Carne de vitela: uma revoltante atuação do homem na criação.
Certo é que este não é o Reino de Deus, mas do demônio. Pois se fosse o Reino de Deus aqui na terra, os homens tratariam de outra forma os animais. Com o amor com que foram criadas por Deus todas as criaturas, para servir ao homem em harmonia, com equilíbrio e respeito, nunca seriam exploradas desta forma.
A criação geme e sofre pela mão do homem. Tudo na natureza vem sendo espoliado, alterado, corrompido com os métodos e formas de agir dos homens.
A carne de vitela é muito apreciada por ser tenra, clara e macia. O que pouca gente sabe é que o alimento vem de muito sofrimento do bezerro macho, que desde o primeiro dia de vida é afastado da mãe e trancado num compartimento sem espaço para se movimentar. Esse procedimento é para que o filhote não crie músculos e a carne se mantenha macia. Vitela é o termo que designa a carne de filhotes ainda não desmamados. O mercado de vitelas nasceu como subproduto da indústria de laticínios que não aproveitava grande parte dos bezerros nascidos das vacas leiteiras.
Veja como é obtido esse ‘produto’:
Assim que os filhotes nascem, são separados de suas mães, que permanecem por semanas mugindo por suas crias.
Após serem removidos, os filhotes são confinados em estábulos com dimensões reduzidíssimas onde permanecerão por meses em sistema de ganho de peso, alimentação que consiste de substituto do leite materno.
Um dos principais métodos de obtenção de carne branca e macia, além da imobilização total do animal para que não crie músculos, é a retirada do mineral ferro da sua alimentação tornando-o anêmico e fornecendo o mineral somente na quantidade necessária para que não morra até o abate.
A falta de ferro é tão sentida pelos animais, que nada no estábulo pode ser feito de metal ferruginoso, pois eles entram em desespero para lamber esse tipo de material.
Embora sejam animais com aversão natural à sujeira, a falta do mineral faz com que muitos comam seus próprios excrementos em busca de resíduos desse mineral. Alguns produtores contornam esse problema colocando os filhotes sobre um ripado de madeira, onde os excrementos possam cair num um piso de concreto ao qual os animais não tenham acesso. A alimentação fornecida é líquida e altamente calórica, para que a maciez da carne seja mantida e os animais engordem rapidamente. Para que sejam forçados a comer o máximo possível, nenhuma outra fonte de líquido é fornecida, fazendo com que comam mesmo quando têm apenas sede.
Com o uso dessas técnicas, verificou-se que muitos filhotes entravam em desespero, criando úlceras pela sua agitação e descontrole no espaço reduzido. Uma solução foi encontrada pelos produtores: a ausência de luz; a manutenção dos animais em completa escuridão durante 22 horas do dia, acendendo-se a luz somente nos momentos de manutenção do estábulo. No processo de confinamento, os filhotes ficam completamente imobilizados, podendo apenas mexer a cabeça para comer e agachar, sem poderem sequer se deitar. Os bezerros são abatidos com mais ou menos 4 meses de vida, de uma vida de reclusão e sofrimento, sem nunca terem conhecido a luz do sol.
E as pessoas comem e apreciam esse tipo de carne sem terem ideia de como é produzida.
A criação de vitelas é conhecida como um dos mais imorais e repulsivos mercados de animais no mundo todo.
Como não há no Brasil lei específica que proíba essa prática – como na Europa – o jeito é conscientizar as pessoas sobre a questão.
Nossa arma é a informação. Se souber o que está comendo, a sociedade que já não mais tolera violências vai mudar seus hábitos. Podemos evitar todo esse sofrimento não comendo carne de vitela e repudiando os restaurantes que a servem.
O consumidor (assim como o eleitor) tem força e deve usar esse poder escolhendo produtos, serviços e empresas que não tragam embutido o sofrimento de animais inocentes.
Instituto Nina Rosa – Projetos por Amor à Vida
Fonte: https://vista-se.com.br/carne-de-vitela-ou-baby-beef/
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domingo, 31 de julho de 2016
Oração de Exorcismo Contra a Inveja:
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
‘Levanta-se Deus e sejam dispersos os seus inimigos, e fujam de sua presença aqueles que o odeiam.
Eles se dissipam como a fumaça, como a cera que se derrete ao fogo. Assim perecem os maus diante de Deus’ (Salmo 67, 2-3)
‘Lutai, Senhor, contra os que me atacam; combatei meus adversários.
[...] Sejam confundidos e envergonhados os que odeiam a minha vida; recuem humilhados os que tramam minha desgraça.
Sejam como a palha levada pelo vento, quando o anjo do Senhor vier acossá-los.
Torne-se tenebroso e escorregadio o seu caminho, quando o anjo do Senhor vier persegui-los, porquanto sem razão me armaram laços; para me perder, cavaram um fosso sem motivo.
Venha sobre eles de improviso a ruína; apanhe-os a rede por eles mesmos preparada, caiam eles próprios na cova que abriram.
Então a minha alma exultará no Senhor, e se alegrará pelo seu auxílio’ (Salmo 34, v. 1.4-9).
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.
‘Levanta-se Deus e sejam dispersos os seus inimigos, e fujam de sua presença aqueles que o odeiam.
Eles se dissipam como a fumaça, como a cera que se derrete ao fogo. Assim perecem os maus diante de Deus’ (Salmo 67, 2-3)
‘Lutai, Senhor, contra os que me atacam; combatei meus adversários.
[...] Sejam confundidos e envergonhados os que odeiam a minha vida; recuem humilhados os que tramam minha desgraça.
Sejam como a palha levada pelo vento, quando o anjo do Senhor vier acossá-los.
Torne-se tenebroso e escorregadio o seu caminho, quando o anjo do Senhor vier persegui-los, porquanto sem razão me armaram laços; para me perder, cavaram um fosso sem motivo.
Venha sobre eles de improviso a ruína; apanhe-os a rede por eles mesmos preparada, caiam eles próprios na cova que abriram.
Então a minha alma exultará no Senhor, e se alegrará pelo seu auxílio’ (Salmo 34, v. 1.4-9).
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.
Profanação da Imagem de Nossa Senhora:
Oklahoma: Profanação de estátua da Virgem Maria por satanistas e reação da “Igreja militante”por Sensus Fidei 28/12/2015 | 4:44 1 Postado em Globalismo e Descristianização, Religião Mundial, Sensus fidei
“Em uníssono, este reduzido grupo de irmãos católicos, todos ajoelhados e com seus Rosários em punho oraram em reparação, cantando hinos, rezando o Angelus, a Oração de São Miguel, e outras orações de reparação. Acima de nossas cabeças alguns jovens desfraldaram um grande ícone de Nossa Mãe Santíssima”
ok_reparation_cfnSensus Fidei: Segundo Catholic Family News [aqui e aqui], a profanação pública da estátua da Santíssima Virgem Maria ocorreu conforme planejado na cidade de Oklahoma na véspera do Natal. Com autorização concedida pelo prefeito da cidade, Mick Cornett, esse ato abominável e provocador, em nome do “estado laico” liberal, foi realizado pelo satanista Adam Daniels, o mesmo que organizou a missa negra em 2014, também em Oklahoma. A profanação consistiu em derramar sangue sobre a estátua e dizer orações satânicas num esforço para dissipar a noção do nascimento virginal, doutrina central não só da Igreja Católica, mas de milhões de cristãos do mundo todo, conforme noticia o site de notícias WND.
Catholic Family News publicou um boletim em 23 de dezembro pedindo a reparação do escândalo. Mesmo antes desse boletim, David A. Homeney, um leigo católico fervoroso, fez um chamado pela causa para que outros católicos se juntassem a ele em Oklahoma em protestos públicos e reparação ao evento satânico. Ele criou uma página no Facebook para defender Nossa Senhora.
Segue um excerto do relatório do Sr. Homeney do ocorrido no dia 24 de dezembro:
… blasfêmia pública requer reparação pública, e assim a reparação pública precisava ser feita.
Quando cheguei lá meu coração saltou de alegria quando vi um grupo de 50 a 60 homens católicos no local. Logo depois que estacionamos o carro e caminhamos até lá nos deparamos com jovens segurando uma andor de madeira sobre os seus ombros com uma estátua grande e bonita de Pietá, adornada com flores.
“Em uníssono, este reduzido grupo de irmãos católicos, todos ajoelhados e com seus Rosários em punho oravam em reparação, cantando hinos, rezando o Angelus, a Oração de São Miguel, e outras orações de reparação. Acima de nossas cabeças alguns jovens desfraldaram um grande ícone de Nossa Mãe Santíssima. Isto era quase tudo que o público podia ver, porque um grande veículo estava estacionado em frente ao local onde o ato de profanação ocorreu.
“Pouco depois do início do Rosário, liderado por alguns jovens finos de Santa Maria, Kansas, os satanistas apareceram. Nem uma única palavra que esses homens vis pronunciavam podia ser ouvida devido à recitação do Santo Rosário por 50-60 homens católicos, rezando em uníssono. Este foi realmente um espetáculo digno de ser visto. a Igreja militante estava em vigor lá.
“Os satanistas programaram para fazer seu ato às 16:30 – 18:15, eles não iniciaram até cerca de 16:45 e foram embora por volta de 17:30. O poder dos homens católicos, solenemente em oração a Nosso Senhor e Sua Mãe oprimia-os e lhes causava tanto mau humor que deixaram o ato. Foi uma vitória para Nosso Senhor e Nossa Senhora. O mal não pode suportar a Verdade face a face. Muitos veículos que passavam buzinavam em apoio. Depois, alguns dos jovens e eu abençoamos o local da profanação com sal e água bentos.
“Terminamos nossas orações cerca de 18:15 e fizemos uma procissão com a imagem de Pietà. Mas então aconteceu a única coisa triste e decepcionante.
“A procissão dirigiu-se até o final do quarteirão no ponto em que atravessou a rua. O único lugar onde Nossa Senhora não foi bem-vinda estava na calçada em frente a antiga catedral de St. Joseph. Nossa Senhora foi excluída e barrada, mesmo havendo a procissão na calçada em frente da igreja. Este bloqueio deu-se mais pela ordem dos porteiros da paróquia do que por coação da polícia. Então nós cruzamos de volta ao longo da rua cantando nossos hinos.
“Foi uma grande manifestação, embora, infelizmente, apenas uma única pessoa de OKC aparecesse, tivemos um total de quatro concidadãos lá. Nossa gratidão aos homens que apareceram de todo o país. Tivemos homens de St. Mary em Kansas, DFW, Tyler, Texas, várias outras cidades no Kansas, e o mais incrivelmente é que ainda tivemos cerca de 20 homens da Pensilvânia. Estes homens voaram do leste em torno de Gettysburg, mobilizando-se em reparação pública a este ato público de blasfêmia.
“Homens, jovens e velhos, fizeram enormes sacrifícios para vir até Oklahoma. Quando perguntei por que eles o fizeram, a resposta foi: “Bem, é que fisicamente isso precisava ser feito.” Eles irão à missa da meia-noite em CCA em St Damien e, em seguida, voarão às 05:00, e espero que cheguem bem em casa e estejam com suas famílias para o jantar de Natal. Esses homens são uma inspiração e devem estar em nossas orações.”
Pessoas de várias localidades do mundo retornaram em apoio e testemunharam orações e reparações.
Apesar da valorosa reação do Arcebispo de Oklahome D. Paul Coakley, no episódio das hóstias eucarísticas roubadas para a celebração da missa negra no City Civic Center, praticada pelo grupo satânico do mesmo Adam Daniels, inacreditavelmente, diante dessas grandes profanações e abominações públicas, frequentes e feitas em nome de Satanás, a “Igreja militante” que defende a Fé parece cada vez mais restrita ao “pequeno resto” de fiéis leigos católicos, que ainda não se contaminaram com o lastimável engano desse falso ecumenismo alardeado pelo Concílio Vaticano II. Esse falso ecumenismo, gradualmente, vem engessando a Igreja militante sob a sombra da “acolhedora Igreja pós-conciliar” que, para não desagradar o Homem da civilização da Nova Ordem Mundial, já nem mesmo defende a Mãe do Senhor. Ao se omitir em combater publicamente pela Fé, não se compromete com a maçônica liberdade/igualdade de cultos que agora defende. E, assim, não corre o risco de cometer o único pecado de “intolerância”, acabando por “ofender” e “excluir” pecadores, hereges, blasfemos e até mesmo satanistas declarados que profanam publicamente a verdadeira fé.
Ato de reparação conduzido pela FSSPX em resposta à missa negra na cidade de Oklahoma – LEGENDADO
No vídeo, a seguir, em 21 de setembro de 2014, cerca de aproximadamente 1000 católicos tradicionais de vários estados dos EUA, atenderam o chamado do distrito americano da Fraternidade Sacerdotal São Pio X – FSSPX (Society of Saint Pius X – SSPX), para um ato de reparação em resposta à missa negra a ser realizada no Centro Cívico da cidade de Oklahoma.
Foi rezada uma Missa, pelo Pe. Daniel Themann, num salão de festas totalmente cheio de fiéis. Após a Missa solene, seguiram solenemente em procissão às portas do Centro Cívico, recitando os 15 Mistério do Saltério de Maria, o santo Rosário. Acompahanharam também a procissão, os Cavaleiros e Guarda de Honra, de Santa Maria no Kansas e também um coral da Academia dos Garotos de La Salette, de Olivet no Illinois, que cantaram a Missa.
Fontes consultadas:
Catholic News Family
WND
Reuters | Oklahoma Catholic bishop sues over planned black mass
Canal Traditio Catholica
Cf. também: IPCO: Católicos defendem Nossa Senhora na véspera do Natal
“Em uníssono, este reduzido grupo de irmãos católicos, todos ajoelhados e com seus Rosários em punho oraram em reparação, cantando hinos, rezando o Angelus, a Oração de São Miguel, e outras orações de reparação. Acima de nossas cabeças alguns jovens desfraldaram um grande ícone de Nossa Mãe Santíssima”
ok_reparation_cfnSensus Fidei: Segundo Catholic Family News [aqui e aqui], a profanação pública da estátua da Santíssima Virgem Maria ocorreu conforme planejado na cidade de Oklahoma na véspera do Natal. Com autorização concedida pelo prefeito da cidade, Mick Cornett, esse ato abominável e provocador, em nome do “estado laico” liberal, foi realizado pelo satanista Adam Daniels, o mesmo que organizou a missa negra em 2014, também em Oklahoma. A profanação consistiu em derramar sangue sobre a estátua e dizer orações satânicas num esforço para dissipar a noção do nascimento virginal, doutrina central não só da Igreja Católica, mas de milhões de cristãos do mundo todo, conforme noticia o site de notícias WND.
Catholic Family News publicou um boletim em 23 de dezembro pedindo a reparação do escândalo. Mesmo antes desse boletim, David A. Homeney, um leigo católico fervoroso, fez um chamado pela causa para que outros católicos se juntassem a ele em Oklahoma em protestos públicos e reparação ao evento satânico. Ele criou uma página no Facebook para defender Nossa Senhora.
Segue um excerto do relatório do Sr. Homeney do ocorrido no dia 24 de dezembro:
… blasfêmia pública requer reparação pública, e assim a reparação pública precisava ser feita.
Quando cheguei lá meu coração saltou de alegria quando vi um grupo de 50 a 60 homens católicos no local. Logo depois que estacionamos o carro e caminhamos até lá nos deparamos com jovens segurando uma andor de madeira sobre os seus ombros com uma estátua grande e bonita de Pietá, adornada com flores.
“Em uníssono, este reduzido grupo de irmãos católicos, todos ajoelhados e com seus Rosários em punho oravam em reparação, cantando hinos, rezando o Angelus, a Oração de São Miguel, e outras orações de reparação. Acima de nossas cabeças alguns jovens desfraldaram um grande ícone de Nossa Mãe Santíssima. Isto era quase tudo que o público podia ver, porque um grande veículo estava estacionado em frente ao local onde o ato de profanação ocorreu.
“Pouco depois do início do Rosário, liderado por alguns jovens finos de Santa Maria, Kansas, os satanistas apareceram. Nem uma única palavra que esses homens vis pronunciavam podia ser ouvida devido à recitação do Santo Rosário por 50-60 homens católicos, rezando em uníssono. Este foi realmente um espetáculo digno de ser visto. a Igreja militante estava em vigor lá.
“Os satanistas programaram para fazer seu ato às 16:30 – 18:15, eles não iniciaram até cerca de 16:45 e foram embora por volta de 17:30. O poder dos homens católicos, solenemente em oração a Nosso Senhor e Sua Mãe oprimia-os e lhes causava tanto mau humor que deixaram o ato. Foi uma vitória para Nosso Senhor e Nossa Senhora. O mal não pode suportar a Verdade face a face. Muitos veículos que passavam buzinavam em apoio. Depois, alguns dos jovens e eu abençoamos o local da profanação com sal e água bentos.
“Terminamos nossas orações cerca de 18:15 e fizemos uma procissão com a imagem de Pietà. Mas então aconteceu a única coisa triste e decepcionante.
“A procissão dirigiu-se até o final do quarteirão no ponto em que atravessou a rua. O único lugar onde Nossa Senhora não foi bem-vinda estava na calçada em frente a antiga catedral de St. Joseph. Nossa Senhora foi excluída e barrada, mesmo havendo a procissão na calçada em frente da igreja. Este bloqueio deu-se mais pela ordem dos porteiros da paróquia do que por coação da polícia. Então nós cruzamos de volta ao longo da rua cantando nossos hinos.
“Foi uma grande manifestação, embora, infelizmente, apenas uma única pessoa de OKC aparecesse, tivemos um total de quatro concidadãos lá. Nossa gratidão aos homens que apareceram de todo o país. Tivemos homens de St. Mary em Kansas, DFW, Tyler, Texas, várias outras cidades no Kansas, e o mais incrivelmente é que ainda tivemos cerca de 20 homens da Pensilvânia. Estes homens voaram do leste em torno de Gettysburg, mobilizando-se em reparação pública a este ato público de blasfêmia.
“Homens, jovens e velhos, fizeram enormes sacrifícios para vir até Oklahoma. Quando perguntei por que eles o fizeram, a resposta foi: “Bem, é que fisicamente isso precisava ser feito.” Eles irão à missa da meia-noite em CCA em St Damien e, em seguida, voarão às 05:00, e espero que cheguem bem em casa e estejam com suas famílias para o jantar de Natal. Esses homens são uma inspiração e devem estar em nossas orações.”
Pessoas de várias localidades do mundo retornaram em apoio e testemunharam orações e reparações.
Apesar da valorosa reação do Arcebispo de Oklahome D. Paul Coakley, no episódio das hóstias eucarísticas roubadas para a celebração da missa negra no City Civic Center, praticada pelo grupo satânico do mesmo Adam Daniels, inacreditavelmente, diante dessas grandes profanações e abominações públicas, frequentes e feitas em nome de Satanás, a “Igreja militante” que defende a Fé parece cada vez mais restrita ao “pequeno resto” de fiéis leigos católicos, que ainda não se contaminaram com o lastimável engano desse falso ecumenismo alardeado pelo Concílio Vaticano II. Esse falso ecumenismo, gradualmente, vem engessando a Igreja militante sob a sombra da “acolhedora Igreja pós-conciliar” que, para não desagradar o Homem da civilização da Nova Ordem Mundial, já nem mesmo defende a Mãe do Senhor. Ao se omitir em combater publicamente pela Fé, não se compromete com a maçônica liberdade/igualdade de cultos que agora defende. E, assim, não corre o risco de cometer o único pecado de “intolerância”, acabando por “ofender” e “excluir” pecadores, hereges, blasfemos e até mesmo satanistas declarados que profanam publicamente a verdadeira fé.
