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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

A Igreja Corrupta do Mal:


Com ardente preocupação: Nós acusamos Papa Francisco. Temos sido guiados pelo ensinamento de São Roberto Belarmino

 
Publicado no dia 27 Setembro 2016

Doutor da Igreja, no tocante à resistência lícita a um Romano Pontífice rebelde

26.09.2016 -

Por Michael Matt, Christopher Ferrara & John Vennari


Declaração conjunta de The Remnant & Catholic Family News - Parte I de III. Tradução: Gercione Lim

Sua Santidade:

A seguinte narrativa, redigida em nosso desespero como membros inferiores dentre os leigos, é porque nos sentimos no dever de levantar uma acusação contra seu pontificado, o qual tem sido uma calamidade para a Igreja em uma proporção que encanta até os poderes deste mundo. O evento culminante que nos impulsionou a tomar esta decisão foi a revelação da sua carta "confidencial" aos bispos de Buenos Aires autorizando-os, exclusivamente com base em seus próprios pontos de vista expressos na Amoris Laetitia, a admitir certos adúlteros públicos em "segundos casamentos" aos sacramentos da Confissão e da Santa Comunhão, sem qualquer firme propósito de emendar suas vidas pondo um fim às suas relações sexuais adúlteras.

Com isso, desafiaste as próprias palavras de Nosso Senhor condenando o divórcio e "novo casamento" como sendo adultério por si só, sem exceção, a admoestação de São Paulo sobre a pena divina para a recepção indigna do Santíssimo Sacramento, o magistério de dois de seus antecessores imediatos em linha com a doutrina moral bimilenária e a disciplina eucarística da Igreja enraizada na Revelação divina, o Código de Direito Canônico e toda a Tradição.

Como se não bastasse, já provocaste uma fratura na disciplina universal da Igreja, com alguns bispos optando por mantê-la apesar da Amoris Laetitia,  enquanto outros, incluindo aqueles em Buenos Aires, já estão anunciando uma mudança baseados unicamente na autoridade de sua escandalosa "exortação apostólica”. Nada parecido com isso jamais aconteceu na história da Igreja.

No entanto, quase sem exceção, os membros conservadores da hierarquia observam um silêncio político, enquanto os liberais exultam manifestando publicamente seu triunfo, graças ao senhor. Quase ninguém na hierarquia se levanta em oposição ao seu inconsequente descaso pela sã doutrina e prática da Igreja, embora muitos murmuram privadamente contra suas depredações. Assim, como foi durante a crise ariana, cabe agora aos leigos defender a fé em meio a uma deserção quase universal e prevaricação por parte dos hierarcas.

Naturalmente que somos quase um nada no esquema das coisas, mas ainda assim como membros leigos batizados do Corpo Místico, somos dotados do direito dado por Deus e pelo dever correlato, entesourados na lei da Igreja (cf. cân. 212), de nos comunicarmos com o senhor e com os nossos irmãos católicos sobre a crise aguda que o seu governo na Igreja tem provocado em meio a um estado já crônico de crise eclesial após o Concílio Vaticano II.

Súplicas privadas se provaram totalmente inúteis, pois  como explica a nota abaixo, estamos publicando este documento para descarregar nossa consciência da carga pesada em face do grave dano que o senhor já provocou e ameaça ainda mais infligir sobre as almas e a comunidade eclesial e exortamos aos nossos irmãos Católicos se levantarem em oposição de princípio ao seu contínuo abuso do ofício papal, especialmente no que diz respeito ao ensino infalível da Igreja contra o adultério e a profanação da Eucaristia.

Ao tomar a decisão de publicar este documento fomos guiados pelo ensino do Doutor Angélico em uma questão de justiça natural na Igreja:

"Deve-se observar, contudo, que se a fé estiver em perigo, um subalterno deveria repreender seu prelado, mesmo publicamente. Daí Paulo, que estava sujeito a Pedro, o repreendeu em público, por causa do perigo iminente de escândalo sobre a fé e, como o brilho de Agostinho diz em Gálatas 2:11, "Pedro deu um exemplo aos superiores, que, se, em qualquer época acontecer deles se desviarem do caminho reto, eles não devem menosprezar serem repreendidos por seus súditos ' ". [Summa Theologiae, II-II, Q. 33, Art 4]

Temos sido guiados também pelo ensinamento de São Roberto Belarmino, Doutor da Igreja, no tocante  à resistência lícita a um Romano Pontífice rebelde:

"Portanto, assim como é lícito resistir ao Pontífice que agride o corpo, assim também é lícito resistir ao que agride as almas, ou que perturba a ordem civil, ou, sobretudo, aquele que tentasse destruir a Igreja. Digo que é lícito resistir-lhe não fazendo o que ordena e impedindo a execução de sua vontade;.... "[De Controversiis sobre o Romano Pontífice, Bk. 2, cap. 29].

Os católicos de todo o mundo, e não apenas "tradicionalistas," estão convencidos de que a situação imaginada hipoteticamente por Roberto Belarmino é hoje uma realidade. E essa convicção é a razão  deste documento.

Que possa Deus ser o juiz da retidão de nossas intenções.

Michael J. Matt
Editor, The Remnant
Christopher A. Ferrara
Colunista do The Remnant e Catholic Family News
John Vennari
Editor, Catholic Family News


LIVRO DE ACUSAÇÃO

Pela graça de Deus e a lei da Igreja, uma queixa contra Francisco, Romano Pontífice, em virtude do perigo para a Fé e grave dano às almas e do bem comum da Igreja Católica.

Que tipo de humildade é esta?

Na noite de sua eleição, falando do alto da varanda da Basílica de São Pedro, declaraste: "O dever do Conclave era dar um bispo a Roma". Muito embora a multidão presente se constituía de pessoas de todas as partes do mundo, membros da a Igreja universal, suas palavras expressaram agradecimento unicamente “pelas boas vindas dadas pela comunidade diocesana de Roma". Também expressaste a esperança de que "esta jornada da Igreja que começamos hoje" fosse  "frutífera para a evangelização desta bela cidade".  Pediste então aos fiéis presentes na Praça de São Pedro para rezar, não  pelo Papa, mas" pelo seu Bispo "e em seguida disseste que no dia seguinte " iria rezar a Nossa Senhora, para que ela proteja Roma".

Suas estranhas observações naquela ocasião histórica tiveram início com uma exclamação banal:  "Irmãos e irmãs, boa noite" e terminaram igualmente com uma intenção banal: "Boa noite e durmam bem!" Nem uma única vez sequer durante seu primeiro discurso referiste a si mesmo como o Papa ou fizeste qualquer referência à suprema dignidade do ofício para o qual foste eleito: a do Vigário de Cristo, cuja missão divina é ensinar, governar e santificar a Igreja universal liderando-a em sua missão de fazer discípulos entre todas as nações.

Quase que desde o primeiro momento de sua eleição teve início uma espécie de interminável campanha de relações públicas cujo tema é a sua humildade singular dentre todos os Papas, um simples "Bispo de Roma", em contraste com as supostas pretensões monárquicas de seus antecessores, com seus paramentos elaborados e sapatos vermelhos , os quais rejeitaste completamente. Já de início nos deste os primeiros indícios de uma descentralização radical da autoridade papal em favor de uma "Igreja sinodal",  tomando emprestado o exemplo do ponto de vista dos Ortodoxos: "o sentido da colegialidade episcopal e da sua experiência de sinodalidade". Imediatamente os meios de comunicação exultaram saudando essa iniciativa como "a revolução de Francisco. "

No entanto, esta ostentação de humildade tem sido acompanhada por um abuso de poder do ofício papal inédito em toda a história da Igreja. Nos últimos três anos e meio o senhor incessantemente promoveu suas próprias opiniões e desejos sem a menor consideração para com o ensino de seus antecessores, as tradições bimilenárias da Igreja, ou os imensos escândalos que isso tem causado. Em inúmeras ocasiões chocaste e confudiste os fiéis ao mesmo passo que encantaste os inimigos da Igreja com afirmações heterodoxas e até mesmo sem sentido, enquanto não cessaste de acumular insulto após insulto contra os católicos praticantes, os quais são desprezados e ridicularizados continuamente com epítetos como fariseus dos últimos dias e "rigoristas." O seu comportamento pessoal tem muitas vezes se rebaixado a atos de bufonaria que agrada às multidões.

O senhor consistentemente tem ignorado a advertência salutar do seu imediato antecessor, que renunciou ao papado em circunstâncias misteriosas, oito anos após ter convidado os bispos reunidos diante dele, no início do seu pontificado para  que "orem por mim, para que eu não fuja, por medo dos lobos". Só para citar o seu predecessor em sua primeira homilia como Papa:

"O Papa não é um monarca absoluto cujos pensamentos e desejos são lei. Pelo contrário: o ministério do Papa é a garantia da obediência a Cristo e à sua Palavra. Ele não deve proclamar as próprias ideias, mas sim constantemente ligar a si mesmo e a Igreja à obediência à Palavra de Deus, diante de toda a tentativa de adaptá-la ou diluí-la e cada forma de oportunismo. "

Uma interferência seletiva na Política, sempre politicamente correto

Ao longo de seu mandato como "Bispo de Roma"  tens demonstrado pouca consideração pelas limitações da autoridade papal e sua competência, preferindo se intrometer em assuntos políticos, como a política de imigração, direito penal, o meio ambiente, a restauração de relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba (ignorando a triste situação dos católicos sob a ditadura Castro) e até mesmo se opondo ao movimento de independência da Escócia. No entanto, continuas recusando-se a se opor a governos seculares quando esses desafiam a lei divina e lei natural ao adotarem medidas como a legalização de "uniões homossexuais," que é uma questão de lei divina e natural em que um Papa pode e deve intervir.
Na verdade, suas muitas condenações dos chamados males sociais, (todos eles alvos politicamente seguros) são continuamente desmentidos por suas próprias ações, que comprometem o testemunho da Igreja contra os múltiplos erros da modernidade:

• Ao contrário do constante ensinamento da Igreja baseado na Revelação, o senhor tem procurado a abolição universal da pena de morte, não importando quão grave o crime, e até mesmo a abolição das penas de prisão perpétua, mas em contrapartida jamais pediste com a mesma ênfase pelo fim da legalização do aborto, que a Igreja sempre e constantemente condenou como o assassinato em massa de inocentes.

