Sinal da Santa Cruz", a "Salve Rainha" e a oração que Nossa Senhora ensinou aos pastorinhos em Fátima, oração que foi inserida no Santo Terço:"Ó meu Bom Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu, e socorrei os que mais precisarem". Em Barbacena, depois de aprontar um bocado, José Antônio voltou à cidade mineira para ofender Maria: em plena celebração da Senhora das Dores, ele questionou a devoção à Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e, sobre o altar, teve o displante de afirmar que a sexualidade da Santíssima Virgem não a diferencia das mulheres em geral [4].
Eis mais uma Campanha da Fraternidade da CNBB - fiel à "tradição", à tradição de desmoralizar e enfraquecer a Igreja Católica.
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Para completar o artigo acima, vou lembrar também o seguinte artigo.
Do site http://fratresinunum.com
O “catolicismo adulto” de um herege atrevido de Mariana, MG.
Divulgamos a seguir o inacreditável artigo divulgado pela página oficial da Arquidiocese de Mariana, MG. O que esse infeliz sacerdote faz na Igreja Católica, senão trabalhar por sua destruição? Vade Retro, Satanás!
Vale recordar que o Arcebispo da Primaz de Minas Gerais, Dom Geraldo Lyrio Rocha, foi, há poucos anos, Presidente da CNBB.
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(é realmente inacreditável que um padre possa dizer o que vão ler abaixo!!)
Pequenas mudanças, sentido profundo.
Por Padre José Antonio de Oliveira
“Escreva sua história pelas suas próprias mãos”, diz o compositor e cantor Zé Geraldo. E o papa Francisco, em sua exortação sobre a alegria do Evangelho, nos convida a ser mais ousados e criativos, abandonando a posição cômoda de dizer: “foi sempre assim” (EG, 33).
Embora Francisco se refira à evangelização, penso que o recado vale para a vida em geral.
Por isso, quero aproveitar o início de ano novo, tempo de recomeço e de mudanças, para oferecer algumas dicas, de modo especial aos irmãos e irmãs católicos. É que, no campo da fé, há sempre a tentação de se parar na tradição, no que sempre existiu; acomodar-se no que já está pronto.
Falo de algumas experiências que tenho feito, que podem servir de exemplo, embora não tenha a pretensão de ser modelo e referência pra ninguém.
Muitos católicos ainda fazem cada dia, sobretudo no início das orações, o “pelo sinal”. Traçam a cruz com o dedo polegar na testa, na boca e no peito, dizendo: “Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos, Deus, nosso Senhor, dos nossos inimigos”.Particularmente, não vejo sentido algum nessa oração. Não sei se é pretensão, mas acho que não tenho inimigos. E se tiver, isso faz parte da vida. Eles nos ajudam a rever nossas atitudes e exercitar o perdão. Por isso, ao começar o dia ou uma prece, costumo traçar uma cruz na testa dizendo: Senhor, ilumina a minha mente, pra que eu tenha bons pensamentos! Faço a cruz no peito dizendo: ilumina o meu coração, pra que eu tenha bons sentimentos! E na boca: abençoa a minha boca, pra que eu possa dizer sempre palavras boas!
Pode-se também usar a sugestão do Ofício Divino: “Estes lábios meus vem abrir, Senhor! Cante esta minha boca sempre o teu louvor”.
Me perdoem os devotos, mas também não gosto muito de rezar a “Salve Rainha”. Aprendi isso com papai. Acho uma oração muito pessimista: “A vós bradamos os degregados filhos de Eva. A vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas”. Não me considero um “degredado filho de Eva”, mas um filho muito querido, muito amado de Deus. Nem vivo gemendo e chorando num vale de lágrimas. Vivo feliz e lutando, num mundo lindo, cheio de gente boa, que Deus me ofereceu como presente. Claro que não posso ser insensível a tanta gente que sofre, mas penso que importante é a solidariedade, e não a lamentação.
Ao rezar o terço, normalmente as pessoas usam aquela jaculatória: “Ó meu Jesus, perdoai-nos; livrai-nos do fogo do inferno…”. Não gosto! Ficar pensando em fogo é muito esquisito. Inferno é ausência de Deus, ausência do amor, não encontrar sentido para a vida. E Jesus já deu a vida pra nos livrar do mal. Fez a parte dele e ainda nos acompanha com sua bênção, sua Palavra, sua graça. O resto é com a gente. Sugiro então que se troque essa jaculatória por outra bem mais evangélica e positiva: “Jesus, manso e humilde de coração, fazei meu coração semelhante ao vosso!”
Quando o padre, ou diácono, proclama o Evangelho na celebração, o Missal Romano propõe que, no final, se diga: “pelas palavras do Santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados”. Nunca disse isso. No meu modo de entender, o Evangelho é a Boa Notícia de Pai, anúncio da alegria da Salvação, a proposta do Reino, a revelação de Deus, convocação para a vida nova. Ora, reduzir toda essa riqueza à função de perdoar pecados é muita pobreza. Não faz sentido! Ainda mais que o pedido de perdão é feito no Ato Penitencial. Não precisa repetir.
Na introdução ao Prefácio, o presidente tem um diálogo com a assembleia, onde ele convida o povo a dar graças a Deus, e o povo responde: “É nosso dever e nossa salvação”. E o presidente continua: “Na verdade, é nosso dever dar-vos graças…”. Embora a expressão “dever” aqui tenha um sentido mais ameno, parece não ser muito feliz. Prefiro dizer: é nosso PRAZER dar-vos graças. De fato, é um prazer poder cantar as glórias de Deus e bendizê-lo por todas as graças e bênçãos que nos proporciona. A Oração Eucarística V, composta para o Brasil, mais precisamente para o IX Congresso Eucarístico de Manaus, usa uma expressão bem mais bonita: “É justo e nos faz todos ser mais santos/ louvar a vós, ó Pai, no mundo inteiro”.
Esses são apenas alguns exemplos de como precisamos prestar mais atenção naquilo que fazemos e falamos, evitando a mesmice, a simples repetição, e procurando dar mais sentido à nossa oração. Que a prece não venha simplesmente da cabeça, mas sobretudo do coração. Pequenas alterações podem expressar mudanças bem mais profundas.
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Nota final de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
A CNBB, com sua Campanha da Fraternidade (mundana), que quer salvar o planeta, ao invés de salvar as almas, vai no mesmo caminho da "Nova Igreja Revolucionária e Ecumência de Francisco, rolando precipicio abaixo, rumo ao abismo infernal.
Sobre a Campanha da Fraternidade se importar somente com as coisas mundanas, com o "corpo" e não mais com a salvação da "alma", disse o Arcebispo Marcel Lefebvre: "Eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Eles não defendem mais a fé católica. E não somente eles não ensinam mais a fé católica e não defendem mais a fé católica, mas eles ensinam outra coisa, eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja católica. Esta não é mais a Igreja católica. Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário".
Disse Dom Lourenço Fleichman: "Parece claro que Nosso Senhor quis levar a sua Esposa, a Santa Igreja, a sofrer algo semelhante ao que Ele mesmo sofreu em sua Paixão. Como Jesus Cristo, a Igreja está sendo desfigurada há mais de 50 anos. Apresenta-se de tal forma flagelada em todo o seu Corpo, que mais parece uma Esposa das Dores, sem beleza, irreconhecível. Como dissemos, há 50 anos que a Igreja é flagelada, desfigurada, cuspida, pregada a uma dura Cruz, que foi apagando dela toda beleza, ou seja, toda manifestação da sua seiva divina, da sua santidade, do seu sacerdócio, dos seus Sacramentos. Tudo isso foi demolido, vilipendiado, rebaixado e dessacralizado. A Paixão da Igreja nos mostra a Esposa de Cristo nua como Cristo na Cruz. Seus sacramentos já não são integralmente católicos, a pregação dos padres já não converte ninguém, a vida sacerdotal e religiosa está muito longe da santidade, e tudo se resume num amálgama rasteiro e sem vida sobrenatural.
Ora, me parece que a obra do papa Francisco consiste em tirar do resto de vida que ainda restava na Igreja, seu sopro natural. Levantou-se este estranho papa contra tudo o que é natural, as únicas coisas que ainda restavam na pregação dos seus predecessores.
Sobre o aborto, ele afirmou que não devemos mais tratar desse assunto;(Francisco pediu que os sacerdotes perdoem o aborto, então, agora os assassinatos de inocentes podem ser perdoados sem restrições, mesmo Francisco declarando que o aborto é um crime. Um crime perdoável)
Sobre o adultério, ele afirmou que não se deve mais imputar o pecado, podendo comungar os divorciados que vivem em novo casamento.
Sobre a família, ele afirmou, ao aplaudir o discurso do Cardeal Kasper, que é preciso aceitar essa nova família do mundo moderno, regida pelo divórcio.
Sobre os graves pecados contra a natureza, ele induziu a sua prática ao afirmarque um padre não pode julgar o pecado de homossexualidade.
O que restava de vida natural na Igreja está desaparecendo. E não restará mais nada".
Para completar...
Francisco ainda ofereceu um cálice de presente aos protestantes sugerindo que eles não precisam mais se converter a Ùnica e Verdadeira Igreja de Cristo passada a São Pedro.
Ou seja podem continuar com sua celebração rebelde em nome de Lutero
Sacerdotisa Luterana celebrando a ceia protestante de Lutero
Francisco ainda recebeu em audiência no Vaticano, cerca de 100 pastores pentecostais e recebeu deles a benção com a imposição de mãos, algo impensável no tempo de outros papas.
E os que se dizem "bons católicos", acham tudo isto perfeitamente normal e aceitável!!
Credo de Santo Atanásio (séc. IV), oficial da Igreja Católica: "Todo aquele queira se salvar, antes de tudo é preciso que mantenha a fé católica; e aquele que não a guardar íntegra e inviolada, sem dúvida perecerá para sempre (...) está é a fé católica e aquele que não crer fiel e firmemente, não poderá se salvar".
CONFORME JÁ FOI DITO...
Nesses últimos 50 anos, a derrocada foi lenta e gradual, "eles", os Lobos em pele de cordeiro, foram minando e implodindo gradativamente os alicerces da autêntica fé católica, sem deixar muitos vestígios, graças ás grandes doses de hipocrisia que têm se utilizado:
- acabaram com a verdadeira Santa Missa, a missa Tridentina, que elevou aos altares centenas de sacerdotes; e quantos por sua atuação pós-conciliar foram no mínimo beatificados até agora?
- suprimiram as batinas e os hábitos santos;
- banalizaram a sagrada Eucaristia com a comunhão na mão e em pé;
- profanaram esse Santíssimo Sacramento com a instituição de “ministros extraordinários da Eucaristia” que se tornaram ordinários;
- aboliram o uso da patena, fazendo com que os fragmentos da sagrada eucaristia (Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor) caíssem ao chão e fossem pisoteados por seus filhos;
- eliminaram os presbitérios, abarrotando de leigos e leigas os altares;
- fizeram os sacerdotes darem as costas para o Salvador e Redentor da humanidade;
- arrancaram o Trono (Sacrários) com o REI do centro (posição principal) da Sua Casa (igrejas);
- ignoram lúcifer e os demônios, afirmando que eles nunca existiram...(com essa atitude invalidam as santas palavras de JESUS no Evangelho, que afirma claramente a existência deles; também a grande maioria dos bispos, em todo o mundo, não nomeia mais sacerdotes exorcistas em suas dioceses, como seria seu dever; e por quê? Não acreditam!)
- muitos “fecharam” o inferno, dizendo que ele não existe;
- perseguiram as imagens de Nossa Senhora e dos Santos para agradar os adversários da Santa Igreja;
- desaconselharam a oração do Santo Rosário e do terço para não contrariar os cismáticos protestantes e evangélicos;
- inventaram um falso ecumenismo, misturando o sagrado com o demoníaco, mais as modas e novidades do mundo.
- reúnem-se para “orar” com crenças que acreditam ser o mesmo "deus" (Buda, Maomé, etc).
Após todas essas ações apóstatas, profanadoras e hereges, eles de maneira orgulhosa e hipócrita vêm a público afirmar que os católicos conservadores que defendem a tradição da Igreja estão errados!? (e que sáo os cismáticos)
Oremos e vigiemos para não cairmos no canto das sereias dominadas por satanás,que buscam sepultar o autêntico catolicismo, com sua doutrina, dogmas e tradição herdados dos Apóstolos, Mártires, Santos Doutores e Santos Papas da Igreja de CRISTO.
"Sei que depois da minha partida se introduzirão entre vós lobos cruéis, que não pouparão o rebanho". (Atos dos Apóstolos 20, 29)
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Papa Francisco apoia o herege Martin Lutero:
Lutero queima a bula de sua excomunhão.
Como pode um católico participar ativamente das comemorações da revolta de Lutero contra a Igreja e o papado, sem dar a impressão aos demais católicos e não-católicos de que ele admira os atos e as doutrinas do pérfido heresiarca?
Muitas vezes os atos e gestos simbólicos têm maior força de persuasão do que as palavras e os raciocínios, embora ambos se completem. Foi assim que o Divino Salvador continuamente alternava sua pregação com gestos simbólicos e o uso de metáforas e parábolas.
Também por essa razão a Igreja sempre se cercou de símbolos para tornar mais perceptíveis a beleza de sua doutrina, a sacralidade de sua liturgia, a dignidade e a autoridade dos seus hierarcas. O papa era coroado solenemente para simbolizar o poder conferido a ele por Nosso Senhor, como sucessor de São Pedro, no governo da Igreja e orientação da Cristandade.
Magistério por atos simbólicos
O atual Sumo Pontífice usa muito de gestos simbólicos e tem um magistério mais feito de atos e atitudes do que propriamente de palavras, embora ele as use e, infelizmente com frequência, de modo confuso e mesmo escandaloso como o famoso “quem sou eu para julgar?”
Na linha de seu magistério por atos e gestos, é de suma gravidade sua anunciada participação nas comemorações da revolta do monge apóstata e heresiarca Martinho Lutero.
Como informou o Vatican Informative Service de 25 de Janeiro último, Francisco irá este ano à cidade de Lund, na Suécia, onde, juntamente com dirigentes luteranos “presidirá a uma comemoração conjunta da Reforma em 31 de Outubro.”[1] Como se recorda, foi nessa data que, em 1517, Lutero teria afixado na porta da igreja do castelo de Wittenberg as suas 95 teses.[2]
A comemoração de um fato histórico não é uma simples lembrança do mesmo, como poderia ocorrer numa aula de história. É uma rememoração festiva e com louvor de algo que se julga digno de admiração, imitação ou mesmo de devoção. É assim que em 2017 o orbe católico comemorará o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima.
Como pode o Papa Francisco participar ativamente das comemorações da revolta de Lutero contra a Igreja e o papado, sem dar a impressão a católicos e não-católicos de que ele admira os atos e as doutrinas do heresiarca?
n/dn/d
Condenação solene dos erros de Lutero.
