Arcebispo Fulton Sheen sobre o Apocalipse e o Anticristo
Publicado no dia 25 Fevereiro 2018
O Venerável Dom Fulton Sheen (1895 – 1979) escreveu estas linhas sobre o FIM DOS TEMPOS e sobre o Anticristo, que foram extraídas do livro “Communism and the Conscience of the West” e traduzidas pelo Pe. Cléber Eduardo dos Santos Dias. O Pe. Cléber nos permitiu publicá-las, incluindo, ao final, um comentário seu.
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Dom Fulton Sheen sobre o Apocalipse e o Anticristo
“Nós estamos vivendo nos dias do Apocalipse – os últimos dias da nossa era… as duas grandes forças do Corpo Místico de Cristo e do Corpo Místico do Anticristo estão começando a desenhar as linhas de batalha para o embate final.
O Falso Profeta terá uma religião sem a cruz. Uma religião sem um mundo vindouro. Uma religião para destruir as religiões. Haverá uma falsa igreja. A Igreja de Cristo [a Igreja Católica] será uma delas. E o falso profeta vai criar uma outra. A falsa igreja é mundana, ecumênica e global. Vai ser uma federação de igrejas. E as religiões irão formar um tipo de associação global. Um Parlamento Mundial das Igrejas. Será esvaziada de todo conteúdo divino e será o corpo místico do Anticristo. O corpo místico hoje na Terra terá o seu Judas Iscariotes e será o falso profeta. Satanás o recrutará dentre os nossos bispos.
O Anticristo não será chamado assim porque não teria seguidores. Ele não usará roupas vermelhas, nem vomitará enxofre ou usará um tridente ou uma cauda como Mefistófeles em Fausto. Tais coisas mascararam e ajudaram o diabo a convencer os homens de que ele não existe. Quanto mais não o reconhecem, mas poderoso ele se torna. Deus se definiu como ‘Eu sou quem eu sou’ e o diabo como ‘Eu sou quem eu não sou’.
Em nenhuma passagem das Escrituras, encontramos defesa para a descrição popular do diabo como um palhaço vestido de vermelho. Pelo contrário, ele é descrito como um anjo caído do céu, como ‘o príncipe deste mundo’, cujo legado é nos convencer que não existe outro mundo.
Sua lógica é simples: se não há o céu, também não há inferno; se não há inferno, então não há pecado; se não há pecado, então não há juiz, e se não há nenhum julgamento, então o mal é o bem e o bem é o mal.
Mas, acima de todas essas descrições, Nosso Senhor nos diz que ele será tão parecido com Ele mesmo que seria capaz de enganar até os escolhidos e certamente nenhum diabo descrito pelas imagens humanas seria capaz de enganar até os escolhidos. Então, como ele vai vir nesta nova era para ganhar seguidores para a sua religião?
A crença da Rússia pré-comunista é que ele virá disfarçado como um grande humanista; vai falar de paz, prosperidade e abundância, não como meios para levar-nos a Deus, mas como fins em si mesmo … A terceira tentação com que satanás pediu a Cristo para adorá-lo em troca de todos os reinos do mundo irá tornar-se a tentação de se ter uma nova religião sem a cruz e sem liturgia, sem um mundo futuro, uma religião para destruir uma religião, ou uma política que é uma religião – que também dá a César até mesmo as coisas que são de Deus.
No meio de todo o seu amor aparente pela humanidade e do seu discurso simplista de liberdade e de igualdade, ele ocultará um grande segredo que não será revelado a ninguém: ele não acredita em Deus porque a sua religião será uma fraternidade sem paternidade de Deus e ele vai querer enganar até os escolhidos. Ele vai estabelecer no mundo uma contra-igreja como falsa cópia da Santa Igreja, porque ele, o diabo, é o macaqueador de Deus. Ela terá todos os aspectos e as características da Igreja, mas em sentido inverso e esvaziada do seu conteúdo divino. Terá um corpo místico de Anticristo que exteriormente vai imitar o corpo místico de Cristo… mas o século XX vai se juntar a esta contra-igreja com a alegação de que ela será infalível quando sua cabeça visível falar ex cathedra de Moscou sobre temas como economia e política e como pastor-chefe do comunismo mundial.”
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Padre Cléber comenta e aplica o texto de Dom Fulton Sheen para nós:
Diante desse lúcido e profético texto e da realidade em que vivemos é que devemos nos perguntar:
Nossos padres… Nossos bispos… Nossos leigos…
NÃO RECONHECEM ALGO?
O texto fala lucidamente com clareza de sol de meio-dia de nossa época. Onde estão os padres e bispos considerados “mitos”, “opressores”, “treteiros”, “católicos”, “tradicionais” e “bonzinhos”, que nunca abrem a boca em público e em alta voz para denunciar os lobos dentro da Igreja, ou, como nos ensina Fulton Sheen, os acólitos de Satanás no Corpo Místico do Anticristo?
É certo que se um padre denuncia o erro vai ser perseguido até mesmo pelos seus “legítimos superiores”, mas que raios de homem é esse que diz ser todo de Deus e se acovarda ou se acadela diante dos homens? Um padre, penso eu, tem de ser acima de tudo um padre, sem apodos, sem apelidos, sem títulos; e, para ser padre, é necessário, antes de tudo, ser homem.
Levemente adaptado de:
Facebook do Pe. Cléber Eduardo dos Santos Dias
Referência bibliográfica:
SHEEN, Fulton J. Communism and the Conscience of the West. Bobbs-Merril Company, Indianapolis, 1948, pp. 24-25.
Visto em: www.paraclitus.com.br via www.rainhamaria.com.br
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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
domingo, 25 de fevereiro de 2018
Pensamentos de S. João Maria Vianney:
"Se entendêssemos na terra o que é um padre, morreríamos não de susto, mas de amor."
"O Sacerdote é o amor do Coração de Jesus. Quando virdes o padre, pensai em Nosso Senhor Jesus Cristo."
"Nossa língua deveria ser utilizada somente para rezar, nosso coração para amar, nossos olhos para chorar."
"Para que nossa oração seja ouvida não depende da quantidade de palavras, mas do fervor de nossas almas."
"Quando comunga, a alma se impregnado bálsamo do amor, como a abelha do perfume das flores."
"Meu Deus infinitamente amável, eu vos amoe preferiria morrer amando-vos a viver sem vos amar."
"Cada hóstia consagrada é feita para se consumir de amor em um coração humano."
"Meu Deus eu vos amo, e o meu único desejo é amar-vos até o último suspiro da minha vida."
"O meu rosário pode mais do que meus cem sermões."
"Exala de uma alma onde reside o Espírito Santo um perfume tão delicado quanto o de uma videira em flores."
"Se tiver muito, dê muito. Se tiver pouco, dê pouco. Mas sempre dê com o coração e com alegria."
"Entre a eternidade e o último suspiro paira um abismo de misericórdia."
Cuidado com a Campanha da Fraternidade ( II ):
Denúncia grave: Coleta da Campanha da Fraternidade financiou MST e ONGS abortistas!
Publicado no dia 23 Fevereiro 2018
Em 2017, a Campanha da Fraternidade teve como tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”. Como todos os anos, no Domingo de Ramos (que caiu no dia 09 de abril de 2017) houve uma coleta cuja finalidade exclusiva seria o financiamento das obras de caridade decorrentes da CF.
Ao menos, isso é o que pensavam todos os brasileiros que deram a sua contribuição para a coleta. Na prática, não foi bem assim.
Conforme explica o site da Caritas, a coleta promovida pela Campanha da Fraternidade (chamada Coleta Nacional da Solidariedade) forma o Fundo Nacional da Solidariedade – FNS (60% do valor arrecadado na coleta) e os Fundos Diocesanos da Solidariedade – FDS (40% do valor arrecadado na coleta), cuja finalidade é o “atendimento de demandas a projetos sociais“. O site deixa bem claro que a finalidade dos fundos obtidos com a coleta não é assistencialista.
Até aí, alguém poderia pensar, tudo bem, se há um compromisso da CNBB em financiar projetos sociais católicos (principalmente) e até não católicos que visem mais a promoção humana do que o mero assistencialismo.
Porém, que projetos sociais são esses? Qual é o critério de escolha dos projetos que serão favorecidos pelo dinheiro arrecadado dos fieis católicos em todas as dioceses e paróquias do país?
Embora a CNBB faça bastante propaganda das campanhas da fraternidade, o mesmo não ocorre com a sua prestação de contas. Existe, sim, um site do Fundo Nacional de Solidariedade – mas a imensa maioria dos católicos brasileiros nem sabe que ele existe.
Acessando esse site hoje, dia 19 de fevereiro de 2018, descobri alguns dados estarrecedores:
Uma das ONGs favorecida pelos recursos do FNS (na verdade, uma associação de ONGs) é a ABONG. Em seu site, entre outros objetivos, a ABONG defende a “legalização do aborto“, o reconhecimento civil da união gay e a liberdade sexual.
Outra organização beneficiada pelo FNS chama-se Fundação Grupo Esquel Brasil. Acessando o site dessa fundação, encontra-se um projeto chamado “Marco Regulatório“, cuja finalidade é definir um novo marco regulatório para as organizações da sociedade civil brasileira. Entre os gestores desse projeto estão a ABONG (de novo!!) e (pasmem!!) o MST – Movimento dos Sem-Terra.
O que isso significa? Simples: que o dinheiro da coleta da Campanha da Fraternidade está financiando, ao menos em parte, ONGs que promovem a legalização do aborto e grupos terroristas como o MST, que invadem terras e destroem propriedades Brasil afora, além de terem associação com grupos de guerrilha como as FARC!!
E o dinheiro da coleta da Campanha da Fraternidade é o dinheiro de cada fiel católico de boa fé, que espera que a CNBB dará um bom destino à sua contribuição, por menor que seja; que não acredita que o seu dinheiro suado, doado por amor a Deus e ao próximo, possa ser usado para promover invasão de terra e legalização do aborto no Brasil.
O site do Fundo Nacional da Solidariedade não esconde os nomes das organizações que foram beneficiadas com seus recursos. Basta acessar o site do FNS e clicar nas listas de projetos deferidos em cada reunião da comissão responsável. Estão incluídas aí as datas das reuniões e também as datas do repasse dos recursos. Embora sem divulgação, há uma certa transparência.
No entanto, ficam algumas questões escandalosas e sem resposta: por que uma conferência episcopal (a CNBB) beneficiaria com recursos da Campanha da Fraternidade (ou com quaisquer outros) a legalização do aborto e a invasão de terras? Não vai tudo isso contra a moral católica? Não é a defesa da vida desde a concepção até a morte natural um dos princípios inegociáveis da Igreja Católica, como disse Bento XVI em seu discurso de 30 de março de 2006? E também não é um princípio inegociável o reconhecimento e a promoção da estrutura natural da família, dentro do matrimônio, união entre um homem e uma mulher? Como, então, a CNBB financia projetos de ONGs que objetivam promover união homossexual e liberdade sexual?
E que dizer da invasão de terras, quando a defesa da propriedade privada é um dos princípios da Doutrina Social da Igreja Católica? Diz o Compêndio da Doutrina Social a respeito da destinação universal dos bens:
A propriedade privada é elemento essencial de uma política econômica autenticamente social e democrática e é garantia de uma reta ordem social. (Compêndio da Doutrina Social da Igreja)
Logicamente que a Igreja Católica não defende o abuso de propriedade, mas requer, em sua doutrina social, que a propriedade dos bens seja acessível a todos, ao menos em certa medida, de modo que todos possam ser, de algum modo, proprietários de bens. E defende que toda propriedade deve ter em vista o bem comum, não apenas o bem daquele que a detém. Isso, porém, não justifica a tomada violenta de propriedade alheia, que é roubo. Aliás, um dos Mandamentos da Lei de Deus, que não pode ser revogada por nenhuma pessoa humana, é justamente o sétimo, que diz: “NÃO ROUBARÁS” (Ex 20,15).
Como pode, pois, o dinheiro arrecadado pela CNBB em uma coleta destinada a obras sociais vir a financiar, sem autorização ou conhecimento prévio dos fieis católicos brasileiros, uma organização terrorista como o MST, que subverte a ordem social ao tomar violentamente (e, muitas vezes, destruir) a propriedade alheia, sem qualquer respeito ao direito de propriedade, sem amparo legal, em desobediência a qualquer tentativa governamental de promover pacífica e ordeiramente a Reforma Agrária e que ainda ameaça invadir as ruas das cidades brasileiras para defender seus corruptos de estimação?
A CNBB deve, com urgência, explicações aos católicos brasileiros sobre o uso de recursos doados por eles para defender organizações cujas finalidades estão muito longe daquelas que um católico entende por “projeto social”. Nenhum católico que se preze gostaria de saber que seu dinheiro financia aborto e invasão de terras.
Com tantas instituições vinculadas a paróquias e dioceses católicas passando por imensas dificuldades para manter seu trabalho social junto às populações mais carentes, por que o Fundo Nacional da Solidariedade vai financiar abortistas e terroristas? Quais os critérios de escolha que levam a privilegiar estas e preterir aquelas? A comissão responsável da CNBB dirá que não sabia de nada, quando basta acessar os sites de tais organizações para descobrir, em poucos minutos, estas finalidades infames?
Enquanto a CNBB não apenas der explicações convincentes a respeito do desvio de finalidade do dinheiro dos fieis e enquanto a CNBB não cortar o financiamento a esse tipo de organização, é urgente que os fieis católicos deixem de contribuir para a coleta do Fundo Nacional da Solidariedade.
No Domingo de Ramos, não deposite nenhum dinheiro nos envelopes da Campanha da Fraternidade.
Não permita que o seu dinheiro ajude a financiar o aborto e a invasão de terras neste país, entre outras finalidades que nos são totalmente desconhecidas. Escreva ou ligue para a CNBB e para a Nunciatura Apostólica (endereços, telefones, e-mails abaixo) dizendo da sua inconformidade com esta situação absurda e reclamando providências urgentes.
Núncio Apostólico: Exmo. e Revmo. DOM GIOVANNI D’ANIELLO
Endereço: SES – Av. das Nações – Qd. 801 – Lt. 01/ 70401-900 – Brasília – DF – Caixa Postal: 3383 – CEP 70059-970
Telefone: (61) 3223-0794 ou 3223-0916
E-mail: nunapost@solar.com.br
PRESIDENTE DA CNBB – CARDEAL DOM SERGIO DA ROCHA
Endereço: Esplanada dos Ministérios EMI lt. 12 – CEP 70050-000
Telefone: 3213-3333
E-mail: secretaria.episcopal@arquidiocesedebrasilia.org.br
E enquanto a resposta por parte das autoridades católicas deste país não se traduzir em maior transparência em todo o processo de escolha dos projetos beneficiados e em mudança concreta das finalidades da Campanha da Fraternidade, que o dinheiro dos fieis católicos não sirva mais para financiar morte, violência e roubo.
Fonte: www.paraclitus.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Lembrando também...
Representante da CNBB pregando a revolução comunista armada dentro de uma Pontifícia Universidade Católica. (Como é que é!?)
Na primeira parte, o narrador explica de maneira excelente como os papas e a Igreja condenaram o comunismo, com amplos dados e fontes, que o leitor pode checar (são verdadeiros).
Na segunda parte, vemos O REPRESENTANTE DA CNBB pregando a revolução comunista armada dentro de um "Pontifícia" Universidade "Católica". Na terceira parte, católicos são agredidos pelos comunistas.
Nota final de www.rainhamaria.com.br
Congregação do Santo Ofício, 1949 - “É permitido aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira? NÃO. O comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo [...] Fiéis cristãos que professam a doutrina materialista e anticristã do comunismo, e sobretudo os que as defendem e propagam, incorrem pelo próprio fato, como apóstatas da fé católica, na excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica? Sim”
II. Congregação do Santo Ofício, 1959. “É permitido aos cidadãos católicos, ao elegerem os representantes do povo, darem seu voto a partidos ou a candidatos que, mesmo se não proclamam princípios contrários à doutrina católica e até reivindicam o nome de cristãos, apesar disto se unem de fato aos comunistas e os apoiam por sua ação? Não, segundo a diretiva do Decreto do Santo Ofício de 1o. de Julho de 1949, n.1 [3865]”.
Portanto, de acordo com a resposta (Documento de 1949), o fiel cristão que “professa”, que “defende” e “propaga” o Comunismo – esteja ele filiado a partidos, organizações ou instituições nominalmente comunistas ou às que, embora não estampem tal insígnia, preservam no seu interior as teses comunistas [3]; ou que vota nos candidatos comunistas ou em seus aliados (Documento de 1959) – este fiel está automaticamente excomungado [4].
Ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista - Papa Pio XI ( 1922-1939) Encíclica Quadragésimo anno (15 maio 1931).
Não ajudar o socialismo. Tomai ademais sumo cuidado para que os filhos da Igreja Católica não dêem seu nome nem façam favor nenhum a essa detestável seita - Papa Leão XIII (1819-1878) - Enciclica Quod Apostolici Muneris , nº 34
Publicado no dia 23 Fevereiro 2018
Em 2017, a Campanha da Fraternidade teve como tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”. Como todos os anos, no Domingo de Ramos (que caiu no dia 09 de abril de 2017) houve uma coleta cuja finalidade exclusiva seria o financiamento das obras de caridade decorrentes da CF.
Ao menos, isso é o que pensavam todos os brasileiros que deram a sua contribuição para a coleta. Na prática, não foi bem assim.
Conforme explica o site da Caritas, a coleta promovida pela Campanha da Fraternidade (chamada Coleta Nacional da Solidariedade) forma o Fundo Nacional da Solidariedade – FNS (60% do valor arrecadado na coleta) e os Fundos Diocesanos da Solidariedade – FDS (40% do valor arrecadado na coleta), cuja finalidade é o “atendimento de demandas a projetos sociais“. O site deixa bem claro que a finalidade dos fundos obtidos com a coleta não é assistencialista.
Até aí, alguém poderia pensar, tudo bem, se há um compromisso da CNBB em financiar projetos sociais católicos (principalmente) e até não católicos que visem mais a promoção humana do que o mero assistencialismo.
Porém, que projetos sociais são esses? Qual é o critério de escolha dos projetos que serão favorecidos pelo dinheiro arrecadado dos fieis católicos em todas as dioceses e paróquias do país?
Embora a CNBB faça bastante propaganda das campanhas da fraternidade, o mesmo não ocorre com a sua prestação de contas. Existe, sim, um site do Fundo Nacional de Solidariedade – mas a imensa maioria dos católicos brasileiros nem sabe que ele existe.
Acessando esse site hoje, dia 19 de fevereiro de 2018, descobri alguns dados estarrecedores:
Uma das ONGs favorecida pelos recursos do FNS (na verdade, uma associação de ONGs) é a ABONG. Em seu site, entre outros objetivos, a ABONG defende a “legalização do aborto“, o reconhecimento civil da união gay e a liberdade sexual.
Outra organização beneficiada pelo FNS chama-se Fundação Grupo Esquel Brasil. Acessando o site dessa fundação, encontra-se um projeto chamado “Marco Regulatório“, cuja finalidade é definir um novo marco regulatório para as organizações da sociedade civil brasileira. Entre os gestores desse projeto estão a ABONG (de novo!!) e (pasmem!!) o MST – Movimento dos Sem-Terra.
O que isso significa? Simples: que o dinheiro da coleta da Campanha da Fraternidade está financiando, ao menos em parte, ONGs que promovem a legalização do aborto e grupos terroristas como o MST, que invadem terras e destroem propriedades Brasil afora, além de terem associação com grupos de guerrilha como as FARC!!
E o dinheiro da coleta da Campanha da Fraternidade é o dinheiro de cada fiel católico de boa fé, que espera que a CNBB dará um bom destino à sua contribuição, por menor que seja; que não acredita que o seu dinheiro suado, doado por amor a Deus e ao próximo, possa ser usado para promover invasão de terra e legalização do aborto no Brasil.
