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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Frases do Pequeno Príncipe:




A experiência ensina-nos que amor não significa duas pessoas a olhar uma para a outra mas ambos a olharem na mesma direção...

A fuga não levou ninguém a lado nenhum.

A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar.

A ordem não cria a vida.

A verdadeira solidariedade começa onde não se espera nada em troca.

Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção.

Apenas se vê bem com o coração, pois nas horas graves os olhos ficam cegos.

As estrelas são belas por causa de uma flor que não se pode ver...

As estrelas são todas iluminadas... Será que elas brilham para que cada um possa encontrar a sua?

As pessoas crescidas têm sempre necessidade de explicações... Nunca compreendem nada sozinhas e é fatigante para as crianças estarem sempre a dar explicações.

Cada um é responsável por todos. Cada um é o único responsável. Cada um é o único responsável por todos.

Cada um que passa em nossa vida, leva um pouco de nós mesmos, e deixa um pouco de si mesmo. Há os que levam muito, e há os que deixam muito, mas não há os que não deixam nada.

Conhecer não é demonstrar nem explicar, é aceder à visão.

É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros. Se consegues fazer um bom julgamento de ti, és um verdadeiro sábio.

É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou.

É o espírito que conduz o mundo e não a inteligência.

É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Dizem que são tão belas!

Ele era para mim como uma fonte no deserto.

Então, eu me sinto feliz. E todas as estrelas riem docemente.

Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez tua rosa tão importante.

Na minha civilização, aquele que é diferente de mim não me empobrece;  me enriquece.

Não chore por ter perdido o pôr do sol, pois as lágrimas te impedirão de contemplar as estrelas.

Não é a distância que mede o afastamento

O Amor é a única coisa que cresce à medida que se reparte. O
 amor  verdadeiro começa lá onde não se espera mais
 nada em troca.

O que quer dizer cativar? É uma coisa muito esqucida... Significa laços.O essencial é invisível aos olhos, e só se pode ver com o coração.

O que dá beleza ao deserto é que esconde um poço de água em
 qualquer parte.

O que nos salva é dar um passo e outro ainda.

O que quer dizer cativar? É uma coisa muito esquecida...Significa laços.

O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.  Por isso nunca se canse de amar, algum dia você verá os grandes frutos do seu amor que foi sempre cultivado.

O verdadeiro homem mede a sua força, quando se defronta com o obstáculo.

Os homens compram tudo pronto nas lojas... Mas como não há lojas de amigos, os homens não têm amigos.

Os homens cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim e não encontram o que procuram. E, no entanto, o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa.

Para enxergar claro, bastar mudar a direção do olhar.

Para os que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes.

Pode ir, tudo bem, mas se for voltar, não espere que eu seja a mesma pessoa.

Quando a gente está triste demais, gosta do pôr do sol.

Quer seja a casa, as estrelas ou o deserto, o que os torna belos é o invisível.

São tão contraditórias as flores! Mas eu era jovem demais para saber amar.

Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz.

Sempre há outra chance, uma outra amizade, um outro amor. Para todo fim, um recomeço.

Ser homem é ser responsável. É sentir que colabora na construção do mundo.

Será como a flor. Se tu amas uma flor que se acha numa estrela, é doce, de noite, olhar o céu. Todas as estrelas estão floridas.

Só as crianças sabem o que procuram.

Só conheço uma liberdade, e essa é a liberdade do pensamento.

Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.

Sua tarefa não é de prever o futuro, mas sim de o permitir.

Também somos ricos das nossas misérias.

Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um amigo!Todas as pessoas grandes foram um dia crianças. Mas poucas se lembram disso.

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.

Você deve perdoar o fato de que a primeira reação das pessoas é julgar  alguém por seu aspecto externo.

Você não se sente sozinha aqui no deserto? No meio da multidão também nos sentimos sozinhos.


Ser Criança:


Ser Criança é ...
É aceitar o novo e desejar o máximo.

É acreditar no momento presente com tudo o que oferece.

É aprender a existir, é se sentir amada, pertencente, é poder acreditar que há futuro.

É aventura, é desafio.

É conseguir perdoar muito mais fácil do que brigar.

É esquecer um pouco das responsabilidades sem contudo ser irresponsável.

É gostar de casquinha de sorvete, de bolo de chocolate, de passar a ponta do dedo no merengue.


É gostar de quem olha no olho e fala baixo.

É inventar novas formas de ser criança.

É nascer de novo a cada dia...

É rir e brincar.

É sempre sorrir sempre estar aberto para o novo ser criança.

É ser artista.

É ser conquistador.

É ser herói.

É ser índio e cowboy.

É ser inesquecivelmente feliz com muito pouco.

É ser o sonho, o futuro e a esperança.



É ser Inventor, poeta e escritor.

É ser protagonista.

É ter coragem de não ter medo.

É ter pouca paciência e muita pressa.

É tornar-se gigante diante de gigantescos pequenos obstáculos.

É viver intensamente o presente, não viver condicionado ao futuro nem ruminando o passado.


Ser criança é achar que o mundo é feito de fantasias, sorrisos e brincadeiras.

Ser criança é acreditar num mundo cor de rosa, cheio de pipocas.

Ser criança é acreditar que tudo é possível.

Ser criança é acreditar, esperar, confiar.

Ser criança é adorar deitar na grama, ver figuras nas nuvens e criar histórias.

Ser criança é andar confiante por caminhos difíceis e desconhecidos na ânsia de desvendar mistérios.

Ser criança é aventura, é desafio...


Ser criança é estar em constante estágio de aprendizado, é querer buscar e descobrir verdades sem a armadura da dúvida.

Ser criança é fazer amigos antes mesmo de saber o nome deles.

Ser criança é gostar da brincadeira, do sonho, do impossível.

Ser criança é gostar de fantasias e acreditar nelas.

Ser criança é gostar de sentar na janela e detestar a hora de ir para a cama.

Ser criança é gostar do aconchego de um colo de mãe.

Ser criança é habitar no país da fantasia, viver rodeado de personagens imaginários.

Ser criança é cantar fora do tom e dar risadas se alguém corrige.

Ser criança é chorar sem saber porque.

Ser criança é colar o nariz na vidraça e espiar o dia lá fora.

Ser criança é começar a viver.

Ser criança é comer algodão doce e se lambuzar.

Ser criança é detestar relógios e compromissos. É ter pouca paciência e muita pressa.

Ser criança é errar e não assumir o erro.

Ser criança é estar de mãos dadas com a vida na melhor das intenções.


Ser criança é misturar sorvete com televisão, computador com cheiro de flor, passarinho com goma de mascar, lágrimas com sorrisos.

Ser criança é olhar e não ver o perigo.

Ser criança é pedir com os olhos.

Ser criança é perseguir a felicidade sem se importar com a idade.

Ser criança é poder dormir a hora que tiver vontade ou simplesmente ficar curtindo a cama num dia de frio.

Ser criança é querer ser feliz.

Ser criança é saber embrulhar desapontamentos e abrir caixinhas de surpresas.

Ser criança é saber nada e poder tudo.

Ser criança é ser capaz de perdoar e anestesiar
a dor com uma dose de sabedoria genuína e peculiar.

Ser criança é ser feliz com muito pouco.

Ser criança é sorrir e fazer sorrir.

Ser criança é ter o dia mais feliz da vida, todos os dias.

Ser criança é ter sempre uma pergunta na ponta da língua e querer muito todas as respostas.

Ser criança é ter um riso franco esparramado pelo rosto, mesmo em dia de chuva, é adorar deitar na grama, ver figuras nas nuvens e criar histórias.

Ser criança é, também, poder contar com um adulto, ao lado — como apoio e guia — que ensine a ter esperança e fé … É ainda saber ser o adulto que nunca esqueceu da criança que foi um dia… a criança que ainda vive no seu íntimo e que justifica e dignifica todos os tropeços que teve que enfrentar no seu dia-a-dia para aprender a ter fé e acreditar em si próprio e sentir-se forte o suficiente para criar asas e voar para a vida e assim ter o direito de viver, brincar, crescer, sonhar e realizar...
Ser criança é ter fé em Deus e rezar desde pequeno.

Ser Criança é . . .
Fonte: Pesquisa livre na internet
Blog Saltitando com as Palavras

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

General Contra a Globo:

General de Exército Luiz Schroeder Lessa: É extremamente lastimável que uma rede de televisão, de ampla cobertura nacional, se volte contra o seu próprio povo

Procurando destruir o que ele tem de mais sagrado, base de toda a sua unidade: a família

23.10.2017 -









QUANDO UMA TV ATACA A NAÇÃO

É extremamente lastimável que uma rede de televisão, de ampla cobertura nacional, se volte contra o seu próprio povo, procurando destruir o que ele tem de mais sagrado, base de toda a sua unidade: a família.