Convém lembrar que o Papa Leão X, com a Bula Exsurge Domine de junho de 1520, condenou solenemente 41 dos erros defendidos por Lutero em 1517:
“Pela autoridade do Deus Todo-Poderoso, dos santos apóstolos Pedro e Paulo, e de nossa própria autoridade, nós condenamos, reprovamos, e rejeitamos completamente cada uma dessas teses ou erros como heréticos, escandalosos, falsos, ofensivos aos ouvidos piedosos ou sedutores das mentes simples, e contra a verdade católica. Listando-os, nós decretamos e declaramos que todos os fiéis de ambos os sexos devem considerá-los como condenados, reprovados e rejeitados… Nós os proibimos a todos em nome da santa obediência e sob as penas de uma automática excomunhão…”
Do mesmo modo, o papa condenava os outros escritos de Lutero:
“Ainda mais, por causa dos precedentes erros e de muitos outros contidos nos livros ou escritos e sermões de Martinho Lutero, nós do mesmo modo condenamos, reprovamos e rejeitamos completamente os livros e todos os escritos e sermões do citado Martinho, seja em Latim seja em qualquer outra língua , que contenham os referidos erros ou qualquer um deles; e desejamos que sejam considerados totalmente condenados, reprovados e rejeitados. Proibimos a todos e a qualquer um dos fiéis de ambos os sexos, em nome da santa obediência e sob as penas acima em que incorrerão automaticamente, de ler, sustentar, pregar, louvar, imprimir, publicar ou defendê-los.”[3]
Furor contra o Papado
A resposta do heresiarca, em seu estilo arrogante e vulgar, foi o panfleto de 4 de Novembro desse mesmo ano, Contra a Execrável Bula do Anticristo, no qual proclamava:
“Tu, então, Leão X, e vós cardeais e o resto de vós em Roma, eu lhes digo em vossa face …. a renunciar à vossa blasfêmia diabólica e impiedade audaciosa, e, se não mudardes, teremos vosso lugar como possuído e oprimido por Satanás e como o maldito assento do Anticristo.“
O furor de Lutero contra o papado levou-o a incorrer sempre mais na vulgaridade, chegando a usar termos e a encomendar e promover gravuras inimagináveis.
Com um pedido de desculpas ao leitor, transcrevemos aqui uma amostra. Trata-se da apreciação feita por um historiador protestante do libelo de Lutero Contra o Papado em Roma, fundada pelo diabo, publicado na revista Concordia Theological Quarterly da Igreja Luterana do Sínodo de Missouri:
“Lutero superou até mesmo a violência e vulgaridade da Contra Hanswurst [na qual atacava o duque católico Henrique de Brunswick] em seu libelo de 1545 intitulado Contra o Papado em Roma, fundado pelo diabo. Na esteira desses tratados, publicou uma série de xilogravuras escatológicas e violentas que, de um modo gráfico, sugeria como os bons cristãos deviam tratar o papado. Nesses e em outros tratados, Lutero bestializava seus oponentes, com maior frequência comparando-os com suínos ou burros, ou chamando-os de mentirosos, assassinos, e hipócritas. Eles eram todos os asseclas do demônio. … [chamou o Papa Paulo III, 1534-1549] ‘Sua Sodomita Infernal’ Papa Paula III, e utilizou palavras como excremento por toda parte com toda naturalidade. Nas xilogravuras por Lucas Cranach que Lutero encomendou no final de sua vida, eram apresentadas a Igreja papista como saindo do ânus de uma enorme diaba e sugeria, mais uma vez que o Papa, os cardeais e bispos deviam ser pendurados na forca com suas línguas de fora.” [4]
O mesmo artigo informa:
“Quando perguntado por que havia publicado as caricaturas, Lutero respondeu que percebeu que não tinha muito tempo de vida e que ele ainda tinha muito que deveria ser revelado sobre o papado e seu reino. Por esta razão, ele havia publicado as fotos, cada uma valendo por um livro, do que deveria ser escrito sobre o papado. Era, ele afirmou, seu testamento.”[5]
Em 1529 proclamava Lutero:
“Sob o papismo nós estávamos possuidos por cem mil diabos.”[6]
Uma das mais suaves críticas de Lutero ao Papa é este seu comentário nas Conversas à mesa:
“Anticristo é o papa e o Turco [o Grão-Turco] em conjunto; uma besta cheia de vida deve ter um corpo e alma; o espírito ou alma do anticristo é o papa, sua carne ou o corpo, o Turco. O segundo assalta e persegue a igreja de Deus corporalmente; o primeiro espiritual e corporalmente também, com suspensão, fogueiras, assassinatos, etc.”[7]
Doutrina da falsa misericórdia
A essência da doutrina de Lutero é a justificação somente pela fé. Mas a consequência dessa doutrina é um falso conceito da misericórdia de Deus. O Frei Serafino Lanzetta, analisando o livro do Cardeal Walter Kasper, Misericórdia: A Essência do Evangelho e a chave da vida cristã, escreve:
“Historicamente, segundo julga Kasper, apoiado por O. H. Pesch, ‘a idéia de um Deus vingativo e castigador lançou muitos na angústia em relação à sua salvação eterna. O caso mais conhecido, e um prenúncio de graves conseqüências para a História, é o do jovem Martin Lutero, que foi durante muito tempo atormentado pela pergunta: ‘Como posso encontrar um Deus bondoso?’, até que ele reconheceu um dia que, no sentido da Bíblia, a justiça de Deus não é a sua justiça punitiva, mas a sua justiça justificadora e, portanto, sua Misericórdia. ‘”[8]
Essa doutrina está bem sintetizada na famosa carta de 1521 de Lutero a Melanchthon:
“Se você é um pregador da misericórdia, não pregue uma misericórdia imaginária mas a verdadeira. Se a misericórdia é verdadeira, você deve levar em conta um verdadeiro pecado, não um pecado imaginário. Deus não salva aqueles que são apenas pecadores imaginário. Seja um pecador, e peca fortemente, mas que sua confiança em Cristo seja mais forte, e se alegre em Cristo, que é o vencedor do pecado, da morte e do mundo. … Basta que através da glória de Deus reconheçamos o Cordeiro que tira o pecado do mundo. Nenhum pecado pode nos separar d’Ele, mesmo que matemos e cometamos adultério milhares de vezes por dia. Você acha que tal Cordeiro exaltado pagou apenas um pequeno preço com um magro sacrifício pelos nossos pecados? Reze forte porque você é um grande pecador.
No dia da Festa de São Pedro Apóstolo, 1521” [9]
Em outro lugar escreveu Lutero:
“É conveniente que nós nos tornemos injustos e pecadores, a fim que Deus seja reconhecido justo em suas palavras.”[10]
Alguns escritores, mesmo católicos, procuram apresentar essas palavras de Lutero como meras hiperbóles, uma vez que ele também fala contra o pecado. No entanto, essa doutrina do pecca fortiter, é a consequência da “iluminação” que ele recebeu na cloaca do convento, ou seja, de que é somente a fé, sem as obras, a “sola fide” que salva.[11]
Já em 1516, portanto antes de sua revolta pública, Lutero escrevia ao seu confrade agostiniano George Spenlein:
“Sede um real pecador porque Cristo habita apenas nos pecadores.”[12]
Lutero deixa claro, no seu panfleto A Igreja no Cativeiro da Babilônia, que o único pecado pelo qual uma pessoa pode se perder é o da incredulidade. Crendo, uma pessoa, por maior pecador que seja, estará salva:
“Veja o quão rico é, portanto, um cristão, aquele que é batizado! Mesmo que ele queira, ele não poderá se perder, por mais que peque, a menos que ele deixe de crer. Porque nenhum pecado pode condená-lo fora a incredulidade. Todos os outros pecados, enquanto a fé na promessa de Deus feita no batismo retorne ou permaneça, todos os outros pecados, digo eu, são imediatamente apagados por essa mesma fé, ou melhor, através da verdade de Deus, porque Ele não pode negar a si mesmo.”[13]
Em um sermão de 1532 Lutero pregava:
“Tirando a incredulidade, não há mais pecados: todo o resto são bagatelas. Quando meu pequeno Joãozinho vai defecar em um canto, a gente ri e acabou-se. Fides facit ut stercus non feteat [A fé faz com que as fezes não cheirem]. Resumo dos resumos: a incredulidade é o único pecado em relação ao Filho [de Deus].”[14]
Lutero: a Missa católica, pior que um prostíbulo.
Pregava Lutero em 1524:
“Sim, eu o digo, todos os prostíbulos, que no entanto Deus condenou severamente, todos os homicidios, mortes, roubos e adultérios, são menos prejudiciais do que a abominação da Missa papista.”[15]
No já citado panfleto O Cativeiro da Igreja na Babilônia, Lutero dizia que o padre “oferecendo a missa como um sacrifício …. é o auge da perversidade!”[16]
O Espirito de Verdade não induz ao erro.
As citações poderiam continuar, mas os textos apresentados são suficientes para deixar claro que as doutrinas, bem como a personalidade do heresiarca, cuja revolta arrastou nações inteiras para fora do único redil de Cristo, nada têm de comum com a Igreja Católica.
Não se entende então porque o atual Papa, ele mesmo um Jesuíta, Ordem religiosa suscitada por Deus para combater o Protestantismo, empreenda uma viagem para comemorar o centenário de uma revolta contra a Igreja.
A missão dada a São Pedro foi a de alimentar as ovelhas de Cristo;[17] o encargo de confirmar os irmãos na fé[18]; ele recebeu as chaves do reino dos Céus[19] para conduzir as almas para à bem-aventurança eterna.
O Concílio Vaticano I deixou claro que “o Espírito Santo foi prometido aos sucessores de Pedro não para que eles possam, por sua revelação, dar a conhecer algumas novas doutrinas, mas que, pela sua assistência, eles possam guardar religiosamente e expor fielmente a revelação ou depósito da fé transmitida pelos apóstolos.” [20]
(Sacerdotisa Luterana celebrando a ceia protestante de Lutero)
Com efeito, o Espírito Santo é um “Espírito de Verdade”[21] e não pode inspirar o erro, seja por meio de palavras, atos, gestos ou atitudes.
“Um sinistro supermercado de religiões”
Em situação semelhante, na comemoração do quinto centenário do nascimento do monge apóstata, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, que dedicou sua vida à defesa da Igreja e do Papado, escreveu estas palavras de advertência:
“Não compreendo como homens da Igreja, contemporâneos, inclusive dos mais cultos, doutos ou ilustres, mitifiquem a figura de Lutero, o heresiarca, no empenho de favorecer uma aproximação ecumênica, de imediato com o protestantismo, e indiretamente com todas as religiões, escolas filosóficas, etc.
E concluiu:
“Não discernem eles o perigo que a todos nos espreita, no fim deste caminho, ou seja, a formação, em escala mundial, de um sinistro supermercado de religiões, filosofias e sistemas de todas as ordens, em que a verdade e o erro se apresentarão fracionados, misturados e postos em balbúrdia? Ausente do mundo só estaria – se até lá se pudesse chegar – a verdade total; isto é, a fé católica apostólica romana, sem nódoa nem jaça.”[22]
A Igreja vencerá mais esta crise.
No seu luminoso ensaio Revolução e Contra-Revolução, o mesmo pensador católico escrevia estas palavras cheias de esperança sobre a Igreja:
“Alios ego vidi ventos; alias prospexi animo procellas, poderia ela dizer ufana e tranqüila em meio às tormentas por que passa hoje. A Igreja já lutou em outras terras, com adversários oriundos de outras gentes, e por certo enfrentará ainda, até o fim dos tempos, problemas e inimigos bem diversos dos de hoje.”[23]
Aproximando-se o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima, peçamos a Ela que apresse o cumprimento da promessa feita nessa ocasião:
“Por fim o meu Imaculado Coração triunfará.”
Notas:
[1] http://www.news.va/en/news/joint-ecumenical-commemoration-of-the-reformation (Salvo indicação em contrário, todas as ênfases nos textos aqui citados são do autor deste artigo).
[2] O historiador Pe. Ricardo Garcia-Villoslada, S.J., em seu livro sobre Lutero, apresenta argumentos e documentação muito convincentes de que este ato não se deu. Nem Lutero o menciona em seus escritos, nem tal fato é registrado por cronistas contemporâneos. Foi somente depois de sua morte que Melanchthon, que não estava em Wittenberg nessa época, mencionou o suposto ato. Caso ele se tivesse dado, posto que se tratava da véspera de Todos os Santos, uma festa muito concorrida na igreja do Castelo de Wittenberg, ele teria chamado muito a atenção e seria referido nas crônicas. (Ricardo Garcia-Villoslada, Lutero El Frayle Hambriento de Dios, BAC, Madrid, 1973, v. 1, pp.334-338). Mas o que importa é que, real ou não, esse fato ficou como símbolo da revolta luterana.
[3] Leão X, EXSURGE DOMINE, 15.06.1520, Tradução: José Fernandes Vidal, at http://agnusdei.50webs.com/exsdom1.htm, acessado em 2/2/16.
[4] Mark U. Edwards, Jr., Luther’s Last Battles, CONCORDIA THEOLOGICAL
QUARTERLY, Volume 48, Numbers 2 & 3 APRIL-JULY 1984, pp. 126-127 (emphasis original), http://www.ctsfw.net/media/pdfs/edwardslutherslastbattles.pdf, acessado em 29/1/16.
[5] Idem, p. 133.
[6] Werke, t. XXVIII, p. 452, 11, apud J. Paquier, Luther, Dictionnaire de Théologie Catholique, v. IX, premire partie, col.1170.
[7] THE TABLE-TALK OF MARTIN LUTHER ,TRANSLATED BY WILLIAM HAZLITT, Esq.
Philadelphia: The Lutheran Publication Society. 1997, at http://reformed.org/master/index.html?mainframe=/documents/Table_talk/table_talk.html, (acessado 27/1/16).
[8] Fr Serafino M. Lanzetta, Kasper’s Perplexing Notion of “Mercy” Is Not What Church Has Always Taught – an extensive book review, and its implications for Marriage, at http://rorate-caeli.blogspot.com/2014/09/kaspers-perplexing-notion-of-mercy-is.html, acessado 1/2/126.
[9] Let Your Sins Be Strong: A Letter From Luther to Melanchthon, Letter no. 99, 1 August 1521, From the Wartburg (Segment) Translated by Erika Bullmann Flores from: _Dr. Martin Luther’s Saemmtliche Schriften Dr, Johannes Georg Walch, Ed. (St. Louis: Concordia Publishing House, N.D.), Vol. 15,cols. 2585-2590. http://www.iclnet.org/pub/resources/text/wittenberg/luther/letsinsbe.txt (acessado 27/1//16).
[10] Werke, t. IV, p. 343, 22, apud J. Paquier, Luther, Dictionnaire de Théologie Catholique, v. IX, premire partie, col. 1212.
[11] Em 1532 Lutero fazia a seus convivas a seguinte confidência, recolhida nas Conversas à mesa: “O Espírito Santo me deu essa intuição nesta cloaca” (T.R., t. II, n. 1681, t. III, n. 3232ª, in Paquier, col. 1207).
[12] Enders, Luthers Briefwechsel, I, p. 29, in Hartmann Grisar, S.J., Martim Luther his Life and Work, The Newman Press, Wstminster, Maryland, 1960, p. 68.