O site do Fundo Nacional da Solidariedade não esconde os nomes das organizações que foram beneficiadas com seus recursos. Basta acessar o site do FNS e clicar nas listas de projetos deferidos em cada reunião da comissão responsável. Estão incluídas aí as datas das reuniões e também as datas do repasse dos recursos. Embora sem divulgação, há uma certa transparência.
No entanto, ficam algumas questões escandalosas e sem resposta: por que uma conferência episcopal (a CNBB) beneficiaria com recursos da Campanha da Fraternidade (ou com quaisquer outros) a legalização do aborto e a invasão de terras? Não vai tudo isso contra a moral católica? Não é a defesa da vida desde a concepção até a morte natural um dos princípios inegociáveis da Igreja Católica, como disse Bento XVI em seu discurso de 30 de março de 2006? E também não é um princípio inegociável o reconhecimento e a promoção da estrutura natural da família, dentro do matrimônio, união entre um homem e uma mulher? Como, então, a CNBB financia projetos de ONGs que objetivam promover união homossexual e liberdade sexual?
E que dizer da invasão de terras, quando a defesa da propriedade privada é um dos princípios da Doutrina Social da Igreja Católica? Diz o Compêndio da Doutrina Social a respeito da destinação universal dos bens:
A propriedade privada é elemento essencial de uma política econômica autenticamente social e democrática e é garantia de uma reta ordem social. (Compêndio da Doutrina Social da Igreja)
Logicamente que a Igreja Católica não defende o abuso de propriedade, mas requer, em sua doutrina social, que a propriedade dos bens seja acessível a todos, ao menos em certa medida, de modo que todos possam ser, de algum modo, proprietários de bens. E defende que toda propriedade deve ter em vista o bem comum, não apenas o bem daquele que a detém. Isso, porém, não justifica a tomada violenta de propriedade alheia, que é roubo. Aliás, um dos Mandamentos da Lei de Deus, que não pode ser revogada por nenhuma pessoa humana, é justamente o sétimo, que diz: “NÃO ROUBARÁS” (Ex 20,15).
Como pode, pois, o dinheiro arrecadado pela CNBB em uma coleta destinada a obras sociais vir a financiar, sem autorização ou conhecimento prévio dos fieis católicos brasileiros, uma organização terrorista como o MST, que subverte a ordem social ao tomar violentamente (e, muitas vezes, destruir) a propriedade alheia, sem qualquer respeito ao direito de propriedade, sem amparo legal, em desobediência a qualquer tentativa governamental de promover pacífica e ordeiramente a Reforma Agrária e que ainda ameaça invadir as ruas das cidades brasileiras para defender seus corruptos de estimação?
A CNBB deve, com urgência, explicações aos católicos brasileiros sobre o uso de recursos doados por eles para defender organizações cujas finalidades estão muito longe daquelas que um católico entende por “projeto social”. Nenhum católico que se preze gostaria de saber que seu dinheiro financia aborto e invasão de terras.
Com tantas instituições vinculadas a paróquias e dioceses católicas passando por imensas dificuldades para manter seu trabalho social junto às populações mais carentes, por que o Fundo Nacional da Solidariedade vai financiar abortistas e terroristas? Quais os critérios de escolha que levam a privilegiar estas e preterir aquelas? A comissão responsável da CNBB dirá que não sabia de nada, quando basta acessar os sites de tais organizações para descobrir, em poucos minutos, estas finalidades infames?
Enquanto a CNBB não apenas der explicações convincentes a respeito do desvio de finalidade do dinheiro dos fieis e enquanto a CNBB não cortar o financiamento a esse tipo de organização, é urgente que os fieis católicos deixem de contribuir para a coleta do Fundo Nacional da Solidariedade.
No Domingo de Ramos, não deposite nenhum dinheiro nos envelopes da Campanha da Fraternidade.
Não permita que o seu dinheiro ajude a financiar o aborto e a invasão de terras neste país, entre outras finalidades que nos são totalmente desconhecidas. Escreva ou ligue para a CNBB e para a Nunciatura Apostólica (endereços, telefones, e-mails abaixo) dizendo da sua inconformidade com esta situação absurda e reclamando providências urgentes.
Núncio Apostólico: Exmo. e Revmo. DOM GIOVANNI D’ANIELLO
Endereço: SES – Av. das Nações – Qd. 801 – Lt. 01/ 70401-900 – Brasília – DF – Caixa Postal: 3383 – CEP 70059-970
Telefone: (61) 3223-0794 ou 3223-0916
E-mail: nunapost@solar.com.br
PRESIDENTE DA CNBB – CARDEAL DOM SERGIO DA ROCHA
Endereço: Esplanada dos Ministérios EMI lt. 12 – CEP 70050-000
Telefone: 3213-3333
E-mail: secretaria.episcopal@arquidiocesedebrasilia.org.br
E enquanto a resposta por parte das autoridades católicas deste país não se traduzir em maior transparência em todo o processo de escolha dos projetos beneficiados e em mudança concreta das finalidades da Campanha da Fraternidade, que o dinheiro dos fieis católicos não sirva mais para financiar morte, violência e roubo.
Fonte: www.paraclitus.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Lembrando também...
Representante da CNBB pregando a revolução comunista armada dentro de uma Pontifícia Universidade Católica. (Como é que é!?)
Na primeira parte, o narrador explica de maneira excelente como os papas e a Igreja condenaram o comunismo, com amplos dados e fontes, que o leitor pode checar (são verdadeiros).
Na segunda parte, vemos O REPRESENTANTE DA CNBB pregando a revolução comunista armada dentro de um "Pontifícia" Universidade "Católica". Na terceira parte, católicos são agredidos pelos comunistas.
Nota final de www.rainhamaria.com.br
Congregação do Santo Ofício, 1949 - “É permitido aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira? NÃO. O comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo [...] Fiéis cristãos que professam a doutrina materialista e anticristã do comunismo, e sobretudo os que as defendem e propagam, incorrem pelo próprio fato, como apóstatas da fé católica, na excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica? Sim”
II. Congregação do Santo Ofício, 1959. “É permitido aos cidadãos católicos, ao elegerem os representantes do povo, darem seu voto a partidos ou a candidatos que, mesmo se não proclamam princípios contrários à doutrina católica e até reivindicam o nome de cristãos, apesar disto se unem de fato aos comunistas e os apoiam por sua ação? Não, segundo a diretiva do Decreto do Santo Ofício de 1o. de Julho de 1949, n.1 [3865]”.
Portanto, de acordo com a resposta (Documento de 1949), o fiel cristão que “professa”, que “defende” e “propaga” o Comunismo – esteja ele filiado a partidos, organizações ou instituições nominalmente comunistas ou às que, embora não estampem tal insígnia, preservam no seu interior as teses comunistas [3]; ou que vota nos candidatos comunistas ou em seus aliados (Documento de 1959) – este fiel está automaticamente excomungado [4].
Ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista - Papa Pio XI ( 1922-1939) Encíclica Quadragésimo anno (15 maio 1931).
Não ajudar o socialismo. Tomai ademais sumo cuidado para que os filhos da Igreja Católica não dêem seu nome nem façam favor nenhum a essa detestável seita - Papa Leão XIII (1819-1878) - Enciclica Quod Apostolici Muneris , nº 34
Cuidado com a Campanha da Fraternidade ( I ):
Campanha da Fraternidade ou campanha para o PT?
Publicado no dia 23 Fevereiro 2018
Se desde há muito as Campanhas da Fraternidade vêm sendo utilizadas para difundir a agenda da esquerda, o que está acontecendo neste ano de 2018 é algo verdadeiramente impressionante e escandaloso.
A pretexto de combater a violência está se tentando enfiar goela abaixo dos católicos, em todo o país, uma Ideologia revolucionária sempre combatida pela Igreja.
Quando se lê os documentos da Campanha da Fraternidade e sobretudo quando se escuta os formadores desdobrando o conteúdo dos mesmos, nos deparamos exatamente com mesma pregação dos partidos de esquerda como o PT, PSOL, PC do B, PDT e outros.
Trata-se de um esforço para, por meio da Igreja, a esquerda revolucionária, retomar o poder e completar o processo de implantação do socialismo/marxista em nosso país tal como foi concebido pelo Foro de São Paulo fundado por Lula e Fidel Castro em 1990.
Na realidade a Campanha da Fraternidade desse ano já é uma campanha política antecipada, tendo como cabos eleitorais da esquerda a CNBB e por conseguinte muitos bispos, padres e leigos católicos.
A situação é muito mais grave do que se pode perceber em um primeiro momento. Basta listar as ideias que os documentos da Campanha e formadores estão defendendo para se começar a entender melhor o grau de instrumentalização a que a Igreja Católica foi submetida no Brasil para servir a causa revolucionária contribuindo assim para implantar o regime socialista/marxista no país.
Eis algumas das ideias revolucionárias defendidas pelo PT, PSOL, PC do B e pela esquerda em geral que estão sendo impostas ao povo católico como se fosse doutrina da Igreja:
01- Combate a violência ao invés de combate a criminalidade, fazendo pensar que toda forma de violência é má, colocando no mesmo saco os bandidos, policiais, pais ou qualquer um que utilize de sua legítima autoridade para manter a ordem ou evitar e corrigir o mal;
02- Apresentação de criminosos como VÍTIMAS da violência da sociedade excludente e da economia de mercado;
03- Defesa de um política de DESENCARCERAMENTO, uma vez que prender não resolve o problema da violência;
04- Defesa de uma política de LIBERALIZAÇÃO DAS DROGAS para que o consumo e tráfico não sejam considerados crimes, e assim, as pessoas não sejam presas por esses motivos;
05- Lutar CONTRA a redução da MAIORIDADE PENAL, pois a prisão não seria algo bom para jovens de 16 e 17 anos que roubam, matam, estupram, sequestram ou traficam, uma vez que essas “pobres crianças” são vítimas de uma sociedade opressora;
06- Defender o ESTATUTO DO DESARMAMENTO e lutar CONTRA O PORTE LEGAL DE ARMAS, pois os cidadãos de bem NÃO podem fazer a legítima opção de possuir uma arma de fogo para defender a si e a sua família;
07- Considerar um ato de VIOLÊNCIA rejeitar a Ideologia de Gênero, as reinvindicações LGBT e a não aceitação da prática homossexual como algo bom e normal;
08- Inculcar a ideia de que o IMPEACHMENT foi um GOLPE e que acarretou “retrocesso nas políticas sociais”;
09- Deixar os pressupostos para COMBATER o “ESCOLA SEM PARTIDO”, considerando o mesmo como uma violência contra os alunos que precisam ser doutrinados para adquirir “consciência política”;
10- Mostrar que o CAPITALISMO, a ECONOMIA DE MERCADO e o sistema Neo Liberal, representados pela “DIREITA OPRESSORA”, geram injustiça, desigualdade social e VIOLÊNCIA;
11- Acentuar a LUTA DE CLASSES fazendo crer que existe um plano “da elite branca” que está perpetrando um GENOCÍDIO contra a JUVENTUDE NEGRA E POBRE;
12- Mostrar que a IGREJA CATÓLICA praticou e apoiou a violência quando evangelizou os índios levando-os mudar sua religião e cultura. Que Igreja tem uma dívida social com índios e negros e que por isso precisa apoiar toda essa agenda da esquerda revolucionária que visa fazer “JUSTIÇA SOCIAL.”
Se alguém tiver a paciência necessária, poderá fazer uma coleta das falas dos piores quadros da esquerda brasileira, como Maria do Rosário (PT), Jean Willys (PSOL), Gleise Hoffmann (PT), Jandira Fegali (PC do B) e outros, e comparar com com a fala dos formadores da Campanha da Fraternidade de 2018 para assim constatar a incrível (mas não surpreendente) conhecidencia das ideias.
Na verdade, se trata de uma ocupação de espaço nos termos de Antônio Granci e da instrumentalização da Igreja para o serviço da causa revolucionária, uma vez que muitos desses formadores enganjados na Igreja são militantes de partidos de esquerda, especialmente do PT.
A brilhante reportagem do leigo católico Bernardo Kuster sobre o 14° Encontro das CEBs em Londrina PR (participado por mais de 60 bispos e centenas de sacerdotes e religiosas) jogou um pouco mais de luz sobre essa deplorável situação, mas a realidade é ainda pior.
Que os bons bispos e sacerdotes, e especialmente os bons leigos se levantem contra essa infiltração comunista dentro da Igreja e não aceitem essa instrumentalização do povo de Deus para promover uma Ideologia anti cristã.
Que estudem bem a doutrina católica para compreender que grande parte das ideias defendidas e propagadas pela CNBB, especialmente nas Campanhas da Fraternidade NÃO SÃO CATÓLICAS, mas sim erros ou ideologias condenadas e combatidas pela Igreja.
Que Deus tenha misericórdia de seus povo e dê sabedoria e coragem aos que lutam para defender a verdadeira fé católica.
Fonte: Equipe Templário de Maria via www.padrerodrigomaria.com.br
Publicado no dia 23 Fevereiro 2018
Se desde há muito as Campanhas da Fraternidade vêm sendo utilizadas para difundir a agenda da esquerda, o que está acontecendo neste ano de 2018 é algo verdadeiramente impressionante e escandaloso.
A pretexto de combater a violência está se tentando enfiar goela abaixo dos católicos, em todo o país, uma Ideologia revolucionária sempre combatida pela Igreja.
Quando se lê os documentos da Campanha da Fraternidade e sobretudo quando se escuta os formadores desdobrando o conteúdo dos mesmos, nos deparamos exatamente com mesma pregação dos partidos de esquerda como o PT, PSOL, PC do B, PDT e outros.
Trata-se de um esforço para, por meio da Igreja, a esquerda revolucionária, retomar o poder e completar o processo de implantação do socialismo/marxista em nosso país tal como foi concebido pelo Foro de São Paulo fundado por Lula e Fidel Castro em 1990.
Na realidade a Campanha da Fraternidade desse ano já é uma campanha política antecipada, tendo como cabos eleitorais da esquerda a CNBB e por conseguinte muitos bispos, padres e leigos católicos.
A situação é muito mais grave do que se pode perceber em um primeiro momento. Basta listar as ideias que os documentos da Campanha e formadores estão defendendo para se começar a entender melhor o grau de instrumentalização a que a Igreja Católica foi submetida no Brasil para servir a causa revolucionária contribuindo assim para implantar o regime socialista/marxista no país.
Eis algumas das ideias revolucionárias defendidas pelo PT, PSOL, PC do B e pela esquerda em geral que estão sendo impostas ao povo católico como se fosse doutrina da Igreja:
01- Combate a violência ao invés de combate a criminalidade, fazendo pensar que toda forma de violência é má, colocando no mesmo saco os bandidos, policiais, pais ou qualquer um que utilize de sua legítima autoridade para manter a ordem ou evitar e corrigir o mal;
02- Apresentação de criminosos como VÍTIMAS da violência da sociedade excludente e da economia de mercado;
03- Defesa de um política de DESENCARCERAMENTO, uma vez que prender não resolve o problema da violência;
04- Defesa de uma política de LIBERALIZAÇÃO DAS DROGAS para que o consumo e tráfico não sejam considerados crimes, e assim, as pessoas não sejam presas por esses motivos;
05- Lutar CONTRA a redução da MAIORIDADE PENAL, pois a prisão não seria algo bom para jovens de 16 e 17 anos que roubam, matam, estupram, sequestram ou traficam, uma vez que essas “pobres crianças” são vítimas de uma sociedade opressora;
06- Defender o ESTATUTO DO DESARMAMENTO e lutar CONTRA O PORTE LEGAL DE ARMAS, pois os cidadãos de bem NÃO podem fazer a legítima opção de possuir uma arma de fogo para defender a si e a sua família;
07- Considerar um ato de VIOLÊNCIA rejeitar a Ideologia de Gênero, as reinvindicações LGBT e a não aceitação da prática homossexual como algo bom e normal;
08- Inculcar a ideia de que o IMPEACHMENT foi um GOLPE e que acarretou “retrocesso nas políticas sociais”;
09- Deixar os pressupostos para COMBATER o “ESCOLA SEM PARTIDO”, considerando o mesmo como uma violência contra os alunos que precisam ser doutrinados para adquirir “consciência política”;
10- Mostrar que o CAPITALISMO, a ECONOMIA DE MERCADO e o sistema Neo Liberal, representados pela “DIREITA OPRESSORA”, geram injustiça, desigualdade social e VIOLÊNCIA;
11- Acentuar a LUTA DE CLASSES fazendo crer que existe um plano “da elite branca” que está perpetrando um GENOCÍDIO contra a JUVENTUDE NEGRA E POBRE;
12- Mostrar que a IGREJA CATÓLICA praticou e apoiou a violência quando evangelizou os índios levando-os mudar sua religião e cultura. Que Igreja tem uma dívida social com índios e negros e que por isso precisa apoiar toda essa agenda da esquerda revolucionária que visa fazer “JUSTIÇA SOCIAL.”
Se alguém tiver a paciência necessária, poderá fazer uma coleta das falas dos piores quadros da esquerda brasileira, como Maria do Rosário (PT), Jean Willys (PSOL), Gleise Hoffmann (PT), Jandira Fegali (PC do B) e outros, e comparar com com a fala dos formadores da Campanha da Fraternidade de 2018 para assim constatar a incrível (mas não surpreendente) conhecidencia das ideias.
Na verdade, se trata de uma ocupação de espaço nos termos de Antônio Granci e da instrumentalização da Igreja para o serviço da causa revolucionária, uma vez que muitos desses formadores enganjados na Igreja são militantes de partidos de esquerda, especialmente do PT.
A brilhante reportagem do leigo católico Bernardo Kuster sobre o 14° Encontro das CEBs em Londrina PR (participado por mais de 60 bispos e centenas de sacerdotes e religiosas) jogou um pouco mais de luz sobre essa deplorável situação, mas a realidade é ainda pior.
Que os bons bispos e sacerdotes, e especialmente os bons leigos se levantem contra essa infiltração comunista dentro da Igreja e não aceitem essa instrumentalização do povo de Deus para promover uma Ideologia anti cristã.
Que estudem bem a doutrina católica para compreender que grande parte das ideias defendidas e propagadas pela CNBB, especialmente nas Campanhas da Fraternidade NÃO SÃO CATÓLICAS, mas sim erros ou ideologias condenadas e combatidas pela Igreja.
Que Deus tenha misericórdia de seus povo e dê sabedoria e coragem aos que lutam para defender a verdadeira fé católica.
Fonte: Equipe Templário de Maria via www.padrerodrigomaria.com.br
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
Profanação em Venezuela:
No "paraíso" socialista/comunista da Venezuela, a situação chegou neste ponto: Nem os mortos têm paz na Venezuela. Profanam túmulos nos cemitérios e o satanismo aumentou.
Publicado no dia 19 Fevereiro 2018
Pessoas, no meio da crise, recorrem a essas práticas, afirma sacerdote
18.02.2018 -
Com a crise econômica e social, que passa o povo da Venezuela:
Profanação, ritos satânicos e práticas do Candomblé, já são abundantes em cemitérios, como o Cemitério Geral do Sul, em Caracas.
O vínculo com essas práticas em altas esferas do governo venezuelano torna tudo ainda mais dramático.
"É uma situação de abandono institucional", disse à ACI Prensa o padre Germán Machado, capelão do Cemitério Geral do Sul.
Há, por um lado, a prática da santería (candomblé) e, por outro lado, o culto dos "paleros", praticantes do que é conhecido como a "religião palo", e que é uma mistura entre o primeiro e o espiritualismo.
Na "religião da madeira", explica o padre Machado, os praticantes "se alimentam dos crânios e dos fêmures dos túmulos".
"Eles tiram esses ossos para um ritual, onde em um caldeirão, adicionam terras do cemitério e 12 tipos diferentes de árvores são colocados. Naquele caldeirão, eles colocam os fêmures e o crânio de um falecido, com a intenção de poder caminhar junto com o falecido e pensar como os mortos pensam", explicou.