Não é de hoje que as Organizações Globo e muito em particular a sua TV Globo buscam interferir, de forma desabrida e escancarada, na família brasileira, não para reforçar os seus laços, mas para denegri-la procurando incentivar fissuras e lacunas, na certeza de que assim estarão desestabilizando, de forma definitiva, o estado brasileiro.

Assim tem sido na condução das suas novelas que, insistentemente, inoculam a desarmonia e o desrespeito familiar, aviltando os princípios basilares da sociedade brasileira, estimulando a quebra de padrões que concorrem para a sadia convivência entre as suas diferentes gerações. Incentivam as tão controversas políticas de gênero, que atingem crianças em tenra idade protegidas pelas leis brasileiras, muito em particular, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente; incentivam a prática de atividades criminosas, que transformam os bandidos em pessoas de bem e os agentes da lei em contumazes, perversos e violentos marginais. Esse tem sido o pano de fundo que norteia e orienta todos os passos da organização televisiva nos tumultuados dias de hoje.

Todavia, no programa Fantástico, de 8 de outubro p.p., todos os limites da TV Globo foram ultrapassados, quando passou a defender, publicamente, como arte, cenas do mais baixo nível, intrinsicamente ligadas à pedofilia, zoofilia, necrofilia, homossexualismo e outras bizarrices, taxando-as como educativas, destinadas a quebrar os tabus e os princípios de unidade que governam a chamada “família tradicional”, por ela tão combatida e considerada, até mesmo, uma aberração. Por completo, ignorou a exposição de crianças inocentes a cenas tão chocantes e extravagantes.

A reação do povo brasileiro não se fez por esperar. O levante foi e continua geral em toda a sociedade com manifestações as mais variadas de pais, educadores, terapeutas, políticos, teólogos, sociólogos, padres, bispos, pastores, religiosos em geral que, surpresos e sobressaltados, procuram entender as reais motivações do tão pernicioso proceder da TV Globo. Sem dúvida, essa TV defende e segue os ditames que se propagam mundo afora de que a família tradicional é obsoleta, deve ser destruída, e um dos pilares para tal é a ampla divulgação e posterior adoção das políticas de gênero e da prática dos princípios politicamente corretos , intensamente difundidos e divulgados na imprensa mundial e por nós tão avidamente assimilados, alicerçados na retórica reação-repetição-absorção, ou seja, a sociedade inicialmente reage, a seguir é submetida a maçantes repetições sob as mais variadas formas e conteúdos e, por fim, passa a aceitar os absurdos e a tolera-los como normal. Tudo de acordo com os ditames da agenda da Nova Ordem Mundial, que busca denegrir a moral, o caráter coletivo da sociedade, o enfraquecimento do nacionalismo, para a implantação dos seus nefastos objetivos de formação do cidadão global.

Por todos os recantos do Brasil e mesmo no exterior, a reação contra a Globo tem sido surpreendente. Nas mídias sociais o clamor ultrapassa todas as fronteiras, sejam elas físicas, psicossociais ou políticas e mesmo em canais da TV aberta as críticas são contundentes. Não poderia ser de outra maneira para um país que ostenta a esmagadora maioria de 84,6% de cristãos na sua população, que não pode ver a cruz do seu Cristo ser vilipendiada e associada a ritos de perversão sexual, nem as suas inocentes crianças misturadas a marginais sociais que querem nos fazer assimilar, goela abaixo, modos de vida e princípios que a nossa sociedade repudia. Todavia, causa estranheza o silêncio de organizações costumeiramente vigilantes e prontas a denunciar problemas de muito menor envergadura, como a OAB, a CNBB e até mesmo o Ministério Público e o governo em geral, que se omitiram, por completo, em assunto de tamanha gravidade para o futuro da nossa juventude. As igrejas evangélicas, com o seu amor a Deus, sagrada devoção à sua fé e persistente defesa dos laços familiares, têm tomado a dianteira no combate à vil ação da Globo, enquanto os católicos e os espíritas, como de costume, têm se mantido em silêncio. Apenas o bispo de Apucarana, Dom Celso Antônio Marchiori, fez um contundente pronunciamento na sua homília, no Santuário de Aparecida, quando da grande festa dos 300 anos da aparição da imagem da Virgem. Uma solitária voz. Que vergonha, CNBB!!!!

É preciso que todas as igrejas cristãs, em comunicado conjunto, repudiem as políticas deletérias e as campanhas difamatórias há muito adotadas pela Globo, mas incrementadas consideravelmente nos tempos atuais. Nesse particular, é oportuno relembrar o vibrante libelo J’ÀCCUSE, de Dom Lucas Moreira Alves, cardeal primaz do Brasil, em Salvador, em 1993, denunciando, há 27 anos atrás, as práticas costumeiras dos canais de televisão e que, hoje, se repetem com muito maior virulência:

“Acuso a televisão brasileira de ser demolidora dos mais autênticos e inalienáveis valores morais, sejam eles pessoais ou sociais, familiares, éticos, religiosos e espirituais. Demolidora porque não somente zomba deles, mas os dissolve na consciência do telespectador e propõe, em seu lugar, os piores contravalores. Neste sentido, é assustadora a empresa de demolição da família e dos mais altos valores familiares – amor, fidelidade, respeito mútuo, renúncia, dom de si – realizada quotidianamente, sobretudo pelas telenovelas. Em lugar disso, o deboche e a dissolução, o adultério e o incesto”.

De há muito, o povo já percebeu que a TV Globo é contraria aos seus valores mais caros e manifesta a sua repulsa nos níveis de audiência da empresa, que devem continuar caindo de forma consistente. Sem subterfúgios, os seus objetivos maiores de dissolução da família brasileira foram escancarados, em consonância com os ditames da agenda global a que se sujeitou, mantendo-se totalmente alheia aos tradicionais costumes e à profunda devoção religiosa da nossa gente, determinada, por todos os meios que lhe aprouver, a desconstruir os valores cristãos do povo brasileiro.

General da reserva Luiz Gonzaga Schroeder Lessa

Rio de Janeiro, 18 de outubro de 2017

Fonte: http://ataqueaberto.blogspot.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br


Em imagens...





domingo, 22 de outubro de 2017

Erguei a Cabeça:

Padre Divino Antônio Lopes: O católico autêntico, isto é, o verdadeiro soldado de Nosso Senhor, não olha o número de inimigos nem se preocupa com as armas do outro lado

 
Publicado no dia 21 Outubro 2017

Porque a sua confiança está no Deus Eterno e não em suas forças

1
Não fomos criados por Deus para vivermos amuados num canto. Aquele que vive amuado não caminha, mas fica parado sem progredir, e seu prejuízo é irreparável.

2
Sabemos que a vida é curta... que o tempo passa para não mais voltar; então é preciso trabalhar e  não ficar amuado.

3
Aquele que vive amuado, que cruza os braços e que se recua diante dos obstáculos é um péssimo soldado; esse será vencido antes de entrar no campo de batalha.

4
Quem vive desanimado caminha olhando para o chão; esse contempla somente o passageiro e o vazio... o seu coração vive amargurado e pesado. Está claro que o desânimo é inimigo da santidade e do progresso espiritual.

5
Senhor, ajude-nos a permanecermos sempre de pé, a progredirmos na santidade e a vivermos somente para Ti.

6
Sabemos que existem muitas dificuldades pelo caminho; os obstáculos são muitos e às vezes enormes... mas é preciso olhar para o alto e pensar imediatamente no prêmio eterno, isto é, na felicidade do Céu.

7
Aquele que pensa no Céu Eterno não fica amuado perante as dificuldades.

8
Um dos melhores remédios para vencer os obstáculos é caminhar com a cabeça erguida, isto é, caminhar confiante na força do alto... em Deus.

9
Milhões de pessoas se prostram por terra diante dos obstáculos; essas pessoas jamais chegarão ao Céu, porque para lá chegar é preciso muita luta e sacrifício.

10
Somente os violentos entrarão no céu, isto é, os que “pisarem” as próprias paixões, “enforcarem” os vícios, jogarem fora a vontade própria, “chutarem” o mundo e as suas máximas, “varrerem” do coração todo o apego... e dizer a Cristo Jesus: Senhor, quero somente a Ti, nada além de Ti.

11
Céu é a Pátria dos violentos, isto é, daqueles que amam a Deus de todo o coração e que desprezam as criaturas.

12
Violento é aquele que reserva o coração somente para Deus... que vive nesse mundo como se somente ele existisse, isto é, desapegado de tudo e de todos... Violento é aquele que usa o podão da firmeza para cortar os gravetos da vaidade que espetam o seu coração... que tranca a porta do seu coração abrindo-a somente para Deus... Violento é aquele que passeia pelo mundo como se fosse uma sombra... sem se manchar.