[13] Martin Luther, The Babylonian Captivity of the Church – A prelude 1520, 3.8, at http://www.lutherdansk.dk/Web-babylonian%20Captivitate/Martin%20Luther.htm (acessado 281//16).
[14] Werke, t. XXXVI, p. 183, 7, in Paquier, col. 1249.
[15] Werke, t. XV, p. 774, 18, apud J. Paquier, col. 1170.
[16] The Babylonian Captivity of the Church, n.7.11, http://www.lutherdansk.dk/Web-babylonian%20Captivitate/Martin%20Luther.htm.
[17] João 21:15-17.
[18] Lucas 22:32.
[19] Mateus 16:19.
[20] Denzinger 1836.
[21] João 14:21.
[22] Lutero pensa que é divino!, 10 de janeiro de 1984 , Folha de S. Paulo, at http://www.pliniocorreadeoliveira.info/FSP_84-01-10_Lutero_pensa.htm#.VrE9ilkwCZM, acessado 2/2//16.
[23] Revolução e Contra-Revolução, II, 12, at http://www.pliniocorreadeoliveira.info/RCR.pdf. acessado 3/2/16.
Fonte: http://ipco.org.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Lembrando as sábias palavras do Arcebispo Marcel Lefebvre:
"Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essência. Na medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a Igreja. Teólogos como São Belarmino, Caetano, o cardeal Journet e muitos outros estudaram essa eventualidade. Não se trata, pois, de uma coisa inconcebível. A Igreja aceitaria doravante não ser mais a única religião verdadeira, a única via para a salvação eterna. Ela reconheceria como religiões-irmãs as outras religiões. Reconheceria como um direito concedido pela natureza da pessoa humana que esta pessoa é livre de escolher sua religião e que, portanto, a existência de um Estado católico seria inadmissível. Se admitirmos este novo princípio, temos que mudar toda a doutrina da Igreja, seu culto, seu sacerdócio, suas instituições. Pois tudo, até então, na Igreja, manifestava que Ela era a única a possuir a Verdade, o Caminho e a Vida em Nosso Senhor Jesus Cristo que ela, a Igreja, é a única a deter em pessoa, na Santa Eucaristia, onde, Ele está presente, graças à continuação de seu Sacrifício. Logo é uma inversão total da Tradição e do ensino da Igreja que está se operando, depois do Concílio e pelo Concílio. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário. Eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Eles não defendem mais a fé católica. E não somente eles não ensinam mais a fé católica e não defendem mais a fé católica, mas eles ensinam outra coisa, eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja católica. Esta não é mais a Igreja católica. Se acontecesse do papa não fosse mais o servo da verdade, ele não seria mais papa. Não poderíamos seguir alguém que nos arrastasse ao erro. Isto é evidente. Não sou eu quem julga o Santo Padre, é a Tradição.
Declarou o Papa São Félix III: "Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la".
Declarou São Tomás: “Surgindo perigo iminente pára a Fé, os Prelados devem ser questionados, mesmo publicamente, pelos seus súditos. Assim, São Paulo, que estava sujeito a São Pedro, questionou-o publicamente pelo iminente perigo de escândalo em matéria de Fé. E, tal como Santo Agostinho o interpreta na sua Glosa (Ad Galatas 2, 14), ‘São Pedro deu o exemplo a todos os que governam para que, ao desviarem-se do caminho reto, não rejeitem a correção como inútil, ainda que venha de súditos’” (Summa Theologiae,Turin/Rome: Marietti, 1948, II-II, q.33, a.4).
Como pode um católico participar ativamente das comemorações da revolta de Lutero contra a Igreja e o papado, sem dar a impressão aos demais católicos e não-católicos de que ele admira os atos e as doutrinas do pérfido heresiarca?
Muitas vezes os atos e gestos simbólicos têm maior força de persuasão do que as palavras e os raciocínios, embora ambos se completem. Foi assim que o Divino Salvador continuamente alternava sua pregação com gestos simbólicos e o uso de metáforas e parábolas.
Também por essa razão a Igreja sempre se cercou de símbolos para tornar mais perceptíveis a beleza de sua doutrina, a sacralidade de sua liturgia, a dignidade e a autoridade dos seus hierarcas. O papa era coroado solenemente para simbolizar o poder conferido a ele por Nosso Senhor, como sucessor de São Pedro, no governo da Igreja e orientação da Cristandade.
Magistério por atos simbólicos
O atual Sumo Pontífice usa muito de gestos simbólicos e tem um magistério mais feito de atos e atitudes do que propriamente de palavras, embora ele as use e, infelizmente com frequência, de modo confuso e mesmo escandaloso como o famoso “quem sou eu para julgar?”
Na linha de seu magistério por atos e gestos, é de suma gravidade sua anunciada participação nas comemorações da revolta do monge apóstata e heresiarca Martinho Lutero.
Como informou o Vatican Informative Service de 25 de Janeiro último, Francisco irá este ano à cidade de Lund, na Suécia, onde, juntamente com dirigentes luteranos “presidirá a uma comemoração conjunta da Reforma em 31 de Outubro.”[1] Como se recorda, foi nessa data que, em 1517, Lutero teria afixado na porta da igreja do castelo de Wittenberg as suas 95 teses.[2]
A comemoração de um fato histórico não é uma simples lembrança do mesmo, como poderia ocorrer numa aula de história. É uma rememoração festiva e com louvor de algo que se julga digno de admiração, imitação ou mesmo de devoção. É assim que em 2017 o orbe católico comemorará o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima.
Como pode o Papa Francisco participar ativamente das comemorações da revolta de Lutero contra a Igreja e o papado, sem dar a impressão a católicos e não-católicos de que ele admira os atos e as doutrinas do heresiarca?
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Condenação solene dos erros de Lutero.
Convém lembrar que o Papa Leão X, com a Bula Exsurge Domine de junho de 1520, condenou solenemente 41 dos erros defendidos por Lutero em 1517:
“Pela autoridade do Deus Todo-Poderoso, dos santos apóstolos Pedro e Paulo, e de nossa própria autoridade, nós condenamos, reprovamos, e rejeitamos completamente cada uma dessas teses ou erros como heréticos, escandalosos, falsos, ofensivos aos ouvidos piedosos ou sedutores das mentes simples, e contra a verdade católica. Listando-os, nós decretamos e declaramos que todos os fiéis de ambos os sexos devem considerá-los como condenados, reprovados e rejeitados… Nós os proibimos a todos em nome da santa obediência e sob as penas de uma automática excomunhão…”
Do mesmo modo, o papa condenava os outros escritos de Lutero:
“Ainda mais, por causa dos precedentes erros e de muitos outros contidos nos livros ou escritos e sermões de Martinho Lutero, nós do mesmo modo condenamos, reprovamos e rejeitamos completamente os livros e todos os escritos e sermões do citado Martinho, seja em Latim seja em qualquer outra língua , que contenham os referidos erros ou qualquer um deles; e desejamos que sejam considerados totalmente condenados, reprovados e rejeitados. Proibimos a todos e a qualquer um dos fiéis de ambos os sexos, em nome da santa obediência e sob as penas acima em que incorrerão automaticamente, de ler, sustentar, pregar, louvar, imprimir, publicar ou defendê-los.”[3]
Furor contra o Papado
A resposta do heresiarca, em seu estilo arrogante e vulgar, foi o panfleto de 4 de Novembro desse mesmo ano, Contra a Execrável Bula do Anticristo, no qual proclamava:
“Tu, então, Leão X, e vós cardeais e o resto de vós em Roma, eu lhes digo em vossa face …. a renunciar à vossa blasfêmia diabólica e impiedade audaciosa, e, se não mudardes, teremos vosso lugar como possuído e oprimido por Satanás e como o maldito assento do Anticristo.“
O furor de Lutero contra o papado levou-o a incorrer sempre mais na vulgaridade, chegando a usar termos e a encomendar e promover gravuras inimagináveis.
Com um pedido de desculpas ao leitor, transcrevemos aqui uma amostra. Trata-se da apreciação feita por um historiador protestante do libelo de Lutero Contra o Papado em Roma, fundada pelo diabo, publicado na revista Concordia Theological Quarterly da Igreja Luterana do Sínodo de Missouri:
“Lutero superou até mesmo a violência e vulgaridade da Contra Hanswurst [na qual atacava o duque católico Henrique de Brunswick] em seu libelo de 1545 intitulado Contra o Papado em Roma, fundado pelo diabo. Na esteira desses tratados, publicou uma série de xilogravuras escatológicas e violentas que, de um modo gráfico, sugeria como os bons cristãos deviam tratar o papado. Nesses e em outros tratados, Lutero bestializava seus oponentes, com maior frequência comparando-os com suínos ou burros, ou chamando-os de mentirosos, assassinos, e hipócritas. Eles eram todos os asseclas do demônio. … [chamou o Papa Paulo III, 1534-1549] ‘Sua Sodomita Infernal’ Papa Paula III, e utilizou palavras como excremento por toda parte com toda naturalidade. Nas xilogravuras por Lucas Cranach que Lutero encomendou no final de sua vida, eram apresentadas a Igreja papista como saindo do ânus de uma enorme diaba e sugeria, mais uma vez que o Papa, os cardeais e bispos deviam ser pendurados na forca com suas línguas de fora.” [4]
O mesmo artigo informa:
“Quando perguntado por que havia publicado as caricaturas, Lutero respondeu que percebeu que não tinha muito tempo de vida e que ele ainda tinha muito que deveria ser revelado sobre o papado e seu reino. Por esta razão, ele havia publicado as fotos, cada uma valendo por um livro, do que deveria ser escrito sobre o papado. Era, ele afirmou, seu testamento.”[5]
Em 1529 proclamava Lutero:
“Sob o papismo nós estávamos possuidos por cem mil diabos.”[6]
Uma das mais suaves críticas de Lutero ao Papa é este seu comentário nas Conversas à mesa:
“Anticristo é o papa e o Turco [o Grão-Turco] em conjunto; uma besta cheia de vida deve ter um corpo e alma; o espírito ou alma do anticristo é o papa, sua carne ou o corpo, o Turco. O segundo assalta e persegue a igreja de Deus corporalmente; o primeiro espiritual e corporalmente também, com suspensão, fogueiras, assassinatos, etc.”[7]
Doutrina da falsa misericórdia
A essência da doutrina de Lutero é a justificação somente pela fé. Mas a consequência dessa doutrina é um falso conceito da misericórdia de Deus. O Frei Serafino Lanzetta, analisando o livro do Cardeal Walter Kasper, Misericórdia: A Essência do Evangelho e a chave da vida cristã, escreve:
“Historicamente, segundo julga Kasper, apoiado por O. H. Pesch, ‘a idéia de um Deus vingativo e castigador lançou muitos na angústia em relação à sua salvação eterna. O caso mais conhecido, e um prenúncio de graves conseqüências para a História, é o do jovem Martin Lutero, que foi durante muito tempo atormentado pela pergunta: ‘Como posso encontrar um Deus bondoso?’, até que ele reconheceu um dia que, no sentido da Bíblia, a justiça de Deus não é a sua justiça punitiva, mas a sua justiça justificadora e, portanto, sua Misericórdia. ‘”[8]
Essa doutrina está bem sintetizada na famosa carta de 1521 de Lutero a Melanchthon:
“Se você é um pregador da misericórdia, não pregue uma misericórdia imaginária mas a verdadeira. Se a misericórdia é verdadeira, você deve levar em conta um verdadeiro pecado, não um pecado imaginário. Deus não salva aqueles que são apenas pecadores imaginário. Seja um pecador, e peca fortemente, mas que sua confiança em Cristo seja mais forte, e se alegre em Cristo, que é o vencedor do pecado, da morte e do mundo. … Basta que através da glória de Deus reconheçamos o Cordeiro que tira o pecado do mundo. Nenhum pecado pode nos separar d’Ele, mesmo que matemos e cometamos adultério milhares de vezes por dia. Você acha que tal Cordeiro exaltado pagou apenas um pequeno preço com um magro sacrifício pelos nossos pecados? Reze forte porque você é um grande pecador.
No dia da Festa de São Pedro Apóstolo, 1521” [9]
Em outro lugar escreveu Lutero:
“É conveniente que nós nos tornemos injustos e pecadores, a fim que Deus seja reconhecido justo em suas palavras.”[10]
Alguns escritores, mesmo católicos, procuram apresentar essas palavras de Lutero como meras hiperbóles, uma vez que ele também fala contra o pecado. No entanto, essa doutrina do pecca fortiter, é a consequência da “iluminação” que ele recebeu na cloaca do convento, ou seja, de que é somente a fé, sem as obras, a “sola fide” que salva.[11]
Já em 1516, portanto antes de sua revolta pública, Lutero escrevia ao seu confrade agostiniano George Spenlein:
“Sede um real pecador porque Cristo habita apenas nos pecadores.”[12]
Lutero deixa claro, no seu panfleto A Igreja no Cativeiro da Babilônia, que o único pecado pelo qual uma pessoa pode se perder é o da incredulidade. Crendo, uma pessoa, por maior pecador que seja, estará salva:
“Veja o quão rico é, portanto, um cristão, aquele que é batizado! Mesmo que ele queira, ele não poderá se perder, por mais que peque, a menos que ele deixe de crer. Porque nenhum pecado pode condená-lo fora a incredulidade. Todos os outros pecados, enquanto a fé na promessa de Deus feita no batismo retorne ou permaneça, todos os outros pecados, digo eu, são imediatamente apagados por essa mesma fé, ou melhor, através da verdade de Deus, porque Ele não pode negar a si mesmo.”[13]
Em um sermão de 1532 Lutero pregava:
“Tirando a incredulidade, não há mais pecados: todo o resto são bagatelas. Quando meu pequeno Joãozinho vai defecar em um canto, a gente ri e acabou-se. Fides facit ut stercus non feteat [A fé faz com que as fezes não cheirem]. Resumo dos resumos: a incredulidade é o único pecado em relação ao Filho [de Deus].”[14]
Lutero: a Missa católica, pior que um prostíbulo.
Pregava Lutero em 1524:
“Sim, eu o digo, todos os prostíbulos, que no entanto Deus condenou severamente, todos os homicidios, mortes, roubos e adultérios, são menos prejudiciais do que a abominação da Missa papista.”[15]
No já citado panfleto O Cativeiro da Igreja na Babilônia, Lutero dizia que o padre “oferecendo a missa como um sacrifício …. é o auge da perversidade!”[16]
O Espirito de Verdade não induz ao erro.
As citações poderiam continuar, mas os textos apresentados são suficientes para deixar claro que as doutrinas, bem como a personalidade do heresiarca, cuja revolta arrastou nações inteiras para fora do único redil de Cristo, nada têm de comum com a Igreja Católica.
Não se entende então porque o atual Papa, ele mesmo um Jesuíta, Ordem religiosa suscitada por Deus para combater o Protestantismo, empreenda uma viagem para comemorar o centenário de uma revolta contra a Igreja.
