2017 e o povo brinca ``feliz´´seu
derradeiro culto satânico.Se você
tem Deus no coração despreze a
imundície e mantenha-se longe
desta.Para que Deus tenha
piedade de nós é preciso temê-Lo.
Quem hoje O teme?estes insensatos
e insensíveis não perdem por esperar.
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
O Sermão da Montanha:
As Bem-Aventuranças: Deus escolhe os pequeninos (fracos) para confundir os poderosos deste mundo.
Publicado no dia 25 Janeiro 2017
Somente os pobres em espírito (pequeninos, fracos) poderão trilhar os caminhos do Senhor
A primeira e a segunda leitura deste domingo nos falam da eleição de Deus. Deus escolhe os pequeninos (fracos) para confundir os poderosos deste mundo. O evangelho, na mesma direção, apresenta o programa do discipulado de Jesus. Somente os pobres em espírito (pequeninos, fracos) poderão trilhar os caminhos do Senhor.
As bem-aventuranças são o itinerário dos que seguem a Jesus de Nazaré. Felizes são aqueles que encontram apoio somente no Pai. Eles são felizes porque buscam o bem para todos. A sua felicidade está na prática do bem (amor). Na contramão da cultura atual, em que a felicidade se reduz a “bem-estar” individual, a felicidade de que nos fala Jesus encontra-se somente em Deus e, portanto, só seremos verdadeiramente felizes quando construirmos um mundo humano para todos! Quando, imitando a felicidade da Trindade, construirmos comunhão!
Comentários dos textos bíblicos
Evangelho: Mt 5,1-12ª
As bem-aventuranças consistem no programa de seguimento de Jesus. São oito ou nove ilustrações de como viver centrado em Deus. O(a) discípulo(a) encontra a sua felicidade somente centralizado(a) em Deus. Sua recompensa vem da bondade divina.
Em Mt 5,1-12, Jesus apresenta as bem-aventuranças ilustradas, e Mt 25,31-46, as bem-aventuranças consumadas. Os bem-aventurados de Mt 5,1-12 correspondem aos benditos do meu Pai de Mt 25,31-46.
O convite de Jesus aos seus discípulos significa isto: descentralizai-vos de vós mesmos, não busqueis vossa felicidade segundo os vossos interesses. Centralizai-vos em Deus e sejais felizes construindo um mundo no qual todos possam ser felizes. Ninguém é feliz sozinho. Só de Deus vem a verdadeira felicidade, e ele é Pai de todos.
As bem-aventuranças
“Felizes os pobres no espírito, porque deles é o Reino de Deus” (v. 3). Os pobres no espírito – correspondentes ao conceito de pequeninos em Lucas — são aqueles que não possuem nenhum apego aos bens deste mundo. Eles são capazes de repartir os bens com os outros. São felizes porque sabem que os critérios de felicidade de Deus são diferentes dos critérios humanos. Não possuem nenhum bem mundano! O coração deles não tem amarras. Estão livres para voltar-se para Deus. Por isso mesmo, sua recompensa só pode ser o Reinado de Deus. Descentralizados de si, tudo repartem, pois seu tesouro é um só: Deus. Onde há partilha, há lugar para todos: todos são inclusos!
“Felizes os que choram, porque serão consolados” (v. 4). Os que choram são aqueles que padecem a injustiça de uma sociedade excludente. Os marginalizados, os que não contam para um sistema econômico cuja base se assenta no consumo. São “os estranhos” porque não participam do mercado de consumo. As sobras da sociedade, que se deixam escravizar para poder sobreviver.
Os renegados, vítimas de preconceitos bestiais. Enfim, todos os sofridos cujos sofrimentos são impostos pelo próprio ser humano. Eles são consolados porque Deus “sofre onde sofre o amor” (Jürgen Moltmann). Deus sempre se põe ao lado do fraco e indefeso. Dos últimos, Deus faz os primeiros para que nem mesmo os que se fazem primeiros escapem de seu amor misericordioso.
“Felizes os mansos, porque receberão a terra por herança” (v. 5). Essa bem-aventurança nos remete à primeira. Enquanto aquela se refere à pessoa, esta trata da relação com o próximo. Mansos são todos aqueles que estabelecem relações alicerçadas na não violência. Diante do outro, os mansos apresentam-se desarmados, sem preconceitos, sem defesas. Eles acolhem o outro. Centralizam-se no próximo. Por isso, a herança deles é a terra, ou seja, o reinado de Deus!
“Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados” (v. 6). Os famintos e sedentos de justiça são aqueles que procuram ser justos e realizar a vontade de Deus. Aqueles que constroem um mundo mais humano, no qual todos possam viver com dignidade. Estes, que querem um mundo mais justo para todos, serão saciados com o Reinado de Deus!
“Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (v. 7). Os misericordiosos são aqueles que se deixam mover pela compaixão: neles, o amor está sempre em ato, os põe para fora, em comunhão com o próximo. Destes o Senhor não se esquecerá no juízo final: “estive nu e me vestistes, faminto e me destes de comer, doente e fostes me visitar”, idoso e não me desprezastes, no mundo das drogas e me acolhestes.
Os misericordiosos colocam-se no lugar do outro. O amor misericordioso os descentraliza. O outro é o seu centro. Por isso eles bendizem a Deus, ou seja, falam bem do Deus misericordioso. A fala deles é gestual, operativa! A misericórdia é amor sempre em ato, nunca abstrato!
“Felizes os puros no coração, porque verão a Deus” (v. 8). Os puros no coração são todos aqueles que não se deixam corromper por outros deuses: dinheiro, poder, consumo… Eles são puros no seu ser mais profundo. Por isso, eles entram em comunhão com Deus: “Verão a face divina”.
“Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (v. 9). Os promotores da paz são todos os que constroem a paz, criam laços de fraternidade, estabelecem canais de comunicação onde não há dialogo, restabelecem amizades rompidas pela intolerância. Estes serão considerados filhos de Deus.
“Felizes os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino de Deus” (v. 10). A vontade de Deus é que haja justiça para todos. Seu reinado será de justiça e paz. Os perseguidos por causa da justiça são aqueles que buscam realizar a vontade de Deus, a instauração de seu Reino. Eles, perseguidos por causa da justiça, não revidam com o mal. Perdoam (não revidam) seus perseguidores, por isso contribuem para extinguir o pecado do mundo, tal como o “Cordeiro de Deus”. Deles é o Reinado do Pai.
A última bem-aventurança refere-se aos seguidores de Jesus. Jesus é a causa da perseguição de seus discípulos. Essa bem-aventurança consiste num convite de alegria que Jesus faz aos seus discípulos. Como os profetas foram perseguidos por causa do anúncio da misericórdia divina e, portanto, por anunciar a vinda do Filho de Deus, assim são os seguidores dele. Assim como o próprio Jesus foi rejeitado pelo poder constituinte (político e religioso), os seus discípulos, de todos os tempos, têm a mesma sorte.
Perderíamos toda a profundidade desse programa de Jesus estendido a todos os seus discípulos se não víssemos nas bem-aventuranças que somente Deus é garantia de felicidade para o ser humano. Seguimos os passos de Jesus se o nosso coração não está apegado a falsas seguranças; quando não nos consolamos com as coisas do mundo; quando nos apresentamos completamente desarmados em face do nosso irmão; quando somos famintos e sedentos da justiça divina; quando nos deixamos mover pela misericórdia; quando em nosso coração só há lugar para o Pai; quando construímos a paz; quando o nosso objetivo é a realização da vontade do Pai e quando o mundo nos persegue porque trilhamos as pegadas de Jesus. Somente assim seremos verdadeiramente felizes.
I leitura: Sf 2,3; 3,12-13
Sofonias apresenta-se como profeta do pequeno resto de Israel! Israel confiou em si mesmo, mostrou-se autossuficiente até cair nas mãos dos assírios. De Israel, Deus escolheu um pequeno “povo humilhado e pobre” (pequeninos, fracos). Este não usa de violência, mas “busca apoio no Senhor”. Somente os que não usam de violência, que buscam a justiça, podem formar comunidade. Os que bastam a si mesmos, os que confiam em seu poder não podem construir nada em comum, pois lhes falta exatamente o princípio básico sobre o qual se assenta qualquer coisa em comum: comunhão!
II leitura: 1Cor 1,26-31
“Deus escolhe aquilo que é nada para mostrar a nulidade dos que são alguma coisa” (v. 28). Paulo apresenta as razões para a escolha de Deus: “para que quem se gloria, glorie-se no Senhor” (v. 31). Ora, a glória do Senhor é a cruz, tal como nos mostra João em seu evangelho. Portanto, a glória do Senhor é o amor. Assim, só há verdadeira glória para aqueles que praticam a caridade, pois estes se gloriam no Senhor, uma vez que quem ama o seu irmão ama a Deus.
O teor desse trecho da carta de Paulo aos cristãos de Corinto corresponde perfeitamente aos “pobres em espírito” da primeira bem-aventurança do Evangelho de Mateus. Os pobres em espírito são aqueles que buscam a glória de Deus, enquanto a glória dos que “são alguma coisa” na realidade é uma vanglória.
Pistas para reflexão
O desejo da felicidade caracteriza o ser humano. Assim como é próprio da razão a busca do conhecimento, é próprio da vontade a busca da felicidade. Nenhum ser humano pode deixar de buscá-la. A procura por ela é sempre individual. Eu e somente eu posso buscar a minha felicidade. Os caminhos que eu persigo para buscá-la são os meus caminhos. Mas embora a busca pela felicidade seja sempre individual, eu jamais posso ser feliz sozinho. Sou feliz se os outros também forem.
Somente o bem pode nos fazer felizes. O mal jamais pode propiciar felicidade. Ora, todas as pessoas, porque buscam ser felizes, buscam o bem. No fundo, todos buscamos Deus. Somente possuindo o bem soberano (Deus) seremos felizes. Como possuímos Deus? Na prática do bem (amor). Com efeito, na realização do bem, sou feliz. A felicidade, portanto, não se apresenta como algo que atingimos no final da nossa busca. Ela encontra-se na própria busca! O bem que eu procuro, encontro-o no bem que realizo!
Nossa vida é uma aventura! O seguimento de Jesus é uma boa aventura! Minha vida está sendo uma aventura, contento-me com alguns momentos de bem-estar, ou ela está sendo uma boa aventura? Minha felicidade, eu a apoio em Deus, em mim mesmo, ou no consumo?
A vida da Igreja está sendo uma boa aventura? Está sendo verdadeiramente “germe do Reino”? De fato, é dela o “Reino de Deus”?
A prática da Igreja arrancará de Jesus o convite: “Vinde, bendita do meu Pai”? A minha prática cristã me coloca à direita do meu Senhor?
Profetizou São Basílio de Kronstadt, no ano 1700
Sobre os cristãos do Fim dos Tempos...
"O amor entre os homens não será mais do que uma palavra sem significado sobre a qual se farão mil floreados. (discursos com belas palavras, mas não praticadas) Quem possuir ainda o dom do amor será visto como um homem diferente, um sobrevivente de uma guerra travada por um povo de vista curta, contra o sentimento do amor ao próximo. Não faltará a fé da palavra, mas faltará a fé do coração e será uma grande confusão entre o que floresce pelos lábios e o que morre no coração. (vão falar no amor ao próximo, mas não vão praticar em seus corações verdadeiramente este amor ao próximo) Os cristãos serão numerosos, mas terão esquecido as leis cristãs e a sua fé será de palavras. (não mais de atos concretos) Porque todos falarão de amor, mas já ninguém terá amor pelo próximo".
Diz na Sagrada Escritura:
"Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Nestes dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas”. (São Mateus 22, 37-40)
"Porque onde está o teu tesouro, lá também está teu coração". (São Mateus 6, 21)
"O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração". (Samuel 16,7)
Diz ainda na Sagrada Escritura:
"Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus, e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor". (I São João 4, 7-8)
"Mas amamos, porque Deus nos amou primeiro. Se alguém disser: Amo a Deus, mas odeia seu irmão, é mentiroso. Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê. Temos de Deus este mandamento: o que amar a Deus, ame também a seu irmão". (I São João 4, 19-21)
"Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada. Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade - as três. Porém, a maior delas é a caridade". (I Corintios 13, 2 e 13)
"Então o Rei dirá aos que estão à direita: - Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo, porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim.
Perguntar-lhe-ão os justos: - Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber?
Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e te vestimos?
Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar?
Responderá o Rei: - Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes". (São Mateus 25, 34 -40)
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
Nennolina:
Antonietta Meo, a “Nennolina”, pode ser a santa mais jovem da Igreja
Postado em 20 de janeiro de 2017 por Associação dos Campistas Santa Terezinha do Menino Jesus
Antonietta Meo, chamada carinhosamente de “Nennolina”, poderá tornar-se a santa mais jovem da Igreja, excetuando-se os mártires: ela tinha apenas 6 anos de idade quando faleceu devido a um câncer. Nascida em 1930 numa família romana, era uma menina esperta, alegre, inquieta e de caráter forte, a quem as amiguinhas amavam e obedeciam.
Aos 5 anos, a pequena sofreu uma queda e machucou um joelho, que ficou consideravelmente inchado. Os dias passavam e a menina não melhorava. Os médicos, que no começo não entenderam a natureza do problema, acabaram diagnosticando osteossarcoma, ou câncer nos ossos, e tiveram de lhe amputar a perninha.
Nennolina passou a usar uma pesada prótese ortopédica, mas nunca se desanimou nem deixou de continuar brincando com as outras crianças apesar da muita dor que sentia.
Antes de aprender a ler e escrever, ensaiou suas primeiras palavras escritas com a ajuda da mãe: os nomes de Jesus e de Maria.
Depois, começou a escrever cartinhas para Jesus e Maria, cartinhas que chegaram a mais de uma centena e que revelam uma vida de união mística extraordinária e de surpreendente beleza.
Nennolina passou a escrever uma carta a cada noite e a colocava aos pés de Jesus crucificado. Falava à sua querida Nossa Senhora, ou “Madonna”, em italiano, com muito afeto e emoção:
“Querida Madonnina, a senhora é tão boa! Pega o meu coração e leva para Jesus”.
Em sua idade tão curta, Nennolina compreendeu o sofrimento de Maria por seu Filho e escreveu:
“Querido Jesus… Para ti, que sofreste tanto na cruz, eu quero oferecer muitas florzinhas e quero estar sempre no Calvário bem pertinho de ti e da tua mãezinha” (28 de janeiro de 1937).
Aos 6 anos, a menina começou a ir à escola com a prótese que lhe causava muitos transtornos e uma dor intensa, mas oferecia tudo a Jesus:
“Cada passo que eu dou, que seja uma palavrinha de amor”, dizia.
No dia do aniversário da amputação, quis celebrar com um grande almoço e com uma novena a Nossa Senhora de Pompeia, porque foi graças a esse acontecimento que ela pôde oferecer seu sofrimento a Jesus.
Também aos 6 anos ela pediu receber a primeira Comunhão.
Embora a sua dor fosse ficando cada vez mais violenta, Nennolina parou de se lamentar. Uma enfermeira da clínica onde ela se tratava testemunhou:
“Certa manhã, enquanto ela ajudava a enfermeira a arrumar o quarto, entrou o pai dela, acariciou a menininha e lhe perguntou: ‘Você está com muita dor?’. E Antonietta respondeu: ‘Papai, a dor é como o tecido; quanto mais forte, mais valor tem’. Seu eu não tivesse escutado isso com meus próprios ouvidos, não teria acreditado”.
Depois de um longo e atroz sofrimento, a pequena grande Antonietta Meo faleceu sem chegar aos 7 aninhos, em 3 de julho de 1937 – um sábado, dia da sua “Madonnina”. Seu corpo está hoje na Basílica da Santa Cruz, em Roma, na qual está representado, aliás, o Calvário de Nosso Senhor Jesus Cristo.
AS PALAVRAS DO PAPA BENTO
Em 17 de dezembro de 2007, o Papa Bento XVI a declarou venerável e, três dias depois, durante uma audiência com os jovens da Ação Católica, dedicou a ela estas preciosas palavras:
“Alegrou-me que, alguns instantes atrás, tenham citado uma menina, Antonia Meo, chamada de Nennolina. Faz três dias que decretei o reconhecimento das suas virtudes heroicas e espero que, em breve, seja levada a bom termo a sua causa de beatificação.
Que exemplo tão luminoso nos deixou esta pequena coetânea de vocês! Nennolina, menina romana, em sua brevíssima vida —apenas seis anos e meio— demonstrou uma fé, uma esperança e uma caridade especiais, assim como as demais virtudes cristãs.
Embora fosse uma menina frágil, ela conseguiu dar um testemunho forte e robusto do Evangelho e deixou uma profunda marca na comunidade diocesana de Roma. Nennolina pertencia à Ação Católica. Vocês podem considerá-la como sua amiga, como um modelo no qual inspirar-se.
A sua vida, tão singela e ao mesmo tempo tão importante, demostra que a santidade é para todas as idades: para as crianças e para os jovens, para os adultos e para os idosos. Cada etapa da nossa vida pode ser propícia para nos decidirmos a amar Jesus a sério e segui-lo fielmente.
Em poucos anos, Nennolina atingiu o ápice da perfeição cristã que todos somos chamados a escalar; ela percorreu velozmente a estrada que leva até Jesus. Mais ainda: como vocês mesmos recordaram, Jesus é a verdadeira Estrada que nos leva ao Pai e à sua casa, a nossa casa definitiva, que é o Paraíso.
Como vocês sabem, Antonia vive agora em Deus e, do céu, está perto de vocês: sintam-na presente com vocês, nos seus grupos. Aprendam a conhecê-la e a seguir os seus exemplos”.
(Papa Bento XVI, audiência com os jovens da Ação Católica, 20 de dezembro de 2007)
Fonte: Aleteia
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Será ele o Anti-Cristo:
Jovem judeu surge das sombras do poder, e irá mediar acordo de paz entre Israel e Palestina
Publicado no dia 18 Janeiro 2017
Além de ajudar na construção do Terceiro Templo em Jerusalém
Será que estamos olhando para o futuro presidente da Nova Ordem Mundial, "salvador" e falso messias dos judeus que vencerá os inimigos de Israel, acalmará os muçulmanos extremistas, trará paz à região, e ajudará o Sinédrio a destravar a construção do Terceiro Templo?
Lembro-vos que aquele que firmar este acordo de paz, sem sombra de dúvidas se encaixará nos atributos de Falso Messias, falso pacificador, que será o anticristo. É esperarmos para ver...
Desperte-se! Digo aos defensores do falso conservador Donaldo Trump que possivelmente ficarão ofendidos com este artigo: Não siga, confie, e deposite suas esperança em homens! Mas apenas no Messias Yeshua! O Cristo, Filho do Eterno Criador!
Não se iluda com as medidas anti-esquerdistas de Trump, que há pouco tempo atrás era um liberal, e ainda hoje possui alianças com os globalistas/satanistas do Grupo Bilderberg e a Família Rockefeller!
Não se engane com qualquer um que carregue uma bíblia na mão! Qualquer um pode fazer isso, mas outra coisa diferente é cumprir os mandamentos do Eterno e viver santo e irrepreensível, assim como as Escrituras nos aconselha.
Lembre-se também o que Cristo alertou: o anticristo tentará enganar se possível os escolhidos, e para que isso aconteça, ele deve se parecer como um de nós: um homem supostamente conservador, cristão-judeu, boa aparência, e não um louco de turbante, gritando "allahu akbar".
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em entrevista publicada pelo jornal britânico "The Times" que irá indicar o genro para mediar um acordo de paz entre israelenses e palestinos no Oriente Médio.
Jared Kushner, de 35 anos, é casado com Ivanka Trump e será um dos conselheiros da Presidência. A oposição já pediu ao Departamento de Justiça que barre a nomeação por violar a lei antinepotismo de 1967.
(Jared Kushner ao lado do Presidente Trump)
Ele é amigo do prefeito de Jerusalém e já tentou comprar uma empresa de seguros israelense. Os nomes de seus pais estão gravados em um campus hospitalar, um tributo a doadores generosos. Mas para muitos israelenses e palestinos, Jared Kushner é um mistério.
De repente, Kushner, que também é magnata de negócios, proprietário do edifício 666 em Nova York, surgiu como uma figura potencialmente importante para o futuro dessa região perturbada.
Poucos dos israelenses e palestinos que estão envolvidos há anos no frustrante processo de paz se lembram de ter conhecido Kushner, e muitos correram para saber mais. Mas o tempo passado na mesa de paz mais uma vez não produziu exatamente a paz, e alguns dos que conhecem Kushner disseram que sua juventude e seus laços estreitos com o próximo presidente americano poderão fazer dele um novo ator valioso.
As autoridades israelenses, especialmente as mais chegadas ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, estavam otimistas, considerando Kushner um aliado.
"Não há dúvida de que ele sente um forte compromisso com a segurança e o futuro de Israel", disse Ron Dermer, o embaixador israelense nos EUA, que forjou um relacionamento estreito com Kushner.
Os líderes palestinos são mais discretos.
"Não conheço pessoalmente Jared Kushner e nunca o encontrei, mas aprecio a ideia de vê-lo ajudar a romper o impasse nas negociações do conflito", disse Amin Maqboul, secretário-geral do conselho revolucionário da Fatah, partido que controla a Autoridade Palestina.