"É uma espécie de acordo com o falecido, de modo que a pessoa age de forma sobrenatural de acordo com o que eles pedem eo que eles estão dando como oferta", diz ele.
O Cemitério Geral do Sul é o mais antigo de Caracas, fundado em 1876 e tem 246 hectares. Figuras importantes da história venezuelana estão enterradas em seus terrenos, como o romancista e político Rómulo Gallegos, cujo túmulo foi profanado.
"Recentemente, profanaram o túmulo da Congregação de São Vicente de Paulo, profanando também o túmulo do primeiro capelão militar que a Venezuela tinha", diz ele.
Eles também profanaram "o túmulo do capítulo metropolitano, de todos aqueles que foram cânones da Catedral de Caracas. Havia aproximadamente 40 religiosos lá".
O capelão do cemitério estimou que entre 40 e 45% da área total teria sido profedida em busca de ossos para vários ritos.
Juntamente com grupos que procuram ossos para fins ocultos, também há aqueles que tentam obter objetos de valor que pertenciam ao falecido, como dentes de ouro, jóias e metais preciosos.
Outro drama do cemitério venezuelano, acrescenta o sacerdote, é a "reciclagem" de túmulos.
"Em primeiro lugar, os paleros chegam, profanam o túmulo e normalmente removem o crânio e os fêmures do falecido, mas acontece que este túmulo continua sendo profanado, aberto, e nos últimos anos foi criado a reciclagem do poço. Pessoas inescrupulosas chegam, acabam removendo os restos, reconstruindo o poço e vendendo para alguém que o necessite a um preço extremamente alto ".
Satanismo
O padre Machado também lamenta que "os ritos satânicos tenham aumentado" na Venezuela.
"Sendo um capelão em um cemitério, entendemos as formas de morte de muitas pessoas. Existem vários casos documentados na Venezuela de mortes, especialmente em crianças".
"Nós tivemos coisas tão terríveis como encontrar crianças sacrificadas que as deixaram no cemitério em uma bolsa de plástico. Pelo menos alguns casos de crianças que morreram nesses ritos e, obviamente, todos os sinais são rituais", diz ele.
Motivado pela crise
O sacerdote também explica que essas "práticas e crenças procuram resolver as coisas no ambiente temporal, saúde, afetivo, trabalho".
"Muitas pessoas, no meio da crise", recorrem a essas práticas, diz o padre Machado, embora reconheça que "tivemos uma catequese muito fraca".
"Uma pessoa que vende um crânio e um osso em uma semana pode viver silenciosamente três meses com esse dinheiro, apesar das circunstâncias em que vivemos na Venezuela", diz ele.
O lucro médio para vender uma caveira, diz ele, é de US$100.
Figuras governamentais praticam esses cultos
Para o sacerdote venezuelano, a "parte mais delicada" deste drama é que "há muitas pessoas dentro do governo que praticam essa religião e estão ligadas ao cemitério, e não farão absolutamente nada para resolver esta situação".
"O que fizemos é tentar aumentar um pouco a consciência das pessoas em relação a isso, mas se o fator de fé não estiver presente no meio da comunidade, ninguém terá qualquer tipo de objeção", diz ele. porque nem mesmo as recomendações de saúde, para não manipular restos de falecidos para evitar doenças, "limitaram a prática".
Ele indicou que as profanações são feitas com mais freqüência nas festividades dos orixás, que são as divindades da santeria (candomblé).
Teme-se que a sexta-feira santa, dentro de algumas semanas, seja outra data de muitas profanações no cemitério.
Fonte: www.infocatolica.com
Publicado no dia 19 Fevereiro 2018
Pessoas, no meio da crise, recorrem a essas práticas, afirma sacerdote
18.02.2018 -
Com a crise econômica e social, que passa o povo da Venezuela:
Profanação, ritos satânicos e práticas do Candomblé, já são abundantes em cemitérios, como o Cemitério Geral do Sul, em Caracas.
O vínculo com essas práticas em altas esferas do governo venezuelano torna tudo ainda mais dramático.
"É uma situação de abandono institucional", disse à ACI Prensa o padre Germán Machado, capelão do Cemitério Geral do Sul.
Há, por um lado, a prática da santería (candomblé) e, por outro lado, o culto dos "paleros", praticantes do que é conhecido como a "religião palo", e que é uma mistura entre o primeiro e o espiritualismo.
Na "religião da madeira", explica o padre Machado, os praticantes "se alimentam dos crânios e dos fêmures dos túmulos".
"Eles tiram esses ossos para um ritual, onde em um caldeirão, adicionam terras do cemitério e 12 tipos diferentes de árvores são colocados. Naquele caldeirão, eles colocam os fêmures e o crânio de um falecido, com a intenção de poder caminhar junto com o falecido e pensar como os mortos pensam", explicou.
"É uma espécie de acordo com o falecido, de modo que a pessoa age de forma sobrenatural de acordo com o que eles pedem eo que eles estão dando como oferta", diz ele.
O Cemitério Geral do Sul é o mais antigo de Caracas, fundado em 1876 e tem 246 hectares. Figuras importantes da história venezuelana estão enterradas em seus terrenos, como o romancista e político Rómulo Gallegos, cujo túmulo foi profanado.
"Recentemente, profanaram o túmulo da Congregação de São Vicente de Paulo, profanando também o túmulo do primeiro capelão militar que a Venezuela tinha", diz ele.
Eles também profanaram "o túmulo do capítulo metropolitano, de todos aqueles que foram cânones da Catedral de Caracas. Havia aproximadamente 40 religiosos lá".
O capelão do cemitério estimou que entre 40 e 45% da área total teria sido profedida em busca de ossos para vários ritos.
Juntamente com grupos que procuram ossos para fins ocultos, também há aqueles que tentam obter objetos de valor que pertenciam ao falecido, como dentes de ouro, jóias e metais preciosos.
Outro drama do cemitério venezuelano, acrescenta o sacerdote, é a "reciclagem" de túmulos.
"Em primeiro lugar, os paleros chegam, profanam o túmulo e normalmente removem o crânio e os fêmures do falecido, mas acontece que este túmulo continua sendo profanado, aberto, e nos últimos anos foi criado a reciclagem do poço. Pessoas inescrupulosas chegam, acabam removendo os restos, reconstruindo o poço e vendendo para alguém que o necessite a um preço extremamente alto ".
Satanismo
O padre Machado também lamenta que "os ritos satânicos tenham aumentado" na Venezuela.
"Sendo um capelão em um cemitério, entendemos as formas de morte de muitas pessoas. Existem vários casos documentados na Venezuela de mortes, especialmente em crianças".
"Nós tivemos coisas tão terríveis como encontrar crianças sacrificadas que as deixaram no cemitério em uma bolsa de plástico. Pelo menos alguns casos de crianças que morreram nesses ritos e, obviamente, todos os sinais são rituais", diz ele.
Motivado pela crise
O sacerdote também explica que essas "práticas e crenças procuram resolver as coisas no ambiente temporal, saúde, afetivo, trabalho".
"Muitas pessoas, no meio da crise", recorrem a essas práticas, diz o padre Machado, embora reconheça que "tivemos uma catequese muito fraca".
"Uma pessoa que vende um crânio e um osso em uma semana pode viver silenciosamente três meses com esse dinheiro, apesar das circunstâncias em que vivemos na Venezuela", diz ele.
O lucro médio para vender uma caveira, diz ele, é de US$100.
Figuras governamentais praticam esses cultos
Para o sacerdote venezuelano, a "parte mais delicada" deste drama é que "há muitas pessoas dentro do governo que praticam essa religião e estão ligadas ao cemitério, e não farão absolutamente nada para resolver esta situação".
"O que fizemos é tentar aumentar um pouco a consciência das pessoas em relação a isso, mas se o fator de fé não estiver presente no meio da comunidade, ninguém terá qualquer tipo de objeção", diz ele. porque nem mesmo as recomendações de saúde, para não manipular restos de falecidos para evitar doenças, "limitaram a prática".
Ele indicou que as profanações são feitas com mais freqüência nas festividades dos orixás, que são as divindades da santeria (candomblé).
Teme-se que a sexta-feira santa, dentro de algumas semanas, seja outra data de muitas profanações no cemitério.
Fonte: www.infocatolica.com
domingo, 18 de fevereiro de 2018
Tudo Está Prestes a Acontecer.
Estou aqui ouvindo um velho vinil do Paul Mccartney em minha velha radiola enquanto puxo
uma velha pacáia,pensando e filosofando como nos velhos moldes.Quando o ``sapo barbudo´´
mais corrúpto do mundo for pra cadeia,a guerra civil vai começar.Pesquizem sobre as aparições
de Nossa Senhora em Cimbres,Pesqueira-PE,em 1936.Guardem pois água,açúcar,sal,velas,remé
dios e etc.Observem o mundo após a visita do Papa Francisco à Rússia!!!.
uma velha pacáia,pensando e filosofando como nos velhos moldes.Quando o ``sapo barbudo´´
mais corrúpto do mundo for pra cadeia,a guerra civil vai começar.Pesquizem sobre as aparições
de Nossa Senhora em Cimbres,Pesqueira-PE,em 1936.Guardem pois água,açúcar,sal,velas,remé
dios e etc.Observem o mundo após a visita do Papa Francisco à Rússia!!!.
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018
A Última Luz:
A última Luz: E essa última Luz será o nosso único consolo, enquanto desce sobre nós a escura noite da alma
Publicado no dia 12 Fevereiro 2018
=======================
"A última Luz"
No final os fiéis serão muito poucos; mas, em contrapartida, serão terrivelmente visíveis, provocando o ódio da religião prostituída, que os perseguirá para o deserto: “E sereis odiados por causa do meu nome, mas aquele que perseverar até o fim será salvo”.
Por Juan Manuel de Prada – Religión en Libertad | Tradução Sensus fidei:
São muitos os leitores que me escrevem inquietos, alguns muitos magoados em suas crenças, outros em um estado de angústia próxima à perda da fé, suplicando-me para me pronunciar sobre este ou aquele desvario eclesiástico. Por muitos anos eu ofereci o meu rosto nu para afastar os inimigos da fé; até que, um dia, seus supostos guardiões começaram a golpeá-lo também (e com que fúria!). Hoje atravesso uma noite escura da alma de saída incerta; por isso, infelizmente, não posso responder aos pedidos de meus angustiados leitores, mas em todo caso unir-me à sua tribulação; no entanto, quero lembrá-los de uma passagem das Escrituras que, em tempos tenebrosos, convém ter em mente, para que a esperança não desfaleça. E estas linhas serão as últimas a se dedicar a esta questão dolorosa.
Em uma das visões do Apocalipse nos é dito da Grande Prostituta, que “fornica com os reis da terra” e “embriaga as nações da terra com o vinho da sua imoralidade.”
Esta Grande Prostituta é a religião adulterada, falsificada, prostituída, entregue aos poderes deste mundo; e é a antítese da outra Mulher que aparece no Apocalipse, a parturiente vestida de sol e coroada de estrelas que é obrigada a fugir para o deserto, perseguida pela Besta.
Se a Grande Prostituta simboliza a religião prostrada perante os “reis da terra”, a Parturiente representa a religião fiel e mártir.
Estas duas facetas da religião, que para Deus são perfeitamente distinguíveis, nem sempre são para os homens, que muitas vezes as confundem uma com a outra (às vezes pela ingenuidade, às vezes por perfídia); e só serão totalmente distinguíveis no dia da colheita, quando o trigo e o joio serão separados. Entretanto, para tentar distinguir esta religião prostituída devemos nos guiar pelos sinais que Cristo nos deu: é a religião convertida em sal que perdeu o sabor, é a religião que cala para que as pedras gritem, é a religião que permite a “abominação da desolação”, adulterando, ocultando e até mesmo perseguindo a verdade. “Expulsar-vos-ão das sinagogas, profetizou Cristo no último aviso aos navegantes — e virá a hora em que todo aquele que vos tirar a vida julgará prestar culto a Deus.” Evidentemente, não estava se referindo à perseguição decretada pelos reis da terra, mas para a perseguição muito mais terrível — sumo mistério de iniquidade — impulsionada pela Grande Prostituta.
Como a Grande Prostituta fornica com os reis da terra? Consentindo com as suas leis, comprometendo-se com a sua ditadura ideológica, calando diante de suas aberrações, cobiçando as suas riquezas e honras, agarrando-se aos privilégios e brilhos com os quais tem sido subornada, para tê-los a seus pés; em suma, colocando os poderes deste mundo no lugar que pertence a Deus.
E como intoxica as nações com o vinho da sua imoralidade? Adulterando o Evangelho, reduzindo-o a um desprezível mingau inclusivista, ofuscando a antiga doutrina da Igreja, cortejando os inimigos da fé, disfarçando de misericórdia a submissão ao erro, semeando a confusão entre os simples, condenando os fiéis à perplexidade e a angústia, até mesmo apontando-os como inimigos para as massas cretinizadas, que assim poderão linchá-los mais facilmente.
No final os fiéis serão muito poucos; mas, em contrapartida, serão terrivelmente visíveis, provocando o ódio da religião prostituída, que os perseguirá para o deserto: “E sereis odiados por causa do meu nome, mas aquele que perseverar até o fim será salvo.”
No entanto, Deus manterá suas promessas sobre a permanência e infalibilidade de suas palavras: “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão”. E essa última luz será o nosso único consolo, enquanto desce sobre nós a escura noite da alma.
Publicado originalmente: Religión en Libertad: La última Luz.
Fonte: www.sensusfidei.com.br
===========================
Nota de www.rainhamaria.com.br
Disse Padre Romano: "A perda da consciência do pecado é, certamente, o maior drama da nossa época. E se aqueles que são chamados a pregar o Evangelho a todas as gentes, e a anunciar que, sem conversão, não há salvação, omitem-se em anunciar tais verdades, estamos diante de uma situação catastrófica! De fato, o discurso atual, dentro da Igreja, e que se refletiu sobre o Sínodo, é o de quase absoluto silêncio sobre as verdades últimas da nossa existência – os novíssimos -: morte, juízo, inferno e paraíso, e sobre o pecado, que condiciona a nossa salvação. Verdades basilares da nossa Santa Religião, e que devem determinar a nossa vida sobre esta terra, porque, como diz Nosso Senhor, “que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, se vem a perder a sua alma?” (Cf. Mc 8, 36)
Diz na Sagrada Escritura:
"Eles são do mundo. É por isto que falam segundo o mundo, e o mundo os ouve. Nós, porém, somos de Deus. Quem conhece a Deus, ouve-nos; quem não é de Deus, não nos ouve. É nisto que conhecemos o Espírito da Verdade e o espírito do erro." (I João 4, 5-6)
"Ele lhes disse: Vós pretendeis passar por justos perante os homens, mas Deus conhece-vos os corações: porque o que para os homens é estimável, é abominável perante Deus." (São Lucas 16,15)
"Dizei somente: Sim, se é sim; não, se é não. Tudo o que passa além disto vem do Maligno". (São Mateus 5, 37)
"Nós, porém, sentimo-nos na obrigação de incessantemente dar graças a Deus a respeito de vós, irmãos queridos de Deus, porque desde o princípio vos escolheu Deus para vos dar a salvação, pela santificação do Espírito e pela fé na verdade. E pelo anúncio do nosso Evangelho vos chamou para tomardes parte na glória de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, pois, irmãos, ficai firmes e conservai os ensinamentos que de nós aprendestes, seja por palavras, seja por carta nossa. Nosso Senhor Jesus Cristo e Deus, nosso Pai, que nos amou e nos deu consolação eterna e boa esperança pela sua graça, consolem os vossos corações e os confirmem para toda boa obra e palavra!" (II Tessalonicenses, 2, 10 -16)
Publicado no dia 12 Fevereiro 2018
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"A última Luz"
No final os fiéis serão muito poucos; mas, em contrapartida, serão terrivelmente visíveis, provocando o ódio da religião prostituída, que os perseguirá para o deserto: “E sereis odiados por causa do meu nome, mas aquele que perseverar até o fim será salvo”.
Por Juan Manuel de Prada – Religión en Libertad | Tradução Sensus fidei:
São muitos os leitores que me escrevem inquietos, alguns muitos magoados em suas crenças, outros em um estado de angústia próxima à perda da fé, suplicando-me para me pronunciar sobre este ou aquele desvario eclesiástico. Por muitos anos eu ofereci o meu rosto nu para afastar os inimigos da fé; até que, um dia, seus supostos guardiões começaram a golpeá-lo também (e com que fúria!). Hoje atravesso uma noite escura da alma de saída incerta; por isso, infelizmente, não posso responder aos pedidos de meus angustiados leitores, mas em todo caso unir-me à sua tribulação; no entanto, quero lembrá-los de uma passagem das Escrituras que, em tempos tenebrosos, convém ter em mente, para que a esperança não desfaleça. E estas linhas serão as últimas a se dedicar a esta questão dolorosa.
Em uma das visões do Apocalipse nos é dito da Grande Prostituta, que “fornica com os reis da terra” e “embriaga as nações da terra com o vinho da sua imoralidade.”
Esta Grande Prostituta é a religião adulterada, falsificada, prostituída, entregue aos poderes deste mundo; e é a antítese da outra Mulher que aparece no Apocalipse, a parturiente vestida de sol e coroada de estrelas que é obrigada a fugir para o deserto, perseguida pela Besta.
Se a Grande Prostituta simboliza a religião prostrada perante os “reis da terra”, a Parturiente representa a religião fiel e mártir.
Estas duas facetas da religião, que para Deus são perfeitamente distinguíveis, nem sempre são para os homens, que muitas vezes as confundem uma com a outra (às vezes pela ingenuidade, às vezes por perfídia); e só serão totalmente distinguíveis no dia da colheita, quando o trigo e o joio serão separados. Entretanto, para tentar distinguir esta religião prostituída devemos nos guiar pelos sinais que Cristo nos deu: é a religião convertida em sal que perdeu o sabor, é a religião que cala para que as pedras gritem, é a religião que permite a “abominação da desolação”, adulterando, ocultando e até mesmo perseguindo a verdade. “Expulsar-vos-ão das sinagogas, profetizou Cristo no último aviso aos navegantes — e virá a hora em que todo aquele que vos tirar a vida julgará prestar culto a Deus.” Evidentemente, não estava se referindo à perseguição decretada pelos reis da terra, mas para a perseguição muito mais terrível — sumo mistério de iniquidade — impulsionada pela Grande Prostituta.
Como a Grande Prostituta fornica com os reis da terra? Consentindo com as suas leis, comprometendo-se com a sua ditadura ideológica, calando diante de suas aberrações, cobiçando as suas riquezas e honras, agarrando-se aos privilégios e brilhos com os quais tem sido subornada, para tê-los a seus pés; em suma, colocando os poderes deste mundo no lugar que pertence a Deus.
E como intoxica as nações com o vinho da sua imoralidade? Adulterando o Evangelho, reduzindo-o a um desprezível mingau inclusivista, ofuscando a antiga doutrina da Igreja, cortejando os inimigos da fé, disfarçando de misericórdia a submissão ao erro, semeando a confusão entre os simples, condenando os fiéis à perplexidade e a angústia, até mesmo apontando-os como inimigos para as massas cretinizadas, que assim poderão linchá-los mais facilmente.
No final os fiéis serão muito poucos; mas, em contrapartida, serão terrivelmente visíveis, provocando o ódio da religião prostituída, que os perseguirá para o deserto: “E sereis odiados por causa do meu nome, mas aquele que perseverar até o fim será salvo.”
No entanto, Deus manterá suas promessas sobre a permanência e infalibilidade de suas palavras: “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão”. E essa última luz será o nosso único consolo, enquanto desce sobre nós a escura noite da alma.
Publicado originalmente: Religión en Libertad: La última Luz.
