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domingo, 7 de agosto de 2016

O CRISTÃO E O HERMAFRODITISMO:

"E o hermafrodita?"

Quem chega levantar esse tipo de argumento já provou que não entende nada de homossexualismo, menos ainda de hermafroditismo.

Hermafrodita é a pessoa que nasce com duas genitálias, ou seja pênis e vagina. Essa anomalia se dá na formação do feto, mais especificamente na hora de definir o sexo do bebê.

Mas, preste muita atenção: apesar de o bebê nascer com, aparentemente, dois órgãos sexuais, ele só manifestará uma prevalência sexual (no hermafrodita a grande maioria, uma genitália é falsa e outra é verdadeira) . E será justamente essa prevalência, somada aos exames médicos sobre sua constituição orgânica que definirão qual dos dois sexos deverá ser operado e inutilizado.

Na maioria das vezes só o órgão correspondente à sua verdadeira sexualidade nasce no tamanho normal. O outro é atrofiado. Muitas vezes, definida a sexualidade daquela pessoa, ela exercerá apenas o seu papel sexual de homem ou de mulher - nunca os dois.

Como esses casos são raríssimos e não justificam o homossexualismo nem mesmo na vida dos portadores dessa anomalia, é tolice querer justificar o comportamento gay/lésbico de milhares de pessoas fisicamente saudáveis.


O CRISTÃO E O HERMAFRODITISMO

A Bíblia não fala nada sobre hermafroditismo e nada existe na literatura evangélica sobre essa questão, talvez por ser muito raro. Na literatura grega era muito comum por causa do mito grego Hermafroditos, “filho de Hermes e Afrodite, amado de Salmacis, a ninfa das fontes onde ele se banhava. Ele repeliu as tentativas de envolvimento de Salmacis, mas esta o enlaçou num abraço apertado e suplicou aos deuses que transformassem as duas criaturas num corpo único. Os deuses ouviram a súplica, e daí proveio a palavra ‘hermafrodita’ para uma pessoa combinando ambos os sexos num corpo único (HARVEY, Paul. Dicionário Oxford de Literatura Clássica Grega e Latina, Jorge Zahar Editor, Rio, 1987, p.268).
Como os mitos gregos são o resultado da actuação de uma imaginação ingénua sobre os factos da experiência, tentando explicar os fenómenos naturais (Op. Cit., p.345), talvez isso seja uma tentativa para explicar o origem dos que hoje são chamados hermafroditas. A Enciclopédia Barsa diz: “Hermafroditismo é a condição do indivíduo que possui órgãos reprodutores tanto femininos quanto masculinos. Plantas hermafroditas (como a maior parte das plantas que dão flores) são chamadas monécias ou bissexuais. Animais hermafroditas, principalmente invertebrados, como minhocas, lesmas, caracóis, briozoários e trematódeos, são normalmente parasitas, de movimentos vagarosos, ou estão permanentemente ligados a outro animal ou planta.”
“Nos seres humanos, o hermafroditismo é uma anomalia sexual rara, em que existem gónodas de ambos os sexos. A genitália pode ter características dos dois sexos, e os cromossomas apresentam mosaicismo masculino-feminino – existência tanto de pares de cromossomas masculinos XY quanto dos femininos XX.”
“Nos casos de hermafroditismo humano, a escolha do sexo deve ser feita por ocasião do nascimento, de acordo com o órgão sexual que predomina externamente, por meio de uma cirurgia para remover as gónodas do sexo oposto. A genitália remanescente é então reconstruída, para aparentar a do sexo escolhido.”
“Indivíduos com a aparência externa de um sexo mas constituição cromossómica e órgãos reprodutores do sexo oposto são exemplos de pseudo-hermafroditismo. Nos seres humanos nessa condição, o indivíduo tem um único sexo cromossómico e gonádico e características de ambos os sexos na genitália externa”.
Como a Bíblia nada fala sobre o assunto e o hermafroditismo, nesse contexto, é um problema de nascimento que pode ser corrigido depois com recursos da medicina, não há nisso problema de ordem moral. O hermafrodita tem uma inclinação para um lado, masculino ou feminino, nunca para os dois. Sabendo, pois, qual essa tendência, nele é feita o tratamento, e a identidade sexual dessa pessoa pode ser reconstituída. Não se trata, portanto, de uma sexualidade artificial ou de mudança de sexo, mas de uma pessoa que nasceu com deformidade física que a medicina corrigiu.

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