Fonte: UOL noticias via www.libertar.in
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Lembrando o Padre Leonardo Castellani: O Homem do Pecado (anticristo) tolerará e se aproveitará de um cristianismo adulterado. Imporá por todas as partes o reino da iniqüidade e da mentira.
“O Homem do Pecado tolerará e se aproveitará de um cristianismo adulterado... Imporá por todas as partes o reino da iniqüidade e da mentira, o governo puramente exterior e tirânico, a “Liberdade” desenfreada dos prazeres e diversões, a exploração do homem; e seu modo de proceder hipócrita e sem misericórdia. Haverá em seu Reino uma estrondosa alegria falsa e exterior, cobrindo o mais profundo desespero. Em seu tempo acontecerão os mais estranhos distúrbios cósmicos, como se os elementos se houvessem revoltado. A humanidade estará numa grande expectativa e reinará grande confusão e dissipação entre os homens. Rompidos os laços de família, de amizade, de lealdade e bom relacionamento, os homens não poderão confiar em ninguém, e correrá no mundo como um tremor frio, um universal e ímpio “salve-se quem puder”. Será atropelado o que há de mais sagrado e nenhuma palavra terá mais fé, nem pacto algum terá vigor, senão pela força. A caridade heróica de alguns fiéis, transformada em amizade até a morte, manterá no mundo ilhotas de fé; porém mesmo ali, ela estará continuamente ameaçada pela traição e pela espionagem". (Padre Leonardo Castellani 1899-1981, Los Papeles de Benjamin Benavides)
Lembrando as palavras do Padre Emanuel, ainda no século XIX, em seu escrito: O Drama do Fim dos Tempos.
“Estas são as marcas da vinda do Anticristo:
Quando os velhos não tiverem nem bom senso nem prudência,
Quando os cristãos estiverem sem fé,
Quando os cristãos estiverem sem amor, eles falarão de amor, mas não terão amor pelo próximo,
Quando os ricos forem sem misericórdia.
Quando os jovens não tiverem respeito,
Quando as mulheres tiverem perdido o pudor,
Quando, no casamento, não houver mais continência,
Quando os clérigos forem sem honra e sem santidade,
Quando os religiosos não tiverem verdade nem austeridade, sacerdotes bispos e padres, serão homens frívolos, completamente incapazes de distinguir entre o caminho da direita e o da esquerda,
Quando os bispos não tiverem piedade. As igrejas serão privadas de pastores piedosos e tementes a Deus, e infelizes dos cristãos que estiverem na terra nesses momentos! Perderão a fé, porque não haverá mais quem lhes mostre a luz da verdade,
Quando os governantes da terra não tiverem nenhuma misericórdia”.
Em outras palavras, estas são as marcas, os sinais claros, que o anticristo está as portas do mundo, prestes a surgir no cenário mundial, para dar inicio ao complemento final do Apocalipse.
Disse também o Padre Emanuel, no século XIX:
Sobre o aparecimento do Anticristo...
“Apresentar-se-á como cheio de respeito pela liberdade das religiões, uma das máximas e uma das mentiras da besta revolucionária.
Dirá aos budistas que é um Buda; aos muçulmanos, que Maomé é um grande profeta... Talvez até irá dizer, em sua hipocrisia, como Herodes seu precursor, que quer adorar Jesus Cristo. Mas isso não passará de uma zombaria amarga. Malditos os cristãos que suportam sem indignação que seu adorável Salvador seja posto lado a lado com outras seitas e mestres. E Deus, infinitamente bom, vendo a decadência da raça humana, abreviará os dias, por amor ao pequeno número dos que deverão ser salvos, porque o inimigo desejaria arrastar até mesmo os eleitos a tentação, se tal fosse possível. Então a espada do castigo virá de repente e derrubará o Corruptor e seus servidores".
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
O Valor da Adoração Eucarística:
Conheça Diego, um menino mexicano de 8 anos, cuja fé em Jesus Sacramentado transformou a realidade de sua família marcada por problemas de maus tratos, alcoolismo e pobreza
Padre Patrício Hileman, responsável por formar capelas de Adoração Perpétua na América Latina, compartilhou o comovente testemunho de Diego, um menino mexicano de 8 anos cuja fé em Jesus Sacramentado transformou a realidade de sua família, marcada por problemas de maus tratos, alcoolismo e pobreza.
A história ocorreu em Mérida, capital do Estado de Yucatán, México, na primeira capela de Adoração Perpétua que os Missionários de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento estabeleceram nessa cidade.
O Pe. Hileman contou ao Grupo ACI que o pequeno escutou em uma de suas pregações “que, aos que se dispõem a estar em vigília na madrugada, Jesus os abençoará cem vezes mais”.
“Eu dizia que Jesus convidava seus amigos à Hora Santa. Jesus lhes disse ‘não podem velar uma hora comigo?’, três vezes lhes disse e lhes disse na madrugada”, recordou o sacerdote argentino.
As palavras do sacerdote fizeram com que o menino decidisse fazer a sua vigília às 3h, algo que chamou a atenção de sua mãe, a quem explicou que o faria porque “quero que meu pai pare de beber, pare de te bater e para que deixemos de ser pobres”.
Durante a primeira semana, a mãe o acompanhou e, na segunda semana, convidou o seu pai.
“Um mês após começarem a participar da Adoração Perpétua, o pai deu o testemunho de que experimentou o amor de Jesus e foi curado” e depois “se apaixonou novamente pela mãe nessas horas santas”, assinalou o Pe. Hileman.
“O pai parou de beber, parou de brigar com a mãe e deixaram de ser pobres. Pela fé de um pequeno de apenas 8 anos, a família toda foi curada”, afirmou.
Este é um dos diversos testemunhos de conversão que, segundo o Pe. Hileman, ocorrem nas capelas de Adoração Perpétua, uma iniciativa dos Missionários de Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, comunidade da qual é fundador.
“O primeiro mandamento da Adoração Perpétua é deixar-se ‘abraçar’ por Jesus”, afirmou o Pe. Hileman em sua visita ao Chile. “É o lugar onde aprendemos a descansar no coração de Jesus. Somente Jesus pode te dar esse abraço da alma”.
O sacerdote explicou que a história desta iniciativa começou no ano de 1993 em Sevilha (Espanha), São João Paulo II manifestou seu desejo de que “cada paróquia do mundo pudesse ter sua capela de adoração perpétua, onde Jesus estivesse exposto no Santíssimo Sacramento, em uma custódia, solenemente adorado dia e noite sem interrupção”.
Recordou também que “São João Paulo II fazia 6 horas de adoração por dia, escrevia seus documentos com o Santíssimo exposto e uma vez por semana passava a noite toda em adoração.
Esse é o segredo dos santos, esse é o segredo da Igreja: estar centrados e unidos a Cristo”.
O Pe. Hileman está encarregado a mais de 13 anos da missão na América Latina, onde já existem 950 capelas de Adoração Perpétua.
O México lidera esta missão com mais de 650 capelas.
Também estão presentes no Paraguai, na Argentina, no Chile, no Peru, na Bolívia, no Equador e na Colômbia.
“O mesmo Jesus que continuamos adorando, amando, é quem nos dá a força para poder apreciar cada vez mais o sacramento da Eucaristia”, sustentou o sacerdote.
Segundo Maria Eugenia Verderau, que durante 7 anos reza em uma hora fixa na semana em uma capela de Adoração Perpétua no Chile, “isto me ajuda a crescer muito na fé. Ajudando-me a entender meu lugar frente a Deus, como filha de um Pai que apenas quer o melhor para mim, minha verdadeira felicidade”.
“Nós vivemos dias muito agitados, da manhã até a noite. Separar um tempo para fazer adoração é um presente, dá tranquilidade, é um espaço para pensar, para agradecer, para colocar as coisas em sua justa medida e entregá-las a Deus”, disse a adoradora e também porta-voz de Vozes Católicas Chile ao Grupo ACI.
Fonte: http://pt.aleteia.org via www.rainhamaria.com.br
E o sol parou:
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Cientistas israelenses dizem saber o dia exato em que o sol parou: Data precisa da batalha de Josué coincide com registro de eclipse na região
Segundo o relato bíblico, Josué orou e o “sol parou” para que os israelitas tivessem a mais épica de suas vitórias. Questionado durante séculos o relato agora ganha uma explicação científica. Cientistas israelenses dizem ter descoberto a data que isso ocorreu e o que ocorreu nos céus naquele dia.
Usando dados da NASA, três cientistas da Universidade Ben Gurion, em Beer Sheva conseguiram estabelecer que se tratava de um eclipse. A batalha ocorreu no dia 30 de outubro de 1207 a. C.
O capítulo 10 do Livro de Josué relata que logo após Josué e os israelitas entraram na Terra Prometida, travaram uma batalha contra cinco exércitos. Também mostra Josué orando a Deus, pedindo ajuda e que o sol teria parado no céu. O texto diz: “Sol, detém-te em Gibeom, e tu, lua, no vale de Ajalom” (Js 10:12). No original, o termo detém é “dom”.
Segundo o relato bíblico, Josué orou e o “sol parou” para que os israelitas tivessem a mais épica de suas vitórias. Questionado durante séculos o relato agora ganha uma explicação científica. Cientistas israelenses dizem ter descoberto a data que isso ocorreu e o que ocorreu nos céus naquele dia.
Os pesquisadores levaram em consideração outras histórias antigas onde uma divindade para o sol, mas destacam que o relato bíblico é o único que também menciona o papel da lua. Isso os levou à conclusão de que se referia a um eclipse solar, quando a Lua passa entre o Sol e a Terra, bloqueando a luz solar.
Eles interpretaram a palavra “dom“, que ocorre apenas uma outra vez na Bíblia (Salmos 37:7), e não como “ficar parado”, que é como ele é tradicionalmente, mas seria “ficar escuro.”
A equipe multidisciplinar, liderada pelo Dr. Hezi Yitzhak, descobriu que ocorreu apenas um eclipse solar total naquela região entre os anos 1500 e 1000 a.C. É nesse período que a arqueologia mostra que os israelitas chegaram ali. O eclipse permitiu que a data da batalha fosse identificada com precisão. Os registros da NASA mostram que ele ocorreu dia 30 de outubro de 1207 a.C .
Em seu artigo, publicado na edição mais recente da publicação científica “Beit Mikra: Revista de Estudo da Bíblia e seu mundo”.
Os cientistas também conseguiram identificar o que eles acreditam ser o local da batalha, e traçaram com precisão a rota de 30 quilômetros que Josué e os seus homens teriam caminhado durante a noite para alcançar Gibeom, ao norte de Jerusalém, e seu acampamento em Gilgal, na porção oriental de Jericó.
O artigo ressalta que não é possível determinar como eram as pedras de granizo que, segundo a história bíblica, matou muitas pessoas durante a batalha.
“Nem todo mundo gosta da ideia de usar a física para provar as coisas da Bíblia. Eu sei que isso pode ser interpretado como se você quisesse justificar sua fé”, sublinhou Yitzhak. “Nós não reivindicamos que podemos provar como tudo na Bíblia aconteceu, mas há registros de história e evidências arqueológicas por trás disso.” Fonte: Times of Israel via Gospel Prime
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Unidos assim os cinco reis dos amorreus, o rei de Jerusalém, o rei de Hebron, o rei de Jerimot, o rei de Laquis e o rei de Eglon, saíram com todos os seus exércitos e acamparam diante de Gabaon, sitiando-a.
Os habitantes de Gabaon enviaram então a seguinte mensagem a Josué, que estava acampado em Gálgala: Não abandones os teus servos; vem ao nosso encontro sem demora, traze-nos socorro e livra-nos, porque todos os reis dos amorreus da montanha se coligaram contra nós.
Josué subiu de Gálgala com todos os seus guerreiros e todos os seus valentes.
O Senhor disse-lhe: Não os temas, porque os entreguei em tuas mãos; nenhum deles te poderá resistir.
Josué, tendo passado toda a noite a subir de Gálgala, caiu de repente sobre eles.
O Senhor semeou no meio deles o terror diante de Israel, e este infligiu-lhes uma terrível derrota diante de Gabaon, e perseguiu-os pelo caminho que sobe a Betoron, batendo-os até Azeca e Maceda.
Enquanto fugiam diante de Israel, na descida de Betoron, o Senhor mandou sobre eles do céu uma tempestade de granizo até Azeca; e foram mais numerosos os que morreram sob essa chuva de pedras do que os que pereceram pela espada dos israelitas.
Josué falou ao Senhor no dia em que ele entregou os amorreus nas mãos dos filhos de Israel, e disse em presença dos israelitas: Sol, detém-te sobre Gabaon, e tu, ó lua, sobre o vale de Ajalon.
E o sol parou, e a lua não se moveu até que o povo se vingou de seus inimigos. Isto acha-se escrito no Livro do Justo. O sol parou no meio do céu, e não se apressou a pôr-se pelo espaço de quase um dia inteiro.
Não houve, nem antes nem depois, um dia como aquele, em que o Senhor tenha obedecido à voz de um homem, porque o Senhor combatia por Israel". (Josué, 10)
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Álbuns Extraordinários:
-Et Cetera (1970)prog.Alemhanha;
-Wings Over America.1976.Pop.Inglaterra;
-Tangerine Dream-Exit.Elet.Alemanha;
-Jefferson Starship-Nuclear Furniture.Pop.USA;
-Ronnie Montrose-Roll Over and Play Live!Hard.USA;
-Stealers Wheel(1972).Folk.Inglaterra;
-Bert Jansch-jack Orion.1966.Folk.Uk;
-Stephen Stills-Still´s Alone.1991.Folk.USA;
-Wolvespirit-Free.2015.Alemanha.Heavy;
-Ejwuusl Wessahqqan(1975).Exp.Alemanha.
-Wings Over America.1976.Pop.Inglaterra;
-Tangerine Dream-Exit.Elet.Alemanha;
-Jefferson Starship-Nuclear Furniture.Pop.USA;
-Ronnie Montrose-Roll Over and Play Live!Hard.USA;
-Stealers Wheel(1972).Folk.Inglaterra;
-Bert Jansch-jack Orion.1966.Folk.Uk;
-Stephen Stills-Still´s Alone.1991.Folk.USA;
-Wolvespirit-Free.2015.Alemanha.Heavy;
-Ejwuusl Wessahqqan(1975).Exp.Alemanha.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
Revolução Feminista:
Sinal dos Tempos: Por que a Santíssima Virgem Maria enfurece as feministas?
Publicado no dia 13 Janeiro 2017
13.01.2017 - Nota de www.rainhamaria.com.br
Primeiramente lembrando:
Profecia de São Luís Orione sobre a revolução feminista.
Nos anos 20 do século passado, São Luis Orione (foto acima) comentava sobre a situação social e cultural das mulheres e previu a revolução feminista que destruiria a família:
“É cristão, é caridoso ocupar-se da condição da mulher, ou melhor, da família cristã. O ataque, por ora ainda latente, contra esta fortaleza social que é a família cristã, guardada e mantida pela indissolubilidade do matrimônio, prestai atenção, amanhã tornar-se-á furioso. O feminismo é uma parte importantíssima da questão social, e a nossa falha, ó católicos, é o de não tê-lo compreendido logo. Foi um grande erro. O dia em que a mulher, libertada de tudo aquilo que chamamos a sua escravidão, se tornar mãe segundo seu prazer, esposa sem marido, sem nenhum dever para quem quer que seja, nesse dia a sociedade desmoronará espantosamente para a anarquia, mais do que desmoronou na Rússia pelo bolchevismo.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Pobre França:
Sinal dos Tempos: Defender o casamento está virando crime? A menos que o casamento em questão seja qualquer coisa menos um casamento
Por Francisco Vêneto
Boa parte dos defensores da “redefinição” do conceito de casamento costuma apelar para valores como “tolerância”, “compreensão” e “aceitação das diferenças” a fim de “ampliar” o significado do termo e embutir nele todo tipo de união romântica ou sexual entre duas (ou mais) pessoas de qualquer sexo. Isso inclui modalidades de união que nada têm a ver com a formação de um núcleo de pai, mãe e filhos, mas que, ainda assim, não apenas “podem” como até “devem” ser chamadas de “casamento”.
Não poderiam usar outra palavra? Poderiam, é claro. Mas alguém resolveu que tudo é “casamento”, de maneira que aquilo que todo mundo entende por casamento seja cada vez menos entendido como o que é.
Um exemplo significativo e “ligeiramente extremo” é a tendência (crescente?) a se considerar até certa forma de poligamia como uma das “modalidades” do “casamento”, nem que, para isto, ela tenha de ser rebatizada com o pomposo nome “técnico” de “poliamor” (veja mais sobre o assunto neste artigo recomendado).
Pretende-se, enfim, que toda uma ampla variedade de uniões instáveis e fugazes seja equiparável ao compromisso matrimonial definitivo, natural e aberto à vida – e que se finja que não decorrerá nenhuma consequência socialmente prejudicial de tamanha indiferenciação forçada, na qual tudo deveria ser visto como simplesmente “a mesma coisa”.
Por outro lado, as alardeadas virtudes da “tolerância”, da “compreensão” e da “aceitação das diferenças” se revelaram uma via de mão única, inacessível para as pessoas que discordam das “mudanças” ideológicas (e jurídicas) no conceito de casamento.
É o que vão descobrindo os cidadãos de países que estão “mexendo” nessa definição ou que já “mexeram”, como a França.
Já em março de 2013, aquele país testemunhou as suas maiores manifestações sociais desde maio de 1968: no dia 24, cerca de 1 milhão de cidadãos protestaram pedindo que a união entre pessoas do mesmo sexo não fosse equiparada ao matrimônio entre um homem e uma mulher, dadas as notórias e naturais diferenças entre uma realidade e a outra. Foram tachados de intolerantes.
Um relatório do Centro Europeu de Lei e Justiça denunciou, na época, o uso excessivo da força por parte das autoridades para reprimir esses manifestantes: “Ninguém se salvou: mulheres, crianças, idosos, deficientes. Os manifestantes foram pisoteados e agredidos”.
O famoso jornal francês Le Figaro publicou que, em 26 de maio do mesmo ano, houve mil prisões e quinhentas detenções de pessoas que manifestaram a sua opinião contra a equiparação da união entre pessoas do mesmo sexo ao casamento.
Ainda na mesma época, denúncias da organização norte-americana C-FAM (sigla abreviada para o Instituto da Família Católica e dos Direitos Humanos) registraram que os manifestantes pró-família foram tratados pelas autoridades socialistas francesas como “uma ameaça pública” e submetidos a “verificações de identidade, prisões e detenções arbitrárias, brutalidade policial, agressões físicas e uso de gás lacrimogêneo”.
O C-FAM, aliás, fez uma significativa comparação: naquele mês de maio, cerca de 300 pessoas foram detidas porque participaram de manifestações em defesa do matrimônio tradicional na França. No mesmo mês, durante uma briga violenta e generalizada que se seguiu a um jogo de futebol em Paris, só 11 pessoas foram detidas.
O instituto norte-americano também apontou vários vídeos, gravados durante os protestos, nos quais a polícia francesa aparece atacando até manifestantes pacíficos com gás lacrimogêneo, o que incluía famílias com crianças, idosos e pessoas com deficiências físicas.
Para o Centro Europeu de Lei e Justiça, houve clara “evidência de brutalidade contra o movimento social em defesa da família“.
A gravidade dos fatos foi tamanha que a Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa chegou a organizar uma audiência sobre os protestos e sua repressão. Os resultados não foram nada claros e os franceses continuam correndo o risco de ser processados caso se manifestem em defesa do casamento natural, já que podem ser acusados de “crime de ódio”.
Da França para o mundo, a tendência é, cada vez mais, a mesma – disfarçada, sempre, de “tolerância”, “compreensão” e “aceitação das diferenças”.
O que está em discussão, aqui, não é o direito individual de um cidadão adulto de tomar decisões a respeito da própria vida particular, mas sim a forma como vem se tentando impor artificialmente uma redefinição conceitual que ignora diferenças objetivas entre tipos naturalmente diferentes de relacionamento, que não podem ser confundidos com “a mesma coisa” – simplesmente porque não são “a mesma coisa”.
Entre as primeiras consequências dessa “redefinição indefinida”, a “tolerância” e a “repressão” é que passaram a ser “a mesma coisa” na prática – só que para alvos diferentes, como ocorre em todo regime ditatorial disfarçado de “igualitarismo”.
Bem disse Millôr Fernandes: “Democracia é quando eu mando em você. Ditadura é quando você manda em mim”.
Fonte: http://pt.aleteia.org
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Como se não bastasse terem errado acerca do conhecimento de Deus, embora passando a vida numa longa luta de ignorância, eles dão o nome de paz a um estado tão infeliz. Com efeito, sacrificando seus filhos, celebrando mistérios ocultos, ou entregando-se a orgias desenfreadas de religiões exóticas, eles já não guardam a honestidade nem na vida nem no casamento, mas um faz desaparecer o outro pelo ardil, ou o ultraja pelo adultério. Tudo está numa confusão completa - sangue, homicídio, furto, fraude, corrupção, deslealdade, revolta, perjúrio, perseguição dos bons, esquecimento dos benefícios, contaminação das almas, perversão dos sexos, instabilidade das uniões, adultérios e impudicícias." (Sabedoria 14, 22-26)
"Ele lhes respondeu: Quando vem a tarde, dizeis: Haverá bom tempo, porque o céu está avermelhado. E de manhã: Hoje haverá tormenta, porque o céu está de um vermelho sombrio. Hipócritas! Sabeis distinguir o aspecto do céu e não podeis discernir os sinais dos tempos?" (São Mateus 16, 2-4)
Casos de Possessão:
O número de casos de possessão vêm crescendo no mundo todo e simplesmente não há exorcistas em número suficiente para lidar com isso
- Valter Cascioli, psiquiatra e consultor da Associação Internacional de Exorcistas.