Ato de reparação conduzido pela FSSPX em resposta à missa negra na cidade de Oklahoma – LEGENDADO
No vídeo, a seguir, em 21 de setembro de 2014, cerca de aproximadamente 1000 católicos tradicionais de vários estados dos EUA, atenderam o chamado do distrito americano da Fraternidade Sacerdotal São Pio X – FSSPX (Society of Saint Pius X – SSPX), para um ato de reparação em resposta à missa negra a ser realizada no Centro Cívico da cidade de Oklahoma.
Foi rezada uma Missa, pelo Pe. Daniel Themann, num salão de festas totalmente cheio de fiéis. Após a Missa solene, seguiram solenemente em procissão às portas do Centro Cívico, recitando os 15 Mistério do Saltério de Maria, o santo Rosário. Acompahanharam também a procissão, os Cavaleiros e Guarda de Honra, de Santa Maria no Kansas e também um coral da Academia dos Garotos de La Salette, de Olivet no Illinois, que cantaram a Missa.
Fontes consultadas:
Catholic News Family
WND
Reuters | Oklahoma Catholic bishop sues over planned black mass
Canal Traditio Catholica
Cf. também: IPCO: Católicos defendem Nossa Senhora na véspera do Natal
segunda-feira, 25 de julho de 2016
Evolução da Inteligência Artificial Preocupa Cientistas:
21/02/2015 19H00
Diversos aplicativos e funções específicas em computadores e dispositivos móveis já utilizam técnicas de Inteligência Artificial. A tecnologia permite a tomada de decisão autônoma por uma máquina; como se ela tivesse vontade própria! É isso que vemos ao usarmos, por exemplo, funções de voz no smartphone – como o Siri, da Apple – ou ainda, quando aquele aplicativo descobre a música que está tocando em questão de segundos.
As pesquisas em torno do assunto exploram inúmeros problemas e abordagens há mais de 20 anos. Apesar de não ser tão nova assim, a tecnologia vem se aprimorando e está prestes a sair definitivamente dos laboratórios de pesquisas para o mercado. Por enquanto, focada em problemas pequenos e bastante específicos, a Inteligência Artificial não oferece perigo e deve começar a fazer cada vez mais parte do nosso dia a dia.
A eminência é tamanha que dois grandes cientistas resolveram divulgar uma carta aberta alertando sobre os riscos do desenvolvimento crescente da Inteligência Artificial. O documento assinado por Stephen Hawking e Elon Musk defende uma supervisão responsável para garantir que os interesses da humanidade continuem em primeiro lugar. No texto, eles reconhecem que os benefícios potenciais são enormes, já que tudo que a civilização tem a oferecer é um produto da inteligência humana; no entanto, é impossível prever o que poderá ser alcançado quando essa inteligência for ampliada pelas ferramentas que a Inteligência Artificial pode prover. Assim, eles defendem que a maximização do benefício social através da Inteligência Artificial.
A questão é que nada impede que um dia essas máquinas inteligentes e com vontade própria saiam do controle. Imagine a Rose se rebelando e transformando os Jetsons em seus escravos! Tecnologia… a gente sabe como é… Por enquanto, as falhas seriam pequenas como, por exemplo, um computador bagunçar o mercado de ações ou um carro autônomo errar o caminho e entrar na contramão. Mas no momento em que a Inteligência Artificial começa a ter uma demanda cada vez maior por sistemas mais inteligentes – aí, sim, podemos correr o risco de um dia máquinas superinteligentes virem a controlar os seres humanos!
Stephen Hawking diz: “uma inteligência artificial bem sucedida seria o maior evento da história humana. Infelizmente, também poderia ser o último.”
O grande medo surge quando a Inteligência Artificial se alinha a robôs humanóides. Até hoje, um dos maiores desafios da ciência é implantar as três leis da robótica: a primeira lei diz que um robô nunca pode ferir um ser humano; a segunda, que ele deve sempre respeitar a ordem de um ser humano, desde que não infrinja a primeira lei; e a terceira diz que o robô deve proteger a si mesmo, claro, isso sem desrespeitar as duas primeiras leis. Um pouco complicado… e, atualmente, nem a robótica, nem a Inteligência Artificial conseguem implementar direito essas leis.
A chegada da Internet das Coisas é mais uma ameaça. Se os robôs com inteligência artificial buscam suas informações para tomar decisões na web e teremos bilhões de dispositivos conectados muito em breve, eles certamente serão bem mais informados e inteligentes que qualquer ser humano. Afinal, ninguém sabe de tudo…
Outro grande risco: ainda que essas máquinas inteligentes possam tomar decisões como seres humanos, elas não têm qualquer noção de moral. Para não sair do controle, equipamentos com Inteligência Artificial precisariam ter consciência, ou seja, saber as consequências de suas decisões… mas isso é praticamente impossível.
O alerta está dado! Será que corremos o risco de assim como em alguns filmes, sermos dominados e controlados por robôs? Ou viveremos pacificamente com máquinas inteligentes entre nós, caminhando na mesma calçada? A preocupação não é só dos grandes futuristas. Recentemente, quando o Google comprou a DeepMind, uma empresa de Inteligência Artificial baseada na neurociência, as duas empresas criaram um conselho de ética e segurança para garantir que essas tecnologias sejam desenvolvidas sem oferecer qualquer risco aos seres humanos. Assim esperamos.
Fonte: olhardigital.uol.com.br/
Carta De Um Ex-Homossexual Aos Jovens:
“Ficou claro para mim, enquanto eu pensava sobre isso que o homossexualismo nos impede de achar nossa verdadeira personalidade. Quando estamos na cegueira do homossexualismo, não conseguimos ver a verdade.”
Michael Glatze, americano, 35 anos, ex-diretor de uma importante revista LGBT dos E.U.A. e ex-homossexual, para a juventude:
A homossexualidade me veio fácil, pois eu já era fraco.
Minha mãe morreu quando eu tinha 19 anos. Meu pai morreu quando eu tinha 13. Bem novo, eu já estava confuso sobre quem eu era e como eu me sentia acerca dos outros.
Minha confusão sobre “desejo” e o fato de que eu percebia que me sentia “atraído” aos rapazes fez com que eu me colocasse na categoria “gay” com a idade de 14. Com 20 anos, saí do armário diante de todos ao redor de mim.
Michel
Com 22, me tornei editor da primeira revista dirigida ao público gay jovem. Seu conteúdo fotográfico era quase pornográfico, mas eu imaginava que eu poderia usá-la como plataforma para coisas maiores e melhores.
Em seguida, nasceu a revista Young Gay America (América Gay Jovem). Seu objetivo era preencher a lacuna que a outra revista (para a qual eu havia trabalhado) havia criado — isto é, qualquer coisa não tão pornográfica, dirigida à população de americanos gays jovens. A revistaYoung Gay America decolou.
Os gays reagiram com alegria à revista Young Gay America, que recebeu prêmios, reconhecimento, respeitabilidade e grandes honras, inclusive o Prêmio Nacional Papel Modelo da grande organização gay Equality Forum (Fórum da Igualdade) — que foi dado ao Primeiro Ministro do Canadá Jean Chrétien um ano depois — e muitas oportunidades para aparecer nos meios de comunicação, do canal da TV pública até a capa da revista Time.
Produzi, com a assistência da TV pública e do Fórum Igualdade, o primeiro filme documentário a lidar com a questão do suicídio entre adolescentes gays, “Jim In Bold”, que viajou o mundo e foi premiado em muitos festivais.
Young Gay America criou uma exposição de fotos e estórias de jovens gays da América do Norte, que foi levada em viagem pela Europa, Canadá e partes dos Estados Unidos.
Young Gay America lançou a Revista YGA em 2004, para fingir ser um complemento puro para as revistas de bancas dirigidas aos jovens gays. Eu digo “fingir” porque a verdade era, YGA era tão prejudicial como todas as outras revistas do tipo no mercado, mas era mais “respeitada”, porque não era explicitamente pornográfica.
Levou quase 16 anos para eu descobrir que o homossexualismo em si não é exatamente uma “virtude”. Era difícil eu explicar meus sentimentos acerca da questão, considerando que minha vida estava muito envolvida no homossexualismo.
O homossexualismo, apresentado às mentes jovens, é por sua própria natureza pornográfico. Destrói mentes facilmente influenciáveis e confunde sua sexualidade em desenvolvimento, porém só vim a reconhecer isso quando eu tinha 30 anos.
A Revista YGA esgotou a venda da sua primeira edição em várias cidades da América do Norte. Havia apoio extremo, de todos os lado, para a Revista YGA; escolas, grupos de pais, bibliotecas, associações governamentais, todo o mundo parecia querer a revista. Atingiu em cheio a tendência de “aceitar e promover” o homossexualismo, e eu era considerado líder. Fui convidado para dar palestra no prestigioso Fórum JFK Jr. na Faculdade Kennedy de Governo da Universidade de Harvard em 2005.
Foi depois de ver minhas palavras numa fita de vídeo dessa atuação que comecei a ter dúvidas sérias quanto ao que eu estava fazendo com minha vida e influência.
Não conhecendo ninguém de quem eu poderia me aproximar com meus questionamentos e dúvidas, voltei-me para Deus. Desenvolvi um relacionamento crescente com Deus, graças a uma crise debilitante de dores intestinais provocadas pelas condutas em que eu estava envolvido.
Logo, comecei a entender coisas que eu jamais tinha sabido que poderiam ser reais, tais como o fato de que eu estava liderando um movimento de pecado e perversão, e minha descoberta não foi baseada em dogmas religiosos.
Cheguei a essa conclusão por mim mesmo.
MICHAEL_GLATZE_2_3
Cremos, sob a influência do homossexualismo, que a cobiça sexual não só é admissível, mas também que é uma virtude. Contudo, não existe nem um só desejo homossexual que seja desligado dessa cobiça sexual.
A fim de negar esse fato, eu havia lutado para apagar tal verdade custasse o que custasse. Eu me atirava às tentações da cobiça sexual e outras condutas usando as muitas desculpas populares que alegam que não somos responsáveis pelo que fazemos, mas somos vítimas de situações, ou nascemos assim, etc. Eu tinha plena convicção — graças ao clima social e aos líderes mundiais — de que eu estava fazendo a coisa certa.
Movido a buscar a verdade, pelo fato de que nada me fazia sentir bem, busquei dentro de mim mesmo. Jesus Cristo várias vezes nos aconselha a não confiar em ninguém além dEle. Eu fiz o que Ele disse, sabendo que o Reino de Deus realmente reside no coração e mente de todo ser humano.
O que eu descobri — o que aprendi — sobre o homossexualismo é estupendo. Minha “descoberta” inicial dos desejos homossexuais ocorreu no colégio, quando reparei que eu olhava para os outros rapazes. Minha cura ocorreu quando ficou decididamente claro que eu deveria — a fim de não arriscar prejudicar mais pessoas — prestar atenção a mim mesmo.
Toda vez que sentia a tentação de cobiçar outros homens, eu pegava a tentação e lidava com ela. Eu a chamava pelo seu nome, e então simplesmente a deixava sumir por si mesma. Existe uma diferença imensa e vital entre admiração artificial — de nós mesmos ou de outros — e admiração total. Ao nos amar completamente, não mais precisamos de nada do mundo “de fora” com seus desejos e cobiças sexuais, reconhecimento dos outros ou satisfação física. Nossos impulsos se tornam intrínsecos à nossa própria essência, sem os impedimentos provocados por nossas distrações obsessivas.
O homossexualismo permite que evitemos nos aprofundar em nós mesmos. Ficamos na superficialidade e atrações inspiradas por cobiças sexuais — pelo menos, enquanto a lei “aceita” o homossexualismo. Como conseqüência, um número grande de homossexuais não consegue achar sua personalidade mais real, sua personalidade em Cristo que é presente de Deus.
O homossexualismo, para mim, começou aos 13 anos e terminou logo que eu me isolei das influências externas e me concentrei intensamente na verdade interna — quando eu descobri, com a idade de 30, as profundezas da personalidade que Deus me deu.
Muitos que se encontram aprisionados ao homossexualismo ou a outras condutas lascivas vêem Deus como inimigo, pois Ele os faz lembrar quem e o que eles foram realmente criados para ser. Gente apanhada no ato de seu pecado preferiria permanecer numa “ignorância feliz” e silenciar a verdade e os que a falam, por meio de antagonismo, condenação e aplicando-lhes termos como “racista”, “insensível”, “perverso” e “discriminador”.
Não é fácil se curar das feridas que a homossexualidade provoca — obviamente, há pouco apoio para quem busca ajuda. O pouco de apoio que existe é debochado, ridicularizado e silenciado pela retórica ou criminalizado pela deturpação das leis. A fim de achar apoio, tive de investigar meu próprio estado de vergonha e as vozes “condenadoras” de todos os que eu havia conhecido. Parte da agenda homossexual é fazer com que as pessoas achem que nem vale a pena pensar em conversão — e muito menos pensar que a conversão funciona.
Em minha experiência, “sair do armário” da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bela e estupenda que já experimentei na minha vida inteira.
A cobiça sexual nos tira de nosso corpo, “ligando” nossa mente à forma física de outra pessoa. É por isso que jamais dá para se satisfazer o sexo homossexual — e todas as outras relações sexuais com base na cobiça sexual: É uma rotina de obsessão, não tendo nada de natural e normal. Normal é normal — e se chama normal por uma boa razão.
Anormal significa “aquilo que nos machuca, machuca o que é normal”. A homossexualidade nos tira de nosso estado normal, de nosso estado de união perfeita em todas as coisas, e nos divide, fazendo com que fiquemos eternamente obcecados por um objeto físico externo que jamais conseguimos possuir. Os indivíduos homossexuais — como todas as pessoas — anseiam o verdadeiro amor imaginário, que realmente não existe. O problema com o homossexualismo é que o verdadeiro amor só chega quando não há nada nos impedindo de deixá-lo brilhar do nosso interior. Não conseguimos ser nós mesmos quando nossas mentes estão presas num ciclo de mentalidade grupal de cobiça sexual sancionada, protegida e celebrada.
Deus me visitou quando eu estava confuso e perdido, sozinho, com medo e angustiado. Ele me disse — por meio da oração — que eu não tinha absolutamente nada a temer, e que eu estava “em casa”; tudo o que eu precisava era fazer uma limpeza geral em minha mente.
Creio que todas as pessoas, intrinsecamente, conhecem a verdade. Creio que é por isso que o Cristianismo deixa as pessoas tão assustadas — por fazê-las lembrar de sua consciência, que todos possuímos.
A consciência nos ajuda a fazer uma diferença entre certo e errado e é uma orientadora por meio da qual podemos crescer e nos tornar seres humanos mais fortes e livres. Ser curado do pecado e da ignorância é sempre possível, mas a primeira coisa que alguém deve fazer é sair das mentalidades que dividem e conquistam nossa essência humana.
Dá para se achar a verdade sexual, contanto que estejamos dispostos e motivados a aceitar que a sociedade em que vivemos permite condutas que prejudicam a vida. Não se deve deixar que o sentimento de culpa seja desculpa para evitar as perguntas difíceis.
O homossexualismo roubou quase 16 anos da minha vida e os comprometeu com uma mentira ou outra, perpetuada por meio dos meios de comunicação nacionais dirigidos às crianças. Nos países europeus, o homossexualismo é considerado tão normal que as crianças do primeiro grau estão recebendo livros sobre crianças “gays” como leitura obrigatória nas escolas públicas.
A Polônia, um país que conhece muito bem a experiência da destruição de seu próprio povo por forças externas, está corajosamente tentando impedir a União Européia de doutrinar suas crianças com a propaganda homossexual. Em resposta, a União Européia chamou o primeiro ministro da Polônia de “repugnante”.
Por muito tempo, eu era repugnante. Eu ainda lido com toda a culpa que sinto por esse estilo de vida.
Como um dos líderes do movimento homossexual nos Estados Unidos, tive a oportunidade de me dirigir ao público muitas vezes. Se eu pudesse desfazer algumas das coisas que eu disse, eu desfaria. Agora sei que a homossexualidade tem tudo a ver com a cobiça sexual e a pornografia. É um pacote completo. Por isso, jamais deixarei que alguém tente me convencer do contrário, não importa que suas estórias sejam doces ou tristes. Tenho experiência própria. Conheço a verdade.
Deus nos deu a verdade por um motivo. A verdade existe para que possamos ser nós mesmos. Existe para que possamos ter parte na nossa própria personalidade individual no mundo, para aperfeiçoar o mundo. Isso não é trama irreal ou ideal estranho — isso é a Verdade.
A nossa cura dos pecados do mundo não acontecerá num instante. Mas acontecerá — se não deixarmos que o orgulho a bloqueie. E, caso você não saiba, no final quem vence é Deus.
Postado em: http://carloslopesshalom.wordpress.com/
John Lennox:
'Origem de Deus é questão absurda', afirma John Lennox, matemático da Universidade de Oxford
John Lennox, nasceu na Irlanda do Norte.
É professor de matemática na Universidade de Oxford.
Cristão, é também um estudioso das relações entre ciência e religião.
Publicou vários livros e participa de debates públicos sobre o assunto.
Em 2009, Herton Escobar, do O Estadao de S.Paulo, entrevistou John Lennox. Reproduzo a entrevista a seguir.
Se Deus criou o universo, quem criou Deus?
A pergunta é "absurda", diz o matemático John Lennox, da Universidade de Oxford, na Inglaterra. "Deus é eterno; ele não foi criado, sempre existiu", afirma o professor, enfático. "A única razão pela qual alguém pode perguntar isso é para dizer que não há realidade definitiva. Quem criou o Deus, que criou o Deus, que criou o Deus? Vamos retroceder no tempo para sempre."
Lennox é um dos notáveis defensores do "design inteligente", teoria que combina conceitos científicos e teológicos para explicar a origem do universo e a evolução da vida na Terra. Ele foi o convidado de honra do simpósio Darwinismo Hoje, organizado neste mês pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo - cujo colégio ensina o design nas aulas de ciência.
O professor, cristão, de origem irlandesa, faz questão de dizer que o design inteligente não é só um "criacionismo disfarçado". Segundo ele, suas opiniões são baseadas em lógicas científicas que demonstram a existência de Deus. Ele é um forte crítico do biólogo Richard Dawkins, seu "colega" de Oxford e autor de Deus, uma Ilusão, para quem a evolução darwiniana é suficiente para explicar a vida na Terra.
"Dawkins acha que ele foi criado pelo universo. Então eu pergunto: Quem criou o criador dele?", rebate Lennox. "Viu só? A pergunta funciona para os dois lados." A seguir, os principais trechos da entrevista concedida ao Estado.
Como o senhor contaria a história do universo, com base no design inteligente?