A missão dada a São Pedro foi a de alimentar as ovelhas de Cristo;[17] o encargo de confirmar os irmãos na fé[18]; ele recebeu as chaves do reino dos Céus[19] para conduzir as almas para à bem-aventurança eterna.
O Concílio Vaticano I deixou claro que “o Espírito Santo foi prometido aos sucessores de Pedro não para que eles possam, por sua revelação, dar a conhecer algumas novas doutrinas, mas que, pela sua assistência, eles possam guardar religiosamente e expor fielmente a revelação ou depósito da fé transmitida pelos apóstolos.” [20]
(Sacerdotisa Luterana celebrando a ceia protestante de Lutero)
Com efeito, o Espírito Santo é um “Espírito de Verdade”[21] e não pode inspirar o erro, seja por meio de palavras, atos, gestos ou atitudes.
“Um sinistro supermercado de religiões”
Em situação semelhante, na comemoração do quinto centenário do nascimento do monge apóstata, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, que dedicou sua vida à defesa da Igreja e do Papado, escreveu estas palavras de advertência:
“Não compreendo como homens da Igreja, contemporâneos, inclusive dos mais cultos, doutos ou ilustres, mitifiquem a figura de Lutero, o heresiarca, no empenho de favorecer uma aproximação ecumênica, de imediato com o protestantismo, e indiretamente com todas as religiões, escolas filosóficas, etc.
E concluiu:
“Não discernem eles o perigo que a todos nos espreita, no fim deste caminho, ou seja, a formação, em escala mundial, de um sinistro supermercado de religiões, filosofias e sistemas de todas as ordens, em que a verdade e o erro se apresentarão fracionados, misturados e postos em balbúrdia? Ausente do mundo só estaria – se até lá se pudesse chegar – a verdade total; isto é, a fé católica apostólica romana, sem nódoa nem jaça.”[22]
A Igreja vencerá mais esta crise.
No seu luminoso ensaio Revolução e Contra-Revolução, o mesmo pensador católico escrevia estas palavras cheias de esperança sobre a Igreja:
“Alios ego vidi ventos; alias prospexi animo procellas, poderia ela dizer ufana e tranqüila em meio às tormentas por que passa hoje. A Igreja já lutou em outras terras, com adversários oriundos de outras gentes, e por certo enfrentará ainda, até o fim dos tempos, problemas e inimigos bem diversos dos de hoje.”[23]
Aproximando-se o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima, peçamos a Ela que apresse o cumprimento da promessa feita nessa ocasião:
“Por fim o meu Imaculado Coração triunfará.”
Notas:
[1] http://www.news.va/en/news/joint-ecumenical-commemoration-of-the-reformation (Salvo indicação em contrário, todas as ênfases nos textos aqui citados são do autor deste artigo).
[2] O historiador Pe. Ricardo Garcia-Villoslada, S.J., em seu livro sobre Lutero, apresenta argumentos e documentação muito convincentes de que este ato não se deu. Nem Lutero o menciona em seus escritos, nem tal fato é registrado por cronistas contemporâneos. Foi somente depois de sua morte que Melanchthon, que não estava em Wittenberg nessa época, mencionou o suposto ato. Caso ele se tivesse dado, posto que se tratava da véspera de Todos os Santos, uma festa muito concorrida na igreja do Castelo de Wittenberg, ele teria chamado muito a atenção e seria referido nas crônicas. (Ricardo Garcia-Villoslada, Lutero El Frayle Hambriento de Dios, BAC, Madrid, 1973, v. 1, pp.334-338). Mas o que importa é que, real ou não, esse fato ficou como símbolo da revolta luterana.
[3] Leão X, EXSURGE DOMINE, 15.06.1520, Tradução: José Fernandes Vidal, at http://agnusdei.50webs.com/exsdom1.htm, acessado em 2/2/16.
[4] Mark U. Edwards, Jr., Luther’s Last Battles, CONCORDIA THEOLOGICAL
QUARTERLY, Volume 48, Numbers 2 & 3 APRIL-JULY 1984, pp. 126-127 (emphasis original), http://www.ctsfw.net/media/pdfs/edwardslutherslastbattles.pdf, acessado em 29/1/16.
[5] Idem, p. 133.
[6] Werke, t. XXVIII, p. 452, 11, apud J. Paquier, Luther, Dictionnaire de Théologie Catholique, v. IX, premire partie, col.1170.
[7] THE TABLE-TALK OF MARTIN LUTHER ,TRANSLATED BY WILLIAM HAZLITT, Esq.
Philadelphia: The Lutheran Publication Society. 1997, at http://reformed.org/master/index.html?mainframe=/documents/Table_talk/table_talk.html, (acessado 27/1/16).
[8] Fr Serafino M. Lanzetta, Kasper’s Perplexing Notion of “Mercy” Is Not What Church Has Always Taught – an extensive book review, and its implications for Marriage, at http://rorate-caeli.blogspot.com/2014/09/kaspers-perplexing-notion-of-mercy-is.html, acessado 1/2/126.
[9] Let Your Sins Be Strong: A Letter From Luther to Melanchthon, Letter no. 99, 1 August 1521, From the Wartburg (Segment) Translated by Erika Bullmann Flores from: _Dr. Martin Luther’s Saemmtliche Schriften Dr, Johannes Georg Walch, Ed. (St. Louis: Concordia Publishing House, N.D.), Vol. 15,cols. 2585-2590. http://www.iclnet.org/pub/resources/text/wittenberg/luther/letsinsbe.txt (acessado 27/1//16).
[10] Werke, t. IV, p. 343, 22, apud J. Paquier, Luther, Dictionnaire de Théologie Catholique, v. IX, premire partie, col. 1212.
[11] Em 1532 Lutero fazia a seus convivas a seguinte confidência, recolhida nas Conversas à mesa: “O Espírito Santo me deu essa intuição nesta cloaca” (T.R., t. II, n. 1681, t. III, n. 3232ª, in Paquier, col. 1207).
[12] Enders, Luthers Briefwechsel, I, p. 29, in Hartmann Grisar, S.J., Martim Luther his Life and Work, The Newman Press, Wstminster, Maryland, 1960, p. 68.
[13] Martin Luther, The Babylonian Captivity of the Church – A prelude 1520, 3.8, at http://www.lutherdansk.dk/Web-babylonian%20Captivitate/Martin%20Luther.htm (acessado 281//16).
[14] Werke, t. XXXVI, p. 183, 7, in Paquier, col. 1249.
[15] Werke, t. XV, p. 774, 18, apud J. Paquier, col. 1170.
[16] The Babylonian Captivity of the Church, n.7.11, http://www.lutherdansk.dk/Web-babylonian%20Captivitate/Martin%20Luther.htm.
[17] João 21:15-17.
[18] Lucas 22:32.
[19] Mateus 16:19.
[20] Denzinger 1836.
[21] João 14:21.
[22] Lutero pensa que é divino!, 10 de janeiro de 1984 , Folha de S. Paulo, at http://www.pliniocorreadeoliveira.info/FSP_84-01-10_Lutero_pensa.htm#.VrE9ilkwCZM, acessado 2/2//16.
[23] Revolução e Contra-Revolução, II, 12, at http://www.pliniocorreadeoliveira.info/RCR.pdf. acessado 3/2/16.
Fonte: http://ipco.org.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Lembrando as sábias palavras do Arcebispo Marcel Lefebvre:
"Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essência. Na medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a Igreja. Teólogos como São Belarmino, Caetano, o cardeal Journet e muitos outros estudaram essa eventualidade. Não se trata, pois, de uma coisa inconcebível. A Igreja aceitaria doravante não ser mais a única religião verdadeira, a única via para a salvação eterna. Ela reconheceria como religiões-irmãs as outras religiões. Reconheceria como um direito concedido pela natureza da pessoa humana que esta pessoa é livre de escolher sua religião e que, portanto, a existência de um Estado católico seria inadmissível. Se admitirmos este novo princípio, temos que mudar toda a doutrina da Igreja, seu culto, seu sacerdócio, suas instituições. Pois tudo, até então, na Igreja, manifestava que Ela era a única a possuir a Verdade, o Caminho e a Vida em Nosso Senhor Jesus Cristo que ela, a Igreja, é a única a deter em pessoa, na Santa Eucaristia, onde, Ele está presente, graças à continuação de seu Sacrifício. Logo é uma inversão total da Tradição e do ensino da Igreja que está se operando, depois do Concílio e pelo Concílio. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário. Eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Eles não defendem mais a fé católica. E não somente eles não ensinam mais a fé católica e não defendem mais a fé católica, mas eles ensinam outra coisa, eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja católica. Esta não é mais a Igreja católica. Se acontecesse do papa não fosse mais o servo da verdade, ele não seria mais papa. Não poderíamos seguir alguém que nos arrastasse ao erro. Isto é evidente. Não sou eu quem julga o Santo Padre, é a Tradição.
Declarou o Papa São Félix III: "Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la".
Declarou São Tomás: “Surgindo perigo iminente pára a Fé, os Prelados devem ser questionados, mesmo publicamente, pelos seus súditos. Assim, São Paulo, que estava sujeito a São Pedro, questionou-o publicamente pelo iminente perigo de escândalo em matéria de Fé. E, tal como Santo Agostinho o interpreta na sua Glosa (Ad Galatas 2, 14), ‘São Pedro deu o exemplo a todos os que governam para que, ao desviarem-se do caminho reto, não rejeitem a correção como inútil, ainda que venha de súditos’” (Summa Theologiae,Turin/Rome: Marietti, 1948, II-II, q.33, a.4).
O que é a Quaresma?
Até algum tempo atrás, a quaresma era considerada pelo povo em geral como um tempo mais sério, de menos festas, menos balburdia, de mais respeito. Mesmo aqueles que não frequentavam a Igreja, guardavam uma postura mais respeitosa nesse tempo grave. Muitos não comiam carne e evitavam não apenas os festejos, mas também os xingatórios, os jogos e outras diversões. Muitas mães, evitavam castigar fisicamente seus filhos quando esses aprontavam que era considerado digno de castigo, deixando essa tarefa para o sábado de aleluia…
Hoje, não são poucos os que começam a quaresma pulando carnaval… e não apenas na sociedade em geral se perdeu a consciência do que significa esse tempo de mais oração, caridade e penitencia, mas dentro da própria Igreja, especialmente no Brasil, quase desapareceu essa dimensão. Aliás, para sermos mais exatos, devemos dizer que a sociedade só perdeu essa consciência porque primeiro ela se eclipsou dentro da Igreja.
A quaresma que deveria ser um tempo para se meditar a Paixão e a Morte de Cristo por nossa causa e em nosso favor fazendo-nos recuperar a consciência de nossa vocação cristã, nos convidando a constatar de modo mais forte a transitoriedade das coisas terrenas para nos dedicarmos com mais empenho à busca das coisas do alto, passou a ser um tempo para reflexão de natureza sociológica e política nos fazendo buscar o reino aqui e agora, refletindo uma mentalidade marxista da qual se impregnou o discurso e a prática da Igreja na América Latina, especialmente no Brasil.
A Igreja não defende nem apresenta um sistema político ou de governo, mas possui uma doutrina social com princípios que deve orientar a atuação política dos detentores do poder e também da convivência social. Também faz parte de sua missão defender a justiça e denunciar o mal em todas as suas formas.
Mas a primeira e mais importante função da Igreja é salvar as pessoas, leva-las para o céu. A Igreja deve apresentar Jesus Cristo, como único Deus e Salvador, ao qual todos devem se converter e a quem todos devem seguir e obedecer para alcançarem a sua realização como pessoas humanas e consequentemente sua felicidade eterna.
Um tempo como o da quaresma jamais deveria ser utilizado para reflexões de natureza sociológica ou política, mas para fazer voltar o olhar de nosso povo, tão paganizado, para as coisas do alto. É tempo de falar sobre o pecado e sua consequência última que é o inferno.
É tempo falar sobre o mundanismo e os vícios e chamar as pessoas a uma sincera conversão. É tempo de despertar as pessoas para a busca do céu, tempo de apresentar a absoluta superioridade das coisas do alto e dos bens eternos comparados com as coisas mundanas que tantas vezes nos tiram do caminho da salvação. É tempo de se pregar sobre as obras de misericórdia e de se incitar sua prática. É tempo de Vias Sacras que falem de Jesus e de seu sofrimento, de modo que suscite em nosso coração uma verdadeira gratidão para com Deus e assim o desejo de ama-lo de verdade.
É tempo de conversão e reconciliação, ou seja, é tempo de se confessar individualmente com o sacerdote (confissões comunitárias são proibidas e não valem) e de se fazer um esforço maior para se deixar o que nos separa de Deus ou que nos impede de crescer em seu amor… E todo esse empenho deve ser coroado com a Páscoa, maior festa de nossa religião, onde se celebra a nossa redenção e a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, o que só tem sentido para alguém que tem fé e compreendeu quem é Cristo e do que ele nos libertou.
Com certeza, se a Igreja cumprisse bem seu papel, tal como Cristo ordenou, o efeito social seria muito mais positivo e duradouro. Pois tudo o que os nossos tempos precisam é de homens santos, atuando nas diferentes esferas da vida social. E essas pessoas imbuídas de espírito cristão promoveriam a justiça que a revolução marxista é incapaz de alcançar.
Uma profunda e verdadeira evangelização é o melhor serviço de utilidade pública que a Igreja pode oferecer a essa geração decaída e corrupta.
Enquanto os líderes da Igreja descuidarem de seu papel primordial, a pretexto de buscar uma vida melhor para nosso povo aqui nesse mundo, na verdade o estará privando não apenas dos meios para uma real e permanente promoção da justiça aqui e agora, mas o que é pior, estará sonegando a este mesmo povo os meios para sua salvação eterna.
Padre Rodrigo Maria, escravo inútil da Santíssima Virgem
Fonte: www.padrerodrigomaria.com.br via www.sinaisdoreino.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
QUARESMA É TEMPO DE MEDITAR A PAIXÃO DE JESUS CRISTO PARA SE COMPREENDER A GRANDEZA DO AMOR DE DEUS POR NÓS E ASSIM, NOS MOTIVARMOS A AMA-LO VERDADEIRAMENTE DEIXANDO OS PECADOS E SEGUINDO SEUS MANDAMENTOS, O QUE ACONTECEU COM A QUARESMA?
Hoje, não são poucos os que começam a quaresma pulando carnaval… e não apenas na sociedade em geral se perdeu a consciência do que significa esse tempo de mais oração, caridade e penitencia, mas dentro da própria Igreja, especialmente no Brasil, quase desapareceu essa dimensão. Aliás, para sermos mais exatos, devemos dizer que a sociedade só perdeu essa consciência porque primeiro ela se eclipsou dentro da Igreja.
A quaresma que deveria ser um tempo para se meditar a Paixão e a Morte de Cristo por nossa causa e em nosso favor fazendo-nos recuperar a consciência de nossa vocação cristã, nos convidando a constatar de modo mais forte a transitoriedade das coisas terrenas para nos dedicarmos com mais empenho à busca das coisas do alto, passou a ser um tempo para reflexão de natureza sociológica e política nos fazendo buscar o reino aqui e agora, refletindo uma mentalidade marxista da qual se impregnou o discurso e a prática da Igreja na América Latina, especialmente no Brasil.