Fonte: www.sensusfidei.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Disse Padre Romano: "A perda da consciência do pecado é, certamente, o maior drama da nossa época. E se aqueles que são chamados a pregar o Evangelho a todas as gentes, e a anunciar que, sem conversão, não há salvação, omitem-se em anunciar tais verdades, estamos diante de uma situação catastrófica! De fato, o discurso atual, dentro da Igreja, e que se refletiu sobre o Sínodo, é o de quase absoluto silêncio sobre as verdades últimas da nossa existência – os novíssimos -: morte, juízo, inferno e paraíso, e sobre o pecado, que condiciona a nossa salvação. Verdades basilares da nossa Santa Religião, e que devem determinar a nossa vida sobre esta terra, porque, como diz Nosso Senhor, “que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, se vem a perder a sua alma?” (Cf. Mc 8, 36)
Diz na Sagrada Escritura:
"Eles são do mundo. É por isto que falam segundo o mundo, e o mundo os ouve. Nós, porém, somos de Deus. Quem conhece a Deus, ouve-nos; quem não é de Deus, não nos ouve. É nisto que conhecemos o Espírito da Verdade e o espírito do erro." (I João 4, 5-6)
"Ele lhes disse: Vós pretendeis passar por justos perante os homens, mas Deus conhece-vos os corações: porque o que para os homens é estimável, é abominável perante Deus." (São Lucas 16,15)
"Dizei somente: Sim, se é sim; não, se é não. Tudo o que passa além disto vem do Maligno". (São Mateus 5, 37)
"Nós, porém, sentimo-nos na obrigação de incessantemente dar graças a Deus a respeito de vós, irmãos queridos de Deus, porque desde o princípio vos escolheu Deus para vos dar a salvação, pela santificação do Espírito e pela fé na verdade. E pelo anúncio do nosso Evangelho vos chamou para tomardes parte na glória de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, pois, irmãos, ficai firmes e conservai os ensinamentos que de nós aprendestes, seja por palavras, seja por carta nossa. Nosso Senhor Jesus Cristo e Deus, nosso Pai, que nos amou e nos deu consolação eterna e boa esperança pela sua graça, consolem os vossos corações e os confirmem para toda boa obra e palavra!" (II Tessalonicenses, 2, 10 -16)
Instrumentos Inacreditavelmente Caros:
1. Assinaturas que mudam vidas!
Arrematada por US$ 2,7 milhões em um leilão, no Catar, em 2005, para arrecadar fundos em pró de vítimas de um tsunami na Ásia, uma Fender Stracaster é a guitarra mais cara do mundo. Mas não é uma Strato comum! A guitar foi autografadas por inúmeros ícones do rock, como Mick Jagger, Keith Richards, Eric Clapton, Jimmy Page, David Gilmour, Jeff Beck, Angus e Malcolm Young, Paul McCartney, Ritchie Blackmore, entre outros.
Guitarra foi arrematada em um leilão
A mais cara de todas as guitarras é uma Fender Stratocaster autogravada por lendas do rock
Que baita objeto de decoração, hein? Só que essa guitar pertence aos adornos de Sheikha Mayassa bint Hamad Al Thani, filha de um político do Catar.
2. A viola que não sente o peso da idade!
Semelhante ao violino, a viola clássica (também chamada viola de arco) é um instrumento de sonoridade grave e melancólica. O exemplar mais famoso e valioso desse instrumento é a viola Mcdonald, fabricada em 1717 pelo luthier italiano Antonio Giacomo Stradivari e atualmente avaliada em US$ 45 milhões. Stradivari criou apenas 10 violas, fato este que faz da Mcdonald um instrumento tão peculiar. Com três séculos de idade completados em 2017, a viola Mcdonald continua soando maravilhosamente bem,
3. Vale o quanto pesa!
Por ser usado por compositores, arranjadores e peça chave no palco e nos estúdios, o piano é um dos instrumentos que mais marcam presenças em todas as etapas de uma música. Além de ser uma das fabricantes de pianos mais bem conceituadas, a Kuhn-Bösendorfer é conhecida por fazer verdadeiras peças de arte sofisticadas.
Piano é para poucos
Piano pode custar até US$ 3 milhões
Dependendo do tamanho e dos adornor, um piano da Kuhn-Bösendorfer pode custar até US$ 3 milhões. Por ser produzido de forma artesanal, o instrumento pode demorar até 18 meses para chegar nas mãos do comprador. Apesar dos pesares, não há dúvidas de que trata-se de um item único!
4. Elegância, requinte e fragmentos de ouro!
A Gibson é conhecida por desenvolver os mais bem conceituados modelos de guitarra com corpo arqueado (archtop) do mundo. De tempos em tempos, a fabricante disponibiliza no mercado séries limitadas e fieis da Citation, que para muitos é a guitarra mais elegante que existe!
Guitarra tem acabamento feito em ouro
Modelo que traduz a elegância das guitarras da Gibson
Origalmente lançada em 1969, a guitarra tem a parte eletrônica revestida em ouro de 24 quilates e partes do acabamento esculpidas à mão. Atualmente, com o preço sugerido de US$ 22.299 (algo em torno de R$ 71.290), a Citatition é a guitarra mais cara disponível no site da Gibson.
5. Ao mestre, com carinho
Com a série Custom Shop Masterbuilt, a Fender celebra a criatividade dos mestres construtores que desenvolvem os instrumentos que ajudaram a fabricante a fazer história. Esses instrumentos especiais fazem a conexão entre os melhores elementos do passado e as aprimoramentos do mundo moderno.
Guitarra mais cara da Fender
Uma fender que carrega as cicatrizes das batalhas?
Pela bagatela de R$ 56.990, você pode comprar uma 65 Stratocaster Relic Masterbuilt By John Cruz, o modelo de guitarra mais caro disponível no site da Fender Brasil. Entre outros atrativos, a guitar é equipada com três captadores Custom Shop 60′s Single-Coil Strat by Abgail Ybarra (enrolados a mão), ferragens cromadas e acabamento em nitrocelulose.
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
Profetas e Profetizas:
Bispo Antonio Rossi Keller: Por não ter compromissos com ninguém além de Deus, o profeta fala abertamente, denunciando as injustiças, gritando contra a opressão dos pequenos
Publicado no dia 11 Fevereiro 2018
Apontando as falsidades dos corações dos homens
10.02.2018 -
"JESUS É O SANTO DE DEUS"
Por Dom Antonio Carlos Rossi Keller - Janeiro 2012
A primeira leitura deste domingo apresenta uma série de normas inspiradas na revelação divina e que regulamentavam o culto, os sacrifícios, as festas, as instituições e a vida social e civil do povo de Deus do Antigo Testamento. O trecho de hoje faz parte deste código e se destina à regulamentação da instituição e do serviço profético. A profecia é um dom de Deus, uma vocação e, consequentemente, um serviço aos demais irmãos. É Deus quem faz surgir os profetas para o seu povo.
O profeta sempre será um homem escolhido por Deus, tirado do meio dos irmãos, sem compromissos com ninguém e com nenhuma espécie de poder, para assim poder realizar plenamente a sua vocação, servindo exclusivamente a Deus seu Senhor e ao povo para o qual ele foi enviado. O profeta sempre foi uma espécie de mediador entre Deus e os homens.
Por não ter compromissos com ninguém além de Deus, o profeta fala abertamente, denunciando as injustiças, gritando contra a opressão dos pequenos, apontando as falsidades dos corações dos homens, chamando a atenção dos poderosos e convidando todos indistintamente para a conversão, mostrando-lhes a bondade e a misericórdia de Deus. Ele sempre foi uma pessoa incômoda para homens do seu tempo. Como aquilo que ele anuncia ou denuncia é sempre vindo de Deus e revela a sua vontade, ainda que não agrade, deve ser seguido e acolhido com carinho, pois Deus nos pedirá contas de tudo quanto os seus profetas nos anunciam em seu nome.
Ainda que estejamos acostumados a pensar que vocação profética é coisa do passado, temos que saber que pelo nosso batismo, todos nos tornamos participantes por direito e por dever da missão sacerdotal, real e profética do Cristo. Pela graça do Espírito Santo que nos foi derramada no batismo, todos fomos colocados em condição de ser estes mensageiros de Deus entre os homens. Todos estamos envolvidos nesta árdua missão e para cumpri-la com dignidade, precisamos ser homens e mulheres de Deus.
Não podemos nos comprometer com nenhuma pessoa ou com algum tipo de poder humano, mas permanecer livres de qualquer compromisso para podermos servir somente a Deus e o seu plano salvífico em favor dos homens filhos seus. Temos que ter consciência de que no exercício desta nossa participação na missão profética de Cristo, seremos amados por poucos e odiados por muitos. Seremos mal vistos, mal falados, maltratados e perseguidos. Nada poderá nos assustar ou diminuir a força do nosso testemunho, pois é muito mais seguro permanecer fiel a Deus, do que se comprometer com os homens e seus pecados. Devemos temer somente ao juízo divino que é eterno e absolutamente justo e não àquele dos homens, que é passageiro, limitado, leviano e muitas vezes, completamente injusto.
O Evangelho nos apresenta Jesus em pleno exercício de sua missão profética. Ele é o profeta por excelência, pois não somente anuncia, mas realiza o plano do Pai. Ele é o próprio Deus e tudo quanto anuncia, se realiza, pois com Ele chegou a plenitude dos tempos e o momento oportuno para a plena realização de todas as promessas de Deus em favor dos seus filhos.
Num dia de sábado, dia dedicado ao Senhor Deus, Jesus entra no templo e começa a ensinar. Ele não se limita a ler as escrituras como qualquer outro homem do seu povo, mas ensina, isto é, interpreta, aplica, dá vida à Palavra de Deus lida no templo, pois tudo o que era lido no templo sob forma de oração e que era apresentado ao povo sob a forma de promessa da parte de Deus, encontrava em Jesus a sua plena realização. Diversamente do que ensinavam os doutores da Lei, o ensinamento de Jesus era oferecido com autoridade e causava a admiração de todos os ouvintes. Jesus não se perdia nos infinitos detalhes que foram criados pelos doutores do templo, mas ensinava o povo a ver com profundidade o que era essencial na Lei, a vontade do Pai, garantia de vida e salvação para todos os filhos de Deus.
Tudo aquilo que Jesus anunciava era confirmado pelo Pai. Ele foi o único que em tudo e sempre cumpriu a vontade do Pai, por isto, tudo o que ele anunciava se cumpria. Aquilo que Jesus anunciava era tão verdadeiro e de acordo com o desejo do Pai, que até mesmo o demônio, maior inimigo dos filhos de Deus e do seu Reino, lhe obedecia e ficava completamente impotente.
Deste modo de fazer de Jesus, podemos tirar algumas conclusões práticas para a nossa vida de filhos: Jesus já venceu o demônio e todo o mal. Aqueles que são seus, também caminham para isto e um dia, todos terão vencido o demônio, o mal e todas as suas conseqüências. Porém, enquanto estamos no caminho desta vida, seremos sempre tentados pelo demônio que nos quer ver longe do cumprimento da vontade de Deus. As vezes até caímos em suas ciladas, mas temos modos para nos livrarmos delas, como nos ensina Jesus hoje. O caminho mais seguro é escutar a sua Palavra salvífica, seguir o seu Evangelho e, seguindo o seu exemplo, permanecermos fiéis ao Pai em tudo até o fim. No coração de todo aquele que guarda as palavras de Jesus e procura fazer a vontade do Pai, não sobra espaço para a ação do demônio.
Com a chegada de Jesus entre nós, chegou-nos a salvação e o mal não tem mais poder sobre os filhos de Deus. Basta que enchamos nossas vidas de Deus, das suas palavras e nenhum mal nos acontecerá.
Finalmente, o evangelho de hoje nos traz um forte questionamento a respeito do testemunho que damos da nossa fé em Jesus. O espírito mal que havia possuído aquele homem, reconhece e proclama publicamente que Jesus é o Santo de Deus, o Messias esperado e enviado por Deus. Ao contrário, nós que somos os filhos de Deus e que tudo recebemos Dele, somos acomodados, medrosos e muito fracos no nosso testemunho de Jesus e do seu evangelho.
Portanto, hoje devemos nos perguntar com toda sinceridade: o que há em nossos corações que muitas vezes nos faz tão frios e duros, diante de um Deus que é tão bom e misericordioso para conosco? A nossa participação na missão profética do Cristo exige que sejamos anunciadores e incansáveis testemunhas da pessoa e da obra de Jesus, pois Nele realizou-se tudo o que o Pai havia prometido ao longo dos tempos, em favor dos homens, filhos seus.
Vocação e Missão do Profeta:
O profeta é chamado por Deus para uma missão, quase sempre exigente, trabalhosa e difícil.
Apesar da sua fragilidade, Deus o escolheu e o enviou. A mensagem que irá transmitir não é sua. Por isso Deus lhe pede escuta, docilidade e fidelidade no anúncio, no ensino e no testemunho.
Perante tal missão e na consciência da sua pobreza e fragilidade ele deve munir-se de profunda confiança em Deus; ser pessoa de oração e de escuta da Palavra de Deus; deve possuir consciência de solidariedade e se preocupar com o destino dos outros. E na fidelidade à verdade da mensagem, estar disponível para se fazer doação total, dando se for necessário, a própria vida.
Dom Antonio Carlos Rossi Keller - Bispo de Frederico Westphalen (RS)
Fonte: http://acrkeller.blogspot.com
Publicado no dia 11 Fevereiro 2018
Apontando as falsidades dos corações dos homens
10.02.2018 -
"JESUS É O SANTO DE DEUS"
Por Dom Antonio Carlos Rossi Keller - Janeiro 2012
A primeira leitura deste domingo apresenta uma série de normas inspiradas na revelação divina e que regulamentavam o culto, os sacrifícios, as festas, as instituições e a vida social e civil do povo de Deus do Antigo Testamento. O trecho de hoje faz parte deste código e se destina à regulamentação da instituição e do serviço profético. A profecia é um dom de Deus, uma vocação e, consequentemente, um serviço aos demais irmãos. É Deus quem faz surgir os profetas para o seu povo.
O profeta sempre será um homem escolhido por Deus, tirado do meio dos irmãos, sem compromissos com ninguém e com nenhuma espécie de poder, para assim poder realizar plenamente a sua vocação, servindo exclusivamente a Deus seu Senhor e ao povo para o qual ele foi enviado. O profeta sempre foi uma espécie de mediador entre Deus e os homens.
Por não ter compromissos com ninguém além de Deus, o profeta fala abertamente, denunciando as injustiças, gritando contra a opressão dos pequenos, apontando as falsidades dos corações dos homens, chamando a atenção dos poderosos e convidando todos indistintamente para a conversão, mostrando-lhes a bondade e a misericórdia de Deus. Ele sempre foi uma pessoa incômoda para homens do seu tempo. Como aquilo que ele anuncia ou denuncia é sempre vindo de Deus e revela a sua vontade, ainda que não agrade, deve ser seguido e acolhido com carinho, pois Deus nos pedirá contas de tudo quanto os seus profetas nos anunciam em seu nome.
Ainda que estejamos acostumados a pensar que vocação profética é coisa do passado, temos que saber que pelo nosso batismo, todos nos tornamos participantes por direito e por dever da missão sacerdotal, real e profética do Cristo. Pela graça do Espírito Santo que nos foi derramada no batismo, todos fomos colocados em condição de ser estes mensageiros de Deus entre os homens. Todos estamos envolvidos nesta árdua missão e para cumpri-la com dignidade, precisamos ser homens e mulheres de Deus.
Não podemos nos comprometer com nenhuma pessoa ou com algum tipo de poder humano, mas permanecer livres de qualquer compromisso para podermos servir somente a Deus e o seu plano salvífico em favor dos homens filhos seus. Temos que ter consciência de que no exercício desta nossa participação na missão profética de Cristo, seremos amados por poucos e odiados por muitos. Seremos mal vistos, mal falados, maltratados e perseguidos. Nada poderá nos assustar ou diminuir a força do nosso testemunho, pois é muito mais seguro permanecer fiel a Deus, do que se comprometer com os homens e seus pecados. Devemos temer somente ao juízo divino que é eterno e absolutamente justo e não àquele dos homens, que é passageiro, limitado, leviano e muitas vezes, completamente injusto.
O Evangelho nos apresenta Jesus em pleno exercício de sua missão profética. Ele é o profeta por excelência, pois não somente anuncia, mas realiza o plano do Pai. Ele é o próprio Deus e tudo quanto anuncia, se realiza, pois com Ele chegou a plenitude dos tempos e o momento oportuno para a plena realização de todas as promessas de Deus em favor dos seus filhos.
Num dia de sábado, dia dedicado ao Senhor Deus, Jesus entra no templo e começa a ensinar. Ele não se limita a ler as escrituras como qualquer outro homem do seu povo, mas ensina, isto é, interpreta, aplica, dá vida à Palavra de Deus lida no templo, pois tudo o que era lido no templo sob forma de oração e que era apresentado ao povo sob a forma de promessa da parte de Deus, encontrava em Jesus a sua plena realização. Diversamente do que ensinavam os doutores da Lei, o ensinamento de Jesus era oferecido com autoridade e causava a admiração de todos os ouvintes. Jesus não se perdia nos infinitos detalhes que foram criados pelos doutores do templo, mas ensinava o povo a ver com profundidade o que era essencial na Lei, a vontade do Pai, garantia de vida e salvação para todos os filhos de Deus.
Tudo aquilo que Jesus anunciava era confirmado pelo Pai. Ele foi o único que em tudo e sempre cumpriu a vontade do Pai, por isto, tudo o que ele anunciava se cumpria. Aquilo que Jesus anunciava era tão verdadeiro e de acordo com o desejo do Pai, que até mesmo o demônio, maior inimigo dos filhos de Deus e do seu Reino, lhe obedecia e ficava completamente impotente.
Deste modo de fazer de Jesus, podemos tirar algumas conclusões práticas para a nossa vida de filhos: Jesus já venceu o demônio e todo o mal. Aqueles que são seus, também caminham para isto e um dia, todos terão vencido o demônio, o mal e todas as suas conseqüências. Porém, enquanto estamos no caminho desta vida, seremos sempre tentados pelo demônio que nos quer ver longe do cumprimento da vontade de Deus. As vezes até caímos em suas ciladas, mas temos modos para nos livrarmos delas, como nos ensina Jesus hoje. O caminho mais seguro é escutar a sua Palavra salvífica, seguir o seu Evangelho e, seguindo o seu exemplo, permanecermos fiéis ao Pai em tudo até o fim. No coração de todo aquele que guarda as palavras de Jesus e procura fazer a vontade do Pai, não sobra espaço para a ação do demônio.
Com a chegada de Jesus entre nós, chegou-nos a salvação e o mal não tem mais poder sobre os filhos de Deus. Basta que enchamos nossas vidas de Deus, das suas palavras e nenhum mal nos acontecerá.
Finalmente, o evangelho de hoje nos traz um forte questionamento a respeito do testemunho que damos da nossa fé em Jesus. O espírito mal que havia possuído aquele homem, reconhece e proclama publicamente que Jesus é o Santo de Deus, o Messias esperado e enviado por Deus. Ao contrário, nós que somos os filhos de Deus e que tudo recebemos Dele, somos acomodados, medrosos e muito fracos no nosso testemunho de Jesus e do seu evangelho.
Portanto, hoje devemos nos perguntar com toda sinceridade: o que há em nossos corações que muitas vezes nos faz tão frios e duros, diante de um Deus que é tão bom e misericordioso para conosco? A nossa participação na missão profética do Cristo exige que sejamos anunciadores e incansáveis testemunhas da pessoa e da obra de Jesus, pois Nele realizou-se tudo o que o Pai havia prometido ao longo dos tempos, em favor dos homens, filhos seus.
Vocação e Missão do Profeta:
O profeta é chamado por Deus para uma missão, quase sempre exigente, trabalhosa e difícil.