13
Senhor, ajude-nos a sermos violentos... queremos conquistar o Céu... queremos pertencer-Lhe, queremos viver somente para Ti; por isso é preciso que sejamos violentos, ou melhor, violentíssimos.

14
O católico não foi criado por Deus para viver no comodismo e no relaxamento... ele deve estar sempre de pé, isto é, pronto para enfrentar todas as tentações, os inimigos visíveis e invisíveis, as dificuldades e obstáculos que surgirem em seu caminho. Deve estar de pé, porque é esta a postura do soldado de Deus, pronto para o combate e de olho na vitória... mas não basta estar de pé, é preciso também estar com os olhos abertos, atento e preparado para o combate; muitos estão de pé, mas caminham sonolentos e se defendem preguiçosamente.

15
O soldado de Deus permanece sempre de pé; o mesmo não dorme nem cochila na vida espiritual... não se senta nem se prostra, porque sabe que a terra é lugar de luta e combate, e que somente o Céu é lugar de repouso.. repouso para quem sair vencedor.

16
O católico autêntico, isto é, o verdadeiro soldado de Nosso Senhor, não olha o número de inimigos nem se preocupa com as armas do outro lado, porque a sua confiança está no Deus Eterno e não em suas forças.

17
Quem fica sentado e prostrado, com certeza será derrotado; porque não é essa a atitude do soldado de Nosso Senhor.

18
Quanto maiores forem os ataques, mais firme deve permanecer o soldado de Cristo Jesus.

19
O soldado não vai  à guerra para ficar de braços cruzados, mas sim, para lutar. O mesmo deve acontecer com o católico; ele não está na terra para viver comodamente, mas para lutar até conseguir a vitória... e a vitória só é conquistada com luta e luta contínua.

20
São milhões os católicos que correm pela planície da vida fácil, mas quando encontram um pequeno obstáculo, prostram-se por terra e se dão por vencidos. Quanta covardia! É preciso lembrá-los de que é necessário lutar principalmente quando surgem obstáculos, porque o caminho do Céu é carpetado de espinhos e pedras.

21
O católico deve ser o soldado de Deus; soldado valente, perseverante e fiel... soldado que luta contra os inimigos visíveis e invisíveis.

22
Para conquistar a Vida Eterna, o católico deve guerrear violentamente contra si mesmo... “cara a cara”, “frente a frente”, sem medo, sem poupar-se, com sinceridade e perseverança. Para milhões de católicos, essa luta é difícil até para começar, porque não querem “matar” a si mesmos, isto é, não querem eliminar da vida aquilo que ofende a Deus; e assim vão vivendo na mediocridade, de derrota em derrota até caírem no abismo eterno.

23
O verdadeiro soldado de Nosso Senhor não deve se dar por vencido; mas deve estar sempre atento e se fortalecer depois de cada batalha... o mesmo deve se alimentar muito bem da oração, mortificação e sacramentos da Confissão e Eucaristia. Aquele que entra no combate sem estar preparado cairá logo no início.

24
É preciso ir para a batalha com os olhos fixos em Nosso Senhor e permanecer com os olhos fixos n’Ele; porque fora d’Ele só existe derrota. Cristo Jesus é o Senhor desse exército, e aquele que não estiver sob a Sua proteção será derrotado logo no início.

25
Para ser santo é preciso querer...  é preciso dar o primeiro passo, isto é,  eliminar tudo aquilo que não agrada a Deus e praticar somente o que Lhe agrada.

26
Quantos marcaram metas e hoje vivem nas trevas. Estão na escuridão porque ficaram parados ou então regrediram. Para se salvar não basta marcar metas, mas é preciso dar o primeiro passo e caminhar até o fim.

27
Muitos marcam metas e se desanimam só em avistar a sombra dos obstáculos; esses com certeza não chegarão a nenhum lugar... são os covardes que se entregam antes de entrarem na batalha.

28
Vivemos num mundo que é um verdadeiro campo de batalha; aqui só vence quem luta... luta... e luta com perseverança.

29
O Céu não é para aqueles que marcam metas; e sim, para os que lutam e vencem a batalha.

30
A luta é contínua: luta contra o demônio, o mundo e a carne. Quem cruzar os braços e deixar de lutar será vencido.

31
Muitos católicos covardes tentam se consolar dizendo ser fracos. É importante lembrá-los de que os santos também tiveram as suas fraquezas, mas lutaram e venceram a batalha... Foram coroados no Céu porque saíram vencedores.

32
Não podemos “venerar” as nossas fraquezas como se fossem a porta do Céu; precisamos sim, superá-las... e isso não acontece sem luta... e luta contínua.

33
Muitos são aqueles que sem coragem de lutar são envolvidos pela fraqueza... os mesmos acabam apodrecendo.

34
Para ganhar a batalha e se salvar, não basta lutar somente uma vez na vida; mas é preciso lutar diariamente e com garra.

35
É preciso entrar cada dia no campo de batalha... entrar com firmeza e prudência. É preciso olhar para todos os lados, porque o inimigo surge de todos os lugares.

36
Muitos lutam só por lutar... mas não deve ser assim; é preciso lutar para vencer e vencer sempre... lutar com valentia. Os mártires estão no Céu porque venceram a luta... venceram dando a vida, derramando o sangue por amor ao Cordeiro Imaculado.

37
Jamais devemos nos dar por vencidos, mas sim, devemos lutar até o fim e recomeçarmos sempre.

38
É preciso recomeçar a cada dia... com o coração abrasado de amor e com os olhos fixos na cruz.

39
Aquele que recomeça com os olhos fixos no chão, caminhará pouco e cairá; é preciso caminhar com os olhos fixos em Deus... para o alto.

40
Somos fracos, miseráveis e limitados, por isso, devemos recomeçar a cada dia. Não fomos criados para adorar as nossas quedas, e sim, para adorar ao Deus Altíssimo... é preciso recomeçar a cada dia.

41
Infeliz daquele que cai e que fica prostrado na poeira; esse jamais chegará ao lugar desejado.

42
Feliz daquele que depois de uma queda, olha para o alto e pede ajuda ao Deus Eterno... que se levanta e que recomeça com humildade a caminhada rumo ao Céu.

43
Aquele que recomeça confia na misericórdia do Senhor que perdoa um coração contrito e humilhado.

44
Se queremos verdadeiramente entrar na Vida Eterna, devemos recomeçar a cada dia; não podemos deixar que as nossas faltas obstaculizem a nossa caminhada rumo ao Céu.

45
Um atleta quando cai durante uma competição se levanta imediatamente, e mesmo ferido continua a correr, porque os seus olhos estão fixos no prêmio. Somos os atletas de Deus, e esse mundo é um campo de batalha; se desejamos verdadeiramente conquistar o Céu, precisamos nos levantar humildemente após cada queda. É preciso recomeçar; aquele que não recomeça será cozido pelo fogo de suas paixões.

Padre Divino Antônio Lopes FP. “Erguei a cabeça”

Fonte; www.filhosdapaixao.org.br

sábado, 21 de outubro de 2017

Nossa Senhora das Graças:


Imagem de Nossa Senhora das Graças - Significado e Símbolos

     
Aqui vamos aprender os significados e símbolos (iconografia) da imagem de Nossa Senhora das Graças.

A aparição

A primeira aparição da imagem de Nossa Senhora das Graças ocorreu em 1830 para Santa Catarina Labouré, em Paris, França. Deixando uma mensagem importante, a de que existiam muitas graças à serem dadas para a humanidade, porém as pessoas não estavam pedindo-as, sendo assim, Santa Catarina se colocou a espalhar as boas novas trazidas pela Virgem Santíssima.

Abaixo conheceremos os símbolos da imagem de Nossa Senhora das Graças.

O manto

O Manto azul da imagem de Nossa Senhora das Graças representa o fato da Virgem Maria, que é um ser humano estar no céu, vivendo com a irrestrita presença de Deus, além de toda a glória celestial, juntamente de seu filho Jesus Cristo, podendo interceder por todos nós que somos seus “filhos adotivos”.


As 12 estrelas na cabeça de Maria

Na imagem de Nossa Senhora das Graças, há doze estrelas em sua cabeça, estas representam os 12 apóstolos da visão de João em apocalipse, estes que também são os pilares da igreja, e seu formato de coroa nos lembra que Maria é a Rainha da Santa Igreja.


A serpente sob os pés

É possível ver abaixo dos pés da imagem de Nossa Senhora das Graças uma serpente sob seus pés, que representa o demônio vencido pela “Nova Eva”, mantendo sua obediência e se mantendo pura, por dizer sim às vontades de Deus e se manter pura gerando Jesus Cristo, com este ato “esmagando a cabeça da serpente”, como nos foi prometido por Deus em Genesis 3, 15. Sendo assim, quem se devota à maria com coração limpo e sincero, vence as tentações e se torna mais próximo de Deus.