A Igreja não defende nem apresenta um sistema político ou de governo, mas possui uma doutrina social com princípios que deve orientar a atuação política dos detentores do poder e também da convivência social. Também faz parte de sua missão defender a justiça e denunciar o mal em todas as suas formas.
Mas a primeira e mais importante função da Igreja é salvar as pessoas, leva-las para o céu. A Igreja deve apresentar Jesus Cristo, como único Deus e Salvador, ao qual todos devem se converter e a quem todos devem seguir e obedecer para alcançarem a sua realização como pessoas humanas e consequentemente sua felicidade eterna.
Um tempo como o da quaresma jamais deveria ser utilizado para reflexões de natureza sociológica ou política, mas para fazer voltar o olhar de nosso povo, tão paganizado, para as coisas do alto. É tempo de falar sobre o pecado e sua consequência última que é o inferno.
É tempo falar sobre o mundanismo e os vícios e chamar as pessoas a uma sincera conversão. É tempo de despertar as pessoas para a busca do céu, tempo de apresentar a absoluta superioridade das coisas do alto e dos bens eternos comparados com as coisas mundanas que tantas vezes nos tiram do caminho da salvação. É tempo de se pregar sobre as obras de misericórdia e de se incitar sua prática. É tempo de Vias Sacras que falem de Jesus e de seu sofrimento, de modo que suscite em nosso coração uma verdadeira gratidão para com Deus e assim o desejo de ama-lo de verdade.
É tempo de conversão e reconciliação, ou seja, é tempo de se confessar individualmente com o sacerdote (confissões comunitárias são proibidas e não valem) e de se fazer um esforço maior para se deixar o que nos separa de Deus ou que nos impede de crescer em seu amor… E todo esse empenho deve ser coroado com a Páscoa, maior festa de nossa religião, onde se celebra a nossa redenção e a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, o que só tem sentido para alguém que tem fé e compreendeu quem é Cristo e do que ele nos libertou.
Com certeza, se a Igreja cumprisse bem seu papel, tal como Cristo ordenou, o efeito social seria muito mais positivo e duradouro. Pois tudo o que os nossos tempos precisam é de homens santos, atuando nas diferentes esferas da vida social. E essas pessoas imbuídas de espírito cristão promoveriam a justiça que a revolução marxista é incapaz de alcançar.
Uma profunda e verdadeira evangelização é o melhor serviço de utilidade pública que a Igreja pode oferecer a essa geração decaída e corrupta.
Enquanto os líderes da Igreja descuidarem de seu papel primordial, a pretexto de buscar uma vida melhor para nosso povo aqui nesse mundo, na verdade o estará privando não apenas dos meios para uma real e permanente promoção da justiça aqui e agora, mas o que é pior, estará sonegando a este mesmo povo os meios para sua salvação eterna.
Padre Rodrigo Maria, escravo inútil da Santíssima Virgem
Fonte: www.padrerodrigomaria.com.br via www.sinaisdoreino.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
QUARESMA É TEMPO DE MEDITAR A PAIXÃO DE JESUS CRISTO PARA SE COMPREENDER A GRANDEZA DO AMOR DE DEUS POR NÓS E ASSIM, NOS MOTIVARMOS A AMA-LO VERDADEIRAMENTE DEIXANDO OS PECADOS E SEGUINDO SEUS MANDAMENTOS, O QUE ACONTECEU COM A QUARESMA?
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Alerta de Novas Doenças no Brasil:
Brasil deve se preparar para chegada de novas doenças, dizem cientistas
Órgãos de saúde internacionais vêm emitindo alertas a pessoas viajando para o Brasil por causa da prevalência de doenças como a dengue e, desde o final do ano passado, o vírus zika.
Mas, na opinião de cientistas ouvidos pela BBC Brasil, o surto dessa nova doença revela uma mudança de realidade sanitária: por uma combinação de fatores que causou sua ascensão no cenário internacional na última década, o país está muito mais exposto à chegada de enfermidades do que no passado.
O argumento é que zika é um perfeito exemplo do aumento na vulnerabilidade brasileira para mazelas "desconhecidas".
Apesar de não ser o único país do mundo atingido pelo vírus que durante anos esteve "dormente" na África, o Brasil apresentou, segundo especialistas, um cenário mais favorável para seu alastramento e que vai além de uma prelavência forte do mosquito Aedes aegypti em território nacional.
Nos últimos anos, o crescimento econômico do Brasil foi acompanhado por um aumento na chegada de turistas e imigrantes. O país ficou bem mais inserido no mundo globalizado, cujo ápice se deu com a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Mas, com isso, também entrou no caminho de mais doenças.
Estudos da ONU mostram, por exemplo, que o número de viajantes internacionais saltou de 227 milhões de pessoas em 1980 para mais de 1 bilhão em 2012.
Neste sábado acontece a segunda etapa do combate ao mosquito Aedes aegypti com o apoio dos militares. Cerca de 220 mil homens e mulheres das Forças Armadas farão uma ação de conscientização para orientar a população no combate ao inseto.
Os militares vão distribuir panfletos com um número de telefone local para receber denúncias de locais onde haja proliferação do mosquito. A ação ocorre em 356 municípios, dos quais 115 concentram grande quantidade de casos de microcefalia. Segundo o comando das Forças Armadas, 3 milhões de imóveis residenciais devem ser visitados.
Aves e rebanhos
Além disso, os vírus também podem ser "importados" por acidente.
O Ministério da Saúde, por exemplo, suspeita que o chikungunya chegou ao país, em setembro de 2014, com brasileiros que adquiriram o vírus depois de viajar para áreas endêmicas.
O cenário é mais preocupante no caso de vírus que possam ser transmitidos por mosquitos e que não sejam muito conhecidos por agências sanitárias ou cientistas. Novamente, o zika serve de exemplo: até o ano passado, a possível relação do vírus com a microcefalia sequer tinha sido estudada por pesquisadores de doenças tropicais.
"O Brasil está, sem dúvida, mais vulnerável agora à chegada de doenças por conta de fatores globais e por já enfrentar um problema sério com a população de mosquitos. Um grande problema é a existência do que chamamos de populações inocentes, que não foram expostas ao vírus o suficiente para criar anticorpos, o que ajuda a explicar a velocidade da proliferação do zika", afirma James Logan, entomologista da London School of Hygiene & Tropical Medicine.
"Qualquer doença tem potencial de chegar a qualquer país no mundo em que vivemos hoje. A ciência precisa desenvolver melhores métodos de vigilância, mas isso fica ainda mais complicado diante de um vírus como o zika, que é majoritariamente assintomático", acrescenta o especialista.
Cientistas citam pelo menos três vírus que, em teoria, poderiam chegar ao Brasil, todos eles transmitidos por mosquitos: o O'nyong'nyong, a febre do Nilo Ocidental, e a febre do Vale de Rift (RVF).
Este último, que também tem como vetor mosquitos da família Aedes, parece hoje em dia confinado ao continente africano ─ onde, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, o CDC, matou mais de 600 pessoas em um surto no Egito, em 1977.
Porém, em 2000, o vírus se manifestou na Arábia Saudita e o no Iêmen, com mais de 1 mil casos e cerca de 160 mortes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Também prevalecente em animais de criação, a RVF causou a morte de pelo menos 40 mil ovelhas e cabras.
Seus sintomas são bem parecidos com os de outras doenças transmitidas pelo Aedes: fraqueza, febre, dores e tonturas, que normalmente desaparecem em até uma semana. Mas uma parcela de até 10% dos casos podem desenvolver sintomas mais graves como lesões oculares, encefalite (inflamação no cérebro) e hemorragias.
"O RVF também pode ser transmitido por mosquitos Culex (o popular pernilongo) e, na teoria, pode chegar a qualquer lugar do mundo. Assim como o zika, que já ocorreu fora da África, apesar disso ter acontecido há mais de 10 anos", explica o geneticista David Weet, da Liverpool School of Tropical Medicine.
"Teoricamente, pode voltar a se manifestar. O zika mostra como é importante para as autoridades de saúde investirem em programas de diagnósticos, especialmente porque os sintomais mais moderados do RVF são parecidos com o zika", acrescenta Weet.
A febre do Nilo Ocidental teve seu primeiro surto no Hemisfério Ocidental em 1999, nos EUA, e em 2012 matou quase 300 pessoas no país. Ele também é transmitido pelo pernilongo. Apenas um caso de contaminação em humanos (o vírus também ataca cavalos) foi descoberto no Brasil até hoje ─ em uma área rural do Piauí, em 2014.
Quando houve o surto nos EUA, temeu-se que o vírus pudesse chegar ao Brasil por meio de aves migratórias. A febre também tem sintomas parecidos com o da dengue, o que dificulta o diagnóstico.
E, assim como o zika, os sintomas se manifestam em apenas um quinto dos casos. Sensações de fraqueza e fadiga podem durar meses. Menos de 1% do infectados pode, porém, desenvolver condições neurológicas sérias como encefalite e meningite.
Sintomas
Entidades de saúde como a Fiocruz não descartam sua chegada a áreas mais populosas do país, mas uma das teorias que explicaria a ausência de casos dessa doença é efeito de uma "proteção cruzada", promovida pela grande circulação de vírus similares ao do Oeste do Nilo no Brasil, como os causadores da dengue e da febre amarela.
"Nos Estados Unidos, a febre do Nilo Ocidental já faz parte das campanhas de saúde pública para os meses de verão, quando aumenta o número de mosquitos, e já houve casos em todo o país. Possibilidades de chegada sempre há, mas a ciência ainda precisa de muito mais pesquisas sobre essas doenças e isso não é uma tarefa fácil, mesmo quando ocorrem mais casos", completa Weet.
Já o'nyong'nyong chamou a atenção no Brasil depois de autoridades de saúde do Mato Grosso terem dito que a chegada deste vírus africano ao Brasil "era apenas uma questão de tempo".
No entanto, ele não faz parte da lista de mazelas que pode ser carregada pelos mosquitos da família Aedes. O vetor deste vírus é a família anophelina, o que inclui o Anopheles gambiae, transmissor da malária. Este mosquito tem prevalência em áreas rurais, o que marcou epidemias já ocorridas da doença, sempre na África ─ sem mortes registradas, segundo o CDC.
Os sintomas do o'nyong'nyong combinam irritações na pele, dores pelo corpo, sobretudo nas juntas e febre alto.
Os especialistas alertam ainda para outro fator complicador nos esforços de vigilância: o risco de mutações. O chikungunya novamente é um exemplo ─ em 2006, cientistas detectaram uma mutação que tornou mais fácil a transmissão do vírus pelos mosquitos da família Aedes e fez com que ele deixasse de ser restrito a países africanos e do Sudeste Asiático, chegando ao continente americano.
"É extremamente complicado mapear doenças, especialmente as que não oferecem perigo imediato e que ficam por muito tempo confinadas a determinadas regiões. Há um problema extra que é o fato de que doenças assintomáticas tornam bastante complicada, por exemplo, a tarefa de controlar pontos de entradas no país, como aeroportos, por exemplo", explica Logan.
O entomologista, porém, argumenta que novas ameaças teóricas não podem ofuscar as já existentes. Logan diz que mais importante é cuidar da prevenção, sobretudo repensando as políticas atuais de combate a mosquitos.
"Não adianta pensar em outras doenças quando já é preciso lidar,por exemplo, com um problema sério de dengue. Será muito difícil atingir uma erradicação total do mosquito sem esforços coordenados e que vão além do que temos hoje", diz.
Fonte: BBC Brasil
Órgãos de saúde internacionais vêm emitindo alertas a pessoas viajando para o Brasil por causa da prevalência de doenças como a dengue e, desde o final do ano passado, o vírus zika.
Mas, na opinião de cientistas ouvidos pela BBC Brasil, o surto dessa nova doença revela uma mudança de realidade sanitária: por uma combinação de fatores que causou sua ascensão no cenário internacional na última década, o país está muito mais exposto à chegada de enfermidades do que no passado.
O argumento é que zika é um perfeito exemplo do aumento na vulnerabilidade brasileira para mazelas "desconhecidas".
Apesar de não ser o único país do mundo atingido pelo vírus que durante anos esteve "dormente" na África, o Brasil apresentou, segundo especialistas, um cenário mais favorável para seu alastramento e que vai além de uma prelavência forte do mosquito Aedes aegypti em território nacional.
Nos últimos anos, o crescimento econômico do Brasil foi acompanhado por um aumento na chegada de turistas e imigrantes. O país ficou bem mais inserido no mundo globalizado, cujo ápice se deu com a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Mas, com isso, também entrou no caminho de mais doenças.
Estudos da ONU mostram, por exemplo, que o número de viajantes internacionais saltou de 227 milhões de pessoas em 1980 para mais de 1 bilhão em 2012.
Neste sábado acontece a segunda etapa do combate ao mosquito Aedes aegypti com o apoio dos militares. Cerca de 220 mil homens e mulheres das Forças Armadas farão uma ação de conscientização para orientar a população no combate ao inseto.
Os militares vão distribuir panfletos com um número de telefone local para receber denúncias de locais onde haja proliferação do mosquito. A ação ocorre em 356 municípios, dos quais 115 concentram grande quantidade de casos de microcefalia. Segundo o comando das Forças Armadas, 3 milhões de imóveis residenciais devem ser visitados.
Aves e rebanhos
Além disso, os vírus também podem ser "importados" por acidente.
O Ministério da Saúde, por exemplo, suspeita que o chikungunya chegou ao país, em setembro de 2014, com brasileiros que adquiriram o vírus depois de viajar para áreas endêmicas.
O cenário é mais preocupante no caso de vírus que possam ser transmitidos por mosquitos e que não sejam muito conhecidos por agências sanitárias ou cientistas. Novamente, o zika serve de exemplo: até o ano passado, a possível relação do vírus com a microcefalia sequer tinha sido estudada por pesquisadores de doenças tropicais.
"O Brasil está, sem dúvida, mais vulnerável agora à chegada de doenças por conta de fatores globais e por já enfrentar um problema sério com a população de mosquitos. Um grande problema é a existência do que chamamos de populações inocentes, que não foram expostas ao vírus o suficiente para criar anticorpos, o que ajuda a explicar a velocidade da proliferação do zika", afirma James Logan, entomologista da London School of Hygiene & Tropical Medicine.
"Qualquer doença tem potencial de chegar a qualquer país no mundo em que vivemos hoje. A ciência precisa desenvolver melhores métodos de vigilância, mas isso fica ainda mais complicado diante de um vírus como o zika, que é majoritariamente assintomático", acrescenta o especialista.
Cientistas citam pelo menos três vírus que, em teoria, poderiam chegar ao Brasil, todos eles transmitidos por mosquitos: o O'nyong'nyong, a febre do Nilo Ocidental, e a febre do Vale de Rift (RVF).
Este último, que também tem como vetor mosquitos da família Aedes, parece hoje em dia confinado ao continente africano ─ onde, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, o CDC, matou mais de 600 pessoas em um surto no Egito, em 1977.