Apesar da sua fragilidade, Deus o escolheu e o enviou. A mensagem que irá transmitir não é sua. Por isso Deus lhe pede escuta, docilidade e fidelidade no anúncio, no ensino e no testemunho.
Perante tal missão e na consciência da sua pobreza e fragilidade ele deve munir-se de profunda confiança em Deus; ser pessoa de oração e de escuta da Palavra de Deus; deve possuir consciência de solidariedade e se preocupar com o destino dos outros. E na fidelidade à verdade da mensagem, estar disponível para se fazer doação total, dando se for necessário, a própria vida.
Dom Antonio Carlos Rossi Keller - Bispo de Frederico Westphalen (RS)
Fonte: http://acrkeller.blogspot.com
Devemos Amar o Sofrimento:
Depois de 160 anos da retumbante manifestação de Nossa Senhora em Lourdes, o mundo se agita em espantosa intranquilidade
Publicado no dia 11 Fevereiro 2018
Porque abandonou o exemplo de Nosso Senhor Jesus Cristo, de sua Santíssima Mãe e de seus Santos
Há 160 anos, a família de Santa Bernadette vivia situação desesperadora, quando ocorreu a miraculosa aparição na Gruta de Lourdes.
(Lugar em que viveu a família de Santa Bernadette, parte de uma delegacia abandonada, que ainda hoje se pode visitar)
* * *
Toda confiança em Nossa Senhora, mesmo quando tudo parecer perdido
Por Luis Dufaur
Em 11 de fevereiro de 1858, a família de Santa Bernadette Soubirous enfrentava mais uma jornada de penúrias humilhantes na vida quotidiana. A família fora proprietária de moinho de trigo, que lhe conferia projeção social e econômica, mas havia caído na miséria, tendo perdido o moinho e o lar. Tinha que viver num cachot (enxovia, quarto insalubre), numa parte de delegacia abandonada que ainda hoje se pode visitar.
No tugúrio não havia o que comer, nem lenha para aquecimento naquele inverno, e Francisco Soubirous saiu cedo à procura de algum trabalho. Após muito tentar, encontrou um serviço humilhante para quem fora dono de moinho: carregar lixo hospitalar do posto de saúde de Lourdes e queimá-lo fora da cidade, numa gruta chamada Massabielle, onde por vezes se guardavam animais. Com os vinte sous (tostões) que ganhou, sua esposa Louise preparou uma sopa para o almoço familiar.
Enquanto Francisco estava fora, Louise ouviu gritos da vizinha, a Sra. Croisine Bouhort, que a chamava desesperadamente, pois agonizava mais uma vez seu filhinho Justin, que nascera raquítico. A paciência e tato de Louise havia impedido o desenlace em mais de uma oportunidade, mas a família já perdera a esperança de salvá-lo. Naquele dia de privações, Louise fez novamente o prodígio de manter em vida a criancinha doente.
Dias depois, quando já se haviam divulgado as aparições de Nossa Senhora, Croisine Bouhort se encontrou novamente na iminência da morte do filho. Tocada pela graça, correu com a criança agonizante e a imergiu na fria fonte da gruta de Lourdes, enquanto todos tentavam dissuadi-la. Mas ela estava certa, quando intuiu a possibilidade do milagre, e Justin foi um dos primeiros miraculados de Lourdes. No dia 8 de dezembro de 1933, com 77 anos de idade, o próprio Justin — vigoroso horticultor da cidade francesa de Pau — assistiu na Praça de São Pedro, em Roma, à canonização de Santa Bernadette pelo Papa Pio XI.
Quantas e quantas vezes consideramos difícil o dia que estamos vivendo! Tudo se passa de maneira errada, não há esperança no horizonte, o bem que aguardamos não acontece, mas sim o contrário. Em especial nesses momentos, devemos voltar nosso pensamento para Nossa Senhora e rezar uma Ave Maria, uma jaculatória, fazer um oferecimento: “Minha Mãe, em Vós confio! Aceitai minha dor como reparação, e enviai uma graça para alguma alma necessitada que Vós bem conheceis!”.
A família de Santa Bernadette passava por momentos assim no dia da primeira aparição da Santíssima Virgem, há 160 anos. Os grandes santos passaram também por esses dramas da vida quotidiana, e a reação que tiveram pode ter sido decisiva para a própria santificação. Nas horas difíceis em que tudo parece ocorrer de modo errado, lembremo-nos desta situação e elevemos à Virgem Santíssima uma prece: Nossa Senhora de Lourdes, rogai por mim! ou Santa Bernadette, rogai por mim! Dormiremos tranquilos nessa noite, mas chegará um dia em que veremos o resultado dessa oração e desse sacrifício.
(Representação de uma das aparições de Nossa Senhora a Santa Bernadette)
Lourdes e o futuro que só Deus conhece
Ninguém poderia razoavelmente se surpreender, caso a estrutura da atual civilização viesse a desabar fragorosa e tragicamente, num grande banho de sangue. Lançam-se ameaçadores foguetes norte-coreanos, enquanto naves e aviões de guerra americanos navegam próximo ao Mar da China e o Havaí reativa seus refúgios nucleares. A Rússia ameaça as fronteiras da Europa Central e envia navios de guerra para o Caribe. O incêndio comunista se propaga a partir da Venezuela, enquanto no Brasil o número de mortes violentas atingiu a cifra de 61.619 em um ano, e ninguém vê perspectivas de melhoras. Há quem pergunte, inclusive em livros, se é o caso de procurarmos algum local inacessível para nos escondermos, talvez até mesmo viver em catacumbas. Empresas dos EUA oferecem construir abrigos atômicos em sítios e jardins particulares.
Fatos de outra natureza fazem pensar também em castigos de proporções catastróficas. A onda de sacrilégios e profanações em presépios no recente Natal, em catedrais e praças da Itália e outros países, foi inimaginável. O presépio de Natal deste ano na Praça de São Pedro causou escândalo em numerosos fiéis, sobretudo devido a uma imagem de um personagem nu.
Enquanto o Papa Francisco visitava tal presépio, centenas de gaivotas revoaram em torno do presépio, grasnando assustadoramente. Era um fato tão inusual, que muitos o qualificaram como um mau presságio, acenando também com uma prefigura do Apocalipse.
Na imagem abaixo: “Presépio” exposto no interior da basílica de Nossa Senhora de Fátima, em Portugal. A escultura tosca e disforme não reflete a perfeição física da Sagrada Família.
No convento de Santo Antônio, no Rio de Janeiro, também montou-se um presépio escandaloso, com imagens ofensivas ao Menino Jesus. A reação dos católicos levou à remoção dessa “obra de arte”, mas o escândalo foi ainda agravado pelos elogios de autoridades religiosas a essa blasfêmia.
Dentro da Igreja, os meios sobrenaturais para a salvação estão de tal maneira subutilizados, que dir-se-iam inúteis. Quase não se ouve mais pregar a necessidade de rezar o terço, de invocar os santos, de praticar os mandamentos, de receber os sacramentos ou de adorar o Santíssimo Sacramento.
Tais profanações, ofensas e manifestações de desprezo são de molde a afastar as graças de Deus e provocar a ira divina. São pecados graves e atraem castigos, o que nos leva a temer uma situação humanamente perdida. Alguns até imaginam que a Igreja será forçada a voltar às catacumbas.
Mas há uma razão para se esperar que a Providência não o permita, ou pelo menos que tal permissão seja por pouco tempo: entre as desolações da época presente, um prenúncio de vitória é a ação da Virgem Santíssima na Terra, que se faz de modo por assim dizer visível. De Lourdes e Fátima até nossos dias, quanto mais a crise universal se expande, tanto mais as intervenções d’Ela se tornam palpáveis. Combate-se a devoção a Nossa Senhora não só fora da Igreja, mas até em certos meios que são ou fingem ser católicos. Mas trabalham em vão, pois cá e lá a Virgem Santíssima continua atraindo a si milhões de almas, desenvolvendo um plano de regeneração que conduz a um grande e espetacular desfecho. Em torno de Lourdes, por exemplo, essa ação é palpável. Todas as circunstâncias parecem adequadas para um triunfo imenso da Santa Mãe de Deus.
Sim, a crise é trágica e se aproxima do auge. Quem nos poderia salvar da cólera de Deus? Só a ação de uma Mãe ilimitadamente boa e generosa, que tivesse para conosco uma complacência sem limites. Seria preciso também que ela fosse ao mesmo tempo mais poderosa do que todas as forças da Terra, do que todos os poderes infernais e seduções carne. E seria preciso que fosse onipotente junto ao próprio Deus, ofendido por nossos pecados. Salvar-nos nesta situação seria a mais rútila das manifestações do poder de tal Mãe, que é também a Mãe de Deus. Como não perceber que tantos desastres e tantos pecados clamam, por assim dizer, pela intervenção de Maria Santíssima? E como não perceber que Ela atenderá a este clamor? Quando? Durante o grande drama que se aproxima? Depois dele?
Não o sabemos, mas nos parece muito provável que, como desfecho dessa crise, Maria Santíssima não prepara para a Santa Igreja castigos intermináveis, com séculos de agonia e dor, mas uma era de triunfo universal. Ela mesma o anunciou e prometeu, especialmente em Fátima. Por isso, nunca cessemos de rogar confiantes: Maria Santíssima, rogai por nós!
Confiança em grau heroico – o exemplo de Santa Bernadette
Santa Bernadette Soubirous se recolheu no convento Saint Gildard de Nevers, onde faleceu consumida por uma doença pulmonar contraída nos dias frios passados no cachot. Em 17 de dezembro de 1876, escreveu uma carta ao Bem-aventurado Papa Pio IX, e foi levada deste mundo dois anos depois.
Pio IX também faleceu não muito depois, em 7 de fevereiro de 1878, em meio a grandes sofrimentos provocados pela invasão e usurpação revolucionária dos Estados Pontifícios, dos quais o Papa é rei. Naquela invasão brilharam pelo seu heroísmo os zuavos pontifícios (tropa de elite de voluntários do Papa), muitos dos quais morreram em combate defendendo o reino temporal da Igreja. A eles se refere Santa Bernadette, quando afirma na carta: “Há alguns anos eu me constituí em um pequeno zuavo”. Seu coração estava junto àqueles bravos que deram a vida pelo Papa no campo de batalha, e a devastação da doença não lhe tirava a esperança de combater pela Igreja com santo ardor. O fulcro de seu pensamento e de seus desejos estava posto no triunfo da Igreja contra seus inimigos.
Na carta a Pio IX, Santa Bernadette inclui uma frase de conteúdo profético, que faz pensar em La Salette e em Fátima: [Nossa Senhora] “se dignará colocar ainda mais uma vez Seu pé sobre a cabeça da serpente maldita, e dar assim um termo às cruéis provações da Santa Igreja e às dores de seu augusto e Bem-Amado Pontífice”. Para ela, Nossa Senhora havia se revelado inaugurando um fluxo imenso de milagres ao curar incontáveis doentes e almas aflitas. A santa nada pedia para si, mas pela vitória da Santa Igreja e do Papa, cuja grandeza heroica foi reconhecida e confirmada por sua elevação aos altares. E pedia com a certeza de que a vitória seria da Igreja e da civilização cristã.
Sofrimento: sinal dos predestinados
A grande maioria das almas tem necessidade do sofrimento para a salvação eterna, a exemplo de Nosso Senhor e Sua Santa Mãe no alto do Calvário. De modo paradoxal, as doenças são auxiliares poderosas da santificação, e é mesmo por meio delas e das provações espirituais que a pessoa se santifica. Não compreende nada sobre os desígnios de Deus, quem não compreende o papel do sofrimento para operar nas almas o desapego, o amor de Deus e a regeneração. É por esta forma que as almas se santificam.
São Francisco de Sales chegou a afirmar que o sofrimento corresponde a um 8º sacramento. Plinio Corrêa de Oliveira lembrava sempre esta verdade que tantos não desejam enfrentar, e também a exemplificava com um fato que lhe foi narrado pelo Cardeal Pedro Segura y Sáenz (1880-1957). O Papa Pio XI se ufanava de nunca ter ficado doente. Mas o Cardeal Segura não temia dizer as verdades, e comentou:
— Então Vossa Santidade não tem o sinal dos predestinados.
Pio XI ficou um tanto sobressaltado, por isso o Cardeal acrescentou:
— Não há predestinado que não adoeça gravemente, que não sofra muito, pelo menos em determinado período da vida. Se Vossa Santidade nunca teve problema de saúde, não teve o sinal dos predestinados.
Dias depois, Pio XI sofreu fortíssimo enfarte. Mal se restabeleceu, enviou um bilhete ao Cardeal, comunicando que já tinha o “sinal de predestinado”. O Cardeal conservou o bilhete como uma piedosa lembrança.
Em alguns casos, para certos efeitos que Deus conhece, convém eliminar o sofrimento, mas normalmente não convém. De maneira que a imensa maioria das pessoas que vão a Lourdes voltam sem ter sido curadas. Nossa Senhora é sumamente misericordiosa, mas sabe que é indispensável o sofrimento para a salvação das almas, e agiria contra o interesse da salvação das almas se eliminasse as doenças de todas as pessoas.
Há certa interpretação da Religião voltada apenas a pedir favores materiais, e que desdenha os favores espirituais. Assim, há pessoas que apenas se impressionam com as curas materiais operadas em Lourdes, mas não se impressionam com os favores espirituais, as graças para as almas que visitam o santuário de Lourdes. As curas de Lourdes ocorrem porque Nossa Senhora tem pena dos que sofrem. Entretanto, muito mais do que a cura corporal, Ela deseja conceder favores espirituais para o incremento da fé e a salvação das almas.
A própria Santa Bernadette sofreu muitíssimo, sem fugir da terrível doença que a consumia dia a dia! Através desse sofrimento, ela provavelmente mereceu de Nossa Senhora a cura de muitos peregrinos em Lourdes, sem que a cura dela estivesse nos planos de Nossa Senhora.
Nossa Senhora jamais abandona quem quer que seja
Plinio Corrêa de Oliveira sempre insistia que não é admissível supor que Nossa Senhora nos abandone, sobretudo quando as situações são complicadas. É preciso confiar, pois Ela nos acompanha sempre. Devemos nos habituar a enfrentar a adversidade com esse espírito de fé, e ao mesmo tempo a conviver com a esperança do milagre. Lourdes nos ensina que o milagre é fato frequente, mas é preciso conservar a calma motivada pela confiança.
Nosso Senhor Jesus Cristo, na agonia no Horto das Oliveiras, foi o exemplo perfeito de alma tranquila e confiante. Ele chegou a suar sangue, diante da dor que se aproximava com a Crucifixão, mas permaneceu tranquilo. Segundo o Evangelho, Ele começou a ter tédio e pavor, e a ficar triste (Mc 14, 33. Mt 26, 37). Daí seu pedido filial ao Padre Eterno: Meu Pai, se for possível, afaste-se de mim este cálice (Mt 26, 39). Mas depois acrescentou: Faça-se a vossa vontade, e não a minha.
Depois de 160 anos da retumbante manifestação de Nossa Senhora em Lourdes, o mundo se agita em espantosa intranquilidade, porque abandonou o exemplo de Nosso Senhor Jesus Cristo, de sua Santíssima Mãe e de seus santos. A grande e admirável Santa Bernadette Soubirous nos deu o maravilhoso exemplo de acatar sempre o exemplo do Divino Salvador.
Visto em: www.abim.inf.br via www.rainhamaria.com.br
Publicado no dia 11 Fevereiro 2018
Porque abandonou o exemplo de Nosso Senhor Jesus Cristo, de sua Santíssima Mãe e de seus Santos
Há 160 anos, a família de Santa Bernadette vivia situação desesperadora, quando ocorreu a miraculosa aparição na Gruta de Lourdes.
(Lugar em que viveu a família de Santa Bernadette, parte de uma delegacia abandonada, que ainda hoje se pode visitar)
* * *
Toda confiança em Nossa Senhora, mesmo quando tudo parecer perdido
Por Luis Dufaur
Em 11 de fevereiro de 1858, a família de Santa Bernadette Soubirous enfrentava mais uma jornada de penúrias humilhantes na vida quotidiana. A família fora proprietária de moinho de trigo, que lhe conferia projeção social e econômica, mas havia caído na miséria, tendo perdido o moinho e o lar. Tinha que viver num cachot (enxovia, quarto insalubre), numa parte de delegacia abandonada que ainda hoje se pode visitar.
No tugúrio não havia o que comer, nem lenha para aquecimento naquele inverno, e Francisco Soubirous saiu cedo à procura de algum trabalho. Após muito tentar, encontrou um serviço humilhante para quem fora dono de moinho: carregar lixo hospitalar do posto de saúde de Lourdes e queimá-lo fora da cidade, numa gruta chamada Massabielle, onde por vezes se guardavam animais. Com os vinte sous (tostões) que ganhou, sua esposa Louise preparou uma sopa para o almoço familiar.
Enquanto Francisco estava fora, Louise ouviu gritos da vizinha, a Sra. Croisine Bouhort, que a chamava desesperadamente, pois agonizava mais uma vez seu filhinho Justin, que nascera raquítico. A paciência e tato de Louise havia impedido o desenlace em mais de uma oportunidade, mas a família já perdera a esperança de salvá-lo. Naquele dia de privações, Louise fez novamente o prodígio de manter em vida a criancinha doente.
Dias depois, quando já se haviam divulgado as aparições de Nossa Senhora, Croisine Bouhort se encontrou novamente na iminência da morte do filho. Tocada pela graça, correu com a criança agonizante e a imergiu na fria fonte da gruta de Lourdes, enquanto todos tentavam dissuadi-la. Mas ela estava certa, quando intuiu a possibilidade do milagre, e Justin foi um dos primeiros miraculados de Lourdes. No dia 8 de dezembro de 1933, com 77 anos de idade, o próprio Justin — vigoroso horticultor da cidade francesa de Pau — assistiu na Praça de São Pedro, em Roma, à canonização de Santa Bernadette pelo Papa Pio XI.
Quantas e quantas vezes consideramos difícil o dia que estamos vivendo! Tudo se passa de maneira errada, não há esperança no horizonte, o bem que aguardamos não acontece, mas sim o contrário. Em especial nesses momentos, devemos voltar nosso pensamento para Nossa Senhora e rezar uma Ave Maria, uma jaculatória, fazer um oferecimento: “Minha Mãe, em Vós confio! Aceitai minha dor como reparação, e enviai uma graça para alguma alma necessitada que Vós bem conheceis!”.
A família de Santa Bernadette passava por momentos assim no dia da primeira aparição da Santíssima Virgem, há 160 anos. Os grandes santos passaram também por esses dramas da vida quotidiana, e a reação que tiveram pode ter sido decisiva para a própria santificação. Nas horas difíceis em que tudo parece ocorrer de modo errado, lembremo-nos desta situação e elevemos à Virgem Santíssima uma prece: Nossa Senhora de Lourdes, rogai por mim! ou Santa Bernadette, rogai por mim! Dormiremos tranquilos nessa noite, mas chegará um dia em que veremos o resultado dessa oração e desse sacrifício.
(Representação de uma das aparições de Nossa Senhora a Santa Bernadette)
Lourdes e o futuro que só Deus conhece
Ninguém poderia razoavelmente se surpreender, caso a estrutura da atual civilização viesse a desabar fragorosa e tragicamente, num grande banho de sangue. Lançam-se ameaçadores foguetes norte-coreanos, enquanto naves e aviões de guerra americanos navegam próximo ao Mar da China e o Havaí reativa seus refúgios nucleares. A Rússia ameaça as fronteiras da Europa Central e envia navios de guerra para o Caribe. O incêndio comunista se propaga a partir da Venezuela, enquanto no Brasil o número de mortes violentas atingiu a cifra de 61.619 em um ano, e ninguém vê perspectivas de melhoras. Há quem pergunte, inclusive em livros, se é o caso de procurarmos algum local inacessível para nos escondermos, talvez até mesmo viver em catacumbas. Empresas dos EUA oferecem construir abrigos atômicos em sítios e jardins particulares.