O globo

O globo da imagem de Nossa Senhora das Graças é uma demonstração que pode interceder por todos na terra, porém desde que os cristãos peçam incessantemente do fundo de seus corações, nossa mãe Maria pode intervir por todos nós.

O raio que saem das mãos

É possível ver sair das mãos de Maria raios de luz de suas mãos que irradiam para todos os lados. Os raios retratados nessa representação da Virgem Santíssima representam todas as bênçãos e graças das quais ela derrama sobre todos nós diariamente, cabendo a nós exercitando nossa fé, e nos desafiando diariamente em oração alcançarmos estas bençãos que recaem sobre nós.


Ou seja a Imagem de Nossa Senhora das Graças no lembra que se orarmos com fé e convicção muitas bençãos de Deus cairão sob nossas vidas pela intercessão da virgem santíssima.

O Cello Piccolo Mais Raro do Mundo:


O piccolo notável
¨O tenor perdido-violoncello piccolo de 4 cordas¨traz Dimos Goudarouilis tocando um instrumento único,feito a 300 anos.


Goudaroulis e o piccolo de quatro cordas. Seu violoncelo é único. Foi feito há 300 anos na Alemanha
“O que faz um violoncelista que tem uma queda por instrumentos antigos e um amor especial pela música dos séculos XVII e XVIII quando entra numa oficina de instrumentos de corda em São Paulo e descobre num canto, malconservado e abandonado, um violoncelo pequeno e muito antigo?”, diz o grego Dimos Goudaroulis. Isso aconteceu com ele em 1997, ano em que passou a morar na cidade. “O que é isso?”, perguntou Goudaroulis. “Ah! Nada, um instrumento de criança que não soa – não vale nada”, disse o luthier. “Quanto custa?” O luthier se surpreendeu. “Sei lá, faça seu preço.” Goudaroulis acabara de trocar a Europa pelo Brasil. Não tinha dinheiro. Mas fez um lance modesto e fechou o negócio na hora. Foi o melhor negócio de sua vida. O “instrumento de criança” do luthier (Goudaroulis não diz seu nome. Esta história depõe contra ele) é o único violoncelo piccolo de quatro cordas do planeta. Feito na Alemanha no fim do século XVII, tem valor inestimável. Goudaroulis gastou dez anos garimpando repertório para o instrumento, que chama de “cello tenor”. O resultado é o álbum duplo O tenor perdido – O violoncello piccolo de 4 cordas, com Dimos Goudaroulis e o cravista Nicolau de Figueiredo (Selo Sesc, R$ 25).

O álbum seria notável só por trazer as primeiras gravações mundiais de partituras raríssimas feitas para “cello tenor”. Ao escutá-las, torna-se indispensável. As interpretações de Goudaroulis e Figueiredo das quatro sonatas para violoncelo e baixo contínuo (o cravo) do italiano Andrea Caporale (1700-1757), o violoncelista preferido de Haendel, e dos cinco “Allettamenti” de Giuseppe Valentini (ca. 1680-1740) são maravilhosas. O timbre do “cello tenor” difere de qualquer outro cello. Completam o álbum seis solos de cravo, transcrições do inglês William Babell sobre temas da ópera Rinaldo, de Haendel. São de arrepiar. Confirmam que o paulistano Figueiredo, na Europa desde 1980, é nosso melhor cravista.

O tenor perdido tem a qualidade da melhor música antiga executada na Europa, só que foi feito no Brasil. E com um instrumento do qual nada se sabia, até Goudaroulis descobri-lo. “Era lindo, apesar dos remendos e reparos, pequeno e charmoso, muito antigo, bem barroco – meio torto, assimétrico e barrigudo.” Seu estado era lastimável. Goudaroulis trocou as cordas de metal por tripa e foi tocá-lo. “Tinha pouco som mesmo, especialmente a corda dó grave.” Mostrou-o a músicos e luthiers europeus, que ficaram extasiados. Um colega holandês sugeriu: “Por que não tenta montá-lo como um piccolo de quatro cordas (trocando a corda dó pela mi)? No século XVII, havia cellos assim”. Goudaroulis seguiu o conselho, e deu-se o milagre. “Ele era morno, chocho. Quando pus a corda certa, começou a cantar. O volume triplicou. Que transformação rápida, que som lindo e cortante, que timbre!”

Durante nossa entrevista, tive o privilégio de ouvir Goudaroulis tocar o prelúdio da “Suíte para violoncelo nº 1”, de Johann Sebastian Bach. As seis suítes de Bach são o cânone dos violoncelistas. Em 2007, o músico gravou três delas. Em maio, lançará o ciclo completo. O melhor negócio da vida de Goudaroulis foi ótimo para todo mundo.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

O Satânico Pontificado do Papa Francisco:

Socci Recusa-se a Ser Servilmente Lisonjeado

pelo Christopher A. Ferrara
3 de Março de 2016

A 2a Parte do novo livro de Antonio Socci, La Profezia Finale (A Profecia Final), é uma carta aberta de 140 páginas ao Papa Francisco, que oferece um resumo mordaz do seu papado à luz da notável confluência de profecias marianas de dimensão apocalíptica, que começaram no Século XX – e a de Fátima, evidentemente, em primeiro lugar.

Por ‘apocalíptica’, devo dizer que não quero significar o Apocalipse, ou seja, o fim do Mundo, mas ‘apocalíptica’ no sentido secundário de um “grande desastre: um acontecimento repentino e muito mau que causa muito medo, perdas ou destruição” e “algo visto como uma revelação profética” (cf. Merriam Webster Dictionary). E é precisamente este género de apocalipse que temos na visão do “Bispo vestido de Branco”, publicada pelo Vaticano sem a explicação da Santíssima Virgem sobre o seu significado preciso – um texto que ainda não vimos mas que existe, sem dúvida alguma.

Pouco depois da publicação da sua crítica mordaz a este pontificado, Socci recebeu uma carta escrita do próprio punho de Francisco, não muito diferente da ligação telefónica que Francisco fizera a Mario Palmaro, falecido co-autor de outra crítica contundente a este pontificado, bruscamente intitulada “Não gostamos deste Papa”. A essência tanto da carta como da ligação telefónica era: Aprecio a crítica que me fez.

Tudo bem, porque demostra que os fiéis estão, na verdade, no seu direito de criticarem um Papa, quando a crítica se justifica. Afinal de contas, o Papa não é um ditador absoluto. No entanto, não há nenhuma indicação – pelo menos até à data – de que tal crítica tenha levado Francisco a alterar o seu rumo, apesar da súplica de Socci nas linhas com que encerra o seu livro, para que Francisco “seja um dos nossos verdadeiros Pastores que seguem o caminho de Cristo, com o Papa Bento XVI a apoiá-lo com a oração e o conselho. Que Vossa Santidade ajude também a Igreja, hoje confusa e desconcertada, a recuperar o caminho do seu Salvador, reacendendo assim a luz que permitirá que a Humanidade não se perca num abismo de violência.”

Verdade seja dita, Palmaro não se permitiu deixar-se lisonjear por uma demonstração adulatória de atenção pessoal por parte do Romano Pontífice. Durante a conversa telefónica com Francisco, ele teve a coragem de dizer que não deixaria de falar publicamente se continuasse a crise manifesta deste pontificado. E manteve a sua forte crítica sobre a liderança eclesial de Francisco até à sua morte, evidenciando o forte motivo de consciência que o impeliu a defender o bem comum da Igreja.

Isto aplica-se igualmente a Antonio Socci. Seguindo a sua coluna sobre a nota que recebeu de Francisco, Socci dirigiu uma severa crítica ao fracasso total de Francisco em se opor à introdução em Itália da abominação de “casamentos homossexuais”.  Citando uma carta a condenar os “casamentos homossexuais” que Francisco escrevera quando era Arcebispo de Buenos Aires, Socci adverte acidamente: “Palavras muito fortes. Mas Bergoglio, como Papa, não as repete hoje, porque – como ele disse – [durante a conferência de imprensa em-voo ao regressar do México] ‘o Papa é para todos’: ou seja, quer agradar a todos.”

Observando que tanto Francisco como Matteo Renzi, Primeiro-Ministro de Itália, tinham expressado uma forte oposição aos “casamentos homossexuais” antes de terem ocupado as suas posições de poder, Socci conclui: “É evidente que o poder (tanto eclesiástico como político) provoca amnésia. Ou, caso contrário, surgiu neles [em Francisco e em Renzi] o desejo de não pisarem os calos de certas forças que os ajudaram a chegar finalmente à cadeira que ocupam e que hoje os sustentam nela.”

Palavras ásperas, na verdade. Mas decerto justificadas em vista da situação apocalíptica em que a Igreja se encontra agora – que, sem dúvida, é vaticinada na “Profecia Final” que conhecemos como sendo o “Terceiro Segredo de Fátima”.

