Embora o filme de 19 minutos possa parecer como uma visão do futuro, ele foi integralmente editado a partir de reportagens recentes, filmagens de câmeras da polícia e de entrevistas. Começando com cenas de um moderno ferryboat despejando milhares de imigrantes ilegais na Grécia, o filme corta então para dezenas de fotos aéreas de colunas de migrantes marchando rumo o norte, para dentro da Europa.
O filme, então, muda para o angustiante testemunho de uma jovem Grega, incapaz de esconder seu horror e desespero diante da dimensão da crise migrante que paira sobre Lesbos, sua ilha natal. Apenas a seis milhas da costa Turca, a ilha foi submetida a motins dos migrantes em setembro, quando os recém-chegados se viraram contra seus anfitriões por estes não movê-los para o continente Europeu rápido o bastante.
Como, à época, noticiou Breitbart London, a mulher, em lágrimas, conta a uma equipe de reportagem: "Nós estamos em perigo, a cada dia, a cada minuto. Precisamos de alguém para nos proteger. Eles entram em nossas casas. Eu quero ir para o trabalho, mas não posso. Nossos filhos querem ir à escola, mas não podem. Eles roubaram nossas vidas!".
O presidenciável Americano Donald Trump também é destacado, dando a sua opinião sobre a crise dos imigrantes: "Eu venho assistindo esta migração, e tenho visto as pessoas."
"Quero dizer, eles são homens em sua maioria, e eles são homens fortes ... eles se parecem com soldadores no seu auge. Olha, a Europa vai ter de lidar com isso, mas eles vão ter tumultos na Alemanha."
"Eu sempre achei que Merkel fosse uma grande líder, mas o que ela está fazendo com a Alemanha é insano".
O vídeo está sendo compartilhado rapidamente em mídias sociais e fóruns on-line e já foi visto pelo menos meio milhão de vezes, tendo sido carregado dezenas de vezes para plataformas como YouTube e Facebook, entre outras.
Embora o principal objetivo do filme seja incitar os Europeus nativos contra a migração em massa e os efeitos negativos do multiculturalismo, o filme também leva, paradoxalmente, leva um golpe de uma minoria Europeia que está a ponto de perder quase tudo para a imigração Muçulmana em massa. Ele também inclui um curto clipe do desacreditado, político anti-semita Nick Griffin, ex-membro do Parlamento Europeu e líder do Partido Nacional Britânico.
A inclusão do Sr. Griffin, uma figura impopular até mesmo na direita nacionalista da Grã-Bretanha e do rápido sucesso do filme na Holanda sugere que o filme pode não ter sido editado por um cidadão Britânico.
Breitbart London relatou longamente sobre a crescente onda de anti-semitismo na Europa que chegou com a migração em massa. De Judeus sendo especificamente alvos de degradantes invasões de seus lares por ladrões estupradores, de Judeus sendo excluídos de comemorações do Holocausto por causa de participantes Muçulmanos roubando eventos, os migrantes-Europeus são agora hostis para com os Judeus a um nível não visto há décadas.
Abaixo do vídeo no YouTube, carregado na segunda-feira pelo usuário anônimo Morte das Nações, o editor avisa: "Este vídeo não estará on-line por muito tempo, faça o download e espelhe-o enquanto você pode".
"Nos níveis atuais de imigração e com as taxas de natalidade despencando, os nativos Europeus estão destinados a se tornarem uma minoria em seu próprio país dentro de algumas décadas. Este já é o caso de muitas das maiores cidades da Europa".
"Milhões de jovens Muçulmanos deixam para trás suas famílias, pagam milhares aos traficantes criminosos para alcançar a terra que lhes foi prometida pelos políticos Europeus ilegalmente.
Apelidados pela mídia de "refugiados", eles atravessam de 6 a 10 países de forma segura para alcançar nações ricas como a Alemanha ou a Suécia, onde eles esperando receber uma vida melhor à custa dos contribuintes.
Apenas uma fração deles são Sírios, e eles entram sem serem filtrados, sem documentos e sem qualquer direito legítimo de pedir asilo. Mulheres e crianças são raramente vistos, exceto nas histórias chorosas escolhidas tipo cereja do bolo pelos meios de comunicação."
No final da longa chamada às armas, o escritor conclui:
"Ainda estamos em um ponto onde não seremos presos por causa de nossas opiniões políticas, na maioria dos países Europeus, mas isso vai mudar muito em breve. Não fique apático, não seja fraco. Seja alguém que pode se orgulhar de chamar a si mesmo de Europeu".
Fonte: itonsheli.blogspot.com
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