• O senhor declarou que o simples fiel peca gravemente se ele não consegue reciclar o lixo doméstico ou desligar as lâmpadas desnecessárias, ao mesmo tempo em que gastas milhões de dólares em eventos de massa vulgares em torno de sua pessoa em vários países, para os quais viajas com grandes comitivas em jatos fretados que fazem grandes emissões de carbono na atmosfera.

• O senhor exige a abertura das fronteiras para "refugiados" muçulmanos na Europa, uma massa composta predominantemente de homens em idade militar, enquanto mantém  sua residência por trás dos muros da cidade-estado do Vaticano que exclui estritamente não-residentes. Esses muros foram construídos por Leão IV justamente para evitar um segundo saque muçulmano à cidade de Roma.

• O senhor fala incessantemente dos pobres e das "periferias" da sociedade, ao mesmo tempo em que se alia à rica e corrupta hierarquia alemã pró-aborto e pró-contracepção, celebridades pró-homossexuais e potentados da globalização.

• O senhor diz desprezar gananciosas corporações que só buscam o lucro e "a economia que mata", enquanto as honra com audiências privadas e aceita doações generosas dos tecnocratas mais ricos do mundo e líderes empresariais, chegando mesmo a permitir que a Porsche alugasse a Capela Sistina para um "concerto magnífico ... organizado exclusivamente para seus participantes ", que pagaram cerca de US $ 6.000 por cabeça pelo acesso exclusivo. Essa foi a primeira vez que um Papa Romano permitiu que este espaço sagrado fosse usado para um evento corporativo.

• O senhor exige o fim da "desigualdade", enquanto abraças ditadores comunistas e socialistas que vivem no luxo e mantém as massas sofridas sob seus jugos.

• O senhor condena um candidato americano à presidência como "não cristão", porque ele visa prevenir a imigração ilegal, mas não diz nada contra os ditadores ateus que abraças e que cometeram assassinato em massa, perseguem a Igreja e aprisionam os cristãos em estados policiais.

Ao promover suas opiniões pessoais sobre política e políticas públicas, como se fossem doutrina católica, não hesitaste em abusar até mesmo da dignidade de uma encíclica papal, empregando-a para  subscrever a discutível e até mesmo fraudulenta afirmação científica sobre "mudança climática", o "ciclo do carbono"," poluição de dióxido de carbono" e "a acidificação dos oceanos". O mesmo documento também exige que os fiéis respondam a uma suposta "crise ecológica", através do apoio a programas seculares do ambientalismo, como os Objetivos de Desenvolvimento sustentável das Nações Unidas , os quais o senhor muito tem elogiado, muito embora esses mesmos documentos pregam o que eles chamam de "acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", que em outras palavras significa a contracepção e o aborto.

Um Indiferentismo desenfreado

Podemos dizer que quando se trata das destrutivas novidades pós-conciliares de "ecumenismo" e "diálogo inter-religioso", dificilmente o senhor é um pioneiro na matéria, no entanto ninguém as promoveu no grau que temos visto, nem mesmo durante os piores anos da crise pós-conciliar, resultando num indiferentismo religioso que praticamente dispensa a missão da Igreja, como a arca da salvação.

No que diz respeito aos protestantes, o senhor declara que eles são todos membros da mesma "Igreja de Cristo" como Católicos, independentemente do que eles acreditam, e que as diferenças doutrinárias entre Católicos e protestantes são questões relativamente triviais a serem trabalhadas por um acordo entre teólogos.

Devido a essa opinião, o senhor tem desencorajado ativamente as conversões protestantes, incluindo um certo "Bispo" Tony Palmer, que pertencia a uma seita anglicana separatista que pretende ordenar mulheres. Como o próprio Palmer relatou, quando ele mencionou que estava  "voltando para casa, para a Igreja Católica" , o senhor deu-lhe esta resposta chocante: "Ninguém está voltando para casa. Você está caminhando para nós e nós estamos caminhando em sua direção e nós vamos nos encontrar no meio. "No meio do quê? Palmer morreu em um acidente de moto logo depois. Por sua própria insistência no entanto, o homem cuja conversão o senhor deliberadamente impediu,  foi enterrado como um bispo católico- sem dúvida uma zombaria contrária ao magistério infalível do seu predecessor Leão XIII que deixou claro que "ordenações realizadas de acordo com o rito anglicano foram, e são, absolutamente nulas e totalmente sem efeito. "[Leão XIII, Apostolicae curae (1896), DZ 3315]

No tocante às outras religiões em geral, o senhor adotou como programa virtual o mesmo erro condenado pelo Papa Pio XI há 34 anos antes do Vaticano II: "aquela falsa opinião que considera todas as religiões mais ou menos boas e louváveis, uma vez que todas de maneiras diferentes manifestam e indicam o sentido que é inato em todos nós, e pelo qual somos levados a Deus e ao reconhecimento obediente do seu governo". O senhor desconsiderou completamente a admoestação de Pio XI de que "aquele que apoia os que detêm essas teorias e tentam realizá-las, estão abandonando completamente a religião divinamente revelada". Nesse sentido, o senhor acaba sugerindo que até mesmo os ateus podem ser salvos,  meramente por fazerem o bem, provocando, assim, o louvor efusivo da mídia.

Parece que, na sua opinião, a tese herética de Rahner sobre  os "cristãos anônimos", a qual abraça praticamente toda a humanidade e que implica na salvação universal, definitivamente substituiu o ensinamento de Nosso Senhor: "Aquele que crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado (Mc 16:16)".

Simultaneamente publicado pelo The Remnant. E também  na íntegra na versão impressa do Catholic Family News, outubro 20

CFNews. org: With Burning Concern: We Accuse Pope Francis: The Remmnant & Catholic Family News - I of III.

Fonte: http://romadesempre.blogspot.com.br  via  www.sinaisdoreino.com.br
Com ardente preocupação: Nós acusamos Papa Francisco. Temos sido guiados pelo ensinamento de São Roberto Belarmino

 
Publicado no dia 27 Setembro 2016

Doutor da Igreja, no tocante à resistência lícita a um Romano Pontífice rebelde

26.09.2016 -

Por Michael Matt, Christopher Ferrara & John Vennari

n/d

Declaração conjunta de The Remnant & Catholic Family News - Parte I de III. Tradução: Gercione Lima

19 de setembro de 2016
Festa de São Januário, no mês de Nossa Senhora das Dores

Sua Santidade:

A seguinte narrativa, redigida em nosso desespero como membros inferiores dentre os leigos, é porque nos sentimos no dever de levantar uma acusação contra seu pontificado, o qual tem sido uma calamidade para a Igreja em uma proporção que encanta até os poderes deste mundo. O evento culminante que nos impulsionou a tomar esta decisão foi a revelação da sua carta "confidencial" aos bispos de Buenos Aires autorizando-os, exclusivamente com base em seus próprios pontos de vista expressos na Amoris Laetitia, a admitir certos adúlteros públicos em "segundos casamentos" aos sacramentos da Confissão e da Santa Comunhão, sem qualquer firme propósito de emendar suas vidas pondo um fim às suas relações sexuais adúlteras.

Com isso, desafiaste as próprias palavras de Nosso Senhor condenando o divórcio e "novo casamento" como sendo adultério por si só, sem exceção, a admoestação de São Paulo sobre a pena divina para a recepção indigna do Santíssimo Sacramento, o magistério de dois de seus antecessores imediatos em linha com a doutrina moral bimilenária e a disciplina eucarística da Igreja enraizada na Revelação divina, o Código de Direito Canônico e toda a Tradição.

Como se não bastasse, já provocaste uma fratura na disciplina universal da Igreja, com alguns bispos optando por mantê-la apesar da Amoris Laetitia,  enquanto outros, incluindo aqueles em Buenos Aires, já estão anunciando uma mudança baseados unicamente na autoridade de sua escandalosa "exortação apostólica”. Nada parecido com isso jamais aconteceu na história da Igreja.

No entanto, quase sem exceção, os membros conservadores da hierarquia observam um silêncio político, enquanto os liberais exultam manifestando publicamente seu triunfo, graças ao senhor. Quase ninguém na hierarquia se levanta em oposição ao seu inconsequente descaso pela sã doutrina e prática da Igreja, embora muitos murmuram privadamente contra suas depredações. Assim, como foi durante a crise ariana, cabe agora aos leigos defender a fé em meio a uma deserção quase universal e prevaricação por parte dos hierarcas.