Fonte: www.fatima.org

domingo, 15 de outubro de 2017

Beata Elena Aiello:

Lembrando Fátima atualizada pela Beata Elena Aiello: Comunismo, modernismo, punição Divina e o Triunfo de Maria

 
Publicado no dia 13 Outubro 2017

13.10.2017 - Nota de www.rainhamaria.com.br

Do site Adelante la Fe | Tradução Sensus fidei:

Monsenhor Francesco Spadafora foi o diretor espiritual da Beata Irmã Elena Aiello (1895-1961), fundadora das Irmãs Mínimas da Paixão, que desde 02 de março de 1923 até 1961, reviveu de maneira dolorosíssima a Paixão de Jesus e teve algumas revelações privadas.

As quais são uma “atualização do segredo de Fátima”, como escreve o mesmo Spadafora[1] — e, portanto, da luta perene entre a Virgem e a serpente (Gn., III, 5), a cidade de Deus e a cidade de Satanás (Santo Agostinho, De Civitate Dei), com a periódica e aparente, mas efêmera prevalência das forças do mal[2].

A “sinagoga de Satanás” contra a Igreja de Cristo

Spadafora escreve: “Na luta violenta, sangrenta e implacável que o judaísmo levará a cabo contra a Igreja, esta não sucumbirá, mas aquele. A perseguição acompanhará sempre a Igreja, que sairá vitoriosa e purificada. São João parte do inimigo então vigente (estamos cerca de 90 d.C.). O verdadeiro perigo não é tanto a violência do exterior como da desunião interna, a flexão da pureza da doutrina e o relaxamento dos costumes. A Igreja tem sido e sempre será perseguida pelas forças do mal, mas saiu e sairá sempre vitoriosa e purificada: a sua arma invencível é a oração [e não a “ação radical”, como recentemente vociferam alguns “tinniens cembalum” (1 Cor., XIII, 1), nota do editor], a fidelidade imutável ao seu Fundador e à doutrina evangélica. A mensagem de Fátima está perfeitamente em linha com o Apocalipse de São João” (F. Spadafora, Fátima y la peste del socialismo, Roma, Giovanni Volpe Editore, 1974, pp. 15-17).

O perigo real

A “sinagoga de Satanás.” (Ap., II, 9) ou “anti-igreja”[3] sempre perseguiu Cristo e a sua Igreja até alcançar o seu vértice. Especialmente com o Concílio Vaticano II (1962-1965) e a reforma da Missa (1969), o plano da “seita secreta / foedus clandestinus” modernista, como a denomina São Pio X no Motu proprio Sacrorum Antistitum (1 de setembro de 1910), de corroer a Igreja a partir do interior tornou-se realidade dramática e misteriosamente iníqua[4]. O verdadeiro perigo hoje não é o comunismo ou Isis, que produziram e produzem mártires com a sua perseguição sangrenta, mas o americanismo modernista[5], que produz apóstatas e depravados com sua corrupção doutrinal e moral interna no ambiente católico e eclesial.

Fátima 1917-1958

Spadafora, tendo resumido o conteúdo das revelações de Fátima de 1917, acrescenta a mensagem que Irmã Lúcia recebeu em 28 de maio de 1958 “depois da segunda metade do século XX, Satanás reinará nos postos mais altos, conseguirá introduzir-nos mais altos escalões da Igreja, em nenhum lugar do mundo existe ordem. Deus punirá o mundo com maior severidade do que o fez com o dilúvio universal. Também para a Igreja virá o período de suas maiores provas: cardeais se oporão a cardeais, bispos a bispos. Satanás marchará em suas fileiras e grandes mudanças acontecerão em Roma. A Igreja será ofuscada. Uma grande guerra será desencadeada depois da segunda metade do século XX. Fogo e fumaça cairão do céu. Deus punirá o mundo muito em breve. Muitas nações desaparecerão da face da terra. Nações sem Deus serão o flagelo escolhido por Deus para punir a humanidade, o demônio está preparando a batalha decisiva contra a Virgem, provocando a queda das almas religiosas e sacerdotais (Fátima e a praga do socialismo, Roma, Giovanni Volpe Editore, 1974, pp. 9-12).

Valor das revelações privadas

Agora, se é verdade que não se deve confundir a “Revelação divina e pública” (concluída com o Apocalipse de São João por volta do ano 95 AD.), que se deve crer com fé sobrenatural, “revelações privadas”, as quais não devemos dar um parecer favorável de fé sobrenatural (cfr. A. Royo Marin, op., Teología de la perfección cristiana, Madrid, BAC, 1994, nn. 800-807, pp. 915-918), no entanto, se elas não contêm nada contrário à fé e à moral, podemos valer-nos delas para nosso crescimento espiritual e não devem ser negligenciadas[6].

O padre dominicano espanhol continua: “não se deve rejeitar, sem mais, uma revelação privada porque algumas de suas partes ou algum detalhe sejam evidentemente falsos. Pode ser que o restante seja verdadeiro” (A. Royo Marin, Teología de la perfección cristiana, Madrid, BAC, 1994, n. 807, p. 917).

As revelações da Beata Elena Aiello

Elena[7] nasceu em Montalto Uffugo (Cosenza) em 16 de abril de 1895 e morreu em Roma em 19 de junho de 1961. Suas revelações ou mensagens sobrenaturais começaram em 1923, mas não foram transcritas até 1937; a partir de 1938 até 1961 (ano da morte de Irmã Elena Aiello), passaram a ser transcritas e Mons. Francesco Spadafora, além de ter conhecido e dirigido pessoalmente Irmã Elena, também se valeu de seus manuscritos, no livro acima mencionado, para descrever o conteúdo das mensagens ou revelações privadas da “santa monja”.

Precisamente a abordagem adotada por Spadafora para discernir a veracidade das visões de irmã Elena é a sua realização.

O primeiro exemplo de mensagem profética de Aiello é a carta que escreveu em 23 de abril de 1940 à irmã de Benito Mussolini, Edvige Mancini Mussolini: “[Mussolini] deve manter a Itália fora da guerra. Se o fizer obterá favores extraordinários. Pelo contrário, ele decidiu declarar guerra [o que aconteceu em 10 de junho de 1940, cerca de dois meses após a carta da Beato Aiello, nota do editor], mas sabemos que, se não a evitar, será punido por minha Justiça [v. em 25 de julho de 1943 e 28 de abril de 1945, nota do editor]”[8].

Em uma carta posterior de 15 de maio 1943 a Edvige Mancini Musssolini, Irmã Elena escreve: “Dizei a Duce que este é o último aviso que o Senhor lhe envia. Ainda podes ser salvo, colocando tudo nas mãos do Santo Padre [Pio XII, nota do editor], se não o fizer a Justiça divina sobrevirá repentinamente sobre ele… em breve cairá [em 25 de julho de 1943, dois meses depois, nota do editor]”[9].

Em outra carta, de 1942, a ” santa monja” prediz as circunstâncias exatas que sinalizariam o fim da Segunda Guerra Mundial: “Haverá um fogo jamais visto e, em seguida, a guerra terminará.” Mons. Spadafora comenta: “Quando os americanos lançaram a bomba atômica [6 e 9 de agosto de 1945, nota do editor] sobre Hiroshima e Nagasaki”[10], o céu foi inflamado e sinistramente iluminado pelo grande cogumelo atômico que queimou mais de 100.000 homens das duas cidades japonesas.

Pior do que nos tempos do dilúvio universal

Em 8 de dezembro de 1956, a Beata de Uffugo recebeu uma mensagem muito atual como complemento das de Fátima: “Os homens ofendem demasiado a Deus[11]. O mundo está totalmente devastado, porque se tornou pior do que nos tempos de dilúvio universal … todas as nações serão punidas porque são muitos os pecados que, como uma maré de lodo, a tudo cobrem. Muito sangue será derramado e a Igreja sofrerá muito. A Itália será humilhada, purificada no sangue e deverá sofrer muito porque são muitos os pecados desta nação. Não podeis imaginar o que sucederá! As ruas estarão encharcadas de sangue. O Papa sofrerá muito. Mas não tardará o castigo dos ímpios. Aquele dia será terrível”[12].

Mons. Francesco Spadafora conclui assim sua breve excurso sobre a Beata de Uffugo (Cosenza): “Jesus serviu-se desta escolhida para transmitir-nos o anúncio profético sobre o tremendo castigo que ameaça a humanidade, conforme descrito no terceiro segredo de Fátima; Irmã Elena nos comunica, além disso, o que se refere à Itália”[13].

Tremendos castigos sobre a Itália

Estes anúncios sobre o futuro da Itália, tomados desde 1943 a 1961, são resumidos por Spadafora em sua obra Fatima e a praga do socialismo a partir da página 69 à página 81. Irmã Elena Aiello insistentemente prenuncia:

1°), a corrupção dos costumes do mundo e particularmente na Itália;

2º) a corrupção generalizada entre os jovens;

3º) a confusão e o deslize entre o próprio clero da Igreja (p. 69).