O italiano Valter Cascioli, psiquiatra e consultor da Associação Internacional de Exorcistas, órgão oficial ligado ao Vaticano, afirmou recentemente que o número de casos de possessão vêm crescendo no mundo todo e simplesmente não há exorcistas em número suficiente para lidar com isso.
Já Richard Gallagher, psiquiatra norte-americano faz um alerta para o que ele chama de “rápido crescimento do fenômeno mundial.”
Muitos padres compartilham dessa preocupação. Em entrevista ao jornal The New York Post, o padre Vincent Lampert, da igreja St. Malachy em Indianapolis, Indiana, defendeu que o confronto com os espíritos imundos não ocorrem apenas dentro das igrejas.
Sua visão, compartilhada por muitos outros líderes religiosos é que a luta espiritual ocorre de diferentes maneiras. “Nós estamos lutando contra as drogas, o ocultismo, a pornografia”, avalia. “Estes são pontos de entrada para o mal e precisamos resgatar estas almas. A situação é terrível… Tudo isso torna mais fácil o trabalho de Satanás em lançar suas redes”.
Um artigo na revista eletrônica Catholic Online publicado em outubro tinha como manchete: “O Mundo está sendo atacado – exército de demônios gera explosão de exorcismos”. O alerta gerou muito debate em meios católicos.
Na mesma época, o Frei Vincenzo Taraborelli, 79 anos, reclamou em entrevista à BBC, que a nova geração de padres tem “medo” de lidar com pessoas que dão sinais de possessão. Para ele, a atividade demoníaca pode ser vista nos noticiários todos os dias.
“Quem tem fé sabe que o demônio existe, você pode ler nos textos sagrados. Depois, você só precisa olhar (à sua volta) e ver como o mundo está hoje em dia. As coisas nunca estiveram tão ruins. Esses atos de violência não são humanos. Tão terríveis, como o Estado Islâmico”, concluiu.
Cerca de 400 líderes católicos reuniram-se em Roma, no final do ano passado, para traçar estratégias de recrutamento de mais exorcistas. Eles serão treinados para seguir os antigos rituais católicos, que incluem orações específica e o uso de água benta e crucifixos para ajudar as pessoas a se livrarem dos demônios.
O quadro não é muito diferente no Brasil. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) nunca fez um levantamento oficial, mas o Fantástico mostrou que existem apenas 30 padres exorcistas atuando no país que possuem “autorização” para lidar com essa situação. Fonte: Gospel Prime
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Eis que um homem exclamou do meio da multidão: Mestre, rogo-te que olhes para meu filho, pois é o único que tenho. Um espírito se apodera dele e subitamente dá gritos, lança-o por terra, agita-o com violência, fá-lo espumar e só o larga depois de o deixar todo ofegante". (São Lucas 9, 38-39)
"Nisto o homem possuído do espírito maligno, saltando sobre eles, apoderou-se de dois deles e subjugou-os de tal maneira, que tiveram que fugir daquela casa feridos e com as roupas estraçalhadas". (Atos dos Apóstolos 19, 16)
"Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar". (1Pedro 5,8)
“Ó terra e mar, cuidado! Porque o Demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Apocalipse 12, 12)
- Valter Cascioli, psiquiatra e consultor da Associação Internacional de Exorcistas.
O italiano Valter Cascioli, psiquiatra e consultor da Associação Internacional de Exorcistas, órgão oficial ligado ao Vaticano, afirmou recentemente que o número de casos de possessão vêm crescendo no mundo todo e simplesmente não há exorcistas em número suficiente para lidar com isso.
Já Richard Gallagher, psiquiatra norte-americano faz um alerta para o que ele chama de “rápido crescimento do fenômeno mundial.”
Muitos padres compartilham dessa preocupação. Em entrevista ao jornal The New York Post, o padre Vincent Lampert, da igreja St. Malachy em Indianapolis, Indiana, defendeu que o confronto com os espíritos imundos não ocorrem apenas dentro das igrejas.
Sua visão, compartilhada por muitos outros líderes religiosos é que a luta espiritual ocorre de diferentes maneiras. “Nós estamos lutando contra as drogas, o ocultismo, a pornografia”, avalia. “Estes são pontos de entrada para o mal e precisamos resgatar estas almas. A situação é terrível… Tudo isso torna mais fácil o trabalho de Satanás em lançar suas redes”.
Um artigo na revista eletrônica Catholic Online publicado em outubro tinha como manchete: “O Mundo está sendo atacado – exército de demônios gera explosão de exorcismos”. O alerta gerou muito debate em meios católicos.
Na mesma época, o Frei Vincenzo Taraborelli, 79 anos, reclamou em entrevista à BBC, que a nova geração de padres tem “medo” de lidar com pessoas que dão sinais de possessão. Para ele, a atividade demoníaca pode ser vista nos noticiários todos os dias.
“Quem tem fé sabe que o demônio existe, você pode ler nos textos sagrados. Depois, você só precisa olhar (à sua volta) e ver como o mundo está hoje em dia. As coisas nunca estiveram tão ruins. Esses atos de violência não são humanos. Tão terríveis, como o Estado Islâmico”, concluiu.
Cerca de 400 líderes católicos reuniram-se em Roma, no final do ano passado, para traçar estratégias de recrutamento de mais exorcistas. Eles serão treinados para seguir os antigos rituais católicos, que incluem orações específica e o uso de água benta e crucifixos para ajudar as pessoas a se livrarem dos demônios.
O quadro não é muito diferente no Brasil. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) nunca fez um levantamento oficial, mas o Fantástico mostrou que existem apenas 30 padres exorcistas atuando no país que possuem “autorização” para lidar com essa situação. Fonte: Gospel Prime
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Eis que um homem exclamou do meio da multidão: Mestre, rogo-te que olhes para meu filho, pois é o único que tenho. Um espírito se apodera dele e subitamente dá gritos, lança-o por terra, agita-o com violência, fá-lo espumar e só o larga depois de o deixar todo ofegante". (São Lucas 9, 38-39)
"Nisto o homem possuído do espírito maligno, saltando sobre eles, apoderou-se de dois deles e subjugou-os de tal maneira, que tiveram que fugir daquela casa feridos e com as roupas estraçalhadas". (Atos dos Apóstolos 19, 16)
"Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar". (1Pedro 5,8)
“Ó terra e mar, cuidado! Porque o Demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Apocalipse 12, 12)
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
Bem e Mal não se Misturam:
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Quando o bem e o mal são colocados em plano de igualdade perante a lei, o mal prevalecerá na sociedade civil.
Foi isto que o Papa Leão XIII apontou em 1888 na sua encíclica fundamental sobre a verdadeira natureza da liberdade humana.
Quando o bem e o mal são colocados em plano de igualdade perante a lei, o mal prevalecerá na sociedade civil. Foi isto que o Papa Leão XIII apontou em 1888 na sua encíclica fundamental sobre a verdadeira natureza da liberdade humana
Por Christopher A. Ferrara | FatimaNetWork – 22 de Dezembro de 2016
Segundo o regime americano da Primeira Emenda constitucional pró-liberdade, o Estado não deve agir em defesa da verdade contra o erro em assuntos de religião ou de Moralidade. A noção moderna (e idiota) de liberdade é que todos têm “o direito ao erro”, até mesmo o direito a defender o assassínio de crianças no útero materno ou o “casamento” de pessoas do mesmo sexo.
-Ah! Mas não quando se trata de dinheiro! O absurdo do nosso regime de liberdade de expressão demonstra-se com um simples exemplo: Alguém que espalhe mentiras sobre o valor de um produto comercial, induzindo as pessoas a gastar alguns dólares a mais, pode ficar sujeito a penas civis e até criminais, inclusive a uma pena de prisão, por defraudar o consumidor. Mas alguém que propague mentiras sobre Deus e a Sua Lei, induzindo as pessoas a abandonar a Fé e a Moral, com consequências eternas infinitamente piores do que a simples perda de algum dinheiro, tem o “direito constitutional” absoluto de o fazer.
Pior ainda: quem interferir com a promulgação de erros mortais para a alma é que se sujeita às penalidades da lei, incluindo a prisão.
Este regime escandaloso é ainda mais ofensivo na Quadra Natalícia. Por exemplo, em Boca Raton, na Flórida, uma estação local de TV relatou que, entre uma árvore de Natal e um presépio, que fazem parte de uma “exposição festiva” em propriedade pública, um adorador de Satanás ergueu um “grande pentagrama em que se lê: ‘Confiamos em Satanás’, ‘Celebremos o Solstício de Inverno’ e ‘Viva Satanás, e não os deuses’.”
O autor desta atrocidade é um tal Preston Smith, professor das escolas públicas de Palm Beach — parte do sistema de educação pública que funciona como um vasto seminário de conformismo que fabrica robots obedientes que repetem automaticamente os slogans do modernismo político, como “todos têm o direito ao erro” e “o que é verdadeiro para si não é necessariamente verdadeiro para os outros.”‘
E segundo o nosso regime de “liberdade de expressão” sem restrições, ninguém pode fazer nada sobre a exposição satânica num espaço público, em Boca Raton ou em qualquer outro lado. Como esclareceu o Supremo Tribunal no processo Lynch v. Donnelly (1984), a montagem de um Presépio num espaço público só pode ser tolerada se fizer parte de uma “exposição festiva”, juntamente com outros símbolos festivos, tais como (nesse caso) renas de plástico, ou (neste caso) uma exposição satânica apelando à celebração do Solstício de Inverno. O Supremo Tribunal conclui que estas exposições mistas têm uma “finalidade secular” que não viola a Primeira Emenda, que proíbe o “estabelecimento” da religião por parte do Governo.
Todavia, num caso posterior, Condado de Allegheny v. União das Liberdades Cívicas Americanas (1989), o Supremo Tribunal decidiu não ser permissível um Presépio dentro do tribunal do Condado, com uma inscrição que dizia “Glória a Deus pelo nascimento de Jesus Cristo”, mas não tinha as tais renas de plástico do regulamento nem outros símbolos de neutralidade, como uma árvore de Natal ou uma Menorah. Mas o Supremo Tribunal, coçando o seu queixo colectivo, decidiu que uma exposição do lado de fora do tribunal, com uma Menorah, uma árvore de Natal e um cartaz a celebrar a Liberdade tinha um propósito suficientemente secular para passar no exame da Constituição.
Em suma: o Estado não deve favorecer Cristo sobrepondo-O a Satanás, nem na Quadra Natalícia. Nem deverá permitir qualquer enfeite e/ou exposição de Natal que possa fazer passar, de facto, a mensagem de que Cristo é Deus Incarnado e o Salvador daqueles que n’Ele acreditam, ou que Satanás é o próprio mal corporizado, a cujas obras devemos renunciar. Deus e o demónio têm os mesmos “direitos”, de acordo com a Primeira Emenda.
Claro que sabemos o resultado final desta loucura: Quando o bem e o mal são colocados em plano de igualdade perante a lei, o mal prevalecerá na sociedade civil. Foi isto que o Papa Leão XIII apontou em 1888 na sua encíclica fundamental sobre a verdadeira natureza da liberdade humana:
“Se for concedida a todos uma liberdade de expressão e de escrever sem entraves, nada restará que seja sagrado e inviolável; nem serão poupados os mandatos mais altos e mais verdadeiros da natureza, justamente considerados como o património comum e mais nobre da raça humana. Deste modo, sendo a Verdade gradualmente obscurecida pelas trevas, o erro pernicioso e multifacetado, como muitíssimas vezes acontece, facilmente prevalecerá.”
O Papa Leão XIII descreveu a situação exata em que o Ocidente que já foi cristão se encontra agora: o mal triunfou, enquanto que a verdade é denunciada e até processada criminalmente como “expressão de ódio”. E os nossos dirigentes políticos, e até religiosos, portam-se como “majorettes desmioladas” para aquela mesma loucura que está a destruir a nossa civilização e a levar almas sem conta para um naufrágio eterno.
-E a Mãe de Deus, que previu tudo isto… Foi por isso que Ela apareceu em Fátima, para ter a certeza de que se daria a Conversão da Rússia e o Triunfo do Seu Imaculado Coração. Mas, à medida que nos aproximamos do centenário destas Suas mais significativas Aparições na terra, não podemos deixar de temer as consequências, que já pairam sobre nós, de não ter a liderança da Igreja atendido aos Seus pedidos urgentes.
Publicado originalmente: FatimaNetWork – É Natal outra vez, mas o demónio tem “direitos” na sua Primeira Emenda
Fonte: www.fatima.org via www.sensusfidei.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
A maioria dos homens, inspirados pelo demônio, se rebelaram contra DEUS, quem poderá negar isto?
O bem-aventurado Francisco Palau escrevia o jornal El Ermitaño com o objetivo de lutar contra as hostes de Satanás e tudo o que implica a Revolução e a impiedade que se unem para empreender uma ofensiva contra DEUS. A Revolução, ou o “Antro tenebroso”, como ele a denomina significa “todos os poderes da terra coligados com os do inferno em guerra contra DEUS". Esta atividade implica a romper a ordem e atacar os princípios da verdadeira legislação dada por DEUS. (El Ermitaño, 29 de Julho de 1869 p.2)
O Grande Amor de Padre Pio pela Eucaristia:
Lembrando Santo Padre Pio de Pietrelcina chora na hora de consagrar a Eucaristia
Nota de www.rainhamaria.com.br
Disse o Santo Padre Pio:
"Todas as provas às quais o Senhor vos submete e vos submeterá são sinais de seu divino amor e enfeites para a alma. Passará, minhas queridas filhas, o inverno e chegará a eterna primavera, tanto mais rica de belezas quanto mais duras foram as tempestades".
"Nesta terra cada um tem a sua cruz, mas devemos atuar de modo que não sejamos o mau ladrão, e sim o bom ladrão".
"O coração bom é sempre forte; sofre mas oculta suas lágrimas, e se consola sacrificando-se pelo próximo e por Deus".
"O campo de batalha entre Deus e satanás é a alma humana. Nela se desenrola em todos os momentos da vida. É necessário que a alma deixe acesso livre ao Senhor e que seja fortalecida por Ele em todas as partes com toda a classe de armas; que seja iluminada por sua luz para combater as trevas do erro; que seja revestida de Jesus Cristo, de sua verdade e justiça, do escudo da fé, da palavra de Deus, para vencer a inimigos tão poderosos. Para ser revestidos de Jesus Cristo é necessário morrer para si mesmos".
"Tem por certo que quanto mais crescem os assaltos do inimigo tanto mais perto da alma está Deus. Pensa e medita bem de esta verdade certa e reconfortante".
"O demónio é como um cão raivoso atado à corrente; não pode ferir a ninguém mais para além do que permite a corrente. Mantém-te pois, longe. Se te acercas demasiado, te apanhará".
Nota de www.rainhamaria.com.br
Disse o Santo Padre Pio:
"Todas as provas às quais o Senhor vos submete e vos submeterá são sinais de seu divino amor e enfeites para a alma. Passará, minhas queridas filhas, o inverno e chegará a eterna primavera, tanto mais rica de belezas quanto mais duras foram as tempestades".
"Nesta terra cada um tem a sua cruz, mas devemos atuar de modo que não sejamos o mau ladrão, e sim o bom ladrão".
"O coração bom é sempre forte; sofre mas oculta suas lágrimas, e se consola sacrificando-se pelo próximo e por Deus".
"O campo de batalha entre Deus e satanás é a alma humana. Nela se desenrola em todos os momentos da vida. É necessário que a alma deixe acesso livre ao Senhor e que seja fortalecida por Ele em todas as partes com toda a classe de armas; que seja iluminada por sua luz para combater as trevas do erro; que seja revestida de Jesus Cristo, de sua verdade e justiça, do escudo da fé, da palavra de Deus, para vencer a inimigos tão poderosos. Para ser revestidos de Jesus Cristo é necessário morrer para si mesmos".
"Tem por certo que quanto mais crescem os assaltos do inimigo tanto mais perto da alma está Deus. Pensa e medita bem de esta verdade certa e reconfortante".
"O demónio é como um cão raivoso atado à corrente; não pode ferir a ninguém mais para além do que permite a corrente. Mantém-te pois, longe. Se te acercas demasiado, te apanhará".
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Experiência Mística:
Um apelo silencioso à Humanidade - Relato de uma experiência mística
‘Encontrando-me nos braços de Cristo, partilhando a Sua Dolorosa Paixão e permitindo-me ver os fatos que Lhe causam esse sofrimento que permite que seja visível não só em mim, mas no Crucifixo que se encontra dentro de um camarim de vidro na mesma divisão, o nosso adorado Cristo indica-me que a Sua Exsudação no Crucifixo de Metal, é pela maldade em que vive grande parte da humanidade, maldade que aumenta em vez de diminuir. O maligno opressor das almas regozija-se com o fato de que a humanidade viva indiferente ao AMOR DIVINO e se submerja no mar tempestuoso dos pecados constantes, que estão enraizados na DESOBEDIÊNCIA.
A dor que Cristo padece em estado atual é humanamente impensável, excede todas as qualificações existentes. Cristo padece o lamento dos inocentes. Como é infinito o mal que derrama esse pecado sobre essas criaturas inocentes e que amargo é o pranto das crianças que no meio do poder desumanizado, são mutiladas não só no corpo, mas no seu íntimo!... E outros mais que me mostra.
O nosso adorado Cristo deixa-me ver os Seus poros que, naquele momento, são de carne, no CRUCIFIXO DE METAL e como exsuda o SEU SANGUE PRECIOSÍSSIMO por essas criaturas humanas que por vontade própria não desejam reconhecer a pequenez de que são possuidoras e, ao mesmo tempo, a grandeza que lhes dá o serem filhos de Deus. A falta de conhecimento da Palavra Divina imobiliza o homem e impede-o de penetrar nesse MISTÉRIO INFINITO DO QUAL NOS TORNAMOS PARTICIPANTES MEDIANTE AS SAGRADAS ESCRITURAS, para conhecê-lo e ao conhecê-lo, amá-lo corretamente, sinceramente e verdadeiramente para não O limitar mas, pelo contrário, para penetrar no SEU PODER INFINITO e juntamente com toda a Criação, adorá-lo pelos irmãos que não O adoram e O desprezam recusando-se a reconhecê-lo como o fazem aqueles que, por ignorância, negam o PODER DIVINO.
O nosso amado Cristo lamenta-se, sim, dói-se profundamente perante o avanço disso que reside no homem, isso que não sendo sentido, domina e leva a cair o ser humano: O DESEJO, desejo de poder, de domínio, de grandeza, de soberba, de saber apenas o que lhe convém e que, por fim, chega a dominar o homem, mais do que se fizesse parte dos sentidos, sujeitando-o até ao afastamento do que para o homem deve ser o seu único propósito: SER À IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS.
O desejo é inato no homem, mas falamos do desejo de procurar a Deus. Esse que é ignorado e até mesmo rejeitado, porque a humanidade utiliza apenas os sentidos corporais, ignora os sentidos espirituais de que a alma está dotada.
Cristo padece no estado atual o indizível por cada um, por mim, por vós, porque o SEU AMOR É PARA CADA UM DE FORMA PESSOAL, NADA PODE SUBSTITUIR A RELAÇÃO ENTRE A CRIATURA E O SEU CRIADOR, é por isso que perante a impressionante violência deste momento, CRISTO EXTERIORIZA A SUA DOR ASSIM, COMO O VEREIS NESTA MANIFESTAÇÃO.
Fonte: http://www.revelacionesmarianas.com/videoport.html
Humanidade Podre:
O justo cuida da vida dos seus animais, mas o coração dos perversos é cruel. (Provérbios 12, 10)
Estás feliz com suas bolsas e sapatos de luxo? Assim é como torturam e matam crocodilos as principais marcas
‘Chain Louise GM $ 12.600 dólares. Material: .. crocodilo brilhante’. À primeira vista, para qualquer mulher que queira – e possa - pendurar em seu ombro este item de luxo, poderia revelar-se irresistível. Sem pensar muito sobre como ele foi feito, esta bolsa da Louis Vuitton veio para as mais exclusivas lojas do mundo graças a que no Vietnã, para obter as peles, sacrificaram um jacaré da maneira mais cruel.
Chain Louise, uno de los modelos de la marca Louis Vuitton que tiene piel de cocodrilo. Tiene un valor de 12.600 dólares
A organização de defesa dos animais (PETA) emitiu um vídeo no qual mostram o início do processo em que estes artigos de luxo -que incluem bolsas, cintos, sapatos – são manufaturados. As imagens são dramáticas e dão contam de como os crocodilos são tratadas por quem os arranca sua pele ... muitos ainda estão vivos.