Naturalmente que somos quase um nada no esquema das coisas, mas ainda assim como membros leigos batizados do Corpo Místico, somos dotados do direito dado por Deus e pelo dever correlato, entesourados na lei da Igreja (cf. cân. 212), de nos comunicarmos com o senhor e com os nossos irmãos católicos sobre a crise aguda que o seu governo na Igreja tem provocado em meio a um estado já crônico de crise eclesial após o Concílio Vaticano II.

Súplicas privadas se provaram totalmente inúteis, pois  como explica a nota abaixo, estamos publicando este documento para descarregar nossa consciência da carga pesada em face do grave dano que o senhor já provocou e ameaça ainda mais infligir sobre as almas e a comunidade eclesial e exortamos aos nossos irmãos Católicos se levantarem em oposição de princípio ao seu contínuo abuso do ofício papal, especialmente no que diz respeito ao ensino infalível da Igreja contra o adultério e a profanação da Eucaristia.

Ao tomar a decisão de publicar este documento fomos guiados pelo ensino do Doutor Angélico em uma questão de justiça natural na Igreja:

"Deve-se observar, contudo, que se a fé estiver em perigo, um subalterno deveria repreender seu prelado, mesmo publicamente. Daí Paulo, que estava sujeito a Pedro, o repreendeu em público, por causa do perigo iminente de escândalo sobre a fé e, como o brilho de Agostinho diz em Gálatas 2:11, "Pedro deu um exemplo aos superiores, que, se, em qualquer época acontecer deles se desviarem do caminho reto, eles não devem menosprezar serem repreendidos por seus súditos ' ". [Summa Theologiae, II-II, Q. 33, Art 4]

Temos sido guiados também pelo ensinamento de São Roberto Belarmino, Doutor da Igreja, no tocante  à resistência lícita a um Romano Pontífice rebelde:

"Portanto, assim como é lícito resistir ao Pontífice que agride o corpo, assim também é lícito resistir ao que agride as almas, ou que perturba a ordem civil, ou, sobretudo, aquele que tentasse destruir a Igreja. Digo que é lícito resistir-lhe não fazendo o que ordena e impedindo a execução de sua vontade;.... "[De Controversiis sobre o Romano Pontífice, Bk. 2, cap. 29].

Os católicos de todo o mundo, e não apenas "tradicionalistas," estão convencidos de que a situação imaginada hipoteticamente por Roberto Belarmino é hoje uma realidade. E essa convicção é a razão  deste documento.

Que possa Deus ser o juiz da retidão de nossas intenções.

Michael J. Matt
Editor, The Remnant

Christopher A. Ferrara
Colunista do The Remnant e Catholic Family News

John Vennari
Editor, Catholic Family News

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LIVRO DE ACUSAÇÃO

Pela graça de Deus e a lei da Igreja, uma queixa contra Francisco, Romano Pontífice, em virtude do perigo para a Fé e grave dano às almas e do bem comum da Igreja Católica.

Que tipo de humildade é esta?

Na noite de sua eleição, falando do alto da varanda da Basílica de São Pedro, declaraste: "O dever do Conclave era dar um bispo a Roma". Muito embora a multidão presente se constituía de pessoas de todas as partes do mundo, membros da a Igreja universal, suas palavras expressaram agradecimento unicamente “pelas boas vindas dadas pela comunidade diocesana de Roma". Também expressaste a esperança de que "esta jornada da Igreja que começamos hoje" fosse  "frutífera para a evangelização desta bela cidade".  Pediste então aos fiéis presentes na Praça de São Pedro para rezar, não  pelo Papa, mas" pelo seu Bispo "e em seguida disseste que no dia seguinte " iria rezar a Nossa Senhora, para que ela proteja Roma".

Suas estranhas observações naquela ocasião histórica tiveram início com uma exclamação banal:  "Irmãos e irmãs, boa noite" e terminaram igualmente com uma intenção banal: "Boa noite e durmam bem!" Nem uma única vez sequer durante seu primeiro discurso referiste a si mesmo como o Papa ou fizeste qualquer referência à suprema dignidade do ofício para o qual foste eleito: a do Vigário de Cristo, cuja missão divina é ensinar, governar e santificar a Igreja universal liderando-a em sua missão de fazer discípulos entre todas as nações.

Quase que desde o primeiro momento de sua eleição teve início uma espécie de interminável campanha de relações públicas cujo tema é a sua humildade singular dentre todos os Papas, um simples "Bispo de Roma", em contraste com as supostas pretensões monárquicas de seus antecessores, com seus paramentos elaborados e sapatos vermelhos , os quais rejeitaste completamente. Já de início nos deste os primeiros indícios de uma descentralização radical da autoridade papal em favor de uma "Igreja sinodal",  tomando emprestado o exemplo do ponto de vista dos Ortodoxos: "o sentido da colegialidade episcopal e da sua experiência de sinodalidade". Imediatamente os meios de comunicação exultaram saudando essa iniciativa como "a revolução de Francisco. "

No entanto, esta ostentação de humildade tem sido acompanhada por um abuso de poder do ofício papal inédito em toda a história da Igreja. Nos últimos três anos e meio o senhor incessantemente promoveu suas próprias opiniões e desejos sem a menor consideração para com o ensino de seus antecessores, as tradições bimilenárias da Igreja, ou os imensos escândalos que isso tem causado. Em inúmeras ocasiões chocaste e confudiste os fiéis ao mesmo passo que encantaste os inimigos da Igreja com afirmações heterodoxas e até mesmo sem sentido, enquanto não cessaste de acumular insulto após insulto contra os católicos praticantes, os quais são desprezados e ridicularizados continuamente com epítetos como fariseus dos últimos dias e "rigoristas." O seu comportamento pessoal tem muitas vezes se rebaixado a atos de bufonaria que agrada às multidões.

O senhor consistentemente tem ignorado a advertência salutar do seu imediato antecessor, que renunciou ao papado em circunstâncias misteriosas, oito anos após ter convidado os bispos reunidos diante dele, no início do seu pontificado para  que "orem por mim, para que eu não fuja, por medo dos lobos". Só para citar o seu predecessor em sua primeira homilia como Papa:

"O Papa não é um monarca absoluto cujos pensamentos e desejos são lei. Pelo contrário: o ministério do Papa é a garantia da obediência a Cristo e à sua Palavra. Ele não deve proclamar as próprias ideias, mas sim constantemente ligar a si mesmo e a Igreja à obediência à Palavra de Deus, diante de toda a tentativa de adaptá-la ou diluí-la e cada forma de oportunismo. "

Uma interferência seletiva na Política, sempre politicamente correto

Ao longo de seu mandato como "Bispo de Roma"  tens demonstrado pouca consideração pelas limitações da autoridade papal e sua competência, preferindo se intrometer em assuntos políticos, como a política de imigração, direito penal, o meio ambiente, a restauração de relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba (ignorando a triste situação dos católicos sob a ditadura Castro) e até mesmo se opondo ao movimento de independência da Escócia. No entanto, continuas recusando-se a se opor a governos seculares quando esses desafiam a lei divina e lei natural ao adotarem medidas como a legalização de "uniões homossexuais," que é uma questão de lei divina e natural em que um Papa pode e deve intervir.
Na verdade, suas muitas condenações dos chamados males sociais, (todos eles alvos politicamente seguros) são continuamente desmentidos por suas próprias ações, que comprometem o testemunho da Igreja contra os múltiplos erros da modernidade:

• Ao contrário do constante ensinamento da Igreja baseado na Revelação, o senhor tem procurado a abolição universal da pena de morte, não importando quão grave o crime, e até mesmo a abolição das penas de prisão perpétua, mas em contrapartida jamais pediste com a mesma ênfase pelo fim da legalização do aborto, que a Igreja sempre e constantemente condenou como o assassinato em massa de inocentes.

• O senhor declarou que o simples fiel peca gravemente se ele não consegue reciclar o lixo doméstico ou desligar as lâmpadas desnecessárias, ao mesmo tempo em que gastas milhões de dólares em eventos de massa vulgares em torno de sua pessoa em vários países, para os quais viajas com grandes comitivas em jatos fretados que fazem grandes emissões de carbono na atmosfera.

• O senhor exige a abertura das fronteiras para "refugiados" muçulmanos na Europa, uma massa composta predominantemente de homens em idade militar, enquanto mantém  sua residência por trás dos muros da cidade-estado do Vaticano que exclui estritamente não-residentes. Esses muros foram construídos por Leão IV justamente para evitar um segundo saque muçulmano à cidade de Roma.

• O senhor fala incessantemente dos pobres e das "periferias" da sociedade, ao mesmo tempo em que se alia à rica e corrupta hierarquia alemã pró-aborto e pró-contracepção, celebridades pró-homossexuais e potentados da globalização.

• O senhor diz desprezar gananciosas corporações que só buscam o lucro e "a economia que mata", enquanto as honra com audiências privadas e aceita doações generosas dos tecnocratas mais ricos do mundo e líderes empresariais, chegando mesmo a permitir que a Porsche alugasse a Capela Sistina para um "concerto magnífico ... organizado exclusivamente para seus participantes ", que pagaram cerca de US $ 6.000 por cabeça pelo acesso exclusivo. Essa foi a primeira vez que um Papa Romano permitiu que este espaço sagrado fosse usado para um evento corporativo.

• O senhor exige o fim da "desigualdade", enquanto abraças ditadores comunistas e socialistas que vivem no luxo e mantém as massas sofridas sob seus jugos.

• O senhor condena um candidato americano à presidência como "não cristão", porque ele visa prevenir a imigração ilegal, mas não diz nada contra os ditadores ateus que abraças e que cometeram assassinato em massa, perseguem a Igreja e aprisionam os cristãos em estados policiais.