Ela prevê também:

4°) que um povo avançará a partir do Oriente para a Europa, invadindo a Itália até Roma e que “os sacerdotes, religiosos e outras pessoas inocentes serão assassinados barbaramente, as igrejas destruídas” (p 69);

5º) que a guerra atômica começará de madrugada e durará cerca de três dias ou setenta horas e cerca de dois terços da humanidade perecerá (p 70);

6°) que o pecado manchará até mesmo as almas das crianças[14];

7°) que a punição será lançada sobre o mundo pelas mãos dos anjos e aqueles que não se arrependerem de seus pecados serão todos submersos em um mar de fogo (p 71);

8°) que a Igreja é perseguida, não só exteriormente, mas de seu interior: “falsos profetas circundam a Cristo na terra. O demônio desencadeou a mais terrível batalha contra Deus e a Igreja” (p 72.);

9º) que “o pecado de impureza, convertido em arte sedutora e diabólica, atingiu o cume: a maioria dos homens vive na lama[15]. Não há esperança para uma era de paz: o mundo inteiro estará em guerra “(p 73);

10º) que “o tempo não está longe e o mundo se tornará um vulcão de fogo. O tempo presente é um dos mais terríveis, e pode ser chamado a hora de Satanás”[16] (p 74.);

11°) que “a inocência das crianças é minada. Olhai: Os anjos, tendo em suas mãos recipientes cheios de fogo, estão prestes a despejá-los sobre o mundo. Este terrível flagelo virá nas primeiras horas da manhã. O céu se tingirá de vermelho, a tempestade será de fogo, várias nações devem desaparecer” (pp 75-76.);

12°) que “o leão que ruge [o Diabo, nota do editor[17]] avançará sobre a cátedra de Pedro para difundir os seus erros”[18]. (22 de agosto de 1960). O mundo caiu muito baixo, tem necessidade de castigos para ser purificado (pp. 79-80).

A voz dos Papas

Pio XII previu: “Quase toda a humanidade tende agora a dividir-se em dois campos opostos: com Cristo ou contra Cristo. O gênero humano se vê hoje em um momento sumamente crítico, do qual seguirá ou a salvação em Cristo ou a mais espantosa ruína” (Encíclica Evangelii praecones, 02 de junho de 1951).

Estamos na batalha final entre a Igreja e a anti-igreja. A situação atual é pior do que a que precedeu a destruição da Torre de Babel, o dilúvio universal, a destruição de Sodoma e Gomorra.

Em 13 de maio de 2010, em Fátima, Bento XVI disse: “Possam estes sete anos que nos separam do centenário das aparições apressar o prenunciado triunfo do Imaculado Coração de Maria”. Mas o triunfo do Coração Imaculado de Maria, segundo revelou a Virgem aos pastorinhos na Cova da Iria, será precedida por uma terrível provação: “martírio dos bons, nações aniquiladas, o Papa martirizado”[19].

João Paulo II disse em Fátima (13 de maio de 1982): “As ameaças quase apocalípticas que pesam sobre as nações e a humanidade” e, em 1994, declarou Vittorio Messori que as palavras da Virgem em Fátima “parecem próximas de seu cumprimento”[20].

Um livro interessante

Socci em seu muito interessante livro (La profezia finale), cita a Beata Catarina Emmerich, que em 13 de maio de 1820 escreveu: “Tive uma visão de duas igrejas e dois papas […]. A igreja maior era uma igreja estranha, não querida pelo Céu, uma falsificação da Igreja, eu a vi crescer e vi hereges de todas as condições ir a Roma, mas eu vi uma Igreja pequena e perseguida, que é a verdadeira Igreja Católica” (op. cit., p. 60).

Socci também cita as aparições da Virgem em Quito, Equador, a irmã Mariana Francisca de Jesus Torres e Berriochoa (1563-1635) e escreve que a Virgem no longínquo século XVII, pediu às “almas consagradas que se imolassem pelos homens do século XX, que serão as preferidas de Seu Coração, porque naquele período o Inferno se desencadeará e muitas almas se perderão” (op. cit., p. 76).

Socci termina citando as quinze aparições de Nossa Senhora em Civitavecchia (em 1995), na aldeia de Pantano (onde agora se encontra a igreja de Santo Agostinho) nas quais a Virgem falou de uma “ameaça de conflito nuclear entre o Ocidente e o Oriente, III Guerra Mundial” (op. cit., p. 86).

Estas são revelações privadas, mas foram aprovados pela Igreja. Portanto, não se lhes deve dar um assentimento de fé, mas tampouco é lícito desprezá-las.

Antonio Socci alega que, segundo o Padre Joaquin Alonso (o arquivista oficial de Fátima) no terceiro segredo fala-se de “um estado crítico da fé, […], de lutas intestinas no seio da Igreja e de graves negligências pastorais da alta hierarquia, […] de défaillances da hierarquia. E é interessante notar que a palavra défaillance, no dicionário Larousse, têm os seguintes significados: “incapacidade de desenvolver plenamente o próprio papel ou função, inabilidade, perda súbita e momentânea de uma faculdade” (A. Socci, La finale profezia, cit ., p. 26).

Em uma conversa entre Irmã Lúcia e Padre Agostinho Fuentes (26 dezembro de 1957), a vidente disse: “O castigo do Céu é iminente. […]. Deus decidiu dar ao mundo os dois últimos remédios contra o mal, que são o Rosário e a devoção ao Coração Imaculado de Maria. Não haverá outros. Quando Ele vê que o mundo não presta atenção às Suas mensagens, então nos oferece, “com certa apreensão”, a última possibilidade de salvação: a intervenção de Sua Mãe Santíssima. Fá-lo “com uma certa apreensão”, porque se este último recurso tampouco não tiver êxito, não poderemos mais esperar nenhum tipo de perdão do Céu. Não nos esqueçamos que Jesus Cristo é um filho muito bom e não nos permitirá ofender e desprezar Sua Santa Mãe” (A. Socci, La finale profezia, cit., P. 28).

Conclusão

“Mala praevisa minus feriunt / os males previstos fazem menos dano”, porque temos a possibilidade de recorrer à oração, à penitência e à conversão sincera. Agora não se pode nada mais além disso. O mal é agora mais potente do que as almas fiéis que sinceramente buscam a Deus, mas a Onipotência divina sabe tirar de todo o mal um bem maior. É com este espírito de contrição unido à confiança que devemos enfrentar a prova final, que paira hoje sobre nossas cabeças (v. a situação na Síria, onde os EUA ameaçam bombardear Damasco e a Rússia de Putin adverte que este ato desencadearia uma guerra nuclear de proporções globais).

(Traduzido ao espanhol para Adelante la Fe por Marianus, o Eremita]

Publicado originalmente: SI SI NO NO | Adelante la Fe – Fátima actualizada por Sor Elena Aiello: Comunismo, modernismo, castigo divino y el triunfo de María

Notas

[1] Fatima e la peste del socialismo, Roma, Giovanni Volpe Editore, 1974, p. 25.

[2] Essas divulgações estão de acordo com aquelas dadas a Bruno Cornacchiola (1947-2001) pela Madonna della rivelazione delle Tre Fontane (cfr S. Gaeta, Il Veggente Il Segreto delle Tre Fontane, Milano, Salani, 2016; F. Spadafora, Tre Fontane, Roma, Volpe, 1984) e da Madonna de Civitavecchia a mons. Girolamo Grillo († agosto 2016) e a família Gregori em 1995 (cfr. G. Grillo, La storia di vera dolorosa dramma d’amore. La Madonnina de Civitavecchia, Camerata Picena di Ancona, Shalom Editrice, 2013).

[3] Cfr. Mons. H. Delasuss, Il problema dell’ora presente, II vol., III ed., Proceno di Viterbo, EFFEDIEFFE, 2014-2015.

[4] Cfr. M. Pinay, Complotto contro la Chiesa, II ed., Proceno di Viterbo, EFFEDIEFFE, 2016.

[5] Cfr. Mons. H. Delasuss, L’Americanismo e la congiura anticristiana, II ed., Proceno di Viterbo, EFFEDIEFFE, 2015.

[6] G. Mucci, Rivelazioni private e apparizioni, Roma, ElleDiCi, La Civiltà Cattolica, 2000.

[7] F. Spadafora, Suor Elena Aiello, ’a monaca santa, Roma, Città Nuova, 1964.

[8] F. Spadafora, Fatima e la peste del socialismo, cit., pp. 28-30.

[9] Ibidem, p. 32.

[10] Ibidem, p. 35.

