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domingo, 22 de maio de 2016

Guerra Nuclear em 2017:

General Britânico alerta sobre uma possível Guerra Nuclear contra a Rússia em 2017. O Ocidente precisa agir agora para evitar uma potencial catástrofe

Publicado no dia 20 Maio 2016

 
19.05.2016 - Hora desta Atualização - 19h58




O general Richard Shirreff, advertiu que a OTAN corre o risco de entrar em guerra com a Rússia dentro de um ano.

A previsão foi feita em uma entrevista para o programa Today, da emissora BBC Radio4, o general Richard Shirreff, que também advertiu que se a OTAN não aumentar suas "capacidades defensivas" nos Estados Bálticos, a possibilidade de conflito nuclear aumentará.

A 'séria possibilidade' de um ataque à Estônia, Lituânia ou Letônia - todos eles membros da Aliança Atlântica - faz com que o Ocidente tenha que agir agora para evitar uma 'potencial catástrofe', garante o que fora vice-comandante supremo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) na Europa entre 2011 e 2014.

"A realidade assustadora é que devido a Rússia integrar a abordagem e a capacidade nuclear em cada aspecto de sua capacidade de defesa, trata-se de uma guerra nuclear", enfatiza Shirreff, autor do livro de ficção "2017: Guerra contra a Rússia", no qual, segundo suas próprias palavras, descreve eventos que são 'completamente possíveis' que aconteçam atualmente.

Após ver que a Rússia não tem a 'percepção' de que a OTAN é deficiente (com o argumento de uma possível agressão por parte de Moscou devido tal apreciação), o general considera que a Aliança deva 'aumentar o nível o suficiente para qualquer agressor diga que não, não vale a pena arriscar-se".

No entanto, a OTAN, que após o surgimento da crise na Ucrânia em 2014, experimenta uma piora de sua relação com a Rússia a níveis nunca vistos antes desde a Guerra Fria, já aumentou sua presença militar nos países bálticos.

Em resposta ao aumento da presença da Aliança Atlântica próximo às fronteiras russas, a Rússia já anunciou recentemente que estabelecerá três novas divisões militares especializadas para fazer frente à OTAN, que serão implantadas em seu Distrito Militar e Distrito Militar Sul.



Fonte: www.anovaordemmundial.com

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