Ao promover suas opiniões pessoais sobre política e políticas públicas, como se fossem doutrina católica, não hesitaste em abusar até mesmo da dignidade de uma encíclica papal, empregando-a para  subscrever a discutível e até mesmo fraudulenta afirmação científica sobre "mudança climática", o "ciclo do carbono"," poluição de dióxido de carbono" e "a acidificação dos oceanos". O mesmo documento também exige que os fiéis respondam a uma suposta "crise ecológica", através do apoio a programas seculares do ambientalismo, como os Objetivos de Desenvolvimento sustentável das Nações Unidas , os quais o senhor muito tem elogiado, muito embora esses mesmos documentos pregam o que eles chamam de "acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", que em outras palavras significa a contracepção e o aborto.

Um Indiferentismo desenfreado

Podemos dizer que quando se trata das destrutivas novidades pós-conciliares de "ecumenismo" e "diálogo inter-religioso", dificilmente o senhor é um pioneiro na matéria, no entanto ninguém as promoveu no grau que temos visto, nem mesmo durante os piores anos da crise pós-conciliar, resultando num indiferentismo religioso que praticamente dispensa a missão da Igreja, como a arca da salvação.

No que diz respeito aos protestantes, o senhor declara que eles são todos membros da mesma "Igreja de Cristo" como Católicos, independentemente do que eles acreditam, e que as diferenças doutrinárias entre Católicos e protestantes são questões relativamente triviais a serem trabalhadas por um acordo entre teólogos.

Devido a essa opinião, o senhor tem desencorajado ativamente as conversões protestantes, incluindo um certo "Bispo" Tony Palmer, que pertencia a uma seita anglicana separatista que pretende ordenar mulheres. Como o próprio Palmer relatou, quando ele mencionou que estava  "voltando para casa, para a Igreja Católica" , o senhor deu-lhe esta resposta chocante: "Ninguém está voltando para casa. Você está caminhando para nós e nós estamos caminhando em sua direção e nós vamos nos encontrar no meio. "No meio do quê? Palmer morreu em um acidente de moto logo depois. Por sua própria insistência no entanto, o homem cuja conversão o senhor deliberadamente impediu,  foi enterrado como um bispo católico- sem dúvida uma zombaria contrária ao magistério infalível do seu predecessor Leão XIII que deixou claro que "ordenações realizadas de acordo com o rito anglicano foram, e são, absolutamente nulas e totalmente sem efeito. "[Leão XIII, Apostolicae curae (1896), DZ 3315]

No tocante às outras religiões em geral, o senhor adotou como programa virtual o mesmo erro condenado pelo Papa Pio XI há 34 anos antes do Vaticano II: "aquela falsa opinião que considera todas as religiões mais ou menos boas e louváveis, uma vez que todas de maneiras diferentes manifestam e indicam o sentido que é inato em todos nós, e pelo qual somos levados a Deus e ao reconhecimento obediente do seu governo". O senhor desconsiderou completamente a admoestação de Pio XI de que "aquele que apoia os que detêm essas teorias e tentam realizá-las, estão abandonando completamente a religião divinamente revelada". Nesse sentido, o senhor acaba sugerindo que até mesmo os ateus podem ser salvos,  meramente por fazerem o bem, provocando, assim, o louvor efusivo da mídia.

Parece que, na sua opinião, a tese herética de Rahner sobre  os "cristãos anônimos", a qual abraça praticamente toda a humanidade e que implica na salvação universal, definitivamente substituiu o ensinamento de Nosso Senhor: "Aquele que crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado (Mc 16:16)".

Simultaneamente publicado pelo The Remnant. E também  na íntegra na versão impressa do Catholic Family News, outubro 20

CFNews. org: With Burning Concern: We Accuse Pope Francis: The Remmnant & Catholic Family News - I of III.

Fonte: http://romadesempre.blogspot.com.br  via  www.sinaisdoreino.com.br

Nota de www.rainhamaria.com.br

Declarou o zeloso Arcebispo Marcel Lefebvre: "Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja?Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário. Já ouvimos a objeção: "Então cabe a nós julgarmos a fé católica?" Mas não será dever de um católico julgar entre a fé que lhe ensinam hoje e a que foi ensinada e crida durante vinte séculos e que está escrita nos catecismos oficiais como o do Concílio de Trento, o de São Pio X e em todos os catecismos antes do Vaticano II? Como foi que agiram os verdadeiros fiéis diante das heresias? Preferiram dar o sangue a trair sua fé".

Sempre lembrando...

“Roma perderá a Fé e se tornará a sede do Anticristo”, são as palavras que Nossa Senhora profetizou em La Salette, na França, uma aparição reconhecida pela Igreja.

Disse Nossa Senhora Bom Sucesso, em 1594: “Tempos funestos sobrevirão, nos quais….aqueles que deveriam defender em justiça os direitos da Igreja, sem temor servil nem respeito humano, darão as mãos aos inimigos da Igreja para fazer o que estes quiserem” (II, 98).

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

A Nova Igreja Satânica do Papa Francisco:


Josef Seifert, filósofo católico austríaco, que foi amigo do Papa João Paulo II


Espera que o Papa Francisco revogue as declarações objetivamente heréticas em Amoris Laetitia para evitar cisma, heresia e a completa divisão na Igreja

De LifeSiteNews | Tradução Sensus fidei: 21 de setembro de 2016 — Josef Seifert, filósofo católico austríaco e amigo íntimo do falecido Papa João Paulo II, disse em uma entrevista que espera que o Papa Francisco revogue as declarações “objetivamente heréticas” em Amoris Laetitia para evitar “cisma”, “heresia”, e “a completa divisão na Igreja.”

Falando para Gloria.TV sobre uma carta que escreveu ao Papa Francisco e um ensaio no qual descreve algumas de suas preocupações com a exortação: Seifert explicou que há quatro conclusões que se pode tirar de Amoris Laetitia.

Estas quatro conclusões “são radicalmente diferentes e, portanto, creio que é necessário esclarecer qual é a verdadeira resposta”, afirmou.

A primeira conclusão é que permanece sacrilégio aqueles que, em estado de pecado mortal sem arrependimento, recebam a Sagrada Comunhão, embora a nota 351 abra a porta para isso.

Os defensores deste argumento “podem dizer que o texto não é um documento magisterial, como diz o Cardeal Burke, e que não dispõe da forma apropriada para mudar o Catecismo Católico [e] os 2.000 anos de tradição disciplinar sacramental com apenas alguns traços de caneta. … Então, nada mudou, basicamente, e o documento, talvez, tentou mudar algo, mas isso não muda nada.”

“A segunda [conclusão] é o oposto — é o contrário, absoluto e radical seguir adiante”, disse Seifert. “E isso significa que cada casal, todos os homossexuais, todas as lésbicas, adúlteros, todos os recasados, não casados — todos são bem vindos à mesa do Senhor.”

Homossexuais tem a palavra na Missa, e depois...

Um cardeal dando a Eucaristia para estes homossexuais.

Francisco não o repreende. Quem cala consente.

Tudo OK. Quem sou eu para julgar!!

Ele observou que esta é essencialmente a interpretação adotada pelos Bispos das Filipinas, que “fizeram um grande pronunciamento nesse sentido.”

“Esta interpretação não pode ser o que realmente o Papa quis dizer — não deve ser o que o Papa realmente quer dizer porque leva a inúmeros sacrilégios, todos os tipos de grandes pecadores [vindo] para o Sacramento da Comunhão”, disse Seifert. Permitir isso “abre-se a porta para transformar a Igreja, o templo de Deus, [em] uma espécie de templo de Satanás.”

Abaixo, Dom José Gómez, Arcebispo de Los Angeles (Estados Unidos)

Durante um evento católico, este arcebispo deu sua benção, a família composta de um casal homossexual e mais a criança que adotaram.

Seifert apela ao Papa Francisco para “absolutamente e obrigatoriamente declarar que esta [interpretação] é uma compreensão completamente falsa do ensinamento da Igreja.”

Foro interno seria uma ‘catástrofe pastoral’

A terceira interpretação possível de Amoris Laetitia é a de que os casais podem “discernir” com a ajuda de um sacerdote se são realmente culpados das ações que continuamente cometem, e que a Igreja objetivamente denomina como pecaminosas.

“Como se aplicaria isso?”, Perguntou Seifert. “Se um padre disser para o adúltero,”você é um bom adúltero, está em estado de graça, você é [uma] pessoa muito piedosa, de maneira que lhe dou a minha absolvição sem que seja preciso você mudar a sua vida e, então, [pode] ir receber a Sagrada Comunhão… E depois vem outro, e ele diz, ‘Oh, você é um verdadeiro adúltero. Primeiramente, você deve se confessar, reestruturar a sua vida, mudar a sua vida, e então você poderá ir para a comunhão. “Quero dizer, como deve ser esse trabalho?”

Isto “parece completamente inapropriado” e poderia tornar-se uma “catástrofe pastoral”, adverte Seifert. Ele disse que isso também poderia confundir casais católicos divorciados recasados, alguns dos quais podem ser contados por seu sacerdote para seguir em frente e receber a Sagrada Comunhão e outros sendo contados pelo mesmo padre para viver em abstinência, a fim de receber a Sagrada Comunhão. Seifert nota que esta terceira conclusão contém “o problema da falácia lógica”, que parte do princípio de que se uma pessoa “não entende que o que ela faz é errado, que está inocente e em estado de graça, mas a cegueira para o erro de uma ação pode ser em si gravemente [pecaminosa].”