Os lagartos ficam ‘fechados sem se mover, em milhares de celas minúsculas de cimento’, explica a gravação que deixa em evidência a crueldade com que são tratados estes animais antes de serem torturados e executados. Os trabalhadores vietnamitas golpeiam com força suas cabeças quando estão na ‘sala cirúrgica’. Semiconscientes, os colocam sobre uma mesa metálica. Ali, um deles introduz uma grande varinha por sua medula espinhal e começam a esfolá-los, quando muitos deles ainda se movem.
‘Uma bolsa de pele de crocodilo significa que um ser vivo teve uma morte miserável e uma morte espantosa. A PETA faz um chamado para todos para não comprarem peles exóticas, para impedir que os répteis sejam encarcerados, mutilados e esfolados vivos’, indicou a diretora Executiva da instituição, Ingrid Newkirk.
Nota do site: Não há o que dizer, pois as imagens falam por si a respeito da forma cruel com que a humanidade vem tratando os animais. Pelos caprichos humanos, a natureza está sendo ‘triturada’, ‘arrasada’, debaixo do jugo dos carrascos humanos.
Vou transcrever aqui o que o próprio Deus falou recentemente sobre esta abominável dominação do homem sobre os animais e a natureza, de forma geral.
A Criação continua a cumprir a Vontade Divina e o homem rebela-se a cada momento sendo aquele que interrompe o Dom da vida, sendo aquele que continuamente se afasta de Mim, sendo o usurpador da Criação, sendo o carrasco da Criação Divina...’
‘O homem transformou a Terra que lhe foi dada como herança e converteu-a num objeto dos seus caprichos (...)’
Mas, assim como a Terra vos foi entregue no seu estado totalmente intocado, abundante em tudo o que o homem precisava, assim chegou o homem e com a sua própria mão irrompeu fortemente com o seu livre arbítrio e deu rédea solta ao seu ‘ego’ sobre toda a Criação, ferindo-a, humilhando-a e tornando-a escrava da vontade humana. E, neste momento, a Terra que vos foi entregue, clama ao Nosso Trono: ‘Vinde prontamente que preciso de Vós, Meu Senhor.’
‘Quanto se oprime o Meu Coração ao mencionar-vos a Minha dor e constatar como o homem cruelmente causa este momento caótico em que toda a Humanidade mergulhou por vontade humana!’
‘Meu Povo amado, a Terra foi devastada por vós (...)’
Mesmo que você diga: ‘Bem, eu não uso esta marca de bolsas e calçados, portanto, não tenho comprometimento com o que está sendo feito àqueles animais...’ eu lhe direi duas coisas:
1º Não fazer nada para se opor ao mal que vem operando no planeta é ‘ser morno’. E você sabe o que acontece com aquele que é ‘morno’, que não se posiciona, que faz que não vê:
‘Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.’ (Apocalipse 3, 15-16)
A primeira coisa a fazer, após a sua tomada de consciência, é passar para os seus filhos, seus sobrinhos, seus parentes e amigos, o quanto tudo isto é execrável e deve ter um fim imediatamente, Ensinar aos outros a amar o que Deus colocou na terra para nosso convívio pacífico e harmonioso é também fazer uma caridade com o próximo, pois pode ser que ele nunca tenha tido alguém que lhe ensinasse sobre isto, e você pode ser esta pessoa.
Não é hora de sermos passivos, pois o mal avança em todas as esferas, e não devemos ficar de braços cruzados, apenas observando.
2º - Há um processo de exploração e dor sobre a natureza. Mesmo que você não use itens produzidos com o couro de jacarés, tenha certeza: EM ALGUMA PARTE DO PROCESSO DE DOR, TORTURA E MORTE de outros animais VOCÊ ESTÁ INSERIDO! E muitas vezes como consumidor passivo, financiando algum processo que envolve exploração e sofrimento causado à natureza.
E isto foi feito gradualmente, para nos acostumarmos a achar que estas violências são ‘NORMAIS’ (normais!?!?)’ Muitas coisas são acobertadas, e, sem sabermos, vamos ‘azeitando estas engrenagens do mal’ que se perpetuam e vão se estendendo à geração à frente. Daí conhecermos os erros que estão ocorrendo, para rejeitá-los, impedir que continuem ocorrendo, e erradicá-los de uma vez.)
‘E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.’(João 8, 16)
Está passando da hora da reflexão!
Está passando da hora da mudança de atitude!
Está passando da hora de darmos informação a nossos filhos, vizinhos, amigos, para mudar o que precisa ser mudado.
DEUS TEM PRESSA NA MUDANÇA DE ATITUDE HUMANA daqueles que se dizem ser Seu Povo.
‘O justo cuida da vida dos seus animais, mas o coração dos perversos é cruel’ (Provérbios 12, 10)
Estás feliz com suas bolsas e sapatos de luxo? Assim é como torturam e matam crocodilos as principais marcas
‘Chain Louise GM $ 12.600 dólares. Material: .. crocodilo brilhante’. À primeira vista, para qualquer mulher que queira – e possa - pendurar em seu ombro este item de luxo, poderia revelar-se irresistível. Sem pensar muito sobre como ele foi feito, esta bolsa da Louis Vuitton veio para as mais exclusivas lojas do mundo graças a que no Vietnã, para obter as peles, sacrificaram um jacaré da maneira mais cruel.
Chain Louise, uno de los modelos de la marca Louis Vuitton que tiene piel de cocodrilo. Tiene un valor de 12.600 dólares
A organização de defesa dos animais (PETA) emitiu um vídeo no qual mostram o início do processo em que estes artigos de luxo -que incluem bolsas, cintos, sapatos – são manufaturados. As imagens são dramáticas e dão contam de como os crocodilos são tratadas por quem os arranca sua pele ... muitos ainda estão vivos.
Os lagartos ficam ‘fechados sem se mover, em milhares de celas minúsculas de cimento’, explica a gravação que deixa em evidência a crueldade com que são tratados estes animais antes de serem torturados e executados. Os trabalhadores vietnamitas golpeiam com força suas cabeças quando estão na ‘sala cirúrgica’. Semiconscientes, os colocam sobre uma mesa metálica. Ali, um deles introduz uma grande varinha por sua medula espinhal e começam a esfolá-los, quando muitos deles ainda se movem.
‘Uma bolsa de pele de crocodilo significa que um ser vivo teve uma morte miserável e uma morte espantosa. A PETA faz um chamado para todos para não comprarem peles exóticas, para impedir que os répteis sejam encarcerados, mutilados e esfolados vivos’, indicou a diretora Executiva da instituição, Ingrid Newkirk.
Nota do site: Não há o que dizer, pois as imagens falam por si a respeito da forma cruel com que a humanidade vem tratando os animais. Pelos caprichos humanos, a natureza está sendo ‘triturada’, ‘arrasada’, debaixo do jugo dos carrascos humanos.
Vou transcrever aqui o que o próprio Deus falou recentemente sobre esta abominável dominação do homem sobre os animais e a natureza, de forma geral.
A Criação continua a cumprir a Vontade Divina e o homem rebela-se a cada momento sendo aquele que interrompe o Dom da vida, sendo aquele que continuamente se afasta de Mim, sendo o usurpador da Criação, sendo o carrasco da Criação Divina...’
‘O homem transformou a Terra que lhe foi dada como herança e converteu-a num objeto dos seus caprichos (...)’
Mas, assim como a Terra vos foi entregue no seu estado totalmente intocado, abundante em tudo o que o homem precisava, assim chegou o homem e com a sua própria mão irrompeu fortemente com o seu livre arbítrio e deu rédea solta ao seu ‘ego’ sobre toda a Criação, ferindo-a, humilhando-a e tornando-a escrava da vontade humana. E, neste momento, a Terra que vos foi entregue, clama ao Nosso Trono: ‘Vinde prontamente que preciso de Vós, Meu Senhor.’
‘Quanto se oprime o Meu Coração ao mencionar-vos a Minha dor e constatar como o homem cruelmente causa este momento caótico em que toda a Humanidade mergulhou por vontade humana!’
‘Meu Povo amado, a Terra foi devastada por vós (...)’
Mesmo que você diga: ‘Bem, eu não uso esta marca de bolsas e calçados, portanto, não tenho comprometimento com o que está sendo feito àqueles animais...’ eu lhe direi duas coisas:
1º Não fazer nada para se opor ao mal que vem operando no planeta é ‘ser morno’. E você sabe o que acontece com aquele que é ‘morno’, que não se posiciona, que faz que não vê:
‘Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.’ (Apocalipse 3, 15-16)
A primeira coisa a fazer, após a sua tomada de consciência, é passar para os seus filhos, seus sobrinhos, seus parentes e amigos, o quanto tudo isto é execrável e deve ter um fim imediatamente, Ensinar aos outros a amar o que Deus colocou na terra para nosso convívio pacífico e harmonioso é também fazer uma caridade com o próximo, pois pode ser que ele nunca tenha tido alguém que lhe ensinasse sobre isto, e você pode ser esta pessoa.
Não é hora de sermos passivos, pois o mal avança em todas as esferas, e não devemos ficar de braços cruzados, apenas observando.
2º - Há um processo de exploração e dor sobre a natureza. Mesmo que você não use itens produzidos com o couro de jacarés, tenha certeza: EM ALGUMA PARTE DO PROCESSO DE DOR, TORTURA E MORTE de outros animais VOCÊ ESTÁ INSERIDO! E muitas vezes como consumidor passivo, financiando algum processo que envolve exploração e sofrimento causado à natureza.
E isto foi feito gradualmente, para nos acostumarmos a achar que estas violências são ‘NORMAIS’ (normais!?!?)’ Muitas coisas são acobertadas, e, sem sabermos, vamos ‘azeitando estas engrenagens do mal’ que se perpetuam e vão se estendendo à geração à frente. Daí conhecermos os erros que estão ocorrendo, para rejeitá-los, impedir que continuem ocorrendo, e erradicá-los de uma vez.)
‘E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.’(João 8, 16)
Está passando da hora da reflexão!
Está passando da hora da mudança de atitude!
Está passando da hora de darmos informação a nossos filhos, vizinhos, amigos, para mudar o que precisa ser mudado.
DEUS TEM PRESSA NA MUDANÇA DE ATITUDE HUMANA daqueles que se dizem ser Seu Povo.
‘O justo cuida da vida dos seus animais, mas o coração dos perversos é cruel’ (Provérbios 12, 10)
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
O PT quer o Brasil assim:
Venezuela teve cem mil assassinatos desde chegada de Maduro ao poder
País quebra recordes e tem taxa de homicídios de 92 para cada cem mil habitantes
POR JANAÍNA FIGUEIREDO, CORRESPONDENTE 06/01/2017 4:30
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Assassinatos viraram cena comum na Venezuela - El Nacional
ÚLTIMAS DE MUNDO
Biden fala na Universidade Georgetown, em Washington Foto: Manuel Balce Ceneta / AP Biden aconselha Trump a ‘crescer’ e ‘ser adulto’ 06/01/2017 7:57
Rebeldes são vistos em uma caminhonete na cidade de al-Rai, no norte da Síria Foto: KHALIL ASHAWI / REUTERS Rússia começa a reduzir suas forças na Síria 06/01/2017 7:18
El Aissami discursa como Ministro da Justiça
Foto: AP/10-4-2012 Novo vice de Maduro é acusado de ligações com narcotráfico e terror 06/01/2017 4:30
Assassinatos viraram cena comum na Venezuela Foto: El Nacional Venezuela teve cem mil assassinatos desde chegada de Maduro ao poder 06/01/2017 4:30
BUENOS AIRES - Um dos argumentos usados pelo novo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela (AN), Julio Borges, para justificar a decisão de declarar, nos próximos dias, o abandono do cargo por parte do presidente Nicolás Maduro, foi o aumento vertiginoso da violência. Segundo Borges, desde 2013, ano em que Maduro chegou ao poder, cerca de cem mil venezuelanos foram assassinados. Segundo o novo homem forte da AN, seria possível “lotar cinco estádios de futebol com os cadáveres, esse é o legado de Maduro”. O panorama traçado por Borges coincide com o último relatório do Observatório Venezuelano da Violência (OVV), de acordo com o qual, em 2016, a taxa de homicídios do país chegou a 92 para cada cem mil habitantes, a mais alta do mundo.
— A essência deste drama é que a vida social regida por leis foi destruída na Venezuela — disse ao GLOBO o diretor do OVV, Roberto Briceño-León.
Segundo ele, nos últimos anos, houve dois fenômenos gravíssimos: aumentaram os delitos e assassinatos por fome, e também as execuções extrajudiciais, cometidas por policiais e militares. Os números divulgados pelo observatório são alarmantes. No ano passado, foram registrados 28.479 homicídios na Venezuela, um novo recorde. O país superou os níveis de violência de vizinhos latino-americanos como El Salvador e Honduras, que, nos últimos anos, conseguiram melhorar seus indicadores.
— Vivemos no país mais violento do mundo. De acordo com uma pesquisa do Gallup, os venezuelanos são os mais assustados do planeta na hora de sair à rua. Estamos pior até que o Afeganistão — assegurou o advogado criminalista Luis Izquiel, assessor da Comissão de Política Interior da AN.
Para ele, “o principal motivo que explica o aumento da violência é a deterioração institucional”.
— Hoje, matam um venezuelano a cada 18 minutos, e a impunidade é total. Não temos Justiça nem instituições que funcionem corretamente — enfatizou Izquiel.
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No último relatório, o OVV indicou que somente em nove de cada cem casos de assassinatos são detidos suspeitos. E que cerca de 40% das vítimas têm menos de 19 anos.
O que mais chamou a atenção dos especialistas, no ano passado, foram os assassinatos por fome, diretamente relacionados à mais grave crise econômica de toda a História do país.
— Uma situação de arbitrariedade por parte do poder, com empobrecimento e escassez, promoveu crescimento da violência, mas, sobretudo, o surgimento de uma nova violência por fome — lamentou o diretor do OVV.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/venezuela-teve-cem-mil-assassinatos-desde-chegada-de-maduro-ao-poder-20734963#ixzz4UydUxw5H
© 1996 - 2017. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
País quebra recordes e tem taxa de homicídios de 92 para cada cem mil habitantes
POR JANAÍNA FIGUEIREDO, CORRESPONDENTE 06/01/2017 4:30
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Assassinatos viraram cena comum na Venezuela - El Nacional
ÚLTIMAS DE MUNDO
Biden fala na Universidade Georgetown, em Washington Foto: Manuel Balce Ceneta / AP Biden aconselha Trump a ‘crescer’ e ‘ser adulto’ 06/01/2017 7:57
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Assassinatos viraram cena comum na Venezuela Foto: El Nacional Venezuela teve cem mil assassinatos desde chegada de Maduro ao poder 06/01/2017 4:30
BUENOS AIRES - Um dos argumentos usados pelo novo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela (AN), Julio Borges, para justificar a decisão de declarar, nos próximos dias, o abandono do cargo por parte do presidente Nicolás Maduro, foi o aumento vertiginoso da violência. Segundo Borges, desde 2013, ano em que Maduro chegou ao poder, cerca de cem mil venezuelanos foram assassinados. Segundo o novo homem forte da AN, seria possível “lotar cinco estádios de futebol com os cadáveres, esse é o legado de Maduro”. O panorama traçado por Borges coincide com o último relatório do Observatório Venezuelano da Violência (OVV), de acordo com o qual, em 2016, a taxa de homicídios do país chegou a 92 para cada cem mil habitantes, a mais alta do mundo.
— A essência deste drama é que a vida social regida por leis foi destruída na Venezuela — disse ao GLOBO o diretor do OVV, Roberto Briceño-León.
Segundo ele, nos últimos anos, houve dois fenômenos gravíssimos: aumentaram os delitos e assassinatos por fome, e também as execuções extrajudiciais, cometidas por policiais e militares. Os números divulgados pelo observatório são alarmantes. No ano passado, foram registrados 28.479 homicídios na Venezuela, um novo recorde. O país superou os níveis de violência de vizinhos latino-americanos como El Salvador e Honduras, que, nos últimos anos, conseguiram melhorar seus indicadores.
— Vivemos no país mais violento do mundo. De acordo com uma pesquisa do Gallup, os venezuelanos são os mais assustados do planeta na hora de sair à rua. Estamos pior até que o Afeganistão — assegurou o advogado criminalista Luis Izquiel, assessor da Comissão de Política Interior da AN.
Para ele, “o principal motivo que explica o aumento da violência é a deterioração institucional”.
— Hoje, matam um venezuelano a cada 18 minutos, e a impunidade é total. Não temos Justiça nem instituições que funcionem corretamente — enfatizou Izquiel.
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No último relatório, o OVV indicou que somente em nove de cada cem casos de assassinatos são detidos suspeitos. E que cerca de 40% das vítimas têm menos de 19 anos.
O que mais chamou a atenção dos especialistas, no ano passado, foram os assassinatos por fome, diretamente relacionados à mais grave crise econômica de toda a História do país.
— Uma situação de arbitrariedade por parte do poder, com empobrecimento e escassez, promoveu crescimento da violência, mas, sobretudo, o surgimento de uma nova violência por fome — lamentou o diretor do OVV.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/venezuela-teve-cem-mil-assassinatos-desde-chegada-de-maduro-ao-poder-20734963#ixzz4UydUxw5H
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
Heróis do Japão:
CRISTÃOS ESCONDIDOS - OS HERÓIS DO JAPÃO
A Universidade de Kyoto, Japão, está promovendo uma exposição que mereceria ser mais conhecida pelos católicos do mundo inteiro.
Trata-se de uma amostra de quadros pintados por “cristãos escondidos” dos séculos XVII a XIX, quando o cristianismo era sanguinariamente proibido no país e houve incontáveis mártires, como os de Shimabara.
Os primeiros portugueses aportaram no Japão a partir de 1543, levando missionários católicos. Entre eles, o grande São Francisco Xavier SJ.
Durante seis ou sete décadas, o catolicismo foi acolhido com entusiasmo. O fato foi registrado por artistas japoneses, dando origem a uma escola chamada Namban. Esta se caracteriza por uma síntese de elementos nipônicos e ensinamentos artísticos ocidentais transmitidos nos seminários.
A habilidade dos japoneses para a pintura fez com que os missionários lhes encomendassem quadros grandes para os altares, ou pequenos para uso pessoal dos fieis.
Esses quadros existiram em grande número, mas foram destruídos quando o Shogun [governador militar designado pelo imperador com poderes de ditador] pagão Tokugawa ordenou uma das mais sangrentas perseguições religiosas da história.
Tendo o catolicismo sido declarado oficialmente ilegal em 1612, os católicos foram martirizados em massa. 434 deles foram beatificados e canonizados em diversas ocasiões, e muitos outros milhares ganharam a graça do martírio.
As ferozes perseguições e martírios públicos não conseguiram, entretanto, extinguir o catolicismo, que continuou sendo professado secretamente – de onde a expressão “cristãos escondidos”.
Dom Justo Takayama Ukon, heroico e protetor senhor feudal católico
Sem o apoio de sacerdotes – portanto, sem a Missa e sem certos sacramentos fundamentais – eles continuaram professando o catolicismo, que foi transmitido de pais a filhos durante séculos.
Também secretamente produziam quadros e objetos de devoção para as práticas religiosas em família ou em grupo, e que eram zelosamente ocultados aos olhares dos verdugos pagãos.
Em mais de um desses quadros, onde a influência barroca ocidental é evidente, contemplamos no centro Nossa Senhora com o Menino Jesus, tendo a seus pés Santo Inácio de Loiola – fundador dos jesuítas, grandes missionários no país – e São Francisco Xavier SJ, o mais famoso deles.
Em volta do tema central podemos ver em quinze círculos os quinze mistérios do Rosário, sinal de que a devoção do terço foi essencial na perseverança daqueles católicos sem comunicação com o mundo, mas amados de Nossa Senhora.
Um desses quadros (ao lado) foi encontrado na região de Osaka, no porão de uma chácara da aldeia de Ibaraki.
O Japão era dotado de uma organização social feudal onde os nobres governavam as regiões, um pouco como a nobreza medieval governava a Europa.
No século XVI, a região em que foi achado o quadro pertencia ao feudo do Senhor Takayama Ukon, conhecido na região pelo seu nome católico: Don Justo Takayama.
Lembrado como um dos mais piedosos senhores feudais católicos da época, ele preferiu renunciar a seu feudo e às suas propriedades antes que renunciar à Fé. Acabou sendo expulso do Japão e morreu em Manilha, Filipinas.
Mártires de Nagasaki
Mártires de Nagasaki
Mas, apesar da perda de seu senhor feudal e protetor, os católicos conservaram intacta sua Fé.
Perto da casa onde foi recuperado este quadro de Nossa Senhora encontrou-se um famoso retrato de São Francisco Xavier, o qual está hoje exposto no Museu da cidade de Kobe.
Em 1853, o almirante americano Matthew Perry, comandando uma frota de guerra, obrigou o Japão a se abrir ao comércio e às relações diplomáticas com o Ocidente.
Efetivada essa liberalização, os missionários católicos puderam voltar ao Japão e abriram missões.
Conta-se que uma vez, na igreja ainda nova e vazia, um japonês entrou e observou com grande curiosidade tudo o que nela havia.
O missionário puxou uma prosa e o japonês lhe perguntou:
– O Sr. acredita no Papa?
– Sim.
Samurai (cavaleiro) católico com terço no pescoço
Samurai (cavaleiro) católico com terço no pescoço
– O Sr. acredita em Nossa Senhora.