Bem, no início, Deus criou o mundo. Quando isso aconteceu, eu não sei. A Bíblia não diz. A melhor estimativa hoje é em torno de 13 bilhões de anos atrás. Não vejo problema com isso. A descrição científica do universo se expandindo a partir de um ponto inicial é fascinante, porque foi só a partir dos anos 60 que os físicos começaram a falar nisso. Por séculos, eles aceitaram a versão de Aristóteles, de que o universo sempre existiu. Mas a Bíblia sempre disse que houve um início. É o que eu chamo de convergência. Ciência e teologia buscam respostas para perguntas muito diferentes, mas não totalmente diferentes.
Então o senhor não vê conflito entre a ciência do Big Bang e a teologia da Criação?
Não. O que o Big Bang nos diz é que houve um início, representado por uma singularidade (um ponto de massa e densidade infinitas). O que os cientistas fazem é apontar para trás e dizer sinto muito, não posso ir além desse ponto, porque aqui as leis da física deixam de funcionar. A pergunta lógica que se faz é: qual é a causa dessa singularidade? Aí entram as Escrituras e dizem: Deus é responsável. Isso não é anticiência, é algo que faz sentido.
Mas a mesma pergunta pode ser feita sobre Deus: Se ele criou o universo, quem criou Deus?
Se você me pergunta isso, significa que você pensa em Deus como algo que foi criado. A maioria de nós (cristãos) nunca acreditou nisso. A pergunta que não quer calar é outra, muito mais profunda: existe algo eterno, que nunca foi criado? Deus é eterno, segundo a fé cristã; ele não foi criado, sempre existiu. Perguntar quem o criou é absurdo. E o que dizer sobre a matéria e a energia? Os materialistas acreditam que elas são eternas. De ambos os lados do debate há uma realidade definitiva. Para mim, essa realidade é Deus. Para o materialista, é matéria e energia. Então, não venha discutir comigo sobre quem criou Deus. A verdadeira pergunta que devemos fazer é: Para que lado apontam as evidências?
O que diz o design inteligente?
É importante contextualizar isso, porque estou cansado das interpretações equivocadas que são feitas. A pergunta que está na base do assim chamado "movimento do design inteligente" é esta: há evidências científicas de que o universo não é um sistema fechado; de que houve um input de inteligência na sua criação? O que buscamos fazer com isso é separar a questão científica da questão teológica. Imagine o seguinte: você e eu voamos para Marte e encontramos lá várias pilhas de cubos de titânio. A primeira pilha tem 2 cubos, a segunda 3, depois 5, 7, 11, 13 e assim por diante, seguindo a ordem de números primos. O que você acharia disso? Certamente alguém esteve lá antes de nós, mas quem? Podemos concluir que aquilo é um arranjo inteligente, mesmo sem saber a identidade da inteligência que o criou. Agora, você acha que o fato do universo ser inteligível é evidência do quê? De uma inteligência superior que o criou, ou de um processo aleatório e despropositado?
Como é que a evolução se encaixa nesse modelo?
Temos de ter cuidado aqui, pois a palavra evolução é como a palavra criacionismo; ela pode ter várias definições, e não vejo problema com algumas delas. Não vejo problema com o que Darwin observou. Ele foi um gênio! A seleção natural faz algumas coisas, como mudar bicos de pássaros e coisas assim. O erro está em acreditar que a evolução faz tudo. A evolução pressupõe a existência de um organismo replicador mutante. Ela não pode explicar a existência daquilo que é mutado, não pode explicar a origem da vida. Não estou dizendo que processos naturais não estão envolvidos; estou dizendo que a inteligência tem de estar envolvida desde o início. Se você define a natureza como aquilo que a física e a química podem fazer, a vida parece ser algo sobrenatural. Processos naturais são ótimos para transmitir informação, mas não para criar informação.
O senhor acredita que Deus criou uma única forma de vida primordial, da qual todos os seres vivos evoluíram, ou que todas as espécies foram criadas por Deus da maneira como existem hoje?
Não quero ser dogmático sobre isso. Nós já conversamos sobre a singularidade que existia na origem do universo. Os físicos concordam que houve um início, então eles estão em acordo com a Bíblia nesse aspecto. No primeiro capítulo da Bíblia está escrito: "E Deus disse: faça-se a luz." Então eu imagino que Deus falou e criou o universo. Depois ele falou de novo, e houve outras singularidades. Talvez uma delas tenha sido a criação da vida.
Mas o que foi criado exatamente? Vou colocar a pergunta de outra forma: O senhor acredita na ancestralidade comum de todos os seres vivos, como propõe Darwin?
Ora, isso está sendo disputado profundamente pelos cientistas nesse momento. Não sou geneticista, mas estou muito impressionado com as novas argumentações que estão surgindo nessa área. Elas mostram que a árvore da vida está morta. O que eu acredito é que houve pontos específicos na história em que Deus introduziu coisas novas, que não podem ser explicadas apenas pelos processos naturais que já estavam em curso. Os momentos mais importantes foram a criação do universo, da vida biológica e da vida humana. Não acredito que os seres humanos evoluíram de alguma forma animal, puramente por processos naturais.
O ser humano, então, seria uma singularidade criada por Deus, como o universo? Ele foi criado da forma como existe hoje?
Isso é o que eu acredito. O que você teria visto se estivesse lá no momento da criação, eu não sei dizer. O que sei é que os seres humanos são seres únicos em toda a Criação. A Bíblia diz que eles foram feitos à imagem de Deus. Em resumo, minha atitude é muito simples: sem Deus, não se pode chegar do nada a alguma coisa. Sem Deus, não se pode chegar do material ao vivo. Sem Deus, não se pode chegar do animal ao humano. Acredito nisso não por uma questão de fé, mas porque é o que as evidências me levam a crer.
É justo que um materialista, como o senhor diz, exija provas de que Deus existe para acreditar nele?
Sem dúvida, desde que você me explique o que quer dizer por "provas". Eu trabalho numa área - a matemática - em que "prova" tem um significado muito específico. É claro que eu não posso provar matematicamente que Deus existe. Mas eu posso dar evidências e fazer uma argumentação com base na ciência e em outras disciplinas. Assim como não posso provar que minha mulher me ama, mas tenho muitas evidências disso. Richard Dawkins diz que ter fé é acreditar em algo sobre o qual não há provas. Mas isso é a definição dele. Isso é fé cega. Eu sou um cristão, e a fé cristã é o oposto da cegueira. Ela é baseada em evidências, como a ressurreição de Cristo, sobre a qual há evidências históricas, diretas e indiretas.
CRIAÇÃO: "Os físicos concordam que houve um início, então eles estão em acordo com a Bíblia nesse aspecto"
DÚVIDA: "A pergunta que não quer calar é outra, muito mais profunda: existe algo eterno, que nunca foi criado?"
EVOLUÇÃO: "Ela não pode explicar a existência daquilo que é mutado, não pode explicar a origem da vida"
Palavras-chave: criação, design inteligente, Deus, John Lennox
Enviado por: Johannes Janzen
sábado, 23 de julho de 2016
Perdemos o Jeito da Paz:
Não amamos mais a natureza,
não a respeitamos mais,
não nos respeitamos nem nos
amamos mais.Que será de nós
já que a barbárie voltou?Seremos
severa e definitivamente punidos.
Não se pode nem se deve ofender
a Deus,não se pode viver sem Deus.
Estamos abraçando demônios.
Será mesmo pela tecnologia que
virá o nosso fim e pelo que sofremos
mais agora.2017/2018,estes serão
nossos últimos anos.Já não tem cura
a lepra espiritual da humanidade
atual,mas mesmo assim muitos serâo
salvos mediante profundo,doloroso e
sincero arrependimento durante e apòs
o GRANDE AVISO,que está muito
próximo,graças a Deus,a Jesus e a
Maria.Nossas vidas consistem essenci
almente na luta individual de cada um
de nós pela nossa própria salvaçâo,mediante
o altruísmo,conversâo,arrependimento e
perdâo.Antes tarde do que nunca.Mas
cuidado!amanhâ poderá ser tarde demais.
Não esperem pelo AVISO para se converterem;
Pelo amor de Deus NÂO!PS:é preciso viver
a utopia,fazendo desta uma realidade cotidiana
num verdadeiro e autêntico cristianismo em
seus primòrdios,mais urgentemente ainda
nos tenebrosos tempos atuais.Quem for
capaz disso(e todos somos,pela graça de Deus),
será salvo.Sem nenhuma dúvida.Basta querer.
Que assim seja.Eu vos amo e oro por voçês.
Por favor,rezem também por mim e pela
minha família.Amém.
não a respeitamos mais,
não nos respeitamos nem nos
amamos mais.Que será de nós
já que a barbárie voltou?Seremos
severa e definitivamente punidos.
Não se pode nem se deve ofender
a Deus,não se pode viver sem Deus.
Estamos abraçando demônios.
Será mesmo pela tecnologia que
virá o nosso fim e pelo que sofremos
mais agora.2017/2018,estes serão
nossos últimos anos.Já não tem cura
a lepra espiritual da humanidade
atual,mas mesmo assim muitos serâo
salvos mediante profundo,doloroso e
sincero arrependimento durante e apòs
o GRANDE AVISO,que está muito
próximo,graças a Deus,a Jesus e a
Maria.Nossas vidas consistem essenci
almente na luta individual de cada um
de nós pela nossa própria salvaçâo,mediante
o altruísmo,conversâo,arrependimento e
perdâo.Antes tarde do que nunca.Mas
cuidado!amanhâ poderá ser tarde demais.
Não esperem pelo AVISO para se converterem;
Pelo amor de Deus NÂO!PS:é preciso viver
a utopia,fazendo desta uma realidade cotidiana
num verdadeiro e autêntico cristianismo em
seus primòrdios,mais urgentemente ainda
nos tenebrosos tempos atuais.Quem for
capaz disso(e todos somos,pela graça de Deus),
será salvo.Sem nenhuma dúvida.Basta querer.
Que assim seja.Eu vos amo e oro por voçês.
Por favor,rezem também por mim e pela
minha família.Amém.
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Ameaça para o Brasil:
Se a polícia francesa não consegue deter ataques dentro do seu território, o treinamento dado à polícia brasileira não servirá em nada
Publicado no dia 19 Julho 2016
Grupo brasileiro declara apoio ao Estado Islâmico, e diz:
Circula um canal na rede social Telegram onde um grupo extremista no brasileiro promete lealdade e submissão ao grupo terrorista Estado Islâmico (EI). A informação foi divulgada pela especialista norte-americana em monitoramento de atividades terroristas na web Rita Katz, da agência SITE, nesta segunda-feira (18) e foi divulgada pelo site UOL.
Batizado de "Ansar al-Khilafah Brazil" a organização anuncia aliança com o Estado Islâmico na América do Sul. E passam o seguinte recado: "Se a polícia francesa não consegue deter ataques dentro do seu território, o treinamento dado à polícia brasileira não servirá em nada".
A ameaça se refere ao apoio que agências internacionais de inteligência têm oferecido ao governo brasileiro na prevenção de ataques terroristas durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, possível foco de ataques do grupo, devido à visibilidade que um evento desse porte possuí.
Os jogos se iniciam no dia 5 de agosto e, muito influenciados pelo ataque recente em Nice, na França, o governo brasileiro tem anunciado novas medidas de segurança para as Olimpíadas.
Fonte: O Tempo noticias
Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Veja que com a atual situação de miséria que vive a maior parte do povo, agravado pelo desemprego, somado aos péssimos serviços públicos, qualquer pessoa indignada e desesperada, poderá se tornar extremamente violenta. Qualquer situação que atinja ao povo, pela opressão e injustiça, igualmente poderá transformar pessoas em vândalos, bandidos e quem sabe, frios terroristas.
terça-feira, 19 de julho de 2016
Na Época dos Bons Ladrões:
De todos os discos que você tem, existe algum que você tem um “chamego” especial?
Edu: Tem. O álbum triplo “Wings Over America” que eu roubei na Sears.
Roubou???
Edu: (Rindo) É. Roubei, sim.
Essa deve ser boa. Dá pra contar?
Edu: (Rindo muito) Dá. Mas não tentem fazer isso! O ano era 1978. Eu tinha 16 anos e vivia o auge da minha beatlemania. Graças a Deus, não existiam os mecanismos tecnológicos de segurança que existem hoje! Um dia, no Conjunto Nacional, tive meu primeiro contato imediato de 3º grau com o objeto que me fascinou. Meu Deus! O bichão era triplo, enorme e pesadão! Quando abria, aparecia uma ilustração belíssima dos Wings em ação. Aquilo tinha que ser meu! Dormia, sonhava e acordava imaginando uma forma de conseguir o discão. Naquela época, passava meses juntando grana para comprar um disco. Esse era triplo! Levaria 1 ano para ter o dinheiro para aquele álbum. Numa sexta-feira, dia 13 de janeiro de 1978, elaborei o plano que seria executado no outro dia, sábado à tarde. Precisava de dois amigos. Convoquei o Nelson e o Cacá. Cada um ficaria numa das extremidades da prateleira onde estava o disco de Paul. Tudo calculado milimetricamente. Chegamos ao Conjunto Nacional e fomos para a Discodil onde comprei um disco bem barato. Eu só queria a sacola da Discodil. E fomos para a Sears. A operação não demorou 5 minutos. Enquanto eles vigiavam, rapidamente enfiei o “Wings Over America” na sacola da Discodil. Na maior cara-de-pau do mundo, chamei um dos vendedores e perguntei onde estavam as fitas cassetes. Peguei duas e fui para o caixa. Paguei as duas fitas e saimos da loja com um medo absurdo de que a qualquer momento seríamos pegos pela polícia. Chegamos na rodoviária, entramos no ônibus e fomos no caminho de casa. Comecei a me sentir feliz por achar que tudo tinha dado certo. E então? Finalmente entrei em casa! Alí, acontecesse o que tivesse que acontecer, estava à salvo. O Papai percebeu minha excitação e desconfiado perguntou: “O que você tem aí?”. “Nada! Um disco do Big Boy. O senhor não vai gostar”. Entrei no quarto. Meu irmão não estava. Tranquei a porta, cerrei os punhos, levantei as mãos para o alto, me ajoelhei e como “O Conde de Monte Cristo”, gritei: “O mundo é meu! O mundo é meu!”.
Somente aqui, tem isso! E muito! O aniversário é meu, mas quem leva essa somos nós! O Baú do Edu - Now And Forever!
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Falência Múltipla dos Órgãos:
Por Gregorio Vivanco Lopes em 25 de janeiro de 2016Sem comentários
A sanidade moral dos diferentes órgãos da sociedade parece ter entrado em falência múltipla, a um passo da decomposição final.
O título deste artigo é emprestado de um jargão da medicina, que vem sendo vulgarizado ultimamente. Descreve com um realismo cru a situação desesperadora de certos doentes terminais, que nada mais têm a esperar da vida, a não ser talvez o milagre. É comum encontrar essa expressão nos obituários, como indicação da causa mortis.
Também a sociedade humana constitui um corpo. Muito mais complexo que o dos indivíduos, é certo, mas nem por isso imune a misérias e vicissitudes de toda ordem.
Assim é que, contemplando o mundo atual, tão distante daquele ideal de civilização cristã que outrora fez a glória da Igreja e da sociedade temporal, a imagem da falência dos órgãos me vem à mente.
A sanidade moral dos diferentes órgãos da sociedade parece ter entrado em falência múltipla, a um passo da decomposição final. São os políticos, com sua corrupção financeira; são as famílias que, em grande número, vão se desfazendo; são os indivíduos, frequentemente sujeitos à droga, ao nudismo que avança e às perversões de todo tipo; são por fim os meios eclesiásticos, cada vez mais penetrados pela fumaça de satanás e entregues à autodemolição, ambas constatadas por Paulo VI.
E daí vem a pergunta: estaremos já bordejando aqueles acontecimentos terríveis descritos por Nossa Senhora em Fátima?
Bem sabemos que Ela previu os castigos, mas também o triunfo do Imaculado Coração de Maria, e que depois “será dado ao mundo algum tempo de paz”.
Mas enquanto tal triunfo não se dá, é dever nosso não fechar os olhos ao fato de que Nossa Senhora em diversas aparições tem chorado como a melhor das mães poderia chorar sobre o filho sujeito à falência múltipla dos órgãos e já em estado terminal.
E a reparar o Imaculado Coração da Virgem Santíssima, tão gravemente ofendido. E a melhor reparação consiste em não dobrar os joelhos diante do Baal moderno que avança, mantendo-nos distantes de suas loucuras e indignando-nos com suas blasfêmias, quando não as pudermos impedir.
Apocalipse Russo:
Agonia da economia russa: espoleta de uma precipitação de efeito mundial?
Por Luis Dufaur em 22 de novembro de 20152 comentários
2016 poderá ser o último ano de bonança da combalida economia russa. O ministro russo das Finanças, Anton Siluanov, declarou durante uma audiência parlamentar que em 2017 a Rússia não conseguirá mais fechar seus déficits com os recursos do Fundo de Reserva.
Efeitos da crise econômica que apenas começou serão devastadores.
2016 poderá ser o último ano de bonança da combalida economia russa. O ministro russo das Finanças, Anton Siluanov, declarou durante uma audiência parlamentar que em 2017 a Rússia não conseguirá mais fechar seus déficits com os recursos do Fundo de Reserva.
“2016 será o último ano em que conseguiremos gastar nossas reservas do modo como estamos fazendo”, disse. “Então essas reservas terão acabado”, escreveu o jornalista Vitaliy Portnikov, analista da “Nezavisimaya Gazeta”, especializada nos países pós-soviéticos.
Segundo Portnikov, em termos mais simples, 2016 será o último ano da Rússia atual em que Putin ainda poderá pagar dívidas e ordenados com dinheiro.
A despeito de todos os cortes havidos, o atual orçamento russo ainda contempla substanciais gastos sociais, empregos públicos e grandes despesas com o exército e as forças de segurança. Em suma, um aparato assustador de um regime que explora a demagogia e a histeria nacionalista.
O que será das aventuras bélicas de Putin na Ucrânia ou na Síria?
Hoje não acontece nada de especial porque a despesa é paga com as reservas. Mas em 2017, ou talvez antes, não será mais assim.
Devido ao método de governo instalado em Moscou, as palavras de Siluanov soam como uma ameaça aos bens dos oligarcas dependentes do sistema. A “Nova Rússia” precisará dar um golpe nesses ricaços antes de morrer asfixiada.
O rublo se desvaloriza esvaziando a sustentação do regime.
Pelo fim de 2016 começará a haver atraso no pagamento de ordenados e pensões. Os primeiros a sofrer serão os setores da medicina e do ensino.
Os “programas sociais” virão depois. Muitas empresas fecharam e os trabalhadores ficaram na rua. O setor dos serviços entrará em colapso.
Putin aproveitará a crise para cravar os últimos pregos no caixão das pequenas e médias empresas, pondo na rua milhões de empregados, prevê Portnikov.
Pelo fim de 2017 em tese não haverá mais caviar para a nomenklatura de Moscou, enquanto a população deverá pensar em se alimentar com o último comestível.
O único setor que será poupado será o militar. Mas, em termos, pois poderemos ver soldados pedindo esmola nas ruas e policiais cobrando gorjetas ou colaborando com o crime organizado, escreve Portnikov.
Permanecerão os serviços de repressão, que servem diligentemente o grupo seleto que governa a partir de Moscou e que serão mais necessários do que nunca.