“Isto é uma falsa suposição que muitos casais que não encontraram nada de errado em voltar a casar e divorciar sejam todos pecadores inocentes em estado de graça, porque a sua cegueira [em relação ao fato de que estão cometendo adultério] em si [pode ser um pecado]”, disse Seifert.

Aparente ‘negação do inferno’ deve ser corrigida ‘para maior clareza’

De acordo com Seifert, a quarta interpretação possível de Amoris Laetitia está em as pessoas poderem dizer em sã consciência que seu primeiro casamento era inválido, mesmo se um tribunal eclesiástico tenha afirmado o contrário, e, portanto, podem se divorciar, “casar” novamente, e receber os sacramentos, mantendo uma relação sexual com sua segunda esposa.

“Isso não deve ser deixado para a consciência do indivíduo julgar se o seu casamento foi válido ou não, e também não relegado ao julgamento de um único sacerdote… a existência de um sacramento exige uma cuidadosa investigação e essa é [exatamente ] a tarefa dos tribunais da Igreja e, portanto, as pessoas simplesmente não podem… em consciência dizer, eu não era casado e agora eu me casei novamente”, explicou Seifert. Ele também disse que a ideia de que uma pessoa possa declarar, por si mesma, que o seu casamento era inválido foi condenada pelo Concílio de Trento e, portanto, não está em harmonia com o ensinamento da Igreja.

É “objetivamente herético” afirmar, como faz Amoris Laetitia, que alguém possa simplesmente ser incapaz de viver de acordo com as exigências do Evangelho, disse Seifert. Amoris Laetitia sugere que as pessoas podem “reconhecer que é a vontade de Deus viver em um relacionamento adúltero”, mas “que contradiz claramente alguns dogmas do Concílio Tridentino e contradiz claramente Veritatis Splendor e outros ensinamentos solenes da Igreja”, afirmou.

Seifert ressaltou que sua intenção não é acusar o Papa de herege, mas, simplesmente, apontar que ele fez declarações heréticas que devem ser corrigidas.

“Ele diz que ninguém está condenado para sempre… que o contexto pode ser interpretado de maneiras diferentes, mas é difícil interpretá-lo de qualquer outra forma senão através da negação do inferno”, observou. Cristo “nos adverte para o grande e real perigo da condenação eterna”, como muitos santos e a Virgem Maria nas aparições aprovadas pela Igreja têm nos advertido, “e, portanto, para o Papa convidar aos Sacramentos pessoas em estado de pecado grave e, ao mesmo tempo, dizer que ninguém será condenado para sempre, penso que há riscos disso ser entendido como uma negação da possibilidade de condenação”.

“Então eu disse ao Papa que ele deve, em primeiro lugar, esclarecer que nesta declaração não foi a sua intenção negar o inferno, o que seria contrário à Sagrada Escritura, e contrário a vários [dogmas]”, disse Seifert. Mesmo se o Papa Francisco não tenha pretendido que a instrução parecesse ser uma negação do inferno, “creio que muitas pessoas entendem isso dessa maneira e ele deve, portanto, claramente dizer qual é a verdade do Evangelho e não dar a impressão de negar o inferno” concluiu. Isso deve ser feito por “uma questão de clareza e para o cuidado pastoral.”

Seifert falará ‘mesmo que tenha que morrer por isso’

Papa Francisco apenas “cresceria em estima e respeito diante do mundo” se ele retratasse as declarações em Amoris Laetitia que aparentemente contradizem a doutrina católica, disse Seifert. Se ele “persiste nisso”, então há o “risco de cisma.”

“Para evitar o cisma, evitar a heresia e evitar a separação completa na Igreja, entendo que é necessário que o Papa … esclareça [estes] problemas” e revogue-os, adverte Seifert.

Seifert ressaltou que ele não é o único acadêmico católico a soar o alarme sobre Amoris Laetitia. Professor Robert Spaemann, um dos principais professores de filosofia alemão e amigo próximo do Papa Emérito Bento XVI, e Dr. Jude P. Dougherty, reitor emérito da Escola de Filosofia da Universidade Católica da América, ambos levantaram sérias preocupações com a exortação. O primeiro chamou de uma “ruptura” com a tradição católica e este último escreveu que a ambiguidade do Papa Francisco significa que “o que antes estava certo tornou-se problemático.”

“Mesmo que eu tenha que morrer por isto, acredito que é preciso falar mais alto porque não se pode permanecer em silêncio quando vemos as verdades importantes e também fundamentais para a salvação eterna dos fiéis sendo obscurecidas… no documento”, disse Seifert. Fonte: Sensus Fidei

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Novamente lembrando essas sábias palavras abaixo.

Disse o Santo Arcebispo francês Marcel Lefebvre.

Em Homilia proferida em Lille, em 29 de agosto de 1976.

"A verdade e o erro não estão em pé de igualdade. Isso seria colocar Deus e o diabo em pé de igualdade, visto que o diabo é o pai da mentira, o pai do erro.

Se acontecesse do papa não fosse mais o servo da verdade, ele não seria mais papa. Não digo que ele não o seja mais – notem bem, não me façam dizer o que não disse – mas se acontecesse disso ser verdade, não poderíamos seguir alguém que nos arrastasse ao erro. Isto é evidente.

Dizem-nos: “Vocês julgam o papa”. Mas onde está o critério da verdade? Dom Benelli jogou na minha cara: “Não é o senhor que faz a verdade”. Claro, não sou eu que faço a verdade, mas também não é o papa. A Verdade é Nosso Senhor Jesus Cristo, portanto devemos nos reportar ao que Nosso Senhor Jesus Cristo nos ensinou, ao que os Padres da Igreja e toda a Igreja nos ensinou, para saber onde está a verdade.

Não sou eu quem julga o Santo Padre, é a Tradição. Uma criança de cinco anos, com seu catecismo, pode muito bem responder para o seu bispo. Se seu bispo viesse lhe dizer: “Nosso Senhor não está presente na Santa Eucaristia. Sou eu que sou a testemunha da verdade e te digo que Nosso Senhor não está presente na Santa Eucaristia”. Pois bem! essa criança, apesar de seus cinco anos, tem seu catecismo. Ela responde: “Mas, o meu catecismo diz o contrário”. Quem tem razão? O bispo ou o catecismo.

Ora, eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque elesnão ensinam mais a fé católica. Não defendem mais a fé católica. Eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja Católica. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja?"

Diz na Sagrada Escritura:

"Ele lhes disse: Vós pretendeis passar por justos perante os homens, mas Deus conhece-vos os corações: porque o que para os homens é estimável, é abominável perante Deus". (São Lucas 16,15)

"Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos", (I Coríntios 6, 9)

"Nós, porém, sentimo-nos na obrigação de incessantemente dar graças a Deus a respeito de vós, irmãos queridos de Deus, porque desde o princípio vos escolheu Deus para vos dar a salvação, pela santificação do Espírito e pela fé na verdade. E pelo anúncio do nosso Evangelho vos chamou para tomardes parte na glória de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, pois, irmãos, ficai firmes e conservai os ensinamentos que de nós aprendestes, seja por palavras, seja por carta nossa. Nosso Senhor Jesus Cristo e Deus, nosso Pai, que nos amou e nos deu consolação eterna e boa esperança pela sua graça, consolem os vossos corações e os confirmem para toda boa obra e palavra!" (II Tessalonicenses 2, 10 -16)

"Mas, como Deus nos julgou dignos de nos confiar o Evangelho, falamos, não para agradar aos homens, e sim a Deus, que sonda os nossos corações".  (I Tessalonicenses  2, 4 )

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

O Incrível Ano de 2017:

Dionei Cleber Vieira – Blog
O Ano de 2017 …

 6 de abril de 2016  Dionei Cleber Vieira  Bíblia, Curiosidades, Guerra, Judaismo, Questões
O ano de 2017 que se aproxima é repleto de aniversários curiosos e significativos, entre outros dados que mostram que talvez seja um ano … “marcante”:

– Em 2017 serão 800 anos da profecia de Judah ben Samuel sobre os 10 jubileus, feita em 1217.
– Em 2017 serão 500 anos desde que começou o último Califado Muçulmano, o qual tomou Jerusalém em 20 de Março de 1517.
– Em 2017 serão 500 anos da Reforma Protestante, onde Lutero publicou suas 95 teses em 31 de outubro de 1517.
– Em 2017 serão 120 anos do Primeiro Congresso Sionista ocorrido em 29 de agosto de 1897.
– Em 2017 serão 100 anos da Declaração de Balfour, escrita em 2 de novembro de 1917 e da libertação de Jerusalém das mãos dos Otomanos pelos Ingleses.
– Em 2017 serão 70 anos do Estado de Israel, promulgado através da resolução 181 da ONU em 29 de novembro de 1947 (Plano de Partilha da Palestina). Em 14 de maio de 1948 ocorreu a Independência de Israel.
– Em 2017 serão 50 anos da retomada completa do controle de Jerusalém por Israel após a Guerra dos Seis Dias ocorrida de 5 a 10 de junho de 1967.
– Em 2017 é o último ano referenciado pela profecia dos 10 jubileus, que já teve seus cumprimentos em 1517, 1917, 1967 …
– Em 2017 ocorrerá um evento astronômico que lembra a figura descrita em Apocalipse 12, da “mulher vestida do sol com a lua debaixo dos pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça”, pois em 23 de setembro de 2017 a constelação de virgem, vista a partir de Jerusalém, terá uma formação similar. Não estou afirmando que Apocalipse 12 se refira a isso, mas a semelhança é digna de nota.
– Curiosamente o ano de 2017 também possui interseção com o ano judaico de 5777 (que começa em 03 de outubro de 2016) e o número 7 é significativo para quem conhece as Escrituras, ainda mais quando aparece 3 vezes ( 777 ).