– Sim!
– O Sr. acredita na Eucaristia?
– Sim!
– Então seu coração é como o nosso!
Tratava-se de um dos “católicos escondidos”. Eles receberam instrução dos últimos padres para não acreditarem em qualquer um que viesse de fora, mas só nos que professassem a fé no Papa, em Nossa Senhora e na Eucaristia. Estes só poderiam ser católicos.
A amostra promovida hoje pela Universidade de Kyoto ilustra a fé desses japoneses que perseveraram contra toda esperança, aguardando que um dia chegariam os bons missionários.
Demoraram quase três séculos, mas chegaram. O mérito de perseverança na Fé desses católicos do Japão é todo um exemplo para nós, nesta época em que a Fé é tão perseguida.
A Universidade de Kyoto, Japão, está promovendo uma exposição que mereceria ser mais conhecida pelos católicos do mundo inteiro.
Trata-se de uma amostra de quadros pintados por “cristãos escondidos” dos séculos XVII a XIX, quando o cristianismo era sanguinariamente proibido no país e houve incontáveis mártires, como os de Shimabara.
Os primeiros portugueses aportaram no Japão a partir de 1543, levando missionários católicos. Entre eles, o grande São Francisco Xavier SJ.
Durante seis ou sete décadas, o catolicismo foi acolhido com entusiasmo. O fato foi registrado por artistas japoneses, dando origem a uma escola chamada Namban. Esta se caracteriza por uma síntese de elementos nipônicos e ensinamentos artísticos ocidentais transmitidos nos seminários.
A habilidade dos japoneses para a pintura fez com que os missionários lhes encomendassem quadros grandes para os altares, ou pequenos para uso pessoal dos fieis.
Esses quadros existiram em grande número, mas foram destruídos quando o Shogun [governador militar designado pelo imperador com poderes de ditador] pagão Tokugawa ordenou uma das mais sangrentas perseguições religiosas da história.
Tendo o catolicismo sido declarado oficialmente ilegal em 1612, os católicos foram martirizados em massa. 434 deles foram beatificados e canonizados em diversas ocasiões, e muitos outros milhares ganharam a graça do martírio.
As ferozes perseguições e martírios públicos não conseguiram, entretanto, extinguir o catolicismo, que continuou sendo professado secretamente – de onde a expressão “cristãos escondidos”.
Dom Justo Takayama Ukon, heroico e protetor senhor feudal católico
Sem o apoio de sacerdotes – portanto, sem a Missa e sem certos sacramentos fundamentais – eles continuaram professando o catolicismo, que foi transmitido de pais a filhos durante séculos.
Também secretamente produziam quadros e objetos de devoção para as práticas religiosas em família ou em grupo, e que eram zelosamente ocultados aos olhares dos verdugos pagãos.
Em mais de um desses quadros, onde a influência barroca ocidental é evidente, contemplamos no centro Nossa Senhora com o Menino Jesus, tendo a seus pés Santo Inácio de Loiola – fundador dos jesuítas, grandes missionários no país – e São Francisco Xavier SJ, o mais famoso deles.
Em volta do tema central podemos ver em quinze círculos os quinze mistérios do Rosário, sinal de que a devoção do terço foi essencial na perseverança daqueles católicos sem comunicação com o mundo, mas amados de Nossa Senhora.
Um desses quadros (ao lado) foi encontrado na região de Osaka, no porão de uma chácara da aldeia de Ibaraki.
O Japão era dotado de uma organização social feudal onde os nobres governavam as regiões, um pouco como a nobreza medieval governava a Europa.
No século XVI, a região em que foi achado o quadro pertencia ao feudo do Senhor Takayama Ukon, conhecido na região pelo seu nome católico: Don Justo Takayama.
Lembrado como um dos mais piedosos senhores feudais católicos da época, ele preferiu renunciar a seu feudo e às suas propriedades antes que renunciar à Fé. Acabou sendo expulso do Japão e morreu em Manilha, Filipinas.
Mártires de Nagasaki
Mártires de Nagasaki
Mas, apesar da perda de seu senhor feudal e protetor, os católicos conservaram intacta sua Fé.
Perto da casa onde foi recuperado este quadro de Nossa Senhora encontrou-se um famoso retrato de São Francisco Xavier, o qual está hoje exposto no Museu da cidade de Kobe.
Em 1853, o almirante americano Matthew Perry, comandando uma frota de guerra, obrigou o Japão a se abrir ao comércio e às relações diplomáticas com o Ocidente.
Efetivada essa liberalização, os missionários católicos puderam voltar ao Japão e abriram missões.
Conta-se que uma vez, na igreja ainda nova e vazia, um japonês entrou e observou com grande curiosidade tudo o que nela havia.
O missionário puxou uma prosa e o japonês lhe perguntou:
– O Sr. acredita no Papa?
– Sim.
Samurai (cavaleiro) católico com terço no pescoço
Samurai (cavaleiro) católico com terço no pescoço
– O Sr. acredita em Nossa Senhora.
– Sim!
– O Sr. acredita na Eucaristia?
– Sim!
– Então seu coração é como o nosso!
Tratava-se de um dos “católicos escondidos”. Eles receberam instrução dos últimos padres para não acreditarem em qualquer um que viesse de fora, mas só nos que professassem a fé no Papa, em Nossa Senhora e na Eucaristia. Estes só poderiam ser católicos.
A amostra promovida hoje pela Universidade de Kyoto ilustra a fé desses japoneses que perseveraram contra toda esperança, aguardando que um dia chegariam os bons missionários.
Demoraram quase três séculos, mas chegaram. O mérito de perseverança na Fé desses católicos do Japão é todo um exemplo para nós, nesta época em que a Fé é tão perseguida.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Festa de Santa Maria Mãe de Deus:
Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus. Rainha do Céu e da Terra. Mãe de Cristo Rei das Nações e do Universo
01.01.2017
No dia em que temos a alegria de começar um novo ano de trabalhos e oração, a Santa Madre Igreja nos convida a celebrar o mais importante título com que a cristandade, desde as suas origens, tem honrado a Virgem Maria e, por meio dela, Aquele que por ela quis vir ao mundo. Referimo-nos à solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus: dia de preceito, dia de mistério, dia de, com os olhos postos em nossa Mãe Dadivosa, renovarmos todo o conjunto de nossa santa fé católica. Antes, porém, de vermos quais propósitos a festa de hoje nos pode inspirar, olhemos de mais perto as doçuras e preciosidades que se escondem sob este tão grande e tão misterioso título com que a Virgem Santíssima é há séculos aclamada.
Desde antes de dar seu Filho à luz, Maria foi chamada por Santa Isabel a "mãe de meu Senhor" (Lc 1, 43). E os evangelistas, por sua vez, não se envergonham de referir-nos o que a respeito de Cristo pensavam os nazarenos: afinal, não era Maria sua mãe? (cf. Mt 13, 55). Com efeito, a "mãe de Jesus" (cf. Jo 2, 1; 19, 25), como carinhosamente lhe chama o discípulo a cujos cuidados seria confiada (cf. Jo 19, 26s), é sempre mencionada por sua relação Àquele que "ela concebeu do Espírito Santo como homem e que se tornou verdadeiramente seu Filho segundo a carne" (CIC, § 495). Ora, quem é esse Filho, que é esse fruto bendito senão o própria a segunda Pessoa da Santíssima Trindade, o Filho eterno a quem o Pai, gerando-o desde sempre, transmite tudo o que é, tudo o que tem?
Sob o olhar da fé podemos descobrir aqui a belíssima conveniência dessa maternidade divina, em razão da qual quis o próprio Deus cumular de graças e enriquecer com uma santidade singular aquela que escolhera para dar à luz o Redentor.
É esta, pois, uma verdade atestada já por São Paulo: "[...] quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou Seu Filho, que nasceu de uma mulher" (Gl 4, 4): pois do mesmo modo como da substância de Adão Eva fora formada, ainda virgem e sem pecado, assim também o Cristo haveria de tomar parte na carne imaculada de Maria, toda pura e sempre intacta. Eis a justiça, eis a sabedoria com que Deus, servindo-se dos mesmos instrumentos pelos quais a serpente fê-lo ruir, reergue o gênero humano sobre a humildade da nova Eva!
Indefectivelmente fiel à fé recebida dos Apóstolos, a Igreja nunca temeu confessar que Maria é, de fato, Mãe de Deus (Theotókos). Não porque o Verbo divino, ao fazer-se carne, tenha nela tido origem, mas porque dela recebeu o santo corpo pelo qual operou a obra da nossa salvação; não porque a Virgem Deípara tenha gerado a natureza divina, mas porque deu à luz Cristo, verdadeiro Deus.
Mãe de Deus, mãe de Nosso Senhor, mãe da Cabeça da Igreja: devido a esta grande e amável dignidade, não pode a Virgem Maria deixar de ser também mãe dos membros de Cristo, mãe nossa, à cuja proteção devemos recorrer. Mãe de Cristo Rei; Rainha, portanto, dos homens e dos anjos. Mãe do Divino Mediador; mediadora, portanto, para todos os que desejam ir a Jesus e, por meio dele, ao Pai celeste.
Consagremos o ano que hoje começa aos cuidados desta Mãe admirável. Que ela, pondo-nos sob a proteção de seu manto maternal, nos preserve do pecado, nos ajude a vencer as tentações, nos dê força de vontade para querermos ser santos. Que ela nos faça perseverar, firmes e constantes, no serviço ao Senhor até o dia de nossa morte, por mais duro e áspero que seja o caminho. Que ao longo deste novo ano possamos associar-nos às dores da Mãe de Deus, a fim de um dia participarmos, ao seu lado, das alegrias que a sua divina maternidade conquistou para todos os redimidos pelo sangue de Cristo!
Ensinava o bispo Santo Atanásio: "A natureza que Jesus Cristo recebeu de Maria era uma natureza humana. Segundo a divina escritura, o corpo do Senhor era um corpo verdadeiro, porque era um corpo idêntico ao nosso". Maria é, portanto, nossa irmã, pois todos somos descendentes de Adão. Fazendo a relação deste mistério da encarnação, no qual o Verbo assumiu a condição da nossa humanidade com a realidade de que nada mudou na Trindade Santa, mesmo tendo o Verbo tomado um corpo no seio de Maria, a Trindade continua sendo a mesma; sem aumento, sem diminuição; é sempre perfeita. Nela, reconhecemos uma só divindade. Assim, a Igreja proclama um único Deus no Pai e no Verbo, por isso, a Santíssima Virgem é a Mãe de Deus.
Fonte: https://padrepauloricardo.org e www.rainhamaria.com.br
01.01.2017
No dia em que temos a alegria de começar um novo ano de trabalhos e oração, a Santa Madre Igreja nos convida a celebrar o mais importante título com que a cristandade, desde as suas origens, tem honrado a Virgem Maria e, por meio dela, Aquele que por ela quis vir ao mundo. Referimo-nos à solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus: dia de preceito, dia de mistério, dia de, com os olhos postos em nossa Mãe Dadivosa, renovarmos todo o conjunto de nossa santa fé católica. Antes, porém, de vermos quais propósitos a festa de hoje nos pode inspirar, olhemos de mais perto as doçuras e preciosidades que se escondem sob este tão grande e tão misterioso título com que a Virgem Santíssima é há séculos aclamada.
Desde antes de dar seu Filho à luz, Maria foi chamada por Santa Isabel a "mãe de meu Senhor" (Lc 1, 43). E os evangelistas, por sua vez, não se envergonham de referir-nos o que a respeito de Cristo pensavam os nazarenos: afinal, não era Maria sua mãe? (cf. Mt 13, 55). Com efeito, a "mãe de Jesus" (cf. Jo 2, 1; 19, 25), como carinhosamente lhe chama o discípulo a cujos cuidados seria confiada (cf. Jo 19, 26s), é sempre mencionada por sua relação Àquele que "ela concebeu do Espírito Santo como homem e que se tornou verdadeiramente seu Filho segundo a carne" (CIC, § 495). Ora, quem é esse Filho, que é esse fruto bendito senão o própria a segunda Pessoa da Santíssima Trindade, o Filho eterno a quem o Pai, gerando-o desde sempre, transmite tudo o que é, tudo o que tem?
Sob o olhar da fé podemos descobrir aqui a belíssima conveniência dessa maternidade divina, em razão da qual quis o próprio Deus cumular de graças e enriquecer com uma santidade singular aquela que escolhera para dar à luz o Redentor.
É esta, pois, uma verdade atestada já por São Paulo: "[...] quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou Seu Filho, que nasceu de uma mulher" (Gl 4, 4): pois do mesmo modo como da substância de Adão Eva fora formada, ainda virgem e sem pecado, assim também o Cristo haveria de tomar parte na carne imaculada de Maria, toda pura e sempre intacta. Eis a justiça, eis a sabedoria com que Deus, servindo-se dos mesmos instrumentos pelos quais a serpente fê-lo ruir, reergue o gênero humano sobre a humildade da nova Eva!
Indefectivelmente fiel à fé recebida dos Apóstolos, a Igreja nunca temeu confessar que Maria é, de fato, Mãe de Deus (Theotókos). Não porque o Verbo divino, ao fazer-se carne, tenha nela tido origem, mas porque dela recebeu o santo corpo pelo qual operou a obra da nossa salvação; não porque a Virgem Deípara tenha gerado a natureza divina, mas porque deu à luz Cristo, verdadeiro Deus.
Mãe de Deus, mãe de Nosso Senhor, mãe da Cabeça da Igreja: devido a esta grande e amável dignidade, não pode a Virgem Maria deixar de ser também mãe dos membros de Cristo, mãe nossa, à cuja proteção devemos recorrer. Mãe de Cristo Rei; Rainha, portanto, dos homens e dos anjos. Mãe do Divino Mediador; mediadora, portanto, para todos os que desejam ir a Jesus e, por meio dele, ao Pai celeste.
Consagremos o ano que hoje começa aos cuidados desta Mãe admirável. Que ela, pondo-nos sob a proteção de seu manto maternal, nos preserve do pecado, nos ajude a vencer as tentações, nos dê força de vontade para querermos ser santos. Que ela nos faça perseverar, firmes e constantes, no serviço ao Senhor até o dia de nossa morte, por mais duro e áspero que seja o caminho. Que ao longo deste novo ano possamos associar-nos às dores da Mãe de Deus, a fim de um dia participarmos, ao seu lado, das alegrias que a sua divina maternidade conquistou para todos os redimidos pelo sangue de Cristo!
Ensinava o bispo Santo Atanásio: "A natureza que Jesus Cristo recebeu de Maria era uma natureza humana. Segundo a divina escritura, o corpo do Senhor era um corpo verdadeiro, porque era um corpo idêntico ao nosso". Maria é, portanto, nossa irmã, pois todos somos descendentes de Adão. Fazendo a relação deste mistério da encarnação, no qual o Verbo assumiu a condição da nossa humanidade com a realidade de que nada mudou na Trindade Santa, mesmo tendo o Verbo tomado um corpo no seio de Maria, a Trindade continua sendo a mesma; sem aumento, sem diminuição; é sempre perfeita. Nela, reconhecemos uma só divindade. Assim, a Igreja proclama um único Deus no Pai e no Verbo, por isso, a Santíssima Virgem é a Mãe de Deus.
Fonte: https://padrepauloricardo.org e www.rainhamaria.com.br
EXTREMAMENTE GRAVE:
Padre Malachi Martin, que leu o Terceiro Segredo de Fátima: A apostasia na Igreja é o contexto do Terceiro Segredo.
Cardeais, Bispos e Padres estão a cair no inferno como folhas. A Fé desaparecerá de países. O Castigo virá e será o pior pesadelo
31.12.2016 -
Por Suzanne Pearson — FatimaOrg
Durante os quatro anos antes da sua morte, ocorrida em 1999, foi meu privilégio conhecer o Padre Malachi Martin. Tendo ouvido as suas entrevistas e lido alguns dos seus livros, comecei por lhe pedir a sua opinião sobre as mudanças desconcertantes no Santo Sacrifício da Missa. Acabou por se oferecer para me guiar espiritualmente. Eu tive então uma interação substancial com ele nos quatro anos seguintes, e durante esse tempo ele falou muitas vezes sobre Fátima.
Ele acreditava que Fátima era o acontecimento mais importante do Século XX, e que cumprir o seu mandato era a tarefa mais urgente que a Igreja e o mundo enfrentavam. Ao ouvir as suas entrevistas, já tinha notado que, quando falava sobre Fátima, falava com autoridade, como os contemporâneos de Nosso Senhor tinham dito sobre os Seus ensinamentos. E assim, durante a nossa primeira conversa telefônica, disse-lhe: “Fico com a impressão de que conhece o Segredo de Fátima!” E o Padre Malachi respondeu: “Conheço.”
Pe. Malachi B. Martin, ex-assistente do Cardeal Bea e que leu o Terceiro Segredo de Fátima
Quando nos encontramos na semana seguinte, aludindo ao seu ceticismo sobre o movimento carismático, perguntei-lhe, meio a brincar: “O Espírito Santo revelou-lhe o Terceiro Segredo?” “Oh, não,” respondeu.
“Mostraram-me uma cópia do Terceiro Segredo na altura em que o Papa João XXIII o abriu e pediu a opinião de um grupo de Cardeais em 1960. Um desses Cardeais era o Cardeal Augustin Bea, de quem eu era assistente.”
Então atrevi-me a perguntar: “O Terceiro Segredo refere-se à apostasia na Igreja, não é?” Esta hipótese baseava-se nos poucos dados dispersos sobre Fátima que vieram a ser conhecidos durante os anos magros das décadas de 1970 e 1980, e no raciocínio de Frère Michel de la Sainte Trinité: “Os castigos materiais já estão preditos na segunda parte do Segredo.” O Terceiro Segredo prediz “um castigo de ordem espiritual.”
Para minha surpresa, o Padre Malachi respondeu:
“A apostasia na Igreja forma o fundo ou o contexto do Terceiro Segredo. A apostasia só está agora a começar. Mas os castigos previstos no Segredo são muito reais, castigos físicos, e são terríveis!”
Contou-me então a conversa que tivera com o Cardeal Bea, quando o Cardeal saiu da reunião em que o Papa João XXIII estava com os seus conselheiros, pálido como um lençol: “‘O que foi, Eminência?’ perguntei-lhe. ‘Acabamos de matar mil milhões de pessoas. Olhe para isto!’ Entregou-me uma folha de papel com 25 linhas manuscritas. Desde esse dia, cada palavra desse texto ficou gravada indelevelmente na minha mente.”
O Cardeal Bea fez esta declaração sobre “mil milhões de pessoas” porque o Papa tinha acabado de decidir não revelar o Terceiro Segredo, nem consagrar a Rússia.
Perguntei ao Padre Malachi se me podia dizer mais alguma coisa sobre estes “terríveis” castigos, que matariam mil milhões de pessoas. Ele explicou que, antes de ler o Segredo, foi-lhe pedido que fizesse um juramento de não o revelar, mas ele acreditava que devia ter sido revelado, e que Nosso Senhor e Nossa Senhora queriam que fosse conhecido.
Portanto, mencionava o Terceiro Segredo sempre que podia; falava à volta dele, dando muitas informações de fundo sobre ele, e o maior número possível de pistas sobre ele, sem chegar a revelar o texto. Assim conseguiu nomear muito depressa uma lista de calamidades possíveis, e disse que algumas delas estavam no Segredo.
Embora a lista incluísse coisas como a 3a Guerra Mundial, a morte do Papa, e os Três Dias de Escuridão, não era particularmente esclarecedora, porque nem todos os castigos futuros estavam na lista, e nem tudo o que estava na lista era parte dos castigos.
Uma nova energia pode matar e destruir
Em seguida, disse: “Sabe, vai haver uma nova forma de energia. O importante sobre esta nova forma de energia é que será muito barata. Tão barata que podia satisfazer as necessidades de cada homem, mulher e criança na Terra, se estivesse nas mãos certas. Mas está nas mãos de quem a usará para matar e destruir.” Então perguntei: “Não quer referir-se ao nosso país, pois não?” E ele respondeu: “Não. A América é má. Somos culpados de muitos pecados. Mas não somos tão maus assim. Não somos suficientemente maus para matar deliberadamente mil milhões de pessoas. Nós não faríamos isso. Mas ELES fariam!” E quem são “eles”? Não me quis dizer.
Que países serão mais atingidos? Ele disse que o castigo seria pior em certos lugares do que noutros, mas que ninguém conseguiria evitá-lo. E seria possível sobreviver ao castigo? Respondeu pensativamente: “Sim, mas na maior miséria.” E como poderemos saber quando essas coisas estão prestes a acontecer? “Virem os olhos para os céus,” disse, uma admoestação que viria a repetir muitas e muitas vezes.
Tal como o efeito que as palavras do Terceiro Segredo tiveram sobre o Padre Malachi, o conteúdo desta conversa ficaria indelével na minha memória. Depois daquele dia, senti que nunca mais olharia da mesma maneira para a vida.
Durante os anos em que conheci o Padre Martin, ele muitas vezes fazia comentários sobre as informações que me dera naquele primeiro dia. Por exemplo, chegou a dizer que podíamos mitigar a severidade dos castigos que se aproximam se soubéssemos o conteúdo do Terceiro Segredo. Eu costumava também fazer-lhe perguntas sobre declarações que ele fizera publicamente durante as suas palestras e entrevistas, ou escrevera nos seus livros.