Porém, em 2000, o vírus se manifestou na Arábia Saudita e o no Iêmen, com mais de 1 mil casos e cerca de 160 mortes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Também prevalecente em animais de criação, a RVF causou a morte de pelo menos 40 mil ovelhas e cabras.
Seus sintomas são bem parecidos com os de outras doenças transmitidas pelo Aedes: fraqueza, febre, dores e tonturas, que normalmente desaparecem em até uma semana. Mas uma parcela de até 10% dos casos podem desenvolver sintomas mais graves como lesões oculares, encefalite (inflamação no cérebro) e hemorragias.
"O RVF também pode ser transmitido por mosquitos Culex (o popular pernilongo) e, na teoria, pode chegar a qualquer lugar do mundo. Assim como o zika, que já ocorreu fora da África, apesar disso ter acontecido há mais de 10 anos", explica o geneticista David Weet, da Liverpool School of Tropical Medicine.
"Teoricamente, pode voltar a se manifestar. O zika mostra como é importante para as autoridades de saúde investirem em programas de diagnósticos, especialmente porque os sintomais mais moderados do RVF são parecidos com o zika", acrescenta Weet.
A febre do Nilo Ocidental teve seu primeiro surto no Hemisfério Ocidental em 1999, nos EUA, e em 2012 matou quase 300 pessoas no país. Ele também é transmitido pelo pernilongo. Apenas um caso de contaminação em humanos (o vírus também ataca cavalos) foi descoberto no Brasil até hoje ─ em uma área rural do Piauí, em 2014.
Quando houve o surto nos EUA, temeu-se que o vírus pudesse chegar ao Brasil por meio de aves migratórias. A febre também tem sintomas parecidos com o da dengue, o que dificulta o diagnóstico.
E, assim como o zika, os sintomas se manifestam em apenas um quinto dos casos. Sensações de fraqueza e fadiga podem durar meses. Menos de 1% do infectados pode, porém, desenvolver condições neurológicas sérias como encefalite e meningite.
Sintomas
Entidades de saúde como a Fiocruz não descartam sua chegada a áreas mais populosas do país, mas uma das teorias que explicaria a ausência de casos dessa doença é efeito de uma "proteção cruzada", promovida pela grande circulação de vírus similares ao do Oeste do Nilo no Brasil, como os causadores da dengue e da febre amarela.
"Nos Estados Unidos, a febre do Nilo Ocidental já faz parte das campanhas de saúde pública para os meses de verão, quando aumenta o número de mosquitos, e já houve casos em todo o país. Possibilidades de chegada sempre há, mas a ciência ainda precisa de muito mais pesquisas sobre essas doenças e isso não é uma tarefa fácil, mesmo quando ocorrem mais casos", completa Weet.
Já o'nyong'nyong chamou a atenção no Brasil depois de autoridades de saúde do Mato Grosso terem dito que a chegada deste vírus africano ao Brasil "era apenas uma questão de tempo".
No entanto, ele não faz parte da lista de mazelas que pode ser carregada pelos mosquitos da família Aedes. O vetor deste vírus é a família anophelina, o que inclui o Anopheles gambiae, transmissor da malária. Este mosquito tem prevalência em áreas rurais, o que marcou epidemias já ocorridas da doença, sempre na África ─ sem mortes registradas, segundo o CDC.
Os sintomas do o'nyong'nyong combinam irritações na pele, dores pelo corpo, sobretudo nas juntas e febre alto.
Os especialistas alertam ainda para outro fator complicador nos esforços de vigilância: o risco de mutações. O chikungunya novamente é um exemplo ─ em 2006, cientistas detectaram uma mutação que tornou mais fácil a transmissão do vírus pelos mosquitos da família Aedes e fez com que ele deixasse de ser restrito a países africanos e do Sudeste Asiático, chegando ao continente americano.
"É extremamente complicado mapear doenças, especialmente as que não oferecem perigo imediato e que ficam por muito tempo confinadas a determinadas regiões. Há um problema extra que é o fato de que doenças assintomáticas tornam bastante complicada, por exemplo, a tarefa de controlar pontos de entradas no país, como aeroportos, por exemplo", explica Logan.
O entomologista, porém, argumenta que novas ameaças teóricas não podem ofuscar as já existentes. Logan diz que mais importante é cuidar da prevenção, sobretudo repensando as políticas atuais de combate a mosquitos.
"Não adianta pensar em outras doenças quando já é preciso lidar,por exemplo, com um problema sério de dengue. Será muito difícil atingir uma erradicação total do mosquito sem esforços coordenados e que vão além do que temos hoje", diz.
Fonte: BBC Brasil
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Zorra Total:
FAMA E GLÓRIA NESTA VIDA SÃO ILUSÕES PASSAGEIRAS
Zorra total da Rede Globo, incompetência humorística e blasfêmia.
FAMA E GLÓRIA NESTA VIDA SÃO ILUSÕES PASSAGEIRAS
Sábado, 29 de Setembro de 2012, 23:00 h.
Minha querida e amada filha, porque é que tantas pessoas no mundo acreditam que a sua mortalidade é por tempo indeterminado? Assim, muitas pessoas estão hoje obcecadas com a busca da fama e da glória pessoal. Assim, muitos dos que procuram e alcançam grande reconhecimento e sucesso são idolatrados por aqueles que acreditam que essa é a glória por que eles se devem esforçar, para que se satisfaçam. Muito pouco do seu tempo é gasto no que realmente importa. Eles pisam os outros para conseguir o que querem por causa de seu desejo insaciável de brilhar em glória perante o mundo. A sua vaidade é alimentada pelo mundo do entretenimento, pelos média e pela sua busca de auto-aperfeiçoamento, e é aplaudida. É por isto que as pessoas comuns se esforçam hoje. Elas admiram abertamente tal ambição e esta torna-se como uma religião. Elas idolatram aqueles que chegam a tais alturas e, então, começam a imitar as suas vidas. Nem por uma vez eles consideram se tais coisas têm alguma consequência real. Eles nunca param para se questionarem: "É nisto que consiste a minha vida?" Eles não acreditam em Deus, na maioria dos casos, porque, se o fizessem, saberiam como é desagradável aos olhos de Deus procurar a adulação desta forma. Quando uma pessoa busca constantemente atenção e adulação, e é obcecada com a imagem que projeta para o mundo, não entende como este caminho é curto. Eles desaparecerão com o tempo e ficarão vazios e sem amor para compartilhar com os outros. Eles gastam muito do seu tempo amando-se a si mesmos pelo que não terão espaço para qualquer outro amor. Eles colocam as suas próprias necessidades antes dos outros. Eles farão qualquer coisa, inclusive cometer atos que ofendem a Deus, para alcançar a auto glorificação. A esta geração têm sido ditas tantas mentiras sobre a maneira de viver as suas vidas. Eles são incentivados por um mundo que acredita que o ganho material, a cultura da celebridade e a ambição, que lhes traga grande admiração, são as coisas mais importantes que devem ambicionar. Que pouco eles sabem. Como ficarão chocados quando eles descobrirem como estavam errados. As pessoas que levam tal vida enfrentarão a decepção quando os seus desejos não forem satisfeitos. Todo o ato para lhes trazer mais prazer, através da auto obsessão pela ambição, não lhes trará a paz. Orai para que em breve essas pessoas percebam que a busca da fama e da glória pessoal só satisfaz por um tempo curto. Há apenas um objetivo por que vos deveis esforçar, que é o de seguir os Ensinamentos do Senhor. Quando fizerdes isso, vós ficareis em paz. Vós ainda podeis desfrutar de muitos dos prazeres do mundo, mas vós entendereis o que realmente importa. Muitos jovens colocam muito valor na forma como eles são vistos pelos outros. As pressões sobre eles, para conduzirem as suas vidas perseguindo os mesmos objetivos que as celebridades que admiram, está a prejudicar as suas almas. É bloquear a realidade do que é agradável a Deus. É bloquear a Verdade. Só a Verdade vos fará sentir satisfação e vos trará paz, amor, alegria e felicidade. Eu sou a vida que vós procurais. Em Mim vós encontrareis uma vida de Glória. Esta é a Glória que deveis procurar. Pois vivereis uma vida de Grande Glória, no Novo Paraíso, se vos voltardes para Mim. Esta é a única glória que vos trará uma alegria indescritível.
O vosso Jesus.
(O Livro da verdade - Maria Divina Misericórdia)
Daniel 10,21
Mas eu te anunciarei presentemente o que está expresso na escritura da verdade: e em todas estas coisas ninguém me ajuda, senão Miguel, que é o vosso príncipe.
O LIVRO DA VERDADE é a continuação da Bíblia. Fonte: www.elgranavisomensajes.com
OBS: Um exemplo claro disto, é o que aconteceu com o elenco de humoristas do programa Zorra Total da Rede Globo recentemente. Em seus estados imaginários de glória, de reconhecimento público, chegaram a blasfemar contra Nossa Senhora, chamando-a de corrupta. Os humoristas na sua falta de competência humorística, se rebaixaram, apelando para obter ibope, ofendendo a Mãe de Deus a pedido de seus organizadores. A fama falou mais alto do que a razão. A intenção premeditada de ofender para se obter audiência falou mais alto do que o respeito ao Cristianismo. O salário pago pela Globo aos humoristas, condicionou-os a agir sem pensar nas conseqüências de tais atos. E assim ofenderam a Mulher das dores, a amorosa entre as amorosas, a co-redentora, a perseguida, a Mulher vestida de Sol que esmagará a cabeça da Serpente para sempre nestes finais dos tempos. Como Ela poderá perdoá-los no dia de seus julgamentos, senhores humoristas? Não sabiam que deve haver o perdão do ofendido para que Deus conceda o perdão? Então como ficará vocês diante desta ofendida e de Deus nos Céus, quando será lembrado a ofensa por vós proferida?
Só Deus sabe. Mas eu não gostaria de estar em seus lugares neste dia, no último dia.
Que o rancor e a ira não estejam nos corações dos cristãos por este motivo. Perdoar e rezar a oração da Divina Misericórdia todos os dias, para se obter justiça, se possível ainda nesta terra.
A paz de Jesus.
Antonio C. Calciolari
Zorra total da Rede Globo, incompetência humorística e blasfêmia.
FAMA E GLÓRIA NESTA VIDA SÃO ILUSÕES PASSAGEIRAS
Sábado, 29 de Setembro de 2012, 23:00 h.
Minha querida e amada filha, porque é que tantas pessoas no mundo acreditam que a sua mortalidade é por tempo indeterminado? Assim, muitas pessoas estão hoje obcecadas com a busca da fama e da glória pessoal. Assim, muitos dos que procuram e alcançam grande reconhecimento e sucesso são idolatrados por aqueles que acreditam que essa é a glória por que eles se devem esforçar, para que se satisfaçam. Muito pouco do seu tempo é gasto no que realmente importa. Eles pisam os outros para conseguir o que querem por causa de seu desejo insaciável de brilhar em glória perante o mundo. A sua vaidade é alimentada pelo mundo do entretenimento, pelos média e pela sua busca de auto-aperfeiçoamento, e é aplaudida. É por isto que as pessoas comuns se esforçam hoje. Elas admiram abertamente tal ambição e esta torna-se como uma religião. Elas idolatram aqueles que chegam a tais alturas e, então, começam a imitar as suas vidas. Nem por uma vez eles consideram se tais coisas têm alguma consequência real. Eles nunca param para se questionarem: "É nisto que consiste a minha vida?" Eles não acreditam em Deus, na maioria dos casos, porque, se o fizessem, saberiam como é desagradável aos olhos de Deus procurar a adulação desta forma. Quando uma pessoa busca constantemente atenção e adulação, e é obcecada com a imagem que projeta para o mundo, não entende como este caminho é curto. Eles desaparecerão com o tempo e ficarão vazios e sem amor para compartilhar com os outros. Eles gastam muito do seu tempo amando-se a si mesmos pelo que não terão espaço para qualquer outro amor. Eles colocam as suas próprias necessidades antes dos outros. Eles farão qualquer coisa, inclusive cometer atos que ofendem a Deus, para alcançar a auto glorificação. A esta geração têm sido ditas tantas mentiras sobre a maneira de viver as suas vidas. Eles são incentivados por um mundo que acredita que o ganho material, a cultura da celebridade e a ambição, que lhes traga grande admiração, são as coisas mais importantes que devem ambicionar. Que pouco eles sabem. Como ficarão chocados quando eles descobrirem como estavam errados. As pessoas que levam tal vida enfrentarão a decepção quando os seus desejos não forem satisfeitos. Todo o ato para lhes trazer mais prazer, através da auto obsessão pela ambição, não lhes trará a paz. Orai para que em breve essas pessoas percebam que a busca da fama e da glória pessoal só satisfaz por um tempo curto. Há apenas um objetivo por que vos deveis esforçar, que é o de seguir os Ensinamentos do Senhor. Quando fizerdes isso, vós ficareis em paz. Vós ainda podeis desfrutar de muitos dos prazeres do mundo, mas vós entendereis o que realmente importa. Muitos jovens colocam muito valor na forma como eles são vistos pelos outros. As pressões sobre eles, para conduzirem as suas vidas perseguindo os mesmos objetivos que as celebridades que admiram, está a prejudicar as suas almas. É bloquear a realidade do que é agradável a Deus. É bloquear a Verdade. Só a Verdade vos fará sentir satisfação e vos trará paz, amor, alegria e felicidade. Eu sou a vida que vós procurais. Em Mim vós encontrareis uma vida de Glória. Esta é a Glória que deveis procurar. Pois vivereis uma vida de Grande Glória, no Novo Paraíso, se vos voltardes para Mim. Esta é a única glória que vos trará uma alegria indescritível.
O vosso Jesus.
(O Livro da verdade - Maria Divina Misericórdia)
Daniel 10,21
Mas eu te anunciarei presentemente o que está expresso na escritura da verdade: e em todas estas coisas ninguém me ajuda, senão Miguel, que é o vosso príncipe.
O LIVRO DA VERDADE é a continuação da Bíblia. Fonte: www.elgranavisomensajes.com
OBS: Um exemplo claro disto, é o que aconteceu com o elenco de humoristas do programa Zorra Total da Rede Globo recentemente. Em seus estados imaginários de glória, de reconhecimento público, chegaram a blasfemar contra Nossa Senhora, chamando-a de corrupta. Os humoristas na sua falta de competência humorística, se rebaixaram, apelando para obter ibope, ofendendo a Mãe de Deus a pedido de seus organizadores. A fama falou mais alto do que a razão. A intenção premeditada de ofender para se obter audiência falou mais alto do que o respeito ao Cristianismo. O salário pago pela Globo aos humoristas, condicionou-os a agir sem pensar nas conseqüências de tais atos. E assim ofenderam a Mulher das dores, a amorosa entre as amorosas, a co-redentora, a perseguida, a Mulher vestida de Sol que esmagará a cabeça da Serpente para sempre nestes finais dos tempos. Como Ela poderá perdoá-los no dia de seus julgamentos, senhores humoristas? Não sabiam que deve haver o perdão do ofendido para que Deus conceda o perdão? Então como ficará vocês diante desta ofendida e de Deus nos Céus, quando será lembrado a ofensa por vós proferida?