[11] Já em 2 de março de 1923, irmã Elena faz referência explícita aos pecados contra a pureza e argumenta que a razão de ser, a força e a proteção da castidade é o amor sobrenatural a Deus e ao próximo, sem o qual castidade é posta em grave perigo (cf. Fatima e la peste del socialismo, pp. 58 e 63).

[12] Ibidem, pp. 37-38.

[13] Ibidem, p. 67. Para ter una panorâmica mais ampla, cf. F. Spadafora, Suor Elena Aiello, ’a monaca santa, Roma, Città Nuova, 1964.

[14] Cfr. a assim chamada educação de “gênero” que é imposta às crianças desde os 5 anos nas escolas da Europa.

[15] Cfr. o assim chamado “casamento” gay, legalizado na Europa como um todo, com exceção de algumas raras exceções.

[16] “Esta é vossa hora e o poder das trevas” (Lc., XXII, 53), disse Jesus no Getsêmani, quando os soldados enviados pelo Sinédrio se dispunham a prendê-lo.

[17] “Irmãos, sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar” (1Pd 5,8).

[18] Cfr. Francisco I, Exortação Apostólica Amoris laetitia, 19 de março de 2016.

[19] A. Socci, La profezia finale, Milano, Rizzoli, 2016, p. 19; Id., Il Quarto segreto di Fatima, Milano, Rizzioli, 2006.

[20] Giovanni Paolo II – V. Messori, Varcare la soglia della speranza, Milano, Mondadori, 1994, p. 243.


DISSE NOSSA SENHORA EM FÁTIMA, PORTUGAL, NO ANO DE 1917...

“Diga-lhes, Senhor Padre, que a Santíssima Virgem repetidas vezes nos disse, tanto aos meus primos Francisco e Jacinta como a mim, que várias nações desaparecerão da face da terra. Disse que a Rússia seria o instrumento do castigo do Céu para todo o mundo, se antes não alcançássemos a conversão dessa pobre nação.” (Irmã Lúcia)

Irmã Lúcia morreu em 13 de fevereiro de 2005, enquanto seus primos faleceram ainda crianças e foram beatificados pelo Papa João Paulo II em 13 de maio de 2000.

sábado, 7 de outubro de 2017

Verdadeiro Amor a Deus e ao Próximo:

Milionário desiste de fortuna para cuidar de crianças na África. Charles Mully vendeu tudo para se tornar pai de crianças que vivem nas ruas no Quênia

Publicado no dia 05 Outubro 2017

Ele declarou: Deus falou comigo.

Charles Mully viveu uma verdadeira história de reviravolta, indo da pobreza à riqueza. Mas no auge de seu sucesso, ele vendeu tudo para se tornar pai de crianças que vivem nas ruas no Quênia, na África.

Assim como muitas dessas crianças africanas, Mully também viveu nas ruas quando foi abandonado pelos pais, com apenas seis anos de idade.

“Quando eu era criança, eu acordei um dia e descobri que estava sozinho. Sem comida e nada que eu pudesse me apoiar, eu me tornei um menino de rua, um mendigo”, disse Mully à CBN News.

Mully começou a mudar de vida depois que conseguiu comprar um carro e passou a usá-lo como táxi. Com a nova renda, ele comprou uma frota de carros e ônibus. Ele também iniciou negócios nos mercados petrolífero e imobiliário, se tornando rapidamente em um milionário.

“Às vezes, é tão difícil para mim medir o nível, mas posso reconhecer que o Senhor me levantou através de seu favor, através do pequeno negócio que eu comecei”, afirmou. “Quando eu olho para trás, vejo a graça de Deus e um plano. Por quê? Ele estava planejando me tornar um instrumento para o futuro”.

Casado e pai de oito filhos, Mully sentiu o chamado de Deus para vender tudo o que construiu. Esse desejo surgiu em seu coração em 1986, depois de um encontro com crianças que estavam em situação de rua.

“Eu me vi em seus rostos, porque eu estava tentando me esconder. Eu nunca tinha compartilhado isso com ninguém. Eu não lembro de ter compartilhado sequer um dia o testemunho sobre o meu passado, eu queria que as pessoas me vissem como um grande homem, com dinheiro, com tudo”, confessa.

No entanto, o chamado de Deus para sua vida foi nítido. “Quando Deus quer realmente te usar, não há nenhuma maneira de você escapar, mesmo quando você tentar fugir”, disse Mully. “Deus falou para mim dessa maneira”.

A família de Mully iniciou a organização Mully Children's Family, para apoiar crianças abandonadas na África. Mas esse processo não foi fácil.


“Essa jornada nunca foi fácil. Junto com minha mulher, sofremos a rejeição de nossos amigos, das igrejas. Eles não queriam ouvir nada sobre isso, eles achavam que eu era louco”, ele lembra.

Apesar das críticas das pessoas que estavam ao seu redor, mais de 13 mil crianças que os chamam de “papai Mully” passaram a se tornar médicos, engenheiros, cientistas, professores e advogados.

“Eu vejo o mundo, vejo o Quênia e vejo o continente da África sendo transformado por eles e por meio de Cristo, que nos fortalece”, ponderou. Fonte: guiame.com.br

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Diz na Sagrada Escritura:

"Agora dou-vos um conselho: pagai os vossos pecados com obras de justiça, e os vossos crimes socorrendo os pobres. Talvez assim a vossa felicidade possa durar" (Daniel 4, 24).

"O primeiro de todos os mandamentos é este: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor; amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espírito e de todas as tuas forças. Eis aqui o segundo: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Outro mandamento maior do que estes não existe" (São Marcos 12, 29-31).

"Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo, porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim.Perguntar-lhe-ão os justos: - Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber?
Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e te vestimos?
Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar?
Responderá o Rei: - Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes" (São Mateus 25, 34 -40).

"Se alguém disser: Amo a Deus, mas odeia seu irmão, é mentiroso. Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê" (1 João 4, 20).

Os 25 Segredos da Luta Espiritual:

Lembrando os 25 segredos da luta espiritual que Jesus revelou a Santa Faustina

 
Publicado no dia 05 Outubro 2017


Artigo publicado no site em 03.09.2015


Em Cracóvia, no dia 2 de junho de 1938, o Senhor Jesus ditou a uma jovem Irmã da Misericórdia um retiro de três dias. Faustina Kowalska registrou minuciosamente as instruções de Cristo em seu diário, que é um manual de mística na oração e na misericórdia divina.

Este diário guarda as revelações de Cristo sobre o tema da luta espiritual, sobre como proteger-se dos ataques do demônio. Estas instruções se tornaram a arma de Faustina na luta contra o maligno inimigo.

Jesus começou dizendo: "Minha filha, quero instruir-te sobre a luta espiritual".

E estes foram seus conselhos:

1. Nunca confies em ti, mas entrega-te inteiramente à Minha Vontade.

A confiança é uma arma espiritual. Ela é parte do escudo da fé que São Paulo menciona na Carta aos Efésios (6, 10-17): a armadura do cristão. O abandono à vontade de Deus é um ato de confiança; a fé em ação dissipa os maus espíritos.

2. Na desolação, nas trevas e diversas dúvidas, recorre a Mim e ao teu diretor espiritual; ele te responderá sempre em Meu Nome.

Em tempos de guerra espiritual, reze imediatamente a Jesus. Invoque seu Santo Nome, que é muito temido pelo inimigo. Leve as trevas à luz contando tudo ao seu diretor espiritual ou confessor, e siga suas instruções.

3. Não comeces a discutir com nenhuma tentação; encerra-te logo no Meu Coração.

No Jardim do Éden, Eva negociou com o diabo e perdeu. Precisamos recorrer ao refúgio do Sagrado Coração. Correr até Jesus é a melhor maneira de dar as costas ao demônio.

4. Na primeira oportunidade, conta-a ao confessor.

Uma boa confissão, um bom confessor e um bom penitente são a receita perfeita para a vitória sobre a tentação e a opressão demoníaca. Isso não falha!

5. Coloca o amor-próprio em último lugar, para que não contagie as tuas ações.

O amor próprio é natural, mas precisa ser ordenado, livre de orgulho. A humildade vence o diabo, que é o orgulho perfeito. Satanás nos tenta no amor próprio desordenado, que nos leva à piscina do orgulho.

6. Com grande paciência, suporta-te a ti mesma.

A paciência é uma grande arma secreta que nos ajuda a manter a paz da nossa alma, inclusive nas grandes tempestades da vida. A paciência consigo mesmo é parte da humildade e da confiança. O diabo nos tenta à impaciência, a voltar-nos contra nós mesmos, de maneira que fiquemos com raiva. Olhe para você mesmo com os olhos de Deus. Ele é infinitamente paciente.

7. Não descuides as mortificações interiores.

A Escritura nos ensina que alguns demônios só podem ser expulsos com oração e jejum. As mortificações interiores são armas de guerra. Podem ser pequenos sacrifícios oferecidos com grande amor. O poder do sacrifício por amor desaloja o inimigo.