Obviamente eu não posso afirmar com certeza que algo de proporções históricas irá acontecer em 2017, pois eu não tenho nem permissão e nem autoridade para fazer afirmações diretas. Mas eu posso fazer essa seguinte especulação a partir dos padrões vistos no passado, pois em 1517, 1917, 1947 e 1967, que foram anos importantes relacionados a Jerusalém (e Israel indiretamente), são todos anos relacionados a guerras que prenunciaram os eventos ocorridos nesses anos conforme descrito abaixo:

– Em agosto de 1516 houve uma guerra no Oriente Médio, não muito longe de Aleppo, que permitiu aos Otomanos tomarem Jerusalém em 1517.
– Em 1914 iniciou a Primeira Guerra Mundial que preparou todo o cenário necessário para a tomada de Jerusalém pelos Ingleses em 1917 e para a Declaração de Balfour.
– Em 1939 iniciou a Segunda Guerra Mundial que preparou todo o cenário que culminou na criação do Estado de Israel em 1947.
– Em 1967 ocorreu a Guerra dos Seis Dias que levou Jerusalém a ser completamente controlada por Israel novamente após quase 2000 anos.
– Estamos em 2016, e 2017 tem todos esses “aniversários” e “marcos” acima descritos … caso o padrão se mantenha, isso indique que talvez vejamos algo ocorrendo, quem sabe uma guerra ainda em 2016 ou mesmo em 2017 como prenúncio de algo significativo que ocorrerá … ou talvez nada significativo ocorra … só o tempo dirá …

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Visitem Cemitérios:

E vejam quem e o que somos realmente.
Pensem e ajudem ao próximo.
Deus proteja aos moradores de rua.
Porém maior sofrimento não há
para quem não faz o bem e
multiplica o mal.
Se tornem pobres porque muito em
breve perderemos tudo.
Façamos desta vida um pedacinho
do céu.
Eu já me retirei deste mundo e estou muito
bem,graças a Deus.
Sejamos o pequenino rebanho do Senhor,
aguardando ansiosamente por sua volta.
Não falta muito.Falta muito,muito pouco.
Que perda de tempo só pensar em diversão
e desenvolvimento intelectual hoje em dia
sobretudo.Quem ama de verdade quer ver
a todos no céu e não no inferno,nem que
para isso sejamos desprezados ou até
mortos.Quem quiser tirar minha cruz serà
meu inimigo.Eu amo os cemitérios.

O Verdadeiro Valor e Adoração Eucarísticos:

Padre Peter Carota: Nosso Deus é um Deus amoroso e misericordioso. Mas Ele não será escarnecido por qualquer um.

Como você pode amar a Deus e confiar em Sua misericórdia, se você não obedece ao  ensinamentos católicos? Precisamente por causa de nosso amor em resposta ao Seu amor nós nos humilhamos e obedecemos. Jesus é a Cabeça da Igreja Católica


Por Padre Peter Carota – Traditional Catholic Priest | Tradução Sensus fidei:

Uma semana atrás, um amigo me disse que o catolicismo tradicional, como eu o prego, manda todos para o inferno. Ele não gosta de mim ou desse tipo de catolicismo. Ele disse que Deus é misericórdia.

Em primeiro lugar eu não prego que todo mundo vai para o inferno. Mas eu acredito que poucas pessoas estão indo para o céu, e isso me incomoda muitíssimo.

Por que eu digo isso, porque os católicos e os outros têm passado por uma lavagem cerebral no sentido de acreditar que as suas ações não têm consequências quando se apresentarem diante de Deus ou onde quer que forem depois da morte.

Ainda esta manhã um outro amigo me contou que o seu vizinho de 93 anos está furioso comigo. Ele ainda está com raiva de mim porque eu fiz sua neta vestir um manto na igreja, pois ela não estava vestida de acordo com o código de vestuário do Vaticano e porque a imodéstia ofende a Deus. Quando este homem morrer, eu não tenho nenhuma ideia para onde ele irá. Isso dependerá se ele se arrepender e se confessar antes de morrer.

Outro caso é o de outro vizinho que disse a outro amigo que ele gostava muito de mim até que eu também obriguei a neta dele a usar um vestido em um casamento. Agora, ele também me odeia.

Bem, eu sou um sacerdote. Eu estou honrando a Deus e Sua igreja. Maria disse muito claramente em Fátima que certos estilos de roupas ofendem muito a Deus. Então, estes dois homens morrem e o que Deus dirá para eles? Bom trabalho por perseguirem um padre que honrou a Mim e a Minha Mãe. Deus não está para ser empurrado de lado como gente rica e soberba empurra um bom padre e pessoas tradicionais ao seu redor. Deus não pensa como pensa o homem.

Nosso Deus é um Deus amoroso e misericordioso. Mas Ele não será escarnecido por qualquer um. Em Fátima, Maria mostrou o inferno às crianças e as pessoas que nele se debatiam como em brasas. As crianças teriam morrido de horror com o que viram, se Maria não as tivesse sustentado.

Imagine que lugar horrível é o inferno que apenas a sua visão faz com que você morra. Se você ama alguém, como você pode não querer salvá-lo de ir para o inferno do qual Jesus tanto fala na Bíblia? Jesus é um mentiroso? Jesus é a própria Misericórdia. Mas Ele facilmente condena qualquer um que não ajude outros os menos afortunados do que eles mesmos ou que não acreditam Nele. Jesus iria ser odiado aqui hoje em dia. E Ele é. Mas espera que nós O amemos.

Deus é amor e nós, católicos tradicionais amamos a Deus. Precisamente porque tanto amamos a Deus que queremos ter a Missa mais sagrada possível. Nós todos pensamos que amamos a Deus. Mas eu realmente pergunto a você, você ama tanto a Deus a ponto de só desejar agradá-Lo? Assim, o seu gosto pode odiar o latim. Seu corpo pode odiar ajoelhar.


Apesar disso, você vai para a Santa Missa Tradicional, porque ela é tão agradável a Deus. Não há elementos nela que tratem a Deus de uma maneira ofensiva.

Por exemplo, a maneira como você recebe o Corpo e o Sangue de Jesus na Sagrada Comunhão. (Para uma nota lateral, Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus está totalmente presente na Hóstia da Sagrada Comunhão e totalmente presente no Sangue no Santo Cálice. Não é possível dividir o Corpo e o Sangue de Jesus. Em cada partícula Jesus está presente.) Então, quando você não recebe Jesus na mão como se fosse comida normal, e, em vez disso, ajoelha-se e recebe-O na língua, você O honra com este gesto, porque essa é a forma de tratar a Deus quando você O ama e O respeita. Você não vai deixa-Lo cair no chão para ser pisado nas migalhas que são deixadas depois em suas mãos e que caem pelo chão ou em qualquer lugar.

É por isso que patenas são usadas, mesmo quando se recebe Jesus de joelhos e na língua. Pequenas partículas caem, eu as vejo cair.

Eu não posso enfatizar bastante o quanto é importante fazer bem tudo o que agrada a Deus e evitar o que Lhe desagrada antes de nós morrermos. É por isso que confio na Liturgia Católica Tradicional, na moral e nos seus ensinamentos. Eu não confio no que se faz para se sentir bem ou no que os ensinamentos da Igreja acabaram de encontrar para justificar a minha maneira de sentir e o que a minha consciência me diz. Isso é como oscilar o seu destino eterno entre a sua opinião ou a opinião de outra pessoa. Lembre-se das últimas quatro coisas: Morte, Julgamento, Céu ou Inferno. Se você ama alguém você irá lhe dizer a cada minuto de sua vida, “Não vá para o inferno” “VÁ PARA O CÉU” não importa o sacrifício que tenha de fazer. Como você pode amar a Deus e confiar em Sua misericórdia, se você não obedece aos ensinamentos católicos? Precisamente por causa de nosso amor em resposta ao Seu amor nós nos humilhamos e obedecemos. Jesus é a Cabeça da Igreja Católica.

A misericórdia de Deus é melhor manifestada e encontrada no Santo Sacrifício da Missa. O primeiro e único sacrifício por todos os pecados consumado sobre a Cruz do Calvário, na Sexta-feira, continua a fazer presentes a misericórdia e as graças de Deus para todos nós hoje. Eu creio em um Deus de misericórdia, outro sábio não teria a esperança de ser salvo do inferno. Mas eu sei que é um dom dado apenas para os humildes pecadores arrependidos que confessam e praticam tudo o que a Santa Igreja Católica tem ensinado desde o início. A misericórdia de Deus flui através do Santo Sacrifício da Missa, através de outros Santos Sacramentos e, especialmente, no Santo Sacramento da Confissão. É muito mais seguro eternamente ser um católico tradicional.

Fonte:  Traditional Catholic Priest   via  Sensus Fidei

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Por Dilson Kutscher

Será que você, estimado(a) irmão(ã), está ciente de em que nosso País, a grande maioria dos arcebispos, bispos e sacerdotes proíbem, chegando até mesmo ao absurdo de negar a comunhão, quando o fiel ajoelha-se para receber JESUS Eucarístico?