Só Deus sabe. Mas eu não gostaria de estar em seus lugares neste dia, no último dia.
Que o rancor e a ira não estejam nos corações dos cristãos por este motivo. Perdoar e rezar a oração da Divina Misericórdia todos os dias, para se obter justiça, se possível ainda nesta terra.
A paz de Jesus.
Antonio C. Calciolari
Martinho Lutero Jaz no Inferno:
A Fumaça de Satanás na Igreja: Os Botões que encobriam o Lobo começam a desatar
Os botões da pele de cordeiro que encobria o lobo começam a desatar. Pele de cordeiro só usa aquele que quer enganar, se fazer passar por uma boa pessoa. É uma camuflagem de aparência inofensiva e carinhosa, usada para ludibriar as pessoas e levá-las ao engano, no intuito de fazê-las acreditar em coisas contrarias as que deveria defender. Por este motivo todo homem considerado lobo em pele de cordeiro, é considerado um traidor. Neste caso em particular do nosso Pontífice, a pele de cordeiro é representada pelas atitudes, que são: a falsa humildade, falsa bondade e com isso esconde seu verdadeiro intento: instituir a religião da tolerância total em todo o mundo, menosprezando os preceitos divinos entregues a Moisés no monte Sinai.
Um dos botões que desatou, deixando ver um pouco do interior que a pele de cordeiro escondia, se deu com o nosso Pontífice, e desta vez não fez as escondidas-- o próprio Vaticano emitiu boletim oficial com a participação do Papa -- prestigiará o evento que comemora os 500 anos do protestantismo, cujo líder e fundador Martinho Lutero, já está condenado desde que deixou esta vida, ao Inferno. Em outras palavras, Bergoglio estará prestigiando o início da divisão da Igreja de Cristo, da qual é o representante máximo, praticando com isso traição e uma tremenda heresia.
Lembram-se o que disse o anjo do Senhor para Maria Serafina Micheli, quando ela se ajoelhou diante de uma igreja protestante na cidade onde Lutero nasceu, pois estava escuro e ela não tinha percebido que estava diante de uma igreja protestante? O anjo lhe disse: “Levanta-te pois esta é uma igreja protestante!”
Os anjos falam com o pensamento de Deus, carregam as mensagens que da boca de Deus saiu, ficando claro que este impedimento à Santa de lá rezar, que Deus não reconhece as igrejas protestantes como casa de oração a Deus. E logo em seguida este mesmo anjo lhe diz: “Mas eu quero fazer-te ver o local onde Martinho Lutero foi condenado e a pena que sofreu em castigo do seu orgulho”.
Depois destas palavras, ela viu um terrível abismo de fogo, no qual eram cruelmente atormentadas um incalculável número de almas. No fundo deste precipício havia um homem, Martinho Lutero, que se distinguia dos demais: estava cercado por demônios que o obrigavam a se ajoelhar e todos, munidos de martelos, se esforçavam, em vão, em fincar em sua cabeça um grande prego.
Com mais esta revelação do anjo mostrando que Lutero está condenado ao abismo eterno, indica que, o que ele fez dividindo a Igreja, foi a causa de sua condenação. Não acham que quem participa de festejos comemorativos daquilo que Deus repudia, comete pecado por desobediência contra o Criador? Se Deus não aprova, por que participar, e muito menos comemorar?
Lutero, prepotente, orgulhoso e soberbo como era, achou-se no direito de alterar as Leis de Deus, e com ele milhares de outros homens fizeram a mesma coisa, de lá para cá, alterando uma coisa aqui e outra ali na doutrina santa e imutável, somente para ficar diferente uma das outras, atendendo cada qual os seus próprios interesses.
O nosso representante de mais alto cargo na Igreja, ao invés de ficar longe destes acontecimentos, parece mesmo gostar de todas as seitas protestantes, também dos Budistas, dos Hindus, dos Muçulmanos. Ele gosta de todas elas, aprova todas elas, e eis o agravante sedutor do animal que se esconde sob a pele de cordeiro: não pede a conversão de nenhum deles.
Hoje em dia fala-se muito em intolerância religiosa, que devemos respeitar as crenças dos outros, não agredindo nem física, nem verbalmente. Concordo plenamente! Respeitar, sim. Mas respeitar não significa aderir, acreditar em outra crença. Não devemos trocar a nossa fé, por outra fé.
Dizer que todas as religiões são iguais, ou que todas levam a Deus, ou que todas são boas, ou que não existe uma única verdadeira, ou ainda dizer que todas são aceitas por Deus, é uma grande mentira.
Respeitar, sim! Tolerar sim, mas mudar de crença não! Porque só Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, e fora desta verdade não existe outra.
Se permanecer defendendo a minha fé é ser intolerante, então eu o sou. Prefiro ser considerado como tal, do que negar a verdade, porque está escrito: “Quem me negar diante dos homens Eu o negarei diante de meu Pai.”
Todo Católico deve ser mensageiro da fé e da doutrina de Cristo. Se não nos querem ouvir, ou não querem acreditar que a Igreja Católica é a única depositária da doutrina verdadeira de Deus, é uma questão de querer ter ou não sabedoria. De querer ou não saber da verdade. Somente a vontade do homem pode definir e mudar a trajetória de uma vida de perdição em contrição para a Salvação.
Rezemos para aqueles que se encontram seduzidos pelos planos das trevas. A confusão religiosa dos últimos tempos é obra Malígna, porque somente o Mal poderia querer contradizer as verdades eternas de Deus. As Leis de Deus são eternas, imutáveis, inalteráveis, e qualquer divisão ou amenização de algum preceito não vem do Criador.
Por que então, o nosso atual maior representante Católico não defende a religião em que está? Por que se esforça em querer mudar a Igreja por dentro? Por que faz tantos encontros ecumênicos, já que o intuito não é convertê-los? Parece mesmo estar querendo fundar assim como Lutero, uma nova religião, só que muito mais abrangente, com a participação de todas as seitas.
Se for isto, já sabemos qual será a conseqüência desta arbitrariedade orgulhosa e traiçoeira: irá fatalmente culminar com a divisão da Igreja como nunca se viu antes, e ter o mesmo fim de Martinho Lutero, e se encaixaria perfeitamente sob o título de Falso Profeta, mencionado nas escrituras.
Sejamos perspicazes como as serpentes, para conseguir ver a verdade, conseguindo com isso desatar alguns botões desta pele de cordeiro, que encobre, que esconde o verdadeiro animal, e mansos como as pombas, que não julgam e não maltratam ninguém, mas que pede perdão a Deus pelos pecados dos outros.
Antonio C. Calciolari - Site: www.provasdaexistenciadedeus.blogspot.com.br
Os botões da pele de cordeiro que encobria o lobo começam a desatar. Pele de cordeiro só usa aquele que quer enganar, se fazer passar por uma boa pessoa. É uma camuflagem de aparência inofensiva e carinhosa, usada para ludibriar as pessoas e levá-las ao engano, no intuito de fazê-las acreditar em coisas contrarias as que deveria defender. Por este motivo todo homem considerado lobo em pele de cordeiro, é considerado um traidor. Neste caso em particular do nosso Pontífice, a pele de cordeiro é representada pelas atitudes, que são: a falsa humildade, falsa bondade e com isso esconde seu verdadeiro intento: instituir a religião da tolerância total em todo o mundo, menosprezando os preceitos divinos entregues a Moisés no monte Sinai.
Um dos botões que desatou, deixando ver um pouco do interior que a pele de cordeiro escondia, se deu com o nosso Pontífice, e desta vez não fez as escondidas-- o próprio Vaticano emitiu boletim oficial com a participação do Papa -- prestigiará o evento que comemora os 500 anos do protestantismo, cujo líder e fundador Martinho Lutero, já está condenado desde que deixou esta vida, ao Inferno. Em outras palavras, Bergoglio estará prestigiando o início da divisão da Igreja de Cristo, da qual é o representante máximo, praticando com isso traição e uma tremenda heresia.
Lembram-se o que disse o anjo do Senhor para Maria Serafina Micheli, quando ela se ajoelhou diante de uma igreja protestante na cidade onde Lutero nasceu, pois estava escuro e ela não tinha percebido que estava diante de uma igreja protestante? O anjo lhe disse: “Levanta-te pois esta é uma igreja protestante!”
Os anjos falam com o pensamento de Deus, carregam as mensagens que da boca de Deus saiu, ficando claro que este impedimento à Santa de lá rezar, que Deus não reconhece as igrejas protestantes como casa de oração a Deus. E logo em seguida este mesmo anjo lhe diz: “Mas eu quero fazer-te ver o local onde Martinho Lutero foi condenado e a pena que sofreu em castigo do seu orgulho”.
Depois destas palavras, ela viu um terrível abismo de fogo, no qual eram cruelmente atormentadas um incalculável número de almas. No fundo deste precipício havia um homem, Martinho Lutero, que se distinguia dos demais: estava cercado por demônios que o obrigavam a se ajoelhar e todos, munidos de martelos, se esforçavam, em vão, em fincar em sua cabeça um grande prego.
Com mais esta revelação do anjo mostrando que Lutero está condenado ao abismo eterno, indica que, o que ele fez dividindo a Igreja, foi a causa de sua condenação. Não acham que quem participa de festejos comemorativos daquilo que Deus repudia, comete pecado por desobediência contra o Criador? Se Deus não aprova, por que participar, e muito menos comemorar?
Lutero, prepotente, orgulhoso e soberbo como era, achou-se no direito de alterar as Leis de Deus, e com ele milhares de outros homens fizeram a mesma coisa, de lá para cá, alterando uma coisa aqui e outra ali na doutrina santa e imutável, somente para ficar diferente uma das outras, atendendo cada qual os seus próprios interesses.
O nosso representante de mais alto cargo na Igreja, ao invés de ficar longe destes acontecimentos, parece mesmo gostar de todas as seitas protestantes, também dos Budistas, dos Hindus, dos Muçulmanos. Ele gosta de todas elas, aprova todas elas, e eis o agravante sedutor do animal que se esconde sob a pele de cordeiro: não pede a conversão de nenhum deles.
Hoje em dia fala-se muito em intolerância religiosa, que devemos respeitar as crenças dos outros, não agredindo nem física, nem verbalmente. Concordo plenamente! Respeitar, sim. Mas respeitar não significa aderir, acreditar em outra crença. Não devemos trocar a nossa fé, por outra fé.
Dizer que todas as religiões são iguais, ou que todas levam a Deus, ou que todas são boas, ou que não existe uma única verdadeira, ou ainda dizer que todas são aceitas por Deus, é uma grande mentira.
Respeitar, sim! Tolerar sim, mas mudar de crença não! Porque só Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, e fora desta verdade não existe outra.
Se permanecer defendendo a minha fé é ser intolerante, então eu o sou. Prefiro ser considerado como tal, do que negar a verdade, porque está escrito: “Quem me negar diante dos homens Eu o negarei diante de meu Pai.”
Todo Católico deve ser mensageiro da fé e da doutrina de Cristo. Se não nos querem ouvir, ou não querem acreditar que a Igreja Católica é a única depositária da doutrina verdadeira de Deus, é uma questão de querer ter ou não sabedoria. De querer ou não saber da verdade. Somente a vontade do homem pode definir e mudar a trajetória de uma vida de perdição em contrição para a Salvação.
Rezemos para aqueles que se encontram seduzidos pelos planos das trevas. A confusão religiosa dos últimos tempos é obra Malígna, porque somente o Mal poderia querer contradizer as verdades eternas de Deus. As Leis de Deus são eternas, imutáveis, inalteráveis, e qualquer divisão ou amenização de algum preceito não vem do Criador.
Por que então, o nosso atual maior representante Católico não defende a religião em que está? Por que se esforça em querer mudar a Igreja por dentro? Por que faz tantos encontros ecumênicos, já que o intuito não é convertê-los? Parece mesmo estar querendo fundar assim como Lutero, uma nova religião, só que muito mais abrangente, com a participação de todas as seitas.
Se for isto, já sabemos qual será a conseqüência desta arbitrariedade orgulhosa e traiçoeira: irá fatalmente culminar com a divisão da Igreja como nunca se viu antes, e ter o mesmo fim de Martinho Lutero, e se encaixaria perfeitamente sob o título de Falso Profeta, mencionado nas escrituras.
Sejamos perspicazes como as serpentes, para conseguir ver a verdade, conseguindo com isso desatar alguns botões desta pele de cordeiro, que encobre, que esconde o verdadeiro animal, e mansos como as pombas, que não julgam e não maltratam ninguém, mas que pede perdão a Deus pelos pecados dos outros.
Antonio C. Calciolari - Site: www.provasdaexistenciadedeus.blogspot.com.br
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
O Santíssimo Sacramento Parou um Tsunami:
Há 110 anos o Santíssimo Sacramento parou um tsunami: Graças a fé de um pároco e do seu povo
Há algumas décadas, na pequena ilha de Tumaco (Colômbia), o que aconteceu com um tsunami ensinou aos seus habitantes que Deus, presente no Santíssimo Sacramento, age quando seus sacerdotes e fiéis o invocam com amor e fé.
O fato ocorreu no dia 31 de janeiro de 1906. Às dez da manhã, os habitantes dessa minúscula ilha do Pacífico sentiram um forte terremoto, que durou cerca de 10 minutos. Então, todo o povo correu até a igreja para suplicar ao pároco, o Pe. Gerardo Larrondo, e ao Pe. Julián, que organizassem imediatamente uma procissão com o Santíssimo Sacramento.
Enquanto isso, o mar continuava retrocedendo, com a ameaça de formar uma imensa onda. O Pe. Gerardo, atemorizado, consumiu todas as hóstias consagradas da âmbula e conservou somente a Hóstia Magna.
Depois, dirigindo-se ao povo, exclamou: “Vamos, meus filhos, vamos todos à praia, e que Deus tenha piedade de nós!”.
Sentindo-se seguros diante da presença de Jesus Eucaristia, todos caminharam, entre lágrimas e aclamações a Deus. Quando o Pe. Larrondo chegou à praia, foi corajosamente até a margem com a custódia nas mãos.
No momento em que a onda estava chegando, ele levantou a Hóstia consagrada, com mão firme e com o coração cheio de fé, e diante de todos traçou o sinal da cruz. Foi um momento de altíssima solenidade.
A onda continuou avançando, mas, antes que o Pe. Larrondo e o Pe. Julián pudessem perceber, o povo, comovido e maravilhado, gritou: “Milagre! Milagre!”.
De fato, como se tivesse sido parada por uma força invisível e superior à natureza, a potente onda que ameaçava apagar do mapa a ilha de Tumaco havia iniciado seu retrocesso, enquanto o mar voltava ao seu nível normal.
Os habitantes de Tumaco, em meio à euforia e à alegria por terem sido salvos da morte graças a Jesus sacramentado, manifestavam sua gratidão. O milagre de Tumaco ficou conhecido no mundo inteiro, e o Padre Larrondo também recebeu do continente europeu inúmeras cartas de pessoas que pediam suas orações.