Considerando no seu conjunto as pistas que ele revelou sobre o Terceiro Segredo, elas podem dividir-se em três categorias, que ele apresenta no seu livro The Keys of This Blood (‘Chaves deste Sangue’):
“Um castigo físico das nações, envolvendo catástrofes, pela mão do homem ou naturais, em terra, na água e na atmosfera do globo. Um castigo espiritual … [consistindo] no desaparecimento da crença religiosa, num período de falta generalizada de Fé em muitos países. Uma função central da Rússia nas duas séries de acontecimentos precedentes. De fato, os castigos físicos e espirituais, segundo a carta de Lúcia, serão colocados num horário fatídico em que a Rússia é o ponto fulcral.”
O Segredo foi apresentado como uma proposição ‘ou-ou’, disse. O Papa de 1960 tinha obrigação de abrir o Segredo, lê-lo, e fazer o que dizia. Este era o primeiro “ou.”
O Papa João XXIII recusou este “ou,” e por isso estamos agora a viver no segundo “ou.” O castigo espiritual começou aparentemente muito pouco depois de 1960. Em resultado da recusa do Santo Padre, o Padre Martin disse:
“Cardeais, Bispos e padres estão a cair no inferno como folhas.”
“A Fé desaparecerá de países e de continentes.”
“Muitos dos eleitos perderão a fé. Muitas pessoas que agora acreditam desistirão de acreditar, em desespero. As coisas ficarão tão más que, se Nossa Senhora não interviesse, ninguém se salvaria.”
“Deus retirará a Graça”
O Padre Malachi disse-me que a apostasia na Igreja era o fundo ou contexto do Terceiro Segredo. Mas também disse que este castigo espiritual era parte do castigo que Deus infligiria se os pedidos de Nossa Senhora não fossem obedecidos. A este respeito, disse várias vezes uma coisa bastante perturbadora:
“Deus retirará a Graça,” disse. Isto parece ser uma coisa muito dura para Deus fazer, como se estivesse a sabotar a Sua própria Vontade de “que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade.” Mas devia antes considerar-se como um círculo vicioso. Quando o Santo Padre se recusou a revelar o Segredo e se recusou a consagrar a Rússia, perdeu o direito às graças que teria ganho para si e para a Igreja pela sua obediência, e, aparentemente, foi também castigado pela sua desobediência ao ser- lhe concedida menos graça do que anteriormente vinha recebendo.
O défice de graça continua a aumentar
Sempre que um padre, um Bispo ou um Cardeal atraiçoa a Cristo, subverte a Fé, invalida uma Missa ou um sacramento, abandona a sua bela vocação ou a suja por más ações ou omissões culpáveis, há em correspondência muito menos graça no tesouro da Igreja, e se multiplicarmos cada ofensa dessas por todos os milhares que fizeram tais coisas nos anos a seguir a 1960, tudo isso se acrescenta a um défice enorme de graça que devia estar presente. É uma espiral descendente. O défice continua a aumentar. Cada vez será mais difícil fazer o bem e evitar o mal.
O Padre Malachi comparou o fluxo da graça à eletricidade que flui através de uma cidade. Quando há um corte de corrente, tudo pára. Da mesma maneira, depois da grande desobediência de 1960, a Igreja foi esvaziada do seu poder. Conventos fecharam, padres despadraram-se, a assistência à Missa caiu a prumo, todas as medidas da vida católica declinaram precipitadamente. Esta espiral descendente só terminará quando o Santo Padre consagrar a Rússia, mas com o esgotamento continuado do reservatório da graça, cada vez é mais difícil ele fazê-lo. Quando perguntei pela primeira vez ao Padre Malachi porque é que o Papa João Paulo II, com toda a sua devoção a Nossa Senhora, não tinha consagrado a Rússia, ele disse: “Não conseguiu a graça.”
Satanás ganhará poder nos escalões mais altos da Igreja
Outra parte do castigo espiritual que ele mencionava muitas vezes era esta: “Satanás ganharia poder, mesmo nos escalões mais altos da Igreja.”
A declaração mais forte deste gênero veio de uma pessoa que telefonou para o programa de Art Bell, a dizer que um velho Jesuíta lhe tinha dito: “O último Papa estará sob o controlo de satanás.” O Padre Martin respondeu que este homem “teria tido um meio de ler, ou ter- lhe-ia sido dado, o conteúdo do Segredo. Mas, acrescentou, a citação era imprecisa. E isto porque ninguém estava autorizado a citar exatamente o Segredo.
Mas mesmo se a citação “O último Papa estará sob o controle de satanás” estiver exata, o Padre Martin noutras ocasiões qualificou dois componentes principais daquela frase. “O último Papa,” disse, não quer necessariamente dizer o último Papa antes do fim dos tempos, mas o último Papa “destes tempos.” Quereria isso dizer o último Papa antes da Consagração da Rússia? E depois a expressão “sob o controle de satanás” pode ter vários significados.
O Padre Martin costumava explicar, quando falava de atividades demoníacas e de exorcismos, que há várias maneiras em como satanás pode controlar um ser humano. Pode possuir a pessoa, quer parcial quer perfeitamente, a pessoa pode ter “vendido a alma ao demônio” a troco de algum favor, ou satanás pode controlar de tal maneira as pessoas e circunstâncias que rodeiam essa pessoa que esta não consegue fazer nada que seja contrário à vontade de satanás.
Podemos ver que o castigo espiritual tem vindo a construir-se desde 1960. Eventualmente, este défice de fé e virtude será o pano de fundo não só para um, mas para vários castigos físicos. Este terrível castigo “… não chegará sem aviso,” disse, “mas … só os que já estiverem renovados de coração – e que provavelmente serão uma minoria – reconhecê-lo-ão pelo que é e preparar-se-ão para as tribulações que se seguirão.”
Ele disse-nos alguma coisa sobre este aviso?
Virem os olhos para os céus
Em 1997 disse ao entrevistador Bernard Janzen, “… Creio que o grande fator … é o que acontece nos céus … ‘Virem os olhos para o céu’ é uma divisa prudente. Creio que… o sinal de Nossa Senhora irá depressa aparecer nos céus. Creio que … virá como um choque para todos. … Creio que … a Igreja vai ser atingida duramente pelo que aparecerá nos céus.”
“Virem os olhos para os céus” foi o conselho que o Padre Martin deu muitas vezes, mas especialmente durante a primeira metade de 1997. Por alguma razão. estava à espera de ver o “Sinal de Nossa Senhora,” como lhe chamava, aparecer no céu naquela Primavera. Alguém lhe perguntou se seria o “Hale-Bopp,” um pequeno cometa que apareceu naquele ano. “Não,” disse ele. Estava à espera de um gênero diferente de sinal. Quando não apareceu até ao fim de junho, disse-me: “Isto quer dizer que não acontecerá ainda por algum tempo; temos mais algum tempo.”
De que espécie de sinal estaria à espera? Seria o “Sinal de Nossa Senhora,” no sentido de “Uma mulher vestida de sol, com a lua sob os Seus pés, e na cabeça uma coroa de doze estrelas,” ou seria o “Sinal de Nossa Senhora” só porque Ela nos disse que esperássemos por ele? Seria um sinal específico mencionado no Terceiro Segredo, tal como o Segundo Segredo nos tinha dito para estarmos atentos a “uma noite iluminada por uma luz desconhecida” antes de começar a 2a Guerra Mundial? Ironicamente, ainda não tinha passado um ano desde que o Padre Malachi nos disse: “Virem os olhos para o céu,” começou a aparecer nos céus um novo fenômeno. Não seria o sinal por que ele esperava, mas podia ainda ter significado em relação aos castigos do Terceiro Segredo.
No Verão de 1998, mencionei ao Padre Malachi que, pela primeira vez na minha vida, parecia não ter energia; estava completamente exausta a maior parte do tempo. E ele disse: “Não se preocupe. Não é coisa sua. Estão a fazer alguma coisa à atmosfera. Mas temos que continuar.” Comecei a olhar para os céus com interesse. De tantos em tantos dias, um grupo de aviões deixava no céu um quadriculado de longas linhas brancas, largando alguma espécie de substância branca macia que não se evaporava. Se continuássemos a olhar para cima e a observar o que acontecia, as linhas individuais alargavam-se e juntavam-se umas às outras, até formarem uma rede contínua de nuvens artificiais.
Esta atividade, que ao princípio era esporádica, eventualmente teve lugar quase todos os dias em todos os lugares, criando una neblina difusa de pó que entope o céu na maior parte dos dias. Embora no princípio o processo fosse fácil de observar, hoje a neblina persistente diminuiu tanto a visibilidade que quase temos que estar num avião para vermos a recolocação constante deste padrão de riscas ou quadriculado por detrás da cobertura nebulosa permanente.
O Padre Martin disse-nos que os castigos físicos aconteceriam em terra, na água e na atmosfera do globo. Ele podia ver, durante o último ano da sua vida, que a atmosfera estava já a ser afetada. Poderia isto constituir a base para parte do castigo?
Malachi Martin disse ao entrevistador de rádio Art Bell em várias ocasiões que, se alguém citasse as palavras exatas do verdadeiro Segredo e lhe perguntasse se era ele, teria que dizer que sim. E assim, muitas vezes havia pessoas que telefonavam a apresentar textos para ele avaliar. Geralmente, enfatizavam desastres horríveis, como terramotos, maremotos, tsunamis, etc. Uma vez, depois de ouvir vários possíveis “Segredos,” que disse que não eram o texto que lhe tinham mostrado em 1960, disse: “O que todos eles têm em comum é que descrevem alterações na natureza, como se fosse a própria natureza a revoltar-se contra a humanidade. Algumas destas coisas estão no Segredo. Mas lembre-se de que, quando estas coisas começarem a acontecer, não é coisa da natureza, nem é coisa de Deus.”
Isto deixa duas possibilidades: satanás e os seres humanos. A sua descrição em Keys of This Blood, “catástrofes, pela mão do homem ou naturais, em terra, na água e na atmosfera do globo,” menciona “pela mão do homem,” mas não dá indicações de atividade demoníaca aberta. Parece também excluir catástrofes vindas do espaço exterior, como a colisão de duas estrelas ou a aproximação de um cometa. De fato, uma pessoa que telefonou para Art Bell perguntou-lhe se as predições incluíam um cometa. “Nada sobre um cometa,” foi a resposta.
Catástrofes não naturais e não enviadas por Deus
Sobre quando estas convulsões extraordinárias da natureza começarem a acontecer, ele disse: “lembre-se de que não é coisa da natureza, nem é coisa de Deus.” Parece ser coisa natural, ou um ato de Deus, mas não é. No passado, “catástrofes, pela mão do homem ou naturais” sugeriria algumas causadas pelo homem, como guerras, sendo outras atos de Deus, como terraemotos. Mas hoje, considerando a vasta adulteração dos nossos alimentos, do ar que respiramos, e até dos nossos processos de vida, “catástrofes, pela mão do homem ou naturais,” podiam bem ser uma combinação dos dois fatores, ou seja, catástrofes causadas pela manipulação da natureza pelo homem e usando a própria natureza como uma arma.
Energia escalar
A revelação que o Padre Malachi me fez de que “vai haver uma nova forma de energia” que pode ser usada para matar mil milhões de pessoas parece corroborar esta tese. Ele descreveu esta energia como extremamente barata, capaz de melhorar as vidas de todos na terra, mas, pelo contrário, estando a ser usada para desenvolver armas de destruição apocalíptica. Embora não tivesse dado um nome a esta nova energia, uma que corresponde à sua descrição é a energia escalar.
A energia escalar baseia-se na descoberta de um novo gênero de ondas eletromagnéticas que existe no vácuo do espaço. Estas ondas eletromagnéticas “longitudinais” deslocam-se pelo eixo do tempo. O próprio tempo pode ser comprimido em energia pelo mesmo fator (a velocidade da luz ao quadrado) pelo qual a matéria é comprimida para fazer energia. Como a energia pode ser obtida do tempo, assim como de outras fontes, podemos agora desencadear a potência tremenda … comprimida no próprio tempo. É como “pormos um barco de pás num rio. A energia adquirida é grátis, visto que o rio está a … correr, quer o aproveitemos, quer não.”
Nicola Tesla descobriu a energia escalar em 1889. Nascido na Croácia, de ascendência sérvia. naturalizou-se cidadão americano em 1891. Trabalhou com Thomas Edison, e recebeu ajuda financeira de J.P. Morgan. Mas quando anunciou em 1904 que podia agora usar ondas escalares para transmitir energia sem fios, perdeu o apoio dos seus patrocinadores. Um deles exclamou: “Não se pode pôr um contador na energia livre.”
Tesla tinha dito: “A energia elétrica está presente em toda a parte, em quantidades ilimitadas, e pode fazer trabalhar a maquinaria em todo o mundo sem ser preciso carvão, petróleo, gás ou qualquer outros dos combustíveis comuns.” Como é natural, os poderes estabelecidos não gostaram de ouvir isso, e Tesla morreu pobre em 1943. Na altura da sua morte, o FBI confiscou os seus escritos que puderam encontrar, e as suas descobertas foram suprimidas até hoje. Em vez de disponibilizar ao público a sua tecnologia, o Governo manteve-a classificada, usando-a em vez disso para fins militares.
Sobre os terríveis castigos que ameaçam o mundo se persistirmos em rejeitar a solução de Nossa Senhora, o Padre Martin disse: “…Eles começarão inesperadamente e serão acompanhados por uma confusão generalizada de mentes e pelo escurecimento da compreensão humana…” “Seções completas de continentes [serão] levadas pela água para sempre. Nações inteiras perecerão. Nações inteiras perderão a Fé. Catástrofes naturais que o mundo nunca viu nivelarão a humanidade.”
Uma vez, no programa de Art Bell, uma pessoa telefonou a perguntar ao Padre Martin se os Estados Unidos eram mencionado no Segredo. Respondeu ele: “O nosso país não é mencionado especificamente, mas é mencionado algo de muito relevante.”
A Rússia e o Terceiro Segredo
O terceiro elemento que compreende o Terceiro Segredo, segundo o Padre Malachi Martin, é a Rússia. Em todos os pontos do contínuo do cumprimento destas profecias, a Rússia seria o gatilho que avançaria o processo. No seu livro Keys of This Blood, que saiu antes da queda da Cortina de Ferro, Malachi Martin escreveu uma análise espantosa sobre o papel da Rússia. Eis alguns excertos:
“Em 1980, o Papa João Paulo II falou a um grupo de Católicos alemães sobre o Terceiro Segredo. ‘Porquê, perguntou um deles, ‘João XXIII se recusou a obedecer aos pedidos do Terceiro Segredo?’ ‘Dada a gravidade do seu conteúdo,’ explicou, ‘os meus antecessores no Ofício Petrino preferiram diplomaticamente adiar a publicação, para não dar um motivo ao poder mundial do Comunismo para tomar certas medidas.’”
As suas palavras, escreveu Malachi Martin, apontam para um perigo mortal que as nações capitalistas enfrentam, sobre o qual Lúcia é bastante explícita no texto do Terceiro Segredo. O fato de que o Santo Padre chegou a essa conclusão e fez essa afirmação indica que deve ser correta e baseada em factos objetivos.
“De fato, nesse ‘Terceiro Segredo,’ ”, continuou, “as palavras de Lúcia são tão explícitas e tão verificáveis – e portanto tão autênticas – que, se os dirigentes do Partido-Estado Leninista soubessem essas palavras, decidiriam com toda a probabilidade tomar certas medidas territoriais e militaristas, contra as quais o Ocidente teria poucos ou nenhuns meios de resistência, e a Igreja mergulharia numa subjugação maior e mais profunda em relação ao Partido-Estado. As palavras de Lúcia sublinham uma vulnerabilidade terrível nas nações capitalistas … O Ocidente capitalista poderia ser apanhado pela URSS.”
Esta análise era compreensivelmente relevante durante a época do Comunismo. Mas a Rússia constituirá ainda um perigo, depois do colapso da União Soviética?
O Padre Martin não tinha tanta certeza de que tinha havido um colapso. Muitos funcionários soviéticos ainda mantinham as mesmas posições, por terem sido eleitos de novo para os mesmos cargos como “antigos Comunistas”.
E depois há o arsenal nuclear da Rússia. Durante a Guerra Fria, diziam-nos constantemente quantos mísseis de longo alcance a União Soviética tinha apontados diretamente para nós, preparados para desencadear o Armageddon carregando num botão. As plataformas de lançamento ainda estão intactas? Mesmo se o atual Governo russo não tem planos para fazer guerra, há sempre o perigo de um acidente nuclear ou de que possam cair armas nas mãos de terroristas.
A Rússia está à frente no desenvolvimento da energia escalar, o que ainda é mais perigoso do que a ameaça nuclear. A maioria dos papéis de Tesla foram enviados para a Iugoslávia depois da sua morte, e daí caíram com facilidade nas mãos dos Soviéticos. Enquanto a maioria das universidades do Ocidente ignoraram as suas pesquisas, por causa da ameaça que a “energia gratuita” constituía para o grande capital, as universidades da União Soviética e dos seus satélites incluíram-nas. Os Soviéticos usaram a tecnologia de Tesla na sua corrida pela superioridade militar em relação aos Estados Unidos. Em Janeiro de 1960, Nikita Khrushchev anunciou … que a Rússia tinha desenvolvido “uma nova arma fantástica, tão poderosa que poderia destruir toda a vida na Terra” se fosse usada sem restrições. Alguns investigadores pensam que os Soviéticos começaram já na década de 1960 a usar esta arma para atacar alvos militares americanos e para alterar o clima sobre a América. O Ocidente, tendo suprimido as descobertas de Tesla, encontrava-se mal preparado. E assim, enquanto a Rússia continua a expandir a sua capacidade escalar, as organizações americanas de defesa estão a correr para a alcançar.
O Obus de Tesla
A arma escalar mais básica é o interferômetro longitudinal, ou “obus de Tesla.” Em 1908 Tesla descobriu que, com o interferômetro, podia intersectar dois feixes de ondas escalares. Usando técnicas de feixes cruzados, podem combinar-se ondas paradas gigantes para produzir um feixe focalizado de enorme energia. Estes feixes focalizados podem ser dirigidos contra um alvo em qualquer parte do mundo, debaixo de água ou no céu. O pulso eletromagnético violento que atinge o alvo destrói-o completamente. Estes feixes podem também ser enviados pela terra, para desencadear terremotos ou erupções vulcânicas.
Assim, além de serem mortais, as armas escalares podem ocultar-se por detrás das forças da natureza, levando as populações-alvo a crer que foram castigadas por um ato de Deus, quando na realidade foram atingidas por uma arma desenvolvida por homens. Os pulsos escalares podem fazer com que as tempestades ganhem uma força tremenda e se transformem em furacões ou tornados, que, manipulando as correntes de jato, podem ser dirigidos deliberadamente contra alvos localizados. Reciprocamente, as nuvens de chuva podem ser diminuídas na sua energia, fazendo com que elas passem no céu, privando terras áridas e queimadas da chuva de que precisam desesperadamente.
Considerando que a Rússia está à frente do desenvolvimento destas armas no mundo, é crucial saber se ainda há forças beligerantes da linha dura à espreita na Rússia. Malachi Martin preocupava-se, por exemplo, com o que teria acontecido à organização do KGB. Numa longa conversa com Bernard Janzen em 1994, disse que os Comunistas não tinham sido derrubados. “Retiraram-se,” disse. “… Hoje sabemos que os operacionais do KGB se misturaram com as multidões que cantavam nas ruas. … [Eles] estavam a orquestrar acontecimentos… não houve nenhuma revolução a sério. … O KGB tem uma rede de … espiões, contra-espiões, dirigentes de espiões, informadores, mensageiros, e assassinos de todos os tipos. Eles tinham gulags, campos de prisioneiros com guardas, torturadores, capitães e trabalhadores escravos. O que aconteceu a tudo isso?
“… Ninguém nos diz. Ninguém do KGB foi posto na cadeia pelos crimes que cometeu. Ninguém foi levado a tribunal. Não houve julgamentos para condenar os que tinham assassinado e torturado … durante aqueles anos todos nos gulags. Ninguém falou disso. Os gulags ainda lá estão? Ainda há prisioneiros nos campos?…”
Quem controla o fluxo das informações?
“Quem organizou de tal maneira a comunicação social que não nos dá respostas a estas perguntas? Nem sequer se fazem as perguntas. Quem diz aos jornalistas para não mencionarem estas perguntas? . Quem controla o fluxo de informações, de modo que não ouvimos notícias sobre o que se está a passar realmente na Rússia?…
“A única explicação é que há um poder mais alto a que ambos prestamos homenagem,” disse a Bernard Janzen quando a URSS ainda existia.
“Há um grupo de homens que tornam possíveis tanto a União Soviética como os Estados Unidos. E eles resolveram que, entre estas duas superpotências, podem encurralar o mundo numa nova ordem econômica mundial. … Tanto a União Soviética como o Ocidente capitalista estão a ser dirigidos para produzir um mundo sem Deus.”