Imagine-se agora chegando na Igreja, e ao ultrapassar a porta, repentinamente Nosso Senhor JESUS CRISTO torna-se visível a sua frente, em toda Sua Glória e Majestade! Qual atitude você tomaria? Penso que a mesma que eu faria, ou seja, se jogaria aos pés de Nosso Salvador e Redentor... Ou estou enganado?

Agora reflita comigo: O que poderá levar um eclesiástico a impedir que um comungante ajoelhe-se perante seu DEUS? Temos pouquíssimas hipóteses, e como não poderia ser diferente, todas elas gravíssimas, para essa circunstância...

Pois então vejamos:

Em virtude da Sagrada Eucaristia ser JESUS Vivo, Corpo, Sangue, Alma e Divindade, portanto apenas não O enxergamos, como na hipótese levantada anteriormente ao ingressar na Igreja, porém ELE está ali, completamente, integralmente... Como então negar para a Sua Augusta Presença todo nosso amor, respeito e gratidão por Seu amor e Misericórdia de vir até nós, pobres e miseráveis pecadores, fazendo-se Alimento para socorrer-nos em nossas fragilidades e pequenez de simples criaturas?

Ajoelhar-nos é o mínimo! Na realidade devíamos sim, prostrar-nos todos em Adoração a Sua Divina Presença!

E quando os eclesiásticos, aqueles que tem o dever maior de zelar para que haja respeito, devoção e piedade perante JESUS Eucarístico, agem de maneira inversa, impedindo que se dê o máximo de reconhecimento em atos de fé, o que nos resta concluir, além da certeza de que DEUS está sendo ofendido pelo desprezo e a impiedade de seus prediletos, e os fiéis escandalizados:

É simples, esses ao assim se posicionarem demonstram claramente que NÃO ACREDITAM MAIS NA PRESENÇA REAL DE NOSSO SENHOR NA HÓSTIA CONSAGRADA; se é que um dia acreditaram...

Estes que não se ajoelham perante o Santíssimo Sacramento, não se ajoelham para o REI Jesus, para DEUS Altíssimo, são verdadeiros rebeldes, de coração soberbo, fazendo a vontade do demônio, que um dia bradou: "Não servirei!"

"Quebraste desde o princípio o meu jugo, rompeste os meus laços, e disseste: não servirei". (Jeremias 2, 20)

Portanto são REBELDES! Sim, é isso que eles são! REBELDES!! E como tal deveriam ser afastados, já que não acreditam também na Sagrada Escritura e nem nas Tradições da Santa Igreja, defendidas com máximo zelo e ardor pelos Mártires, Doutores, Santos e Papas.

(Santo Padre Pio comungava na boca e de joelhos)

Diz na Sagrada Escritura: (ou já não consideram mais a Palavra de Deus?)

"Volvei-vos para Mim, e sereis salvos, todos os confins da terra, porque Eu Sou DEUS e Sou o único, juro-o para Mim mesmo! A verdade sai de Minha boca, Minha palavra jamais será revogada: TODO JOELHO DEVE DOBRAR-SE DIANTE DE MIM..."(Is. 45,22-23)

"Entrando na casa acharam o Menino com Maria, Sua Mãe. PROSTRANDO-SE DIANTE DELE, O adoraram".(Mt. 2,11)

"Então aqueles que estavam na barca PROSTRARAM-SE DIANTE DELE e disseram: "Tu és verdadeiramente o Filho de DEUS".(Mt. 14,33)

"Mas aquela mulher veio PROSTRAR-SE DIANTE DELE, dizendo: Senhor, ajuda-me!"(Mt. 15,25)

"E quando eles se reuniram ao povo, um homem aproximou-se deles e PROSTROU-SE DIANTE DE JESUS..."(Mt. 17,14)

"Vendo isso, Simão Pedro CAIU AOS PÉS DE JESUS e exclamou: "Retira-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador".(Lc. 5,8)

"Adiantou-se um pouco e PROSTRANDO-SE com a Face por terra, assim rezou: "Meu PAI, se é possível, afasta de Mim este cálice! Todavia não se faça o que EU quero, mas sim o que TU queres".(Mt. 26,39)

"Posto de JOELHOS, exclamou em alta voz: "Senhor, não lhes leves em conta este pecado"... A estas palavras, expirou".(At.7,60)

"Por esta causa DOBRO OS JOELHOS em presença do PAI, ao qual deve a sua existência toda família no Céu e na terra..."(Ef. 3,14-15)

"... Os Anciãos PROSTRAVAM-SE e adoravam."(Ap.5,14)

"...PROSTRAVAM-SE de face em terra diante do trono e adoravam a DEUS".(Ap.7,11)

"Então os vinte e quatro Anciãos e os quatro Animais PROSTRARAM-SE e adoravam a DEUS que se assenta no trono, dizendo: "Amém! Aleluia!"(Ap. 19,4)

"Mas ele me disse: "Não faças isto! Sou um servo como tu e teus irmãos, os profetas, e aqueles que guardam as palavras deste livro. PROSTRA-TE DIANTE DE DEUS".(Ap. 22,9)

No documento S.C.S.D.W. INAESTIMABILE DONUM, de 1980, aprovado pelo Papa João Paulo II, lemos:
"Para que o coração possa se curvar diante de DEUS, em reverência profunda, a GENUFLEXÃO deve ser cuidadosa."

"A pessoa pode esperar de pé por símbolos e promessas, mas a realidade que é DEUS presente na EUCARISTIA, a pessoa DEVE RECEBER COM CARINHO E DE JOELHOS!"(Papa São Pio X)

Declarou o Bispo Athanasius Schneider: "Parem e pensem, como tratamos o Céu aqui na Terra, escondido na Hóstia consagrada. Devemos receber de joelhos, que é o gesto de maior reverência que podemos ter".

Estimados irmãos, ao concluir este texto, gostaríamos de reafirmar:
"Os que hoje alegam hipocritamente dificuldades "operacionais" para que todos voltem a comungar de joelhos, são os mesmos que rapidamente trataram de suprimir as mesas de comunhão; e como bem sabemos, um erro nunca justificou outro. E mais, nada na face desta terra é motivo suficiente, para reduzir-se atos de Adoração, amor e gratidão ao Nosso amado Senhor que tanto sofreu, e ainda sofre por nós... Por nossa falta de amor..."
Se você vai passar, a partir de agora, a ajoelhar-se para receber JESUS, essa decisão é de sua inteira responsabilidade, mas não se deixe constranger pelo padre ou bispo apóstata, porque...

"Pedro e os apóstolos replicaram: Importa obedecer antes a DEUS, do que aos homens". (At 5,29)

Também não fique preocupado se em sua paróquia a grande maioria comunga em pé; porque se eles tem vergonha dos homens, lembre-se:

"Portanto, quem der testemunho de Mim diante dos homens, também EU darei testemunho dele diante de Meu PAI que está nos Céus. Aquele, porém, que Me negar diante dos homens, também EU o negarei diante de Meu PAI que está nos Céus". (Mt. 10,32-33)

Porque está escrito: "Por Minha Vida, diz o Senhor, diante de Mim SE DOBRARÁ TODO JOELHO, e toda língua dará glória a DEUS" (Is. 45,23). Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a DEUS". (Rm. 14, 11-12)

Somente resta-nos lembrar também o seguinte....

Como disse São Gregório Magno, que como Papa, foi um exemplo de humildade: "A Igreja, nos últimos tempos, será espoliada da sua virtude. O espírito profético esconder-se-á, não mais terá a graça de curar, terá diminuta a graça da abstinência, o ensino esvair-se-á, reduzir-se-á – senão desaparecerá de todo – o poder dos prodígios e dos milagres. Para o anticristo está se preparando um exército de sacerdotes apóstatas".

domingo, 4 de setembro de 2016

Os Melhores Álbuns de Todos os Tempos:

Estes 4 álbuns de paul Mccartney(Wings),marcaram profundamente
minha vida como músico e como ser humano.Parabéns,Paul.Que
Deus te proteja e abençoe.
                                                                   Mccartney.1970

                                                                   Ram.1971.

                                                               Wild Life.1972.

                                                               Band on the Run.1974.

sábado, 3 de setembro de 2016

O Desastre de Dust Bowl:


  Se você assistiu ao épico de ficção científica de Christopher Nolan, Interstellar, deve se lembrar dos primeiros minutos do filme. Ambientado em 2067, vemos relatos de sobreviventes de uma bacia de poeira apocalíptica. Embora o filme de Nolan seja fictício, essas cenas são na verdade clipes de entrevista reais de sobreviventes do Dust Bowl, que quase destruiu o meio-oeste dos Estados Unidos na década de 30.
Estas fotos não-ficcionais de nevascas sinistras engolindo cidades norte-americanas durante a Grande Depressão são provavelmente o mais perto do armagedon proposto no filme. Não é de se admirar que os moradores das planícies acreditavam estar diante do fim do mundo. Por quase uma década, tempestades de poeira de proporções bíblicas castigaram a região.

   Comparada com as histórias saídas do antigo testamento Egito, as tempestades de poeira não apenas mataram o gado e mataram cultivos, elas trouxeram pragas de gafanhotos e manadas de coelhos famintos que vasculhavam a terra a procura de alimento, por conta do tremendo desequilíbrio natural.


   Sem chance de fugir do pó, muitas pessoas adoeceram e morreram de pneumonia ou desnutrição, causando um êxodo que seria registrado como a maior migração na história americana dentro de um curto período de tempo. Três milhões e meio de pessoas abandonaram suas fazendas em Oklahoma, Arkansas, Missouri, Iowa, Nebraska, Kansas, Texas, Colorado e Novo México.