Fonte: Livro “Agostinianos amantes da Sagrada Eucaristia”, do Padre Pedro del Rosario Corro - via Blog Senzapagare
Há algumas décadas, na pequena ilha de Tumaco (Colômbia), o que aconteceu com um tsunami ensinou aos seus habitantes que Deus, presente no Santíssimo Sacramento, age quando seus sacerdotes e fiéis o invocam com amor e fé.
O fato ocorreu no dia 31 de janeiro de 1906. Às dez da manhã, os habitantes dessa minúscula ilha do Pacífico sentiram um forte terremoto, que durou cerca de 10 minutos. Então, todo o povo correu até a igreja para suplicar ao pároco, o Pe. Gerardo Larrondo, e ao Pe. Julián, que organizassem imediatamente uma procissão com o Santíssimo Sacramento.
Enquanto isso, o mar continuava retrocedendo, com a ameaça de formar uma imensa onda. O Pe. Gerardo, atemorizado, consumiu todas as hóstias consagradas da âmbula e conservou somente a Hóstia Magna.
Depois, dirigindo-se ao povo, exclamou: “Vamos, meus filhos, vamos todos à praia, e que Deus tenha piedade de nós!”.
Sentindo-se seguros diante da presença de Jesus Eucaristia, todos caminharam, entre lágrimas e aclamações a Deus. Quando o Pe. Larrondo chegou à praia, foi corajosamente até a margem com a custódia nas mãos.
No momento em que a onda estava chegando, ele levantou a Hóstia consagrada, com mão firme e com o coração cheio de fé, e diante de todos traçou o sinal da cruz. Foi um momento de altíssima solenidade.
A onda continuou avançando, mas, antes que o Pe. Larrondo e o Pe. Julián pudessem perceber, o povo, comovido e maravilhado, gritou: “Milagre! Milagre!”.
De fato, como se tivesse sido parada por uma força invisível e superior à natureza, a potente onda que ameaçava apagar do mapa a ilha de Tumaco havia iniciado seu retrocesso, enquanto o mar voltava ao seu nível normal.
Os habitantes de Tumaco, em meio à euforia e à alegria por terem sido salvos da morte graças a Jesus sacramentado, manifestavam sua gratidão. O milagre de Tumaco ficou conhecido no mundo inteiro, e o Padre Larrondo também recebeu do continente europeu inúmeras cartas de pessoas que pediam suas orações.
Fonte: Livro “Agostinianos amantes da Sagrada Eucaristia”, do Padre Pedro del Rosario Corro - via Blog Senzapagare
Abortar com Microcefalia? Quem Disse?
Sou plena, feliz e existo porque minha mãe não optou pelo aborto, diz jornalista com microcefalia
Médicos disseram que Ana Carolina Cáceres não sobreviveria; hoje ela tem 24 anos, mantém blog, toca violino e defende discussão informada sobre aborto.
Ana Carolina Cáceres, de 24 anos, moradora de Campo Grande (MS), desafiou todos os limites da microcefalia previstos por médicos. Eles esperavam que ela não sobrevivesse. Hoje, Ana tem 24 anos. Neste depoimento, ela defende uma discussão informada sobre o aborto.
"Quando li a reportagem sobre a ação que pede a liberação do aborto em caso de microcefalia no Supremo Tribunal Federal (STF), levei para o lado pessoal. Me senti ofendida. Me senti atacada.
No dia em que nasci, o médico falou que eu não teria nenhuma chance de sobreviver. Tenho microcefalia, meu crânio é menor que a média. O doutor falou: "ela não vai andar, não vai falar e, com o tempo, entrará em um estado vegetativo até morrer".
Ele - como muita gente hoje - estava errado.
Meu pai conta que comecei a andar de repente. Com um aninho, vi um cachorro passando e levantei para ir atrás dele. Cresci, fui à escola, me formei e entrei na universidade. Hoje eu sou jornalista e escrevo em um blog.
Escolhi este curso para dar voz a pessoas que, como eu, não se sentem representadas. Queria ser uma porta-voz da microcefalia e, como projeto final de curso, escrevi um livro sobre minha vida e a de outras 5 pessoas com esta síndrome (microcefalia não é doença, tá? É síndrome!).
Com a explosão de casos no Brasil, a necessidade de informação é ainda mais importante e tem muita gente precisando superar preconceitos e se informar mais. O ministro da Saúde, por exemplo. Ele disse que o Brasil terá uma 'geração de sequelados' por causa da microcefalia.
Se estivesse na frente dele, eu diria: 'Meu filho, mais sequelada que a sua frase não dá para ser, não'.
Porque a microcefalia é uma caixinha de surpresas. Pode haver problemas mais sérios, ou não. Acho que quem opta pelo aborto não dá nem chance de a criança vingar e sobreviver, como aconteceu comigo e com tanta gente que trabalha, estuda, faz coisas normais - e tem microcefalia.
As mães dessas pessoas não optaram pelo aborto. É por isso que nós existimos.
Não é fácil, claro. Tudo na nossa casa foi uma batalha. Somos uma família humilde, meu pai é técnico de laboratório e estava desempregado quando nasci. Minha mãe, assistente de enfermagem, trabalhava num hospital, e graças a isso nós tínhamos plano de saúde.
A gente corta custos, economiza, não gasta com bobeira. Nossa casa teve que esperar para ser terminada: uma parte foi levantada com terra da rua para economizar e até hoje tem lugares onde não dá para pregar um quadro, porque a parede desmancha.
O plano cobriu algumas coisas, como o parto, mas outros exames não eram cobertos e eram muito caros. A família inteira se reuniu – tio, tia, gente de um lado e do outro, e cada um deu o que podia para conseguir o dinheiro e custear testes e cirurgias.
No total, foram cinco operações. A primeira com nove dias de vida, para correção da face, porque eu tinha um afundamento e por causa dele não respirava.
Durante toda a infância também tive convulsões. É algo que todo portador de microcefalia vai ter - mas, calma, tem remédios que controlam. Eu tomava Gardenal e Tegretol até os 12 anos - depois nunca mais precisei (e hoje sei até tocar violino!)..
Então, o que recomendo às mães que estão vivendo esse momento é calma. Não se desespere, microcefalia é um nome feio, mas não é esse bicho de sete cabeças, não.
Façam o pré-natal direitinho e procurem sobretudo um neurologista, de preferência antes de o bebê nascer. Procurem conhecer outras mães e crianças com microcefalia. No próprio Facebook há dois grupos de mães que têm um, dois, até três filhos assim e trabalham todos os dias tranquilas, sem dificuldade.
Caso o projeto de aborto seja aprovado, mas houver em paralelo assistência para a mãe e garantia de direitos depois de nascer, tenho certeza que a segunda opção vai vencer.
Se ainda assim houver pais que preferirem abortar, não posso interferir. Acho que a escolha é deles. Só não dá para fazê-la sem o mais importante: informação.
Quanto mais, melhor. Sempre. É o que me levou ao jornalismo, a conseguir este espaço na BBC e a ser tudo o que eu sou hoje: uma mulher plena e feliz.
*Este depoimento é resultado de uma conversa entre o repórter da BBC Brasil Ricardo Senra e Ana Carolina Cáceres. E começou com um comentário da jovem no perfil da BBC Brasil no Facebook.
Fonte: G1
=============================
Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Por que me perguntas a respeito do que se deve fazer de bom? Só Deus é bom. Se queres entrar na vida, observa os mandamentos". (São Mateus 19,17)
"Conheces os mandamentos: não mates; não cometas adultério; não furtes; não digas falso testemunho; não cometas fraudes; honra pai e mãe". (São Marcos 10,19)
"O Quinto mandamento, não matará. O aborto mata, portanto é um homicídio, o pior do pior, é que a mamãe mata a seu filho, que não pode se defender".
O quinto mandamento qualifica como gravemente pecaminoso o homicídio direto e voluntário e o assassino e seus colaboradores que o praticam, estão cometendo um pecado que clama ao céu, por vingança.
“Os que praticam o aborto cometem homicídio e irão prestar contas a Deus, do aborto. Por que razão haveríamos de matar? Não se pode conciliar o pensamento de que a mulher carrega no ventre um ser vivo, e, portanto objeto da Providência divina, com o de matar cedo o que já iniciou a vida…” (Súplica pelos cristãos, 3, 10).
Palavras do Santo Papa João Paulo II, na Encíclica Evangelium Vitae:
"Matar o ser humano, no qual está presente a imagem de Deus, é pecado de particular gravidade. Só Deus é dono da vida"! (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº 55).
"Dentre todos os crimes que o homem pode cometer contra a vida, o aborto provocado apresenta características que o tornam particularmente perverso e abominável.” (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº 58).
“Nenhuma circunstância, nenhum fim, nenhuma lei no mundo poderá jamais tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito, porque contrário à Lei de Deus, inscrita no coração de cada homem, reconhecível pela própria razão, e proclamada pela Igreja” (nº 61)
Médicos disseram que Ana Carolina Cáceres não sobreviveria; hoje ela tem 24 anos, mantém blog, toca violino e defende discussão informada sobre aborto.
Ana Carolina Cáceres, de 24 anos, moradora de Campo Grande (MS), desafiou todos os limites da microcefalia previstos por médicos. Eles esperavam que ela não sobrevivesse. Hoje, Ana tem 24 anos. Neste depoimento, ela defende uma discussão informada sobre o aborto.
"Quando li a reportagem sobre a ação que pede a liberação do aborto em caso de microcefalia no Supremo Tribunal Federal (STF), levei para o lado pessoal. Me senti ofendida. Me senti atacada.
No dia em que nasci, o médico falou que eu não teria nenhuma chance de sobreviver. Tenho microcefalia, meu crânio é menor que a média. O doutor falou: "ela não vai andar, não vai falar e, com o tempo, entrará em um estado vegetativo até morrer".
Ele - como muita gente hoje - estava errado.
Meu pai conta que comecei a andar de repente. Com um aninho, vi um cachorro passando e levantei para ir atrás dele. Cresci, fui à escola, me formei e entrei na universidade. Hoje eu sou jornalista e escrevo em um blog.
Escolhi este curso para dar voz a pessoas que, como eu, não se sentem representadas. Queria ser uma porta-voz da microcefalia e, como projeto final de curso, escrevi um livro sobre minha vida e a de outras 5 pessoas com esta síndrome (microcefalia não é doença, tá? É síndrome!).
Com a explosão de casos no Brasil, a necessidade de informação é ainda mais importante e tem muita gente precisando superar preconceitos e se informar mais. O ministro da Saúde, por exemplo. Ele disse que o Brasil terá uma 'geração de sequelados' por causa da microcefalia.
Se estivesse na frente dele, eu diria: 'Meu filho, mais sequelada que a sua frase não dá para ser, não'.
Porque a microcefalia é uma caixinha de surpresas. Pode haver problemas mais sérios, ou não. Acho que quem opta pelo aborto não dá nem chance de a criança vingar e sobreviver, como aconteceu comigo e com tanta gente que trabalha, estuda, faz coisas normais - e tem microcefalia.
As mães dessas pessoas não optaram pelo aborto. É por isso que nós existimos.
Não é fácil, claro. Tudo na nossa casa foi uma batalha. Somos uma família humilde, meu pai é técnico de laboratório e estava desempregado quando nasci. Minha mãe, assistente de enfermagem, trabalhava num hospital, e graças a isso nós tínhamos plano de saúde.
A gente corta custos, economiza, não gasta com bobeira. Nossa casa teve que esperar para ser terminada: uma parte foi levantada com terra da rua para economizar e até hoje tem lugares onde não dá para pregar um quadro, porque a parede desmancha.
O plano cobriu algumas coisas, como o parto, mas outros exames não eram cobertos e eram muito caros. A família inteira se reuniu – tio, tia, gente de um lado e do outro, e cada um deu o que podia para conseguir o dinheiro e custear testes e cirurgias.
No total, foram cinco operações. A primeira com nove dias de vida, para correção da face, porque eu tinha um afundamento e por causa dele não respirava.
Durante toda a infância também tive convulsões. É algo que todo portador de microcefalia vai ter - mas, calma, tem remédios que controlam. Eu tomava Gardenal e Tegretol até os 12 anos - depois nunca mais precisei (e hoje sei até tocar violino!)..
Então, o que recomendo às mães que estão vivendo esse momento é calma. Não se desespere, microcefalia é um nome feio, mas não é esse bicho de sete cabeças, não.
Façam o pré-natal direitinho e procurem sobretudo um neurologista, de preferência antes de o bebê nascer. Procurem conhecer outras mães e crianças com microcefalia. No próprio Facebook há dois grupos de mães que têm um, dois, até três filhos assim e trabalham todos os dias tranquilas, sem dificuldade.
Caso o projeto de aborto seja aprovado, mas houver em paralelo assistência para a mãe e garantia de direitos depois de nascer, tenho certeza que a segunda opção vai vencer.
Se ainda assim houver pais que preferirem abortar, não posso interferir. Acho que a escolha é deles. Só não dá para fazê-la sem o mais importante: informação.
Quanto mais, melhor. Sempre. É o que me levou ao jornalismo, a conseguir este espaço na BBC e a ser tudo o que eu sou hoje: uma mulher plena e feliz.
*Este depoimento é resultado de uma conversa entre o repórter da BBC Brasil Ricardo Senra e Ana Carolina Cáceres. E começou com um comentário da jovem no perfil da BBC Brasil no Facebook.
Fonte: G1
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Por que me perguntas a respeito do que se deve fazer de bom? Só Deus é bom. Se queres entrar na vida, observa os mandamentos". (São Mateus 19,17)
"Conheces os mandamentos: não mates; não cometas adultério; não furtes; não digas falso testemunho; não cometas fraudes; honra pai e mãe". (São Marcos 10,19)
"O Quinto mandamento, não matará. O aborto mata, portanto é um homicídio, o pior do pior, é que a mamãe mata a seu filho, que não pode se defender".
O quinto mandamento qualifica como gravemente pecaminoso o homicídio direto e voluntário e o assassino e seus colaboradores que o praticam, estão cometendo um pecado que clama ao céu, por vingança.
“Os que praticam o aborto cometem homicídio e irão prestar contas a Deus, do aborto. Por que razão haveríamos de matar? Não se pode conciliar o pensamento de que a mulher carrega no ventre um ser vivo, e, portanto objeto da Providência divina, com o de matar cedo o que já iniciou a vida…” (Súplica pelos cristãos, 3, 10).
Palavras do Santo Papa João Paulo II, na Encíclica Evangelium Vitae:
"Matar o ser humano, no qual está presente a imagem de Deus, é pecado de particular gravidade. Só Deus é dono da vida"! (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº 55).
"Dentre todos os crimes que o homem pode cometer contra a vida, o aborto provocado apresenta características que o tornam particularmente perverso e abominável.” (João Paulo II, Evangelium Vitae, nº 58).
“Nenhuma circunstância, nenhum fim, nenhuma lei no mundo poderá jamais tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito, porque contrário à Lei de Deus, inscrita no coração de cada homem, reconhecível pela própria razão, e proclamada pela Igreja” (nº 61)
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