Fatos de outra natureza fazem pensar também em castigos de proporções catastróficas. A onda de sacrilégios e profanações em presépios no recente Natal, em catedrais e praças da Itália e outros países, foi inimaginável. O presépio de Natal deste ano na Praça de São Pedro causou escândalo em numerosos fiéis, sobretudo devido a uma imagem de um personagem nu.
Enquanto o Papa Francisco visitava tal presépio, centenas de gaivotas revoaram em torno do presépio, grasnando assustadoramente. Era um fato tão inusual, que muitos o qualificaram como um mau presságio, acenando também com uma prefigura do Apocalipse.
Na imagem abaixo: “Presépio” exposto no interior da basílica de Nossa Senhora de Fátima, em Portugal. A escultura tosca e disforme não reflete a perfeição física da Sagrada Família.
No convento de Santo Antônio, no Rio de Janeiro, também montou-se um presépio escandaloso, com imagens ofensivas ao Menino Jesus. A reação dos católicos levou à remoção dessa “obra de arte”, mas o escândalo foi ainda agravado pelos elogios de autoridades religiosas a essa blasfêmia.
Dentro da Igreja, os meios sobrenaturais para a salvação estão de tal maneira subutilizados, que dir-se-iam inúteis. Quase não se ouve mais pregar a necessidade de rezar o terço, de invocar os santos, de praticar os mandamentos, de receber os sacramentos ou de adorar o Santíssimo Sacramento.
Tais profanações, ofensas e manifestações de desprezo são de molde a afastar as graças de Deus e provocar a ira divina. São pecados graves e atraem castigos, o que nos leva a temer uma situação humanamente perdida. Alguns até imaginam que a Igreja será forçada a voltar às catacumbas.
Mas há uma razão para se esperar que a Providência não o permita, ou pelo menos que tal permissão seja por pouco tempo: entre as desolações da época presente, um prenúncio de vitória é a ação da Virgem Santíssima na Terra, que se faz de modo por assim dizer visível. De Lourdes e Fátima até nossos dias, quanto mais a crise universal se expande, tanto mais as intervenções d’Ela se tornam palpáveis. Combate-se a devoção a Nossa Senhora não só fora da Igreja, mas até em certos meios que são ou fingem ser católicos. Mas trabalham em vão, pois cá e lá a Virgem Santíssima continua atraindo a si milhões de almas, desenvolvendo um plano de regeneração que conduz a um grande e espetacular desfecho. Em torno de Lourdes, por exemplo, essa ação é palpável. Todas as circunstâncias parecem adequadas para um triunfo imenso da Santa Mãe de Deus.
Sim, a crise é trágica e se aproxima do auge. Quem nos poderia salvar da cólera de Deus? Só a ação de uma Mãe ilimitadamente boa e generosa, que tivesse para conosco uma complacência sem limites. Seria preciso também que ela fosse ao mesmo tempo mais poderosa do que todas as forças da Terra, do que todos os poderes infernais e seduções carne. E seria preciso que fosse onipotente junto ao próprio Deus, ofendido por nossos pecados. Salvar-nos nesta situação seria a mais rútila das manifestações do poder de tal Mãe, que é também a Mãe de Deus. Como não perceber que tantos desastres e tantos pecados clamam, por assim dizer, pela intervenção de Maria Santíssima? E como não perceber que Ela atenderá a este clamor? Quando? Durante o grande drama que se aproxima? Depois dele?
Não o sabemos, mas nos parece muito provável que, como desfecho dessa crise, Maria Santíssima não prepara para a Santa Igreja castigos intermináveis, com séculos de agonia e dor, mas uma era de triunfo universal. Ela mesma o anunciou e prometeu, especialmente em Fátima. Por isso, nunca cessemos de rogar confiantes: Maria Santíssima, rogai por nós!
Confiança em grau heroico – o exemplo de Santa Bernadette
Santa Bernadette Soubirous se recolheu no convento Saint Gildard de Nevers, onde faleceu consumida por uma doença pulmonar contraída nos dias frios passados no cachot. Em 17 de dezembro de 1876, escreveu uma carta ao Bem-aventurado Papa Pio IX, e foi levada deste mundo dois anos depois.
Pio IX também faleceu não muito depois, em 7 de fevereiro de 1878, em meio a grandes sofrimentos provocados pela invasão e usurpação revolucionária dos Estados Pontifícios, dos quais o Papa é rei. Naquela invasão brilharam pelo seu heroísmo os zuavos pontifícios (tropa de elite de voluntários do Papa), muitos dos quais morreram em combate defendendo o reino temporal da Igreja. A eles se refere Santa Bernadette, quando afirma na carta: “Há alguns anos eu me constituí em um pequeno zuavo”. Seu coração estava junto àqueles bravos que deram a vida pelo Papa no campo de batalha, e a devastação da doença não lhe tirava a esperança de combater pela Igreja com santo ardor. O fulcro de seu pensamento e de seus desejos estava posto no triunfo da Igreja contra seus inimigos.
Na carta a Pio IX, Santa Bernadette inclui uma frase de conteúdo profético, que faz pensar em La Salette e em Fátima: [Nossa Senhora] “se dignará colocar ainda mais uma vez Seu pé sobre a cabeça da serpente maldita, e dar assim um termo às cruéis provações da Santa Igreja e às dores de seu augusto e Bem-Amado Pontífice”. Para ela, Nossa Senhora havia se revelado inaugurando um fluxo imenso de milagres ao curar incontáveis doentes e almas aflitas. A santa nada pedia para si, mas pela vitória da Santa Igreja e do Papa, cuja grandeza heroica foi reconhecida e confirmada por sua elevação aos altares. E pedia com a certeza de que a vitória seria da Igreja e da civilização cristã.
Sofrimento: sinal dos predestinados
A grande maioria das almas tem necessidade do sofrimento para a salvação eterna, a exemplo de Nosso Senhor e Sua Santa Mãe no alto do Calvário. De modo paradoxal, as doenças são auxiliares poderosas da santificação, e é mesmo por meio delas e das provações espirituais que a pessoa se santifica. Não compreende nada sobre os desígnios de Deus, quem não compreende o papel do sofrimento para operar nas almas o desapego, o amor de Deus e a regeneração. É por esta forma que as almas se santificam.
São Francisco de Sales chegou a afirmar que o sofrimento corresponde a um 8º sacramento. Plinio Corrêa de Oliveira lembrava sempre esta verdade que tantos não desejam enfrentar, e também a exemplificava com um fato que lhe foi narrado pelo Cardeal Pedro Segura y Sáenz (1880-1957). O Papa Pio XI se ufanava de nunca ter ficado doente. Mas o Cardeal Segura não temia dizer as verdades, e comentou:
— Então Vossa Santidade não tem o sinal dos predestinados.
Pio XI ficou um tanto sobressaltado, por isso o Cardeal acrescentou:
— Não há predestinado que não adoeça gravemente, que não sofra muito, pelo menos em determinado período da vida. Se Vossa Santidade nunca teve problema de saúde, não teve o sinal dos predestinados.
Dias depois, Pio XI sofreu fortíssimo enfarte. Mal se restabeleceu, enviou um bilhete ao Cardeal, comunicando que já tinha o “sinal de predestinado”. O Cardeal conservou o bilhete como uma piedosa lembrança.
Em alguns casos, para certos efeitos que Deus conhece, convém eliminar o sofrimento, mas normalmente não convém. De maneira que a imensa maioria das pessoas que vão a Lourdes voltam sem ter sido curadas. Nossa Senhora é sumamente misericordiosa, mas sabe que é indispensável o sofrimento para a salvação das almas, e agiria contra o interesse da salvação das almas se eliminasse as doenças de todas as pessoas.
Há certa interpretação da Religião voltada apenas a pedir favores materiais, e que desdenha os favores espirituais. Assim, há pessoas que apenas se impressionam com as curas materiais operadas em Lourdes, mas não se impressionam com os favores espirituais, as graças para as almas que visitam o santuário de Lourdes. As curas de Lourdes ocorrem porque Nossa Senhora tem pena dos que sofrem. Entretanto, muito mais do que a cura corporal, Ela deseja conceder favores espirituais para o incremento da fé e a salvação das almas.
A própria Santa Bernadette sofreu muitíssimo, sem fugir da terrível doença que a consumia dia a dia! Através desse sofrimento, ela provavelmente mereceu de Nossa Senhora a cura de muitos peregrinos em Lourdes, sem que a cura dela estivesse nos planos de Nossa Senhora.
Nossa Senhora jamais abandona quem quer que seja
Plinio Corrêa de Oliveira sempre insistia que não é admissível supor que Nossa Senhora nos abandone, sobretudo quando as situações são complicadas. É preciso confiar, pois Ela nos acompanha sempre. Devemos nos habituar a enfrentar a adversidade com esse espírito de fé, e ao mesmo tempo a conviver com a esperança do milagre. Lourdes nos ensina que o milagre é fato frequente, mas é preciso conservar a calma motivada pela confiança.
Nosso Senhor Jesus Cristo, na agonia no Horto das Oliveiras, foi o exemplo perfeito de alma tranquila e confiante. Ele chegou a suar sangue, diante da dor que se aproximava com a Crucifixão, mas permaneceu tranquilo. Segundo o Evangelho, Ele começou a ter tédio e pavor, e a ficar triste (Mc 14, 33. Mt 26, 37). Daí seu pedido filial ao Padre Eterno: Meu Pai, se for possível, afaste-se de mim este cálice (Mt 26, 39). Mas depois acrescentou: Faça-se a vossa vontade, e não a minha.
Depois de 160 anos da retumbante manifestação de Nossa Senhora em Lourdes, o mundo se agita em espantosa intranquilidade, porque abandonou o exemplo de Nosso Senhor Jesus Cristo, de sua Santíssima Mãe e de seus santos. A grande e admirável Santa Bernadette Soubirous nos deu o maravilhoso exemplo de acatar sempre o exemplo do Divino Salvador.
Visto em: www.abim.inf.br via www.rainhamaria.com.br
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
Venezuela em Chamas:
O padrão do socialismo/comunista é sempre o mesmo, declínio econômico, autoritarismo, violência e morte
Publicado no dia 07 Fevereiro 2018
Venezuelanos desesperados e com medo de morrer de fome, caminham por quillômetros para chegar ao Brasil
05.02.2018 - Nota de www.rainhamaria.com.br
Declarou venezuelano que chegou ao Brasil: "Viver na Venezuela é como um pesadelo. Você não tem esperança para o futuro, porque a luta diária é pela comida, pela sobrevivência. Você só consegue pensar em não morrer".
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Maratona a pé e casas sem móveis divididas por até 31 pessoas: a rotina dos venezuelanos em Roraima
Já é noite quando uma multidão de venezuelanos faz uma enorme fila para receber um pão e um copo de leite na praça Simón Bolivar, em Boa Vista. Famintos, eles devoram o alimento doado e depois se deitam no chão para dormir mais uma vez ao relento.
“A vida nas ruas do Brasil ainda é melhor do que continuar na Venezuela, porque aqui tem comida”, diz Luiz Gonzalez, de 36 anos, que chegou ao Brasil há menos de uma semana. Sem dinheiro, assim como muitos outros, ele dorme no chão da praça ocupada por mais de 300 venezuelanos recém-chegados a Roraima.
Os venezuelanos que buscam refúgio em Roraima fogem, principalmente, da fome. Mas não é só isso, eles também querem escapar da severa escassez de remédios, da instabilidade política e de uma inflação galopante de 700% na Venezuela, que corrói a moeda e faz com que cada vez mais pessoas busquem comida no lixo.
Por toda a cidade, há semáforos lotados de venezuelanos segurando placas em que pedem emprego. Outros estão nas portas dos supermercados em busca de comida e milhares dormem nas ruas, principalmente em praças. Os abrigos abertos pelo governo estão superlotados há meses e até 31 imigrantes vivem sob o mesmo teto em casas alugadas.
Na fuga da fome, o fluxo é desordenado e a imigração ocorre até a pé. Há venezuelanos que, sem dinheiro algum para custear passagens de vinda para o Brasil, decidem no auge do desespero caminhar e contar com a sorte de conseguir carona para percorrer os 218 km da BR-174 que separam Pacaraima e Boa Vista.
Esse foi o caso do jornalista Leonardo Cordova, de 28 anos. Ele convivia diariamente com a fome na casa onde morava em Cumaná, cidade costeira no estado de Sucre, Nordeste da Venezuela. No final de 2017, ele concluiu que tinha que ir embora do país.
"Eu não tinha dinheiro para nada e estava esperando uma bolsa de comida que o governo iria me vender de forma irregular. Estava cansado de viver nessa situação, e pensando em sair da Venezuela, mas não tinha recursos para isso. Finalmente, a comida não chegou e fiquei realmente desesperado. Foi aí que decidi ir embora, peguei o pouco dinheiro que tinha e vim para o Brasil".
O jornalista enfrentou um percurso de mais de 1,2 mil km viajando de carona, de ônibus e até mesmo a pé. Foi a fuga da escassez de comida, de remédios e do medo de morrer de fome. Visto em: G1
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Qualquer semelhança não é mera coincidência, com a situação de incerteza que vive o povo do Brasil. Também diante deste caos generalizado dos hospitais públicos brasileiros, visto que os mesmos "carrascos" socialistas/comunistas, tal como o presidente Maduro, governavam o Brasil. (e não sei de fato, se hoje ainda não governam nas sombras do poder)
Atendimento em hospital na Venezuela, isto em 2016, imaginem agora!!
Quando a JUSTIÇA DE DEUS, que está as "Portas", cobrar a conta por todo este sofrimento com os filhos do Altíssimo, não adianta essa sociedade materialista e sem compaixão, ficar surpresa, espantada e perplexa com acontecimentos nunca vistos que virão, pois, não haverá Misericórdia para os que não praticaram a misericórdia.
Diz na Sagrada Escritura: (e se insisto em repetir essas passagens é porque a Palavra de Deus é Eterna em qualquer tempo)
"Acaso poderá aliar-se a vós um tribunal iníquo, que pratica vexames sob a aparência de lei? Atentam contra a alma do justo, e condenam o sangue inocente. Mas o Senhor certamente será o meu refúgio, e meu Deus o rochedo em que me abrigo. Ele fará recair sobre eles suas próprias maldades, ele os fará perecer por sua própria malícia. O Senhor, nosso Deus, os destruirá". (Salmos 93, 20-23)
"Virei ter convosco para julgar vossas questões e serei uma testemunha pronta contra os feiticeiros, os adúlteros, os que juram falsamente, contra os que retêm o salário do operário, que oprimem a viúva e o órfão, que maltratam o estrangeiro e não me temem - diz o Senhor". (Malaquias 3, 5)
"O Senhor dizia: julgai segundo a verdadeira justiça; cada um de vós tenha bom coração e seja compassivo para com o seu irmão. Não oprimais a viúva nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre...
...e não trameis em vossos corações maus desígnios uns contra os outros. Eles, porém, não quiseram escutar: voltaram-me as costas, revoltados, e taparam os ouvidos para nada ouvir. Endureceram o seu coração como um diamante, para não entenderem as instruções e as palavras que o Senhor dos exércitos lhes dirigia pelo seu Espírito, por meio dos antigos profetas. Por isso o Senhor dos exércitos indignou-se vivamente contra eles". (Zacarias 7, 9-12)
"Eis que o salário, que defraudastes aos trabalhadores que ceifavam os vossos campos, clama, e seus gritos de ceifadores chegaram aos ouvidos do Senhor dos exércitos. Tendes vivido em delícias e em dissoluções sobre a terra, e saciastes os vossos corações para o dia da matança! Condenastes e matastes o justo, e ele não vos resistiu". (São Tiago 5, 3-5)
"Porque conheço o número de vossos crimes e a gravidade de vossos pecados, opressores do justo, exatores de dádivas, violadores do direito dos pobres em juízo". (Amós 5, 12)
"Ouvi isto, exploradores do necessitado, opressores dos pobres do país!"(Amós 8, 4)
"Como se transformou em prostituta a cidade fiel! Antes era cheia de direito, e nela morava a justiça; agora, está cheia de criminosos! A sua prata tornou-se lixo, o seu vinho ficou aguado. Os seus chefes são bandidos, cúmplices de ladrões: todos eles gostam de suborno, correm atrás de presentes; não fazem justiça ao órfão, e a causa da viúva nem chega até eles. Pois bem! Ai de vós! - oráculo do Senhor Javé dos exércitos, o Poderoso de Israel. Eu vingar-Me-ei dos meus inimigos e pedirei satisfação aos meus adversários. Voltarei a minha mão contra ti, para te limpar com soda e tirar a tua impureza". (Isaias 1, 21-25)
"Ó Deus, que sois poderoso sobre todas as coisas, ouvi a voz daqueles que não têm outra esperança; livrai-nos das mãos dos malvados, e livrai-me de minha angústia". (Ester 14, 19)
"Pus-me então a considerar todas as opressões que se exercem debaixo do sol. Eis aqui as lágrimas dos oprimidos e não há ninguém para consolá-los". (Eclesiastes 4, 1)
"Entretanto, Vós Vedes tudo: Observais os que penam e sofrem, a fim de tomar a causa deles em vossas mãos. É a vós que se abandona o infortunado, sois vós o amparo do órfão. Esmagai, pois, o braço do pecador perverso; persegui sua malícia, para que não subsista. O Senhor é Rei Eterno, as nações pagãs desaparecerão de seu domínio. Senhor, Ouvistes os desejos dos humildes, confortastes-lhes o coração e os atendestes. Para que justiça seja feita ao órfão e ao oprimido". (Salmos 9, 35-39)
"O Senhor dizia: julgai segundo a verdadeira justiça; cada um de vós tenha bom coração e seja compassivo para com o seu irmão. Não oprimais a viúva nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre, e não trameis em vossos corações maus desígnios uns contra os outros. Eles, porém, não quiseram escutar: voltaram-me as costas, revoltados, e taparam os ouvidos para nada ouvir. Endureceram o seu coração como um diamante, para não entenderem as instruções e as palavras que o Senhor dos exércitos lhes dirigia pelo seu Espírito, por meio dos antigos profetas. Por isso o Senhor dos exércitos indignou-se vivamente contra eles". (Zacarias 7, 9-12)
"...porque seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das suas injustiças". (Apocalipse 18, 5)
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Publicado no dia 07 Fevereiro 2018
Venezuelanos desesperados e com medo de morrer de fome, caminham por quillômetros para chegar ao Brasil
05.02.2018 - Nota de www.rainhamaria.com.br
Declarou venezuelano que chegou ao Brasil: "Viver na Venezuela é como um pesadelo. Você não tem esperança para o futuro, porque a luta diária é pela comida, pela sobrevivência. Você só consegue pensar em não morrer".
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Maratona a pé e casas sem móveis divididas por até 31 pessoas: a rotina dos venezuelanos em Roraima
Já é noite quando uma multidão de venezuelanos faz uma enorme fila para receber um pão e um copo de leite na praça Simón Bolivar, em Boa Vista. Famintos, eles devoram o alimento doado e depois se deitam no chão para dormir mais uma vez ao relento.
“A vida nas ruas do Brasil ainda é melhor do que continuar na Venezuela, porque aqui tem comida”, diz Luiz Gonzalez, de 36 anos, que chegou ao Brasil há menos de uma semana. Sem dinheiro, assim como muitos outros, ele dorme no chão da praça ocupada por mais de 300 venezuelanos recém-chegados a Roraima.
Os venezuelanos que buscam refúgio em Roraima fogem, principalmente, da fome. Mas não é só isso, eles também querem escapar da severa escassez de remédios, da instabilidade política e de uma inflação galopante de 700% na Venezuela, que corrói a moeda e faz com que cada vez mais pessoas busquem comida no lixo.
Por toda a cidade, há semáforos lotados de venezuelanos segurando placas em que pedem emprego. Outros estão nas portas dos supermercados em busca de comida e milhares dormem nas ruas, principalmente em praças. Os abrigos abertos pelo governo estão superlotados há meses e até 31 imigrantes vivem sob o mesmo teto em casas alugadas.