A mesma conclusão reflete-se na sua novela Vatican, em que um alto funcionário do KGB confessa à personagem principal: “…[N]ós temos receio dessa assembleia de homens poderosos… que estão acima dos Estados Unidos e acima da União Soviética — acima de todos. São uma lei para si mesmos, Querem-nos ambos mortos, o vosso lado e o nosso lado. O nosso verdadeiro combate é … com eles. O grupo totalitário, fascista, internacional, baseado no capital, que é cem vezes mais desumano do que vocês pensam que nós, Marxistas, somos.”
Os inimigos da Igreja: maçons, satanistas
Mesmo no seu livro final, a novela Windswept House (‘Casa varrida pelos ventos’), os maçons, ou satanistas, inimigos da Igreja de todo o gênero eventualmente têm que agradar a uma figura misteriosa e sombria, apenas conhecida por “Pedra Angular.”
Um dia, enquanto caminhávamos pela Avenida Lexington em Nova Iorque, o Padre Martin disse: “Ainda temos as nossas estruturas de Governo, os nossos procedimentos democráticos, os nossos votos. Mas estamos controlados. Nos próximos anos, as decisões que mais afetarão as nossas vidas não serão feitas pelos americanos.”
Na Nova Ordem Mundial, disse, a nação-estado já não tem qualquer significado. Tudo é global. Mas a Nova Ordem Mundial não é tanto política como financeira. Disse ele a Bernard Janzen, “…[A] situação geopolítica de hoje é dominada por uma coisa, e só uma: o fluxo de capital e o fluxo de bens de capital. E nenhum país pode ficar fora disso. … [Devemos conformar-nos com a nova geopolítica dos negócios. … Devemos estar dependentes do Fundo Monetário Internacional … e do Banco Mundial. …Toda a nossa economia deve estar coordenada com a economia global.”
Os homens à frente da Nova Ordem Mundial não são leais a nenhum país em especial. “…[O] mercado é dominado por uns 60 a 80 homens [que] decidem quais são as nações que viverão e quais as nações que morrerão. … São muito, muito ricos e … cada vez são mais ricos. … Têm dinheiro investido em todas as partes do globo. Decidem qual será o valor do nosso dinheiro. Dizem ao Presidente dos Estados Unidos o que ele há-de fazer e o que não deve fazer. E ele tem de fazer o que lhe dizem.”
Poder sobre o Vaticano
Uma das nações afetadas por esta hegemonia de 60 a 80 homens, que comandam as fortunas de todas as nações da Terra, é a pequena cidade-estado conhecida por Cidade do Vaticano. Também está sob o controlo destes poucos homens poderosos, e deve fazer o que eles dizem para sobreviver. Mas o que ainda era mais aflitivo para o Padre Malachi foi a descoberta de que a própria Igreja tinha sido cúmplice, ao longo dos anos, desta oligarquia financeira todo-poderosa e servidora de avareza. A vasta riqueza que a Igreja conseguiu acumular deve-se em parte à sua colaboração com os seus inimigos mais ferozes em transações financeiras. O Padre Malachi afirmava que a necessidade de se submeter à vontade destes inimigos custou à Igreja a sua liderança espiritual, de modo que agora confiava no poder financeiro terreno, como no passado confiara no poder político terreno, em vez de ser no poder espiritual que lhe foi dado por Cristo.
“O Acordo”
Tão perturbado estava o Padre Malachi com esta situação que dedicou três dos seus livros ao assunto. Num deles, a sua novela Vatican, esta colaboração tomou forma concreta num documento a que chama “o Acordo”, que todos os Papas, desde a queda dos Estados Pontifícios, assinou. A finalidade declarada do Acordo era “Conseguir que dois inimigos, a Santa Sé e a Assembleia Universal, entrassem em iniciativas negociais com proveito mútuo, continuando a ser inimigos.”
Disse uma vez ao Padre Malachi que Vatican era, dos seus livros, o meu favorito. Respondeu que Vatican era a mais autobiográfica das suas obras. Por outras palavras, tinha incluído na vida da personagem principal muito da sua própria experiência, e presumivelmente também das suas próprias convicções.
Se eu fosse Papa
Outro título deste livro poderia ter sido “Se eu fosse Papa”, porque, em certa altura da novela, há um conclave em que a personagem principal é nomeada para o papado. “Não assinarei este Acordo,” diz aos Cardeais espantados, que nunca ouviram sequer falar dele. Segurando uma pequena folha de papel que vagarosamente rasga em pedaços enquanto explica a história e a finalidade do Acordo, avisa: “Se me elegerem Papa, haverá consequências. Quando renunciar ao Acordo, a Igreja deixa de gozar da proteção dos poderes constituídos, ou da prosperidade econômica que derivava dela, mas ficaremos outra vez livres para exercer a autoridade espiritual que Cristo deu a Pedro e aos seus sucessores.”
Deixou cair ao chão os bocados de papel. Claro que este “Acordo” pode não passar de um artifício de estilo, mas a realidade subjacente por detrás desta figura literária pode contribuir muito para explicar porque é que sete Papas, um atrás de outro, não ousaram consagrar a Rússia ao Imaculado Coração de Maria.
Cada novo Papa, ao ler o Segredo, defronta todo o horror dos castigos que nos ameaçam. Deve também sentir a presença amorosa de Nossa Senhora, pedindo-lhe, chamando-o a si apenas. Toda a confiança infantil e amor filial por Ela, que ele desenvolveu durante toda a sua vida, todas as graças e a coragem que conseguiu adquirir, ser-lhes-ão agora necessárias.
Porque ao mesmo tempo tem de aprender porque é tão completamente aterrorizante nomear a Rússia numa consagração.
Malachi Martin escreveu em Keys of This Blood: “Se havia um elemento dominante [no] Terceiro Segredo, era a Rússia. As provisões do Terceiro Segredo só faziam sentido em relação à Rússia. …
“… A mudança geopolítica implicada no ‘Terceiro Segredo’ não era muito afastada. … A Rússia era o seu seio. A Rússia era o seu ponto focal. A Rússia iria ser o agente principal da mudança. A Rússia iria ser a fonte de uma cegueira e erro à escala universal.”
Naquele Segredo, a escolha entre “[p]az mundial ou catástrofe mundial [é] descrita em termos de Maria e … a Rússia. A reforma ou … deficiência mortal da [Igreja é] também descrita… em termos de Maria e … a Rússia.”
Sabemos quem irá ganhar no fim. Porque Maria Santíssima prometeu: “O Meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-Me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz.”
Santa Maria, apressai o Vosso Triunfo!
Publicado originalmente: FatimaOrg — Malachi Martin dá-nos: PISTAS sobre o Terceiro Segredo
Fonte: www.sensusfidei.com.br via www.sinaisdoreino.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Lembrando...
Artigo publicado no site em 30.10.2016
Satã 2 o maior míssil nuclear já produzido pela Rússia: 115 milhões de norte-americanos mortos em 30 Minutos
É chamado de SS-18, o "Satan" para breve. Como Obama tem evitado citar o termo preparação militar, O presidente russo Putin, tem sido ocupada fazendo o oposto.
Especialistas acreditam que seu ataque seria 2 000 vezes maior que a potência das bombas atômicas detonadas em Hiroshima e Nagasaki que marcaram o final da Segunda Guerra Mundial
O título deste artigo é de 115 milhões de americanos mortos em 30 minutos. Trinta minutos é o tempo aproximado que um SS-18, lançado a partir de dentro da Rússia, atingiria a costa americana, em que 5 desses mísseis iriam destruir toda a costa leste, e mais de 115 milhões de americanos morreriam quase sem deixar vestígios. Os números de vítimas vêm de Paul Craig Roberts.
Quando é que a maior parte dos norte-americanos vão perceber que eles já foram vendidos sob um executivo-chefe traidor? Você dificilmente irá acreditar em seus olhos e ouvidos, que você está prestes a aprender que estamos a mercê da Rússia. Fonte: http://undhorizontenews2.blogspot.com.br
Cardeais, Bispos e Padres estão a cair no inferno como folhas. A Fé desaparecerá de países. O Castigo virá e será o pior pesadelo
31.12.2016 -
Por Suzanne Pearson — FatimaOrg
Durante os quatro anos antes da sua morte, ocorrida em 1999, foi meu privilégio conhecer o Padre Malachi Martin. Tendo ouvido as suas entrevistas e lido alguns dos seus livros, comecei por lhe pedir a sua opinião sobre as mudanças desconcertantes no Santo Sacrifício da Missa. Acabou por se oferecer para me guiar espiritualmente. Eu tive então uma interação substancial com ele nos quatro anos seguintes, e durante esse tempo ele falou muitas vezes sobre Fátima.
Ele acreditava que Fátima era o acontecimento mais importante do Século XX, e que cumprir o seu mandato era a tarefa mais urgente que a Igreja e o mundo enfrentavam. Ao ouvir as suas entrevistas, já tinha notado que, quando falava sobre Fátima, falava com autoridade, como os contemporâneos de Nosso Senhor tinham dito sobre os Seus ensinamentos. E assim, durante a nossa primeira conversa telefônica, disse-lhe: “Fico com a impressão de que conhece o Segredo de Fátima!” E o Padre Malachi respondeu: “Conheço.”
Pe. Malachi B. Martin, ex-assistente do Cardeal Bea e que leu o Terceiro Segredo de Fátima
Quando nos encontramos na semana seguinte, aludindo ao seu ceticismo sobre o movimento carismático, perguntei-lhe, meio a brincar: “O Espírito Santo revelou-lhe o Terceiro Segredo?” “Oh, não,” respondeu.
“Mostraram-me uma cópia do Terceiro Segredo na altura em que o Papa João XXIII o abriu e pediu a opinião de um grupo de Cardeais em 1960. Um desses Cardeais era o Cardeal Augustin Bea, de quem eu era assistente.”
Então atrevi-me a perguntar: “O Terceiro Segredo refere-se à apostasia na Igreja, não é?” Esta hipótese baseava-se nos poucos dados dispersos sobre Fátima que vieram a ser conhecidos durante os anos magros das décadas de 1970 e 1980, e no raciocínio de Frère Michel de la Sainte Trinité: “Os castigos materiais já estão preditos na segunda parte do Segredo.” O Terceiro Segredo prediz “um castigo de ordem espiritual.”
Para minha surpresa, o Padre Malachi respondeu:
“A apostasia na Igreja forma o fundo ou o contexto do Terceiro Segredo. A apostasia só está agora a começar. Mas os castigos previstos no Segredo são muito reais, castigos físicos, e são terríveis!”
Contou-me então a conversa que tivera com o Cardeal Bea, quando o Cardeal saiu da reunião em que o Papa João XXIII estava com os seus conselheiros, pálido como um lençol: “‘O que foi, Eminência?’ perguntei-lhe. ‘Acabamos de matar mil milhões de pessoas. Olhe para isto!’ Entregou-me uma folha de papel com 25 linhas manuscritas. Desde esse dia, cada palavra desse texto ficou gravada indelevelmente na minha mente.”
O Cardeal Bea fez esta declaração sobre “mil milhões de pessoas” porque o Papa tinha acabado de decidir não revelar o Terceiro Segredo, nem consagrar a Rússia.
Perguntei ao Padre Malachi se me podia dizer mais alguma coisa sobre estes “terríveis” castigos, que matariam mil milhões de pessoas. Ele explicou que, antes de ler o Segredo, foi-lhe pedido que fizesse um juramento de não o revelar, mas ele acreditava que devia ter sido revelado, e que Nosso Senhor e Nossa Senhora queriam que fosse conhecido.
Portanto, mencionava o Terceiro Segredo sempre que podia; falava à volta dele, dando muitas informações de fundo sobre ele, e o maior número possível de pistas sobre ele, sem chegar a revelar o texto. Assim conseguiu nomear muito depressa uma lista de calamidades possíveis, e disse que algumas delas estavam no Segredo.
Embora a lista incluísse coisas como a 3a Guerra Mundial, a morte do Papa, e os Três Dias de Escuridão, não era particularmente esclarecedora, porque nem todos os castigos futuros estavam na lista, e nem tudo o que estava na lista era parte dos castigos.
Uma nova energia pode matar e destruir
Em seguida, disse: “Sabe, vai haver uma nova forma de energia. O importante sobre esta nova forma de energia é que será muito barata. Tão barata que podia satisfazer as necessidades de cada homem, mulher e criança na Terra, se estivesse nas mãos certas. Mas está nas mãos de quem a usará para matar e destruir.” Então perguntei: “Não quer referir-se ao nosso país, pois não?” E ele respondeu: “Não. A América é má. Somos culpados de muitos pecados. Mas não somos tão maus assim. Não somos suficientemente maus para matar deliberadamente mil milhões de pessoas. Nós não faríamos isso. Mas ELES fariam!” E quem são “eles”? Não me quis dizer.
Que países serão mais atingidos? Ele disse que o castigo seria pior em certos lugares do que noutros, mas que ninguém conseguiria evitá-lo. E seria possível sobreviver ao castigo? Respondeu pensativamente: “Sim, mas na maior miséria.” E como poderemos saber quando essas coisas estão prestes a acontecer? “Virem os olhos para os céus,” disse, uma admoestação que viria a repetir muitas e muitas vezes.
Tal como o efeito que as palavras do Terceiro Segredo tiveram sobre o Padre Malachi, o conteúdo desta conversa ficaria indelével na minha memória. Depois daquele dia, senti que nunca mais olharia da mesma maneira para a vida.
Durante os anos em que conheci o Padre Martin, ele muitas vezes fazia comentários sobre as informações que me dera naquele primeiro dia. Por exemplo, chegou a dizer que podíamos mitigar a severidade dos castigos que se aproximam se soubéssemos o conteúdo do Terceiro Segredo. Eu costumava também fazer-lhe perguntas sobre declarações que ele fizera publicamente durante as suas palestras e entrevistas, ou escrevera nos seus livros.
Considerando no seu conjunto as pistas que ele revelou sobre o Terceiro Segredo, elas podem dividir-se em três categorias, que ele apresenta no seu livro The Keys of This Blood (‘Chaves deste Sangue’):
“Um castigo físico das nações, envolvendo catástrofes, pela mão do homem ou naturais, em terra, na água e na atmosfera do globo. Um castigo espiritual … [consistindo] no desaparecimento da crença religiosa, num período de falta generalizada de Fé em muitos países. Uma função central da Rússia nas duas séries de acontecimentos precedentes. De fato, os castigos físicos e espirituais, segundo a carta de Lúcia, serão colocados num horário fatídico em que a Rússia é o ponto fulcral.”
O Segredo foi apresentado como uma proposição ‘ou-ou’, disse. O Papa de 1960 tinha obrigação de abrir o Segredo, lê-lo, e fazer o que dizia. Este era o primeiro “ou.”
O Papa João XXIII recusou este “ou,” e por isso estamos agora a viver no segundo “ou.” O castigo espiritual começou aparentemente muito pouco depois de 1960. Em resultado da recusa do Santo Padre, o Padre Martin disse:
“Cardeais, Bispos e padres estão a cair no inferno como folhas.”
“A Fé desaparecerá de países e de continentes.”
“Muitos dos eleitos perderão a fé. Muitas pessoas que agora acreditam desistirão de acreditar, em desespero. As coisas ficarão tão más que, se Nossa Senhora não interviesse, ninguém se salvaria.”
“Deus retirará a Graça”
O Padre Malachi disse-me que a apostasia na Igreja era o fundo ou contexto do Terceiro Segredo. Mas também disse que este castigo espiritual era parte do castigo que Deus infligiria se os pedidos de Nossa Senhora não fossem obedecidos. A este respeito, disse várias vezes uma coisa bastante perturbadora:
“Deus retirará a Graça,” disse. Isto parece ser uma coisa muito dura para Deus fazer, como se estivesse a sabotar a Sua própria Vontade de “que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade.” Mas devia antes considerar-se como um círculo vicioso. Quando o Santo Padre se recusou a revelar o Segredo e se recusou a consagrar a Rússia, perdeu o direito às graças que teria ganho para si e para a Igreja pela sua obediência, e, aparentemente, foi também castigado pela sua desobediência ao ser- lhe concedida menos graça do que anteriormente vinha recebendo.
O défice de graça continua a aumentar
Sempre que um padre, um Bispo ou um Cardeal atraiçoa a Cristo, subverte a Fé, invalida uma Missa ou um sacramento, abandona a sua bela vocação ou a suja por más ações ou omissões culpáveis, há em correspondência muito menos graça no tesouro da Igreja, e se multiplicarmos cada ofensa dessas por todos os milhares que fizeram tais coisas nos anos a seguir a 1960, tudo isso se acrescenta a um défice enorme de graça que devia estar presente. É uma espiral descendente. O défice continua a aumentar. Cada vez será mais difícil fazer o bem e evitar o mal.
O Padre Malachi comparou o fluxo da graça à eletricidade que flui através de uma cidade. Quando há um corte de corrente, tudo pára. Da mesma maneira, depois da grande desobediência de 1960, a Igreja foi esvaziada do seu poder. Conventos fecharam, padres despadraram-se, a assistência à Missa caiu a prumo, todas as medidas da vida católica declinaram precipitadamente. Esta espiral descendente só terminará quando o Santo Padre consagrar a Rússia, mas com o esgotamento continuado do reservatório da graça, cada vez é mais difícil ele fazê-lo. Quando perguntei pela primeira vez ao Padre Malachi porque é que o Papa João Paulo II, com toda a sua devoção a Nossa Senhora, não tinha consagrado a Rússia, ele disse: “Não conseguiu a graça.”
Satanás ganhará poder nos escalões mais altos da Igreja
Outra parte do castigo espiritual que ele mencionava muitas vezes era esta: “Satanás ganharia poder, mesmo nos escalões mais altos da Igreja.”
A declaração mais forte deste gênero veio de uma pessoa que telefonou para o programa de Art Bell, a dizer que um velho Jesuíta lhe tinha dito: “O último Papa estará sob o controlo de satanás.” O Padre Martin respondeu que este homem “teria tido um meio de ler, ou ter- lhe-ia sido dado, o conteúdo do Segredo. Mas, acrescentou, a citação era imprecisa. E isto porque ninguém estava autorizado a citar exatamente o Segredo.
Mas mesmo se a citação “O último Papa estará sob o controle de satanás” estiver exata, o Padre Martin noutras ocasiões qualificou dois componentes principais daquela frase. “O último Papa,” disse, não quer necessariamente dizer o último Papa antes do fim dos tempos, mas o último Papa “destes tempos.” Quereria isso dizer o último Papa antes da Consagração da Rússia? E depois a expressão “sob o controle de satanás” pode ter vários significados.
O Padre Martin costumava explicar, quando falava de atividades demoníacas e de exorcismos, que há várias maneiras em como satanás pode controlar um ser humano. Pode possuir a pessoa, quer parcial quer perfeitamente, a pessoa pode ter “vendido a alma ao demônio” a troco de algum favor, ou satanás pode controlar de tal maneira as pessoas e circunstâncias que rodeiam essa pessoa que esta não consegue fazer nada que seja contrário à vontade de satanás.
Podemos ver que o castigo espiritual tem vindo a construir-se desde 1960. Eventualmente, este défice de fé e virtude será o pano de fundo não só para um, mas para vários castigos físicos. Este terrível castigo “… não chegará sem aviso,” disse, “mas … só os que já estiverem renovados de coração – e que provavelmente serão uma minoria – reconhecê-lo-ão pelo que é e preparar-se-ão para as tribulações que se seguirão.”
Ele disse-nos alguma coisa sobre este aviso?
Virem os olhos para os céus
Em 1997 disse ao entrevistador Bernard Janzen, “… Creio que o grande fator … é o que acontece nos céus … ‘Virem os olhos para o céu’ é uma divisa prudente. Creio que… o sinal de Nossa Senhora irá depressa aparecer nos céus. Creio que … virá como um choque para todos. … Creio que … a Igreja vai ser atingida duramente pelo que aparecerá nos céus.”
“Virem os olhos para os céus” foi o conselho que o Padre Martin deu muitas vezes, mas especialmente durante a primeira metade de 1997. Por alguma razão. estava à espera de ver o “Sinal de Nossa Senhora,” como lhe chamava, aparecer no céu naquela Primavera. Alguém lhe perguntou se seria o “Hale-Bopp,” um pequeno cometa que apareceu naquele ano. “Não,” disse ele. Estava à espera de um gênero diferente de sinal. Quando não apareceu até ao fim de junho, disse-me: “Isto quer dizer que não acontecerá ainda por algum tempo; temos mais algum tempo.”
De que espécie de sinal estaria à espera? Seria o “Sinal de Nossa Senhora,” no sentido de “Uma mulher vestida de sol, com a lua sob os Seus pés, e na cabeça uma coroa de doze estrelas,” ou seria o “Sinal de Nossa Senhora” só porque Ela nos disse que esperássemos por ele? Seria um sinal específico mencionado no Terceiro Segredo, tal como o Segundo Segredo nos tinha dito para estarmos atentos a “uma noite iluminada por uma luz desconhecida” antes de começar a 2a Guerra Mundial? Ironicamente, ainda não tinha passado um ano desde que o Padre Malachi nos disse: “Virem os olhos para o céu,” começou a aparecer nos céus um novo fenômeno. Não seria o sinal por que ele esperava, mas podia ainda ter significado em relação aos castigos do Terceiro Segredo.