Nessa encruzilhada, o povo começará a desinteressar-se das proezas político-militares de Putin. Este por sua vez, talvez tenha que esquecer a aventura ucraniana e resignar-se a que o país vizinho recupere a sua integridade territorial.
As desordens sociais se multiplicarão e o crime atingirá níveis ainda não superados.
A aproximação de uma crise que porá Putin contra as cordas foi confirmada por um comunicado do Banco Central russo fechando quatro bancos médios e pequenos: o Benifits-Bank (224º do país), o BMB (474º), o Just-Bank (483º) e o Agroïnkombank (581º).
Orçamento militar só cresce enquanto economia desaba.
O Banco Central alegou situações financeiras demasiadamente frágeis, e transações suspeitas no caso do BMB e do Agroïnkombank.
A gravidade do caso se mede pelo número total de bancos já fechados – mais de sessenta desde o início de 2015 – e a aceleração dos fechamentos nos últimos meses, segundo o jornal “Le Monde”.
A profunda recessão – provocada pela queda da cotação do petróleo, pelas sanções ocidentais após a invasão russa da Ucrânia e pelo desabamento do rublo – debilitou o sistema financeiro. Esse já estava fortemente endividado em divisas estrangeiras, e agora multiplicou a inadimplência e aumentou o número de empresas que beiram a falência.
Contudo, uma marcha ré política e econômica sensata, embora forçada pelas circunstâncias, poderá significar o início do fim do regime putinista.
E Putin não está disposto a isso. Iniciativas ainda mais malucas das que já assistimos poderão então emanar do Kremlin. E o mundo não conhecerá mais paz.
Putin, Rublo, Rússia, Ucrânia
Por Luis Dufaur em 22 de novembro de 20152 comentários
2016 poderá ser o último ano de bonança da combalida economia russa. O ministro russo das Finanças, Anton Siluanov, declarou durante uma audiência parlamentar que em 2017 a Rússia não conseguirá mais fechar seus déficits com os recursos do Fundo de Reserva.
Efeitos da crise econômica que apenas começou serão devastadores.
2016 poderá ser o último ano de bonança da combalida economia russa. O ministro russo das Finanças, Anton Siluanov, declarou durante uma audiência parlamentar que em 2017 a Rússia não conseguirá mais fechar seus déficits com os recursos do Fundo de Reserva.
“2016 será o último ano em que conseguiremos gastar nossas reservas do modo como estamos fazendo”, disse. “Então essas reservas terão acabado”, escreveu o jornalista Vitaliy Portnikov, analista da “Nezavisimaya Gazeta”, especializada nos países pós-soviéticos.
Segundo Portnikov, em termos mais simples, 2016 será o último ano da Rússia atual em que Putin ainda poderá pagar dívidas e ordenados com dinheiro.
A despeito de todos os cortes havidos, o atual orçamento russo ainda contempla substanciais gastos sociais, empregos públicos e grandes despesas com o exército e as forças de segurança. Em suma, um aparato assustador de um regime que explora a demagogia e a histeria nacionalista.
O que será das aventuras bélicas de Putin na Ucrânia ou na Síria?
Hoje não acontece nada de especial porque a despesa é paga com as reservas. Mas em 2017, ou talvez antes, não será mais assim.
Devido ao método de governo instalado em Moscou, as palavras de Siluanov soam como uma ameaça aos bens dos oligarcas dependentes do sistema. A “Nova Rússia” precisará dar um golpe nesses ricaços antes de morrer asfixiada.
O rublo se desvaloriza esvaziando a sustentação do regime.
Pelo fim de 2016 começará a haver atraso no pagamento de ordenados e pensões. Os primeiros a sofrer serão os setores da medicina e do ensino.
Os “programas sociais” virão depois. Muitas empresas fecharam e os trabalhadores ficaram na rua. O setor dos serviços entrará em colapso.
Putin aproveitará a crise para cravar os últimos pregos no caixão das pequenas e médias empresas, pondo na rua milhões de empregados, prevê Portnikov.
Pelo fim de 2017 em tese não haverá mais caviar para a nomenklatura de Moscou, enquanto a população deverá pensar em se alimentar com o último comestível.
O único setor que será poupado será o militar. Mas, em termos, pois poderemos ver soldados pedindo esmola nas ruas e policiais cobrando gorjetas ou colaborando com o crime organizado, escreve Portnikov.
Permanecerão os serviços de repressão, que servem diligentemente o grupo seleto que governa a partir de Moscou e que serão mais necessários do que nunca.
Nessa encruzilhada, o povo começará a desinteressar-se das proezas político-militares de Putin. Este por sua vez, talvez tenha que esquecer a aventura ucraniana e resignar-se a que o país vizinho recupere a sua integridade territorial.
As desordens sociais se multiplicarão e o crime atingirá níveis ainda não superados.
A aproximação de uma crise que porá Putin contra as cordas foi confirmada por um comunicado do Banco Central russo fechando quatro bancos médios e pequenos: o Benifits-Bank (224º do país), o BMB (474º), o Just-Bank (483º) e o Agroïnkombank (581º).
Orçamento militar só cresce enquanto economia desaba.
O Banco Central alegou situações financeiras demasiadamente frágeis, e transações suspeitas no caso do BMB e do Agroïnkombank.
A gravidade do caso se mede pelo número total de bancos já fechados – mais de sessenta desde o início de 2015 – e a aceleração dos fechamentos nos últimos meses, segundo o jornal “Le Monde”.
A profunda recessão – provocada pela queda da cotação do petróleo, pelas sanções ocidentais após a invasão russa da Ucrânia e pelo desabamento do rublo – debilitou o sistema financeiro. Esse já estava fortemente endividado em divisas estrangeiras, e agora multiplicou a inadimplência e aumentou o número de empresas que beiram a falência.
Contudo, uma marcha ré política e econômica sensata, embora forçada pelas circunstâncias, poderá significar o início do fim do regime putinista.
E Putin não está disposto a isso. Iniciativas ainda mais malucas das que já assistimos poderão então emanar do Kremlin. E o mundo não conhecerá mais paz.
Putin, Rublo, Rússia, Ucrânia
Muito em Breve Virá a Punição:
Na véspera do centenário de Fátima, Pe. Amorth avisa: Nossa Senhora pediu a consagração da Rússia, mas não foi feita. Por isso a punição pode estar perto
Por Luis Dufaur em 29 de fevereiro de 2016Desde 1917 foram feitas várias consagrações por diferentes Papas. A mais solene foi a de 25 de março de 1984, por João Paulo II e todos os bispos do mundo. Entretanto, explica o Padre Gabriele Amorth, essas consagrações não preencheram as condições pedidas por Nossa Senhora e não podem ser consideradas como atendendo ao pedido d’Ela em 1917.
Na véspera do centenário de Fátima, Pe. Gabriele Amorth, exorcista de Roma avisa: a consagração da Rússia não foi feita, por isso a punição pode estar perto
LifeSite (edição impressa) entrevistou o Padre Gabriele Amorth, o principal exorcista de Roma, a cidade dos Papas. Ele é autor de diversos livros sobre o delicado tema. Entre eles: Um Exorcista Conta Sua História e Um Exorcista: Mais histórias.
O Pe. Amorth fundou e liderou a Associação Internacional de Exorcistas, tendo praticado centenas de exorcismos em seus mais de 30 anos nessa função apostólica.
Ele é toda uma autoridade na matéria e conhece de perto as insídias e os artifícios do príncipe das trevas. Também discerne com acuidade o que o pai da mentira trama contra a Igreja e a Cristandade, para a perdição do maior número de almas.
No próximo ano de 2017 serão comemorados os cem anos das aparições de Nossa Senhora em Fátima.
Nelas, entre outras coisas, Nossa Senhora advertiu os videntes a respeito dos artifícios de Satanás para a perdição do mundo.
Também fez uma referência explícita e insistente aos males que, inspirados por Satanás, homicida por excelência, viriam por meio da Rússia se esta não fosse consagrada ao seu Imaculado Coração.
Desde 1917 foram feitas várias consagrações por diferentes Papas. A mais solene foi a de 25 de março de 1984, por João Paulo II e todos os bispos do mundo.
Entretanto, explica o Padre Gabriele Amorth, essas consagrações não preencheram as condições pedidas por Nossa Senhora e não podem ser consideradas como atendendo ao pedido d’Ela em 1917.
Passou demasiado tempo e, segundo o experimentado sacerdote, são de se temer as mais terríveis consequências num prazo até muito curto.
A respeito da solene consagração de 1984, o Pe Amorth conta: “Eu estava lá em 25 de março, na Praça São Pedro, na fila da frente, praticamente a curta distância do Santo Padre.
“João Paulo II quis consagrar a Rússia, mas sua comitiva não, temendo que os ortodoxos [cismáticos russos] ficassem contrariados, e eles quase o frustraram.
“Quando Sua Santidade consagrou o mundo de joelhos, ele acrescentou uma frase não incluída no texto distribuído e falou consagrar ‘especialmente os povos dos quais Vós aguardais nossa consagração.’
Bispos e padres católicos sendo processados e condenados em S_o Petersburgo, nos primórdios da Revolução Comunista russa. Fonte'Illustration
Bispos e padres católicos sendo processados e condenados em São Petersburgo, nos primórdios da Revolução Comunista russa. Fonte: L’Illustration de Paris.
“Indiretamente, isso incluía a Rússia. No entanto, uma consagração específica ainda não foi feita”.
O LifeSite lembrou que Nossa Senhora predisse em Fátima que o sangue dos mártires correria se não fossem feitas penitências. E esse sangue dos mártires hoje flui copiosamente. Então, perguntou: quanto tempo se terá antes que Deus envie o castigo?
O exorcista respondeu: “Não nos esqueçamos do que disse Nossa Senhora: ‘Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre me consagrará a Rússia, que se converterá e será concedido ao mundo um período de paz’… Em breve teremos grandes acontecimentos”.
Quando? – insistiu LifeSite:
Ao que o Padre Amorth respondeu:
“Em certa ocasião Israel se afastou de Deus para abraçar a idolatria. Os profetas foram tratados muito mal. Finalmente Deus puniu. Hoje, o mundo prossegue no puro ateísmo. Sem o Senhor, o progresso é mal utilizado.
“Vemo-lo nas leis, que vão totalmente contra a natureza, como o divórcio, o aborto, o ‘casamento’ homossexual…
“Por isso Deus em breve admoestará a humanidade de uma maneira muito poderosa, Ele sabe como nos lembrar de Sua presença”.
O Pe. Amorth esclareceu que não fixava nem sabia as datas. Mas disse:
“Acho que estamos cada vez mais e mais perto. O Senhor vai Se fazer ouvir e o mundo terá que responder.
“Olho para tudo isso com otimismo, porque Deus sempre age de modo a nos obter um bem maior do que os castigos infligidos, que são voltados para abrir os olhos da humanidade, que O esqueceu e O abandonou.
“Eu estive com o Padre Pio durante 26 anos e me lembro de como ele estava furioso com a invenção da televisão: ‘Você vai ver o que ela vai fazer!’, disse ele. Eu estou muito no meio do povo e vejo quantas pessoas foram arruinadas pela televisão e pela Internet…”
“A cada ano, 50 milhões de crianças são assassinadas pelo aborto. E a eutanásia, a família quebrada, a coabitação… Isso é tudo destruição! O Senhor declarou: ‘Que nenhum homem separe o que Deus uniu.’
“Hoje se fala muito de amor, mas verdadeiro não há nenhum. Precisamente em Fátima, Nossa Senhora disse à jovem Jacinta de sete anos: ‘O pecado que traz a maioria das almas para o inferno é o pecado da impureza’, o pecado da carne.
“Ela disse isso para uma garota, que nem sabia o que era! Devemos ouvir o que Nossa Senhora diz.”
Fonte: ipco.org.br
Crente/Evangélico só Pensa em Arrebatamento:
Parece que eles não tem o que fazer,pois só pensam que serão levados por Deus.
Já eu,pobre católico,desejo ficar até o fim por aqui,pois não me considero nem
nunca me considerarei merecedor de tal dádiva divina.Voces evangélicos deviam
saber de uma coisa: só quem vai ser arrebatado deste mundo são os discos de vinil
dos Beatles e nada mais.Amém.
Já eu,pobre católico,desejo ficar até o fim por aqui,pois não me considero nem
nunca me considerarei merecedor de tal dádiva divina.Voces evangélicos deviam
saber de uma coisa: só quem vai ser arrebatado deste mundo são os discos de vinil
dos Beatles e nada mais.Amém.
sexta-feira, 15 de julho de 2016
Brasil Como Alvo em Potencial:
Cristo Redentor pode ser alvo de terrorismo durante as Olimpíadas
Especialista acredita que imagem de Cristo “é o mais forte” do ponto de vista simbólico.
por Jarbas Aragão
O governo brasileiro insiste que não há motivos para preocupação. Contudo, o cientista político e professor de Relações Internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) Heni Ozi Cukier, acredita que o Brasil está “com certeza” no radar dos extremistas islâmicos.
Em abril, uma ameaça ao Brasil publicada na conta no Twitter do terrorista Maxime Hauchard chamou atenção. Ele estaria ligado ao Estado Islâmico e tuitou uma mensagem dizendo “vocês serão os próximos”.
Para Cukier, a realização das Olimpíadas — um dos maiores eventos esportivos do mundo — colocará o Brasil no centro das atenções do mundo todo. Isso dá aos terroristas o que eles mais desejam: um palco de destaque e uma plateia grande.
Em entrevista ao portal R7, o especialista disse que os principais alvos seriam os pontos turísticos mais tradicionais do Rio de Janeiro, cidade-sede dos jogos em agosto. “Os locais onde vão haver eventos esportivos podem ser alvos. Estádios de futebol, como o Maracanã, tem uma maior concentração de pessoas. Mas, do ponto de vista simbólico, o Cristo Redentor é o mais forte”, asseverou.
Cukier insiste que o Estado Islâmico vem cometendo atentados em diversos continentes nos últimos dias, não apenas no Oriente Médio. Isso serviria para reforçar a tese de que o Brasil seria um dos próximos alvos.
Um aspecto que colabora para isso é a segurança do evento, que ficou comprometida com a crise econômica que atravessa o país e, de modo especial, o estado do Rio de Janeiro. Em anúncio recente, o Governo do Rio explicou que cortará cerca de $500 milhões do orçamento de segurança para este ano.
O professor Cukier não quer parecer alarmista, mas sublinha que a ajuda da população no combate ao terrorismo é fundamental para prevenção de potenciais atentados.
No mesmo tom, Jean Paul Laborde, chefe da estratégia da ONU para o Combate ao Terrorismo, alerta que a Olimpíada no Brasil corre o risco de ser alvo de ataques terroristas. “Há indicações de que o evento no Brasil é um alvo fácil para o Estado Islâmico”, declarou Laborde ao jornal O Estado de São Paulo.
Sinais visíveis
Em junho, o SITE Intelligence Group, grupo que monitora as ações do Estado Islâmico (EI) em todo o mundo, denunciou o surgimento da “primeira mídia jihadista em língua portuguesa”. Um canal de comunicação pela internet, chamado de “Nashir Português” surgiu pelo aplicativo Telegram. Similar ao Whatsapp, a plataforma é encriptada e serve para a troca de mensagens, vídeos e discursos oficiais do seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi.
Na mesma época, o grupo de cyberterroristas chamado “United Cyber Caliphate”, que tem ligações com o EI havia divulgado na última quinta-feira (9) uma lista de futuros ataques no mundo todo, incluindo o Brasil. Ela continha cerca de oito mil “alvos”, e mencionava que a Flórida como alvo preferencial. Poucos dias depois, um homem que jurava aliança ao EI invadiu sozinho uma boate em Orlando num atentado que resultou na morte de 50 pessoas.
O relatório dos serviços de inteligência, publicado pela Veja, mostra que “Uma das maiores preocupações governamentais está no acompanhamento da radicalização de indivíduos alinhados ideologicamente ao Estado Islâmico”, numa referência aos ataques do tipo lobo solitário, como o de Orlando.
Semana passada, a companhia Avianca divulgou um comunicado interno sobre a possível entrada no Brasil de Jihad Ahmad Diyab, um sírio que teria vínculos com a Al Qaeda e ficou preso em Guantánamo. Ele foi acolhido pelo governo do Uruguai há dois anos. Com base na lei antiterrorista, ele já fora impedido de entrar em solo brasileiro, mas está desaparecido e possivelmente utiliza um passaporte falso.
Especialista acredita que imagem de Cristo “é o mais forte” do ponto de vista simbólico.
por Jarbas Aragão
O governo brasileiro insiste que não há motivos para preocupação. Contudo, o cientista político e professor de Relações Internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) Heni Ozi Cukier, acredita que o Brasil está “com certeza” no radar dos extremistas islâmicos.
Em abril, uma ameaça ao Brasil publicada na conta no Twitter do terrorista Maxime Hauchard chamou atenção. Ele estaria ligado ao Estado Islâmico e tuitou uma mensagem dizendo “vocês serão os próximos”.
Para Cukier, a realização das Olimpíadas — um dos maiores eventos esportivos do mundo — colocará o Brasil no centro das atenções do mundo todo. Isso dá aos terroristas o que eles mais desejam: um palco de destaque e uma plateia grande.
Em entrevista ao portal R7, o especialista disse que os principais alvos seriam os pontos turísticos mais tradicionais do Rio de Janeiro, cidade-sede dos jogos em agosto. “Os locais onde vão haver eventos esportivos podem ser alvos. Estádios de futebol, como o Maracanã, tem uma maior concentração de pessoas. Mas, do ponto de vista simbólico, o Cristo Redentor é o mais forte”, asseverou.
Cukier insiste que o Estado Islâmico vem cometendo atentados em diversos continentes nos últimos dias, não apenas no Oriente Médio. Isso serviria para reforçar a tese de que o Brasil seria um dos próximos alvos.
Um aspecto que colabora para isso é a segurança do evento, que ficou comprometida com a crise econômica que atravessa o país e, de modo especial, o estado do Rio de Janeiro. Em anúncio recente, o Governo do Rio explicou que cortará cerca de $500 milhões do orçamento de segurança para este ano.
O professor Cukier não quer parecer alarmista, mas sublinha que a ajuda da população no combate ao terrorismo é fundamental para prevenção de potenciais atentados.
No mesmo tom, Jean Paul Laborde, chefe da estratégia da ONU para o Combate ao Terrorismo, alerta que a Olimpíada no Brasil corre o risco de ser alvo de ataques terroristas. “Há indicações de que o evento no Brasil é um alvo fácil para o Estado Islâmico”, declarou Laborde ao jornal O Estado de São Paulo.
Sinais visíveis
Em junho, o SITE Intelligence Group, grupo que monitora as ações do Estado Islâmico (EI) em todo o mundo, denunciou o surgimento da “primeira mídia jihadista em língua portuguesa”. Um canal de comunicação pela internet, chamado de “Nashir Português” surgiu pelo aplicativo Telegram. Similar ao Whatsapp, a plataforma é encriptada e serve para a troca de mensagens, vídeos e discursos oficiais do seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi.
Na mesma época, o grupo de cyberterroristas chamado “United Cyber Caliphate”, que tem ligações com o EI havia divulgado na última quinta-feira (9) uma lista de futuros ataques no mundo todo, incluindo o Brasil. Ela continha cerca de oito mil “alvos”, e mencionava que a Flórida como alvo preferencial. Poucos dias depois, um homem que jurava aliança ao EI invadiu sozinho uma boate em Orlando num atentado que resultou na morte de 50 pessoas.