8. Justifica sempre em ti, o juízo das Superiores e do Confessor.

Cristo falava a Santa Faustina, que morava em um convento. Mas todos nós temos pessoas com autoridade sobre nós. O diabo tem como objetivo dividir e conquistar; então, a obediência humilde à autoridade autêntica é uma arma espiritual.

9. Foge dos que murmuram, como se da peste.

A língua é uma poderosa embarcação que pode causar muito dano. Estar murmurando ou fazendo fofoca nunca é de Deus. O diabo é um mentiroso que gera acusações falsas e fofocas que podem matar a reputação de uma pessoa. Rejeite as murmurações.

10. Deixa que todos procedam como lhes aprouver; age tu antes como estou a exigir-te.

A mente da pessoa é a chave na guerra espiritual. O diabo é um intrometido que tenta arrastar todo mundo. Procure agradar Deus e deixe de lado as opiniões dos outros.

11. Observa a Regra o mais fielmente possível.

Jesus se refere à Regra de uma ordem religiosa aqui. Mas todos nós já fizemos algum tipo de voto ou promessa diante de Deus e da Igreja e precisamos ser fiéis a isso: promessas batismais, votos matrimoniais etc. Satanás nos tenta para nos levar à infidelidade, à anarquia e à desobediência. A fidelidade é uma arma para a vitória.

12. Se experimentares dissabores, pensa antes no que poderias fazer de bom pela pessoa que te faz sofrer.

Ser um canal da misericórdia divina é uma arma para fazer o bem e derrotar o mal. O diabo trabalha usando o ódio, a raiva, a vingança, a falta de perdão. Muitas pessoas já nos ofenderam. O que devolveremos em troca? Responder com uma bênção destrói maldições.

13. Evita a dissipação.

Uma alma faladeira será mais facilmente atacada pelo demônio. Derrame seus sentimentos somente diante do Senhor. Os sentimentos são efêmeros. A verdade é sua bússola. O recolhimento interior é uma armadura espiritual.

14. Cala-te quando te repreenderem.

Todos nós já fomos repreendidos em algum momento. Não temos nenhum controle sobre isso, mas podemos controlar nossa resposta. A necessidade de ter a razão o tempo todo pode nos levar a armadilhas demoníacas. Deus sabe a verdade. Deixe-a ir. O silêncio é uma proteção. O diabo pode utilizar a justiça própria para nos fazer tropeçar também.

15. Não peças a opinião a todos, mas do teu diretor: diante dele sê franca e simples como uma criança.

A simplicidade da vida pode expulsar os demônios. a honestidade é uma arma para derrotar Satanás, o mentiroso. Quando mentimos, colocamos um pé no terreno dele, e ele tentará nos seduzir mais ainda.

16. Não te desencorajes com a ingratidão.

Ninguém gosta de ser subestimado. Mas quando nos encontramos com a ingratidão ou com a insensibilidade, o espírito de desânimo pode ser um peso para nós. Resista a todo desânimo, porque isso nunca vem de Deus. É uma das tentações mais eficazes do diabo. Seja grato diante de todas as coisas do dia e você sairá ganhando.

17. Não indagues com curiosidade os caminhos pelos quais te conduzo.

A necessidade de conhecer e a curiosidade pelo futuro são tentações que levaram muitas pessoas aos quartos escuros do ocultismo. Escolha caminhar na fé. Decida confiar em Deus, que o leva ao caminho do céu. Resista sempre ao espírito de curiosidade.

18. Quando o enfado e o desânimo bateram à porta do teu coração, foge de ti mesma e esconde-te no Meu Coração.

Jesus entrega a mesma mensagem pela segunda vez. Agora Ele se refere ao tédio. No começo do Diário, Ele disse a Santa Faustina que o diabo tenta mais facilmente as almas ociosas. Tenha cuidado com isso, porque as almas ociosas são presa fácil do demônio.

19. Não tenhas medo da luta: a própria coragem muitas vezes afasta as tentações, que não ousa então acometer-nos.

O medo é a segunda tática mais comum do diabo (a primeira é o orgulho). A coragem intimida o diabo; ele fugirá diante da perseverante coragem que se encontra em Jesus, a rocha. Todas as pessoas lutam, e Deus é nossa provisão.

20. Combate sempre com a profunda convicção de que eu estou contigo.

Jesus pede a Santa Faustina que lute com convicção. Ela pode fazer isso porque Cristo a acompanha. Nós, cristãos, somos chamados a lutar com convicção contra todas as táticas demoníacas. O diabo tenta aterrorizar as almas, mas precisamos resistir ao seu terrorismo. Invoque o Espírito Santo ao longo do dia.

21. Não te guias pelo sentimento, por que ele nem sempre está em teu poder, porem todo o mérito reside na vontade.

Todo mérito radica na vontade, porque o amor é um ato da vontade. Somos completamente livres em Cristo. Precisamos fazer uma escolha, uma decisão para bem ou para mal. Em que lado vivemos?

22. Nas mínimas coisas sê sempre submissa às superioras.

Aqui, Jesus está instruindo uma freira. Todos nós temos o Senhor como nosso superior (representado também pelos padres, confessores, diretores espirituais). A dependência de Deus é uma arma de guerra espiritual, porque não podemos ganhar por nossos próprios meios.

23. Não te iludo com perspectivas da paz, e de consolos, mas prepara-te antes para grandes batalhas.

Santa Faustina sofreu física e espiritualmente. Ela estava preparada para grande batalhas, pela graça de Deus. Cristo nos instrui claramente na Bíblia a estar preparados para grandes batalhas, para revestir-nos da armadura de Deus e resistir ao diabo (Ef 6, 11).

24. Fica a saber que estás atualmente em cena e que toda a Terra e o Céu inteiro te observam.

Estamos todos em um grande cenário no qual o céu e a terra nos olham. Que mensagem estamos dando com nossa forma de vida? Que tonalidades irradiamos: luz? Escuridão? Cinza? A forma como vivemos atrai mais luz ou escuridão? Se o diabo não conseguir nos levar para a escuridão, tentará nos manter na categoria dos medíocres, do cinza, que não é agradável a Deus.

25. Luta como valorosos cavaleiros, para que eu possa recompensar-te; e não temas, porque não estás sozinha.

As palavras do Senhor a Santa Faustina podem se transformar em nosso lema: “Lute como um cavaleiro!”. Um soldado de Cristo sabe bem a causa pela qual luta, a nobreza da sua missão, conhece o Rei ao qual serve; e luta até o final, com a abençoada certeza da vitória.

Se uma jovem polonesa, sem formação, uma simples freira, unida a Cristo, pode lutar como um cavaleiro, um soldado, todo cristão pode fazer o mesmo. A confiança é vitoriosa. Fonte: http://pt.aleteia.org

Nota de www.rainhamaria.com.br

Para guardar as palavras de Jesus:

“Minha filha, quero instruir-te sobre a luta espiritual. Nunca confies em ti, mas entrega-te inteiramente à Minha Vontade. Na desolação, nas trevas e diversas dúvidas, recorre a Mim e ao teu diretor espiritual; ele te responderá sempre em Meu Nome. Não comeces a discutir com nenhuma tentação; encerra-te logo no Meu Coração e, na primeira oportunidade, conta-a ao confessor. Coloca o amor-próprio em último lugar, para que não contagie as tuas ações. Com grande paciência, suporta-te a ti mesma. Não descuides as mortificações interiores. Justifica sempre em ti, o juízo das Superiores e do Confessor. Foge dos que murmuram, como se da peste. Deixa que todos procedam como lhes aprouver; age tu antes como estou a exigir-te.

Observa a Regra o mais fielmente possível. E, se experimentares dissabores, pensa antes no que poderias fazer de bom pela pessoa que te faz sofrer. Evita a dissipação. Cala-te, quando te repreenderem; não peças a opinião a todos, mas do teu diretor: diante dele sê franca e simples como uma criança. Não te desencorajes com a ingratidão; não indagues com curiosidade os caminhos pelos quais te conduzo; quando o enfado e o desânimo bateram á porta do teu coração. Foge de ti mesma e esconde-te no Meu Coração. Não tenhas medo da luta: a própria coragem muitas vezes afasta as tentações, que não ousa então acometer-nos.

Combate sempre com a profunda convicção de que eu estou contigo. Não te guias pelo sentimento, por que ele nem sempre está em teu poder, porém todo o mérito reside na vontade. Nas mínimas coisas sê sempre submissa às superioras. Não te iludo com perspectivas da paz, e de consolos, mas prepara-te antes para grandes batalhas. Fica a saber que estás atualmente em cena e que toda a Terra e o Céu inteiro te observam. Luta como valorosos cavaleiros, para que eu possa recompensar-te; e não temas, porque não estás sozinha.” (D.1760)