No Verão de 1998, mencionei ao Padre Malachi que, pela primeira vez na minha vida, parecia não ter energia; estava completamente exausta a maior parte do tempo. E ele disse: “Não se preocupe. Não é coisa sua. Estão a fazer alguma coisa à atmosfera. Mas temos que continuar.” Comecei a olhar para os céus com interesse. De tantos em tantos dias, um grupo de aviões deixava no céu um quadriculado de longas linhas brancas, largando alguma espécie de substância branca macia que não se evaporava. Se continuássemos a olhar para cima e a observar o que acontecia, as linhas individuais alargavam-se e juntavam-se umas às outras, até formarem uma rede contínua de nuvens artificiais.
Esta atividade, que ao princípio era esporádica, eventualmente teve lugar quase todos os dias em todos os lugares, criando una neblina difusa de pó que entope o céu na maior parte dos dias. Embora no princípio o processo fosse fácil de observar, hoje a neblina persistente diminuiu tanto a visibilidade que quase temos que estar num avião para vermos a recolocação constante deste padrão de riscas ou quadriculado por detrás da cobertura nebulosa permanente.
O Padre Martin disse-nos que os castigos físicos aconteceriam em terra, na água e na atmosfera do globo. Ele podia ver, durante o último ano da sua vida, que a atmosfera estava já a ser afetada. Poderia isto constituir a base para parte do castigo?
Malachi Martin disse ao entrevistador de rádio Art Bell em várias ocasiões que, se alguém citasse as palavras exatas do verdadeiro Segredo e lhe perguntasse se era ele, teria que dizer que sim. E assim, muitas vezes havia pessoas que telefonavam a apresentar textos para ele avaliar. Geralmente, enfatizavam desastres horríveis, como terramotos, maremotos, tsunamis, etc. Uma vez, depois de ouvir vários possíveis “Segredos,” que disse que não eram o texto que lhe tinham mostrado em 1960, disse: “O que todos eles têm em comum é que descrevem alterações na natureza, como se fosse a própria natureza a revoltar-se contra a humanidade. Algumas destas coisas estão no Segredo. Mas lembre-se de que, quando estas coisas começarem a acontecer, não é coisa da natureza, nem é coisa de Deus.”
Isto deixa duas possibilidades: satanás e os seres humanos. A sua descrição em Keys of This Blood, “catástrofes, pela mão do homem ou naturais, em terra, na água e na atmosfera do globo,” menciona “pela mão do homem,” mas não dá indicações de atividade demoníaca aberta. Parece também excluir catástrofes vindas do espaço exterior, como a colisão de duas estrelas ou a aproximação de um cometa. De fato, uma pessoa que telefonou para Art Bell perguntou-lhe se as predições incluíam um cometa. “Nada sobre um cometa,” foi a resposta.
Catástrofes não naturais e não enviadas por Deus
Sobre quando estas convulsões extraordinárias da natureza começarem a acontecer, ele disse: “lembre-se de que não é coisa da natureza, nem é coisa de Deus.” Parece ser coisa natural, ou um ato de Deus, mas não é. No passado, “catástrofes, pela mão do homem ou naturais” sugeriria algumas causadas pelo homem, como guerras, sendo outras atos de Deus, como terraemotos. Mas hoje, considerando a vasta adulteração dos nossos alimentos, do ar que respiramos, e até dos nossos processos de vida, “catástrofes, pela mão do homem ou naturais,” podiam bem ser uma combinação dos dois fatores, ou seja, catástrofes causadas pela manipulação da natureza pelo homem e usando a própria natureza como uma arma.
Energia escalar
A revelação que o Padre Malachi me fez de que “vai haver uma nova forma de energia” que pode ser usada para matar mil milhões de pessoas parece corroborar esta tese. Ele descreveu esta energia como extremamente barata, capaz de melhorar as vidas de todos na terra, mas, pelo contrário, estando a ser usada para desenvolver armas de destruição apocalíptica. Embora não tivesse dado um nome a esta nova energia, uma que corresponde à sua descrição é a energia escalar.
A energia escalar baseia-se na descoberta de um novo gênero de ondas eletromagnéticas que existe no vácuo do espaço. Estas ondas eletromagnéticas “longitudinais” deslocam-se pelo eixo do tempo. O próprio tempo pode ser comprimido em energia pelo mesmo fator (a velocidade da luz ao quadrado) pelo qual a matéria é comprimida para fazer energia. Como a energia pode ser obtida do tempo, assim como de outras fontes, podemos agora desencadear a potência tremenda … comprimida no próprio tempo. É como “pormos um barco de pás num rio. A energia adquirida é grátis, visto que o rio está a … correr, quer o aproveitemos, quer não.”
Nicola Tesla descobriu a energia escalar em 1889. Nascido na Croácia, de ascendência sérvia. naturalizou-se cidadão americano em 1891. Trabalhou com Thomas Edison, e recebeu ajuda financeira de J.P. Morgan. Mas quando anunciou em 1904 que podia agora usar ondas escalares para transmitir energia sem fios, perdeu o apoio dos seus patrocinadores. Um deles exclamou: “Não se pode pôr um contador na energia livre.”
Tesla tinha dito: “A energia elétrica está presente em toda a parte, em quantidades ilimitadas, e pode fazer trabalhar a maquinaria em todo o mundo sem ser preciso carvão, petróleo, gás ou qualquer outros dos combustíveis comuns.” Como é natural, os poderes estabelecidos não gostaram de ouvir isso, e Tesla morreu pobre em 1943. Na altura da sua morte, o FBI confiscou os seus escritos que puderam encontrar, e as suas descobertas foram suprimidas até hoje. Em vez de disponibilizar ao público a sua tecnologia, o Governo manteve-a classificada, usando-a em vez disso para fins militares.
Sobre os terríveis castigos que ameaçam o mundo se persistirmos em rejeitar a solução de Nossa Senhora, o Padre Martin disse: “…Eles começarão inesperadamente e serão acompanhados por uma confusão generalizada de mentes e pelo escurecimento da compreensão humana…” “Seções completas de continentes [serão] levadas pela água para sempre. Nações inteiras perecerão. Nações inteiras perderão a Fé. Catástrofes naturais que o mundo nunca viu nivelarão a humanidade.”
Uma vez, no programa de Art Bell, uma pessoa telefonou a perguntar ao Padre Martin se os Estados Unidos eram mencionado no Segredo. Respondeu ele: “O nosso país não é mencionado especificamente, mas é mencionado algo de muito relevante.”
A Rússia e o Terceiro Segredo
O terceiro elemento que compreende o Terceiro Segredo, segundo o Padre Malachi Martin, é a Rússia. Em todos os pontos do contínuo do cumprimento destas profecias, a Rússia seria o gatilho que avançaria o processo. No seu livro Keys of This Blood, que saiu antes da queda da Cortina de Ferro, Malachi Martin escreveu uma análise espantosa sobre o papel da Rússia. Eis alguns excertos:
“Em 1980, o Papa João Paulo II falou a um grupo de Católicos alemães sobre o Terceiro Segredo. ‘Porquê, perguntou um deles, ‘João XXIII se recusou a obedecer aos pedidos do Terceiro Segredo?’ ‘Dada a gravidade do seu conteúdo,’ explicou, ‘os meus antecessores no Ofício Petrino preferiram diplomaticamente adiar a publicação, para não dar um motivo ao poder mundial do Comunismo para tomar certas medidas.’”
As suas palavras, escreveu Malachi Martin, apontam para um perigo mortal que as nações capitalistas enfrentam, sobre o qual Lúcia é bastante explícita no texto do Terceiro Segredo. O fato de que o Santo Padre chegou a essa conclusão e fez essa afirmação indica que deve ser correta e baseada em factos objetivos.
“De fato, nesse ‘Terceiro Segredo,’ ”, continuou, “as palavras de Lúcia são tão explícitas e tão verificáveis – e portanto tão autênticas – que, se os dirigentes do Partido-Estado Leninista soubessem essas palavras, decidiriam com toda a probabilidade tomar certas medidas territoriais e militaristas, contra as quais o Ocidente teria poucos ou nenhuns meios de resistência, e a Igreja mergulharia numa subjugação maior e mais profunda em relação ao Partido-Estado. As palavras de Lúcia sublinham uma vulnerabilidade terrível nas nações capitalistas … O Ocidente capitalista poderia ser apanhado pela URSS.”
Esta análise era compreensivelmente relevante durante a época do Comunismo. Mas a Rússia constituirá ainda um perigo, depois do colapso da União Soviética?
O Padre Martin não tinha tanta certeza de que tinha havido um colapso. Muitos funcionários soviéticos ainda mantinham as mesmas posições, por terem sido eleitos de novo para os mesmos cargos como “antigos Comunistas”.
E depois há o arsenal nuclear da Rússia. Durante a Guerra Fria, diziam-nos constantemente quantos mísseis de longo alcance a União Soviética tinha apontados diretamente para nós, preparados para desencadear o Armageddon carregando num botão. As plataformas de lançamento ainda estão intactas? Mesmo se o atual Governo russo não tem planos para fazer guerra, há sempre o perigo de um acidente nuclear ou de que possam cair armas nas mãos de terroristas.
A Rússia está à frente no desenvolvimento da energia escalar, o que ainda é mais perigoso do que a ameaça nuclear. A maioria dos papéis de Tesla foram enviados para a Iugoslávia depois da sua morte, e daí caíram com facilidade nas mãos dos Soviéticos. Enquanto a maioria das universidades do Ocidente ignoraram as suas pesquisas, por causa da ameaça que a “energia gratuita” constituía para o grande capital, as universidades da União Soviética e dos seus satélites incluíram-nas. Os Soviéticos usaram a tecnologia de Tesla na sua corrida pela superioridade militar em relação aos Estados Unidos. Em Janeiro de 1960, Nikita Khrushchev anunciou … que a Rússia tinha desenvolvido “uma nova arma fantástica, tão poderosa que poderia destruir toda a vida na Terra” se fosse usada sem restrições. Alguns investigadores pensam que os Soviéticos começaram já na década de 1960 a usar esta arma para atacar alvos militares americanos e para alterar o clima sobre a América. O Ocidente, tendo suprimido as descobertas de Tesla, encontrava-se mal preparado. E assim, enquanto a Rússia continua a expandir a sua capacidade escalar, as organizações americanas de defesa estão a correr para a alcançar.
O Obus de Tesla
A arma escalar mais básica é o interferômetro longitudinal, ou “obus de Tesla.” Em 1908 Tesla descobriu que, com o interferômetro, podia intersectar dois feixes de ondas escalares. Usando técnicas de feixes cruzados, podem combinar-se ondas paradas gigantes para produzir um feixe focalizado de enorme energia. Estes feixes focalizados podem ser dirigidos contra um alvo em qualquer parte do mundo, debaixo de água ou no céu. O pulso eletromagnético violento que atinge o alvo destrói-o completamente. Estes feixes podem também ser enviados pela terra, para desencadear terremotos ou erupções vulcânicas.
Assim, além de serem mortais, as armas escalares podem ocultar-se por detrás das forças da natureza, levando as populações-alvo a crer que foram castigadas por um ato de Deus, quando na realidade foram atingidas por uma arma desenvolvida por homens. Os pulsos escalares podem fazer com que as tempestades ganhem uma força tremenda e se transformem em furacões ou tornados, que, manipulando as correntes de jato, podem ser dirigidos deliberadamente contra alvos localizados. Reciprocamente, as nuvens de chuva podem ser diminuídas na sua energia, fazendo com que elas passem no céu, privando terras áridas e queimadas da chuva de que precisam desesperadamente.
Considerando que a Rússia está à frente do desenvolvimento destas armas no mundo, é crucial saber se ainda há forças beligerantes da linha dura à espreita na Rússia. Malachi Martin preocupava-se, por exemplo, com o que teria acontecido à organização do KGB. Numa longa conversa com Bernard Janzen em 1994, disse que os Comunistas não tinham sido derrubados. “Retiraram-se,” disse. “… Hoje sabemos que os operacionais do KGB se misturaram com as multidões que cantavam nas ruas. … [Eles] estavam a orquestrar acontecimentos… não houve nenhuma revolução a sério. … O KGB tem uma rede de … espiões, contra-espiões, dirigentes de espiões, informadores, mensageiros, e assassinos de todos os tipos. Eles tinham gulags, campos de prisioneiros com guardas, torturadores, capitães e trabalhadores escravos. O que aconteceu a tudo isso?
“… Ninguém nos diz. Ninguém do KGB foi posto na cadeia pelos crimes que cometeu. Ninguém foi levado a tribunal. Não houve julgamentos para condenar os que tinham assassinado e torturado … durante aqueles anos todos nos gulags. Ninguém falou disso. Os gulags ainda lá estão? Ainda há prisioneiros nos campos?…”
Quem controla o fluxo das informações?
“Quem organizou de tal maneira a comunicação social que não nos dá respostas a estas perguntas? Nem sequer se fazem as perguntas. Quem diz aos jornalistas para não mencionarem estas perguntas? . Quem controla o fluxo de informações, de modo que não ouvimos notícias sobre o que se está a passar realmente na Rússia?…
“A única explicação é que há um poder mais alto a que ambos prestamos homenagem,” disse a Bernard Janzen quando a URSS ainda existia.
“Há um grupo de homens que tornam possíveis tanto a União Soviética como os Estados Unidos. E eles resolveram que, entre estas duas superpotências, podem encurralar o mundo numa nova ordem econômica mundial. … Tanto a União Soviética como o Ocidente capitalista estão a ser dirigidos para produzir um mundo sem Deus.”
A mesma conclusão reflete-se na sua novela Vatican, em que um alto funcionário do KGB confessa à personagem principal: “…[N]ós temos receio dessa assembleia de homens poderosos… que estão acima dos Estados Unidos e acima da União Soviética — acima de todos. São uma lei para si mesmos, Querem-nos ambos mortos, o vosso lado e o nosso lado. O nosso verdadeiro combate é … com eles. O grupo totalitário, fascista, internacional, baseado no capital, que é cem vezes mais desumano do que vocês pensam que nós, Marxistas, somos.”
Os inimigos da Igreja: maçons, satanistas
Mesmo no seu livro final, a novela Windswept House (‘Casa varrida pelos ventos’), os maçons, ou satanistas, inimigos da Igreja de todo o gênero eventualmente têm que agradar a uma figura misteriosa e sombria, apenas conhecida por “Pedra Angular.”
Um dia, enquanto caminhávamos pela Avenida Lexington em Nova Iorque, o Padre Martin disse: “Ainda temos as nossas estruturas de Governo, os nossos procedimentos democráticos, os nossos votos. Mas estamos controlados. Nos próximos anos, as decisões que mais afetarão as nossas vidas não serão feitas pelos americanos.”
Na Nova Ordem Mundial, disse, a nação-estado já não tem qualquer significado. Tudo é global. Mas a Nova Ordem Mundial não é tanto política como financeira. Disse ele a Bernard Janzen, “…[A] situação geopolítica de hoje é dominada por uma coisa, e só uma: o fluxo de capital e o fluxo de bens de capital. E nenhum país pode ficar fora disso. … [Devemos conformar-nos com a nova geopolítica dos negócios. … Devemos estar dependentes do Fundo Monetário Internacional … e do Banco Mundial. …Toda a nossa economia deve estar coordenada com a economia global.”
Os homens à frente da Nova Ordem Mundial não são leais a nenhum país em especial. “…[O] mercado é dominado por uns 60 a 80 homens [que] decidem quais são as nações que viverão e quais as nações que morrerão. … São muito, muito ricos e … cada vez são mais ricos. … Têm dinheiro investido em todas as partes do globo. Decidem qual será o valor do nosso dinheiro. Dizem ao Presidente dos Estados Unidos o que ele há-de fazer e o que não deve fazer. E ele tem de fazer o que lhe dizem.”
Poder sobre o Vaticano
Uma das nações afetadas por esta hegemonia de 60 a 80 homens, que comandam as fortunas de todas as nações da Terra, é a pequena cidade-estado conhecida por Cidade do Vaticano. Também está sob o controlo destes poucos homens poderosos, e deve fazer o que eles dizem para sobreviver. Mas o que ainda era mais aflitivo para o Padre Malachi foi a descoberta de que a própria Igreja tinha sido cúmplice, ao longo dos anos, desta oligarquia financeira todo-poderosa e servidora de avareza. A vasta riqueza que a Igreja conseguiu acumular deve-se em parte à sua colaboração com os seus inimigos mais ferozes em transações financeiras. O Padre Malachi afirmava que a necessidade de se submeter à vontade destes inimigos custou à Igreja a sua liderança espiritual, de modo que agora confiava no poder financeiro terreno, como no passado confiara no poder político terreno, em vez de ser no poder espiritual que lhe foi dado por Cristo.
“O Acordo”
Tão perturbado estava o Padre Malachi com esta situação que dedicou três dos seus livros ao assunto. Num deles, a sua novela Vatican, esta colaboração tomou forma concreta num documento a que chama “o Acordo”, que todos os Papas, desde a queda dos Estados Pontifícios, assinou. A finalidade declarada do Acordo era “Conseguir que dois inimigos, a Santa Sé e a Assembleia Universal, entrassem em iniciativas negociais com proveito mútuo, continuando a ser inimigos.”
Disse uma vez ao Padre Malachi que Vatican era, dos seus livros, o meu favorito. Respondeu que Vatican era a mais autobiográfica das suas obras. Por outras palavras, tinha incluído na vida da personagem principal muito da sua própria experiência, e presumivelmente também das suas próprias convicções.
Se eu fosse Papa
Outro título deste livro poderia ter sido “Se eu fosse Papa”, porque, em certa altura da novela, há um conclave em que a personagem principal é nomeada para o papado. “Não assinarei este Acordo,” diz aos Cardeais espantados, que nunca ouviram sequer falar dele. Segurando uma pequena folha de papel que vagarosamente rasga em pedaços enquanto explica a história e a finalidade do Acordo, avisa: “Se me elegerem Papa, haverá consequências. Quando renunciar ao Acordo, a Igreja deixa de gozar da proteção dos poderes constituídos, ou da prosperidade econômica que derivava dela, mas ficaremos outra vez livres para exercer a autoridade espiritual que Cristo deu a Pedro e aos seus sucessores.”
Deixou cair ao chão os bocados de papel. Claro que este “Acordo” pode não passar de um artifício de estilo, mas a realidade subjacente por detrás desta figura literária pode contribuir muito para explicar porque é que sete Papas, um atrás de outro, não ousaram consagrar a Rússia ao Imaculado Coração de Maria.
Cada novo Papa, ao ler o Segredo, defronta todo o horror dos castigos que nos ameaçam. Deve também sentir a presença amorosa de Nossa Senhora, pedindo-lhe, chamando-o a si apenas. Toda a confiança infantil e amor filial por Ela, que ele desenvolveu durante toda a sua vida, todas as graças e a coragem que conseguiu adquirir, ser-lhes-ão agora necessárias.
Porque ao mesmo tempo tem de aprender porque é tão completamente aterrorizante nomear a Rússia numa consagração.
Malachi Martin escreveu em Keys of This Blood: “Se havia um elemento dominante [no] Terceiro Segredo, era a Rússia. As provisões do Terceiro Segredo só faziam sentido em relação à Rússia. …
“… A mudança geopolítica implicada no ‘Terceiro Segredo’ não era muito afastada. … A Rússia era o seu seio. A Rússia era o seu ponto focal. A Rússia iria ser o agente principal da mudança. A Rússia iria ser a fonte de uma cegueira e erro à escala universal.”
Naquele Segredo, a escolha entre “[p]az mundial ou catástrofe mundial [é] descrita em termos de Maria e … a Rússia. A reforma ou … deficiência mortal da [Igreja é] também descrita… em termos de Maria e … a Rússia.”
Sabemos quem irá ganhar no fim. Porque Maria Santíssima prometeu: “O Meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-Me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz.”
Santa Maria, apressai o Vosso Triunfo!
Publicado originalmente: FatimaOrg — Malachi Martin dá-nos: PISTAS sobre o Terceiro Segredo
Fonte: www.sensusfidei.com.br via www.sinaisdoreino.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Lembrando...
Artigo publicado no site em 30.10.2016
Satã 2 o maior míssil nuclear já produzido pela Rússia: 115 milhões de norte-americanos mortos em 30 Minutos
É chamado de SS-18, o "Satan" para breve. Como Obama tem evitado citar o termo preparação militar, O presidente russo Putin, tem sido ocupada fazendo o oposto.
Especialistas acreditam que seu ataque seria 2 000 vezes maior que a potência das bombas atômicas detonadas em Hiroshima e Nagasaki que marcaram o final da Segunda Guerra Mundial
O título deste artigo é de 115 milhões de americanos mortos em 30 minutos. Trinta minutos é o tempo aproximado que um SS-18, lançado a partir de dentro da Rússia, atingiria a costa americana, em que 5 desses mísseis iriam destruir toda a costa leste, e mais de 115 milhões de americanos morreriam quase sem deixar vestígios. Os números de vítimas vêm de Paul Craig Roberts.
Quando é que a maior parte dos norte-americanos vão perceber que eles já foram vendidos sob um executivo-chefe traidor? Você dificilmente irá acreditar em seus olhos e ouvidos, que você está prestes a aprender que estamos a mercê da Rússia. Fonte: http://undhorizontenews2.blogspot.com.br
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