Na fuga da fome, o fluxo é desordenado e a imigração ocorre até a pé. Há venezuelanos que, sem dinheiro algum para custear passagens de vinda para o Brasil, decidem no auge do desespero caminhar e contar com a sorte de conseguir carona para percorrer os 218 km da BR-174 que separam Pacaraima e Boa Vista.
Esse foi o caso do jornalista Leonardo Cordova, de 28 anos. Ele convivia diariamente com a fome na casa onde morava em Cumaná, cidade costeira no estado de Sucre, Nordeste da Venezuela. No final de 2017, ele concluiu que tinha que ir embora do país.
"Eu não tinha dinheiro para nada e estava esperando uma bolsa de comida que o governo iria me vender de forma irregular. Estava cansado de viver nessa situação, e pensando em sair da Venezuela, mas não tinha recursos para isso. Finalmente, a comida não chegou e fiquei realmente desesperado. Foi aí que decidi ir embora, peguei o pouco dinheiro que tinha e vim para o Brasil".
O jornalista enfrentou um percurso de mais de 1,2 mil km viajando de carona, de ônibus e até mesmo a pé. Foi a fuga da escassez de comida, de remédios e do medo de morrer de fome. Visto em: G1
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Qualquer semelhança não é mera coincidência, com a situação de incerteza que vive o povo do Brasil. Também diante deste caos generalizado dos hospitais públicos brasileiros, visto que os mesmos "carrascos" socialistas/comunistas, tal como o presidente Maduro, governavam o Brasil. (e não sei de fato, se hoje ainda não governam nas sombras do poder)
Atendimento em hospital na Venezuela, isto em 2016, imaginem agora!!
Quando a JUSTIÇA DE DEUS, que está as "Portas", cobrar a conta por todo este sofrimento com os filhos do Altíssimo, não adianta essa sociedade materialista e sem compaixão, ficar surpresa, espantada e perplexa com acontecimentos nunca vistos que virão, pois, não haverá Misericórdia para os que não praticaram a misericórdia.
Diz na Sagrada Escritura: (e se insisto em repetir essas passagens é porque a Palavra de Deus é Eterna em qualquer tempo)
"Acaso poderá aliar-se a vós um tribunal iníquo, que pratica vexames sob a aparência de lei? Atentam contra a alma do justo, e condenam o sangue inocente. Mas o Senhor certamente será o meu refúgio, e meu Deus o rochedo em que me abrigo. Ele fará recair sobre eles suas próprias maldades, ele os fará perecer por sua própria malícia. O Senhor, nosso Deus, os destruirá". (Salmos 93, 20-23)
"Virei ter convosco para julgar vossas questões e serei uma testemunha pronta contra os feiticeiros, os adúlteros, os que juram falsamente, contra os que retêm o salário do operário, que oprimem a viúva e o órfão, que maltratam o estrangeiro e não me temem - diz o Senhor". (Malaquias 3, 5)
"O Senhor dizia: julgai segundo a verdadeira justiça; cada um de vós tenha bom coração e seja compassivo para com o seu irmão. Não oprimais a viúva nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre...
...e não trameis em vossos corações maus desígnios uns contra os outros. Eles, porém, não quiseram escutar: voltaram-me as costas, revoltados, e taparam os ouvidos para nada ouvir. Endureceram o seu coração como um diamante, para não entenderem as instruções e as palavras que o Senhor dos exércitos lhes dirigia pelo seu Espírito, por meio dos antigos profetas. Por isso o Senhor dos exércitos indignou-se vivamente contra eles". (Zacarias 7, 9-12)
"Eis que o salário, que defraudastes aos trabalhadores que ceifavam os vossos campos, clama, e seus gritos de ceifadores chegaram aos ouvidos do Senhor dos exércitos. Tendes vivido em delícias e em dissoluções sobre a terra, e saciastes os vossos corações para o dia da matança! Condenastes e matastes o justo, e ele não vos resistiu". (São Tiago 5, 3-5)
"Porque conheço o número de vossos crimes e a gravidade de vossos pecados, opressores do justo, exatores de dádivas, violadores do direito dos pobres em juízo". (Amós 5, 12)
"Ouvi isto, exploradores do necessitado, opressores dos pobres do país!"(Amós 8, 4)
"Como se transformou em prostituta a cidade fiel! Antes era cheia de direito, e nela morava a justiça; agora, está cheia de criminosos! A sua prata tornou-se lixo, o seu vinho ficou aguado. Os seus chefes são bandidos, cúmplices de ladrões: todos eles gostam de suborno, correm atrás de presentes; não fazem justiça ao órfão, e a causa da viúva nem chega até eles. Pois bem! Ai de vós! - oráculo do Senhor Javé dos exércitos, o Poderoso de Israel. Eu vingar-Me-ei dos meus inimigos e pedirei satisfação aos meus adversários. Voltarei a minha mão contra ti, para te limpar com soda e tirar a tua impureza". (Isaias 1, 21-25)
"Ó Deus, que sois poderoso sobre todas as coisas, ouvi a voz daqueles que não têm outra esperança; livrai-nos das mãos dos malvados, e livrai-me de minha angústia". (Ester 14, 19)
"Pus-me então a considerar todas as opressões que se exercem debaixo do sol. Eis aqui as lágrimas dos oprimidos e não há ninguém para consolá-los". (Eclesiastes 4, 1)
"Entretanto, Vós Vedes tudo: Observais os que penam e sofrem, a fim de tomar a causa deles em vossas mãos. É a vós que se abandona o infortunado, sois vós o amparo do órfão. Esmagai, pois, o braço do pecador perverso; persegui sua malícia, para que não subsista. O Senhor é Rei Eterno, as nações pagãs desaparecerão de seu domínio. Senhor, Ouvistes os desejos dos humildes, confortastes-lhes o coração e os atendestes. Para que justiça seja feita ao órfão e ao oprimido". (Salmos 9, 35-39)
"O Senhor dizia: julgai segundo a verdadeira justiça; cada um de vós tenha bom coração e seja compassivo para com o seu irmão. Não oprimais a viúva nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre, e não trameis em vossos corações maus desígnios uns contra os outros. Eles, porém, não quiseram escutar: voltaram-me as costas, revoltados, e taparam os ouvidos para nada ouvir. Endureceram o seu coração como um diamante, para não entenderem as instruções e as palavras que o Senhor dos exércitos lhes dirigia pelo seu Espírito, por meio dos antigos profetas. Por isso o Senhor dos exércitos indignou-se vivamente contra eles". (Zacarias 7, 9-12)
"...porque seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das suas injustiças". (Apocalipse 18, 5)
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Milagre à Vista:
Durante sua permanência de quatro meses em hospital americano, menino com síndrome rara, teve visão Jesus no quarto, e seu tratamento tomou outro rumo
Publicado no dia 07 Fevereiro 2018
Um garoto de 10 anos teve 100% de sua pele atingida por uma rara síndrome provocada por um antibiótico comum. Mas durante sua permanência de quatro meses em um hospital de Galveston, no Texas (EUA), ele teve uma experiência que marcou sua vida.
“Depois de um tempo, eu vi este homem em pé no canto da sala com uma túnica branca com uma barba”, disse Thelonious Ziegelschmid-Sylvester à rede WKRG. “Pele branca, barba castanha, cabelo castanho. Ele sorriu para mim e foi como se eu estivesse voltando para o meu corpo. Eu achei bem estranho, mas depois disso, fui apenas ficando melhor e melhor”.
Quando foi questionado se foi visitado por um anjo ou pelo próprio Deus, ele respondeu: “É nisso que eu acredito”.
Thelonious foi diagnosticado com a síndrome de Stevens-Johnson, que evoluiu para sua forma mais grave, a Necrólise Epidérmica Tóxica, provocando descamação da camada superior da pele de todo seu corpo.
“Eu fui ficando melhor a partir desse momento”, disse Thelonious sobre sua experiência com Deus. “Não seria ficar melhor e, em seguida, piorar, melhorar e então piorar. Seria apenas ficar melhor depois disso”.
O garoto levou quatro meses para se recuperar de uma doença que poderia ter provocado sua morte. “Ele estava ficando cada vez pior diante dos nossos olhos, você podia ver as bolhas se espalhando”, lembra Tony Sylvester, pai Thelonious.
Hoje, os pais de Thelonious querem conscientizar outras pessoas sobre a Síndrome de Stevens-Johnson e pretendem espalhar a mensagem de Jesus Cristo, para que mais pessoas creiam em seu poder de cura.
Olhando para a experiência de Thelonious, o teólogo e professor Christopher Viscardi avalia que o garoto foi visitado por Cristo naquele hospital. “Deus está presente em todas as coisas, em todos os momentos. Eu acredito que Deus está comigo agora, Deus está no universo. Deus dá a vida, então não há nada diferente sobre isso”.
“Há uma dimensão espiritual profunda”, Viscardi completa. “Nós não vivemos só de pão, mas também temos essa dimensão espiritual em que somos feitos, para a presença de Deus. E a presença de Deus, por vezes, entra em nossa consciência de maneiras surpreendentes”.
Visto em: guiame.com.br
==============================
Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Jesus olhou para eles e respondeu: "Para o homem é impossível, mas para Deus todas as coisas são possíveis" (São Mateus 19, 26).
"Numa só palavra de Deus compreendi duas coisas: a Deus pertence o poder" (Salmos 61, 12).
"Depois disso, acontecerá que derramarei o meu Espírito sobre todo ser vivo: vossos filhos e vossas filhas profetizarão; vossos anciãos terão sonhos, e vossos jovens terão visões" (Joel 3, 1).
Publicado no dia 07 Fevereiro 2018
Um garoto de 10 anos teve 100% de sua pele atingida por uma rara síndrome provocada por um antibiótico comum. Mas durante sua permanência de quatro meses em um hospital de Galveston, no Texas (EUA), ele teve uma experiência que marcou sua vida.
“Depois de um tempo, eu vi este homem em pé no canto da sala com uma túnica branca com uma barba”, disse Thelonious Ziegelschmid-Sylvester à rede WKRG. “Pele branca, barba castanha, cabelo castanho. Ele sorriu para mim e foi como se eu estivesse voltando para o meu corpo. Eu achei bem estranho, mas depois disso, fui apenas ficando melhor e melhor”.
Quando foi questionado se foi visitado por um anjo ou pelo próprio Deus, ele respondeu: “É nisso que eu acredito”.
Thelonious foi diagnosticado com a síndrome de Stevens-Johnson, que evoluiu para sua forma mais grave, a Necrólise Epidérmica Tóxica, provocando descamação da camada superior da pele de todo seu corpo.
“Eu fui ficando melhor a partir desse momento”, disse Thelonious sobre sua experiência com Deus. “Não seria ficar melhor e, em seguida, piorar, melhorar e então piorar. Seria apenas ficar melhor depois disso”.
O garoto levou quatro meses para se recuperar de uma doença que poderia ter provocado sua morte. “Ele estava ficando cada vez pior diante dos nossos olhos, você podia ver as bolhas se espalhando”, lembra Tony Sylvester, pai Thelonious.
Hoje, os pais de Thelonious querem conscientizar outras pessoas sobre a Síndrome de Stevens-Johnson e pretendem espalhar a mensagem de Jesus Cristo, para que mais pessoas creiam em seu poder de cura.
Olhando para a experiência de Thelonious, o teólogo e professor Christopher Viscardi avalia que o garoto foi visitado por Cristo naquele hospital. “Deus está presente em todas as coisas, em todos os momentos. Eu acredito que Deus está comigo agora, Deus está no universo. Deus dá a vida, então não há nada diferente sobre isso”.
“Há uma dimensão espiritual profunda”, Viscardi completa. “Nós não vivemos só de pão, mas também temos essa dimensão espiritual em que somos feitos, para a presença de Deus. E a presença de Deus, por vezes, entra em nossa consciência de maneiras surpreendentes”.
Visto em: guiame.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Jesus olhou para eles e respondeu: "Para o homem é impossível, mas para Deus todas as coisas são possíveis" (São Mateus 19, 26).
"Numa só palavra de Deus compreendi duas coisas: a Deus pertence o poder" (Salmos 61, 12).
"Depois disso, acontecerá que derramarei o meu Espírito sobre todo ser vivo: vossos filhos e vossas filhas profetizarão; vossos anciãos terão sonhos, e vossos jovens terão visões" (Joel 3, 1).
sábado, 3 de fevereiro de 2018
Será Que Deus Pode Ser Morto?!!!
O Estado Soviético declara Deus culpado, Ele morrerá fuzilado, sem possibilidade de interpor qualquer tipo de recurso.
Publicado no dia 03 Fevereiro 2018
No dia seguinte houve a execução de Deus com o disparo de cinco rajadas de metralhadoras contra o céu: Mas...Deus não Morre!
03.02.2018 -
Comunistas espanhóis durante a guerra civil espanhola de 1936. Um grupo deles foi até o Cerro de los Ángeles [foto acima], nos arredores de Madrid, onde se encontrava uma grande imagem do Sagrado Coração de Jesus, e “a fuzilaram”, como se se tratasse de pessoa viva, mostrando bem que aprenderam a lição com seus mestres do Kremlin russo.
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DEUS NÃO MORRE!
Por Plinio Maria Solimeo
Há vários tipos de ateus. O dicionário Houaiss os define como pessoas que não creem em Deus ou nos deuses; ateístas. E, no sentido pejorativo, os que ou aqueles que não revelam respeito ou deferência para com as crenças religiosas alheias; ímpios, hereges. Poder-se-ia acrescentar “os meramente indiferentes em matéria de religião”, que representam a maioria.
Nesse sentido, poder-se-ia afirmar que o emblemático Juliano, o Apóstata [busto abaixo], tido como ateu afamado que tentou exterminar o cristianismo ainda dando os seus primeiros passos do Império Romano, embora se dissesse ateu, no fundo acreditava em Deus, e O odiava. Consta que, ao morrer vítima de uma flechada durante batalha, exclamou: “Venceste, Galileu!”
Poderíamos dizer o mesmo do regime comunista que procurou exterminar do seu “império” toda ideia de Deus e, por conseguinte de religião, como prejudiciais à sua ideologia e métodos de doutrinação. Interessante artigo publicado no site católico espanhol, Religión en Libertad[i], traz o sugestivo título: “Há 100 anos, o Estado Soviético fuzilava Deus: hoje, 7 entre 10 pessoas declaram sua crença n’Ele”.
Escreve o articulista que há 100 anos, no dia 16 de janeiro de 1918, houve um “Juízo do Estado Soviético contra Deus”, que acabou de modo sumário no dia seguinte: Deus foi condenado à morte, tendo sido disparados cinco rajadas de metralhadora rumo ao céu. À época “os bolcheviques se encontravam apenas há três meses no poder, e controlavam Moscou, São Petersburgo e a zona central da Rússia. Não obteriam o controle total do país senão em outubro de 1922, com a conquista da distante Vladivostok e o fim da guerra civil. Em janeiro de 1918 não havia ainda começado a matança de clérigos. ‘Fuzilar Deus’ era um gesto simbólico e humilhante para ir mostrando [à população] a nova situação”.
O responsável por essa pantomina foi Anatóli Lunatcharski [foto abaixo], um intelectual que gostava de encenação. Assim, no dia marcado, diante de numeroso público moscovita, ocorreu a primeira seção do juízo contra Deus.
Durante mais de cinco horas, foram lidas as acusações do “povo russo, em representação da espécie humana”, contra “o réu”. A mais protuberante delas: Deus é acusado de “genocídio”.
Como era impossível personificar o réu, foi colocado num banquinho um exemplar da Bíblia para representá-Lo. Os acusadores “apresentaram” então grande quantidade de provas, baseadas em testemunhos históricos, contra o “réu”. Para demonstrar imparcialidade no julgamento, foram nomeados defensores para o réu, escolhidos pelo Estado Soviético.
Aqueles ímpios “defensores” pediam a absolvição do “réu”, pois ele padecia de “grave demência e transtornos psíquicos”, não sendo, portanto, responsável pelos seus atos. Não podia ir mais longe o burlesco daquela encenação. O resultado não poderia ter sido diferente: Deus foi declarado culpado de todos os delitos, sobretudo, de genocídio e crimes contra a humanidade.
Lunatcharski — com pompa teatral — proclamou a sentença: “Deus morrerá fuzilado amanhã dia 17 de janeiro, sem possibilidade de interpor qualquer tipo de recurso, nem ocorrer o mínimo atraso”. Assim se passou. No dia seguinte houve a “execução” de Deus com o disparo de cinco rajadas de metralhadoras contra o céu…
* * *
Ora, diz o articulista: “Uma vez que se mata Deus, matar homens não custa nada”. Daí os milhões de vítimas dos regimes comunistas. Essa política ferozmente antirreligiosa, entretanto, se mostrou contraproducente. De modo que, por ocasião da morte de Lenin em 1924, O.Y. Liovin, especialista em História da Igreja Russa, pôde dizer:
“Ferir os sentimentos religiosos dos crentes, profanar o sagrado, fechar os templos, reprimir o clero […] tudo isso, de fato, serviu para unir os crentes e provocar um renascimento religioso. De modo que, depois de uma política de carga de cavalaria, o regime recomendou adotar a política de assédio a longo prazo”.
Os comunistas viram a necessidade urgente de mudar a tática, seguindo meio mais eficaz de “descristianizar” o povo. Uma circular do Partido, de 5-9-1924, ordenava:
“A propaganda antirreligiosa deve ser levada em forma de explicações das ciências naturais e políticas, que minem a fé em deus, e desmascarem, com fatos concretos, a fraude e a avareza dos milagreiros, curadores. É preciso evitar a agitação antirreligiosa massiva […] que insulte e fira os sentimentos da parte crente da população”.
Por isso, dizemos, o melhor método que encontraram no Ocidente foi o da infiltração comunista nos meios católicos, e inclusive eclesiásticos. Os sem-Deus chegaram à conclusão diabólica de que, a longo prazo, para descristianizar a população, o melhor era começar pelas crianças, nas escolas.
Assim, em março de 1929, antes da retomada das matanças, Lunatcharski, que era então Ministro da Educação, escrevia no jornal “Izvestia”:
“Na tarefa da educação […] entra a dissipação de superstições de toda classe, e uma luta sem quartel contra todo obscurantismo, herança do passado, estorvo para a criação do futuro. Em concreto, a escola […] não pode ser alheia à luta contra a religião, em suas formas velhas ou novas”.
Ora, para os comunistas conseguirem sucesso nessa empreitada, necessitavam de professores ateus. Assim Lunatcharski continua:
“O Comissariado Popular da Educação […] declara firmemente que, ter mestres crentes na escola soviética, é uma grave contradição, e que os departamentos de educação devem utilizar qualquer expediente para substituí-los por outros de veio antirreligioso. […] A escola terá que aplicar seu esforço para dissuadir às crianças de visitar a igreja e as variadas cerimônias religiosas e […] oferecer-lhes, ao mesmo tempo, um equivalente na escola, algo organizado, algo antirreligioso e ao mesmo tempo atraente”.
Infelizmente é o que ocorre em nossas escolas onde, mestres ateus tentam impingir nos seus incautos alunos teorias como a absurda “ideologia de gênero”, de “família” homoafetiva e outros absurdos.
Apesar de todo esforço de ateização, o sentimento religioso é tão enraizado nas pessoas que, no censo russo de 1937, depois de 20 anos de comunismo e repressão antirreligiosa, de 30 milhões de cidadãos analfabetos maiores de 16 anos, 84% (mais de 25 milhões), ainda se declaravam crentes.
E de 68,5 milhões de alfabetizados, 45% (mais de 30 milhões), ainda criam em Deus. É curioso notar que, entre os analfabetos, a proporção dos crentes foi mais expressiva do que a dos alfabetizados. Bons tempos em que os canais de televisão — muito pouco crédulos — não invadiam a privacidade do lar, até nas mais remotas regiões, para modificar mentalidades com os obscenos conteúdos de novelas.