O relatório dos serviços de inteligência, publicado pela Veja, mostra que “Uma das maiores preocupações governamentais está no acompanhamento da radicalização de indivíduos alinhados ideologicamente ao Estado Islâmico”, numa referência aos ataques do tipo lobo solitário, como o de Orlando.
Semana passada, a companhia Avianca divulgou um comunicado interno sobre a possível entrada no Brasil de Jihad Ahmad Diyab, um sírio que teria vínculos com a Al Qaeda e ficou preso em Guantánamo. Ele foi acolhido pelo governo do Uruguai há dois anos. Com base na lei antiterrorista, ele já fora impedido de entrar em solo brasileiro, mas está desaparecido e possivelmente utiliza um passaporte falso.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
A Diabólica Amoris Latitia:
Grupo de 45 teólogos, filósofos e sacerdotes, em documento, criticam a exortação Amoris Latitia, do Papa Francisco
Por Emmanuel Barbieri
Um grupo de 45 teólogos, filósofos e pastores de almas de diferentes nacionalidades emitiu nos últimos dias ao Cardeal Angelo Sodano, decano do Colégio Sagrado, uma forte crítica a Amoris Latitia pós-sinodal. Nas próximas semanas o documento, em diferentes idiomas, será enviado para os 218 cardeais e patriarcas das Igrejas Orientais, pedindo-lhes para intervir com o Papa Francis para retirar ou corrigir as proposições errôneas do documento. A notícia foi divulgada por Edward Pentin.
Ao descrever a exortação como contendo "uma série de declarações que podem ser entendidas de forma contrária à fé e da moral católica", os peticionários apresentaram a apelação, reunindo uma lista de objeções teológicas ao documento aplicável, especificando "a natureza e o grau de erros que pode ser atribuída ao Laetitia Amoris ".
Entre os 45 signatários estão católicos prelados, estudiosos, professores, escritores e padres de várias universidades pontifícias, seminários, faculdades, institutos teológicos, ordens religiosas e dioceses de todo o mundo. Eles pediram ao Colégio dos Cardeais, que, na sua qualidade de conselheiros oficiais do Papa, falem ao Santo Padre do pedido para rejeitar "os erros listados no documento, de forma definitiva e final e afirmar com autoridade que Amoris Lætitia não requer que qualquer desses sejam acreditados ou considerados como possivelmente verdadeiros ".
"Nós não estamos acusando o papa de heresia", disse o porta-voz dos autores ", mas acreditamos que muitas proposições em Amoris Laetitia pode ser interpretado como herética a base de uma simples leitura do texto. créditos adicionais podem ser abrangidas por outra censura teológico específico, que, entre outras coisas, como "escandalosa", "errada na fé" e "ambígua". "
O Código de Direito Canônico de 1983 afirma que "De acordo com o conhecimento, competência e prestígio que eles possuem, eles [os fiéis] tem o direito, de fato, às vezes o dever de manifestar aos sagrados pastores a sua opinião sobre que diz respeito ao bem da Igreja; e torná-la conhecida a outros fiéis "(CIC, cân. 212 § 3).
O documento de 13 páginas cita 19 passagens da Exortação que são contrárias à doutrina católica. Estas doutrinas incluem a possibilidade real com a graça de Deus para obedecer a todos os mandamentos; o fato de que algumas espécies de atos estão errados em todas as circunstâncias; a autoridade civil; a superioridade da virgindade consagrada na vida conjugal; a legitimidade da pena de morte em certas circunstâncias. O documento também diz que a exortação papal prejudica o ensinamento da Igreja, segundo a qual os católicos divorciados e recasados que não comprometem-se a viver em continência não pode ser admitido para os sacramentos enquanto permanecer nesse estado.
Segundo os autores, a imprecisão e ambiguidade de muitas reivindicações de Amoris laetitia permitem interpretações cujo significado natural parece ser contrária à fé e à moral. Por isso, o porta-voz disse:
"É nossa esperança que pedindo ao nosso Santo Padre uma condenação definitiva desses erros, que possam ajudar a dissipar a confusão que Amoris Laetitia já causou entre os pastores e os fiéis leigos. Esta confusão de fato, só pode ser efetivamente dissipada por declaração explícita do autêntico ensinamento católico da parte do Sucessor de Pedro ".
A censura dos 45 teólogos e filósofos não reivindica fazer uma listagem exaustiva de erros contidas na Amoris laetitia mas identificar no documento os que parecem ser as piores ameaças à fé e da moral católica.
A iniciativa vem como a mais importante crítica até agora fixada contra dell'Amoris laetitia, após a sua promulgação, em 19 de março de 2016. (Emmanuel Barbieri)
Fonte: www.corrispondenzaromana.it via www.sinaisdoreino.com.br
Novamente lembrando...
Disse o Santo Arcebispo francês Marcel Lefebvre.
Em Homilia proferida em Lille, em 29 de agosto de 1976.
"A verdade e o erro não estão em pé de igualdade. Isso seria colocar Deus e o diabo em pé de igualdade, visto que o diabo é o pai da mentira, o pai do erro.
Se acontecesse do papa não fosse mais o servo da verdade, ele não seria mais papa. Não digo que ele não o seja mais – notem bem, não me façam dizer o que não disse – mas se acontecesse disso ser verdade, não poderíamos seguir alguém que nos arrastasse ao erro. Isto é evidente.
Dizem-nos: “Vocês julgam o papa”. Mas onde está o critério da verdade? Dom Benelli jogou na minha cara: “Não é o senhor que faz a verdade”. Claro, não sou eu que faço a verdade, mas também não é o papa. A Verdade é Nosso Senhor Jesus Cristo, portanto devemos nos reportar ao que Nosso Senhor Jesus Cristo nos ensinou, ao que os Padres da Igreja e toda a Igreja nos ensinou, para saber onde está a verdade.
Não sou eu quem julga o Santo Padre, é a Tradição. Uma criança de cinco anos, com seu catecismo, pode muito bem responder para o seu bispo. Se seu bispo viesse lhe dizer: “Nosso Senhor não está presente na Santa Eucaristia. Sou eu que sou a testemunha da verdade e te digo que Nosso Senhor não está presente na Santa Eucaristia”. Pois bem! essa criança, apesar de seus cinco anos, tem seu catecismo. Ela responde: “Mas, o meu catecismo diz o contrário”. Quem tem razão? O bispo ou o catecismo.
Ora, eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque elesnão ensinam mais a fé católica. Não defendem mais a fé católica. Eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja Católica. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja?"
"E pelo anúncio do nosso Evangelho vos chamou para tomardes parte na glória de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, pois, irmãos, ficai firmes e conservai os ensinamentos que de nós aprendestes, seja por palavras, seja por carta nossa". (II Tessalonicenses 2, 14-15)
“Não te justifiques perante Deus, pois Ele conhece o fundo dos corações; não pretendas parecer sábio diante do Rei. Não procures tornar-te juiz, se não fores bastante forte para destruir a iniqüidade, para que não aconteça que temas perante um homem poderoso, e te exponhas a pecar contra a eqüidade'". (Eclesiástico 7, 5-6)
sexta-feira, 8 de julho de 2016
A Droga do Fim do Mundo:
Sinal dos Tempos: Droga que transforma pessoas em zumbis canibais chega ao Brasil e policia civil do Ceará conseguiu apreender
A operação Ponto de Impacto, da Polícia Civil do Ceará, apreendeu pela primeira vez no Estado um novo tipo de droga sintética. Chamado de “metilona”, o alucinógeno possui o mesmo princípio ativo do ecstasy e tem como um de seus efeitos a indução ao canibalismo. As informações foram divulgadas na noite da segunda-feira (4), na sede da Divisão de Combate ao Tráfico de Drogas.
De acordo com a delegada Patrícia Bezerra, o ponto de partida da operação foi a divulgação de uma festa rave no município de Caucaia, na Região Metropolitana, prevista para o próximo dia 10. A operação foi deflagrada nosábado e prendeu sete pessoas, dentre elas Omar Martins Azzam, conhecido como Marroquino, e responsável pelo tráfico da metilona.
As investigações apontam que a droga chegou ao Estado pelos Correios, oriunda da China. “A metilona, a exemplo das outras drogas sintéticas, tem uma densidade volumétrica muito baixa, podendo ser transportada facilmente, a exemplo do ecstasy e do LCD. Os traficantes têm facilidade em mandar essas drogas pelos Correios, passando muitas vezes pelo raio-x sem que seja percebida”, pontua a delegada.
Os efeitos da droga ainda são pouco conhecidos e ela não é produzida no Brasil. O impacto, segundo a Polícia, é semelhante ao do MDMA (abreviação de metilenodioxi-metanfetamina), também com princípio ativo do ecstasy. “A metilona tem efeitos ainda mais perigosos, pois causa no usuário o efeito do canibalismo, segundo relatos que levantamos fora no Brasil, mais precisamente nos EUA, em Miami”, ressalta Patrícia.
Chamada de “cloud nine” nos Estados Unidos, a droga foi alvo de debate em 2012, após um rapaz, sob efeito do alucinógeno, ter atacado um morador de rua e comido seu nariz, olhos e boca.
A Polícia Civil desconfia que as pessoas estejam consumindo a metilona achando que é MDMA, devido à semelhança. “Só a perícia ou mesmo um usuário, quando perceber a diferença, poderá dizer”, afirma a delegada. Novas prisões não foram descartadas.
Fonte: Tribuna do Ceará via Blog Libertar
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Islamisação do Brasil e do Mundo:
O problema é seríssimo.População desarmada e sem fé no verdadeiro e único
Deus.Nosso problema com o PT é apenas a ponta de um enorme iceberg.Nossas
escolas e faculdades estão dominadas por dois venenos,o Islã e o Markcismo(co
munismo),dois lados de uma mesma e satânica moeda(o euro).Os Maometanos
estão enfraquecendo o ocidente para o pior que virá em seguida,o surgimento do
AntiCristo.Não devemos,em nenhuma hipótese,receber os refugiados orientais,
pois se trata de uma terrível armadilha.O movimento LGBT visa tão somente
destruir a família e enfraquecer os homens do ocidente,lhes arrancando o que se
tem de mais sagrado,a moral cristã.São problemas da reta final de uma humani
dade sem Deus.Logo,logo os castigos previstos por Nossa Senhora de Fátima nos
atingirão.Então surgirá O Grande Aviso de Deus.Amém.A famigerada Teologia da
Libertação reclama de tudo,menos do comunismo;apóia tudo,menos a igreja cató
lica tradicional.Por que será?nosso verdadeiro Papa é Bento XVI.Bergóglio é o
papa dos maçons(seguidores e adoradores de Satanás).
Deus.Nosso problema com o PT é apenas a ponta de um enorme iceberg.Nossas
escolas e faculdades estão dominadas por dois venenos,o Islã e o Markcismo(co
munismo),dois lados de uma mesma e satânica moeda(o euro).Os Maometanos
estão enfraquecendo o ocidente para o pior que virá em seguida,o surgimento do
AntiCristo.Não devemos,em nenhuma hipótese,receber os refugiados orientais,
pois se trata de uma terrível armadilha.O movimento LGBT visa tão somente
destruir a família e enfraquecer os homens do ocidente,lhes arrancando o que se
tem de mais sagrado,a moral cristã.São problemas da reta final de uma humani
dade sem Deus.Logo,logo os castigos previstos por Nossa Senhora de Fátima nos
atingirão.Então surgirá O Grande Aviso de Deus.Amém.A famigerada Teologia da
Libertação reclama de tudo,menos do comunismo;apóia tudo,menos a igreja cató
lica tradicional.Por que será?nosso verdadeiro Papa é Bento XVI.Bergóglio é o
papa dos maçons(seguidores e adoradores de Satanás).
domingo, 3 de julho de 2016
O Brasil Inda Será Um Novo Canudos ( Se Deus Quiser).
Antropologia Educação História Canudos Os Sertões (livro) Editar tópicos
Antonio Conselheiro e Canudos: Análise antropológica do livro de Ataliba Nogueira e revisão social da história.
Estudo do livro "Antonio Conselheiro e Canudos" de Ataliba Nogueira.
Publicado por Ingrid Meireles - 1 ano atrás
O livro irá relatar a vida de Antonio Conselheiro, e sua participação na trágica guerra de Canudos. Para começar o autor faz alusão à guerra, dizendo que “assim, submersa, ficará apenas na historia do Brasil”. Conclui afirmando, que a cidade Belo Monte, não figura mais nos mapas, assim como seu fundador, António Conselheiro.
“O grande Rui”, como o livro se refere, escreveu a primeira parte de um discurso para ser pronunciado no senado, porém nunca o fez. Nesse manuscrito, o escritor dizia que todos os mortos em Canudos, pedem à ele que fale por eles, já que é a voz da Bahia, da justiça e da verdade. Rui, como o autor, Ataliba, concordam que a guerra foi injusta e que os canudenses mortos mereciam ter tido mais voz e respeito.
Crítica a “Os Sertões”
“Deve-se a Os Sertões o merecido relevo dado à campanha de Canudos. Foi sua obra que suscitou o estudo constante e dedicado da guerra e de outros fato a ela ligada”
Ataliba reconhece o trabalhado de Euclides, e conta um pouco de como o autor foi pedir críticas a Coelho Neto e César Bierrenbach. Depois encerra, dizendo que só agora, com três quartos de século da guerra de Canudos se poderá fazer o histórico daquele acontecimento, porém para isso precisaria de um novo Euclides, pois as pesquisas são longas, investigações etc. Porém, para começar, o melhor que ele achou foi o manuscrito de António Conselheiro.
Recapitulação Histórica e análise antropológica:
O autor faz uma recapitulação da vida de António Conselheiro:
Seu nome real era António Vicente Mendes Maciel, e nasceu em 1828 na vila de Quixeramobim, província do Ceará.
Seu pai era um comerciante remediado e honrado, proprietário de algumas casas na vila. Morreu em 1855, estando António com 27 anos.
Recebeu o inventário, mas os bens foram usados para pagar dividas. Como era caxeiro, assume a direção e toma conta das suas irmãs, já que eram órfãos de mãe desde 1834 (6 anos de idade). Em petição do próprio punho requer no inventario a anuência dos credores para a dilação do pagamento das dividas, dando-lhe garantia hipotecária.
Casa-se em 7 de janeiro de 1857, e neste mesmo ano liquida a casa comercial e passa a lecionar português, aritmética e geografia em uma fazenda vizinha.
Tenta melhorar de vida em Tamboril, e em Campo Grande, onde é de novo caixeiro, só que quando o dono fecha as portas, ele fica novamente desempregado. Por isso milita no foro de Ipu, como advogado provisionado. É então neste município que sua mulher foge com João da Mata, furriel da força pública da província. E é a partir daí que toda sua vida muda.
Desde que liquidara a casa comercial, começou a ascender à profissões mais elevadas. Escrivão, solicitador e advogado.
Porém, depois da fuga de sua esposa, António passa por duas fases. A primeira é a de instabilidade, na qual não é fixo em nenhuma residência e nem profissão, chega até ser vendedor ambulante. Com essa tendência nômade, passam-se dez anos sem ninguém ter noticias dele.
Até que percebe que precisa ganhar a vida com estabilidade, e em certa localidade do Pernambuco, se oferece para construir muros e cemitérios. E assim se inicia a segunda fase, na qual desempenha com êxito seus deveres e trabalhos, como construir igrejas, capelas, cemitérios, e muros.
Com essa aproximação dos religiosos, António retorna a sua fé original. E com o exercício do cristianismo, uma das obrigações é perdoar e esquecer aqueles que o fizeram mal. Por isso apaga de sua memória a mulher e seu sedutor.
Tendo essa nova filosofia de vida, passa a atrair pessoas com vontade de ajudar a erguer muros e igrejas. Essas pessoas começam a admirar António, pela sua eficácia e responsabilidade no serviço. Dada tal simpatia, os admirados passam a se achegar nele para pedir conselhos e contar problemas. Ajuda-nos com rezas e conselhos, e por isso essas pessoas passam a acompanha-lo espontaneamente.
Gente de todos tipo passam a acolher-se no grupo do Conselheiro, basta ter vida honrada. Então, a presença do líder passa a ser notada, já que tantos os acompanham nas construções. Ele agora dirige as orações do povo e suas prédicas são de grande fruto.
A partir disso começam a surgir os primeiros conflitos, por parte de certos sacerdotes e de políticos, principalmente de padres políticos. E na sua raiz não reside apenas a incompreensão desse ministério tão puro, mas também inveja, ciúme e maldade.
É por isso que na vila de Itapicuru de Cima, província da Bahia, António é preso e remetido para a capital, sendo acusado de assassinato de sua mãe e ex-mulher, sendo que sua mãe morrerá quando ele datará 6 anos de idade e sua ex-mulher continuava viva, e morava no Ceará. Provado isso, retorna a Bahia, e continua a peregrinação, sendo amado pelo povo.
O apelido faz jus a sua personalidade. António vive dando conselhos e consolando populações abandonadas e perseguidas pelo fisco. Continua rezando e fazendo prédicas, mas tudo com seu horário e dia, enquanto o trabalho é rotina.
Todos sabiam que ele não fazia milagres, não era médico, nem curandeiro não era sacerdote e nem farmacêutico. Por isso não o chamavam de Bom Jesus e nem de enviado por Deus. Ele sabia que não era profeta, apenas pregava os evangelhos e espalhava a palavra.
Porém, apesar de tudo isso, só por se colocar ao lado dos necessitados, Conselheiro era perseguido pelas autoridades civis e religiosas. O arcebispo primaz da Bahia, d. Luís Antônio dos Santos em 1882, expede circular ao clero para que não tolerem as prédicas do Conselheiro e evite sua ação entre o povo.
Além disso, o delegado da policia, quando ascende ao cargo de presidente da província, pede ao ministro do império que interne Conselheiro no hospício de alienados do Rio de Janeiro. Mas o ministro não aceita participar dessa perseguição e somente responde que não há vagas.
António Conselheiro era monarquista assumido. Era seu direito ter essa opinião, e ninguém em um regime democrático republicano poderia contestar isso. Ele não era ameaça e não iria tentar nada contra a monarquia.
Mas, desgostoso com a proclamação da república, prefere-se recolher-se em um local tranquilo, que todos que o seguisse, que nessa altura já eram muitos, ficassem em paz e acolhidos. Então, em 1893, escolheu Canudos, antiga fazenda de criação às margens do rio Vaza-Barris, abandonada completamente, sem viva alma. Se instalam ali e providenciam os serviços indispensáveis para à vida em comum. Preparam a terra, plantam, criam gado, vacum e caprino.
Trabalham sossegados, sem a perseguição do fisco, de soldados e de nenhum outro. Sabendo disso, muitas cidades ficaram desabitadas, pois as pessoas iam para Canudos. No fim, era a povoação mais numerosa da Bahia, depois da capital.
O população era honrada, e conhecida por não tocar no alheio. Matavam os adversários para defesa própria, se apossavam das armas e munições, mas o dinheiro, joias e bens pessoais permaneciam com o morto.
Vítimas da brutalidade e do egoísmo, a população de Canudos encontrou sua terra da Canaã, guiados pelo seu chefe, cuja palavra até então fora sempre um bom conselho.