O Dust Bowl não foi um desastre natural mas sim a maior catástrofe ambiental causada pelo homem na história americana. Some uma seca grave e atípica e temperaturas altíssimas com a ganância humana de fazer um dinheiro rápido e más práticas agrícolas para definir o cenário do inferno na terra.


Dust Storm

Com a Grande Depressão e valor do trigo em colapso, ao invés de seguir a recomendação do governo para reduzir a produção, os agricultores desesperados colhiam ainda mais trigo em um esforço de compensação de suas perdas. Os campos foram deixados expostos e vulneráveis ​​à seca de 1932.

O solo virou pó e quando os ventos começaram a aumentar, a não aplicação de métodos de agricultura de sequeiro desencadeou uma série de graves consequências. O que deveria ter sido apenas uma temporadas difícil para os agricultores se transformou em "10 anos apocalipse.

U.S. DUST BOWL MIGRATORY WORKER

Kansas Church and a Black Blizzard


Logo, da próxima vez que você ouvir alguém tirando sarro do "implausível" enredo apocalíptico de um filme de ficção científica, talvez você trazer esse pedaço esquecido da história para a conversa de bar. Dá para se aprofundar na história com o documentário de 2012 de Ken Burns, que emprestou suas entrevistas com sobreviventes reais para a cenas de abertura de Interstellar.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

O Falso Conceito de Caridade:

Padre Rodrigo Maria: O falso conceito de caridade e a falsa confiança na misericórdia é o que mais tem levado almas para o inferno


Embora nunca se tenha falado tanto de Jesus como em nossos tempos, nunca se compreendeu tão pouco o que Ele disse como agora.

A maior parte dos seguidores de Cristo, inclusive os que frequentam Igreja, não sabem quem Ele é nem porque Ele veio ao mundo.

Ainda que muitos respondam automaticamente que Ele é o ”Filho de Deus” que ”veio ao mundo para nos salvar”; a grande maioria desses, não sabem o que significa ser ”O Filho de Deus”, nem no que consiste essa salvação que Ele veio operar em nosso favor.

A grande maioria dos que se dizem seguidores de Cristo, vivem em contradição teórica e prática com aquilo que ensinou o Messias.

Os conceitos cristãos de amor, alegria, bem, felicidade, paz e tantos outros sofreram tal influencia da mentalidade revolucionária reinante em nossos dias que, ou perderam o seu sentido original ou passaram a significar exatamente o contrário de antes.

A geração da tecnologia e do conhecimento específico, renunciando à racionalidade no entendimento de Deus, do mundo e do homem mesmo, passou a pautar sua conduta em sentimentos e no imperativo da vontade sobre a razão. Faz-se o que se quer sem se perguntar se é certo ou errado. E quando se pergunta, se desvia o critério, antes racional e alheio a nós mesmos, para ter como parâmetro a própria vontade.

Foi seguindo essa lógica perversa que chegamos a esse ser esdrúxulo que é o ”cristão” de hoje… que defende (consciente ou não) as mais variadas ideias, ideologias ou comportamentos contrários a fé que diz professar…

Como resultado desse desconhecimento, desprezo e incoerência com a Palavra de Deus temos hoje uma multidão de pessoas que se dizem cristãs e que:

01- Defendem o aborto(ou apoiam partidos e organizações abortistas), mas são contra as pessoas terem uma arma para se defenderem;

02- Não veem maiores problemas no sexo livre e não enxergam mais o nexo entre o ato sexual e as consequências inerentes ao mesmo;

03- Acham normal o divórcio e as ”famílias alternativas”, mas veem com estranheza famílias normais com quatro filhos ou mais;

04- Acham que todas as religiões são iguais e que todas podem salvar;

05- São simpáticas ou adeptas do socialismo marxista e não veem nenhuma contradição em um cristão apoiar o PT e outros partidos revolucionários;

06- Que frequentam associações ou outras religiões cujas doutrinas e práticas são condenadas pela Bíblia e pela Igreja;

07- Creem que não há nenhum mal em se frequentar, promover, gostar e patrocinar eventos como o carnaval, Parada Gay, baile Funk, etc;

08- Defendem que não se pode corrigir as pessoas pois cada um tem sua forma de pensar…e discordar de determinadas ideias ou comportamentos seria preconceito;

09- Acham que Deus, porque nos ama, não se importa com o que fazemos, desde que sejamos pessoas ”boas” e façamos alguma caridade ao nosso próximo;

10- Acreditam que Deus, porque é misericordioso, perdoará a todos e não condenará a ninguém, pois é ”Pai”; etc; etc; etc;…

Quando se explica de modo claro e objetivo a incompatibilidade dessas e outras ideias e comportamentos com a fé cristã, esses mesmos ”cristãos”, em geral pacifistas e adeptos do ”dialoguismo”, se exasperam e acusam seus oponentes de serem fundamentalistas, reacionários, preconceituosos, retrógrados, desalmados, insensíveis, fechados ao ”novo”, etc..

O ”deus” destes ”cristãos” de nosso tempo, é um ser totalmente bondoso e compreensivo, que não tem regras, nem mandamentos, nem exigência nenhuma…tudo o que ele quer é que as pessoas sejam felizes fazendo o que elas gostam.

Esse ”deus” dos modernos ”cristãos” ”iluminados” é um ”deus” totalmente misericordioso e tolerante, que a todos perdoa e a ninguém condena. Que ama as pessoas como elas são e não se importa com o que elas fazem… que acolhe a todos do jeito que vivem e com as práticas que têm…ele é puro amor, por isso a ninguém castiga e tudo tolera, pois ”infinita é a sua misericórdia”…

Esses modernos ”cristãos” se creem portadores de uma moral superior, desconhecida outrora pelos rudes antepassados na fé… possuem uma fé tão madura que acolhe todos os credos e culturas; um amor tão superior que não condena nenhum comportamento, nenhuma ideia… enfim um coração tão expansivo que acolhe todas as ideologias e formas de pensamentos, menos claro, a daqueles cristãos reacionários que querem impor sua fé e sua moral a todos os demais cristãos e até aos outros…

Quando se mostra a essas pessoas que na verdade a fé delas é em um falso ”deus” que nada tem a ver com o Deus da Bíblia revelado em Jesus Cristo; e que na verdade elas são idólatras, adoradores de um ”deus” criado por elas, à sua imagem e semelhança, razão pela qual não são cristãs em sua forma de pensar e agir… então elas se irritam, esbravejam e nos acusam de fundamentalismo, batem o pé dizendo que são cristãs sim… e que: ”quem somos nós para julgá-las”, etc… querem por todas as formas mostrar que é possível o círculo ser quadrado… e que eles são cristãos…

Quando os pretensos cristãos são confrontados com as palavras de Cristo que desmontam suas afirmações relativistas e demostram, por exemplo, a ordem de Cristo para se pregar o Evangelho a todas as nações e fazer de todos os povos seus discípulos (Mt.28, 18ss), logo se apressam a dizer que eles veem de modo diferente…

Quando se mostra que Jesus manso e humilde de coração, acolheu a todos, mas de todos exigiu a conversão e a mudança de vida, colocando a renuncia ao pecado como condição para segui-lo (Jo.8,11), os mais misericordiosos do que Cristo dizem: ”o que importa é o amor…”.

Quando se prova com as palavras de Cristo que o verdadeiro amor a Deus implica na OBEDIÊNCIA aos seus mandamentos (Jo.14,15), dizem que o ”deus” no qual acreditam não é legalista e que ademais é misericordioso e perdoa a todos…

Quando se faz ver que Deus é misericordiosos e perdoa sim a todos, desde que se arrependam de seus pecados e se disponham a mudar de conduta, reapresentam seus chavões dizendo que o ”deus” deles é compreensivo e não se importa com essa bobagem de pecado…que ele é bom, etc…

Quando se mostra que na Bíblia é Jesus quem mais falou do inferno (18 vezes), sendo categórico que não é possível servir a dois senhores (Mt.6,24), e que nossa salvação está condicionada à obediência aos mandamentos do Pai (Mt. 7,21); estas almas ”iluminadas” dizem seu ”deus” é amor e que não podemos ”julgar ninguém”… mimimimimi.

Em geral, esse povo que se proclama cristão, que jura ser católico, etc..não acredita na autoridade da Palavra de Deus e do Magistério da Igreja. Desprezam solenemente a fé e os valores cristãos naquilo que não se adequam à sua visão de mundo. Se acham mais justos e misericordiosos do que Cristo, pois querem enfiar no céu até quem não quer ir para lá…

A pretensa caridade dos sedizentes cristãos que professam fé em ”deus” que não tem mandamentos, nem leis, que acolhe tudo de todos, que é tão misericordioso que perdoa até os que de nada se arrependem, tem levado mais almas para o inferno do que todas as legiões do inferno juntas.

O diabo tem nesses falsos cristãos melhores colaboradores do que em qualquer dos seus camaradas chifrudos que estão no inferno.

Que Deus se digne socorrer o seu povo que se perde por falta de conhecimento (Os.4,6) e envie muitos santos sacerdotes e pastores de almas que não tenham medo de ensinar a verdade e tenham amor suficiente para enfrentar os lobos atuais e conduzir as ovelhas de Deus no caminho estreito da santidade e da salvação.

Padre Rodrigo Maria, - escravo inútil da Santíssima Virgem

Fonte: www.padrerodrigomaria.com.br  via  www.rainhamaria.com.br