Isso deixou os bolcheviques furiosos, e recomeçaram então as matanças. Entre os anos 1937 e 1938, houve 100 mil execuções e 200 mil deportações.
De 1939 a 1942, como já havia pouca gente para matar, houve “só” 4 mil execuções. Nesse último ano, como Stalin precisava gente para a guerra, parou a perseguição sangrenta.
O artigo não apresenta dados mais recentes, mas cita uma pesquisa da agência WinGallup, de 2017, na qual consta: de cada 10 pessoas no mundo, 7 creem em Deus. Isso praticamente se inverte na China, onde prevalece a ditadura comunista que persegue a religião: de cada 10 chineses, 7 se declaram ateus.
Por fim, assinalo que essa farsa sacrílega de “matar Deus” foi imitada pelos comunistas espanhóis durante a guerra civil espanhola de 1936. Um grupo deles foi até o Cerro de los Ángeles, nos arredores de Madrid, onde se encontrava uma grande imagem do Sagrado Coração de Jesus, e “a fuzilaram”, como se se tratasse de pessoa viva, mostrando bem que aprenderam a lição com seus mestres do Kremlin.
[i] https://www.religionenlibertad.com/hace-100-anos-estado-sovietico-fusilaba-dios-hoy–61766.htm
Visto em: www.abim.inf.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Se fordes dóceis e obedientes, provareis os melhores frutos da terra. Se recusardes e vos revoltardes, provareis a espada. É a boca do Senhor que o declara. Por isso eis o que diz o Senhor, Deus dos exércitos, o Poderoso de Israel: Ah! eu tirarei satisfação de meus adversários, e me vingarei de meus inimigos. Voltarei minha mão contra ti, e te purificarei no crisol, e eliminarei de ti todo o chumbo". (Isaias 1, 19-20, 24-25)
"Ele governa para sempre com o seu poder, seus olhos vigiam as nações; que os rebeldes não se levantem contra ele!" (Salmos 66, 7)
"Só teremos que esperar um juízo tremendo e o fogo ardente que há de devorar os rebeldes". (Hebreus 10, 27)
Publicado no dia 03 Fevereiro 2018
No dia seguinte houve a execução de Deus com o disparo de cinco rajadas de metralhadoras contra o céu: Mas...Deus não Morre!
03.02.2018 -
Comunistas espanhóis durante a guerra civil espanhola de 1936. Um grupo deles foi até o Cerro de los Ángeles [foto acima], nos arredores de Madrid, onde se encontrava uma grande imagem do Sagrado Coração de Jesus, e “a fuzilaram”, como se se tratasse de pessoa viva, mostrando bem que aprenderam a lição com seus mestres do Kremlin russo.
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DEUS NÃO MORRE!
Por Plinio Maria Solimeo
Há vários tipos de ateus. O dicionário Houaiss os define como pessoas que não creem em Deus ou nos deuses; ateístas. E, no sentido pejorativo, os que ou aqueles que não revelam respeito ou deferência para com as crenças religiosas alheias; ímpios, hereges. Poder-se-ia acrescentar “os meramente indiferentes em matéria de religião”, que representam a maioria.
Nesse sentido, poder-se-ia afirmar que o emblemático Juliano, o Apóstata [busto abaixo], tido como ateu afamado que tentou exterminar o cristianismo ainda dando os seus primeiros passos do Império Romano, embora se dissesse ateu, no fundo acreditava em Deus, e O odiava. Consta que, ao morrer vítima de uma flechada durante batalha, exclamou: “Venceste, Galileu!”
Poderíamos dizer o mesmo do regime comunista que procurou exterminar do seu “império” toda ideia de Deus e, por conseguinte de religião, como prejudiciais à sua ideologia e métodos de doutrinação. Interessante artigo publicado no site católico espanhol, Religión en Libertad[i], traz o sugestivo título: “Há 100 anos, o Estado Soviético fuzilava Deus: hoje, 7 entre 10 pessoas declaram sua crença n’Ele”.
Escreve o articulista que há 100 anos, no dia 16 de janeiro de 1918, houve um “Juízo do Estado Soviético contra Deus”, que acabou de modo sumário no dia seguinte: Deus foi condenado à morte, tendo sido disparados cinco rajadas de metralhadora rumo ao céu. À época “os bolcheviques se encontravam apenas há três meses no poder, e controlavam Moscou, São Petersburgo e a zona central da Rússia. Não obteriam o controle total do país senão em outubro de 1922, com a conquista da distante Vladivostok e o fim da guerra civil. Em janeiro de 1918 não havia ainda começado a matança de clérigos. ‘Fuzilar Deus’ era um gesto simbólico e humilhante para ir mostrando [à população] a nova situação”.
O responsável por essa pantomina foi Anatóli Lunatcharski [foto abaixo], um intelectual que gostava de encenação. Assim, no dia marcado, diante de numeroso público moscovita, ocorreu a primeira seção do juízo contra Deus.
Durante mais de cinco horas, foram lidas as acusações do “povo russo, em representação da espécie humana”, contra “o réu”. A mais protuberante delas: Deus é acusado de “genocídio”.Como era impossível personificar o réu, foi colocado num banquinho um exemplar da Bíblia para representá-Lo. Os acusadores “apresentaram” então grande quantidade de provas, baseadas em testemunhos históricos, contra o “réu”. Para demonstrar imparcialidade no julgamento, foram nomeados defensores para o réu, escolhidos pelo Estado Soviético.
Aqueles ímpios “defensores” pediam a absolvição do “réu”, pois ele padecia de “grave demência e transtornos psíquicos”, não sendo, portanto, responsável pelos seus atos. Não podia ir mais longe o burlesco daquela encenação. O resultado não poderia ter sido diferente: Deus foi declarado culpado de todos os delitos, sobretudo, de genocídio e crimes contra a humanidade.
Lunatcharski — com pompa teatral — proclamou a sentença: “Deus morrerá fuzilado amanhã dia 17 de janeiro, sem possibilidade de interpor qualquer tipo de recurso, nem ocorrer o mínimo atraso”. Assim se passou. No dia seguinte houve a “execução” de Deus com o disparo de cinco rajadas de metralhadoras contra o céu…
* * *
Ora, diz o articulista: “Uma vez que se mata Deus, matar homens não custa nada”. Daí os milhões de vítimas dos regimes comunistas. Essa política ferozmente antirreligiosa, entretanto, se mostrou contraproducente. De modo que, por ocasião da morte de Lenin em 1924, O.Y. Liovin, especialista em História da Igreja Russa, pôde dizer:
“Ferir os sentimentos religiosos dos crentes, profanar o sagrado, fechar os templos, reprimir o clero […] tudo isso, de fato, serviu para unir os crentes e provocar um renascimento religioso. De modo que, depois de uma política de carga de cavalaria, o regime recomendou adotar a política de assédio a longo prazo”.
Os comunistas viram a necessidade urgente de mudar a tática, seguindo meio mais eficaz de “descristianizar” o povo. Uma circular do Partido, de 5-9-1924, ordenava:
“A propaganda antirreligiosa deve ser levada em forma de explicações das ciências naturais e políticas, que minem a fé em deus, e desmascarem, com fatos concretos, a fraude e a avareza dos milagreiros, curadores. É preciso evitar a agitação antirreligiosa massiva […] que insulte e fira os sentimentos da parte crente da população”.
Por isso, dizemos, o melhor método que encontraram no Ocidente foi o da infiltração comunista nos meios católicos, e inclusive eclesiásticos. Os sem-Deus chegaram à conclusão diabólica de que, a longo prazo, para descristianizar a população, o melhor era começar pelas crianças, nas escolas.
Assim, em março de 1929, antes da retomada das matanças, Lunatcharski, que era então Ministro da Educação, escrevia no jornal “Izvestia”:
“Na tarefa da educação […] entra a dissipação de superstições de toda classe, e uma luta sem quartel contra todo obscurantismo, herança do passado, estorvo para a criação do futuro. Em concreto, a escola […] não pode ser alheia à luta contra a religião, em suas formas velhas ou novas”.
Ora, para os comunistas conseguirem sucesso nessa empreitada, necessitavam de professores ateus. Assim Lunatcharski continua:
“O Comissariado Popular da Educação […] declara firmemente que, ter mestres crentes na escola soviética, é uma grave contradição, e que os departamentos de educação devem utilizar qualquer expediente para substituí-los por outros de veio antirreligioso. […] A escola terá que aplicar seu esforço para dissuadir às crianças de visitar a igreja e as variadas cerimônias religiosas e […] oferecer-lhes, ao mesmo tempo, um equivalente na escola, algo organizado, algo antirreligioso e ao mesmo tempo atraente”.
Infelizmente é o que ocorre em nossas escolas onde, mestres ateus tentam impingir nos seus incautos alunos teorias como a absurda “ideologia de gênero”, de “família” homoafetiva e outros absurdos.
Apesar de todo esforço de ateização, o sentimento religioso é tão enraizado nas pessoas que, no censo russo de 1937, depois de 20 anos de comunismo e repressão antirreligiosa, de 30 milhões de cidadãos analfabetos maiores de 16 anos, 84% (mais de 25 milhões), ainda se declaravam crentes.
E de 68,5 milhões de alfabetizados, 45% (mais de 30 milhões), ainda criam em Deus. É curioso notar que, entre os analfabetos, a proporção dos crentes foi mais expressiva do que a dos alfabetizados. Bons tempos em que os canais de televisão — muito pouco crédulos — não invadiam a privacidade do lar, até nas mais remotas regiões, para modificar mentalidades com os obscenos conteúdos de novelas.
Isso deixou os bolcheviques furiosos, e recomeçaram então as matanças. Entre os anos 1937 e 1938, houve 100 mil execuções e 200 mil deportações.
De 1939 a 1942, como já havia pouca gente para matar, houve “só” 4 mil execuções. Nesse último ano, como Stalin precisava gente para a guerra, parou a perseguição sangrenta.
O artigo não apresenta dados mais recentes, mas cita uma pesquisa da agência WinGallup, de 2017, na qual consta: de cada 10 pessoas no mundo, 7 creem em Deus. Isso praticamente se inverte na China, onde prevalece a ditadura comunista que persegue a religião: de cada 10 chineses, 7 se declaram ateus.
Por fim, assinalo que essa farsa sacrílega de “matar Deus” foi imitada pelos comunistas espanhóis durante a guerra civil espanhola de 1936. Um grupo deles foi até o Cerro de los Ángeles, nos arredores de Madrid, onde se encontrava uma grande imagem do Sagrado Coração de Jesus, e “a fuzilaram”, como se se tratasse de pessoa viva, mostrando bem que aprenderam a lição com seus mestres do Kremlin.
[i] https://www.religionenlibertad.com/hace-100-anos-estado-sovietico-fusilaba-dios-hoy–61766.htm
Visto em: www.abim.inf.br
============================
Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Se fordes dóceis e obedientes, provareis os melhores frutos da terra. Se recusardes e vos revoltardes, provareis a espada. É a boca do Senhor que o declara. Por isso eis o que diz o Senhor, Deus dos exércitos, o Poderoso de Israel: Ah! eu tirarei satisfação de meus adversários, e me vingarei de meus inimigos. Voltarei minha mão contra ti, e te purificarei no crisol, e eliminarei de ti todo o chumbo". (Isaias 1, 19-20, 24-25)
"Ele governa para sempre com o seu poder, seus olhos vigiam as nações; que os rebeldes não se levantem contra ele!" (Salmos 66, 7)
"Só teremos que esperar um juízo tremendo e o fogo ardente que há de devorar os rebeldes". (Hebreus 10, 27)
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
O Ocidente: sem Cristo, na tolice e na escuridão
Publicado no dia 31 Janeiro 2018
Por Dom Henrique Soares da Costa - Bispo de Palmares, PE
Casualmente, vi na televisão um programa sobre a Chapada dos Veadeiros. Surpreso, fiquei sabendo de quantas pessoas vivem ali à espera de um contato com extraterrestres. Um desses devotos dos ETs vive numa verdadeira disciplina ascética, preparando-se para o encontro com os seres de outros planetas; é vegetariano, vive na pobreza e fez voto de castidade; chega mesmo a rezar para eles...
Como é louca a humanidade! Como é desorientada a nossa civilização ocidental! Primeiro, a partir do século XVIII, declaramos que o homem se tornara adulto e emancipado. Era necessário matar toda verdade religiosa e tudo quanto não coubesse na cachola miúda da razão humana. Assim, negou-se toda religião sobrenatural, toda revelação de Deus a Israel e inventou-se, no Ocidente, um deus distante, teórico, Arquiteto do Universo, distante, frio e inútil... Depois, nosso Ocidente negou Deus de vez: era preciso matar Deus – dizia-se – para que o homem vivesse de verdade. Assim, esta nossa civilização ocidental, colocou o homem no trono que pertence somente a Deus.
Esta razão endeusada e este homem no centro de tudo (na escola no ensinaram o absurdo que foi um ótimo negócio passar do teocentrismo medieval para o antropocentrismo do renascimento, como se o homem fosse Deus e Deus fosse apenas um detalhe...) levaram o Ocidente a duas guerras crudelíssimas, com mais 70 milhões de mortos... Depois das guerras (do nazismo em nome da razão, do fascismo em nome da racionalidade, do marxismo em nome da ciência e da história), veio a ressaca: não se crê mais em nada: nem no Deus revelado, nem na razão, nem nas instituições, nem nos grandes projetos...
Agora, não é mais o homem no centro; é somente o indivíduo, sozinho, fechado, egoísta, com uma ilusãozinha, uma moralzinha, um projetozinho, um deusinho segundo a sua imagem e semelhança medíocre e escrava de mil paixões...
No vazio de Deus, na negação do cristianismo, o Ocidente encontra-se perdido – alegremente perdido, bebadamente iludido e inconsciente de sua perdição! Procura-se desesperadamente encher o vazio existencial e encontrar um sentido para a vida no consumismo, no poder a qualquer custo, nas drogas, no endeusamento da natureza, no turismo desenfreado, nas seitas, na promiscuidade, na busca frenética pelo prazer e a autoafirmação... É assim: tire Deus, apague o Cristo da consciência do nosso Ocidente e fica somente o vazio, um homem infantilizado, presa das velhas práticas pré-cristãs...
Era para ser claro, palpável: sem Deus, o homem definha, o homem torna-se menos homem. Fomos, todos nós, feitos para o Infinito, para o Absolutamente Outro, o Eterno, e somente nessa abertura encontramos o Sentido, a Direção, o Eixo da nossa existência. O homem não é fruto da natureza; o homem é fruto do Autor na natureza, que nela impregna um desígnio, um sonho de amor: o homem é imagem de Deus, criado para Deus, com um coração que não se contenta com menos que Deus! Tire Deus e endeuse o que não é Deus; elimine o Deus verdadeiro e torne-se escravo de mil ídolos mentirosos!
O cristianismo, na Antiguidade, vencendo o paganismo, deu ao Ocidente a firmeza conceitual e a clareza de visão da vida e do mundo que permitiram o surgimento de uma civilização que tornou-se planetária. Esse Ocidente volta as costas para o Cristo e torna-se presa de todos os infantilismos e escravidões dos quais o cristianismo o havia libertado: desprezo pela vida humana, adoração infantilóide na natureza, falta de sentido para a existência, angústia, medo do sofrimento e da morte...
Que você, meu Amigo, tenha certeza: ainda haveremos de ver muita coisa! A tolice tem ares de sabedoria; a superstição tem pose de religião; a loucura tem fama de profunda lucidez...
Pobre homem, pobre Ocidente! Quanto precisamos de Deus; quantos temos necessidade daquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida!
Dom Henrique Soares da Costa - Bispo de Palmares, PE
Visto em: www.icatolica.com
Publicado no dia 31 Janeiro 2018
Por Dom Henrique Soares da Costa - Bispo de Palmares, PE
Casualmente, vi na televisão um programa sobre a Chapada dos Veadeiros. Surpreso, fiquei sabendo de quantas pessoas vivem ali à espera de um contato com extraterrestres. Um desses devotos dos ETs vive numa verdadeira disciplina ascética, preparando-se para o encontro com os seres de outros planetas; é vegetariano, vive na pobreza e fez voto de castidade; chega mesmo a rezar para eles...
Como é louca a humanidade! Como é desorientada a nossa civilização ocidental! Primeiro, a partir do século XVIII, declaramos que o homem se tornara adulto e emancipado. Era necessário matar toda verdade religiosa e tudo quanto não coubesse na cachola miúda da razão humana. Assim, negou-se toda religião sobrenatural, toda revelação de Deus a Israel e inventou-se, no Ocidente, um deus distante, teórico, Arquiteto do Universo, distante, frio e inútil... Depois, nosso Ocidente negou Deus de vez: era preciso matar Deus – dizia-se – para que o homem vivesse de verdade. Assim, esta nossa civilização ocidental, colocou o homem no trono que pertence somente a Deus.
Esta razão endeusada e este homem no centro de tudo (na escola no ensinaram o absurdo que foi um ótimo negócio passar do teocentrismo medieval para o antropocentrismo do renascimento, como se o homem fosse Deus e Deus fosse apenas um detalhe...) levaram o Ocidente a duas guerras crudelíssimas, com mais 70 milhões de mortos... Depois das guerras (do nazismo em nome da razão, do fascismo em nome da racionalidade, do marxismo em nome da ciência e da história), veio a ressaca: não se crê mais em nada: nem no Deus revelado, nem na razão, nem nas instituições, nem nos grandes projetos...
Agora, não é mais o homem no centro; é somente o indivíduo, sozinho, fechado, egoísta, com uma ilusãozinha, uma moralzinha, um projetozinho, um deusinho segundo a sua imagem e semelhança medíocre e escrava de mil paixões...
No vazio de Deus, na negação do cristianismo, o Ocidente encontra-se perdido – alegremente perdido, bebadamente iludido e inconsciente de sua perdição! Procura-se desesperadamente encher o vazio existencial e encontrar um sentido para a vida no consumismo, no poder a qualquer custo, nas drogas, no endeusamento da natureza, no turismo desenfreado, nas seitas, na promiscuidade, na busca frenética pelo prazer e a autoafirmação... É assim: tire Deus, apague o Cristo da consciência do nosso Ocidente e fica somente o vazio, um homem infantilizado, presa das velhas práticas pré-cristãs...
Era para ser claro, palpável: sem Deus, o homem definha, o homem torna-se menos homem. Fomos, todos nós, feitos para o Infinito, para o Absolutamente Outro, o Eterno, e somente nessa abertura encontramos o Sentido, a Direção, o Eixo da nossa existência. O homem não é fruto da natureza; o homem é fruto do Autor na natureza, que nela impregna um desígnio, um sonho de amor: o homem é imagem de Deus, criado para Deus, com um coração que não se contenta com menos que Deus! Tire Deus e endeuse o que não é Deus; elimine o Deus verdadeiro e torne-se escravo de mil ídolos mentirosos!
O cristianismo, na Antiguidade, vencendo o paganismo, deu ao Ocidente a firmeza conceitual e a clareza de visão da vida e do mundo que permitiram o surgimento de uma civilização que tornou-se planetária. Esse Ocidente volta as costas para o Cristo e torna-se presa de todos os infantilismos e escravidões dos quais o cristianismo o havia libertado: desprezo pela vida humana, adoração infantilóide na natureza, falta de sentido para a existência, angústia, medo do sofrimento e da morte...
Que você, meu Amigo, tenha certeza: ainda haveremos de ver muita coisa! A tolice tem ares de sabedoria; a superstição tem pose de religião; a loucura tem fama de profunda lucidez...
Pobre homem, pobre Ocidente! Quanto precisamos de Deus; quantos temos necessidade daquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida!
Dom Henrique Soares da Costa - Bispo de Palmares, PE
Visto em: www.icatolica.com
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