Eram tão frequentes os abusos, que os sertanejos tinham mais medo da polícia e das autoridades do que dos próprios brandidos. Temiam os chefes políticos dos partidos em luta sórdida, inclusive quando sacerdotes.
Então, em 1895, o governador do Estado da Bahia, dr. Joaquim Manuel Rodrigues de Lima, entende-se com o arcebispo metropolitano para enviarem a Canudos o padre frei João Evangelista de Monte Marciano com a missão de fazer o Conselheiro tornar com a sua gente ao grêmio da Igreja e obediência às leis e autoridades do país.
Mesmo sabendo que o frei tinha como objetivo dispersar a população de Canudos, Conselheiro ajuda em tudo que ele precisa para que seu recado seja ouvido. Reúne as pessoas em praça pública, e ouve com elas as palavras e sermões do padre. Este, prega que a bíblia e a igreja condenam revoltas, apesar de saber que não é isso que a doutrina diz.
O padre também diz em seu relatório (que por sinal é injusto e mentiroso) sobre as pessoas adorarem Conselheiro como se ele fosse o Bom Jesus, e registros provam que o povo nunca o chamou e nem o considerou assim.
Nos sete dias que ficou em missão, o frei fez alusão e propagandas republicanas, querendo pregar que todos deviam ser tementes e obedecer a república, o que deixa os canudenses nervosos, o que faz o frei proferir injurias a respeito deles em seus relatórios.
Pode-se dizer que a guerra começou por um mal entendido, um boato. Quando faltou madeira para o telhado de uma igreja que Conselheiro estava construindo, espalhou-se o boato que ele iria saquear a cidade. Porém, era falso. O que António disse é que como não havia como receber a madeira por falta de quem transporta-la, ele iria com seus homens busca-la na cidade de Juazeiro.
Acreditando na primeira versão, dr. Arlindo Leoni, jovem juiz de direito de Juazeiro, telegrafa ao governador da Bahia, 29 de outubro de 1896, requisitando enérgicas providências.
O governador afirma que não acredita em boatos, e não iria mover forças baseado em um. 6 dias depois, 4 de novembro, outro telegrama de Arlindo, relatando que os “bandidos” saíram de Canudos dia 3, e em número de mil homens.
Forçado a acreditar no segundo telegrama, é enviada a força de cem praças do exército, sob o comando do tenente Pires Ferreira, com ordem de ir ao encontro dos canudenses, a fim de evitar que eles evadissem a cidade.
Depois do ataque surpresa, perderam mais de cento e cinquenta companheiros, além de ter vários feridos. Sendo que o exército do tenente só possuía dez mortos e dezesseis feridos.
O governador afirma que é desnecessária a formação de novas forças depois do final da primeira expedição.
Espalhavam-se nos jornais que os fanáticos do Conselheiro, com armamento moderníssimo pretendiam restaurar a monarquia. Não era verdade. Porém, apesar desse “perigo”, se digladiavam as varias facções dos partidos republicanos. E ainda diziam que o Conselheiro era o responsável pelo risco que corria a república!
No final, eram republicanos contra republicanos, os que mais agitavam.
Com tudo isso pode-se concluir que as pessoas só se agregaram ao Conselheiro graças as injustiças sociais.
O choque armado entre as forças do exército e os canudenses foi originado pelo juiz de direito Arlindo Leoni. As sentinelas em Uauá atiraram sem razão, movidas pelo medo. E o que deu continuidade a guerra foram as lutas partidárias entres os republicanos. Os canudenses fizeram o que fizeram em legitima defesa.
Autenticidade, autoria e conteúdo da obra
O volume da obra de António Conselheiro, que pertenceu a Euclides da Cunha, é encadernado, conta 628 páginas, numeradas e sem margem. Cada página com 14 linhas. Tinta preta, letra bela e sempre igual. O formato é 10x14.
Na folha de rosto diz: A presente obra mandou subscrever o peregrino António Vicente Mendes Maciel, no povoado do Belo Monte, província da Bahia em 12 de janeiro de 1897.
Essa expressão “mandou subscrever” provam sua profunda humildade, porque a caligrafia do texto e assinatura são suas. Esse manuscrito é divido em quatro partes.
Perfil traçado por Euclides da Cunha
Euclides deixa claro, em qualquer parte do seu livro, que tudo que António Conselheiro mais queria, era que seus companheiros, que tanto tinham sofrido pelo fisco, tivesse uma vida de paz, se alimentassem bem e trabalhassem.
Em momento algum Euclides menciona traço algum de política partidária. Isso pois o Conselheiro não se serviu nunca dessa política, nem mesmo para beneficiar o povo.
Euclides da Cunha informa quanto a escrita de Antônio Vicente Mendes Maciel que este tinha um turvamento intelectual de um infeliz, uma religiosidade difusa e incongruente com pouca significação política.
Euclides transcreve versos em quadrinhas o que demonstrava como eram os escritores das grandes cidades, eles deturpavam o pensamento claro de Antônio Conselheiro. O autor de “Os Sertões” não conheceu nenhum manuscrito do Conselheiro.
Não é certo que os dois livros mencionados por Euclides como inseparáveis do orador fossem o manancial de sua oratória. Em “As Horas Marianas” existem preces e atos de piedade e em “A Missão Abreviada” existiam poucos elementos, como o fato de dizer “Em qualquer povoação deve haver um missionários; este deve ser um sacerdote de bom exemplo e na falta dele qualquer homem ou mulher que saiba ler bem e duma vida exemplar..”.
Antônio Conselheiro, portanto, não usurpava funções que só cabiam ao clero, seguia o ensino da “Advertência”. Não hão de agradar aos céticos e agnósticos nem nenhuma das tolices ou crendices ou infantilidades que se lhe atribuem.
Os Sertões foram feitos com base em uma pseudociência do século XIX. Desde as primeiras criticas a Os Sertões, já se nota o conflito da “ciência nova” com a “ciência velha”. O autor procurou, antes de qualquer outra coisa, estudar os livros europeus cuja ciência pudesse aplicar ao caso de Canudos, do Conselheiro e demais vitimas da prepotência do meio social e político.
Buscou montar uma personalidade para o Conselheiro de fanático. Não existiram criminosos mas sim perturbadores da ordem social portadores de taras.
A degolação de Antônio Conselheiro e o transporte da sua cabeça para a Faculdade de Medicina da Bahia vemos que foi uma atrocidade amparada por preconceito pseudocientífico.
Raros foram os que conseguiram se desvencilhar da influência de Euclides da Cunha na exposição dos fatos e na sua analise antropológica. Para eles o Conselheiro e a sua gente constituem casos patológicos.
Sua obra, As Prédicas, foi dividida em quatro partes.
Proibição de matar: Quinto mandamento, depois de falar sobre a bondade de Cristo diz que não se deve proteger o assassino; deve recorrer a lei para punir aquele que lhe injuriou. Segundo mandamento da lei de Deus, analisa o juramento e o depoimento das testemunhas, horroroso aquele que presta juramento falso, movido por respeito humano, por paga ou por qualquer consideração. É admissível o juramento por ouvir dizer. Sétimo mandamento diz que é uma ofensa terrível aquele que furta e deve ser rigorosamente punido, a ponto de não sair da cadeia. Antes se deve pedir do que tirar a coisa mínima do próximo. Sobre o nono mandamento diz-se que é com o maior respeito que alude ao sacerdote e as autoridades da religião; e aos atos litúrgicos.
Nas predicas e discursos não se encontra a mínima alusão ao fim do mundo no expirar daquele século, diz que não há pavor do futuro para o homem de fé.
Sua fé é esclarecida e sólida, nenhum fanatismo. Se da outra parte, da parte dos que o seguiam, havia fanatismo, o fanatismo era em relação à sua pessoa. A uniformidade com que repetem as afirmações enganadoras, embora venham de longa data, não dispensa prova.
Os canudenses tomaram ou silenciaram muitas peças de artilharia. E não o fizeram como ato de fanatismo, fizeram para sua própria defesa.
Negando qualquer ligação entre Canudos e a monarquia, revidou o exercito com armas do próprio exercito que largavam no meio do campo de luta; faziam guerrilha para defender as pessoas e seus bens. A convicção pessoal do Conselheiro era pela monarquia e incutiu-a em seu povo.
O erro do Conselheiro é ser partidário do direito divino dos reis, doutrina condenada pela Igreja. Não podia, o missionário, afirmar que toda a Igreja aceitava prazerosamente a república, e o católico, como tal, não devia ser pela monarquia. A republica surgiu hostilizando a Igreja e a religião.
Se o modo de apresentar as suas convicções politicas foi inadequado, critique-se-lhe a linguagem e não o seu ideal.
A guerra de canudos não foi por conta da monarquia.
Já tendo fundado o arraial do Bom Jesus que era quase uma cidade, criou no fim da vida Canudos, denominando-a Belo Monte. Moravam lá mais de vinte mil pessoas com uma vida honesta e pacata. Podiam rezar e trabalhar todos os dias. Essa vida durou quatro anos. Antônio falava com autoridade pregava boa doutrina.
O Livro:
Tempestades que se levantam no coração de Maria por ocasião do mistério da anunciação
Primeiro ponto: tempo da oração, suplicas ao Deus. Estava destinada a ser Mãe deste mesmo Justo. Indagava se estava tendo alucinações.
Segundo ponto: o Anjo a tranquiliza, Deus a escolhera para ser sua Mãe. Tinha cautela no zelo de sua virgindade.
Terceiro ponto: Mãe Santíssima, perguntemos-nos a nós mesmos que temos feito para corresponder ao seu amor?
Sentimento de Maria por causa da pobreza em que se achava, por ocasião do nascimento de seu Divino Filho.
Primeiro ponto: nasce de Maria o justo dos justos. A Mãe não deixa de sentir o desamparo em que nasce. Se no nascimento de Jesus, Maria tem motivo para alegrar-se o desamparo em que nasce causa-lhe um sentimento tão vivo que lhe arranca lagrimas.
Segundo ponto: Divina Maria tão pobre, aquecendo em seu peito o fogo a tremer de frio, o rico na extrema indigência. Maria oferecamo-lhe o nosso coração, a fim de nele morar com Jesus, de hoje para sempre.
Terceiro ponto: morada limpa das manchas do pecado.
1. Dor de Maria por ocasião da sua fugida para o Egito.
O nascimento de Jesus foi logo sabido e de pronto o rei Herodes o quis matar. Então, o anjo do Senhor avisa José que leve Maria e Jesus para que fujam para o Egito. O caminho para o Egito era, não só desértico e pouco habitado, mas também repleto de ladrões e malfeitores. Porém, mesmo mediante ao incômodo dessas condições, Maria o faz, pois obedece a vontade de Deus e é assim que o autor do livro diz que os indivíduos devem comportar-se. Já pobres na cidade onde habitavam, seriam ainda mais pobres no lugar em que chegariam, o autor, agora encoraja o leitor à contemplar a Maria e a viver como ela ensina.
2. Dor de Maria na morte dos inocentes.
Devido à ausência de Jesus em seu território, Herodes mata a vários meninos de Belém com o pensamento de que algum deles viria a ser Jesus. À essas mortes Maria sofre como se filho seu fosse. Cumpre-se, então, a profecia do profeta Jeremias em que dizia “em Roma se ouviu um clamor” era Raquel chorando seus filhos. Se o fato de Raquel ressurgir do túmulo para chorar a morte de seus filhos já era algo terrível, pior ainda eram os lamentos de Maria pela morte dos meninos. Pois o coração de Maria era caridoso, então o autor sugere que os leitores sejam, também, caridosos e sigam seus passos.
3. Desolação de Maria durante o seu desterro do Egito.
Durante o seu desterro, Maria chorava a distância de sua terra, Sião, e o que via diante de seus olhos. Nesse ponto, o autor diz que o leitor deve, assim como ela, “desprezar o Mundo e suspirar pela pátria Celeste”, imitar sua resignação e questionar “Quando te verei, pátria querida?”.
Maria via os erros cometidos pelos indivíduos e sua cegueira. Ela via nos egípcios uma vida de desgraça sem fim. Maria pedia (?) que Deus abrisse os olhos do povo para a inteligência para que pudessem reconhecer um verdadeiro Deus.
Um dos motivos que faziam da pena de Maria mais amena é o fato de que ela levava Deus em seu coração e, por isso, poderia contemplá-lo estivesse aonde fosse. O autor cita esta situação como uma lição importante à seus seguidores: que este mundo seria o desterro deles e eles poderiam contemplá-lo e adorá-lo, pois tratam-se de sentimentos que nascem de um coração peregrino que deve desejar pela pátria.
4. Aflição de Maria na sua volta do Egito.
Após sete anos da estada da família no Egito, José recebeu um aviso do seu pedindo-lhe que levasse Jesus e sua mãe de volta para a Judeia, pois os homens que o queria matar já haviam morrido. E, apesar da pena que Maria sentia pelas fadigas que enfrentariam e faria seu filho enfrentar durante a viagem, a virgem apressa-se em obedecer às ordens de Deus. Maria também temia o fato de que o filho de Herodes era quem governava no momento. O anjo aparece novamente e diz à José que vá habitar Nazaré, cumprindo, mais uma vez, a profecia de Jeremias, em que Jesus seria chamado de Nazareno.
Maria cumpre a vontade de Deus dessa vez, mesmo temendo ser uma cilada, pois acredita em Deus. Com isso, o autor pretende demonstrar a seus seguidores que sem Deus nada é possível com segurança e utilidade.
5. Dor de Maria na perda de seu Filho no Templo.
Quando a família subia de Nazaré para Jerusalém, por ocasião da Páscoa, deram-se conta da ausência de Jesus que, este já tinha doze anos. Maria o procura resignada em achá-lo assim como o autor diz que seus discípulos devem comportar-se, procurando a Deus sem cessar. Maria, já pensando em tê-lo perdido por seus pecados pensa em não buscar-lhe mais, por penitência, encontra-o no Templo dizendo que estava servindo aos negócios do Pai. O escritor tem como objetivo fazer com que seus seguidores chorem ter perdido ambos – Jesus e Deus – pelo pecado.
6. Sentimento de Maria na morte de seus pais.
Maria amava a seus pais, S. Joaquim e S. Ana, incondicionalmente, porém aceita a morte deles resignada pois acredita ser a vontade de Deus. Ambos morrem em seu braço sabendo que ela seria a mãe de seu próprio Deus. Dela, o autor diz ser necessário aprender que se ame verdadeiramente aos pais, os obedeçam sendo verdadeiramente submissos à eles e os repeitem sem fingimento.
7. Dor de Maria durante a vida particular de Jesus em Nazaré.
Maria sabia quem viria a ser seu filho o que lhe dificultava quando em se tratando de mandar em Jesus, uma vez que além de seu filho era, também, Criador. Maria tinha mais facilidade em obedecê-lo do que mandar nele. Assim como ela, deve-se ocupar-se de Deus, pensar em Deus e suspirar por ele.
8. Sentimento de Maria quando seu Filho se retirou para o deserto.
Chegando o tempo em que Jesus deveria retirar-se ao deserto para pagar penitência, a dor de Maria aumenta, esta, novamente, aceita a vontade de Deus, pois o ama mais que a si mesma. Jesus, então, aproxima-se de sua mãe para anunciar sua partida e ao contar-lhe, a Virgem chora e Jesus chora por vê-la sofrer.
Em verdade, Maria desejava acompanhar a seu filho, porém, isso só a faria sofrer mais, pois veria de perto a penitência pela qual seu filho estava passando. Aprende-se, então, de ambos, a sacrificar-se para que seja cumprida a vontade do Senhor.
9. Doe de Maria por causa das injúrias proferidas contra seu Filho.
Maria sofria imensuravelmente mediante às injúrias proferias pelos judeus sobre seu filho, ver seu filho ser injuriado por aqueles para quem ele fora mandado. Mais a faz sofrer a contradição do povo a quem Jesus ama é quem o despreza, mas Maria não lhes deseja vingança, isto esta reservado a Deus, que vinga-se por meio da punição e os perdoa mesmo que o tenham causado amargura.
10. Dor de Maria por ocasião da permissão que Jesus lhe pediu para suportar a morte.
Como a hora de seu sacrifício, em que era ele ao mesmo tempo sacerdote e vítima, próxima, Jesus busca sua mãe para a avisar que seria cumprido o que estava escrito nas divinas Escrituras. Maria pede a seu filho que não seja necessário seu consentimento, mas que ele faça o que deve ser feito, mediante a essa atitude o autor a considera heroica.
11. Dor de Maria na prisão de seu Filho.
Quando é, à Maria, avisada a prisão de seu filho, a Virgem lamenta a cegueira do povo, que prende o deu próprio Deus, sendo ingratos aos seus benfeitos. Ao mesmo tempo que chora por ver os delitos dos judeus contra seu filho, chora à ingratidão dos cristãos que praticam crimes tão ofensivos a Deus. Pior ainda é ver um discípulo de seu filho o traindo. O autor conclui dizendo que se há de um lado o Cordeiro Divino que liberta das cadeias aos presos oprimidos, do outro, há um discípulo que pagará por ter vendido seu mestre e benfeitor.
12. OS DEZ MANDAMENTOS DA LEI DE DEUS
Primeiro mandamento:
Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o máximo e o primeiro mandamento ( Mat., cap. 22 v. 38 )
Na antiga lei, era possível aceitar que um homen duvidasse do tanto que Deus o amava, mas depois de sofrer na cruz ate morrer não pode haver mais duvida desse amor.
O amor mais é o de deus que deu o próprio filho (jesus) simplesmente por amor.
Unica Dádiva gratuita: o amor, quando uma dadiva tem motivo se não esse amor, deixa de ser verdadeira dádiva
Não é possível a comparação entre o pecado o homem e o que Deus fez, dando jesus com o objetivo de salvar os pecadores, o objetivo foi sentir uma dor bem grande para satisfazer por todas as penas que merecias os pecadores.
Segundo Mandamento:
"Não pronunciarás em vão o nome do senhor teu Deus"(Ex -20,7). "Senhor nosso Deus, quão prescreve respeitar o nome do Senhor. O nome do Senhor é santo".
O segundo mandamento proíbe todo o uso impróprio do nome de Deus. A blasfêmia consiste em usar o nome de Deus, de Jesus Cristo, da Virgem Maria e dos Santos de maneira injuriosa.
È uma ofensa fazer qualquer jura invocando o nome de Deus em vão. O juramento é admissível para o descobrimento da verdade mas deve ser de modo que nem aumente nem diminua coisa alguma sobre o caso. É possível também o juramento por ouvir dizer, é preciso que a testemunha declare o nome da pessoa do caso em questão para o depoimento ter valor de direito.
Testemunham que derem depoimento falso ficam responsáveis por despesas e danos que se seguirem desses seus falsos juramentos
Terceiro Mandamento:
3º - Guardar os domingo e festas de guarda “Lembra-te do dia do descanso para guardá-lo. Seis dias trabalharás e farás os teus afazeres. O sétimo dia, porém, é o descanso em homenagem a Javé, teu Deus”.
O próprio Deus ordenou que um dia da semana fosse destinado ao descanso e ao culto divino. No Antigo Testamento, esse dia era o sétimo dia da semana, o sábado. No Novo Testamento, dedicamos ao Senhor o primeiro dia da semana, que chamamos de domingo, porque foi no primeiro dia da semana que Jesus ressuscitou. Foi também num domingo que enviou o Espírito Santo. É por isso que os cristãos consagram, o primeiro dia da semana, o domingo
A instituição do domingo contribui para que todos tenham tempo de repouso e de lazer suficiente para lhes permitir cultivar sua vida familiar, cultural, social e religiosa. Todo cristão deve evitar de impor sem necessidade aos outros aquilo que os impediria de guardar o dia do Senhor.
Quarto Mandamento:
Honrar Pai e Mãe. “Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias sobre a terra que Javé, teu Deus, te concede”.
Os filhos devem amar seus pais, obedecendo, respeitando e socorrendo-os em suas necessidades de qualquer tipo.
Não só deve entender essa relação de obrigação dos filhos para com os pais, mas também do cuidado que vão de ter os pais com os filhos na boa educação dando-lhes boa doutrina.
Quinto mandamento:
Não Matar
“Não cometerás homicídio”.
Ainda que um homen fosse vítima de muitas injúrias de seu inimigo isso não era motivo suficiente para tirar-lhe a vida. Esse homem não pode justificar seu procedimento por mais grave seja a injúria.
Desse modo se haver de lavar as mãos com sangue deve ir ate a autoridade para ai se proceder contra ele, dentro da lei.
Sexto Mandamento:
Não pecar contra a castidade, não cometer adultério.
O adultério e o divórcio, a poligamia e a união livre são ofensas graves à dignidade do casamento.
Este mandamento da Lei de Deus é a proteção do matrimônio e da própria família.“Não pecar contra a castidade”, “O corpo não é para a impureza, ele é para o Senhor, e o Senhor é para o corpo”
Ao criar o ser humano o Senhor dá, ao homem e à mulher, de maneira igual, a dignidade pessoal. Cada um deve reconhecer e aceitar sua identidade sexual, de acordo com o sexo que o indivíduo possua.
Há ainda, dentro deste mesmo pecado, coisas como a masturbação, a fornicação (sexo antes do casamento religioso), a pornografia (exibição pública dos atos sexuais), a prostituição, o estupro e a homossexualidade.
Sétimo mandamento:
Não furtar ou roubar: Este mandamento proíbe a retenção indevida dos bens alheios ou a lesão do próximo com relação a eles, seja como for. Vale a pena lembrar que a ajuda aos pobres é uma grande virtude. Portanto, uma pessoa avarenta (mão-de-vaca) "não entrará no Reino de Deus", diz o Apóstolo com todas as letras em 1Cor 6,10. O nosso trabalho também é para que possamos partilhar nossos lucros com aqueles que não têm condições.
O Catecismo nos lembra que o pecado contra este mandamento exige reparação. É necessário que o fiel arrependido restitua o valor ou a mercadoria roubada. Este mandamento também inclui a escravidão.
Oitavo Mandamento:
"Não levantarás falso testemunho contra teu próximo"(Ex 20,16).
O oitavo mandamento da Lei de Deus proíbe: testemunhar falsamente em juízo, caluniar ao próximo, dizer qualquer classe de mentira, murmurar, julgar mal ao próximo, revelar sem motivo seus defeitos e toda ofensa contra a honra e a boa fama dos demais.
Aquele que difama ou calunia ao próximo, além de confessar seu pecado tem a obrigação grave de restituir-lhe a honra e a fama que lhe foi tirada.
Nono mandamento:
O nono mandamento da Lei de Deus nos manda que sejamos puros e castos em pensamentos e desejos.
Os pensamentos e desejos impuros são pecado quando a vontade se compraz deles, ainda que nãos e realize o ato impuro; mas não são pecado quando a vontade não os consente e procura rejeitá-los
A pureza de coração é alcançada com a oração, a mortificação e a prática da castidade juntamente com a pureza de intenção e de olhar.
Décimo Mandamento:
"Onde está teu tesouro, aí estará teu coração"(Mt 6,21).
O décimo mandamento da Lei de Deus nos proíbe o desejo desordenado de riquezas e a inveja dos bens alheios.
O décimo mandamento da Lei de Deus nos ensina a viver desprendidos dos bens materiais e a trabalhar com diligência para melhorar nossa situação atual com o coração aberto às necessidades dos demais
Conclusões:
Após a leitura da obra percebo que muitas pessoas tem uma visão errônea de Antonio Conselheiro. Ao formular conclusões sobre a guerra de Canudos, apenas lendo a obra “Os Sertões” de Euclides da Cunha as pessoas tendem a concordar com a visão equivocada dos republicanos, porém com a leitura da obra “Antonio Conselheiro e os Canudos: revisão histórica” de Ataliba Nogueira, pode-se perceber que Antonio Conselheiro, ao contrario do que era difundido pelas pessoas da época e por Euclides, não era um “fanático religioso” e nem “tinha um turvamento intelectual de um infeliz”. Ataliba afirma que ele tinha “uma fé esclarecida e sólida e nenhum fanatismo”. A primeira visão pode ter surgido mediante ao fato de que muitos que os seguiam eram fanáticos em relação à sua pessoa, mas não podemos nos apegar a isso, pois essa afirmação não apresenta provas concretas.
Quanto ao fanatismo político, alegado por parte da população como a causa da guerra de Canudos, ambos os autores concordam que isso não ocorreu. Ataliba relata, inclusive, que o modo de apresentar essas convicções políticas pode ter sido inadequado, mas isso seria um erro de linguagem e não um problema em relação ao seu ideal.
Em suma, a visão me Ataliba parece ser mais sensata, pois é imparcial e abrangente de modo em que se baseia em fatos históricos e concretos. As pessoas se juntaram a ele por se identificarem com seu e ideal, uma vez que também foram injustiçadas. Em momento algum Conselheiro procurou montar um exército com objetivo de combater o regime vigente, apesar de ser monarquista. Como prova disso, durante o combate, a população de canudos não era a primeira a atacar, ao contrario, se defendiam, e para isso usavam as armas deixadas pelo inimigo no campo de batalha.
Concluo que Conselheiro não era um fanático religioso por não tentar impor sua crença aos seus seguidores, eles simplesmente aderiram-na.
Antonio Conselheiro e Canudos: Análise antropológica do livro de Ataliba Nogueira e revisão social da história.
Estudo do livro "Antonio Conselheiro e Canudos" de Ataliba Nogueira.
Publicado por Ingrid Meireles - 1 ano atrás
O livro irá relatar a vida de Antonio Conselheiro, e sua participação na trágica guerra de Canudos. Para começar o autor faz alusão à guerra, dizendo que “assim, submersa, ficará apenas na historia do Brasil”. Conclui afirmando, que a cidade Belo Monte, não figura mais nos mapas, assim como seu fundador, António Conselheiro.
“O grande Rui”, como o livro se refere, escreveu a primeira parte de um discurso para ser pronunciado no senado, porém nunca o fez. Nesse manuscrito, o escritor dizia que todos os mortos em Canudos, pedem à ele que fale por eles, já que é a voz da Bahia, da justiça e da verdade. Rui, como o autor, Ataliba, concordam que a guerra foi injusta e que os canudenses mortos mereciam ter tido mais voz e respeito.
Crítica a “Os Sertões”
“Deve-se a Os Sertões o merecido relevo dado à campanha de Canudos. Foi sua obra que suscitou o estudo constante e dedicado da guerra e de outros fato a ela ligada”
Ataliba reconhece o trabalhado de Euclides, e conta um pouco de como o autor foi pedir críticas a Coelho Neto e César Bierrenbach. Depois encerra, dizendo que só agora, com três quartos de século da guerra de Canudos se poderá fazer o histórico daquele acontecimento, porém para isso precisaria de um novo Euclides, pois as pesquisas são longas, investigações etc. Porém, para começar, o melhor que ele achou foi o manuscrito de António Conselheiro.
Recapitulação Histórica e análise antropológica:
O autor faz uma recapitulação da vida de António Conselheiro:
Seu nome real era António Vicente Mendes Maciel, e nasceu em 1828 na vila de Quixeramobim, província do Ceará.
Seu pai era um comerciante remediado e honrado, proprietário de algumas casas na vila. Morreu em 1855, estando António com 27 anos.
Recebeu o inventário, mas os bens foram usados para pagar dividas. Como era caxeiro, assume a direção e toma conta das suas irmãs, já que eram órfãos de mãe desde 1834 (6 anos de idade). Em petição do próprio punho requer no inventario a anuência dos credores para a dilação do pagamento das dividas, dando-lhe garantia hipotecária.
Casa-se em 7 de janeiro de 1857, e neste mesmo ano liquida a casa comercial e passa a lecionar português, aritmética e geografia em uma fazenda vizinha.
Tenta melhorar de vida em Tamboril, e em Campo Grande, onde é de novo caixeiro, só que quando o dono fecha as portas, ele fica novamente desempregado. Por isso milita no foro de Ipu, como advogado provisionado. É então neste município que sua mulher foge com João da Mata, furriel da força pública da província. E é a partir daí que toda sua vida muda.
Desde que liquidara a casa comercial, começou a ascender à profissões mais elevadas. Escrivão, solicitador e advogado.
Porém, depois da fuga de sua esposa, António passa por duas fases. A primeira é a de instabilidade, na qual não é fixo em nenhuma residência e nem profissão, chega até ser vendedor ambulante. Com essa tendência nômade, passam-se dez anos sem ninguém ter noticias dele.
Até que percebe que precisa ganhar a vida com estabilidade, e em certa localidade do Pernambuco, se oferece para construir muros e cemitérios. E assim se inicia a segunda fase, na qual desempenha com êxito seus deveres e trabalhos, como construir igrejas, capelas, cemitérios, e muros.
Com essa aproximação dos religiosos, António retorna a sua fé original. E com o exercício do cristianismo, uma das obrigações é perdoar e esquecer aqueles que o fizeram mal. Por isso apaga de sua memória a mulher e seu sedutor.
Tendo essa nova filosofia de vida, passa a atrair pessoas com vontade de ajudar a erguer muros e igrejas. Essas pessoas começam a admirar António, pela sua eficácia e responsabilidade no serviço. Dada tal simpatia, os admirados passam a se achegar nele para pedir conselhos e contar problemas. Ajuda-nos com rezas e conselhos, e por isso essas pessoas passam a acompanha-lo espontaneamente.
Gente de todos tipo passam a acolher-se no grupo do Conselheiro, basta ter vida honrada. Então, a presença do líder passa a ser notada, já que tantos os acompanham nas construções. Ele agora dirige as orações do povo e suas prédicas são de grande fruto.
A partir disso começam a surgir os primeiros conflitos, por parte de certos sacerdotes e de políticos, principalmente de padres políticos. E na sua raiz não reside apenas a incompreensão desse ministério tão puro, mas também inveja, ciúme e maldade.
É por isso que na vila de Itapicuru de Cima, província da Bahia, António é preso e remetido para a capital, sendo acusado de assassinato de sua mãe e ex-mulher, sendo que sua mãe morrerá quando ele datará 6 anos de idade e sua ex-mulher continuava viva, e morava no Ceará. Provado isso, retorna a Bahia, e continua a peregrinação, sendo amado pelo povo.
O apelido faz jus a sua personalidade. António vive dando conselhos e consolando populações abandonadas e perseguidas pelo fisco. Continua rezando e fazendo prédicas, mas tudo com seu horário e dia, enquanto o trabalho é rotina.
Todos sabiam que ele não fazia milagres, não era médico, nem curandeiro não era sacerdote e nem farmacêutico. Por isso não o chamavam de Bom Jesus e nem de enviado por Deus. Ele sabia que não era profeta, apenas pregava os evangelhos e espalhava a palavra.
Porém, apesar de tudo isso, só por se colocar ao lado dos necessitados, Conselheiro era perseguido pelas autoridades civis e religiosas. O arcebispo primaz da Bahia, d. Luís Antônio dos Santos em 1882, expede circular ao clero para que não tolerem as prédicas do Conselheiro e evite sua ação entre o povo.
Além disso, o delegado da policia, quando ascende ao cargo de presidente da província, pede ao ministro do império que interne Conselheiro no hospício de alienados do Rio de Janeiro. Mas o ministro não aceita participar dessa perseguição e somente responde que não há vagas.
António Conselheiro era monarquista assumido. Era seu direito ter essa opinião, e ninguém em um regime democrático republicano poderia contestar isso. Ele não era ameaça e não iria tentar nada contra a monarquia.
Mas, desgostoso com a proclamação da república, prefere-se recolher-se em um local tranquilo, que todos que o seguisse, que nessa altura já eram muitos, ficassem em paz e acolhidos. Então, em 1893, escolheu Canudos, antiga fazenda de criação às margens do rio Vaza-Barris, abandonada completamente, sem viva alma. Se instalam ali e providenciam os serviços indispensáveis para à vida em comum. Preparam a terra, plantam, criam gado, vacum e caprino.
Trabalham sossegados, sem a perseguição do fisco, de soldados e de nenhum outro. Sabendo disso, muitas cidades ficaram desabitadas, pois as pessoas iam para Canudos. No fim, era a povoação mais numerosa da Bahia, depois da capital.
O população era honrada, e conhecida por não tocar no alheio. Matavam os adversários para defesa própria, se apossavam das armas e munições, mas o dinheiro, joias e bens pessoais permaneciam com o morto.
Vítimas da brutalidade e do egoísmo, a população de Canudos encontrou sua terra da Canaã, guiados pelo seu chefe, cuja palavra até então fora sempre um bom conselho.
Eram tão frequentes os abusos, que os sertanejos tinham mais medo da polícia e das autoridades do que dos próprios brandidos. Temiam os chefes políticos dos partidos em luta sórdida, inclusive quando sacerdotes.
Então, em 1895, o governador do Estado da Bahia, dr. Joaquim Manuel Rodrigues de Lima, entende-se com o arcebispo metropolitano para enviarem a Canudos o padre frei João Evangelista de Monte Marciano com a missão de fazer o Conselheiro tornar com a sua gente ao grêmio da Igreja e obediência às leis e autoridades do país.
Mesmo sabendo que o frei tinha como objetivo dispersar a população de Canudos, Conselheiro ajuda em tudo que ele precisa para que seu recado seja ouvido. Reúne as pessoas em praça pública, e ouve com elas as palavras e sermões do padre. Este, prega que a bíblia e a igreja condenam revoltas, apesar de saber que não é isso que a doutrina diz.
O padre também diz em seu relatório (que por sinal é injusto e mentiroso) sobre as pessoas adorarem Conselheiro como se ele fosse o Bom Jesus, e registros provam que o povo nunca o chamou e nem o considerou assim.
Nos sete dias que ficou em missão, o frei fez alusão e propagandas republicanas, querendo pregar que todos deviam ser tementes e obedecer a república, o que deixa os canudenses nervosos, o que faz o frei proferir injurias a respeito deles em seus relatórios.
Pode-se dizer que a guerra começou por um mal entendido, um boato. Quando faltou madeira para o telhado de uma igreja que Conselheiro estava construindo, espalhou-se o boato que ele iria saquear a cidade. Porém, era falso. O que António disse é que como não havia como receber a madeira por falta de quem transporta-la, ele iria com seus homens busca-la na cidade de Juazeiro.
Acreditando na primeira versão, dr. Arlindo Leoni, jovem juiz de direito de Juazeiro, telegrafa ao governador da Bahia, 29 de outubro de 1896, requisitando enérgicas providências.
O governador afirma que não acredita em boatos, e não iria mover forças baseado em um. 6 dias depois, 4 de novembro, outro telegrama de Arlindo, relatando que os “bandidos” saíram de Canudos dia 3, e em número de mil homens.
Forçado a acreditar no segundo telegrama, é enviada a força de cem praças do exército, sob o comando do tenente Pires Ferreira, com ordem de ir ao encontro dos canudenses, a fim de evitar que eles evadissem a cidade.
Depois do ataque surpresa, perderam mais de cento e cinquenta companheiros, além de ter vários feridos. Sendo que o exército do tenente só possuía dez mortos e dezesseis feridos.
O governador afirma que é desnecessária a formação de novas forças depois do final da primeira expedição.
Espalhavam-se nos jornais que os fanáticos do Conselheiro, com armamento moderníssimo pretendiam restaurar a monarquia. Não era verdade. Porém, apesar desse “perigo”, se digladiavam as varias facções dos partidos republicanos. E ainda diziam que o Conselheiro era o responsável pelo risco que corria a república!
No final, eram republicanos contra republicanos, os que mais agitavam.
Com tudo isso pode-se concluir que as pessoas só se agregaram ao Conselheiro graças as injustiças sociais.
O choque armado entre as forças do exército e os canudenses foi originado pelo juiz de direito Arlindo Leoni. As sentinelas em Uauá atiraram sem razão, movidas pelo medo. E o que deu continuidade a guerra foram as lutas partidárias entres os republicanos. Os canudenses fizeram o que fizeram em legitima defesa.
Autenticidade, autoria e conteúdo da obra
O volume da obra de António Conselheiro, que pertenceu a Euclides da Cunha, é encadernado, conta 628 páginas, numeradas e sem margem. Cada página com 14 linhas. Tinta preta, letra bela e sempre igual. O formato é 10x14.
Na folha de rosto diz: A presente obra mandou subscrever o peregrino António Vicente Mendes Maciel, no povoado do Belo Monte, província da Bahia em 12 de janeiro de 1897.
Essa expressão “mandou subscrever” provam sua profunda humildade, porque a caligrafia do texto e assinatura são suas. Esse manuscrito é divido em quatro partes.
Perfil traçado por Euclides da Cunha
Euclides deixa claro, em qualquer parte do seu livro, que tudo que António Conselheiro mais queria, era que seus companheiros, que tanto tinham sofrido pelo fisco, tivesse uma vida de paz, se alimentassem bem e trabalhassem.
Em momento algum Euclides menciona traço algum de política partidária. Isso pois o Conselheiro não se serviu nunca dessa política, nem mesmo para beneficiar o povo.
Euclides da Cunha informa quanto a escrita de Antônio Vicente Mendes Maciel que este tinha um turvamento intelectual de um infeliz, uma religiosidade difusa e incongruente com pouca significação política.
Euclides transcreve versos em quadrinhas o que demonstrava como eram os escritores das grandes cidades, eles deturpavam o pensamento claro de Antônio Conselheiro. O autor de “Os Sertões” não conheceu nenhum manuscrito do Conselheiro.
Não é certo que os dois livros mencionados por Euclides como inseparáveis do orador fossem o manancial de sua oratória. Em “As Horas Marianas” existem preces e atos de piedade e em “A Missão Abreviada” existiam poucos elementos, como o fato de dizer “Em qualquer povoação deve haver um missionários; este deve ser um sacerdote de bom exemplo e na falta dele qualquer homem ou mulher que saiba ler bem e duma vida exemplar..”.
Antônio Conselheiro, portanto, não usurpava funções que só cabiam ao clero, seguia o ensino da “Advertência”. Não hão de agradar aos céticos e agnósticos nem nenhuma das tolices ou crendices ou infantilidades que se lhe atribuem.
Os Sertões foram feitos com base em uma pseudociência do século XIX. Desde as primeiras criticas a Os Sertões, já se nota o conflito da “ciência nova” com a “ciência velha”. O autor procurou, antes de qualquer outra coisa, estudar os livros europeus cuja ciência pudesse aplicar ao caso de Canudos, do Conselheiro e demais vitimas da prepotência do meio social e político.
Buscou montar uma personalidade para o Conselheiro de fanático. Não existiram criminosos mas sim perturbadores da ordem social portadores de taras.
A degolação de Antônio Conselheiro e o transporte da sua cabeça para a Faculdade de Medicina da Bahia vemos que foi uma atrocidade amparada por preconceito pseudocientífico.
Raros foram os que conseguiram se desvencilhar da influência de Euclides da Cunha na exposição dos fatos e na sua analise antropológica. Para eles o Conselheiro e a sua gente constituem casos patológicos.
Sua obra, As Prédicas, foi dividida em quatro partes.
Proibição de matar: Quinto mandamento, depois de falar sobre a bondade de Cristo diz que não se deve proteger o assassino; deve recorrer a lei para punir aquele que lhe injuriou. Segundo mandamento da lei de Deus, analisa o juramento e o depoimento das testemunhas, horroroso aquele que presta juramento falso, movido por respeito humano, por paga ou por qualquer consideração. É admissível o juramento por ouvir dizer. Sétimo mandamento diz que é uma ofensa terrível aquele que furta e deve ser rigorosamente punido, a ponto de não sair da cadeia. Antes se deve pedir do que tirar a coisa mínima do próximo. Sobre o nono mandamento diz-se que é com o maior respeito que alude ao sacerdote e as autoridades da religião; e aos atos litúrgicos.
Nas predicas e discursos não se encontra a mínima alusão ao fim do mundo no expirar daquele século, diz que não há pavor do futuro para o homem de fé.
Sua fé é esclarecida e sólida, nenhum fanatismo. Se da outra parte, da parte dos que o seguiam, havia fanatismo, o fanatismo era em relação à sua pessoa. A uniformidade com que repetem as afirmações enganadoras, embora venham de longa data, não dispensa prova.
Os canudenses tomaram ou silenciaram muitas peças de artilharia. E não o fizeram como ato de fanatismo, fizeram para sua própria defesa.
Negando qualquer ligação entre Canudos e a monarquia, revidou o exercito com armas do próprio exercito que largavam no meio do campo de luta; faziam guerrilha para defender as pessoas e seus bens. A convicção pessoal do Conselheiro era pela monarquia e incutiu-a em seu povo.
O erro do Conselheiro é ser partidário do direito divino dos reis, doutrina condenada pela Igreja. Não podia, o missionário, afirmar que toda a Igreja aceitava prazerosamente a república, e o católico, como tal, não devia ser pela monarquia. A republica surgiu hostilizando a Igreja e a religião.
Se o modo de apresentar as suas convicções politicas foi inadequado, critique-se-lhe a linguagem e não o seu ideal.
A guerra de canudos não foi por conta da monarquia.
Já tendo fundado o arraial do Bom Jesus que era quase uma cidade, criou no fim da vida Canudos, denominando-a Belo Monte. Moravam lá mais de vinte mil pessoas com uma vida honesta e pacata. Podiam rezar e trabalhar todos os dias. Essa vida durou quatro anos. Antônio falava com autoridade pregava boa doutrina.
O Livro:
Tempestades que se levantam no coração de Maria por ocasião do mistério da anunciação
Primeiro ponto: tempo da oração, suplicas ao Deus. Estava destinada a ser Mãe deste mesmo Justo. Indagava se estava tendo alucinações.
Segundo ponto: o Anjo a tranquiliza, Deus a escolhera para ser sua Mãe. Tinha cautela no zelo de sua virgindade.
Terceiro ponto: Mãe Santíssima, perguntemos-nos a nós mesmos que temos feito para corresponder ao seu amor?
Sentimento de Maria por causa da pobreza em que se achava, por ocasião do nascimento de seu Divino Filho.
Primeiro ponto: nasce de Maria o justo dos justos. A Mãe não deixa de sentir o desamparo em que nasce. Se no nascimento de Jesus, Maria tem motivo para alegrar-se o desamparo em que nasce causa-lhe um sentimento tão vivo que lhe arranca lagrimas.
Segundo ponto: Divina Maria tão pobre, aquecendo em seu peito o fogo a tremer de frio, o rico na extrema indigência. Maria oferecamo-lhe o nosso coração, a fim de nele morar com Jesus, de hoje para sempre.
Terceiro ponto: morada limpa das manchas do pecado.
1. Dor de Maria por ocasião da sua fugida para o Egito.
O nascimento de Jesus foi logo sabido e de pronto o rei Herodes o quis matar. Então, o anjo do Senhor avisa José que leve Maria e Jesus para que fujam para o Egito. O caminho para o Egito era, não só desértico e pouco habitado, mas também repleto de ladrões e malfeitores. Porém, mesmo mediante ao incômodo dessas condições, Maria o faz, pois obedece a vontade de Deus e é assim que o autor do livro diz que os indivíduos devem comportar-se. Já pobres na cidade onde habitavam, seriam ainda mais pobres no lugar em que chegariam, o autor, agora encoraja o leitor à contemplar a Maria e a viver como ela ensina.
2. Dor de Maria na morte dos inocentes.
Devido à ausência de Jesus em seu território, Herodes mata a vários meninos de Belém com o pensamento de que algum deles viria a ser Jesus. À essas mortes Maria sofre como se filho seu fosse. Cumpre-se, então, a profecia do profeta Jeremias em que dizia “em Roma se ouviu um clamor” era Raquel chorando seus filhos. Se o fato de Raquel ressurgir do túmulo para chorar a morte de seus filhos já era algo terrível, pior ainda eram os lamentos de Maria pela morte dos meninos. Pois o coração de Maria era caridoso, então o autor sugere que os leitores sejam, também, caridosos e sigam seus passos.
3. Desolação de Maria durante o seu desterro do Egito.
Durante o seu desterro, Maria chorava a distância de sua terra, Sião, e o que via diante de seus olhos. Nesse ponto, o autor diz que o leitor deve, assim como ela, “desprezar o Mundo e suspirar pela pátria Celeste”, imitar sua resignação e questionar “Quando te verei, pátria querida?”.
Maria via os erros cometidos pelos indivíduos e sua cegueira. Ela via nos egípcios uma vida de desgraça sem fim. Maria pedia (?) que Deus abrisse os olhos do povo para a inteligência para que pudessem reconhecer um verdadeiro Deus.
Um dos motivos que faziam da pena de Maria mais amena é o fato de que ela levava Deus em seu coração e, por isso, poderia contemplá-lo estivesse aonde fosse. O autor cita esta situação como uma lição importante à seus seguidores: que este mundo seria o desterro deles e eles poderiam contemplá-lo e adorá-lo, pois tratam-se de sentimentos que nascem de um coração peregrino que deve desejar pela pátria.
4. Aflição de Maria na sua volta do Egito.
Após sete anos da estada da família no Egito, José recebeu um aviso do seu pedindo-lhe que levasse Jesus e sua mãe de volta para a Judeia, pois os homens que o queria matar já haviam morrido. E, apesar da pena que Maria sentia pelas fadigas que enfrentariam e faria seu filho enfrentar durante a viagem, a virgem apressa-se em obedecer às ordens de Deus. Maria também temia o fato de que o filho de Herodes era quem governava no momento. O anjo aparece novamente e diz à José que vá habitar Nazaré, cumprindo, mais uma vez, a profecia de Jeremias, em que Jesus seria chamado de Nazareno.
Maria cumpre a vontade de Deus dessa vez, mesmo temendo ser uma cilada, pois acredita em Deus. Com isso, o autor pretende demonstrar a seus seguidores que sem Deus nada é possível com segurança e utilidade.
5. Dor de Maria na perda de seu Filho no Templo.
Quando a família subia de Nazaré para Jerusalém, por ocasião da Páscoa, deram-se conta da ausência de Jesus que, este já tinha doze anos. Maria o procura resignada em achá-lo assim como o autor diz que seus discípulos devem comportar-se, procurando a Deus sem cessar. Maria, já pensando em tê-lo perdido por seus pecados pensa em não buscar-lhe mais, por penitência, encontra-o no Templo dizendo que estava servindo aos negócios do Pai. O escritor tem como objetivo fazer com que seus seguidores chorem ter perdido ambos – Jesus e Deus – pelo pecado.
6. Sentimento de Maria na morte de seus pais.
Maria amava a seus pais, S. Joaquim e S. Ana, incondicionalmente, porém aceita a morte deles resignada pois acredita ser a vontade de Deus. Ambos morrem em seu braço sabendo que ela seria a mãe de seu próprio Deus. Dela, o autor diz ser necessário aprender que se ame verdadeiramente aos pais, os obedeçam sendo verdadeiramente submissos à eles e os repeitem sem fingimento.
7. Dor de Maria durante a vida particular de Jesus em Nazaré.
Maria sabia quem viria a ser seu filho o que lhe dificultava quando em se tratando de mandar em Jesus, uma vez que além de seu filho era, também, Criador. Maria tinha mais facilidade em obedecê-lo do que mandar nele. Assim como ela, deve-se ocupar-se de Deus, pensar em Deus e suspirar por ele.
8. Sentimento de Maria quando seu Filho se retirou para o deserto.
Chegando o tempo em que Jesus deveria retirar-se ao deserto para pagar penitência, a dor de Maria aumenta, esta, novamente, aceita a vontade de Deus, pois o ama mais que a si mesma. Jesus, então, aproxima-se de sua mãe para anunciar sua partida e ao contar-lhe, a Virgem chora e Jesus chora por vê-la sofrer.
Em verdade, Maria desejava acompanhar a seu filho, porém, isso só a faria sofrer mais, pois veria de perto a penitência pela qual seu filho estava passando. Aprende-se, então, de ambos, a sacrificar-se para que seja cumprida a vontade do Senhor.
9. Doe de Maria por causa das injúrias proferidas contra seu Filho.
Maria sofria imensuravelmente mediante às injúrias proferias pelos judeus sobre seu filho, ver seu filho ser injuriado por aqueles para quem ele fora mandado. Mais a faz sofrer a contradição do povo a quem Jesus ama é quem o despreza, mas Maria não lhes deseja vingança, isto esta reservado a Deus, que vinga-se por meio da punição e os perdoa mesmo que o tenham causado amargura.
10. Dor de Maria por ocasião da permissão que Jesus lhe pediu para suportar a morte.
Como a hora de seu sacrifício, em que era ele ao mesmo tempo sacerdote e vítima, próxima, Jesus busca sua mãe para a avisar que seria cumprido o que estava escrito nas divinas Escrituras. Maria pede a seu filho que não seja necessário seu consentimento, mas que ele faça o que deve ser feito, mediante a essa atitude o autor a considera heroica.
11. Dor de Maria na prisão de seu Filho.
Quando é, à Maria, avisada a prisão de seu filho, a Virgem lamenta a cegueira do povo, que prende o deu próprio Deus, sendo ingratos aos seus benfeitos. Ao mesmo tempo que chora por ver os delitos dos judeus contra seu filho, chora à ingratidão dos cristãos que praticam crimes tão ofensivos a Deus. Pior ainda é ver um discípulo de seu filho o traindo. O autor conclui dizendo que se há de um lado o Cordeiro Divino que liberta das cadeias aos presos oprimidos, do outro, há um discípulo que pagará por ter vendido seu mestre e benfeitor.
12. OS DEZ MANDAMENTOS DA LEI DE DEUS
Primeiro mandamento:
Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o máximo e o primeiro mandamento ( Mat., cap. 22 v. 38 )
Na antiga lei, era possível aceitar que um homen duvidasse do tanto que Deus o amava, mas depois de sofrer na cruz ate morrer não pode haver mais duvida desse amor.
O amor mais é o de deus que deu o próprio filho (jesus) simplesmente por amor.
Unica Dádiva gratuita: o amor, quando uma dadiva tem motivo se não esse amor, deixa de ser verdadeira dádiva
Não é possível a comparação entre o pecado o homem e o que Deus fez, dando jesus com o objetivo de salvar os pecadores, o objetivo foi sentir uma dor bem grande para satisfazer por todas as penas que merecias os pecadores.
Segundo Mandamento:
"Não pronunciarás em vão o nome do senhor teu Deus"(Ex -20,7). "Senhor nosso Deus, quão prescreve respeitar o nome do Senhor. O nome do Senhor é santo".
O segundo mandamento proíbe todo o uso impróprio do nome de Deus. A blasfêmia consiste em usar o nome de Deus, de Jesus Cristo, da Virgem Maria e dos Santos de maneira injuriosa.
È uma ofensa fazer qualquer jura invocando o nome de Deus em vão. O juramento é admissível para o descobrimento da verdade mas deve ser de modo que nem aumente nem diminua coisa alguma sobre o caso. É possível também o juramento por ouvir dizer, é preciso que a testemunha declare o nome da pessoa do caso em questão para o depoimento ter valor de direito.
Testemunham que derem depoimento falso ficam responsáveis por despesas e danos que se seguirem desses seus falsos juramentos
Terceiro Mandamento:
3º - Guardar os domingo e festas de guarda “Lembra-te do dia do descanso para guardá-lo. Seis dias trabalharás e farás os teus afazeres. O sétimo dia, porém, é o descanso em homenagem a Javé, teu Deus”.
O próprio Deus ordenou que um dia da semana fosse destinado ao descanso e ao culto divino. No Antigo Testamento, esse dia era o sétimo dia da semana, o sábado. No Novo Testamento, dedicamos ao Senhor o primeiro dia da semana, que chamamos de domingo, porque foi no primeiro dia da semana que Jesus ressuscitou. Foi também num domingo que enviou o Espírito Santo. É por isso que os cristãos consagram, o primeiro dia da semana, o domingo
A instituição do domingo contribui para que todos tenham tempo de repouso e de lazer suficiente para lhes permitir cultivar sua vida familiar, cultural, social e religiosa. Todo cristão deve evitar de impor sem necessidade aos outros aquilo que os impediria de guardar o dia do Senhor.
Quarto Mandamento:
Honrar Pai e Mãe. “Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias sobre a terra que Javé, teu Deus, te concede”.
Os filhos devem amar seus pais, obedecendo, respeitando e socorrendo-os em suas necessidades de qualquer tipo.
Não só deve entender essa relação de obrigação dos filhos para com os pais, mas também do cuidado que vão de ter os pais com os filhos na boa educação dando-lhes boa doutrina.
Quinto mandamento:
Não Matar
“Não cometerás homicídio”.
Ainda que um homen fosse vítima de muitas injúrias de seu inimigo isso não era motivo suficiente para tirar-lhe a vida. Esse homem não pode justificar seu procedimento por mais grave seja a injúria.
Desse modo se haver de lavar as mãos com sangue deve ir ate a autoridade para ai se proceder contra ele, dentro da lei.
Sexto Mandamento:
Não pecar contra a castidade, não cometer adultério.
O adultério e o divórcio, a poligamia e a união livre são ofensas graves à dignidade do casamento.
Este mandamento da Lei de Deus é a proteção do matrimônio e da própria família.“Não pecar contra a castidade”, “O corpo não é para a impureza, ele é para o Senhor, e o Senhor é para o corpo”
Ao criar o ser humano o Senhor dá, ao homem e à mulher, de maneira igual, a dignidade pessoal. Cada um deve reconhecer e aceitar sua identidade sexual, de acordo com o sexo que o indivíduo possua.
Há ainda, dentro deste mesmo pecado, coisas como a masturbação, a fornicação (sexo antes do casamento religioso), a pornografia (exibição pública dos atos sexuais), a prostituição, o estupro e a homossexualidade.
Sétimo mandamento:
Não furtar ou roubar: Este mandamento proíbe a retenção indevida dos bens alheios ou a lesão do próximo com relação a eles, seja como for. Vale a pena lembrar que a ajuda aos pobres é uma grande virtude. Portanto, uma pessoa avarenta (mão-de-vaca) "não entrará no Reino de Deus", diz o Apóstolo com todas as letras em 1Cor 6,10. O nosso trabalho também é para que possamos partilhar nossos lucros com aqueles que não têm condições.
O Catecismo nos lembra que o pecado contra este mandamento exige reparação. É necessário que o fiel arrependido restitua o valor ou a mercadoria roubada. Este mandamento também inclui a escravidão.
Oitavo Mandamento:
"Não levantarás falso testemunho contra teu próximo"(Ex 20,16).
O oitavo mandamento da Lei de Deus proíbe: testemunhar falsamente em juízo, caluniar ao próximo, dizer qualquer classe de mentira, murmurar, julgar mal ao próximo, revelar sem motivo seus defeitos e toda ofensa contra a honra e a boa fama dos demais.
Aquele que difama ou calunia ao próximo, além de confessar seu pecado tem a obrigação grave de restituir-lhe a honra e a fama que lhe foi tirada.
Nono mandamento:
O nono mandamento da Lei de Deus nos manda que sejamos puros e castos em pensamentos e desejos.
Os pensamentos e desejos impuros são pecado quando a vontade se compraz deles, ainda que nãos e realize o ato impuro; mas não são pecado quando a vontade não os consente e procura rejeitá-los
A pureza de coração é alcançada com a oração, a mortificação e a prática da castidade juntamente com a pureza de intenção e de olhar.
Décimo Mandamento:
"Onde está teu tesouro, aí estará teu coração"(Mt 6,21).
O décimo mandamento da Lei de Deus nos proíbe o desejo desordenado de riquezas e a inveja dos bens alheios.
O décimo mandamento da Lei de Deus nos ensina a viver desprendidos dos bens materiais e a trabalhar com diligência para melhorar nossa situação atual com o coração aberto às necessidades dos demais
Conclusões:
Após a leitura da obra percebo que muitas pessoas tem uma visão errônea de Antonio Conselheiro. Ao formular conclusões sobre a guerra de Canudos, apenas lendo a obra “Os Sertões” de Euclides da Cunha as pessoas tendem a concordar com a visão equivocada dos republicanos, porém com a leitura da obra “Antonio Conselheiro e os Canudos: revisão histórica” de Ataliba Nogueira, pode-se perceber que Antonio Conselheiro, ao contrario do que era difundido pelas pessoas da época e por Euclides, não era um “fanático religioso” e nem “tinha um turvamento intelectual de um infeliz”. Ataliba afirma que ele tinha “uma fé esclarecida e sólida e nenhum fanatismo”. A primeira visão pode ter surgido mediante ao fato de que muitos que os seguiam eram fanáticos em relação à sua pessoa, mas não podemos nos apegar a isso, pois essa afirmação não apresenta provas concretas.
Quanto ao fanatismo político, alegado por parte da população como a causa da guerra de Canudos, ambos os autores concordam que isso não ocorreu. Ataliba relata, inclusive, que o modo de apresentar essas convicções políticas pode ter sido inadequado, mas isso seria um erro de linguagem e não um problema em relação ao seu ideal.
Em suma, a visão me Ataliba parece ser mais sensata, pois é imparcial e abrangente de modo em que se baseia em fatos históricos e concretos. As pessoas se juntaram a ele por se identificarem com seu e ideal, uma vez que também foram injustiçadas. Em momento algum Conselheiro procurou montar um exército com objetivo de combater o regime vigente, apesar de ser monarquista. Como prova disso, durante o combate, a população de canudos não era a primeira a atacar, ao contrario, se defendiam, e para isso usavam as armas deixadas pelo inimigo no campo de batalha.
Concluo que Conselheiro não era um fanático religioso por não tentar impor sua crença aos seus seguidores, eles simplesmente aderiram-na.
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